sexta-feira, 16 de maio de 2014

Viagens e problemas de saúde - Transplantados

Viagens aéreas e seus problemas médicos


Voar pode provocar ou agravar uma ampla variedade de doenças, apesar de serem muito poucas as que impedem que uma pessoa viaje de avião. Entre estas destacam-se o pneumotórax, lesões pulmonares provocadas pela tuberculose, doenças que poderão contagiar outros passageiros e problemas em que até uma pequena expansão de ar danificaria os tecidos, como no caso de uma cirurgia intestinal feita nos 10 dias anteriores. Algumas doenças exigem determinada planificação e a tomada de precauções antes de voar. Por exemplo, as pessoas a quem foi feita uma colostomia deverão levar uma bolsa grande e prever que ela pode encher-se várias vezes.
Uma viagem de avião coloca diversos problemas, como alterações na pressão do ar, diminuição da quantidade de oxigénio, turbulências, alterações no ritmo interno de 24 horas (circadiano) do organismo (desfasamento de horário, ou jet lag) e stress psicológico ou físico.
Alterações na pressão atmosférica
Os aviões modernos mantêm a pressão do ar dentro da cabina (pressão na cabina) em valores baixos, equivalentes à pressão atmosférica entre 1500 e 2400 m de altitude. A esses valores, o ar retido nas cavidades do corpo (como as dos pulmões, do ouvido interno, dos seios e do tracto intestinal) expande-se cerca de 25 %. Por vezes, esta expansão agrava certos problemas de saúde, como um enfisema, uma obstrução das trompas de Eustáquio, uma sinusite crónica e dores crónicas abdominais provocadas por gases. Os problemas podem ser consideravelmente agravados quando um avião, acidentalmente, perde a pressão da cabina ou quando esta não está pressurizada, como acontece com algumas avionetas pequenas.
Durante as viagens de avião é habitual ter uma sensação de pressão nos ouvidos. Esta produz-se quando aumenta a diferença entre a pressão dentro e fora do ouvido, o que faz com que o tímpano se abaule. Quando a trompa de Eustáquio (um canal que liga o ouvido médio à parte posterior do nariz) permite que o ar entre e saia do ouvido médio, a pressão iguala-se.
As constipações ou as alergias podem gerar secreções e um edema que bloqueia as trompas de Eustáquio e as infecções repetidas podem favorecer o desenvolvimento de cicatrizes que as obstruem parcialmente. O ar fica retido no ouvido médio, fazendo pressão (barotite média) e dor. (Ver secção 19, capítulo 212) Em determinados casos excepcionais o tímpano rebenta devido a isso. Do mesmo modo, pode ficar retido ar nos seios perinasais (barossinusite), provocando dores na cara.
Engolir saliva com frequência ou bocejar durante a descida do avião, bem como ingerir descongestionantes antes ou durante o voo, pode evitar ou aliviar estes problemas. Como as crianças são particularmente susceptíveis à barotite média, deverão mascar pastilha elástica, chupar um caramelo sólido ou beber algo durante a subida e a descida; os bebés podem ser amamentados ou então pode-se dar-lhes o biberão ou a chupeta.
Diminuição do oxigénio
A pressão relativamente baixa do ar no interior do avião também causa problemas devido aos seus efeitos sobre os valores de oxigénio.
Os valores baixos de oxigénio são particularmente problemáticos para quem sofre de doenças pulmonares graves, como enfisema ou fibrose quística, insuficiência cardíaca, anemia, angina grave, drepanocitose ou determinadas doenças cardíacas congénitas.
Normalmente, estas pessoas podem voar sem problemas se lhes for fornecido oxigénio. As linhas aéreas podem aceitar um pedido de oxigénio se tal necessidade lhes for comunicada 72 horas antes do voo. Normalmente, as pessoas que tenham sofrido um ataque cardíaco podem voar entre 10 e 14 dias depois do mesmo. Durante um voo os que sofrem de problemas respiratórios não deverão fumar nem ingerir álcool (pois isso agrava os efeitos da diminuição de oxigénio). Em geral, quem puder caminhar 90 m ou for capaz de subir um lanço de escadas deverá poder tolerar as condições normais da cabina, sem necessidade de oxigénio adicional.
Turbulências
As turbulências podem provocar enjoo ou lesões. As pessoas que têm tendência para enjoar nos aviões podem tomar comprimidos de dimenidrinato ou então aplicar emplastros de escopolamina sobre a pele. No entanto, estes fármacos podem ter efeitos negativos, sobretudo nos idosos. Os emplastros têm menos efeitos adversos. Para evitar lesões, os passageiros deverão manter os seus cintos de segurança apertados enquanto estão sentados.
Desfasamento de horário (jet lag)
O facto de viajar a grande velocidade, o que implica atravessar diversos fusos horários, provoca muito stress físico e psicológico, conhecido como desfasamento de horário ou jet lag (disritmia circadiana). Uma alteração gradual nos padrões de alimentação e de sono antes da partida pode aliviar o problema. Devem ser feitas algumas alterações no horário em que são tomados os medicamentos; por exemplo, os intervalos entre os medicamentos, que normalmente são ingeridos com horários precisos ao longo do dia, deverão basear-se no tempo decorrido entre as tomas (por exemplo, 8 horas) mais do que na hora local. Os diabéticos insulinodependentes, que utilizam insulina de acção prolongada, podem mudar para a insulina normal até que se tenham adaptado ao novo fuso horário, à alimentação e ao ritmo de vida ou, então, podem compensar progressivamente a diferença de fusos horários com o passar dos dias. Deverão estabelecer um programa de alimentação e de medicação com o seu médico, antes de partir, e levar consigo um instrumento que controle as concentrações de açúcar no sangue (glicose).
A melatonina, uma hormona que regula o ciclo do sono, ajuda a contrariar os problemas do mesmo provocados pelo desfasamento de horário. A sua eficácia depende de se tomarem as doses seguindo um esquema rigoroso. Como os produtos com melatonina são, mais do que medicamentos, suplementos nutricionais, a publicidade dos fabricantes não tem sido rigorosamente analisada e a qualidade de cada preparado comercial pode variar.
Stress psicológico
O medo de voar e a claustrofobia podem provocar angústia. A hipnose e a modificação do comportamento ajudam algumas pessoas. Tomar um sedativo pode aliviar o medo antes e durante o voo.
Como o comportamento de alguns indivíduos mentalmente doentes piora durante as viagens aéreas, quem manifestar tendências violentas ou imprevisíveis deve viajar acompanhado e pode precisar de um tranquilizante antes de voar. 
Precauções gerais
Os pacemakers e as extremidades metálicas artificiais, as dentaduras postiças ou os pregos cirúrgicos são afectados pelos detectores de metais dos aeroportos. No entanto, os modelos mais recentes de pacemakers podem resistir à potencial interferência desses detectores. Para evitar problemas de segurança, quem use estes dispositivos deverá levar um relatório do seu médico explicando a situação.
O risco de se formarem coágulos de sangue nas pernas aumenta em qualquer pessoa que permaneça sentada no mesmo sítio durante muito tempo. (Ver secção 4, capítulo 34)As mulheres grávidas e as pessoas que têm má circulação são as mais expostas. Caminhar pela cabina de hora a hora ou de duas em duas horas e contrair e descontrair os músculos das pernas enquanto se está sentado ajuda a manter uma boa circulação sanguínea.
A desidratação provocada pela escassa humidade (de cerca de 5 %) que há na cabina pode ser compensada bebendo líquidos suficientes e evitando o álcool, que piorará a desidratação. As pessoas que usam lentes de contacto deverão aplicar nelas qualquer solução humidificadora, com o fim de contrariar os efeitos do ar seco.
As companhias aéreas costumam proporcionar alimentos especiais, como dietas com baixo teor de sal e de gordura, e pratos especiais para diabéticos, se lhes forem solicitados com antecedência.
Os passageiros deverão levar os seus medicamentos em bolsas de mão, e não nas malas que se despacham no aeroporto, sobretudo porque estas se podem extraviar, ser roubadas ou chegar mais tarde. Os medicamentos deverão ser transportados nas suas embalagens originais. Quem tiver de transportar derivados opiáceos, grandes quantidades de qualquer fármaco ou seringas deverá dispor de uma declaração médica, para evitar detenções pelos agentes de segurança da alfândega. É recomendável que os passageiros levem consigo um resumo da sua história clínica, incluindo resultados de electrocardiogramas, para o caso de sofrerem algum contratempo longe de casa. Quem sofrer de afecções potencialmente incapacitantes, como a epilepsia, deverá levar uma identificação de alerta médico, colocada no pulso ou no pescoço.
As mulheres com gravidezes normais podem viajar de avião até ao oitavo mês. As que tenham gravidezes de alto risco devem consultar o médico e obter a sua aprovação.
Normalmente, para voar durante o nono mês, é necessário apresentar uma declaração do médico, dentro de 72 horas anteriores à viagem, que indique a data aproximada do parto. Os cintos de segurança deverão ser cruzados por cima das coxas e não sobre o abdómen, para evitar possíveis lesões no útero.
Não é permitido voarem crianças com menos de 7 dias. As crianças que sofrem de doenças crónicas, como afecções cardíacas ou pulmonares congénitas ou anemias, têm as mesmas restrições que os adultos nas mesmas condições. Não existe limite máximo de idade para poder viajar de avião.
As companhias aéreas fazem esforços razoáveis para acomodar os incapacitados. Normalmente, as cadeiras de rodas e as muletas podem ser arrumadas nos voos comerciais. De contrário, é necessário um serviço aéreo de ambulância. Algumas companhias aéreas aceitam pessoas que necessitam de equipamentos especiais, como cateteres endovenosos e respiradores mecânicos, sempre e quando estiverem acompanhados por pessoal qualificado e se tenham feito todos os pedidos respectivos com pelo menos 72 horas de antecedência.
É possível conseguir informação e aconselhamento acerca das viagens aéreas nos departamentos médicos das companhias aéreas mais importantes.
Viagens ao estrangeiro
Dos milhões de pessoas que por ano viajam para o estrangeiro, cerca de 3 % necessitam de assistência médica devido a uma doença ou lesão. É possível que se verifiquem infecções gastrointestinais por se beber água ou bebidas contaminadas, incluindo o gelo, ou por comer alimentos crus ou mal cozidos.
Os contactos sexuais casuais representam um alto risco de contrair a SIDA, que existe em todo o mundo, bem como outras doenças de transmissão sexual.
Os acidentes de viação, sobretudo nocturnos, e a asfixia são as principais causas de morte ou de lesões entre os turistas que visitam países estrangeiros. Os riscos para a saúde variam consoante o país e a região visitados. Existem centros especializados de saúde que fornecem ao viajante dados actualizados sobre os riscos que implica visitar determinados países.
Em alguns países, muitos seguros de assistência médica não têm qualquer validade e os hospitais costumam exigir um montante elevado em dinheiro vivo, independentemente do seguro de saúde que a pessoa tenha no seu país. É possível fazer vários planos de seguro de viagens, incluindo alguns dos que cobrem as evacuações de emergência, tanto através das agências de viagens como de certas companhias de cartões de crédito. Os consulados dos respectivos países de origem podem garantir a prestação de serviço médico de emergência.
Vacinações
As pessoas que planeiam viajar para o estrangeiro deverão levar vacinas apropriadas, dependendo do seu destino. Normalmente, é necessária maior preparação se a viagem durar 3 semanas ou mais, quando inclui vários destinos em países em vias de desenvolvimento ou se tiver a finalidade de visitar zonas rurais ou de trabalhar com populações residentes. As necessidades, no que se refere às vacinas, mudam frequentemente. Algumas devem ser aplicadas entre 2 e 12 semanas antes da viagem, pelo que o viajante deve ser informado sobre o assunto com a devida antecedência. Actualmente, é muito fácil recolher informações sobre os requisitos dos programas de vacinação de cada país.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

O transplante Bi-Pulmonar (9 Maio 2005)

Quando entrei este ano de 2014. Respirei de alivio e disse  - “Até que enfim que terminou o ano de 2013!” Tudo estava a correr lindamente até que em Março, já fazia bom tempo, apanhei gripe A e uma bactéria complicada resultante das chamadas “infecções oportunistas” muito características dos imunossuprimidos.

Os transplantados são imunossuprimidos – tomam medicamentos (imunossupressores que baixam as defesas do organismo para não haver rejeição dos órgãos transplantados).

Nestes momentos temos que aceitar tudo aquilo que acham que é melhor ser feito para combater a infecção – broncoscopias, antibióticos na veia, inaladores, ginástica respiratória, humidificação. Tudo aquilo que já conhecíamos antes do transplante mas que a euforia fez-nos esquecer ou pelo menos tapar com a tampa como se faz com uma panela.

Outras, pior ainda, entram em rejeições crónicas, voltam a estar com oxigénio, outras entram em insuficiência renal crónica e precisam de um novo transplante renal. Será tudo isto justo? Não deveríamos ficar totalmente bem como quando vamos arranjar um dente?!

Quando tudo vem ao de cima, ouvimos das coisas mais bizarras – “há pessoas que estão piores” ou “não é querer mal aos outros mas é bom ver que há pessoas a passarem pelas mesmas dificuldades que nós!”

Eu não concordo com um ponto de vista nem com o outro. Não é o sofrimento que nos faz crescer ou tornar mais sensíveis, o mal dos outros não melhora em nada o nosso. Se tudo fosse justo estaríamos todos bem, haveria já órgãos artificiais e não seria necessário morrer uma pessoa para outra viver – será mesmo este o milagre da vida?!

Deixas a tua família, fazes 600km, no mínimo, para ser internada em isolamento e onde sabes que terás que ficar pelo menos 21 dias. Picam-te mil vezes as veias, ficas cheia de nódoas-negras e o medo e as incertezas ganham vida!

Deixas um filho “zangado” contigo – Porque estás assim e porque não te resolveram ainda essa bactéria? Pois, também eu queria saber e sinto o sabor amargo da impotência de não ser capaz de dar uma resposta capaz!

Obrigada aos Dadores e suas famílias e a todos os médicos que trabalham para nós, para nos ver bem e a sorrir.

Espero que um dia este mundo seja melhor, que as politiquices, as patentes e os interesses económicos deixem de ser obstáculos para salvar as pessoas em todas as áreas da saúde.


SCampos

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Portugal - Rastreio neonatal à fibrose quística identificou seis casos em meio ano


05/05/2014 - 14:48

Seis meses depois do arranque do projecto-piloto que inclui o rastreio à fibrose quística no teste do pezinho, foram feitos 34 mil exames, entre os quais se confirmaram seis casos, disse à agência Lusa a coordenadora do projecto, Celeste Barreto, cita o Diário Digital.

“Neste momento, dos 34 mil recém-nascidos rastreados temos seis casos confirmados, dois a aguardar confirmação com exames complementares e um falso positivo”, afirmou.

O rastreio consiste num estudo bioquímico que é feito no sangue recolhido no teste do pezinho. Posteriormente é feita a prova de suor e um estudo genético, que confirmam ou não os primeiros resultados obtidos.

Os resultados encontrados até agora estão “dentro do esperado”, explicou Celeste Barreto, acrescentando que confirmam a incidência calculada, que é de um caso para cada 5.500 recém-nascidos.

A grande importância deste rastreio é que o doente é diagnosticado antes de ter os sintomas, o que permite começar logo a fazer o tratamento para a insuficiência pancreática.

“Prevenimos a malnutrição”, que é secundária à disfunção pancreática, intestinal e hepática, “mas também a parte respiratória. Estamos mais atentos quando surgem aquelas complicações pulmonares, como as bronquiolites que são comuns nas crianças pequenas”, disse a também directora do serviço de pediatria médica do Hospital de Santa Maria.

As manifestações pulmonares podem surgir logo nos primeiros meses de vida e são a principal causa de morbilidade e mortalidade, uma vez que a obstrução das vias respiratórias pelo muco produzido, mais espesso do que o normal, causa as infecções respiratórias recorrentes.

Com o rastreio é possível fazer prevenção e o doente não é simplesmente diagnosticado quando já existem deteriorações pulmonares.

O diagnóstico precoce e a prevenção permitem melhorar bastante a qualidade de vida e a sobrevida destes doentes e reduzir os episódios de internamento hospitalar, especificou Celeste Barreto.
O Projecto-Piloto - Rastreio e Diagnóstico Precoce da Fibrose Quística, da Associação Nacional da Tuberculose e Doenças Respiratórias (ANTDR), arrancou no dia 21 de Outubro e decorre durante um ano nos Centros de Saúde e Maternidades de todo o País.

O rastreio neonatal tem a grande vantagem de identificar todos os casos, mas até ao início deste projecto, Portugal era dos poucos países da Europa que ainda não tinha este teste incluído nos rastreios neonatais.

No entanto, Celeste Barreto mostra-se optimista, afirmando que tudo está encaminhado para que este rastreio fique definitivamente integrado no programa nacional de diagnóstico precoce.

A fibrose quística é uma doença rara e genética, existindo actualmente cerca de 300 doentes em seguimento nas consultas especializadas pediátricas e de adultos, e estão já identificadas mais de nove mil mutações genéticas associadas à doença.

Apesar dos tratamentos sintomáticos terem melhorado substancialmente a qualidade de vida, em média estes doentes tratados vivem aproximadamente até aos 35 anos, na Europa.

Os resultados do rastreio neonatal vão ser apresentados no CF Meeting Point que decorre no sábado.


OMS: higiene das mãos é essencial para prevenir resistência a bactérias


05/05/2014 - 09:34

A Organização Mundial da Saúde (OMS) apelou esta segunda-feira a todos os trabalhadores do sector da saúde, nomeadamente médicos, enfermeiros e assistentes, que mantenham as mãos limpas ao cuidar dos pacientes, uma maneira de evitar infecções hospitalares. Esta segunda-feira celebra-se o Dia Mundial da Higiene das Mãos, avança o Diário Digital.

Na semana passada, a OMS divulgou o primeiro estudo global sobre resistência a antibióticos, demonstrando elevados índices de casos de bactérias que já não respondem ao tratamento com aqueles medicamentos.

A agência da ONU destaca que as infecções em hospitais ou centros de saúde ocorrem quando os germes são transferidos das mãos do profissional ao tocar o paciente.

A cada 100 pacientes, 10 adquirem alguma infecção daquela maneira, nos países de baixo e de médio rendimento. Nas nações ricas, a proporção é de sete infecções em cada 100 pacientes.

Nas unidades de terapia intensiva, o índice pode chegar a 30 por 100. Segundo a OMS, germes resistentes a medicamentos são responsáveis por uma elevada proporção dos casos.

Quando os pacientes não melhoram mesmo após o uso de antibióticos, existe maior risco de morte, alerta a agência. Por isso, é aconselhado a profissionais de saúde lavar as mãos antes e depois de tratar um paciente, após o contacto com fluidos e antes de inserir catéteres, por exemplo.

Esfregar álcool nas mãos ou lavar bem as mãos com água e sabão continuam a ser, segundo a OMS, as maneiras mais eficientes de manter uma boa higiene.

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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

La Corunha - Hospital Juan Canalejo

La Corunha - Hospital Juan Canalejo
Hotel de Pacientes - Vários Portugueses salvos por um Transplante Pulmonar

Uma vida é pouco para mim

Uma vida é pouco para mim
O meu lema de vida - Dia do meu Transplante Pulmonar