quarta-feira, 26 de junho de 2013

Portugal - Menos 23 transplantes de órgãos até Maio


26/06/2013 - 08:57

Entre Janeiro e Maio deste ano houve 271 transplantes em Portugal, menos 23 do que no mesmo período do ano anterior e o valor mais baixo desde 2009, segundo dados oficiais divulgados esta quarta-feira, avança a agência Lusa.

De acordo com os dados do Instituto Português do Sangue e da Transplantação, o número de dadores em morte cerebral foi exactamente o mesmo nos cinco primeiros meses de 2012 e de 2013: 109 dadores.

Apesar disso, o número de órgãos com qualidade para transplantação diminuiu 6% em 2013 em relação ao mesmo período do ano anterior, o que tem que ver com o aumento da média de idades dos dadores.

Em 2012 a média de idades era de 51,2 anos e este ano situa-se nos 55,2 anos.

Apesar de ter havido 109 dadores tanto até Maio de 2012 como durante os cinco primeiros meses deste ano, o número de órgãos colhidos caiu de 335 no ano passado para 314 em 2013.

As causas de morte dos dadores são principalmente médicas, como acidentes vasculares cerebrais, e menos causas traumáticas, muito por via da diminuição dos acidentes rodoviários.

Ao contrário do que acontece com a transplantação geral, o transplante renal com dador vivo aumentou este ano em relação ao mesmo período de 2012, tendo-se realizado um total de 21 transplantes, mais seis do que nos primeiros cinco meses do ano anterior.

Falhas nos incentivos aos transplantes também contribuíram para diminuição

A falta de transparência e as desigualdades na atribuição de incentivos financeiros à colheita de órgãos e transplantação são também motivos para a diminuição da actividade em Portugal nos últimos anos, segundo um relatório divulgado esta quarta-feira.

Em Dezembro do ano passado, o secretário de Estado Adjunto do ministro da Saúde tinha criado um grupo de trabalho para avaliar as possíveis causas para a diminuição de transplantes de órgãos em Portugal e propor medidas que alterassem a situação.

Este grupo de trabalho concluiu que Portugal está “globalmente aquém da capacidade de utilização de possíveis dadores, existindo assimetrias regionais significativas”.

Entre os motivos para a diminuição das colheitas de órgãos ligados a questões financeiras está a “falta de transparência da política de distribuição das verbas destinadas à colheita e transplantação (incentivos), com desigualdades gravosas entre diferentes instituições do Serviço Nacional de Saúde e, mesmo dentro da mesma instituição, entre diferentes serviços”.

Aliás, o relatório do grupo de trabalho divulgado esta quarta-feira recomenda que o financiamento das actividades de colheita e transplantação deve ser alterado, definindo critérios transparentes e fixos para esse financiamento.

“As verbas atribuídas às instituições e que se destinem a pagamento dos profissionais devem ser adequadas e distribuídas de forma clara e uniforme, evitando criar assimetrias não justificadas entre grupos profissionais e entre as diferentes instituições”, recomenda o documento.

Ainda nos motivos ligados às questões financeiras, são apontados a diminuição do preço da hora extraordinária dos profissionais e os atrasos no processamento dos incentivos.

No que respeita à organização hospitalar, o documento identifica falhas na Rede Nacional de Coordenação de Colheita e Transplantação, que “não inclui todas as unidades com potencial de doação”.

Há ainda um número insuficiente de camas de cuidados intensivos, que foi agravada pelo encerramento deste tipo de camas em alguns hospitais.

Também não há nos hospitais sistemas de controlo interno que monitorizem os processos de colheita e transplantação e notifiquem os conselhos de administração das falhas registadas.

Noutro plano, o grupo de trabalho defende a criação de uma Lei Nacional da Transplantação, que reveja toda a legislação actual. É ainda defendido que se crie um diploma para promover a protecção dos dadores de órgãos em vida.

Recomenda-se ainda regulamentar a colheita de órgãos em pessoas em paragem circulatória, com o documento a relembrar que em Espanha o programa de colheita em casos de paragem circulatória se mostrou bem sucedido.

O grupo de peritos analisou em particular os últimos quatro anos da actividade de colheita e transplantações, tendo verificado que os impactos negativos incidem sobretudo nos últimos dois anos (2011 e 2012).

Em 2009, Portugal tinha atingido valores máximos ao nível dos transplantes, com um total de 928 realizados. É a partir de 2010 que se assiste a um decréscimo do número de dadores e sobretudo de transplantes efectuados.

No ano passado foram realizados 681 transplantes.

domingo, 23 de junho de 2013

Separ Año de Trasplante de Pulmón 2013, Barcelona

Participantes na "Mesa Pacientes" 2013 - Año Separ 2013, Barcelona

Dra. Pilar Morales (Neumologa del hospital Valencia), Sandra Campos (paciente trasplantada de pulmón del Juan Canalejo), Dr. Borro (jefe de toracica del Juan Canalejo), Amparo Rodrigo (asociación trasplantados de Valencia), Antonio (paciente trasplantado de pulmón de Valencia) - Año Separ 2013, Barcelona

Año Separ 2013, Barcelona

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Criança de 10 anos com fibrose quística recebe pulmão de adulto

14/06/2013 - 08:33

Uma criança americana de dez anos, gravemente doente com fibrose quística, foi submetida na quinta-feira a um transplante de pulmão depois de uma mediática batalha para ser colocada na lista de espera dos adultos, indicou a mãe, avança a agência Lusa.

“Deus é grande, ele ergueu uma montanha e Sarah recebeu o apelo dos médicos”, escreveu na sua página do Facebook Janet Ruddock Murnghan, para anunciar o sucedido, apelando: “Rezem pelo dador, o herói de Sarah que lhe ofereceu o presente da vida”.

O hospital recusou-se a fornecer mais pormenores sobre o decurso da intervenção cirúrgica que começou ao final da manhã (15:00 TMG).

Sarah, que completará 11 anos em Agosto, sofre de fibrose quística, uma doença genética que afecta as vias respiratórias e o seu estado de saúde não lhe permitia ter mais do que algumas semanas de vida caso não fosse submetida a um transplante, uma intervenção complexa e rara, de várias horas de duração.

A criança estava no topo da lista de espera para menores de 12 anos, em que os dadores de órgãos são mais raros do que para os adultos.

Os pais da criança “moveram o céu e a terra” para que a filha fosse colocada na lista dos adultos.

Parlamentares da Pensilvânia, onde a criança mora e está hospitalizada, sensibilizaram-se com a situação, pelo que se mobilizaram, tendo solicitado à secretária da Saúde, Kathleen Sebelius, que autorizasse uma excepção para que Sarah passasse para a lista de maiores de 12 anos.

Mas esta recusou o pedido, por não querer passar por cima de uma norma estabelecida pelo comité general que gere os transplantes nos Estados Unidos, invocando razões médicas e de justiça face às outras crianças na mesma situação.

“As regras existem e são regularmente reavaliadas, a pior coisa seria, na minha opinião, um indivíduo escolher quem vive e quem morre”, argumentou.

A 05 de Junho, um juiz ordenou que Sarah fosse transferida para a lista de espera de adultos para transplante de pulmão, depois de os pais terem entrado com uma acção judicial alegando que o acesso ao sistema de transplante de órgãos discriminava a filha.

O transplante de um órgão de um adulto em crianças é bastante raro, tendo ocorrido apenas uma vez nos EUA desde 2007.

Na segunda-feira, a agência dos Estados Unidos que administra os transplantes concordou em alterar a sua política de candidatos com menos de 12 anos.

A 10 de Junho havia 1.659 pessoas a aguardar transplante de pulmão nos EUA, das quais 30 são menores de 10 anos.

Perto de 70.000 pessoas sofrem de fibrose quística em todo o mundo. A esperança média de vida destes doentes ronda os 30 anos.

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Investigador português cria rede social para doentes - Projecto estará activo até ao Verão


 
O investigador português da Universidade Católica e do Massachusetts Institute of Technology (MIT) Pedro Oliveira lidera uma equipa que está a desenvolver uma rede social onde os utilizadores poderão partilhar o que aprenderam quando estiveram doentes.
A rede social vai estar disponível no endereço "patient-innovation.com" no início do Verão, garantiu hoje o investigador, e poderá ser acedida pelo Facebook através de uma aplicação que está em desenvolvimento.
A plataforma terá um sistema de tradução automática para várias línguas e permitirá duas opções de pesquisa, por doença e por sintoma.
Neste momento, os pacientes ligados a instituições convidadas, de cinco países, estão a inscrever-se e a partilhar informação "para que a plataforma não seja lançada vazia", explica Pedro Oliveira.
Em Portugal, foram contactadas a Associação Nacional de Doenças Mentais e Raras, a 'Raríssimas', e a Associação Protetora de Diabéticos de Portugal (APDP).
A rede social baseia-se no princípio da inovação pelo utilizador, uma área que Pedro Oliveira estuda no MIT desde 2010, com Eric von Hippel, o grande especialista mundial no tema.
O investigador português explica que "há um número impressionante de inovações que não foram desenvolvidas pelas empresas ou pelos laboratórios, mas pelos utilizadores."
"Quando se pesquisa as coisas que tiveram sucesso, é supreendente quantas delas foram criadas pelos utilizadores", diz, dando os exemplos de objectos simples, como a bicicleta de montanha e de tecnologias complexas, como a World Wide Web, o sistema de documentos hiperligados disponíveis na internet.
"Na nossa investigação, percebemos que há muitas soluções terapêuticas e tratamentos médicos que foram desenvolvidos pelos pacientes", diz Pedro Oliveira, acrescentando que "os pacientes estão sob grande pressão para vencer a doença e isso dá-lhes muita motivação para inovar."
O professor dá o exemplo de um inglês que tinha um problema na artéria aorta e, como era engenheiro, desenvolveu uma válvula que foi implantada com sucesso pelo seu médico em 2005. Entretanto, a mesma válvula já foi utilizada por outros 30 pacientes em todo o mundo.
Cerca de 50 pessoas estão envolvidas no projeto, distribuídas por instituições e universidades de seis países: Alemanha (HHL Leipzig e Universidade de Erlangen e Nuremberga), Áustria (Universidade de Innsbruck), Itália (Universidade de Roma) e Brasil, além de Portugal (Universidade Católica e Instituto de Medicina Molecular) e Estados Unidos (MIT e Universidade de Carnegie Mellon).
O projecto conta com financiamento da fundação alemã Peter Pribilla, da Fundação para a Ciência e a Tecnologia e dos programas de parceria entre Portugal e as Universidades de Carneggie Mellon e do MIT.

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sexta-feira, 7 de junho de 2013

Un juez federal pone en cuestión el sistema de trasplantes de EE UU


La ley impide que los menores de 12 años estén en la lista de espera de adultos. El magistrado rechaza la limitación en dos casos

El caso de los dos menores de 10 y 11 años con fibrosis quística que necesitan unos pulmones nuevos para sobrevivir ha abierto el debate en Estados Unidos sobre la edad en la que un niño puede estar incluido en la lista de espera de trasplantes de adultos. La ley federal, aprobada en 2005, requiere que estos órganos sean ofrecidos en primer lugar a los pacientes mayores de 12 años y después a los niños más pequeños, sin tener en cuenta la gravedad de cada caso. Este sistema remplazó al método "quién primero llega, primero lo recibe" y, según los expertos, ha reducido los fallecimientos en un 40%.
Esta semana, un juez federal de Pensilvania ha sentenciado una orden de restricción temporal a esta ley, permitiendo que ambos enfermos, Sarah Murnaghan, de 10 años y Javier Acosta, de 11, sean incluidos en la lista de adultos, lo que duplica sus opciones de supervivencia. Ambas decisiones las ha tomado el juez del Distrito, Michael Baylson, y ha provocado que las autoridades sanitarias de EE UU se cuestionen el sistema de trasplantes actual. Los casos han provocado una reunión de urgencia de la Comisión Responsable de los Trasplantes de Emergencia (OPTN), según fuentes oficiales. "En respuesta a lo sucedido el pasado miércoles, cuando se solicitó una revisión de la ley, he programado una reunión para el próximo lunes del Comité Ejecutivo, para ver si se modifica la restricción por edad", dijo John Roberts, presidente de la OPTN.
Ayer jueves, el pequeño Acosta, originario del Bronx, fue incluido en la lista de trasplantes de adultos de Filadelfia, convirtiéndose en el segundo menor en conseguirlo, detrás Murnaghan -la niña que lo consiguió el pasado miércoles-. Los abogados defensores han asegurado que se podrían dar más casos en los próximos días, según informa Bloomberg. La demanda interpuesta por su madre, Milagros Martínez, asegura que "la restricción por debajo de los 12 años" es discriminatoria y va contra el bienestar de los niños. Además, "de no producirse el trasplante, Acosta podría morir en agosto, en su doceavo cumpleaños", explica esta mujer en el texto.
Javier Acosta lleva desde 2010 en la lista de espera de menores de 12 años y su hermano, Jovan, murió cuando tenía 11de la misma enfermedad. "La lista de pulmones donados por los adultos es 50 veces más grande que la de estos órganos donados por los niños", agrega. "Los médicos de Javier han decidido que el trasplante de pulmones de un adulto es apropiado en su caso". Acosta vive en Nueva York, peroestá siendo tratado en el Hospital Infantil de Filadelfia, según la denuncia.
La fibrosis quística es una enfermedad genética que afecta sobre todo a los pulmones y al sistema digestivo y hace que los niños que la padecen sean más vulnerables a sufrir infecciones repetidas en estos órganos.
Sarah Murnaghan, originaria de Pensilvania, se convirtió el pasado miércoles en la primera menor de 12 años en formar parte de la lista de trasplantes de adultos de Filadelfia, tras la decisión sin precedentes ejecutada por Baylson. "La niña necesita urgentemente un trasplante para seguir viviendo y será transferida de inmediato a la lista de adultos", sentenció el juez. Murnaghan tiene una esperanza de vida de semanas si no se somete a esta intervención. La niña lleva 18 meses en la lista de espera e ingresada también en el Hospital Infantil de Filadelfia los tres últimos.
"Estamos muy contentos por Sarah. Ahora tiene un 75% de posibilidades de recibir sus nuevos pulmones en las dos próximas semanas. Es una pequeña victoria. Y queremos que sea una victoria para todos los niños enfermos que necesiten este tipo de intervención",dijo su madre, Janet, a la cadena CNN. Los padres de la niña comenzaron el pasado lunes una petición de firmas con el fin de que laSecretaria de Salud de EE UU, Kathleen Sebelius, "cambiara la norma y permitiera a los menores de 12 años formar parte en dicha lista". La campaña ha conseguido, de momento, más de 350.000 firmas.
El pasado martes varios legisladores solicitaron a Sebelius una audiencia en la Cámara de Representantes para revisar el caso de Murnaghan. Sebelius dijo que "no se puede imaginar nada más doloroso" que lo que vive la familia de esta niña, pero se negó a suspender las reglas establecidas, citando normas médicas y de equidad con otros pacientes. Las reglas "están allí porque, lo peor de todo en mi opinión, es que sea un individuo quien escoja y elija quién vive y quién muere", dijo la Secretaria.
De acuerdo con la United Network for Organ Sharing, en lo que va de año cinco niños han podido acceder al trasplante de pulmón y 72 continúan en la lista. Según la OPTN, en EE UU 75.688 personas estánesperando activamente para recibir un trasplante y se han realizado 6.891 trasplantes en lo que va de año. Los órganos han sido donados por 3.412 personas, muy por debajo de lo que se necesita.

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quarta-feira, 5 de junho de 2013

España, 21 años líder en donación de órganos



España, 21 años líder en donación de órganos
Este miércoles, 5 de junio, se conmemora en España el Día Nacional del Donante de Órganos, que tendrá continuidad el jueves 6 con el Día Mundial de los Trasplantados. Nuestro país es desde hace 21 años la primera potencia mundial en donación y trasplante de órganos.

Este miércoles, 5 de junio, se conmemora en España el Día Nacional del Donante de Órganos, que tendrá continuidad el jueves, 6 de junio, con el Día Mundial de los Trasplantados.
España es desde hace 21 años la primera potencia mundial en donación y trasplante de órganos, y en 2011 nuestro país batió su propio récord, con 1.667 donantes y 4.218 intervenciones, cifras muy similares a las del pasado año, cuando se realizaron en nuestro país un total de 4.211 intervenciones, con trasplantes procedentes de 1.643 donantes.
Estos datos de 2012 se traducen en una tasa de donación de casi 35 donates por millón de habitantes (34,8), siendo la media europea únicamente de 19. Sólo Croacia se acerca algo a España, con una tasa de 30. Desde 1964 hasta 2012 se realizaron en España un total de86.180 trasplantes de órganos.
Por especialidades, de estos trasplantes realizados el pasado año,2.551 fueron renales, 1.084 hepáticos, 247 cardíacos, 238 pulmonares, 83 de pancreas y 8 de intestino.
Por comunidades autónomas, destacan Cataluña y Madrid, a la cabeza, aunque han experimentado un notable incremento comunidades como Castilla y León o La Rioja, y en general es en las regiones del norte de España donde hay más donantes y trasplantes.

¿Quieres ser donante?

En España existe la posibilidad de convertirse en donante de órganos a través de la solicitud de la Tarjeta de Donante, que, aunque no tiene valor legal, sirve para atestiguar nuestra voluntad de donar órganos tras fallecer.
Según las leyes españolas, todo fallecido es un donante potencial salvo que hubiera matizado en vida su deseo de no serlo. No obstante, la práctica habitual es solicitar la autorización expresa y por escrito de la familia del fallecido. Por ello, no bastaría con pedir la tarjeta de donante. Debemos comunicar también a los familiares nuestra voluntad de donar órganos para que éstos no se opongan. En cualquier caso, la tasa de negativas familiares a la donación es muy reducida en España.
Existen varios modelos de tarjeta de donante, pues las emiten varios organismos y asociaciones, aunque todas ellas tienen el mismo valor testimonial.
La tarjeta puede solicitarse a través de la Organización Nacional de Trasplantes (ONT) de varias maneras: a través de su web, por teléfono (902 300 224), por email (ont@msssi.es) o por correo ordinario dirigido a la Organización Nacional de Trasplantes, calle Sinesio Delgado 6-8, Pabellón 3; 28029 Madrid.


“À Espera” em Lisboa para mostrar o que de melhor se faz na transplantação nacional

05/06/2013 - 14:56
A Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT) lançou a terceira fase da campanha “Doar um Rim faz Bem ao Coração”, criada em 2012 com o objectivo principal de esclarecer a população sobre a doação de órgãos em vida, avança comunicado de imprensa.

A exposição “À Espera”, com imagens originais do fotógrafo Rogério Martins que percorreu os principais serviços de transplantação nacionais, imortalizando alguns dos momentos do seu dia-a-dia, chegou aos hospitais de Lisboa. A mostra está disponível para visita no Hospital de Santa Maria, Centro Hospitalar Lisboa Norte, de 31 de Maio a 7 de Junho.

Portugal teve uma queda de 19% no número de transplantes no ano passado, alerta a Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT). Grande parte do problema está na queda do número de dadores, mais acentuada em 2012.

Para inverter esta tendência de decréscimo do número de dadores, a Sociedade Portuguesa de Transplantação, em parceria com o Instituto Português do Sangue e Transplantação, I.P., com o apoio da Novartis, da Abbvie, da Diaverum, da Anadial, da Delta, da GALP e da Fundação EDP, lançou a Campanha “Doar um Rim faz bem ao Coração”, que pretende sensibilizar e esclarecer a população para a possibilidade de ser dador vivo, e dar um órgão a quem mais precisa.

Tendo como ponto de partida o lançamento de um website informativo (www.doaremvida.com) e uma página de Facebook (http://www.facebook.com/pages/doaremvida#!/pages/Doar-em-Vida/), a campanha “Doar um Rim faz bem ao Coração” esteve presente junto dos portugueses ao longo dos últimos meses com acções de rua nas principais cidades do País.

A terceira fase da campanha foi lançada no Dia Mundial do Rim, num evento no Museu da Electricidade, em Lisboa. Uma sessão que celebrou a evolução do programa nacional de transplantação nos últimos 40 anos, os sucessos de então e os sucessos dos dias de hoje, com presença de cirurgiões transplantadores e pessoas que doaram e receberam rins em vida. Depois da sessão, os participantes foram convidados a visitar a exposição “À Espera”, que chega agora aos hospitais de Lisboa.

O transplante de órgãos foi um dos grandes casos de sucesso do Serviço Nacional de Saúde: em 2009, Portugal liderava, a nível mundial, a lista dos países doadores de órgãos, com 31 dadores por milhão de habitantes1, e a realização de 593 transplantes renais. No entanto, os números de 2010 a 2011 inverteram esta tendência e 2012 não foi melhor: os dados preliminares do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) apontam para uma diminuição de 19%1 do número de transplantes realizados no ano passado em Portugal. Foram feitos 681 transplantes em 2012, enquanto em 2011 foram realizados mais de 8302. A diminuição é patente igualmente no número de dadores, representando um decréscimo de 16% comparativamente com o ano anterior.

“A evolução do número dos transplantes em Portugal demonstra que o País tem capacidade e possibilidade de estar na liderança da transplantação mundial, mas não está neste momento a dar a resposta necessária. A queda do número de dadores cadáver, torna fundamental a doação de rim em vida. É imperioso que as pessoas saibam que podem contribuir, e ajudar um amigo ou familiar que precise, é por isso que lançámos esta campanha de âmbito nacional”, explica Fernando Macário, presidente da SPT.

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Campaña de sensibilización Razones para donar órganos

Muro de sugerencias en la campaña por la donación de órganos. | M. Cubero
Muro de sugerencias en la campaña por la donación de órganos. | M. Cubero
  • El Hospital Reina Sofía recoge en un muro sugerencias de los ciudadanos
  • La campaña de sensibilización dará la bienvenida a los viajeros del tren
  • La iniciativa se enmarca en la XI Semana del Donante
El Hospital Universitario Reina Sofía de Córdoba viene liderando los últimos años el número de trasplantes realizados gracias a la generosidad de las familias de personas que fallecen, que optan por la donación para dar vida a otras.
Esta semana, que el centro hospitalario celebra la XI Semana del Donante, ha instalado un muro en una céntrica avenida de la capital cordobesa para que los viandantes expresen sus 'Razones para donar'. Se trata del 'Muro de la Libre Expresión', donde se recopilarán durante todo el mes de junio mensajes a favor de la donación de órganos y tejidos.
Este martes, día de la inauguración de esta iniciativa, ya había quien se atrevía a dejar su mensaje a favor de la donación de órganos. "Porque la vida es maravillosa. ¡Da vida!", "siempre habrá algo tuyo", "la principal razón es salvar vidas" o "Generosidad+Ejemplo=Esperanza2 son solo algunos de los mensajes que podían leerse desde primera hora.
La iniciativa persigue sensibilizar a los ciudadanos sobre la importancia de la donación de órganos para la realización de trasplantes y servirá como mensaje de bienvenida a todos los turistas que lleguen a Córdoba en tren pues el muro se encuentra cerca de la estación de trenes.
Gracias a esta acción, el Hospital Reina Sofía suma un nuevo aliado en la lucha por el ‘Sí a la vida’: Adif, empresa que ayudará a difundir este mensaje. La Dirección del Hospital y la Coordinación de Trasplantes han agradecido la colaboración de los representantes que han participado en la iniciativa y continúa desarrollando actividades que invitan a la sociedad a sumarse a la donación.
Durante todo el mes de junio este muro exhibirá los mensajes de todas aquellas personas que quieran escribir su mensaje a favor de la donación, de forma que sea un reclamo a la reflexión sobre este tema.
FONTE

JÓVENES | Iniciativa de la ONT Donaciones vía app

[foto de la noticia]
  • Sanidad desarrolla una aplicación para tener la tarjeta de donante en el móvil
  • El miércoles 5 de junio se celebra el Día del Donante
La Organización Nacional de Trasplantes (ONT) ha puesto en marcha una aplicación para 'tablets' y teléfonos móviles que permite a los usuarios llevar la tarjeta de donante de órganos en estos dispositivos, una iniciativa con la que se pretende fomentar la importancia de las donaciones, especialmente entre los jóvenes.
Según ha reconocido el director de esta institución, Rafael Matesanz, en España el 53% de los donantes tiene más de 60 años pero, "aunque quienes donan son los viejos, son sus hijos los que les animan a hacerlo", de ahí que haya que fomentar la importancia de la donación entre los más jóvenes a través del uso de las nuevas tecnologías.
La 'app' (con la colaboración de Mediaset España), se llama 'Soy donante' y está disponible para dispositivos Apple, Android y Blackberry. Se puede descargar de forma gratuita tanto desde la propia página de la ONT y la web eresperfectoparaotros.com como desde Apple Store y Google Play.
Como ha explicado la secretaria general de Sanidad, Pilar Farjas, durante su presentación, que coincide con el Día Nacional del Donante que se celebra este miércoles 5 de junio, esta nueva herramienta permite a todas las personas que lo deseen solicitar la tarjeta de donante, recibirla, almacenarla y visualizarla en sus dispositivos móviles, o recuperarla de forma digital si han perdido su tarjeta física.
La 'app' también permite ver un resumen de noticias publicadas sobre trasplantes y acceder a información útil sobre la donación de órganos.
Esta tarjeta es testimonial y no es la única que hay en España, ya que las comunidades y las asociaciones de pacientes trasplantados también cuentan con documentos que permiten distinguir a aquellos ciudadanos partidarios de donar sus órganos.
En este caso, su diseño es el mismo del de la campaña de promoción de la donación de órganos 'Eres perfecto para otros' realizada hace un año por Mediaset España en colaboración con la ONT, y a la que posteriormente se sumó el grupo Correos.
La campaña, según ha destacado el consejero delegado de Mediaset España, Paolo Vasile, ha sido un "éxito" y desde que se puso en marcha en febrero de 2012 ha favorecido que más de 185.000 personas hayan solicitado su tarjeta de donante de órganos.

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domingo, 2 de junho de 2013

Bisturís afilados en A Coruña

Un juzgado obliga a restituir a un jefe médico del hospital público depuesto tras oponerse a una técnica quirúrgica y denunciar desvío de pacientes a la privada.

 

Fue uno de los fichajes de la sanidad pública gallega en 1999 y de su mano echó a andar el programa de trasplantes de pulmón que encumbró al Complexo Hospitalario Universitario de A Coruña (CHUAC). El doctor José María Borro (Madrid, 1951) saboreaba años de prestigio al frente del Servicio de Cirugía Torácica del centro coruñés cuando, en 2010, comenzó a denunciar ante la gerencia supuestas malas prácticas cometidas por uno de sus médicos subordinados. El jefe de la unidad comunicó a sus superiores desde el uso a sus espaldas de una técnica quirúrgica “sin garantías” hasta el desvío de pacientes a la privada. El correctivo que pedía por estas irregularidades le ha caído encima. El pasado octubre el doctor Borro fue destituido fulminantemente y confinado a tareas menores apelando a irregularidades detectadas por una auditoría sobre la que el hospital elude informar. Él sigue clamando que el CHUAC opera a enfermos de cáncer de pulmón sin que ellos lo sepan con una técnica de videocirugía que no ha sido sometida a ensayos clínicos, a lo que el centro replica que se trata de un método pionero en el mundo y que no precisa ni superar esas pruebas ni el consentimiento del paciente. Una sentencia acaba de ordenar al hospital que restituya a Borro en el cargo porque su cese fue “expeditivo” y no estuvo motivado. El Sergas ha recurrido.
La mecha se prendió en el Servicio de Cirugía Torácica del CHUAC el 29 de junio de 2010. Con Borro de vacaciones, uno de los médicos del servicio, Diego González Rivas, descubrió, mientras operaba a una paciente por videocirugía, que podía extirpar uno de los lóbulos de un pulmón afectado por un tumor abriendo un único orificio en el tórax. Hasta el momento estas intervenciones se realizaban como mínimo a través de dos orificios, uno para introducir el instrumental y otro para la cámara de vídeo. La innovación, que ahora es ya la única forma de abordar estas operaciones en el CHUAC, fue publicitada en los medios de A Coruña como un hito internacional. Para Borro es una técnica implantada de forma “acientífica”, sin ensayos clínicos y con riesgos: “Si el paciente sangra, el sangrado te tapona la óptica y no ves nada”, pone como ejemplo, para añadir luego que las posibilidades de infección de la herida son mayores porque el drenaje también se introduce por el mismo orificio. González Rivas se defiende: “Operar con una sola incisión es más cómodo. Hasta un sangrado se maneja mejor porque la visión que da la cámara es directa, no lateral”.
La gerencia del CHUAC se niega a explicar la destitución de Borro y delega la defensa de la técnica que él critica en la doctora Mercedes de la Torre, que ocupa la jefatura del servicio desde octubre. Esta médico, que defiende a ultranza la videocirugía pulmonar con una sola incisión, asumió desde un principio el descubrimiento de González Rivas en el verano de 2010 y solo unos meses después montó con él y con Ricardo Fernández Prado, otro médico del centro público, una unidad especializada en lobectomías por un solo orificio adscrita a tres hospitales privados de A Coruña y denominada Unidad de Cirugía Torácica Mínimamente Invasiva.

1.645 firmas y un juicio de faltas

El cese del padre de los trasplantes pulmonares en Galicia después de casi 15 años al frente del Servicio de Cirugía Torácica del hospital de A Coruña se ha ganado el rechazo de la Asociación de Trasplantados de Galicia Airiños —que recabó 1.645 firmas de apoyo a José María Borro en la plataforma Change.org para exigirle al presidente de la Xunta, Alberto Núñez Feijóo, una auditoría externa que aclare el conflicto—, de la Asociación Valenciana de Trasplantes de Pulmón —que califica la destitución de Borro de “injusticia” y “lamentable error”— y de pacientes portugueses en espera por un trasplante, que expresaron en la prensa lusa su temor a que el convenio para operar a ciudadanos del país vecino en el CHUAC, apadrinado por el cirujano, estuviese en peligro. Médicos del hospital han firmado además una carta abierta en la que alertan del “deterioro de la calidad asistencial” que se ha producido en este servicio médico desde que en verano de 2010 estalló el conflicto por la técnica quirúrgica y piden que Borro sea restituido en el cargo.
Las tensiones vividas en la unidad derivaron incluso en un juicio de faltas por el golpe que en 2011 recibió en la nariz el doctor González Rivas tras el portazo con el que Borro zanjó una de las frecuentes discusiones con su entonces subordinado.
“Los pacientes pueden venir tranquilos a operarse”, sostiene De la Torre. Aunque su unidad privada se refiere en su web a la videocirugía con una única incisión como una “técnica” pionera en el mundo, la doctora matiza que es en realidad una “evolución de una técnica quirúrgica ya implantada” —usa un orificio en vez de los cuatro, tres o dos habituales— y por ello se ha instaurado como única opción en el CHUAC sin ensayos clínicos y sin requerir un consentimiento informado especial a los 570 enfermos con los que ya se ha practicado.
De la Torre destaca las ventajas de extirpar un lóbulo de un pulmón por un solo orificio. “La cámara de vídeo, al ir por el mismo orificio que el instrumental, da una visión directa de lo que hacemos, la misma que con cirugía abierta”, explica, y subraya que el CHUAC imparte cursos de la técnica a cirujanos “de todo el mundo”. González Rivas achaca las críticas de Borro a celos profesionales: “No puede soportar que él no sea el protagonista. Si esto no tuviera futuro, no me invitarían a hablar en las sociedades científicas más importantes del mundo como la American Association for Thoracic Surgery”.
Borro, en cambio, acusa a González Rivas de inflar la repercusión mundial de su técnica y convertirla en un “espectáculo mediático” para explotarla “comercialmente” en la privada. “Lo importante es la repercusión en trabajos clínicos, no el número de países donde difundes la técnica”, esgrime. González Rivas destaca que cirujanos de todo el mundo acuden a los cursos que organiza el CHUAC para enseñar a operar por un solo orificio y que otros diez centros públicos españoles usan esta fórmula. El médico admite que tras dos años de difusión la implantación de la técnica es lenta, pero lo achaca a que la videocirugía no está completamente extendida y a que practicarla con una única escisión requiere especial destreza. Pide tiempo: “Calculo que en cinco o diez años será la principal vía de abordaje en todo el mundo”.
“Ambos son unos profesionales excelentes. Les animo a que se den la mano”. El que habla es Gonzalo Varela, vicepresidente de la Sociedad Española de Neumología y Cirugía Torácica, que, junto a Fernando Sebastián, de la Sociedad Española de Cirugía Torácica, respalda que se extirpen lóbulos pulmonares por un único orificio —una intervención que se realiza desde principios de la década de 2000, sostienen ambos, rebajando la repercusión publicitada por el hospital de A Coruña— y descarta los riesgos para el paciente que denuncia Borro. Sebastián, eso sí, considera “imposible” que la técnica sea la única que se use ahora en el CHUAC porque solo es adecuada para “casos seleccionados”, para “tumores pequeños”. El cirujano no cree necesarios ensayos clínicos ni un consentimiento informado especial.
El vicepresidente de la Sociedade Galega de Patoloxía Respiratoria, Emilio Peña, defiende a Borro y sí ve “limitaciones técnicas” y “riesgos” en las lobectomías con una sola incisión. Este cirujano torácico del Hospital Xeral de Vigo cree que la técnica no es “segura” para operar un cáncer de pulmón porque supone “limitaciones para cortar los vasos” cuando se realiza la lobectomía: “Que el drenaje vaya por la misma incisión vulnera los principios de la cirugía general. Hay un riesgo mayor de infecciones en la herida”. Peña pone en duda los beneficios para el paciente: “Se evita una incisión de un centímetro pero se realiza otra más grande” para meter el instrumental y la cámara.
La negativa de Borro a que se operase con una sola incisión mientras era jefe médico en el CHUAC no fue el único roce con su entonces subordinado. El ex jefe de servicio denunció también ante la dirección del hospital que González Rivas había operado en un centro privado a dos pacientes con los que contactó en su consulta pública tras disuadirlos de incluirse en la larga lista de espera. “Este asunto se quedó en el cajón y no pasó nada”, se queja. También trasmitió a sus superiores otro supuesto comportamiento irregular: según su versión, ratificada a este periódico por el jefe de Oncología del hospital de Pontevedra, Manuel Constenla, González Rivas llamó a un enfermo de cáncer atendido por Borro para censurar el tratamiento prescrito y animarle a convertirse en paciente suyo. “Jamás me he llevado a un paciente a la privada”, responde González Rivas, quien añade que sobre aquellas denuncias la gerencia le pidió explicaciones a él pero no hizo nada más porque “no tenían base”.
Borro atribuye el respaldo de la gerencia del CHUAC a González Rivas y su técnica a vinculaciones personales de este último con José Manuel Barreiro, portavoz del PP en el Senado, una acusación que González Rivas rechaza de plano. “Que alguien se comporte así y se le consienta no puede ser por otra cosa que porque tiene apoyo político”, insiste Borro.

FONTE

 

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