sexta-feira, 29 de novembro de 2013

La Coruña, Hospital Juan Canalejo, 29 Noviembre 2013 (SEPAR) Trasplantes Pulmonares - Jornada de Clausura.



La Coruña, Hospital Juan Canalejo, 29 Noviembre 2013 (SEPAR)
Trasplantes Pulmonares - Jornada de Clausura.




Sandra Campos y Dr. Borro, Jefe de Toracica Juan Canalejo.

Dr. Borro, Sandra Campos, Dr. Pedro (neumo)

Portugal (Hospital São João do Porto) e Hospital Juan Canalejo

PORTUGAL - DECRETO que autoriza o tratamento no estrangeiro

Envio de órgãos do Hospital São João do Porto para Lisboa e Espanha.

Transplantados Pulmonares enviados pelo Hosp. S. J. Porto para La Coruña

Airiños - Associação de Transplantados de Galicia

Presidente Associação Airiños

Testemunho de Sandra Campos e apresentação de Livro sobre "Histórias de Transplantados" em conjunto com Dr. Borro

Homemagem à OCT

Dr. Borro

Dr. Borro e equipa de Transplantes Pulmonares do Hospital de la Fé de Valencia, España.
COMENTÁRIOS

Impresionante y emocionante la intervencion de Sandra Campos (trasplantada pulmonar) en la jornada SEPAR. Me puso la carne de gallina y puedo asegurar que conozco algun trasplantado. 


Muchas gracias a todos! Para mi fue un honor estar entre todos vosotros en la Jornada de Clausura SEPAR en el Juan Canalejo (Sandra Campos).
 

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Portugal - O Instituto Português do Sangue e da Transplantação viu o Tribunal de Contas 'chumbar' o contrato.



O Instituto Português do Sangue e da Transplantação viu o Tribunal de Contas 'chumbar' o contrato.


Tribunal ‘chumba’ tarefeiros
Contrato ascendia a mais de 440 mil euros.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Privados ameaçam ida a tribunal por discriminação em cuidados de saúde transfronteiriços


27/11/2013 - 09:06

Os hospitais privados portugueses afirmam-se vítimas de discriminação na proposta de lei que transpõe a directiva comunitária sobre cuidados transfronteiriços e ameaçam com queixa no tribunal europeu de justiça, segundo um comunicado divulgado esta terça-feira, avança a agência Lusa, citada pelo SAPO Saúde.

Numa resposta à consulta pública do Ministério da Saúde sobre a transposição da directiva europeia relativa ao exercício dos direitos dos doentes em matéria de cuidados de saúde transfronteiriços, que terminou segunda-feira, a Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP) alertou para a discriminação paradoxal dos hospitais privados portugueses e pondera o recurso ao Tribunal Europeu de Justiça.

Em causa está o direito ao reembolso das despesas que figuram entre as prestações a que o utente tem direito no Estado-membro de afiliação e “até ao limite da assunção de custos que esse Estado teria assumido, se os cuidados tivessem sido prestados no seu território".

No entanto, a APHP considera que, da proposta de lei, “resulta claro” que o direito a ser reembolsado pelo Estado português por tratamento em unidades públicas ou privadas escolhidas pelo utente só se concretizará se o tratamento se realizar no estrangeiro.

“Esta é uma situação, no mínimo, absurda. Que sentido faz favorecer a liberdade de escolha no plano europeu e não a permitir em território nacional? Que sentido faz incentivar a saída de doentes e até de divisas do país, quando há capacidade instalada nos hospitais privados portugueses?”, questiona o presidente da APHP, Artur Osório Araújo.

Para os hospitais privados, a “discriminação é ainda mais grave”, na medida em que a Comissão Europeia “teve o cuidado de elaborar uma brochura informativa” relativa a esta Directiva, que foi enviada para os representantes de todos os Estados-Membros, e na qual esclarece que "o doente poderá livremente escolher entre qualquer prestador de cuidados de saúde, público ou privado".

Na análise que efectuou, a APHP afirma ter detectado ainda “uma série de questões dúbias e que se prestam, futuramente, a todo o tipo de interpretações”.

Para a APHP seria “útil que se clarificassem” alguns pontos da proposta de lei, como o direito ao reembolso após avaliação prévia pelo médico de família, que determine a necessidade dos cuidados.

Será então necessário determinar se estão abrangidos todos os cuidados de saúde (hospitalares e não hospitalares), uma vez que se se incluírem também os cuidados não hospitalares estar-se-á, à revelia do que parece pretender a Comissão Europeia, a dificultar o processo, considera a APHP.

Quanto aos pontos de contacto nacional, que vão passar informação respeitante aos cuidados prestados em território nacional, a APHP questiona se essa função será realizada de forma igual a todos os prestadores, independentemente da sua natureza pública ou privada.

A associação pretende ainda saber se a disposição que refere os estabelecimentos e serviços integrados no SNS ou nas ARS diz respeito apenas às Misericórdias e às IPSS, e se os Centros de Referência Nacionais, que integrem as Redes Europeias de Referência, podem ser de natureza privada.

FONTE

Portugal - Doentes respiratórios reduzem no oxigénio por falta de dinheiro


27/11/2013 - 11:14

Há doentes respiratórios que estão a reduzir as doses de oxigénio e medicação por falta dinheiro, alerta a associação de doentes Respira, avança o Diário de Notícias.

A directora do Programa Nacional das Doenças Respiratórias espera que concurso nacional para a compra de oxigénio garanta mais igualdade no acesso aos tratamentos.

Portugal tem cerca de 800 mil doentes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC), um problema pulmonar que resulta de uma obstrução das vias aéreas. "Com a crise temos muitos doentes que nos dizem que não estão a fazer o tratamento prescrito, nem a tomar a medicação como o receitado para a fazer render", afirma ao DN Luísa Branco, presidente da associação Respira.

Cristina Barbara, directora do Programa Nacional de Doenças Respiratórias, espera que o acesso ao oxigénio fique resolvido em breve. "Está a decorrer um concurso nacional que irá inverter completamente a situação, aumentando os equipamentos e a acessibilidade. Com a prescrição electrónica conseguiremos monitorizar as assimetrias regionais e conseguir melhorar os critérios para indicação de tratamento", explicou a médica.

FONTE

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Portugal - ERS: “restrições e impedimentos” a tratamentos no estrangeiro precisam de ser explicados

26/11/2013 - 08:11

Para a Entidade Reguladora da Saúde (ERS), algumas das “restrições e impedimentos que se pretendem implementar” com a transposição para Portugal da directiva comunitária que abre a porta a que os cidadãos sejam tratados noutros países europeus não estão bem explicados, ficando por perceber se vão contra o espírito da lei. A ideia é defendida num parecer da ERS feito no âmbito da consulta pública do anteprojecto do Ministério da Saúde sobre o tema, avança o jornal Público.

O Ministério da Saúde colocou em consulta pública no passado dia 25 de Outubro o anteprojecto de lei, que visa transpor para o direito nacional a directiva comunitária sobre cuidados de saúde transfronteiriços.

Aprovada em Março de 2011, a Directiva 2011/24/UE garante a mobilidade dos doentes relativamente a cuidados de saúde programados, desde cirurgias a consultas, tratamentos e exames. Na prática, implicaria que o Estado português passasse a reembolsar os cuidados prestados noutros países, no caso de não conseguir dar-lhes resposta em tempo útil nas unidades de saúde nacionais.

O que significaria que um português em lista de espera que ultrapassasse o tempo máximo de resposta garantido em Portugal para uma cirurgia às cataratas ou a varizes, por exemplo, poderia ser operado em Espanha ou noutro país da UE.

Críticas a deixar tudo para definir posteriormente

A ERS considera no parecer que a proposta de lei da tutela “apresenta uma redacção genérica, que pouco acrescenta ao texto original da directiva, remetendo para momento posterior a concretização dos objectivos” comunitários. Como exemplos, a entidade diz que faltam nomear os pontos de contacto nacionais que ficarão à frente deste projecto, a definição de eventuais medidas de restrição ao acesso pelos utentes, a definição de eventuais medidas de restrição ao reembolso de tratamentos e os cuidados sujeitos a autorização prévia por serem caros e muito especializados, avança o Público.

Por outro lado, a entidade diz que a proposta utiliza os mesmos termos da directiva na parte relativa ao indeferimento de pedidos de autorização prévia, esquecendo-se, contudo, de definir quais são os cuidados que apresentam um risco especial para o doente ou aqueles que suscitam “preocupações sérias e específicas quanto ao respeito das normas e orientações em matéria de qualidade dos cuidados e de segurança dos doentes”.

Sem estes pontos esclarecidos, a ERS entende que “fica impossibilitada” qualquer análise “em matéria de acesso dos utentes, da qualidade e da liberdade de escolha dos utentes”. Ainda assim, no parecer há um ponto específico sobre as medidas de restrição ao acesso, já que, apesar de estar prevista a não discriminação pela nacionalidade, a proposta prevê algumas recusas baseadas em “razões imperiosas de interesse geral, quando justificadas pela necessidade de manter um acesso suficiente, permanente, equilibrado e planeado a todos os beneficiários a uma gama equilibrada de tratamentos de elevada qualidade a nível nacional ou a um serviço médico e hospitalar”.

Esta formulação suscita “preocupações” à ERS, que considera que o Ministério da Saúde está a ser muito genérico e a remeter para mais tarde questões fundamentais para perceber se a transcrição para Portugal da directiva vai ou não respeitar os seus objectivos. A ERS propõe, por exemplo, que haja uma lista dos tratamentos em causa, revista periodicamente e feita com a colaboração de diferentes intervenientes no sector da saúde.

Reembolso nas mãos do médico de família pode gerar “discriminação”

No parecer é, ainda, dado especial enfoque ao direito ao reembolso, que dependerá sempre da avaliação prévia feita por um médico de medicina geral e familiar do Serviço Nacional de Saúde ou dos Serviços Regionais de Saúde. A ERS teme que as assimetrias regionais e a forma como os serviços estão organizados façam com que esta forma de trabalhar introduza alguma “discriminação”. Por exemplo, nem todos os portugueses têm médico de família.

Ainda neste ponto, a ERS sublinha que “o espírito da Directiva é de que a autorização prévia constitua a excepção, e não a regra”, considerando que a forma como a proposta está feita para Portugal, exigindo, por exemplo, o planeamento de intervenções que exijam mais do que uma noite de internamento, possam resultar em recusas de reembolsos em situações em que estes pedidos nem deveriam ter sido feitos antecipadamente.

Da mesma forma, a ERS pede mais esclarecimentos sobre o que quer o Ministério da Saúde dizer quando escreve que “podem ser adoptadas, em situações excepcionais e em observância pelo princípio da proporcionalidade na restrição de direitos fundamentais, medidas de restrição ao reembolso das despesas directamente relacionadas com determinado cuidado de saúde prestado noutro Estado-Membro”.

“Também aqui importaria que a proposta de lei tivesse densificado melhor esta matéria para ser possível uma análise sobre se as restrições e impedimentos que se pretendem implementar serão conformes ao espírito da Directiva, designadamente em matéria de defesa e garantia do direito de acesso dos utentes. Não se olvide que, nos termos da Directiva, tais medidas devem limitar-se ao que é necessário e proporcional e não podem constituir um meio de discriminação arbitrária, devendo ser previamente publicitadas. Também aqui se salienta a necessidade de uma melhor concretização, maior rigor e coerência conceptuais”, lê-se no parecer.

Depois, a ERS considera que um utente que recorra a cuidados de saúde transfronteiriços na sequência de situações de agressão, acidentes de viação, laborais ou desportivos não deve ser responsabilizado pelos custos pagos pela terceira parte envolvida, respeitando-se o mesmo que acontece em Portugal: “Sempre que exista um terceiro legal ou contratualmente responsável, seja ele uma entidade seguradora ou um agente responsável pelo facto danoso, os hospitais do SNS têm direito a ser ressarcidos dos custos ou encargos com a prestação de cuidados de saúde aos utentes (assistidos). Mas certo é também que o assistido não pode, nem deve, enquanto utente e beneficiário do SNS, suportar os custos da prestação dos cuidados que lhe tenham sido ministrados”.

FONTE

Espanha - Operação inédita a bebé de 1,5 quilos com atresia pulmonar

26/11/2013 - 08:58

Uma equipa de cardiologistas espanhóis realizou, no final de Outubro, uma operação sem precedentes, por uma doença congénita rara, a uma bebé prematura de apenas 1,5 quilos de peso, revela o Jornal de Notícias.

A intervenção, realizada no passado dia 31 de Outubro no Hospital Infantil Miguel Servet de Saragoça, foi uma operação pioneira por ter sido a primeira no mundo a realizar-se a um bebé com tão pouco peso, anunciou a instituição, esta segunda-feira, em comunicado.

Uma de três gémeas, a pequena Victoria, nasceu com 31 semanas de gestação e agora, com quase um mês e meio de vida já pesa 2450 gramas e está a registar uma "evolução favorável".

Segundo informou o médico Lorenzo Jiménez, cardiologista pediátrico, tratou-se de uma intervenção "um pouco complexa", por cateterismo, sem cirurgia aberta, mas com riscos adicionais devido ao baixo peso da bebé e por esta ter artérias muito pequenas. "Ou se realizava ou a bebé morria", disse o médico, que realizou a operação com a colega Marta López.

Victoria nasceu com atresia pulmonar, uma doença congénita rara, que consiste numa falta de perfuração da válvula da artéria que vai aos pulmões, o que a impedia de respirar por si própria. O problema foi detectado aos cinco dias de vida.

Ainda que normalmente os bebés prematuros tenham insuficiência respiratória, devido à imaturidade dos seus órgãos, a atresia pulmonar costuma aparecer mais tarde, pelo que este caso se considerou "excepcional", segundo explicou o especialista Segunto Rite.

Os médios aproveitaram o facto do "ductus" – uma artéria que comunica a aorta com a artéria pulmonar enquanto o feto está no ventre da mãe – estar ainda aberto por Victoria ter nascido prematura para efectuar um tratamento com prostaglandinas e evitar o seu fecho.

"A resposta foi boa" mas pouco a pouco a saúde da bebé foi-se deteriorando ao não conseguir, segundo o médico, um "ponto intermediário" na abertura desse conduto e que a sua situação se mantivesse estável.

Por isso, e face ao estado "crítico" da bebé, foi decidido com os pais proceder à cirurgia, que envolveu a introdução por uma artéria da perna de um diminuto "stent" (tubo), de 1,5 a 1,6 milímetros, para chegar ao coração.

A operação demorou cerca de duas horas e a saúde da bebé melhorou praticamente de forma imediata tendo deixado de necessitar de respiração assistida apenas cinco dias depois.

FONTE

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Acto de Reconocimiento al Trasplante Pulmonar. - SEPAR - Barcelona 2013

Acto de Reconocimiento al Trasplante Pulmonar.

Durante el Congreso Nacional SEPAR celebrado en el Palau de Congressos de Barcelona cobró especial relevancia el Trasplante Pulmonar, al cual va dedicado el año SEPAR 2013. Por esta razón, se celebró un Acto de Reconocimiento para todas aquellas personas que con su trabajo, esfuerzo y dedicación han contribuido a que el trasplante pulmonar sea posible en España y haya alcanzado cifras similares al trasplante cardiaco. También la Conferencia “El Pulmón al filo de lo posible” estuvo dedicada al trasplante con la presencia del Dr. Rafael Matesanz (ONT) y la actuación del profesor Antonio Campillo, músico trasplantado pulmonar.

sábado, 23 de novembro de 2013

La justicia anula el cese del jefe de Cirugía Torácica del hospital coruñés

El fallo recuerda que el médico fue destituido seis meses después de recibir “felicitaciones” de la Gerencia de Gestión.

El cirujano José María Borro, ante el hospital coruñés / GABRIEL TIZÓN

 El Tribunal Superior de Xustiza de Galicia ha revocado de manera firme la destitución en octubre de 2012 del jefe del Servicio de Cirugía Torácica del hospital de A Coruña, José María Borro. El alto tribunal considera, como ya establecía un primer fallo de un juzgado que fue recurrido por el Sergas, que el cese de Borro no fue razonado ni dio al afectado la posibilidad de defenderse. La retirada de la jefatura de servicio al cirujano que impulsó el programa de trasplantes de pulmón en Galicia se produjo después de que Borro denunciase ante sus superiores desde el uso a sus espaldas de una técnica quirúrgica “sin garantías” hasta el desvío de pacientes a la privada.

La Administración, sostienen los magistrados, “no actuó con la transparencia debida” y la decisión de retirarle al médico el cargo presentó “una apariencia de posible arbitrariedad”. Borro se reincorporó a este puesto y al de coordinador de trasplantes pulmonares el pasado verano por orden judicial mientras se dirimía el recurso de la Xunta. La Sala muestra reparos al argumento esgrimido por la gerencia del Complexo Hospitalario Universitario de A Coruña (CHUAC) para justificar el cese de Borro tras 14 años en el puesto: la pérdida de confianza en el cirujano. El fallo recuerda que el médico fue destituido seis meses después de recibir “felicitaciones” de la Gerencia de Gestión Integrada. El tribunal subraya que el “carácter discrecional” del nombramiento y del cese de la jefatura de servicio “no excluye el control de legalidad”.

Protestas

El cese del padre de los trasplantes pulmonares en Galicia desencadenó las protestas de la Asociación de Trasplantados de Galicia Airiños —que recabó 1.645 firmas que exigían a la Xunta una auditoría externa que aclarease el conflicto en el Servicio de Cirugía Torácica— y llevó a que médicos del hospital suscribiesen una carta abierta reclamando la vuelta de Borro a su puesto. La readmisión de este cirujano a la jefatura de servicio por sentencia judicial firme no es la primera que se produce en los hospitales públicos gallegos desde que el PP entró en la Xunta en 2009. Un fallo del Tribunal Superior anuló también el cese en mayo de 2011 del jefe de servicio de Digestivo del hospital de Pontevedra, Enrique Vázquez Astray, y acusó al Sergas de actuar de “mala fe”.

Reportaje anterior AQUÍ

FONTE

 

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Portugal - Rastreio neonatal à fibrose quística já identificou um caso suspeito no 1º mês


22/11/2013 - 09:14

No primeiro mês do projecto-piloto que inclui o rastreio à fibrose quística no teste do pezinho, foram feitos sete mil exames, entre os quais foi identificado um caso suspeito, disse à agência Lusa a coordenadora do projecto, Celeste Barreto, avança o Diário Digital.

O Projecto-piloto - Rastreio e Diagnóstico Precoce da Fibrose Quística, da Associação Nacional da Tuberculose e Doenças Respiratórias (ANTDR), arrancou no dia 21 de Outubro e vai realizar-se durante um ano nos Centros de Saúde e Maternidades de todo o País.

Até agora, Portugal era dos poucos países da Europa onde este teste ainda não estava incluído nos rastreios neonatais.

Fonte

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Maioria dos portugueses ainda acredita que antibióticos devem ser usados em gripes e constipações

15/11/2013 - 14:31

Apesar das campanhas a alertar para os perigos do abuso do consumo de antibióticos e para a importância de estes medicamentos serem utilizados apenas com prescrição médica, muitos mitos continuam a persistir entre os portugueses: 69% dos inquiridos num estudo continuam a acreditar que os antibióticos servem para matar vírus e 61% acham que são indicados para o tratamento de constipações e gripes, avança o jornal Público.

Em ambos os casos, os números melhoraram em relação a 2009 (menos nove pontos percentuais na primeira resposta e menos 12 na segunda), mas ficam muito acima da média da Europa a 27, onde 49% das pessoas acreditam que os antibióticos são eficazes contra os vírus e 41% nas outras doenças mencionadas. Os dados fazem parte da edição especial do Eurobarómetro — realizado pelo organismo de estatísticas da União Europeia — divulgado nesta sexta-feira sobre “Resistência Antimicrobiana”.

O trabalho do Eurobarómetro contou com 26.680 entrevistas nos 27 países entre Maio e Junho deste ano. Em Portugal, a amostra foi de 1007 pessoas. Entre os inquiridos, 38% tinham tomado antibióticos nos últimos 12 meses (mais 3% que na média europeia e mais 5% do que em 2009, o que vai em linha contrária com a tendência de queda europeia). Além disso, verifica-se uma grande diferença entre géneros, com as mulheres a representarem 43% do total.

Ainda alguns acessos sem receita

Apesar do desconhecimento sobre as situações em que os antibióticos são adequados, há um dado positivo mas que também piorou cinco pontos percentuais em relação a 2009, com 88% dos portugueses a responderem que tomaram estes medicamentos mediante prescrição médica — que é, aliás, obrigatória. A média europeia fica ligeiramente abaixo, mas manteve-se: 87%. Ainda houve 2% de pessoas que assumiram tomar antibióticos que tinham em casa de vezes anteriores e 3% que conseguiram comprá-los na farmácia sem receita.

Questionados sobre a última razão pela qual tomaram um antibiótico, em Portugal a maior parte dos inquiridos (22%) responderam que foi devido a uma gripe, 15% por garganta inflamada, 11% por constipação, 9% por bronquite e 6% por infecção urinária. Um cenário diferente do europeu, onde há um empate a 18% entre bronquites e gripes, seguidos de 13% de pessoas a responderem constipações, 11% garganta inflamada e 9% infecção urinária.

Ainda nas perguntas relacionadas com o conhecimento destes fármacos, 79% dos portugueses (contra 84% dos europeus) disseram saber que o uso desnecessário faz com que os antibióticos percam o seu efeito. Mas, mais uma vez, os dados em Portugal revelam uma quebra de cinco pontos percentuais. Da amostra portuguesa, as pessoas entre os 25 e os 39 anos foram as que responderam mais acertadamente, tendo pelo menos completado o ensino secundário e dito que receberam informação sobre o tema.

Informação não está a chegar aos cidadãos

Alguns dos resultados parecem não estar a melhorar, em parte porque a informação não está a chegar por todos os canais aos cidadãos. Por exemplo, no último ano só 12% dos portugueses inquiridos se lembram de ter recebido informação sobre o mau uso de antibióticos ou o facto de não servirem para gripes e constipações, quando a média na Europa a 27 é de 33%. Além disso, entre os portugueses estão a ser os médicos (40% dos casos, contra 27% na União Europeia) e outros profissionais de saúde a passar mais as mensagens, sendo os casos de alertas nos meios de comunicação social muito menos mencionados do que em outros países.

Em geral, em relação aos 27 países, o relatório demonstra que desde 2009 o consumo de antibióticos tem vindo a cair na maior parte dos países, a par com o aumento de campanhas de sensibilização para a importância de utilizarmos correctamente estes medicamentos. O problema, alerta o Eurobarómetro, é que mesmo assim os dados revelados pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças mostram que são cada vez mais os casos de bactérias que não respondem aos antibióticos — as chamadas bactérias multirresistentes.

A Comissão Europeia está a explorar, através de 15 novos grupos de investigação, novas formas de harmonizar regras, recolher dados e chegar às melhores práticas para contrariar esta tendência, também no campo da agricultura e da alimentação animal, que coloca em risco a saúde pública. “Estou seriamente preocupado com o facto de os antibióticos, que nos permitiram no passado tratar infecções bacterianas mortais e salvar muitas vidas, estejam agora a ficar cada vez menos efectivos”, afirmou, num comunicado, o comissário europeu da Saúde, Tonio Borg.

Dados em linha com relatório nacional

Os números do Eurobarómetro para Portugal estão em linha com as preocupações do Ministério da Saúde e da Direcção-Geral da Saúde e com alguns dados recentemente publicados. De acordo com o relatório Portugal: Controlo de Infecções e Resistência aos Antimicrobianos em Números 2013, apresentado no dia 31 de Outubro, Portugal é o sétimo país europeu onde se consomem mais antibióticos fora do hospital, mas o seu uso em meio hospitalar também é excessivo, estando 12,7% acima da média europeia.

Um dos problemas detectados é a nível hospitalar. Quando se é operado, dá-se por norma antibiótico para prevenir a infecção, mas o que se constata é que a sua administração se prolonga por tempo excessivo. A toma devia ser inferior a 24 horas, mas em 64% dos casos é superior. Nesse sentido, vai ser emitida uma norma a tornar regra uma administração que não vá além daquele período. Portugal tem uma taxa de consumo de antimicrobianos em meio hospitalar de 45,4%, muito acima da média comunitária, de 32,7%.

O tema dos antibióticos tem estado na agenda das autoridades de saúde em Portugal, já que o país também está entre aqueles onde a resistência das bactérias a estes medicamentos mais tem aumentado entre humanos. Em Fevereiro, o Governo atribuiu mesmo o estatuto de programa nacional prioritário às infecções e às resistências aos antibióticos e a Direcção-Geral da Saúde comprometeu-se a estar mais atenta ao que os médicos prescrevem.

Nos relatórios do Sistema Europeu de Vigilância da Resistência aos Antimicrobianos (EARS), Portugal surge, ano após ano, no grupo dos dez países europeus que mais consomem antibióticos. Esse consumo excessivo será, precisamente, um dos principais alvos do programa nacional prioritário.

Por outro lado, Portugal continua também com um dos valores mais elevados entre 28 países de uma perigosa bactéria conhecida por MRSA (Methicillin-Resistant Staphylococcus aureus) e associada a infecções adquiridas em meio hospitalar. A resistência aos antibióticos é um dos mais preocupantes problemas de saúde pública, criado em grande parte pelo uso e abuso desta arma terapêutica. Os doentes infectados com estas bactérias resistentes têm opções limitadas de tratamento, exigindo um maior esforço (financeiro e não só) dos sistemas de saúde. Muitas vezes, resultam em estadias prolongadas nos hospitais e mesmo em morte.

FONTE

Pulmonale ilumina céu de Lisboa e Porto

15/11/2013 - 15:50
Sob o mote “Dá luz a esta ideia!”, a Pulmonale – Associação Portuguesa de Luta Contra o Cancro do Pulmão assinala no próximo dia 17 de Novembro, domingo, o Dia do Não Fumador, com uma largada de 4000 balões luminosos no Porto e em Lisboa. Esta acção simbólica pretende assinalar cada um dos 4000 novos casos de Cancro do Pulmão que todos os anos são diagnosticados em Portugal, avança comunicado de imprensa.

Atendendo aos dados do estudo que revelam pouco a falta de conhecimento em torno de uma doenças oncológicas mais mortíferas e como forma de assinalar o Dia Mundial do Não Fumador, a Pulmonale realiza no dia 17 uma largada de 4000 balões que iluminarão os céus de Lisboa e Porto. Esta é uma acção simbólica que pretende não só assinalar o Dia Mundial do Não Fumador, como também prestar uma homenagem aos cerca de 4000 novos casos de Cancro do Pulmão que todos os anos fazem parte da estatística nacional. “É importante levar as pessoas a reflectir sobre esta realidade que acreditamos ser possível alterar. O Cancro do Pulmão é uma das principais causas de morte evitáveis se atendermos ao facto de 90% se dever aos hábitos tabágicos”, refere o Presidente da Pulmonale.

A acção está marcada para as 19h00 em Lisboa, na Praça Luís de Camões, e no Porto, na esquina entre a Rua das Carmelitas e a Rua Cândido dos Reis.

Sobre a Pulmonale – Associação Portuguesa de Luta Contra o Cancro do Pulmão

Trata-se de uma associação para os doentes e pelos doentes com cancro do pulmão, que procura combater o estigma que existe em torno desta patologia e ajudar os que dela sofrem. Sem fins lucrativos, a PULMONALE nasceu em 2010 para prestar aconselhamento e apoio a pessoas que sofram de cancro pulmão e seus familiares, promover a melhoria e alargamento dos cuidados médicos, a difusão de informação sobre esta doença para o público, facilitar a cessação tabágica e promover a investigação sobre as causas e tratamento desta doença.

www.pulmonale.pt

FONTE

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

~A CORUÑA Los trasplantes no se discuten

El anuncio de Sanidad de una posible reordenación de las unidades de implante de órganos reabre las dudas sobre la descentralización de cirugías

 

El anuncio realizado por el Ministerio de Sanidad la semana pasada acerca de la necesidad de reordenar las unidades de trasplantes operativas en España ha levantado las primeras ampollas. Sobre todo después de que la Consellería de Sanidade confirmase que habrá que «repensar» si su actividad justifica que se mantengan todas o no. En Galicia, y en España, el Complexo Hospitalario Universitario A Coruña mantiene una posición preeminente, pese a lo cual algunas voces plantean que ha de realizarse una redistribución de las intervenciones, de cara a desviar a Santiago, el otro hospital en el que se llevan a cabo trasplantes, algunas de las cirugías de riñón y páncreas.
¿Qué actividad realiza el Chuac?
El Chuac es el gran centro trasplantador de Galicia y uno de los de mayor actividad de toda España. Forma parte de la apenas media docena de centros de todo el país que ofrecen todos los programas de órganos sólidos. En el 2012, en el hospital coruñés se practicaron 235 trasplantes, un 6,5 % más que el ejercicio anterior y a solo uno de la máxima cifra histórica desde que se iniciaron, en 1981, que se alcanzó en el 2000. Además, en el ránking nacional, el hospital coruñés lleva más de una década en los primeros puestos. El año pasado fue el cuarto con más intervenciones de toda España, solo por detrás de La Fe de Valencia, el Doce de Octubre de Madrid y el Clinic de Barcelona, situados en áreas poblacionales mucho más extensas.
¿Qué tipo de cirugías se practican en A Coruña?
En el Chuac se llevan a cabo trasplantes de riñón, hígado y páncreas, además de corazón y pulmón, programas estos dos últimos en los que es el único centro de Galicia acreditado y en los que, además, es el segundo hospital de España en número de intervenciones, tras La Fe, en el caso del cardíaco, y el Vall d`Hebron, en el pulmonar. En el resto de los injertos, el equipo coruñés ocupa la cuarta posición en riñón, la sexta en hígado y la séptima en páncreas.
¿Por qué se habla de «repensar» las unidades?
El anuncio del Ministerio de Sanidad, basado en un informe realizado por la Organización Nacional de Trasplantes (ONT) un año antes, fija sus argumentos en que mantener un número bajo de intervenciones no solo resulta más costoso, sino que resta seguridad y eficiencia a los equipos, que necesitan un número mínimo de operaciones para contar con un adiestramiento adecuado. En Galicia, la revisión que parece plantearse la Consellería afectaría a los trasplantes de riñón y páncreas, que se realizan tanto en A Coruña como en Santiago. En el 2012, el Chuac llevó a cabo 119 trasplantes renales y 19 se realizaron en el Chus de Santiago. En el caso del páncreas, solo se llevaron a cabo 5 en A Coruña. El hospital compostelano reclama una distribución geográfica diferente para hacerse con más cirugías, ya que solo trasplanta a pacientes de su área sanitaria y de la población asignada por el Sergas al hospital privado vigués Povisa, alrededor de medio millón de habitantes frente a los más de dos millones asignados al Chuac.
¿Qué cartas juegan a favor del Chuac?
Siguiendo los argumentos de la ONT, la eficiencia y seguridad, por contar con mayor volumen de actividad, así como la experiencia de un equipo que no solo asume las cirugías de otros centros en épocas puntuales de vacaciones del personal, sino que, además, se ha destacado como pionero en múltiples iniciativas en España. Entre las últimas, el impulso al trasplante renal de donante vivo -se practicaron 24 el año pasado, cinco puntos por encima de la media nacional-, los programas de desensibilización para trasplantes entre personas con grupos sanguíneos incompatibles, o las cirugías a testigos de Jehová sin sangre ni sus derivados, prácticamente exclusivas del centro coruñés, que acaba de presentar el primer protocolo del país para este tipo de pacientes. La poca distancia entre hospitales invalida el argumento de facilitar desplazamientos y además Sanidade, de decidirse por derivar a Santiago, tendría que hacer frente a las reivindicaciones de otros centros, como Vigo, que también quieren trasplantar.

IPST e Fundação Vodafone Portugal lançam plataforma interactiva ‘Dador’

13/11/2013 - 12:32

Foi apresentada esta terça-feira, no Centro de Sangue e de Transplantação de Lisboa (Hospital Pulido Valente), a inovadora plataforma ‘Dador’ que apela à dádiva de sangue através da tecnologia e das redes sociais, avança comunicado de imprensa.

Desenvolvida de raiz pela Fundação Vodafone Portugal, em parceria com o Instituto Português do Sangue e Transplantação, IP (IPST), a plataforma ‘Dador’ pode ser acedida a partir de uma aplicação para smartphones Android e iOS, através do website darsangue.pt e no Facebook e fornece informações sobre o estado da reserva nacional de sangue, os grupos sanguíneos mais procurados em cada momento e os locais mais próximos para a dádiva.

Esta plataforma permite uma interacção contínua e mais eficiente entre o IPST e os actuais dadores, permitindo o seu registo, configurar alertas específicos e ainda definir notificações directas, caso se verifique um stock reduzido do tipo de sangue do dador.

Em caso de necessidade extrema de determinado tipo de sangue, como no caso de eventuais acidentes/catástrofes, a plataforma possibilita também ao IPST accionar um alerta a toda a base de utilizadores registados compatíveis com o grupo sanguíneo em falta.

A plataforma permite igualmente comunicar e envolver toda a população que ainda não é dadora e informar o cidadão sobre as condições gerais de saúde para a dádiva. Em caso de essas condições serem as adequadas, indica quando e onde poderá fazê-lo, com base na sua localização e disponibilizando-lhe a funcionalidade de definição da rota para o local da dádiva seleccionado.

Adicionalmente, a plataforma disponibiliza informação útil sobre a dádiva de sangue e curiosidades sobre o sangue e grupos sanguíneos.

FONTE

La Mona Lisa pierde el pelo por dignidad

El retrato de Da Vinci protagoniza la campaña publicitaria de una fundación italiana de cáncer

No es la primera vez que en Italia se 'ficha' a la Gioconda para fines comerciales

"Un tumor cambia la vida. No su valor". La nueva campaña de la Fundación ANT, que asiste a enfermos terminales de cáncer, difunde su eslogan a través de una potente imagen viral: la Mona Lisa... pero calva. El retrato de Leonardo Da Vinci, alterado por la enfermedad, arroja alto y claro su mensaje: puedes perder el pelo, porque la quimioterapia te lo arrebata, pero no la sonrisa, no la espalda recta, la mirada alta y digna. "La imagen tuerce el icono esculpido en la memoria colectiva. Como el cáncer desbarata la existencia de quien lo sufre y de sus queridos", resume Raffaella Pannuti, presidenta de ANT, "pero no merma tu dignidad. Recordárselo a quien sufre es nuestro trabajo de cada día".
La asociación nacional tumores (ANT) es una de las fundaciones punteras en Europa en cuidados paliativos. Nació hace 35 años en Bolonia, en el norte de Italia, por voluntad del oncólogo Franco Pannuti. Desde entonces, ha asistido a 100.000 "padecientes" -como los define la hija del fundador, que preside la institución-. "No los llamamos pacientes: cuidamos de personas que no tienen paciencia, no pueden tenerla. Lo que desean y necesitan es ser acompañados, contar asistencia de calidad y humanidad, en el calor de su casa y con sus seres queridos a su alrededor". Cerca de 400 profesionales, entre médicos, enfermeros y psicólogos asisten gratuitamente cada día a cerca de 4.000 personas.
"Las campañas que diseñamos para ellos no buscan vender un producto, sino sensibilizar. El cáncer es una enfermedad que nos afecta a cada uno de nosotros: puede tocarle a un familiar, a un amigo, a nosotros mismos", dice Stefano Ginestroni, director creativo de la agencia Diaframma de Florencia que lleva tres años trabajando para ANT de forma gratuita y que firma la nueva campaña.
"Antes de publicar esta imagen lo consultamos con nuestros asistidos", comenta Pannuti al referirse a la Mona Lisa. "Sabíamos que podía ser chocante: la pérdida del pelo es una fase delicada de la enfermedad, un efecto que sigue viviéndose con pudor, sobre todo por parte de las mujeres menos jóvenes. Las respuestas nos convencieron de que estábamos haciendo lo correcto. Acabo de recibir un mail, entre los cientos de mensajes de estos días, de una muchacha española que me emocionó: me da las gracias. 'Por fin', me escribe 'derrumbamos un tabú: son los sanos que te miran con extrañeza o con piedad cuando tu cabeza se parece un balón. Tú mantienes tu esencia, tu belleza'. Tener un tumor no es una vergüenza, es un hecho al que hay que enfrentarse".
No es la primera vez que el enigmático rostro de mujer retratado por Da Vinci se manipula para transportar un mensaje a la sociedad actual. "Se quedó en los manuales de publicidad italianos", comenta Giuseppe Mazza, fundador y director creativo de la agencia Tita, de Milán. "El responsable debe ser el anuncio de Ferrarelle [el agua efervescente natural de San Pellegrino] de los años ochenta". En esta pieza, el retrato aparecía con tres distintos peinados: uno muy lacio, que representaba el agua natural; uno rizado, que aludía a la con gas y, finalmente, en su versión original, conocida y apreciada en el mundo, alegoría de la perfección intrigante, como el producto que se quería vender.
"Arte y publicidad van de la mano. Por ejemplo, para su campaña Connecting people, Nokia utilizó los dedos de Adán y de Dios que se acercan el uno al otro en la bóveda de la Capilla Sixtina, decorada por Miguel Ángel. La línea que separa las dos disciplinas siempre fue muy sutil", comenta el también editor de la revista del sector Bill. "El pintor René Magritte (1898-1967) fue publicitario y este oficio le ayudó a afinar su firma. El francés Toulouse Lautrec (1864-1901) fue un grandioso creador de carteles, el primero de la época moderna. Por no hablar de Andy Warhol".
Los ejemplos de campañas publicitarias que echan mano o se inspiran en obras de arte muy grabadas en la retina del público son variados: la marca de Vodka Absolut empezó haciendo decorar sus botellas justo al fundador de la Factory neoyorquina o a Keith Haring. "El truco es el mismo: tomar un icono muy reconocible por el gran público y torcerlo con lo que se llamaba un escándalo visual. Esta modificación sintetiza el mensaje. Lo dispara directo a la gente porque descoloca, llama la atención", evalúa Mazza.
Es lo que hicieron los creativos de Diaframma. En las próximas semanas las marquesinas, las páginas de las revistas y los banners de la Red estarán inundados de su Mona Lisa enferma, aunque igual de erguida y orgullosa que siempre. "Va a chocar", considera Ginestroni, "porque todo el mundo la tiene memorizada con pelo. Pero enseguida se entiende: la enfermedad no puede arrancarte la dignidad. La vida es esto. La vida es dolor y belleza. Sufrimiento y sonrisa". Una obra de arte, hasta el último aliento.

FONTE

Futuro das dádivas de sangue não está garantido

13/11/2013 - 08:15

O presidente do Instituto Português do Sangue e da Transplantação afirmou esta terça-feira que o futuro das dádivas de sangue não está garantido, porque as gerações não se renovam, razão pela qual foi lançada uma plataforma para captar novos dadores, avança a agência Lusa, citada pelo Diário Digital.

Helder Trindade falava à Lusa a propósito do lançamento da plataforma 'Dador', que apela à dádiva de sangue através das novas tecnologias, incluindo uma aplicação para telemóvel, uma aplicação para Facebook e um website, fornecendo informações sobre o estado da reserva nacional de sangue, os grupos sanguíneos mais procurados em cada momento e os locais mais próximos para a dádiva.

"A plataforma pode ser descarregada para smartphones e iphones e tem duas vertentes. Uma diz respeito a diverso tipo de informação para os dadores -- como as perguntas mais frequentes, testes para avaliar e dizer se a pessoa pode ser dador, indicação do estado das reservas e a quantidade de sangue necessário", explicou.

A outra vertente desta plataforma é o facto de estar ligada por via GPS aos locais onde há colheita, o que permite conduzir os dadores directamente aos postos de colheita e inclusivamente revelar postos móveis que possam estar menos visíveis, como uma carrinha escondida atrás de um edifício, acrescentou.

"A plataforma tem também um aspecto interessante para os jovens: criámos jogos online, atribuindo medalhas e pontos, para cativar os mais jovens para esta causa", explicou.

O presidente do Instituto Português do Sangue (IPST) explicou que o objectivo é continuar a procurar dadores mais jovens, porque "o futuro não está garantido".

Este ano, o IPST contabilizou até final do mês de Agosto deste ano 15.200 novos dadores com menos de 35 anos.

"É um número significativa mas que não nos deixa ficar tranquilos, porque a população está envelhecida, os nascimentos não estão a aumentar e temos a emigração, por isso temos que trabalhar mais no sentido de os jovens darem mais para manter no futuro dádivas de sangue", disse.

Ainda nesse sentido, o IPST tem trabalhado junto das universidades e dos call-center, não só para angariar novos dadores, mas também para tentar fidelizar estes novos dadores deste ano e torná-los dadores regulares.

Falando das reservas actuais, Helder Trindade revelou que este tem sido um "ano calmo" e que esta é uma fase "bastante boa", com 16 mil unidades a nível nacional e cerca de 10 mil unidades no IPST.

Ainda assim, "estes números não nos permitem descansar. Contamos que esta nova plataforma nos ajude no final de ano [período sempre crítico para as dádivas]. Procuramos também novos locais e períodos diferentes de colheita", revelou.

O presidente do instituto está já a antever o período de quebra de dádivas que acontece sempre perto do natal, mas ainda assim com alguma tranquilidade, pois as actuais reservas estão bastante longe dos "números críticos" atingidos em 2011, com oito a nove mil unidades de reserva a nível nacional e cerca de três mil no IPST.

FONTE

terça-feira, 12 de novembro de 2013

A DPOC não deixa…

A DPOC não deixa…
"A DPOC não nos deixa..." é o mote da campanha lançada pela Associação Respira e acolhida em todas as salsas de Cinema City do País. O spot foi criado com o intuito de assinalar o Dia Mundial da Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica, 20 de novembro.
Produzido pela UP, o vídeo vai ser transmitido de 14 a 20 de novembro, tem 10 segundos e chama a atenção para as dificuldades que as pessoas que sofrem de DPOC sentem diariamente, como subir escadas ou falar e andar em simultâneo.
A iniciativa visa sensibilizar a população para esta doença respiratória, que afeta sobretudo os fumadores, e não se confina à transmissão do spot. Junto às bilheteiras vão estar colados códigos de barras bidimensional (QR Code), para os utilizadores de smartphones e tablets acederem ao site da Respira e a toda a informação relativa à DPOC.

A DPOC não deixa…
briefing@briefing.pt

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

A CORUÑA Despedida de dos históricos de la sanidad

El primer nombre al que hago referencia está unido a la historia del Chuac, y en concreto a la Oficina de Coordinación de Trasplantes. «Estuve 22 años de coordinadora del programa de trasplante hepático y pulmonar, al principio solo estábamos Buitrón, Daniel Vilela, Carmen, la secretaria, y yo», recuerda Covadonga Lemos García, que se acaba de jubilar tras varias décadas de trabajo, de duro trabajo. «Currar, curré. Bueno, curramos todos. Recuerdo haber estado tres días en el hospital sin ir a casa», comenta esta mujer iniciadora y pionera de los trasplantes que a pesar de haber cumplido los 65, y por la tanto haberse jubilado, sigue al lado de los pacientes. «Creé una perfil en Facebook, El Rincón de Cova, para estar en contacto con ellos», destaca. Con motivo de su despedida laboral los compañeros organizaron una gran despedida. «Ahora estoy relajada y con ganas de apuntarme a Pilates o natación, que antes no podía al tener que estar siempre localizada», apunta Cova.
Adiós al pediatra
Manuel Bello, pediatra de siempre del centro de salud de la Casa del Mar, se acaba de jubilar y los compañeros organizaron una cena de despedida en el restaurante Nauta Coruña. El momento más emotivo fue cuando la también pediatra del centro Teresa Suárez de Llano lo definió en su discurso como «el mejor e inigualable compañero de trabajo que jamás un profesional podía tener».
Samaín de Dexo
Es una fiesta que cada año va a más. Centenares de niños acudieron al centro cívico para celebrar el Samaín al ritmo del grupo folclórico Amanexo de Dexo. Poco antes de las diez de la noche, se apagaron las luces del pueblo y empezó el «terrorífico» recorrido por la carretera principal entre calabazas encendidas. Una fiesta entrañable que contó con la colaboración de algún vecino disfrazado que asustó a los niños asomándose desde el muro de su casa e intentando coger a alguno. Sorpresas, música y castañas en una noche que ya es un referente en Dexo y la comarca.
Premio a Gonzacar
Aunque es la séptima vez que lo ganan, acogieron el galardón con la misma satisfacción que el primero. El presidente de Ford España, José Manuel Machado, entregó a la firma Gonzacar, cuyo gerente es Marcial Castro, el premio Chairman?s Award en reconocimiento a la calidad de sus servicios.

Portugal - Transplante Orgãos

Capa do Público (7-11-2013)

Há 3 anos que a medida estava dependente de um parecer da Ordem dos Médicos. A ideia é aumentar o número de transplantes, sobretudo de rins.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Portugal - Governo prepara corte na comparticipação de medicamentos

06/11/2013 - 07:54

Uma redução da comparticipação do Estado no preço dos medicamentos permitirá poupar cerca de 30 milhões de euros, escreve o Correio da Manhã, citado pelo Jornal de Negócios.

O Governo vai cortar a compartição de vários medicamentos e já pediu uma avaliação com esse propósito ao Infarmed que ainda não está concluída. As poupanças estimadas são de 30 milhões de euros, escreve o Correio da Manhã.

Fonte oficial da Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) afirmou ao diário que se trata de “um procedimento habitual” que é feito regularmente para “adaptar a comparticipação à evolução do conhecimento técnico-científico, garantindo aos doentes o acesso às melhores terapêuticas, com uma relação custo-efectividade favorável”.

Mas do procedimento deverá resultar uma poupança de 30 milhões de euros para os cofres públicos, numa factura anual de 1.200 milhões de euros. A medida surge no momento em que está em debate o Orçamento do Estado para 2014, que inclui cortes de cerca de 250 milhões de euros no ministério liderado por Paulo Macedo.
FONTE

Esquadrão da Pneumonia aposta na prevenção

06/11/2013 - 08:51

“Esquadrão da Pneumonia” é uma campanha de sensibilização e prevenção da Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP), que tem início no dia 12 de Novembro, Dia Mundial da Pneumonia, e prolongar-se-á pelas duas semanas seguintes, com o objectivo de sensibilizar a população para a Pneumonia e para os problemas com ela relacionados, avança comunicado de imprensa. 7

A Pneumonia pode ser mortal. Apesar de não ser sazonal – há internamentos e mortes por Pneumonia ao longo de todo o ano – é nos picos de Gripe, altura em que nos encontramos – que se dá a maior incidência da doença.

A prevenção é, por isso, a bandeira deste Esquadrão, que vai percorrer o País de norte a sul – Lisboa, Faro, Coimbra, Viseu e Porto - numa unidade móvel, entre os dias 12 e 26 de Novembro.

Técnicos de saúde vão realizar testes de espirometria e transmitir informação sobre a doença, formas de prevenção e esclarecer outras dúvidas.

Esta iniciativa dirige-se a toda a população, sobretudo, aos adultos a partir dos 50 anos, os mais afectados pela Pneumonia, bem como os grupos de risco, que incluem pessoas com doenças crónicas associadas como a diabetes, doenças respiratórias ou cardíacas, e que tenham hábitos como o alcoolismo e ou o tabagismo. A Sociedade Portuguesa de Pneumologia lança o alerta: a vacinação pneumocócica é a melhor forma de prevenir a Pneumonia.

“Acreditamos no “Esquadrão da Pneumonia” e no impacto que vamos ter junto da população. “, explica Carlos Robalo Cordeiro, médico pneumologista e presidente da SPP, acrescentando,

“Queremos alertar a sociedade civil e comunidade científica para a prevenção da doença. O termo “Esquadrão da pneumonia” significa o conjunto de pessoas e iniciativas que visam proteger toda a comunidade, defender a população da pneumonia. Um esquadrão forte, coeso, unido a favor de uma causa: a prevenção. O escudo delineado em forma de pulmão é o nosso símbolo: representa precisamente a defesa conseguida através da prevenção”.

Calendário Esquadrão da Pneumonia
12 e 13 de Novembro – Lisboa | 10.00 – 18.00
14 e 15 de Novembro – Faro | 10.00 – 18.00
19 e 20 de Novembro – Coimbra 10.00 – 18.00
21 e 22 de Novembro – Viseu 10.00 – 18.00
25 e 26 de Novembro – Porto | 10.00 – 18.00

A Pneumonia mata e é responsável pelo internamento de, em média, 81 adultos por dia, dos quais 16 acabam por morrer.

A Pneumonia pode ser mortal. Há internamentos e mortes por Pneumonia ao longo de todo o ano, embora seja nos picos de Gripe, que se dá a maior incidência da doença. Prevenível através da vacinação, a infecção por Streptococcus pneumoniae (pneumococo) é uma causa importante de morbilidade e mortalidade.

As crianças e os adultos a partir dos 50 anos, são os mais afectados pela Pneumonia, bem como grupos de risco, que incluem pessoas com doenças crónicas associadas como a diabetes, doenças respiratórias ou cardíacas, e que tenham hábitos como o alcoolismo e ou o tabagismo.

Um estudo desenvolvido pela Comissão de Infecciologia Respiratória da Sociedade Portuguesa de Pneumologia, revela que esta doença é responsável pelo internamento de, em média, 81 adultos por dia, dos quais 16 acabam por morrer.

“A vacinação pneumocócica é a melhor forma de prevenção contra a Pneumonia”, acrescenta o Prof. Carlos Robalo Cordeiro. “Existem duas vacinas, uma mais antiga e outra recente, com diferentes eficácias. A mais recente está indicada na UE para todas as idades a partir das 6 semanas e é especialmente recomendada a crianças, grupos de risco, indivíduos de todas as idades pertencentes a grupos de alto risco, e adultos a partir dos 50 anos. No caso dos adultos, basta uma dose única ao longo da vida”.

A Vacina Pneumocócica previne formas graves da infecção por pneumococos, como a Pneumonia, a Meningite e a Septicémia e outras menos graves como a Otite Média Aguda e a Sinusite. O pneumococo é o responsável por, aproximadamente, 3 milhões de mortes por ano em todo o mundo, sendo, por isso, uma das principais causas de morte preveníveis através de vacinação.

FONTE

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Novo exame para câncer de pulmão

Novo exame para câncer de pulmão deixa possibilidade de cura superior a 80%
Exame de câncer de pulmão



Cientistas brasileiros descobrem câncer de pulmão na fase inicial.




Pela primeira vez na América Latina, pesquisadores brasileiros conseguem rastrear o câncer de pulmão na fase inicial. O exame é uma tomografia de baixa dosagem e está sendo testado em pacientes do SUS, em um hospital em São Paulo.

300 pacientes participam de uma pesquisa inédita no Brasil. Os pacientes têm entre 55 e 74 anos, fumam ou fumaram pelo menos um maço de cigarros por dia. São pacientes considerados de alto risco.

Detectar o câncer logo no inicio é o que vai determinar a cura. Normalmente o câncer de pulmão só é descoberto quando o paciente já apresenta sintomas como, tosse com sangue, dor e perda rápida de peso.

A chance de cura da doença na fase inicial é superior a 80%. Se o câncer é encontrado na fase avançada, a pocibilidade de cura é menor que 30%. No câncer avançado com metástase e já disseminado a chance de cura é progressivamente menor.

O exame é feito em uma máquina de tomografia normal. A diferença é a intensidade de radiação, que é de quatro a sete vezes menor que a convencional. Isso permite que o paciente faça quantos exames forem necessários por ano, com segurança.

Os pesquisadores querem provar aqui no Brasil o que já foi confirmado nos Estados Unidos, que o uso de topografia de baixa dose de radiação é muito eficiente para detectar o câncer de pulmão na fase inicial. No futuro, esse tipo de exame devera ser comum, assim como a mamografia é para detectar o câncer de mama logo no início.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

La Corunha - Hospital Juan Canalejo

La Corunha - Hospital Juan Canalejo
Hotel de Pacientes - Vários Portugueses salvos por um Transplante Pulmonar

Uma vida é pouco para mim

Uma vida é pouco para mim
O meu lema de vida - Dia do meu Transplante Pulmonar