sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Portugal - Há quase duas mil pessoas à espera de um transplante de rim


31/01/2014 - 08:49

No final do ano passado havia em Portugal 1910 pessoas à espera de um transplante de rim, um número que diminuiu em 67 face a 2012, avança o jornal Público.

Para a coordenadora nacional na área da transplantação do Instituto Português do Sangue e da Transplantação, Ana França, o facto de em 2013 os transplantes terem aumentado em 15% face ao ano anterior parece apontar para “o fim descalabro a que se vinha a assistir”. Mas ainda se está longe do número de dadores atingido por Portugal nesta área em 2009.

Entre 20% a 40% dos órgãos são rejeitados porque o potencial dador sofre de uma patologia que se desconhecia, sobretudo doenças infecciosas como o VIH ou hepatites, ou então cancro.

  FONTE

Fonte: Público
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/ha-quase-duas-mil-pessoas-a-espera-de-um-transplante-de-rim-1621755
 

sábado, 18 de janeiro de 2014

Tabaco - Quando uma imagem vale por mil palavras ...

Tabaco
DPOC
Cancro
Morte
Doenças Cardiovasculares

E quando já não podes fazer um
Transplante Pulmonar para te salvar a vida?

Sabias que em alguns países já ficas fora da lista de espera para um transplante pulmonar se a causa de DPOC for o tabaco?

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

ESPAÑA, LIDER DE NUEVO EN TRASPLANTES DE ORGANOS (2013)

VIDEO: https://www.facebook.com/photo.php?v=606976436040573&notif_t=like

ESPAÑA HA MARCADO UN GRAN RECORD: DESDE HACE 22 AÑOS EL PAIS ES LIDER MUNDIAL EN DONACION DE ORGANOS Y EN EL 2013 VOLVIO A MARCAR UN RECORD: 4.279 TRASPLANTES. UN EXITO QUE LA ORGANIZACION NACIONAL DE TRASPLANTES RECONOCE A LOS DONANTES Y PROFESIONALES MEDICOS. HAN AUMENTADO LAS DONACIONES DE TODAS LAS MODALIDADES: EL TRANSPLANTE DE PULMON HA AUMENTADO UN 20% Y EL DE PANCREAS, UN 10%. EL NUMERO DE DONANTES DE MEDULA OSEA ES EL DOBLE QUE EL AÑO ANTERIOR. DECL. RAFAEL MATESANZ, DIR. ORG. NACIONAL TRASPLANTES. — em TVE 2.

domingo, 12 de janeiro de 2014

Dialise Peritonial (video explicativo)


Video explicativo de dialise peritonial em ambulatório.
FONTE

O que é Diálise Peritoneal

Uma das opções de tratamento disponíveis no tratamento da Insuficiência Renal Crónica Terminal. É uma técnica fisiológica que utiliza a membrana peritoneal (membrana que envolve os órgãos abdominais), atua como um filtro do sangue, removendo excesso de água e toxinas do corpo.  É uma técnica também denominada "auto-diálise", porque é realizada por si ou por um familiar próximo.
 

Opções na Diálise Peritoneal

 

  • DPCA - Diálise Peritoneal Continua Ambulatória
  • DPA - Diálise Peritoneal Automática

 

 

DPCA - Diálise Peritoneal Continua Ambulatória (Manual)

A solução de Diálise Peritoneal é infundida na cavidade peritoneal através do cateter, a solução permanece na cavidade peritoneal, durante algumas horas (de 4 a 6), chamando-se a este período tempo de permanência. Após  o tempo de permanência a solução utilizada é drenada e substituída por uma solução nova. Este procedimento é conhecido por troca e repete-se 3 a 5 vezes por dia, realizada durante o dia.

 

DPA - Diálise Peritoneal Automática

 

A substituição da solução de diálise é efetuada automaticamente por uma máquina portátil (cicladora) durante a noite, por um período de 8 a 12 horas.
 
Para realizar a Diálise Peritoneal é necessário um acesso - Cateter Peritoneal.

 

Onde se faz?

Ambos os tratamentos são realizados em casa. A escolha entre um deles  depende das suas preferências estilo de vida e condições clínicas. A técnica aprende-se com facilidade.

Diálise Peritoneal e as Férias?

Os doentes em Diálise Peritoneal podem viajar, para isso é necessário, com antecedência, informar o seu médico (nefrologista) e enfermeiro/a, com alguma antecedência. Este tempo é necessário para a programação e verificação da possibilidade das respetivas entregas de material no local de férias.

FONTE: BAXTER

sábado, 11 de janeiro de 2014

Encontrado a solução que irá beneficiar todos os que sofrem de insuficiência renal crónica.


Implantar um rim artificial está tornando-se uma realidade. - "Estamos a cerca de 1-2 meses de iniciar os testes em laboratório".
Este dispositivo que é desenhado para funcionar da mesma maneira que um rim humano.
Destina-se a extrair os resíduos, e manter os nutrientes necessários no corpo.  Foi concebido para não ser rejeitado pelo organismo, eliminando os imunossupressores pós-operatório. Foi concebido para criar urina imediatamente após ter sido implantado.
Um dos objectivos dos investigadores para este rim artificial é que tenha uma durabilidade de 10 anos ou mais, e que não necessite de qualquer manutenção durante sua vida útil.
 

Alocação de rins para transplante em Portugal - 2014-01-11


Biostatistics Office. Ermesinde, Portugal.
National Institute of Health, Dr Ricardo Jorge. Oporto, Portugal.
Bruno A Lima, Miguel Mendes, Helena Alves
Tendo em conta o fato de que o dador cadáver de órgãos é um bem escasso, a sua distribuição deve ser equilibrada, a fim de maximizar a utilidade e justiça. Um sistema de distribuição de rins de dador cadáver deverá ser alicerçado em políticas transparentes. Deve ter em conta a relação entre oferta e procura, buscando um equilíbrio entre o benefício neto mais elevado de sobrevivência que pode ser fornecido por um determinado órgão e o tempo de espera dos candidatos a transplante (assim como a probabilidade de estes serem transplantados). Fatores como: idade do doente, local de residência, nível socioeconómico, causa de insuficiência renal, o prognóstico, o tempo de diálise e co-morbilidades influenciam os resultados do transplante. Também a qualidade dos dadores disponíveis deve ser considerada quando se olha para o equilíbrio entre a utilidade e justiça na distribuição dos órgãos. Nos EUA, Reino Unido e Portugal as regras de alocação de rins de dadores cadáver são baseados em sistemas de pontos atribuídos a cada possível receptor. No entanto, o fator-chave na alocação de órgãos é o tempo em diálise (numa base: primeiro a chegar, primeiro a ser servido). A discussão sobre o acesso ao transplante renal de dador cadáver é constante e deve ser feita de forma clara e sistemática, de modo a permitir as melhores decisões em todos os momentos.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Portugal Transplante Renal de Dador Vivo


Veja o vídeo aqui: http://sic.sapo.pt/Programas/boatarde/2014/01/08/o-medico-responde-as-duvidas-do-publico

A insuficiência renal crónica é SILENCIOSA e progressiva.

Os transplantes renais em especial de dador vivo sao muito importantes para nós transplantados pulmonares. Os imunossupressores sao muito toxicos para os rins. Tenta ser sempre acompanhado por um nefrologista para que saibas sempre a tua capacidade renal para nao entrares em insuficiencia renal cronica e nao ser preciso um transplante. Digo isto porque como deves saber grande parte dos transplantados pulmonares (ou até mesmo de outros orgaos) um dia mais tarde necessitam de um transplante renal. Para além de mim há mais pessoas neste momento com a capacidade renal a 25% e os rins na insuficiencia renal cronica param em simultaneo. Aos 20% começa-se a falar em transplante renal de dador vivo e aos 15% em dialise. Cuida bem dos teus rins, bebe muita água, cuidado com a alimentação, nada de exageros com as proteinas e sal, fazer exercicio com regularidade e tenta viver sem niveis altos de stress. Bom conselho? Sandra Campos.

Há alguns casos de transplantes de coração ou de figado que precisam mais tarde de um transplante renal mas em Portugal nao há experiência de transplante renal em transplantados pulmonares. Algo poderia ter sido falado no programa em especial porque estes casos têm que ser analisados de uma forma muito cuidadosa. A equipa do transplante pulmonar deverá sempre trabalhar em conjunto com a equipa de transplante renal (vivo ou cadaver). Sandra Campos. 

Em LISBOA os 3 centros de Transplante de Dador Vivo são:
Hospital Santa Maria
Hospital Curry Cabral
Hospital Santa Cruz


España - Sanidad prohíbe campañas para buscar donantes como la de Avilés en octubre de 2011

Octubre de 2011. El Ayuntamiento de Avilés, la Cámara de Comercio y organizaciones sociales se unían para apoyar a la familia del avilesino Hugo Pérez Santos en la búsqueda de un donante de médula ósea compatible con él. La campaña, organizada por una fundación alemana, incluyó una masiva recogida de muestras en el Complejo Deportivo Avilés y una polémica nacional ya que la Organización Nacional de Transplantes (ONT) argumentó que vulneraba sus competencias y la línea de trabajo habitual en España que no es otra que la donación altruista.
Desde ayer, una iniciativa como la de 2011 no se podría realizar. Y es que el Boletín Oficial del Estado publicaba una Orden del Ministerio de Sanidad donde, expresamente, se prohíben las campañas de búsqueda de donantes para una persona concreta. Además, la ONT deberá autorizar las recogidas de muestras biológicas.
De esta manera, la Organización Nacional de Transplantes reafirma su forma de trabajar y que ha convertido a España en un referente para todo el mundo. De hecho, la experiencia confirma que las campañas concretas suelen provocar el rechazo a donaciones a terceros. En el caso de la campaña de Avilés, hubo, al menos, el rechazo a una donación que beneficiaría a una menor de edad en otra comunidad autónoma.
Como estas campañas se impulsan como último recurso, existe el riesgo de generar una imagen de que el sistema de donaciones no es efectivo; además de gestionar datos de donantes que luego no son tales.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

España - TRASPLANTES Normativa Sanidad regula la promoción de donación de órganos y células

  • No se podrán promover donaciones de médula ósea que beneficien a un paciente concreto

  • Las campañas de particulares también tendrán que tener el visto bueno de la ONT


Centro de donación de médula en Madrid.
Centro de donación de médula en Madrid. R. CARDENAS
Desde este jueves, las entidades que pretendan desarrollar cualquier actividad de promoción y publicidad en apoyo de la donación de células y tejidos humanos deben, previamente, solicitar autorizacióna la Organización Nacional de Trasplantes (ONT), según una orden del Ministerio de Sanidad que prohíbe expresamente aquellas campañas que busquen el beneficio de un paciente concreto, así como la captación de donantes por parte de empresas privadas.
"La filosofía general de la norma es que para hacer cualquier actividad de promoción de la donación de células o tejidos, de cualquier tipo,no se podrá hacer de cara a un enfermo concreto, no se podrá pedir compensación económica y no se podrá ofrecer publicidad falsa o engañosa", ha explicado el director de la ONT, Rafael Matesanz.
"Todas estas disposiciones ya estaban reguladas, pero en esta orden quedan totalmente claras, con toda la información blanco sobre negro", señala Matesanz a EL MUNDO.
Según explica, la iniciativa de conjugar en una norma la regulación existente surgió hace dos años, tras la introducción en España deDKMS, una empresa alemana que buscaba donantes de médula para su banco privado.
La nueva regulación, que complementa a la propia de cada comunidad autónoma, pretende evitar que promoción de la donación entre en colisión con los principios de salud pública, por lo que establece que las campañas de captación de donantes deberán ajustarse a los principios de voluntariedad, altruismo y desinterés, "debiendo advertir que ni el donante, ni ninguna otra persona física o jurídica, puede solicitar, ni percibir, contraprestación económica o remuneración alguna vinculada al objeto de este apartado".
Asimismo, "la promoción y publicidad de la donación u obtención de tejidos se realizará en todo caso de forma general, sin buscar beneficio para personas concretas, debiendo evitar los llamamientos colectivos para la donación en favor de un paciente concreto".
El BOE indica que "en ningún caso", la autorización a la que se refiere esta orden podrá amparar actividades de extracción, procesamiento, almacenamiento, distribución o implante de células y tejidos humanos.
Matesanz ha subrayado a este medio que toda persona o entidad que quiera hacer una promoción de la donación que exceda el ámbito de una comunidad autónoma deberá ajustarse a las disposiciones recogidas en esta nueva orden y pedir una autorización expresa (en el caso de que el ámbito sea regional, deberán seguirse los procedimientos de cada comunidad).
Según ha aclarado, campañas recientes como la de#Médulaparamateo no tendrían ningún problema en recibir la autorización siempre que cumplan con lo estipulado, es decir, no hagan un llamamiento para una persona en concreto, no realicen peticiones económicas y aporten una información veraz. "Si el mensaje es positivo y cumple lo establecido en las leyes, siempre será bienvenido", subraya el director de la ONT.

Procedimiento de autorización

Cuando estas campañas superen el ámbito de una comunidad autónoma los interesados deberán presentar una solicitud de autorización que será elevada a la ONT.
Así, la resolución deberá dictarse y notificarse al interesado en elplazo máximo de tres meses a contar desde la fecha de presentación de la solicitud.
Además se contará con un informe de la Comisión de Trasplantes del Consejo Interterritorial del Sistema Nacional de Salud, cuando se rocen competencias de las comunidades autónomas. "Siempre va a ser una decisión consensuada con la CCAA y arbitrada por la ONT", advierte.
Así, con el fin de asegurar la unidad de criterio en la adopción de decisiones, las comunidades autónomas enviarán a la Secretaría de la Comisión copia de las solicitudes presentadas en sus respectivos registros, relativas a las actividades de promoción y publicidad objeto de la presente orden, a efectos de que, por el citado órgano colegiado, se emita informe previo a la adopción de la resolución de la correspondiente comunidad autónoma.
La normativa publicada en el BOE afecta también a la promoción de la donación de gametos (óvulos y espermatozoides), que "no son competencia" de la ONT pero era necesaria su regulación. Así, se deberá acreditar lo dispuesto por la Ley sobre técnicas de reproducción humana asistida, con respecto a la prohibición de la selección del donante por parte de los receptores de gametos, a la compensación por la donación y a la preservación del anonimato de los donantes.
Esto significa que, explica Matesanz, "se solicitará un informe a la Comisión Nacional de Reproducción Asistida que será la que se pronunciará sobre si procede o no".
Otro "caballo de batalla", señala el director de la ONT, que se verá subsanado con ésta orden serán aquellas iniciativas de promoción y publicidad de los bancos privados de cordón umbilical. "No es un fenómeno en modo alguno español, más bien internacional, pero cuando se empezaron a publicitar los bancos las posibilidades terapéuticas de estas técnicas se exageraron mucho", ha afirmado Matesanz, explicando que lo que se pretende evitar son falsas expectativas ante los beneficios de estas técnicas.
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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

La Corunha - Hospital Juan Canalejo

La Corunha - Hospital Juan Canalejo
Hotel de Pacientes - Vários Portugueses salvos por um Transplante Pulmonar

Uma vida é pouco para mim

Uma vida é pouco para mim
O meu lema de vida - Dia do meu Transplante Pulmonar