segunda-feira, 30 de julho de 2012

AVTP - Fiesta del Donante Valencia, España, 6 Junio 2012




Fotos gentilmente enviadas por Albert Martorell -AVTP (6 Junio 2012)


Fotos gentilmente enviadas por Albert Martorell -AVTP (6 Junio 2012)


Fotos gentilmente enviadas por Albert Martorell -AVTP (6 Junio 2012)


Fotos gentilmente enviadas por Albert Martorell -AVTP (6 Junio 2012)


Fotos gentilmente enviadas por Albert Martorell -AVTP (6 Junio 2012)
Gracias y Saludos a todos!
Sandra Campos

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Transplantes: ministro nega «razão monetária»


CONVERSA: sempre a diminuição dos acidentes e os pacientes em morte cerebral, e os dadores vivos!!!! Sandra Campos

Ex-secretário de Estado Manuel Pizarro aponta «profunda desorganização» do setor como razão da diminuição de 22 por cento na transplantação.

O ministro da Saúde admitiu esta quarta-feira, no Parlamento, que a transplantação de órgãos «tem vindo de facto a diminuir» este ano. A queda, segundo avançou o tvi24.pt, é de 22 por cento no primeiro semestre.

Para Paulo Macedo, a diminuição do número de acidentes rodoviários é «um dos fatores» que explicam a diminuição, assim como a «redução da transplantação em termos mundiais». O governante descarta, no entanto, que haja uma «razão monetária» por trás dos números, recordando que «todos os responsáveis [do setor] já disseram que não há qualquer impacto».

Sublinhando as «variações muito claras dentro das principais unidades» que realizam transplantes, Paulo Macedo referiu o «bom comportamento» em Coimbra, «o melhor do país», o «comportamento positivo» do Porto e o «comportamento bastante insuficiente» do Hospital de Santa Maria, em Lisboa.

O ministro respondia a uma questão do deputado do PS Manuel Pizarro, que apontou a «profunda desorganização do setor da transplantação de órgãos» como causa da diminuição. «Quando tomou um conjunto de medidas, no ano passado, garantiu que isso não iria ter consequências, mas estamos agora a vê-las», afirmou.

Segundo o ex-secretário de Estado da Saúde, a redução dos transplantes «nem sequer do ponto de vista financeiro é uma boa opção», porque aumenta os custos a longo prazo. Por exemplo, no caso dos rins, a queda de 25 por cento «vai custar ao Estado 8,5 milhões de euros nos próximos 10 anos», tendo em conta o número de doentes em lista de espera que se mantêm em diálise.

O socialista propôs ao ministro «melhorar a coordenação dos serviços, promover o programa do dador do coração parado e promover o aumento da dádiva de dadores vivos», como a recente campanha da Sociedade Portuguesa da Transplantação.

«Concordamos que há iniciativas que vamos apoiar. Nós iremos apoiar essa campanha», assegurou Paulo Macedo, sem adiantar números.                       

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Barcelona - INVESTIGACIÓN Descubierta la clave para obtener células madre de la sangre como fuente de trasplantes


Hospital del Mar de Barcelona
Foto: HOSPITAL DEL MAR
BARCELONA, 25 Jul. (EUROPA PRESS) -
   Investigadores del Instituto Hospital del Mar de Investigaciones Médicas (IMIM) de Barcelona han descubierto la función de una proteína, llamada b-catenina, clave para la obtención de células madre de la sangre como fuente de los trasplantes.
   Estas células, también denominadas hematopoyéticas, se utilizan como fuente de los trasplantes que forman parte de las terapias contra diferentes leucemias.
   Los resultados obtenidos abren la puerta a producir estas células madre en el laboratorio y, así, mejorar la calidad y cantidad de estas intervenciones, permitiendo que, en un futuro, los pacientes sin donantes compatibles puedan beneficiarse de ello.
   El estudio, realizado junto con el Erasmus Medical Center Stem Cell de Rotterdam y publicado en la revista 'Journal of Experimental Medicine', ha analizado una cadena de reacciones moleculares que se producen dentro de algunas células del embrión y que intervienen en la creación de células madre hematopoyéticas.
   "Nuestro estudio contribuye a descifrar el código que hace que una célula precursora, que sólo se encuentra en el embrión, se convierta en célula madre hematopoyética. Para que esto suceda, la proteína b-catenina se debe activar durante un tiempo y con una dosis determinada", ha explicado la jefa del grupo Células Madre y Cáncer del IMIM y responsable de la investigación, Anna Bigas.
   Esta proteína también juega un papel fundamental en las células que originan y mantienen algunas leucemias: "Los paralelismos entre las células madre normales y las leucémicas nos demuestran que las vías moleculares que regulan las dos poblaciones son las mismas. Por ello, nuestro hallazgo nos ayuda a entender el origen de estas enfermedades", ha argumentado Bigas.
   Aparte de las células madre embrionarias, cada órgano del cuerpo tiene otro tipo de células madre que tienen la capacidad de regenerar todas las células del tejido específico.
   Sin embargo, sólo se forman en el periodo embrionario y se mantienen el resto de la vida; las células madre hematopoyéticas corresponden a la sangre y, cuando son trasplantadas, dan lugar a todas las células de este tejido.
   Actualmente, los trasplantes de estas células están condicionados a la disposición de donantes compatibles y, sin embargo, todavía hay un porcentaje elevado de pacientes sin donantes y que, por tanto, no pueden someterse a esta intervención.
   Los resultados de este artículo sientan las bases para que en el futuro, estos enfermos puedan beneficiarse de una fuente de células madre hematopoyéticas generadas en el laboratorio a partir de células embrionarias compatibles o de otros tipos de células propias expresamente transformadas.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Diálise peritoneal potencia sucesso do transplante

Nao é nada disto que me tem sido dito na Corunha! O que me tem sido dito é que o Transplante Renal com Dador vivo sem ter que passar por diálise garante uma qualidade de vida muito melhor do paciente e evita o sofrimento da diálise.
Sandra Campos



24/07/2012 - 09:07
No dia 20 de Julho assinalou-se o 43º aniversário do primeiro transplante realizado em Portugal. Este procedimento, realizado pelo Prof. Dr. Linhares Furtado nos Hospitais da Universidade de Coimbra em 1969, consistiu no transplante de um rim para uma pessoa que sofria de Insuficiência Renal Crónica. Em Portugal, desde 2008, foram realizados mais de 500 transplantes renais por ano, mas o tempo de espera por um dador compatível faz com que os doentes, muitas vezes, necessitem de um tratamento de substituição da função renal, ou seja, diálise, avança comunicado de imprensa.

Apesar de existirem duas formas de substituição renal, hemodiálise e diálise peritoneal, esta última ainda não tem grande expressão no nosso país, sendo realizada por apenas 6% dos doentes.
Contudo, segundo um estudo publicado no início do ano no Clinical Journal of the American Society of Nephrology, os doentes tratados com diálise peritoneal antes do transplante tiveram melhores taxas de sobrevivência, comparativamente aos doentes a fazer hemodiálise em centro. Isto deve-se, sobretudo, ao facto da diálise peritoneal permitir uma melhor preservação da função renal residual em comparação com os doentes que fazer tratamento em centros.

A classe médica defende que o transplante é o melhor tratamento para a insuficiência renal crónica terminal, pois permite ao doente um regresso a um estado quase normal de saúde. Contudo, numa realidade onde há falta de órgãos, os indivíduos com Insuficiência Renal Crónica (IRC) muitas vezes passam vários anos a fazer diálise e o tratamento adequado pode ser a chave para um transplante bem-sucedido.

A importância da escolha do doente

A maior parte dos tratamentos de diálise são feitos em unidade hospitalar, mas os doentes cada vez mais procuram tratamentos que possam ajudar a minimizar o impacto da diálise no seu dia-a-dia.
Contudo, segundo um estudo recente da Federação Europeia de Doentes Renais – CEAPIR –, em Portugal, cerca de 40% dos insuficientes renais crónicos não têm a possibilidade de escolher o seu tratamento de substituição renal e mais de dois terços considera a informação facultada sobre as técnicas de diálise insuficiente. Estas conclusões demonstram que há ainda um longo percurso a percorrer no acesso dos doentes a informação sobre a Insuficiência Renal Crónica e sobre as opções disponíveis para que, posteriormente, sejam incluídos numa decisão com grande impacto na sua qualidade de vida e que, grande parte das vezes, é para toda a vida.

Sobre a Insuficiência Renal Crónica (IRC)

A prevalência da doença renal crónica está a aumentar causada em parte pelos níveis crescentes de hipertensão e diabetes em todo o mundo. A população mundial está a ficar mais envelhecida e a idade é o factor de risco mais comum para o desenvolvimento de hipertensão e diabetes que muitas vezes levam à insuficiência renal crónica. Em Portugal, todos os anos surgem cerca de dois mil novos casos na fase terminal da doença, existindo actualmente cerca de 17.500 portugueses a realizar uma das técnicas de substituição renal.
   Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/24-07-12/dialise-peritoneal-potencia-sucesso-do-transplante

segunda-feira, 23 de julho de 2012

El programa de trasplante pulmonar de La Fe cumple 20 años con más de 40...

Revista FQ nº 66 (enviado por AVTP) ... Gracias!




Fonte: http://issuu.com/fqprensa/docs/revista_fq_66_pdf?mode=window&backgroundColor=%23222222

Ver também: Federacion española de fibrosis quistica

Air Liquide compra Gasmedi a Mercapital por 330 millones


Sociedade Portuguesa de Transplantação defende análise da diminuição da colheita de órgãos


23/07/2012 - 07:48
O presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT), Fernando Macário, defendeu na passada sexta-feira, em Coimbra, a necessidade de se fazer um levantamento e "análise profunda" da diminuição da colheita de órgãos em Portugal, para o relançamento do processo, avança a agência Lusa.

"Após tempos de extraordinário sucesso que nos habituaram a níveis de colheita de órgãos e de transplantação, que nos colocaram na vanguarda mundial, desde 2010 que a colheita de órgãos não cessa de descer em Portugal (..), com níveis preocupantes durante o corrente ano. Temos que reunir esforços para analisar esta situação e tentar inverter este rumo", defendeu.

Na sua perspectiva, "é absolutamente urgente o levantamento e análise profunda do que se passa, para relançar de novo a colheita de órgãos".

O presidente da SPT falava na sessão solene de comemoração do Dia do Transplante, que decorreu no auditório do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), reunindo cerca de 330 doentes e familiares, médicos e outros profissionais desta área e vários responsáveis do sector da saúde.

"Impõe-se que todos os hospitais onde seja efectuado o diagnóstico de morte cerebral e tenham condições de suporte intensivo se constituam obrigatoriamente como hospitais de colheita e que sejam aí criadas as condições logísticas que conduzam e estimulem a colheita de órgãos", frisou.

Para o presidente da SPT, "deve ser permanentemente escrutinada e mesmo auditada a actividade das unidades onde pode ser efectuada identificação de dadores e colheita de órgãos, para se garantir que todos os potenciais dadores são referenciados".

A organização das estruturas que coordenam a colheita de órgãos em Portugal "tem que ser reformulada para acabar com ineficiências localizadas" e a estrutura de transplantação nacional "necessita de ser repensada", preconizou ainda o médico do CHUC.

"A colheita em dador com coração parado em Portugal espera há demasiado tempo por orientações legais e logísticas", frisou Fernando Macário.

Ao intervir na sessão, o bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, disse que a instituição deverá, até ao final do ano, aprovar os critérios para a colheita em dador com coração parado.

"A transplantação é, sem dúvida, uma das actividades que mais possibilidades dá de se virem a contar histórias felizes, e felizes muitos doentes por contar essa história", afirmou o presidente do Instituto Português do Sangue e da Transplantação, Hélder Trindade.

Na sessão, em que também intervieram os presidentes do CHUC e da Administração Regional de Saúde do Centro e a directora geral da Novartis - Martins Nunes, José Tereso e Cristina Campos, respectivamente -, vários doentes transplantados e os seus médicos testemunharam o sucesso destas intervenções.

"[O transplante hepático] permitiu-me ver mais além, o futuro próximo, vejo-me tão bem que decidi adoptar uma criança", relatou uma doente, transplantada em 2008 no Hospital Curry Cabral.
Na sessão, foi lançada a campanha da SPT com o apoio da empresa Novartis "Doar um rim faz bem ao coração".
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/23-07-12/sociedade-portuguesa-de-transplantacao-defende-analise-da-diminuicao-da-c

Portugal - Sociedade Portugusesa de Transplantação defende - Diminuição da colheita de órgãos deve ser analisada

Desde 2010 que a colheita de órgãos tem diminuído em Portugal

Fernando Macário, presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT), defendeu esta sexta-feira, em Coimbra, a necessidade de se fazer um levantamento e “análise profunda” da diminuição da colheita de órgãos em Portugal, para o relançamento do processo.

"Após tempos de extraordinário sucesso que nos habituaram a níveis de colheita de órgãos e de transplantação, que nos colocaram na vanguarda mundial, desde 2010 que a colheita de órgãos não cessa de descer em Portugal, com níveis preocupantes durante o corrente ano. Temos que reunir esforços para analisar esta situação e tentar inverter este rumo", referiu.
Na sua perspectiva, "é absolutamente urgente o levantamento e análise profunda do que se passa, para relançar de novo a colheita de órgãos".
O presidente da SPT falava na sessão solene de comemoração do Dia do Transplante, que decorreu no auditório do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), reunindo cerca de 330 doentes e familiares, médicos e outros profissionais desta área e vários responsáveis do sector da saúde.
"Impõe-se que todos os hospitais onde seja efectuado o diagnóstico de morte cerebral e tenham condições de suporte intensivo se constituam obrigatoriamente como hospitais de colheita e que sejam aí criadas as condições logísticas que conduzam e estimulem a colheita de órgãos", frisou.
Para o presidente da SPT, "deve ser permanentemente escrutinada e mesmo auditada a actividade das unidades onde pode ser efectuada identificação de dadores e colheita de órgãos, para se garantir que todos os potenciais dadores são referenciados".
A organização das estruturas que coordenam a colheita de órgãos em Portugal "tem que ser reformulada para acabar com ineficiências localizadas" e a estrutura de transplantação nacional "necessita de ser repensada", preconizou ainda o médico do CHUC.

Portugal - “Colheita é o motor”


Fernando Macário, Presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação sobre a diminuição da colheita de órgãos 
Correio da Manhã – Qual a situação da transplantação em Portugal?
Fernando Macário – Continuamos a ter níveis de transplantação renal e hepática acima da média. Mas estamos muito preocupados porque a colheita de órgãos tem vindo a diminuir. Nos primeiros meses deste ano houve uma queda de 17%.
– A que se deve?
– Há menos mortalidade rodoviária e por acidentes vasculares cerebrais. Mas há outros factores.
– Quais?
– Poderá ter a ver com a alteração na organização da responsabilidade com a transplantação. É urgente que o Instituto Português do Sangue e da Transplantação inicie a actividade de forma efectiva. A colheita é o motor da transplantação. A colheita, em dadores, em coração parado também ainda não está definida do ponto de vista legal. Outro aspecto é o transplante renal com dador vivo que tem pouca expressão.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Transplantes: doação de órgãos em vida deve aumentar


20/07/2012 - 09:21

A Sociedade Portuguesa de Transplantação quer aumentar o número de doações de órgãos em vida como forma de contrariar a redução de transplantes que se tem verificado nos últimos anos.

No Dia do Transplante, que se assinala esta sexta-feira, o presidente da Sociedade, Fernando Macário, explica à agência Lusa que as taxas de doação de órgãos em vida em Portugal são muito baixas em relação a outros países europeus.

Os dadores vivos são quem doa um órgão duplo como o rim, ou uma parte do fígado, pâncreas ou pulmão para que seja transplantado a quem precisa. Actualmente, a lei já não exige consanguinidade nestes transplantes, mas as taxas de doação em Portugal continuam baixas.

No caso dos rins, em 2009 houve 63 transplantes feitos a partir de dadores vivos, mas em 2011 esse número baixou para 43.

“A seguir à legislação, de 2007, que veio permitir doar um órgão a um amigo, namorado ou marido, sem exigência de consanguinidade, verificou-se um crescimento, mas depois começou a registar-se decréscimo”, refere Fernando Macário.

Em Portugal a taxa de doação de rins com dadores vivos representa menos de 10 por cento do total de transplantes, quando noutros países europeus atinge 30 ou 40%.

“Há um potencial grande para aumentarmos a transplantação”, defende o responsável, lembrando que o número de transplantes em Portugal tem diminuído nos últimos dois anos.

A partir desta sexta-feira, a Sociedade Portuguesa de Transplantação vai lançar uma campanha com o objectivo de esclarecer os portugueses sobre a doação de órgãos em vida, assegurando que este tipo de doação só ocorre se não representar problemas de saúde para o doador.

“Só é aceite para doar um rim quem é exaustivamente estudado, assegurando que a pessoa pode viver só com um rim. Com esta campanha pretendemos dar às pessoas o acesso a toda a informação rigorosa e credível”, afirma Fernando Macário.

O número de transplantes de órgãos em Portugal está a baixar, tendo diminuído 17% nos primeiros cinco meses deste ano.

De Janeiro a Maio deste ano, comprando com o mesmo período de 2011, registaram-se menos 25% de transplantes renais e uma redução de 7,7% no caso do fígado.

A diminuição de dadores por acidentes de viação e por AVC (acidente vascular cerebral) são algumas das causas apontadas, tal como acontece noutros países.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/20-07-12/transplantes-doacao-de-orgaos-em-vida-deve-aumentar

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Vamos a uma pequena surpresa? hehehehe

Foto: Marco Caseiro e Sandra Campos

A história do Marco será contada aqui no blog ... Muito em breve!
Uma fantástica e uma família cheia de coragem.

Um abraço a todos desde o Hotel de Pacientes del Hospital Juan Canalejo
18.07.2012

terça-feira, 17 de julho de 2012

vídeo de Patxi Irigoyen de Prado trasplantado bipulmonar batiendo recors en la montaña subiendo a los 6000 mts de altitud

VIDEO:   http://www.irilan.com/#Documental

España - Comunicado de prensa: SEPAR apoya al Ministerio de Sanidad en el mantenimiento de la actual Ley Anti Tabaco.

España, julio de 2012.- La Sociedad Española de Neumología y Cirugía Torácica, SEPAR, quiere manifestar su apoyo al Ministerio de Sanidad, Servicios Sociales e Igualdad y a su titular, Ana Mato, en su decisión de no modificar la actual Ley Anti Tabaco, tras la polémica suscitada por el proyecto EuroVegas en España. SEPAR se muestra contraria a flexibilizar la prohibición de fumar en espacios públicos y cerrados, recordando que el tabaquismo es una cuestión de salud pública de primera magnitud. Según SEPAR, el tabaquismo activo causa 53.000 muertes anuales en España y el tabaquismo pasivo más de 3.200 muertes, lo que representa que en España mueren cada día 145 personas como consecuencia del tabaco, siendo el tabaquismo en la primera causa evitable de muerte en nuestro país. Según el Dr. Segismundo Solano, coordinador del área de tabaquismo de SEPAR, “estos datos deberían ser suficientes para demostrar que el tabaco mata y es una responsabilidad de la administración política-sanitaria promover una legislación preventiva y que, además, proteja la salud de los no fumadores frente al aire contaminado por el humo del tabaco”.

Así mismo el Dr. Segismundo Solano, recuerda los datos positivos que se desprenden del desarrollo de la actual legislación desde su entrada en vigor a comienzos de 2011 y que quedan reflejadas en el 3er Estudio sobre Tabaquismo Pasivo realizado por el área de tabaquismo de SEPAR. Según este estudio, la cifra total de fumadores en España ha pasado de ser del 21,2% de la población antes de la aplicación de la primera Ley de 2005 (Ley 28/2005, de 26 de diciembre, de medidas sanitarias frente al tabaquismo y reguladora de la venta, el suministro, el consumo y la publicidad de los productos del tabaco), a un 17,65% con la ley actual. La cifra de fumadores ha aumentado en un 0,50% con respecto al anterior estudio de 2007. “Pero la cifra más relevante” explica el Dr. Solano “se da en el descenso de los fumadores pasivos donde hemos pasado de contar con un 49,5% de no fumadores expuestos al humo del tabaco, a un 21%, una clara demostración de que la legislación sobre el tabaco es positiva”.

“Otro dato que nos gustaría destacar es el grado de aceptación de la ley actual tanto por parte de fumadores, ex fumadores y fumadores pasivos” explica el Dr. Solano. Los datos del estudio revelan que el 65% de fumadores se muestran a favor de la misma, frente al 83% de los ex fumadores y el 93% de los no fumadores. Además al 81% de los no fumadores, al 75% de los exfumadores y al 35% de los fumadores les resulta más cómodo ir a los bares.

“Es por todo estos avances y logros conseguidos a favor de la protección de la salud pública que SEPAR quiere manifestar su rechazo a cualquier cambio de la ley que reintroduzca el hábito de fumar en lugares públicos y cerrados” concluye el coordinador del Área de tabaquismo de SEPAR.

Fonte: http://www.noticiasmedicas.es/medicina/noticias/15812/1/Comunicado-de-prensa-SEPAR-apoya-al-Ministerio-de-Sanidad-en-el-mantenimiento-de-la-actual-Ley-Anti-Tabaco-/Page1.html

Los hospitales necesitarán los próximos días donaciones de A-, B+ y AB-


El Centro de Transfusión de la Comunidad de Madrid ha informado hoy de que en los próximo dos o tres días será necesaria la donación de sangre de los grupos A-, B+ y AB-.
Según un comunicado del Servicio Madrileño de Salud, la donación de sangre del resto de grupos (O+, O-, A+, AB+ y B-) puede hacerse en una próxima colecta.
Las reservas de seguridad de sangre de las que dispone la Comunidad de Madrid se distribuyen por los distintos hospitales de la red y el Centro de Transfusión, que es el encargado de mantenerlas.
 
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Entrevista con el Director de la Organización Nacional de Trasplantes Rafael Matesanz: El orgullo español me ha salido en el campo de los trasplantes

Los trasplantes han llevado a lo más alto la marca España. A lo largo de más de veinte años, hay un nombre en quien recae buena parte del mérito: el doctor Matesanz.

–Un triple récord en donación y trasplante de órganos el pasado mes.
–Treinta y seis en un día: procedentes de 14 donantes fallecidos y 4 vivos. Impensable en otro país porque no tienen la infraestructura humana ni material. Somos líderes, pero porque lo hemos trabajado.
–En junio marcamos otro hito: siete trasplantes de urgencias en 24 horas
–Eso es más impactante, porque son siete personas que, de no haber alcanzado un trasplante en 48 o 72 horas, podrían haber fallecido. Toda la angustia que «limpiamos» ese día recompensa.
– ¿Campañas de concienciación, generosidad o que hacemos las cosas bien?
–Desde luego, hace falta la generosidad de la población, pero nada existiría si no hubiera una estructura de personas muy profesionales que conocen sus obligaciones y trabajan los 365 días del año. Es una especie de franquicia en la que todos, sean de la comunidad que sean, se consideran parte de la ONT.
– Y los inmigrantes donan sus órganos aquí más que en sus países de origen...
–Sí, en mucha mayor proporción. Es responsabilidad de los coordinadores, que saben explicarles el tema, y un orgullo: en ese campo, se sienten integrados.
–¿La reforma sanitaria aprobada hará que España deje de ser la «meca» de los trasplantes para todo el mundo?
–Va a impedir algo muy negativo: el llamado «turismo de trasplantes». Gente que de cualquier país venga para un trasplante. Esta reforma acabará con un problema muy serio.
–¿Los órganos donados en España se quedan en España?
–Se quedan primariamente, por dos motivos: porque un órgano tiene una vida media muy corta –desde que se extrae hasta que se trasplanta–. Tenemos un acuerdo de colaboración con Portugal, el país más cercano. De vez en cuando, órganos sobrantes van a otros países de Europa y viceversa.
–Hay un protocolo para que no se conozcan las familias de donantes y receptores. ¿Sería más terapéutico que se vieran?
–Está establecido por ley, aunque no es que sea tabú total. Pero he asistido a situaciones en las que se han conocido y, aunque en principio puede ser una experiencia positiva, al final da lugar a relaciones viciadas que pueden convertirse en una pesadilla.
–Usted se inventó la ONT. ¿Cómo ha sobrevivido a tantos ministros de Sanidad?
–Doce ministros. Pero Celia Villalobos me destituyó –y por teléfono– y hace tres años sufrí un «ataque» duro: me quitaron plantilla, a mi mano derecha. Pero creo que saben que el sistema funciona, pese a los recortes, se trabaja igual. Eso hace más meritoria la tarea de los que integran la ONT.
–¿Se puede hacer su trabajo sin una ideología?
–Yo tengo mi ideología, pero hay que ser profesional. He sido sincero y honrado toda mi vida. Nunca me han cogido en ningún renuncio y se me ha respetado desde los dos partidos que han gobernado en el Estado y en las comunidades. 
–Su biografía publicada se reduce a: nefrólogo, casado, políglota y dos hijos.
–He intentado mantener mi vida privada alejada de los medios.
–¿Echa de menos ejercer de nefrólogo?
–Evidentemente. Aunque durante un tiempo volví a tener contacto con los enfermos, no es una profesión que se pueda mantener intermitentemente. Como médico ya sería irrecuperable.
–Entró en la facultad con 16, acabó con 22 y terminó la especialidad con 27. Nada como ser hijo de obrero para espabilarse.
–Fui el primero de toda mi familia que sacó un título universitario; mi padre trabajaba en el Metro y mi madre, en una perfumería. Eso pone de manifiesto que veníamos de una situación difícil, y que hay que resaltar ahora, en este clima de desánimo. 
–Esos viajes (de intercambio de carrera) a Europa... ¿Le cambiaron la vida?
–Llegábamos, más que como Alfredo Landa, como vienen ahora los de las pateras. Te miraban como a un bicho raro, hasta que veían que no hablabas tan mal inglés y que incluso sabías de medicina más que ellos. Ahí me salió un orgullo español, que tantas veces me ha salido en el campo de los trasplantes.
–¿Tuitea?
–No. Me parece una pérdida de tiempo importante. Y para una persona con responsabilidad, una imprudencia. 
–Me cuenta lo de la colección de caballos.
–Empecé en los primeros viajes. Me parece uno de los animales más bellos y está presente en todas las culturas. Cada vez que voy a un sitio, compro uno: ámbar, madera. El problema es que se me han ido acumulando en casa, pero es una colección preciosa.
Fonte: http://www.larazon.es/noticia/5742-rafael-matesanz-el-orgullo-espanol-me-ha-salido-en-el-campo-de-los-trasplantes

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Taxas Moderadoras FQ (resposta Ministerio Saude Portugal) à minha carta aberta ao Ministro da Saúde

Exmos Senhores,

Apenas vos posso dizer que estou grata pela vossa resposta. A situaçao dos doentes de FQ deveria ser mais aprofundada uma vez que as possibilidades que estes doentes têm de tratar de burocracias como o pedido de incapacidade superior a 60% por vezes é mesmo nenhuma por estarem sempre internados. Nem sempre têm familiares disponíveis para o fazer e acabam por nunca ter o atestado de incapacidade superior a 60% nem o atestado de incapacidade económica.
Sandra Campos


ultima referência a este tema no blog: http://transplantes-pulmonares.blogspot.pt/2012/06/carta-apfq-e-anfq-assunto-insencoes.html

«Es fácil dar un riñón a quien amas»


«Es fácil dar un riñón a quien amas»
«Un mínimo sacrificio mío ha supuesto la vida para mi pareja. Estoy muy feliz porque dar un órgano es mejor que ver consumirse a la persona que amas». A pesar de que hace solo 48 horas que le ha donado un riñón a su novia Sheila, Alberto Villullas habla con tranquilidad y con la felicidad reflejada en su rostro pero, sobre todo, con el convencimiento de haber hecho lo correcto.
La historia de estos jóvenes comenzó hace cuatro años y es el fiel retrato de lo que significan conceptos como entrega, amor y solidaridad. Ella, con insuficiencia renal crónica desde los tres años, atesora en su currículo la suerte de haber recibido a lo largo de su vida dos trasplantes renales de vivo con los que su existencia dejó de ser un constante ir y venir a los hospitales: el primero, de su madre Marisa, hace 25 años en La Fe de Valencia, y ahora el de su pareja, realizado en el hospital Marqués de Valdecilla. Donar un órgano en vivo es sin duda una decisión trascendente cuando está en juego la vida de un ser querido, pero Alberto ha vivido en primera persona los problemas de salud de su novia desde el comienzo de su relación.
Por esta razón, cuando el riñón donado por Marisa dejó de funcionar y el tiempo comenzó su particular cuenta atrás, no se lo pensó dos veces y decidió ser él quien diera a Sheila una segunda oportunidad para seguir adelante con su vida. «Mi madre me educó en la cultura de la donación. Ella no pudo hacerlo porque murió de cáncer y eso me marcó». Cuando llegó el momento, este joven vallisoletano lo tuvo claro: «Sabía dónde me metía y lo que implicaba, porque en esto no hay medias tintas, no hay vuelta atrás», dice sonriendo.
Marisa Luis es auxiliar de clínica en el hospital de León y ha vivido de forma directa el calvario por el que ha pasado su hija. Ella fue la primera valiente de esta historia llena de entrega que relata con vehemencia. «Es lo mejor que me ha pasado porque he tenido la oportunidad de darle la vida a mi hija dos veces. Se la di cuando nació y de nuevo hace 25 años. Estoy muy orgullosa y creo que soy una privilegiada». Los problemas renales no tienen secretos para Sheila Fernández, una joven leonesa que gracias, ahora, al amor y la solidaridad de su novio podrá liberarse de la diálisis y llevar una vida normal. Las largas jornadas de pruebas y análisis para comprobar la compatibilidad comenzaron el otoño pasado en Valdecilla en una carrera de fondo contra la enfermedad y a favor de la calidad de vida.
Optimismo frente a las limitaciones
A sus 31 años, Sheila conoce de sobra las limitaciones a las que le ha sometido la enfermedad, pero si algo la caracteriza es el optimismo. «El riñón de mi madre me duró 25 años pero, como sucede con las pilas, hay que cambiarlo cada cierto tiempo», dice con una amplia sonrisa.
De su devenir por los hospitales ha aprendido muchas cosas pero quizá la más importante es su fe ciega en los médicos, con los que ?dice? «siempre he tenido mucha suerte». Para este nuevo trasplante pensó entrar en lista de espera para recibir un riñón de cadáver, pero su grupo sanguíneo dificultaba esta opción, por lo que se volvió a pensar en otro donante vivo. En esta segunda ocasión, la intervención se realizó en el hospital Marqués de Valdecilla, donde su madre encontró a un médicos de esos que hacen a uno creer en la profesión, el nefrólogo y coordinador de trasplante de vivo, Juan Carlos Ruiz San Millán. Después de meses de pruebas, la suerte les acompañó en las compatibilidades clínicas, aunque solo la generosidad pudo tejer esta historia llena de amor.
Los juegos del destino hicieron que la intervención se programara para el 3 de julio, el día en que Alberto cumplió 29 años, metido en un quirófano. Sheila se encontraba en otro, a la espera de ese riñón regalado que le permitía soñar de nuevo con un futuro libre de la máquina de diálisis y, aunque los dos estaban cerca, no pudieron verse. La operación de Alberto se realizó mediante laparoscopia y, a las 48 horas, se encontraba muy recuperado y «feliz». «No hay que pensarlo, me encuentro muy bien», explicó satisfecho. La historia de Sheila es la de una vida jalonada de limitaciones y sufrimiento del que saben mucho los alrededor de 5.000 enfermos que en España esperan un órgano para sobrevivir. Donar un riñón en vida es una decisión muy importante, pero Marisa y Alberto lo volverían a hacer por un ser querido.
Fonte: http://www.que.es/ultimas-noticias/sociedad/201207150107-facil-rinon-quien-amas-rc.html

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Portugal - Realizados menos 78 transplantes

Saúde: Quebra de 21% em relação a 2011
Menos dadores, menos órgãos recolhidos e menos transplantes, sobretudo nas regiões Norte e Sul. É este o panorama da transplantação em Portugal, país que em 2009 liderou o sector a nível mundial. De acordo com os últimos dados, de Janeiro a Maio deste ano fizeram-se 294 transplantes, menos 78 que em igual período do ano passado, correspondendo a uma quebra de 21%.

Nos primeiros cinco meses fizeram-se 15 transplantes cardíacos (- 8), 179 renais (- 61), 84 hepáticos (- 7) e 8 pancreáticos (- 4). Melhorias só nos transplantes pulmonares: registaram-se 8 operações, mais duas que no ano passado.
O número de dadores cadáveres também desceu consideravelmente (29%). Em 108 dadores (- 23) recolheram-se 335 órgãos (- 61).
A redução do número de mortes – há menos acidentes de viação e menos AVC – e a falta de sensibilização das famílias são apontadas como as principais causas para a redução dos transplantes. Segundo Fernando Macário, presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação, o que falta no nosso país é uma "estratégia para que não se percam potenciais dadores, como por exemplo, quando é decretada uma paragem cardíaca". Nesses casos, diz, "a lei não permite desencadear o processo para que se faça a colheita dos órgãos".
Depois de recolhidos os órgãos, o transplante não pode esperar. Um coração ou um pulmão, por exemplo, têm entre quatro a seis horas de ‘vida’; um fígado aguenta 12 horas e um rim espera 24 horas.

TRÊS CORAÇÕES PARA ESPANHA
Segundo a Autoridade para os Serviços de Sangue e da Transplantação, nos primeiros cinco meses do ano Espanha fez nove transplantes com órgãos de Portugal. Foram enviados três corações, três pulmões e três fígados. Apenas um dos receptores era português. Este doente po-de ser uma das crianças que foram operadas no país vizinho quando o Serviço de Transplantes Hepáticos Pediátricos deCoimbra esteve fechado. 

terça-feira, 10 de julho de 2012

[Documental] Olaia



Enviado por Albert Martorell (AVTP)
"Articulo publicado en facebook AVTP y mira el vídeo que también esta en el facebook es interesante:
"Este no es un documental sobre la Fibrosis Quística, ni sobre los trasplantes bipulmonares, si no sobre una persona que vive, que siente, que lucha, que sigue adelante y que, además, tiene Fibrosis Quística y fue trasplantada de ambos pulmones"


Documental realizado por Diana P. Gómez y Christinne Ambrus.


Muchas gracias Olaia, por darnos esta oportunidad, este documental no habría sido posible sin tu ayuda y tu entusiasmo."

quinta-feira, 5 de julho de 2012

AVTP - Valencia - Día del Trasplantado (28 Junio 2012)

AVTP - Valencia - Día del Trasplantado (28 Junio 2012) - Fotos de Valentin  
Días Mágicos!
Muchas gracias a todos, os echaré de menos a todos!

De todos vosotros yo soy la única trasplantada bi pulmonar después de Dr. Borro dejar su magnifico trabajo como cirujano torácico y empezarlo todo una vez más en La Coruña.
El “Padre” de los trasplantes pulmonares – Dr. Borro – fue una figura siempre amable, presente y acariñado por todos los trasplantados de Valencia.

Un abrazo muy fuerte,
Sandra Campos



Fragmento del articulo del periodico Levante EMV día 30 de junio.
AVTP - Valencia - Día del Trasplantado (28 Junio 2012) - Fotos de Valentin 

AVTP - Valencia - Día del Trasplantado (28 Junio 2012) - Fotos de Valentin 

AVTP - Valencia - Día del Trasplantado (28 Junio 2012) - Fotos de Valentin 
AVTP - Valencia - Día del Trasplantado (28 Junio 2012) - Fotos de Valentin 

AVTP - Valencia - Día del Trasplantado (28 Junio 2012) - Fotos de Valentin 

AVTP - Valencia - Día del Trasplantado (28 Junio 2012) - Fotos de Valentin 
La conferencia estuvo precedida por un recital de poemas dedicados a los que sufren y padecen terribles enfermedades, como el titulado Quiero donar mis órganos, a cargo de Antonia Navarrete Lebrato. Para finalizar, retiradas las mesas y liberado el escenario de obstáculos, se celebró un Encuentro de tango, con la profesora Salomé Rey y organizado por la Asociación Amigos del Tango.
AVTP - Valencia - Día del Trasplantado (28 Junio 2012) - Fotos de Valentin 
Rindió homenaje a dos sanitarios del Hospital La Fe en el Club Diario Levante. La AVTP, presidida por Amparo Rodrigo, reconoció la profesionalidad y calidad humana de dos referentes de La Fe: la fisioterapeuta Isabel Vila Bou, "que nos ha enseñado a respirar a todos los trasplantados", señaló Rodrigo, y al especialista en farmacia hospitalaria Eduardo San Martín quien, durante trece años, "procuró bienestar a los paciente trasplantados".

El acto estuvo presidido por el director general de Evaluación, Calidad y Atención al Paciente de la Generalitat Valenciana, Ignacio Ferrer Cervera. Con más de once años al frente de esta área de la Conselleria de Sanitat, agradeció "a los pacientes, a los voluntarios, a los familiares y a las asociaciones de trasplantados por su labor silenciosa, pero indispensable". Asimismo, destacó que "Valencia cuenta con los mejores profesionales y lo que necesitamos son más donantes". El Dr. Luis Compte Torrero, neumólogo responsable de Pruebas Funcionales Respiratorias en el Hospital La Fe fue el encargado de pronunciar una conferencia



AVTP - Valencia - Día del Trasplantado (28 Junio 2012) - Fotos de Valentin


Contactos:
Amparo Rodrigo Muñoz
Presidenta de la AVTP


Asociación Valenciana de Trasplantes de Pulmón
C/ Isla Cabrera, 6 - 3º -12ª. 46026 Valencia
657 106 881 - presidenta.avtp@gmail.com
facebook asociación valenciana de trasplantes de pulmónLa DONACIÓN es un acto solidario, generoso y totalmente voluntario.
Soy trasplantada cardiopulmonar gracias a personas como TÚ.
¡HAZTE DONANTE!



Gracias a todos por me enviaren las fotos y la información necesaria.
Sandra Campos

Ajudando a divulgar ... Exposição de Fotografia & Concerto Jigsaw | 19 Julho | Casino da Figueira da Foz

 

“Retrato de mim” é um Projecto Fotográfico que tem como objectivo último a sensibilização do público no que respeita à incidência do cancro da mama.

O Projecto “Retrato de Mim”, nasceu em 2011, quando a Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama (APAMCM), a Associação Promotora de Emprego de Deficientes Visuais (APVD) e o Movimento de Expressão Fotográfica (MEF) se juntaram para dar forma à ideia de usar a Fotografia como forma de expressão de vivências da doença nas suas várias fases.

Foi então lançado o desafio às pessoas com patologia mamária de criarem uma obra fotográfica que fosse portadora da sua experiência pessoal objectiva e/ou subjectiva sendo que as mensagens subjacentes giram em torno das ideias:

·        O Cancro não é uma fatalidade, é uma situação a fazer face (Desmistificar)
·        Cada pessoa mobiliza os recursos de que dispõe para lidar com a doença (Enfrentar)

São essas fotografias que agora são dadas a conhecer na Mostra Fotográfica patente ao público no Casino da Figueira da foz, entre os dias 19 e 22 de Julho de 2012.
A Exposição culmina com um Concerto Solidário dos “a Jigsaw”, no mesmo dia 19 Julho pelas 23h00 na sala de espectáculos do Casino da Figueira,  cujo a entrada no valor de 10 € reverte para a continuidade deste Projecto Fotográfico.


Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama
IPSS Com Fins de Saúde N.º 08/09 | Instituição de Utilidade Pública |  Contribuinte nº 504337823 | Registada na ERS com o n.º E114871 
Tel  21 7568911 | TM  93 4003230 | Fax. 217568910
Largo Dr. Bernardino António Gomes (Pai), N.º 177 E, Campo de Santa Clara, 1100-209 Lisboa| www.apamcm.org

discussão da petição nº 42/XII “ Petição Criar e Aprovar o Estatuto do Doente Crónico, tal como a Tabela Nacional de Incapacidade e Funcionalidades da Saúde. Convite da TEM


Petiçao
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segunda-feira, 2 de julho de 2012

WEB - Asociación Valenciana de Trasplantes de Pulmón (AVTP)

Fonte:  http://www.avtp.org/enlaces


En la web de AVTP esta todo el contenido enlace: http://www.avtp.org/enlaces
La foto esta Isabel y Amparo.
Texto y enlace videos:
PROGRAMA DE FISIOTERAPIA EN EL TRASPLANTE PULMONAR
Tratamiento fisioterápico preoperatorio, postoperatorio inmediato, en planta, ambulatoria y conclusión.
Autores: Isabel Vila Bou, Isabel Hurtado Moreno, Manuel Valls Barberá, José Antonio Casabella Camba.
ETIQUETAS: Fisioterapia, trasplante pulmonar, trasplante bipulmonar, trasplante pulmón
Realizado en 1996
PROGRAMA DE FISOTERAPIA EN BRONQUIECTASIAS
Definición, etiopatogenia, clínica, diagnóstico y tratamiento.
Autores: Isabel Vila Bou, Isabel Hurtado Moreno, Manuel Valls Barberá, José Antonio Casabella Camba.
ETIQUETAS: Bronquiectasias, fisioterapia, fisioterapia en bronquiectasias.
Realizado en 1996
AEROSOLTERAPIA EN FISIOTERAPIA RESPIRATORIA
Dirigido a aquellas personas que tienen que someterse a tratamiento de inhalación.
AEROSOLTERAPIA:
Es un conjunto de particulas liquidas o sólidas dispersadas y transportadas en suspensión por un gas.
OBJETIVOS:
1º La humidificación.
2º La deposición de productos farmacológicos en el tracto respiratorio. Permitiendo mejorar la inflamación, el broncosespasmo y facilitar la eliminación de secreciones broquiales.
AUTORES:
Profra Isabel Vila Bou
Prof Antonio Pascual Leiva
Trabajo premiado en el XI Congreso Nacional de Fisioterapia
(Toledo Mayo 1997) como mejor comunicación en video.
TRASPLANTE PULMONAR Y FISIOTERAPIA EN EL HOSPITAL UNIVERSITARIO LA FE VALENCIA
Pretende desmitificar el dramatismo entre familiares y paciente del trasplante pulmonar.
Trasplante pulmonar.
Fisioterapia.
Seguimiento del paciente trasplantado.
AUTORES:
Prof. Antonio Pascual Leiva
Profra Isabel Vila Bou
Realizado el trasplante pulmonar en el Hospital Universitario La Fe Valencia (España) 1995

Portugal - Exposição sobre perda de isenção de taxa moderadora doente com fibrose quística




ASSUNTOS RELACIONADOS: http://transplantes-pulmonares.blogspot.pt/2012/06/carta-apfq-e-anfq-assunto-insencoes.html
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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

La Corunha - Hospital Juan Canalejo

La Corunha - Hospital Juan Canalejo
Hotel de Pacientes - Vários Portugueses salvos por um Transplante Pulmonar

Uma vida é pouco para mim

Uma vida é pouco para mim
O meu lema de vida - Dia do meu Transplante Pulmonar