sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Portugal Utentes consideram parecer do Conselho Nacional de Ética “insólito”

28/09/2012 - 07:47
NA continuaçao da noticia http://transplantes-pulmonares.blogspot.pt/2012/09/portugal-transplantes-conselho-de-etica.html
O Movimento de Utentes dos Serviços de Saúde considerou esta quinta-feira uma "clara atitude de desumanidade" o parecer "insólito" do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida, sugerindo que a instituição mude o nome para "Ciências da Morte". Avança a agência Lusa.

O Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (CNECV) considera, num parecer tornado público esta quinta-feira, que existe fundamento ético para que o Serviço Nacional de Saúde promova medidas para conter custos com medicamentos, tentando assegurar uma "justa e equilibrada distribuição dos recursos".

Em comunicado enviado às redacções, o Movimento de Utentes dos Serviços de Saúde (MUSS) considera que, "numa altura em que a investigação, num esforço a todos os títulos notável, procura todos os dias novos medicamentos para as patologias referidas, vem agora o CNECV dar conhecimento do seu insólito parecer, o qual, para além de distinguir portugueses de primeira e de segunda, constitui uma clara atitude de desumanidade".

"Sobre o parecer do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (CNECV), hoje tornado público, parece-nos que a sigla desta instituição deveria mudar para Ciências da Morte, ao recomendar o racionamento do acesso a tratamentos mais caros para utentes com cancro, sida e doenças reumáticas", sugere.

O MUSS "reprova veementemente" o parecer do CNECV "pois não é a nivelar por baixo (mais barato) que se beneficia o utente".

"Uma gestão criteriosa do SNS vem sendo reclamada há muito tempo pelo MUSS, na consciência plena da existência de desperdícios e falta de investimento na área. No entanto, colocar em causa o legítimo acesso dos utentes aos cuidados médicos, por muito onerosos que sejam, não pode ser admissível, até porque também colocaria em causa a prática deontológica dos profissionais médicos", enfatiza.

A notícia do parecer foi esta quinta-feira de manhã avançada pela Antena 1, que adiantava que o conselho defendia que o Ministério da Saúde "pode e deve racionar" o acesso a tratamentos mais caros para pessoas com cancro, sida e doenças reumáticas.

No parecer, os conselheiros indicam que "há uma dimensão ética no racionamento dos cuidados de saúde" e que, quando esse racionamento exista, deve ser tornado transparente aos cidadãos e profissionais de saúde.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/politica-de-saude/28-09-12/utentes-consideram-parecer-do-conselho-nacional-de-etica-inso

Portugal Transplantes: Conselho de Ética quer reforçar restrições com menores ou maiores incapazes


O Conselho de Ética defende o reforço das restrições para a dádiva ou colheita de órgãos em menores ou maiores incapazes, previstas na proposta de lei esta quinta-feira aprovada pelo Governo sobre órgãos para transplantação, avança a agência Lusa.

“Torna-se fundamental sopesar a necessidade terapêutica da transplantação com a salvaguarda dos melhores interesses destas pessoas, mais vulneráveis”, defende o Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (CNECV), num parecer sobre a proposta de lei.

Para o CNECV, as especiais restrições de admissibilidade da dádiva ou colheita em menores ou outros incapazes devem ser reforçadas na proposta em análise, dado que condicionam a sua elegibilidade como dadores.

O conselho de ética sublinha ainda a necessidade acrescida da concordância dos menores com capacidade de entendimento e de manifestação da sua vontade.

O CNECV recomendou ainda, neste seu parecer aprovado a 21 de Setembro, uma regulamentação detalhada relativa ao registo e salvaguarda da confidencialidade de identificação dos dadores e receptores de órgãos.

Esta regulamentação deve clarificar as permissões e os graus de acesso aos dados pelos diferentes profissionais e entidades envolvidos, bem como definir os mecanismos concretos de garantia da segurança dos dados.

“Entende o CNECV ser necessário clarificar as permissões e os graus de acesso aos dados pelos diferentes profissionais envolvidos, bem como definir os mecanismos concretos de garantia de segurança dos mesmos dados”, lê-se no parecer.

A proposta de lei a que se refere este parecer foi aprovado esta quinta-feira em Conselho de Ministros e transpõe uma directiva comunitária.

Este diploma estabelece ainda um regime de sanções aplicável em caso de infracção.

CONTINUAÇAO EM: http://transplantes-pulmonares.blogspot.pt/2012/09/portugal-transplantes-conselho-de-etica.html

Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/politica-de-saude/28-09-12/transplantes-conselho-de-etica-quer-reforcar-restricoes-com-m

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Como fica a cicatriz no peito da mulher após o transplante pulmonar?

Esquecendo a minha falta de jeito para fazer ilustrações, pretendo exemplificar como fica a cicatriz no peito de uma mulher ao ser feito o transplante pulmonar.
Esta pergunta já me foi feita milhares de vezes e percebo também que o medo de uma cicatriz “estragar” a beleza de um peito feminino é perfeitamente normal.
No entanto, posso dizer-vos que hoje em dia o cuidado estético que há por parte dos médicos na realização do corte é enorme pelo que a cicatriz ao final de alguns meses fica quase “invisível” de tao fininha que acaba por ficar.
Como é feita o corte e como fica a cicatriz?
 - O corte é feito de uma axila à outra mas aproveitando  a linha do peito (ver a linha vermelha na ilustração) pelo que com o passar do tempo acaba por ficar praticamente invisível.
Cuidados a ter com a costura?
 - É absolutamente necessário vigiar a costura enquanto os pontos não tiverem sido totalmente retirados e ser limpa diariamente com betadine. No entanto enquanto se está no hospital estes cuidados são feitos pelas próprias enfermeiras. Apenas deves estar atenta e aprender.
 - Quando os pontos são retirados gradualmente por ordem do médico, a limpeza da zona do corte/ costura deve continuar a ser vigiada e limpa tendo em conta os cuidados anteriores.
 - Qualquer sensação de vermelhidão, comichão ou outras devem ser de imediato comunicadas aos médicos responsáveis pelo transplante.
 - Ao principio a cicatriz vai parecer “dura” ao toque mas vai ser uma sensação que vai passando com o tempo.
 - Para ajudar a cicatrização e que realmente a pele na zona da cicatriz volte a ter um tom/ cor e aspecto normal é necessário paciência e dedicação: todas as noites deve ser massajada a zona da cicatriz com um creme (indicado pelos médicos) que ajudam ao processo de cicatrização e também que a pele volte a ficar “lisa”.
Posso garantir-vos que não se vê a cicatriz e que se pode ir à praia de biquíni sem qualquer problema e quando te vês ao espelho nem te lembras que a cicatriz está lá de tao fininha que fica.
E lembrem-se sempre que o mais importante é que o Transplante Pulmonar é a única salvação possível em fases terminais da Fibrose Quistica e de outras doenças obstrutivas crónicas conhecidas por DPOC ou em espanhol por EPOC.
Um abraço a todos,
Sandra Campos

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Liz accedió a un corazón luego de dos meses de angustiosa espera

Liz Ávalos Sosa ahora ya tiene un nuevo corazón. Ayer, el Dr. Marcos Melgarejo y su equipo médico procedieron al trasplante del órgano vital a la niña de siete años. / ABC Color
Liz Ávalos Sosa, de 7 años, luego de casi dos meses de espera de un donante compatible, por fin la madrugada de ayer pudo ser trasplantada del corazón. La niña se encontraba internada en la unidad de terapia intensiva del Hospital Pediátrico “Acosta Ñu” por una cardiopatía dilatada, en estado terminal.
Dr. Marcos Melgarejo, jefe de Cirugía Cardíaca del Hospital General Pediátrico “Acosta Ñu”. / ABC Color

SAN LORENZO (Antonia Delvalle C. corresponsal).El jefe de Cirugía Cardíaca del Hospital General Pediátrico “Acosta Ñu” –donde se realizó el trasplante–, Dr. Marcos Melgarejo, señaló que afortunadamente apareció a tiempo un donante compatible de corazón, porque la salud de la niña proveniente de Villarrica cada vez más iba en desmejoría. La pequeña está al cuidado de su abuela, Rufina Sosa, quien la crió a ella y a su hermano de 10 años, vendiendo plantas medicinales para tereré.
Melgarejo señaló que cerca de las 22:00, desde el Instituto Nacional de Ablación y Trasplantes (INAT) comunicaron que había un donante y fueron a verificar si tenía el mismo grupo sanguíneo (A+) y peso compatible.
Tras constatarse esos detalles claves, procedieron en el Centro de Emergencias Médicas a la ablación y posteriormente se concentraron en el Pediátrico para la cirugía en horas de la madrugada.
Dijo que el trasplante duró aproximadamente seis horas; una vez terminado, Liz fue ingresada a terapia intensiva donde se halla estable, en buenas condiciones y con evolución favorable tras las primeras horas, dijo el médico.
Agregó que existe una etapa de riesgo vital de la paciente, que por lo general es de cinco a siete días, porque es un procedimiento muy complejo y en diferentes etapas puede llegar a presentar complicaciones, pero aseguró que están atentos para poder resolver cualquier dificultad.
Melgarejo comentó que se trata del primer trasplante de corazón en niños, en la red de servicios del Ministerio de Salud. Un mes atrás hubo otra criatura con igual patología que no resistió la espera y falleció sin poder recibir un nuevo corazón, a falta de donante compatible, ya que desde hace aproximadamente un año el hospital está equipado en cuanto a infraestructura y médicos de primer nivel para este tipo de intervenciones.
Patología
El corazón de Liz padecía de una cardiopatía dilatada en etapa terminal, por lo que hace dos meses fue ingresada a terapia intensiva donde le suministraban medicamentos endovenosos para evitar su descompensación, explicó Melgarejo. “Durante este período, en varias oportunidades se ha puesto muy grave en espera de una donante compatible”, resaltó.
Inicialmente, la niña padeció –según el especialista– una cardiopatía congénita denominada anomalía de Ebstein, que se caracteriza básicamente por el mal desarrollo de una válvula del corazón, que puede ser corregida sin necesidad de trasplante.
Sin embargo, sobre esa enfermedad congénita se ha instalado una miocarditis; es decir, una infección viral que hizo que el órgano tuviera una sobredilatación y fuera perdiendo fuerza.
La niña fue sometida a varios tratamientos que no dieron resultado, y su única salvación es el trasplante exitoso de corazón. La infección que afectó el corazón de Liz fue de la vía respiratoria, y el virus identificado es un adenovirus que comenzó como una simple gripe, pero que fue afectando otros órganos, entre ellos el trasplantado, que quedó seriamente dañado.
El equipo
El equipo que siguió de cerca y trabajó en el trasplante estuvo integrado por unos 50 profesionales.
Pero los que realizaron propiamente el procedimiento fueron los doctores Marcos Melgarejo, jefe de Cirugía Cardíaca; Hugo Recalde, Felipe González Ávila, anestesiólogo; y la Dra Nancy Garay, cardióloga pediatra.
Asimismo, el Lic. Ulises Bernal es el técnico perfunsionista, además del personal de enfermería, y médicos residentes que colaboraron.
El citado médico explicó que en algunos casos, una gripe mal curada puede ocasionar afecciones cardiacas. Pero una vez que se instala la afección cardíaca, ya los problemas que pueda traer al corazón solo se pueden mejorar con el tratamiento, aunque el pronóstico no siempre es seguro, debido a la delicadeza del órgano.
Tras una simple gripe
El jefe de cirugía cardíaca, Dr. Marcos Melgarejo, advirtió que niños previamente sanos que desarrollan las gripes mal curadas pueden llegar a tener una infección cardíaca, así como cardiopatía dilatada. Una de las formas de evitar complicaciones innecesarias son las vacunas antigripales, que previenen un cierto porcentaje de la gran variedad de agentes que producen las enfermedades respiratorias.


Fonte: http://www.abc.com.py/edicion-impresa/locales/liz-accedio-a-un-corazon-luego-de-dos-meses-de-angustiosa-espera-453307.html

Promueven trasplantes renales mediante obra de Teatro



-En la Casa de la Cultura
Ritz, Diego y Marbel, escenifican la historia de tres jóvenes amigos que enfrentan la enfermedad renal, uno de ellos como paciente.
“A partir de ahí empecé a sentirme peor, heredé la enfermedad y por no cuidarme ahora estoy peor a los 18 años ya no me sirve el radiador, digo, los riñones”, dice uno de las líneas de la historia.
Uno de los actores, personifica la hija de un enfermo renal.
“A mí me dar vergüenza decirlo, nunca tengo dinero he pensado seriamente dejar la prepa y buscar un trabajo veo como andan pidiendo dinero prestado, estoy harta, se supone que la donación es solución pero no hay donadores”, expresa una joven.
Cabe mencionar que el tercer actor, recrea a un donador.
La obra de teatro fue presentada en la Casa de la Cultura y busca informar a los jóvenes sobre la enfermedad renal y sus consecuencias
Rit Sahid Rivas, actor, comentó:
“Después cuando investigamos la enfermedad en sus diferentes etapas el problema social que hay sobre el tema se me hizo como que es una oportunidad para que el teatro sirva de una forma social”.
Por su parte, Diego Torres, actor, agregó:
“Antes no tenía conciencia de la donación de órganos al momento de que nos invitaron estuvimos en contacto con personas que tenían la enfermedad me hizo comprometerme en realidad con este proyecto”.
Marbel Génesis Gallegos, del Taller Libre de Teatro, expresó:
“Ha cambiando hasta mi forma de ver la vida hasta mis hábitos alimenticios es una lección...por algo estoy aquí, estamos creo que es una misión no existen las casualidades pararte en un escenario y sensibilizar a la gente es un acto de humanidad”.
El presidente de Asociación de Trasplantados y Enfermos Renales (Tiromet), Alejandro Vizcarra, manifestó:
“Como ya hemos comentado en otras ocasiones estamos muy bajos en donaciones esta es una manera en que Tiromet participa en esta cultura de donación”.
Pero más allá de una obra de teatro, la realidad es que José Lorenzo sufre enfermedad renal desde hace tiempo, está en protocolo para trasplante, pero le falta asegurar que tendrá para los medicamentos que deberá tomar después.
José Lorenzo Hernández López, paciente renal, externó.
“Desafortunadamente mi madre y yo somos de escasos recursos, lo poco que ella gana es para acudir al doctor, comer yo y ella necesito dinero para medicamento para diálisis…
¿Cuánto cuesta el medicamento para evitar el rechazo?
De seis mil a 8 mil pesos mensuales”, respondió.
Por último, Tiromet y organizaciones de salud se comprometieron a apoyar a José Lorenzo.

Dia Mundia do Coraçao Angelini Farmacêutica alerta para a importância de controlar o consumo de sal


21/09/2012 - 08:03

Neste Dia Mundial do Coração, comemorado a 29 de Setembro, a Angelini Farmacêutica e Bonsalt® alertam para a importância de controlar o consumo de sal, que atingiu em Portugal as 12g por dia, quando a recomendação da Organização Mundial de Saúde é de 5g, avança a companhia, em comunicado de imprensa.

Nesta altura do ano, em que muitas atenções se concentram neste assunto, a Angelini Farmacêutica e Bonsalt® realçam que este é um dos cuidados diários a ter na prevenção de doenças cardiovasculares. É conhecida a relação entre o consumo excessivo de sal e a hipertensão arterial, principal factor de risco das doenças cardiovasculares.

Porque é que o sal é inimigo do coração?

Quando consumido em excesso, o sal convencional, composto por cloreto de sódio, pode tornar-se num inimigo do coração. O sódio é um elemento químico essencial para o equilíbrio de líquidos no organismo, pois controla a hidratação das células. Sempre que há um aumento da quantidade de sódio no corpo, esse equilíbrio de líquidos é posto em risco, o que pode levar a uma situação de hipertensão arterial, que se traduz no aumento anormal da pressão arterial. Por pressão arterial entende-se a pressão exercida pelo sangue sobre os vasos sanguíneos. Considera-se normal uma tensão menor que 130/85 mmHg. Chega-se a uma situação de hipertensão arterial quando os valores são superiores a 130/85 mmHg. A hipertensão é um dos principais factores que contribui para os acidentes cardio-vasculares (AVC) e enfarte do miocárdio.

Substituto do sal com 0% de sódio

A Angelini Farmacêutica apresentou o Bonsalt® como alternativa para uma alimentação com menos sal, para um coração com mais saúde. Feito à base de cloreto de potássio, ao contrário do sal comum, que tem como base o cloreto de sódio, Bonsalt® é um produto sem os malefícios conhecidos do sal, que salga e garante todo o sabor dos alimentos.

Desenvolvido a pensar em pessoas que sofrem de hipertensão e todos os que necessitam de ter uma alimentação com restrições de sódio, Bonsalt® é recomendado para crianças, jovens e adultos em geral, posicionando-se como uma opção benéfica que promove o bem-estar e garante todo o sabor dos alimentos. Bonsalt® tem 0% de sódio e é distribuído em exclusivo na rede de farmácias e parafarmácias nacionais.

A Angelini Farmacêutica e Bonsalt® realçam a importância que todas as pessoas devem dar ao conhecimento e acompanhamento dos factores de risco das doenças cardiovasculares, por ocasião da comemoração do Dia Mundial do Coração, a 29 de Setembro.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/industria-farmaceutica/21-09-12/angelini-farmaceutica-alerta-para-importancia-de-control

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Amoroso gesto fraternal Hombre dona riñón a hermano enfermo y le salva la vida

VIDEO EM  http://www.elnuevodia.com/amorosogestofraternal-1347645.html 



 (JOSE.MADERA@GFRMEDIA.COM)
Por Gloria Ruiz Kuilan / gruiz@elnuevodia.com
Son tres varones a quienes -desde la infancia- se les enseñó el verdadero significado de la hermandad: procurar y velar por el bienestar del otro.
Esa filosofía los guía desde que tienen uso de razón y fue precisamente lo que provocó que los tres hermanos buscaran ayudarse cuando uno de ellos requirió de un trasplante de riñón.
Al final fueron Axel y Malvin Varela Negrón quienes se convirtieron en receptor y donante -respectivamente- de la cirugía que finalmente se llevó a cabo la semana pasada.
Al nacer, Axel, ahora con 36 años, padeció de una infección urinaria que eventualmente le causaría deterioro en el funcionamiento de sus riñones, según le advirtieron los médicos.
Por su afección, fue operado en 14 ocasiones. En abril de 2010, los médicos le indicaron que era tiempo de comenzar con la diálisis y, de manera paralela -cuenta el hombre-, comenzaron a prepararse para un trasplante de riñón.
“Mi mamá y mi hermano mayor se hicieron las pruebas, pero no resultaron compatibles. Fue mi hermano menor (Malvin) el que resultó compatible”, destacó Axel, quien aún se encuentra internado en el Hospital Auxilio Mutuo bajo los mimos continuos de su esposa Nancy.
Axel contó que nunca le comunicó a ninguno de sus hermanos que quería que le donaran el órgano. Al contrario, estaba reacio a recibir un riñón de su familia porque pensaba que la cirugía iba a ser peor y le preocupaba que a alguno de ellos le pasara algo.
Pero reconoció que no hubo vuelta atrás porque Malvin siempre decía que “él iba a ser (el donante)”.
Recordó que, de niños, los tres varones siempre fueron bien unidos. “No de esos hermanos que se llaman y se cuentan todo, pero siempre nos ayudamos”.
“Desde que él vino siempre dijo que iba a ser (el donante). Le había comentado a mi esposa: 'yo no estoy de acuerdo conque lo haga. Yo voy hablar con él. Finalmente nunca hablé con él. Nadie me convenció como tal. Yo como que lo acepté”, relató.
A Axel le preocupaba que su hermano se quedara con un solo riñón, a pesar de que este era “bien saludable”, y que durante la operación surgiera alguna complicación que requiriera que se practicara una transfusión de sangre, ya que Malvin es testigo de Jehová.
Que el donante se afectara económicamente tras la cirugía también consternaba a Axel, ya que, tras donarle un riñón, su hermano no podría trabajar por un tiempo.
El proceso de donar
Sin embargo, durante el período preoperatorio, Malvin nunca mostró nerviosismo sobre lo que representaba para él la donación, más bien estaba preocupado por su hermano.
A solo horas de la operación, se apareció en el cuarto de Axel para estar seguro de que todo estaba bien.
“Quería verlo saludable y con una vida más normal. ¡Como uno lo ha visto toda la vida enfermo!”, dijo el padre de dos niños a una semana de haberse sometido a la cirugía.
“Me siento normal, bien. Uno hace algo así y nos une más como familia. Pero no creo que cambie drásticamente (la relación), porque siempre estamos ahí para ayudarnos”, destacó Malvin de 32 años.
El cirujano y director del Programa de Trasplante Renal del Hospital Auxilio Mutuo, Eduardo Santiago Delpín, dijo que ambos jóvenes están en perfecto estado de salud. El programa ya lleva 1,800 trasplantes de riñón, aproximadamente 700 gracias a donantes vivos. Un 98% de los trasplantados están vivos al cabo de un año y 95% de los riñones trasplantados están funcionando.
Malvin fue dado de alta el sábado pasado y Axel no ha dado ningún indicio de rechazo al órgano.
Santiago destacó que el trasplante duró casi tres horas y colaboraron los cirujanos Zulma González y Luis Morales Otero. Tras la intervención quirúrgica, ambos hermanos pueden seguir su vida con normalidad.
Axel deberá tomar inmunosupresores de por vida para evitar el rechazo al riñón. Malvin debe evitar levantar objetos pesados al menos por un mes. Luego puede seguir con su trabajo de ebanista, dijo el galeno.
Axel aún no sabe hacia dónde orientará su vida profesional tras trabajar en una farmacéutica.
Ambos hermanos señalan que no se ven de la misma forma tras el trasplante.
“Imposible. Estamos mucho más compenetrados. No es lo mismo saber que te va a donar y despertarme con ese riñón. Yo sabía que me lo iba a dar él, pero lo veía a él y lo veía tan tranquilo”, dijo Axel.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Presenta Facebook herramienta para potenciar donación de órganos en México

Foto: tomada de facebook.com/vivirescompartir
DURANTE LA PRESENTACIÓN DE “HÉROES POR LA VIDA”, MARGARITA ZAVALA FUE LA ENCARGADA DE DAR EL PRIMER CLICK A LA APLICACIÓN PARA ACTIVAR EL ESTATUS DE DONACIÓN DE ÓRGANOS.
Durante la presentación de “Héroes por la vida”, Margarita Zavala fue la encargada de dar el primer click a la aplicación para activar el estatus de donación de órganos.
Foto: tomada de facebook.com/vivirescompartir
DURANTE LA PRESENTACIÓN DE “HÉROES POR LA VIDA”, MARGARITA ZAVALA FUE LA ENCARGADA DE DAR EL PRIMER CLICK A LA APLICACIÓN PARA ACTIVAR EL ESTATUS DE DONACIÓN DE ÓRGANOS
Ciudad de México • El Instituto Carlos Slim, ALE y Facebook presentaron una nueva herramienta para esta red social, la cual permitirá que más de 37 millones de usuarios activen su estatus como donadores de órganos.
Margarita Zavala fue quien se encargó de dar el click de la aplicación, quien además agradeció a los asistentes y a la fundación ALE.
"A la vida hay que darle un sentido y es a través de los otros. No hay mejor forma de trascender que con la donación de órganos. Con esto, México gana en la cultura de la vida", dijo la primera dama.
La aplicación permitirá al usuario modificar en la línea del tiempo su estatus a favor de la donación de órganos, el cual podrá compartir con sus amigos y familiares en la red social.
Según Socialbakers, consultora en redes sociales, esta campaña en Facebook llegará a los 37.5 millones de usuarios en México.
El Centro Nacional de Transplantes informó que en lo que va del 2012 se han realizado 3 mil 635 transplantes de órganos, sin embargo existen 16 mil 500 pacientes en espera. El 80 por ciento perderán la vida antes de ser operados.
En la presentación de la campaña "Héroes por la vida" estuvieron presentes Sarah Feinber, Gerente Global de Políticas Públicas y Comunicación de Facebook, Alexandre Hojagen, vicepresidente de Facebook Latinoamérica, Jorge Ruíz, director general de Facebook México.
Por otro lado asistieron Marco Antonio Slim, Presidente del Consejo Directivo del Instituto Carlos Slim de la Salud, Arturo Elías Ayub, Director de Alianzas Estratégicas de Telmex y Adriana Castro de Alverde, Presidenta fundadora de Asociación Ale.

Once noticias- Realizan trasplantes de útero en Suecia

NO PRODUCEN RECHAZO EN EL RECEPTOR El fin de los trasplantes: llegan los órganos a medida

Con esta técnica las células madre se obtienen del cuerpo del paciente, no de embriones. (Corbis)

La investigación con células madre no deja de arrojar resultados sorprendentes. Quince meses después de que un grupo de cirujanos suecos, dirigidos por Paolo Macchiarini, exdirector del Hospital Clinic de Barcelona, consiguiese realizar con éxito el primer trasplante de un órgano sintético -concretamente una tráquea-, la‘clonación’ de partes del cuerpo más complejas para implantar, como riñones, hígados o corazones, comienza a ser una realidad.
Estos avances están llamados a revolucionar el mundo de la medicina porque, como explica el propio Macchiarini, se trata de “aprovechar los mecanismos de regeneración de las células madre para que produzcan por su cuenta los órganos dañados”. Las investigaciones todavía se encuentran en fase experimental y, aunque todavía queda un largo camino por recorrer, el optimismo de la comunidad científica es unánime.
El primer paciente al que se le implantó una tráquea bioartificial, Andemariam Teklesenbet Beyene, ya ha vuelto a hacer vida normal, sale a correr con frecuencia e incluso ha tenido un hijo, a pesar de que estaba terminal y sus médicos le dieron una esperanza de vida de escasas semanas. Durante este año y tres meses Macchiarini ha realizado tres operaciones similares cuyos “los implantes están funcionando bien”, añade el cirujano torácico. La lista de pacientes en espera es cada vez más larga.
Beyene ni siquiera ha tenido que medicarse para evitar el rechazo del nuevo órgano, puesto que contiene sus propias células. “Después de 27 años de trabajo y dudas, ahora puedo confirmar que el implante de órganos bioartificiales ya es posible”, afirma Joseph Vacanti, director del Laboratorio de Ingeniería de Tejidos y Fabricación de Órganos en el hospital de Massachusetts y uno de los pioneros en este campo de estudio. Lo que hace escasos años no era más que materia de ciencia-ficción, ahora se ha convertido en una realidad sobre la que trabajan los laboratorios más punteros de todo el mundo.
  
Ventajas e inconvenientes

Las ventajas de la medicina regenerativa para los trasplantes son múltiples. Las dos principales son que ni se necesita esperar a un donante compatible con el paciente, ni se corre el riesgo de que el sistema inmune del receptor lo rechace. Estos órganos poco o nada tienen que ver con otros avances previos como los corazones artificiales, puesto que estos últimos no dejan de ser sofisticados artilugios artificiales, mientras que ahora son de origen biológico.
La popularización de estas nuevas técnicas tiene como principal inconveniente los altos costes del proceso, que se elevan a cerca de los 400.000 euros. Otro de los problemas, aunque de menor envergadura, es el rechazo de los denominados “andamios sintéticos” (compuestos que actúan como estructuras de apoyo para mantener las células madre en su lugar), pues como cualquier objeto extraño al cuerpo causa tejido cicatricial (ocasionando leves efectos secundarios). Los nuevos métodos con los que se está experimentando ya no necesitan este tipo de andamios.
Una solución que evita la destrucción de embriones
Los problemas éticos que acompañan a la investigación con células madre obtenidas de embriones se solucionan completamente en estos casos, puesto que se obtienen del propio paciente y, por tanto, no es necesario destruir ningún embrión. En el caso concreto de Beyene las células madre se extrajeron de su médula ósea para posteriormente colocarlas en una solución nutritiva. “Es como hilvanar a un pavo”, explicaba gráficamente en aquel momento a los medios de comunicación el doctor Macchiarini.
Los constantes éxitos del padre de la medicina regenerativa, a partir de células madre, unidos a su formidable altruismo, lo han llevado a crear el pasado mes de febrero la fundación sin ánimo de lucro Change a life-Regenerate a life para ayudar a financiar este tipo de operaciones a los pacientes sin recursos.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Deixe de fumar com o Barça

O objectivo é ajudar 28 milhões de fumadores europeus a abandonar o hábito de fumar para sempre   .

 Comissão Europeia (CE) e o FC Barcelona (Barça) apresentam a iniciativa “Quit Smoking with Barça” (quitsmokingwithbarca.eu) que pretende tirar partido do sucesso da campanha da Comissão Europeia “Os ex-fumadores são imparáveis” e do apoio de milhões de fãs do Barça. O objectivo é ajudar 28 milhões de fumadores europeus a abandonar o hábito de fumar para sempre.
“Através desta colaboração vamos procurar ajudar os adeptos do futebol na Europa a voltarem a ter o controlo da sua saúde e das suas vidas, encorajando-os a serem tão apaixonados pela sua saúde como o são pelo ‘jogo bonito’”, disse o Presidente do FC Barcelona, Sandro Rosell, durante o anúncio do lançamento na sede da Comissão Europeia, em Bruxelas.
A colaboração de um dos clubes desportivos mais prestigiados do mundo com uma instituição europeia é um projeto ambicioso nunca antes implementado a esta escala. A campanha “Quit Smoking with Barça” é a primeira vez que a Comissão Europeia colabora com um parceiro desportivo que chega aos corações de milhões de pessoas.
Falando sobre a nova aliança, John Dalli, Comissário Europeu para a Saúde e a Defesa do Consumidor, disse “Estou muito satisfeito por trabalhar em conjunto com o FC Barcelona para ajudar os europeus a absterem-se de fumar. Usando a linguagem universal do futebol, podemos apoiar os esforços de mais europeus para deixar de fumar e tornarem-se ex-fumadores imparáveis para toda a vida.”
A iniciativa “Quit Smoking with Barça” proporciona aos adeptos do Barça, do futebol e do desporto em geral, um programa de formação em saúde personalizado com dicas diárias para deixar de fumar e encorajamento vindo directamente dos corações e das bocas do próprio clube. A campanha é impulsionada pelo iCoach, uma ferramenta de saúde digital gratuita e comprovada que já ajudou quase um quarto de milhão de pessoas em toda a Europa (equivalente a um em cada 500 fumadores) no seu trajecto para deixar de fumar para sempre. A partir de hoje o iCoach está disponível como aplicação para iPhone e Android.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Cruzada contra el rechazo al trasplante

El Ibiomed descubre nuevos abordajes terapéuticos para mejorar la tolerancia,

España es uno de los países pioneros en la donación de órganos; sin embargo, el trasplante realizado entre individuos de la misma especie,lleva inherente cierta incompatibilidad tisular entre el órgano donante y el receptor que recibe el trasplante. Como consecuencia de ello, es necesario aplicar al receptor un tratamiento inmunosupresor para mitigar la respuesta inmune que prevenga la respuesta de rechazo frente al órgano trasplantado.
La tecnología de los anticuerpos monoclonales y las proteínas recombinantes como medicamentos biológicos ha irrumpido con gran fuerza por su eficacia terapéutica en el tratamiento de las enfermedades humanas como el cáncer, trasplante o autoinmunidad, contribuyendo en gran medida a la mejora de las terapias actuales, debido a su mayor especificidad de actuación al ir dirigidos frente a moléculas biológicas cuya interacción es crítica para que las células del sistema inmune puedan adquirir una determinada función efectora. Este desarrollo tecnológico y su aplicación al tratamiento de enfermedades representa en la actualidad un cambio de paradigma en el modo de abordar el tratamiento de este tipo de enfermedades.
Para aumentar la supervivencia de los órganos trasplantados y evitar estos efectos secundarios en otros órganos, el grupo de Inmunología del Instituto de Biomedicina de la Universidad de León (Ibiomed) lleva años trabajando para descubrir nuevos abordajes terapéuticos encaminados a mejorar la prevención y el tratamiento del rechazo en trasplantes.
En concreto, José Ignacio Rodríguez Barbosa y María Luisa del Ríoinvestigan actualmente cómo el bloqueo del intercambio de señales entre las células dendríticas y los linfocitos B y T a través de moléculas de superficie afecta a la activación de esas células y a su capacidad para diferenciarse a linfocitos maduros con capacidad de producir un daño en las células del órgano trasplantado directamente o a través de los anticuerpos secretados por los linfocitos B.

Liderazgo de España en trasplantes y donaciones de órganos

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Coimbra Sete crianças receberam um fígado novo


  Sete crianças, com idades entre os seis meses e os 17 anos, receberam um fígado novo desde que o programa de transplantação hepática pediátrica foi retomado, há meio ano, no Centro Hospitalar Universitário de Coimbra (CHUC). Outras sete estão em lista de espera, mas estáveis, disse quinta-feira Emanuel Furtado, cirurgião responsável pelo programa, ao Correio da Manhã.

Após um interregno, em que as crianças foram transplantadas em Madrid, a equipa tem vindo "a conseguir dar resposta e a estabilizar a lista de espera", afirmou. Desde Março foram também transplantados 13 adultos.

Para reduzir a lista de espera, o CHUC vai reiniciar o transplante com dador vivo, no prazo de seis meses. "É mais complexo e preciso de um maior número de pessoas formadas", disse Emanuel Furtado ao CM. Segundo Martins Nunes, presidente do CHUC, a instituição "conta com mais três cirurgiões jovens e há outros em formação".

O objectivo é avançar para intervenções mais complexas, usando a técnica da bipartição do fígado. "Hoje fazemos a redução do fígado, porque é demasiado grande para uma criança e uma parte é desprezada", refere Emanuel Furtado. Através dessa técnica é possível transplantar dois doentes com um só órgão.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/14-09-12/sete-criancas-receberam-um-figado-novo

Coimbra avança com colheita de fígado em dadores vivos para transplante


14/09/2012 - 12:12

O Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) vai retomar no próximo ano a colheita de fígado em dadores vivos para transplante, assumindo uma especialidade que actualmente não é praticada em Portugal, revelou o presidente daquela unidade, citado pela agência Lusa.

"Queremos reiniciar tão breve quanto possível os transplantes de dador vivo. Queremos também aumentar a complexidade do transplante", afirmou José Martins Nunes, que aludiu ao assunto a propósito da passagem dos primeiros seis meses da retoma no CHUC do programa nacional de transplantes hepáticos pediátricos.

O presidente do Conselho de Administração daquele centro hospitalar, considerado o maior da Península Ibérica, estima que dentro de seis meses possa ser realizada a colheita de fígado em dadores vivos.

Em Portugal, a colheita de fígado em dadores vivos para transplante foi realizada nos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC), unidade que integra o CHUC, até aos finais da última década por Linhares Furtado e apenas uma vez no Hospital Curry Cabral.

Agora esta intervenção será assumida por Emanuel Furtado, filho de Linhares Furtado, que há seis meses assumiu o programa nacional de transplantação hepática pediátrica e a direcção da unidade de transplantes hepáticos do CHUC, de adultos e crianças.

As fases seguintes daquela unidade - segundo José Martins Nunes - vão no sentido de "aumentar a complexidade do transplante, quer seja ao nível da bipartição, quer seja com outras áreas de maior complexidade".

A bipartição é uma técnica que permite dividir e transplantar um único fígado em dois pacientes, o que acontece frequentemente com crianças, em virtude de o órgão disponível ser demasiado grande para o receberem.

Actualmente a divisão do fígado já se faz, mas a parte excedente não é aproveitada.

"A parte que não é utilizada é desprezada e não é obrigatório que isto seja assim. A outra parte também pode ser transplantada noutro doente, o que implica é que a equipa seja praticamente o dobro. Isso exige outro tipo de condições. É um patamar ainda mais acima" do que a colheita em vivos, sublinha o cirurgião Emanuel Furtado.

A capacidade de duplicação da equipa para actuar numa intervenção não programada poderá conseguir-se em breve por via da formação especializada de médicos, que está a ser feita no estrangeiro e em Portugal.

José Martins Nunes revelou que o CHUC, por si e na rede que coordena na Região Centro, lidera a colheita nacional de órgãos, que resulta "fundamentalmente do empenhamento dos profissionais, da organização e da cultura".

Segundo dados da Autoridade para os Serviços de Sangue e Transplantação, no período de janeiro a Maio do corrente ano a Região Centro conseguiu aumentar a colheita em oito por cento quando as outras regiões baixaram os níveis de doação. A Região Norte registou menos 31 por cento de dadores e a Região Sul menos 24 por cento, em comparação com igual período do ano de 2011.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/14-09-12/coimbra-avanca-com-colheita-de-figado-em-dadores-vivos-para-transplante

No dia 29 de Setembro assinala-se o Dia Mundial do Coração - Fibrilhação Auricular é responsável por cerca de 20% dos AVC


14/09/2012 - 08:30

Sensação de tremor no coração, palpitações rápidas e irregulares, desconforto no peito ou cansaço são os sintomas mais frequentes da Fibrilhação Auricular (FA). No entanto, os especialistas alertam que esta arritmia, responsável por cerca de 20% dos Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC), é muitas vezes silenciosa, avança comunicado de imprensa.

“Em muitos casos, a FA pode ocorrer sem sintomas, sendo apenas detectada quando surgem complicações graves, como o AVC. Geralmente os doentes queixam-se de palpitações e fadiga e basta um electrocardiograma para detectar a arritmia”, explica o Dr. Jorge Ferreira, cardiologista do Hospital de Santa Cruz.

A FA, a alteração mais comum do ritmo cardíaco, caracteriza-se por um ritmo cardíaco irregular, geralmente associado a uma frequência cardíaca rápida. O AVC ocorre devido à formação de coágulos de sangue no coração que podem deslocar-se através da corrente sanguínea e bloquear o afluxo de sangue ao cérebro.

“A idade, a obesidade, o tabagismo e a genética são factores de risco desta doença e a prevenção das complicações que dela advêm passa não só por controlá-los, mas também pela utilização de anticoagulantes orais para prevenir o AVC”, adverte o especialista.

Os AVC relacionados com a FA tendem a ser mais graves, incapacitantes e causadores de morte, do que os outros tipos de AVC. Em Portugal, o AVC é responsável pelo internamento de mais de 25.000 doentes por ano e 50% dos doentes que sobrevivem ficam com limitações nas actividades da vida diária.

Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/14-09-12/fibrilhacao-auricular-e-responsavel-por-cerca-de-20-dos-avc

Coimbra: Programa de transplantação retomado há seis meses Sete crianças com fígado novo


Coimbra vai reiniciar os transplantes de fígado com dadores vivos

Sete crianças, com idades entre os seis meses e os 17 anos, receberam um fígado novo desde que o programa de transplantação hepática pediátrica foi retomado, há meio ano, no Centro Hospitalar Universitário de Coimbra (CHUC). Outras sete estão em lista de espera, mas estáveis, disse ontem Emanuel Furtado, cirurgião responsável pelo programa.
Após um interregno, em que as crianças foram transplantadas em Madrid, a equipa tem vindo "a conseguir dar resposta e a estabilizar a lista de espera", afirmou. Desde Março foram também transplantados 13 adultos.
Para reduzir a lista de espera, o CHUC vai reiniciar o transplante com dador vivo, no prazo de seis meses. "É mais complexo e preciso de um maior número de pessoas formadas", disse Emanuel Furtado. Segundo Martins Nunes, presidente do CHUC, a instituição "conta com mais três cirurgiões jovens e há outros em formação".
O objectivo é avançar para intervenções mais complexas, usando a técnica da bipartição do fígado. "Hoje fazemos a redução do fígado, porque é demasiado grande para uma criança e uma parte é desprezada", refere Emanuel Furtado. Através dessa técnica é possível transplantar dois doentes com um só órgão. 
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SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

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TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

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