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sábado, 19 de janeiro de 2019

Transplantes: morrem 6 portugueses por mês à espera de um órgão

Expresso

Em 2018 morreram 76 pessoas em Portugal à espera de um órgão para ser transplantado. Mais 49% do que em 2017. Envelhecimento da população exige que se mude a lei para atender às necessidades e até março, será entregue uma proposta ao Ministério da Saúde

A cada mês, seis pessoas morrem em Portugal a aguardar por um transplante. O órgão com maior lista de espera é o rim, com cerca de dois mil doentes dependentes de uma doação. O país está no topo em número de órgãos colhidos mas é preciso melhorar o aproveitamento dos órgãos e adaptar a legislação ao cada vez maior envelhecimento da população.

O envelhecimento da população e, por conseguinte, dos doentes em lista de espera ajuda a explicar o aumento das mortes entre os doentes que aguardam por um rim. “Há vários fatores que podem explicar o aumento de óbitos, mas o agravamento do estado de saúde das pessoas à espera do órgão e o aumento da média etária são determinantes, daí a necessidade de haver cada vez mais dadores vivos”, sublinha Susana Sampaio, presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação.

FONTE: https://expresso.sapo.pt/sociedade/2019-01-19-Transplantes-morrem-6-portugueses-por-mes-a-espera-de-um-orgao#gs.T4rudKB3

sábado, 12 de outubro de 2013

Portugal - “Não sou uma questão administrativa!”



Desde as 15h de dia 8 que o gabinete do ministro da Educação e Ciência recebe, hora a hora, uma fotografia e uma mensagem de uma criança com necessidades educativas especiais.


Francisco, Daniel, Mara, Eduardo, Gabriel, Ana, Cátia – desde as 15h de dia 8, terça-feira, que, uma a uma, as fotos dos rostos destas e de outras crianças com Necessidades Educativas Especiais (NEE) vão caindo na caixa de correio electrónico do chefe de gabinete do ministro da Educação e Ciência (MEC).
Já são 74 e chegarão “pelo menos às cem”, carregando consigo “recados” de “mães e pais desesperados, “que farão tudo para proteger os seus filhos da ameaça de segregação”, promete Sara Martins, do Movimento das Associações de Pais pela Inclusão.
A ideia partiu de uma mãe a que se juntou outra e a seguir outra – seguindo o exemplo de uns, outros pais reagiram com a publicação noFacebook de fotos e de “recados” às afirmações do ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, que disse, para contestar a existência de turmas com número excessivo de alunos, que as crianças com NEE estavam inscritas por uma questão administrativa, porque não vão às salas de aula. Por isso os textos que acompanham as fotografias acabam quase sempre da mesma maneira: “Não sou, nem quero ser, uma mera questão administrativa!”
À medida que mais pais contribuíam, alguns elementos do movimento decidiram organizar esta nova forma de manifestação, enviando para o MEC, hora a hora, cada uma das fotos. Já foram publicadas mais de 70 – que figuram também no Facebook – e a organização não terá de parar nas 100, às 18h deste sábado. “Temos mais umas dezenas e continuam a chegar outras”, disse ao PÚBLICO Sara Martins. Frisou que “o facto de os pais estarem a expor os rostos dos seus filhos dá a medida da sua indignação e preocupação”. “Essa exposição nunca será pior, nunca terá resultados mais graves do que aquilo que lhes está a acontecer nas escolas”, afirmou.
O movimento pela Inclusão tem organizado várias iniciativas e participado noutras. David Rodrigues, presidente da Associação Nacional de Docentes de Educação Especial – Pró-Inclusão, enumerou, na quarta-feira, os problemas.“Há menos professores de Educação Especial nas escolas apesar de haver mais crianças com NEE, por causa do alargamento da escolaridade obrigatória; muitos docentes chegaram às escolas com atraso ou ainda não foram colocados; os funcionários não docentes são em número insuficiente; a contratação de técnicos de terapia da fala ou de fisioterapia só agora foi autorizada; as turmas são maiores do que a lei permite e as crianças são empurradas para actividades específicas, afastadas do ensino regular”, disse.
Há crianças que ainda não puderam ir às escolas. No entanto, os responsáveis pelo movimento têm sublinhado que esse não é o único problema. As preocupações abrangem as crianças que têm défice cognitivo e que há anos eram “fechadas em escolas de ensino especial”. Hoje estão integradas no ensino regular e acompanham, ao longo dos anos, as suas turmas de referência. Não fazem exames e, em vez de um diploma, no fim dos ciclos recebem um certificado das competências adquiridas, que estão definidas nos respectivos Currículos Específicos Individuais (CEI). “Demasiadas destas crianças não têm tido possibilidade de ir às salas de aula, de acompanhar a sua turma, por falta de professores de Educação Especial, mas não vamos parar, não vamos deixar que, aos poucos, este ministério venha a impor a segregação”, disse Sara Martins.
Segundo a Federação Nacional de Professores, este ano lectivo foram colocados menos 25 por cento de docentes com aquela especialização. 


FONTE

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Portugal já não faz parte dos cinco países que mais colhem e transplantam órgãos a nível mundial. Portugal cai de 4.º lugar para 12.º lugar nos transplantes mundiais.

Portugal já não faz parte dos cinco países que mais colhem e transplantam órgãos a nível mundial.

Portugal cai de 4.º lugar para 12.º lugar nos transplantes mundiais.
 
FONTE: http://forum.portaldadialise.com/viewtopic.php?f=41&t=27
 

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Politica na Saúde - Hospital Santa Maria de Lisboa vai ter novo administrador (Fev 2013)

Carlos das Neves Martins é o novo administrador do Hospital Santa Maria

14/02/2013 - 13:48

Carlos das Neves Martins é o novo presidente do conselho de administração do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, disse esta quinta-feira à agência Lusa fonte hospitalar.

Carlos das Neves Martins, antigo secretário de Estado da Saúde no governo PSD/CDS-PP do primeiro-ministro Durão Barroso, vai substituir no cargo João Álvaro Correia da Cunha, cujo mandato tinha terminado em Dezembro.

Segundo a mesma fonte, para vogal do conselho de administração do hospital foi escolhido Carlos Costa, professor na Escola Nacional de Saúde Pública, mantendo-se Catarina dos Santos Batuca como enfermeira-directora.

Os restantes vogais serão Manuel Francisco Roque Santos e Maria do Céu Machado, antiga alta comissária da saúde, que ocupará o cargo de directora clínica do HSM.

FONTE

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Portugal - Cirurgião Manuel Antunes defende fim das taxas moderadoras


05/02/2013 - 08:29
  
O cirurgião Manuel Antunes defendeu esta segunda-feira, em Coimbra, o fim das taxas moderadoras e a introdução de co-pagamentos no Serviço Nacional de Saúde (SNS), avança a agência Lusa.

“As taxas moderadoras deviam desaparecer. Defendo os co-pagamentos, excluindo para as pessoas que não podem realmente pagar”, afirmou Manuel Antunes, considerando que, se assim não for, os impostos terão de “continuar a subir”.

“Um país que já não consegue dar o pão de cada dia aos seus cidadãos, não pode dar cuidados de saúde”, sustentou o catedrático e director do Centro de Cirurgia Cardiotorácica da Universidade de Coimbra, que falava na conferência sobre saúde e segurança social “O Estado pode continuar a tratar de nós?”, promovida pelo semanário Expresso, no âmbito do seu 40.º aniversário.

“Os cuidados de saúde são muito caros e nos últimos 25 anos” o seu custo tem aumentado, em média, na generalidade dos países, “o dobro da inflação”, disse Manuel Antunes, referindo que advoga para a saúde “o mesmo princípio” que defende para as autoestradas.

Na saúde deve ser adoptada “a mesma filosofia das autoestradas”, em que os utentes pagam as respectivas portagens sem ser “em função daquilo que ganham”, afirmou.

Manuel Antunes reconhece que Portugal gasta menos em saúde, “per capita, que a média europeia”, e metade daquilo que despende, por exemplo, a Alemanha, em relação ao PIB (Produto Interno Bruto), mas o PIB deste país é três vezes superior ao português, sublinhou.

Na conferência, no auditório do Conservatório de Música de Coimbra, moderada por Pinto Balsemão, participam também o antigo ministro da saúde e eurodeputado Correia de Campos, o docente da Faculdade de Economia e director do Centro de Estudos e Investigação em Saúde da Universidade de Coimbra, Pedro Ferreira, o ex-secretário de Estado da Segurança Social e professor do ISEG (Instituto Superior de Economia e Gestão) Fernando Ribeiro Mendes, e o bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva.

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sábado, 26 de janeiro de 2013

Gripe: As complicações de uma doença normal


Gripe: As complicações de uma doença normal

Uma gripe pode ser mais do que febre e nariz a pingar. CONHEÇA AS SEQUELAS MAIS FREQUENTES E COMO AS IDENTIFICAR

Na última semana, não houve bloco noticioso que não incluísse o boletim clínico de Mário Soares. As primeiras notícias eram vagas e davam conta de uma "indisposição" resultante de uma gripe. As últimas já se referiam a uma "infeção no cérebro", consequência da mesma gripe. Além da preocupação pela saúde do ex-Presidente da República, de 88 anos, a notícia veio levantar uma questão: mas, afinal, o Influenza é assim tão mauzinho?
O grande senão do vírus da gripe são precisamente as complicações que podem surgir. Na maioria das vezes, a infeção resolve-se em três a cinco dias, com paracetamol para a febre e as dores no corpo. A sensação de cansaço ou a tosse podem prolongar-se por duas ou três semanas até a maleita não ser mais do que a recordação de uns dias passados entre a cama e o sofá.
Em alguns casos, na população mais idosa, em crianças muito pequenas, ou nas pessoas com doenças crónicas como a diabetes, insuficiência renal ou cardíaca, a gripe pode ser um caso muito sério. "As
complicações mais comuns, e que levam ao internamento, são a pneumonia ou a descompensação de patologias crónicas", nota Filipe Froes, 51 anos, pneumologista e consultor da Direção-Geral da Saúde. "Na fase final da infeção viral", continua o médico, "pode haver diminuição das defesas, o que favorece o aparecimento de outras infeções."
Medo da vacina A encefalite (caracterizada por cefaleias, alteração do estado de consciência, desorientação, prostração) é, apesar de tudo, uma complicação mais rara, que escolhe idosos ou pessoas com o sistema imunitário muito debilitado. De acordo com um estudo sueco, a incidência de encefalite associada ao Influenza é de 0,21 por milhão de habitantes e de 1,5 por mil pacientes internados com gripe.
Mário Soares teve alta na segunda-feira, 21, mas o susto não terá sido suficiente para convencer os portugueses a tomarem a mais eficaz medida de contenção da gripe: a vacina. Mesmo gratuita para os maiores de 65 anos, a cobertura vacinal não chega aos 50%, nesta população de risco.
Subsistirão alguns receios, infundados, quanto à segurança da vacina. E também há a ideia generalizada de que, depois de novembro, já não vale a pena tomá-la. O que Francisco George, diretor-geral da Saúde, veio desmentir, apelando à vacinação ainda durante o mês de janeiro, uma vez que o pico da epidemia só é esperado para meados de fevereiro e a vacina tarda duas semanas a fazer efeito.
Talvez fosse igualmente importante o Ministério da Saúde mostrar que leva a gripe a sério. O que não parece ser o caso. No final de dezembro, foi encerrada, no Hospital Pulido Valente, em Lisboa, a mais bem preparada unidade de cuidados intensivos, exclusivamente dedicada à doença.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Profissionais de saúde da Grécia, Irlanda, Portugal e Espanha falam sobre a Crise Financeira

15/01/2013 - 09:05
A Fundação para a Saúde – Serviço Nacional de Saúde (FSNS) vai realizar esta terça-feira, dia 15 de Janeiro, a apresentação de uma posição comum de profissionais de saúde da Grécia, Irlanda, Portugal e Espanha sobre a Crise Financeira e a Saúde.

A acção vai decorrer pelas 13:00, no Auditório da Ordem dos Médicos, em Lisboa.

A nota introdutória da sessão fica a cargo de José Manuel Silva, bastonário da Ordem dos Médicos.
  FONTE

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Portugal - Taxas moderadoras: oposição vai questionar ministro



04/04/2012 - 09:11

Os partidos da oposição vão questionar quarta-feira o ministro da Saúde sobre a cobrança de taxas moderadoras a doentes com fibrose quística, uma doença crónica que o PSD garante estar abrangida pela isenção, mas que os hospitais ignoram, avança a agência Lusa.

A Associação Portuguesa de Fibrose Quística (APFQ) foi esta terça-feira recebida pelos vários grupos parlamentares para exigir a isenção de pagamento de taxas moderadoras, à semelhança do que acontece com outras doenças crónicas.

Salientando que, antes da alteração das taxas moderadores, os portadores de fibrose quística estavam isentos, a APFQ alerta que o não isentar menos de 300 pessoas, acaba por acarretar gastos acumulados a médio e longo prazo muito superiores para o Serviço Nacional de Saúde.

Em declarações à Lusa, o presidente da APFQ, Amândio Ferreira, afirmou que PS, PCP e BE garantiram que irão questionar o ministro da tutela sobre esta matéria durante a Comissão de Saúde, que decorre quarta-feira de manhã.

O responsável afirmou que o PSD garantiu que a fibrose quística está abrangida pelos cem por cento de isenção.

“O PSD garantiu que a circular da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) define que todas as doenças crónicas estão isentas e que a especificação das doenças apresentadas de seguida é apenas uma exemplificação e não uma enumeração das que estão abrangidas”, afirmou.

Amândio Ferreira disse que esclareceu então o deputado de que os hospitais estão a cobrar taxa moderadora a estes doentes, instando-os a pagar e a provar depois se realmente estão isentos.

A Fibrose Quística (FQ) é uma doença genética, que afecta perto de 300 pessoas em Portugal, a grande maioria crianças, jovens e jovens adultos.

Trata-se de uma doença caracterizada por uma falência pulmonar progressiva, mas também problemas pancreáticos, hepáticos, intestinais e nas glândulas sudoríparas.

As alterações pulmonares são responsáveis por 90% da morbilidade e mortalidade, já que evoluem frequentemente para insuficiência respiratória.

Estes doentes são obrigados ir a consultas clínicas, a fazer exames de diagnóstico e a fisioterapia frequentes, de forma a apostar na prevenção da deterioração clínica.

Segundo Amêndio Ferreira, os portadores de fibrose quística gastam agora uma média de 140 euros por mês, “só para os tratamentos básicos”, um “valor difícil de suportar e que vai fazer com que os doentes comecem a abandonar tratamentos preventivos que são determinantes para o seu futuro”.


NOTICIAS RELACIONADAS: http://transplantes-pulmonares.blogspot.pt/2012/06/taxas-moderadoras-doentes-sem-direito.html


Assunto: Carta Aberta ao Ministro da Saúde – Isenções retiradas à FQ

para APFQ, ANFQ
Descrição: https://mail.google.com/mail/u/0/images/cleardot.gif

Exmos Senhores,

Depois de ter recebido hoje o telefonema da Sra. D. Margarida Mena quero voltar a deixar bem claro que a minha "carta aberta" é pessoal e APENAS como paciente de FQ e Transplantada Pulmonar.

Não estou ligada a nenhum partido, nem ao bloco de esquerda, nem a nada.

Fiz esta carta na consciência de que algo deveria ser feito, na perspectiva dos pacientes de FQ e tão só. Também na nossa perspectiva, as duas associações deveriam unir esforços e é lamentável que assim não seja, ao fim de tantos anos.

No fim do telefonema a Sra. D. Margarida Mena, tendo percebido que não estou ligada a nenhum partido, acabou por me dizer que até tinha feito bem porque e usando as suas palavras "eles nem sabem o que é a FQ".

Assim, fico agradecida e espero receber boas novas da vossa parte relativamente ao assunto das isenções que foram retiradas à FQ.

Atentamente,
Sandra Campos
(11.06.2012)

domingo, 3 de junho de 2012

Carta aberta ao Ministro da Saúde de Portugal ( Foi retirada a insençao à Fibrose Quistica)


PORTUGAL - Carta Aberta o Ministro da Saúde
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Assunto: Carta Aberta ao Ministro da Saúde – Isenções retiradas à FQ

para APFQ, ANFQ
Descrição: https://mail.google.com/mail/u/0/images/cleardot.gif

Exmos Senhores,

Depois de ter recebido hoje o telefonema da Sra. D. Margarida Mena quero voltar a deixar bem claro que a minha "carta aberta" é pessoal e APENAS como paciente de FQ e Transplantada Pulmonar.

Não estou ligada a nenhum partido, nem ao bloco de esquerda, nem a nada.

Fiz esta carta na consciência de que algo deveria ser feito, na perspectiva dos pacientes de FQ e tão só. Também na nossa perspectiva, as duas associações deveriam unir esforços e é lamentável que assim não seja, ao fim de tantos anos.

No fim do telefonema a Sra. D. Margarida Mena, tendo percebido que não estou ligada a nenhum partido, acabou por me dizer que até tinha feito bem porque e usando as suas palavras "eles nem sabem o que é a FQ".

Assim, fico agradecida e espero receber boas novas da vossa parte relativamente ao assunto das isenções que foram retiradas à FQ.

Atentamente,
Sandra Campos
(11.06.2012)

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Higiene das mãos: dois terços dos profissionais de saúde aderiram a campanha (Portugal)


07/05/2012 - 08:46

Dois terços dos profissionais de saúde aderiram à campanha de higiene das mãos, lançada há três anos nas unidades de saúde, mas há hospitais onde a adesão é de apenas 19 por cento, segundo uma especialista da DGS, citada pela agência Lusa.

“A taxa de adesão global nacional é de 66%, o que é bastante bom, porque se não fizermos nenhuma intervenção esta taxa raramente excede os 50%”, disse à Lusa a chefe da Divisão de Segurança do Doente, da Direcção-geral da Saúde, a propósito do Dia Mundial da Higiene das Mãos, que se assinalou no sábado.

Portugal aderiu em Outubro de 2008 a esta campanha, promovida pela Organização Mundial de Saúde (OMS), com vista a prevenir infecções entre os doentes e os profissionais do sector.
Cristina Costa adiantou que os resultados da campanha foram “bastante positivos”, com mais unidades de saúde e profissionais a aderir.

A taxa de adesão dos enfermeiros é mais elevada, mas, desde o início da campanha, esta taxa tem vindo a aumentar em todos os grupos profissionais.

“A taxa de adesão dos médicos, por várias razões, não é tão boa como a dos enfermeiros, mas é um problema que também se passa a nível internacional”, observou, defendendo a necessidade de desenvolver estratégias para levar os médicos a aderirem mais.

Há muitas unidades de saúde interessadas em participar na campanha e o “grande investimento” que tem sido feito pelas que já aderiram tem tido resultados “bastante positivos”.

Contudo, lamentou, ainda há unidades de saúde com taxas de adesão dos profissionais à higiene das mãos de 19%, enquanto há outras com 86%.

Relativamente aos casos em que a adesão é muito baixa, Cristina Costa afirmou que é preciso analisar o que está a falhar nas cinco componentes da estratégia da OMS.

“É a formação que não estamos a fazer, é a solução anticéptica de base alcoólica que não está colocada nos locais de prestação de cuidados, é a avaliação que não é feita de forma adequada ou é a unidade de saúde que não tem uma cultura de segurança?”, questionou.

Cristina Costa adiantou que é necessário haver instrumentos para que “as unidades de saúde avaliem o seu próprio desempenho, identifiquem as áreas que não estão a funcionar em pleno e definam as medidas que têm de ser implementadas para melhorar”.

O Relatório da Primavera 2011 do Observatório Português dos Sistemas de Saúde refere que a taxa de prevalência nacional de Infecção Associada aos Cuidados de Saúde subiu de 8,7% em 2003 para 9,8% em 2009.

“Em 2009, com a implementação da campanha, conseguimos reduzir em 4% a taxa de estafilococos aureus, um microrganismo relacionado com as infecções associadas aos cuidados de saúde e que causa grande problemas, mas em 2010 voltámos a aumentar”, lamentou a médica.

Esta situação significa que é necessário “fazer mais investimento na promoção da higiene das mãos, uma prática que é simples, mas que não é fácil de pôr em prática”.

A responsável da DGS anunciou que, este mês, vai ser realizado, pela primeira vez, um estudo de prevalência de infecção europeu em que Portugal vai participar.

O estudo irá permitir ter dados comparáveis com outros países porque a metodologia utilizada é a mesma.

O trabalho vai decorrer nos hospitais e, simultaneamente, será realizado outro estudo nos cuidados continuados com um protocolo diferente, adiantou.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/07-05-12/higiene-das-maos-dois-tercos-dos-profissionais-de-saude-aderiram-campanha

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Lei do Tabaco vai mudar Proibido fumar em espaços públicos fechados


Lei do tabaco vai mudar
O director-geral da Saúde admite que a lei do tabaco vai mudar no sentido de proibir o fumo nos espaços públicos fechados, mas realça que não se pode "proibir em excesso", numa referência a locais como entradas de cafés.
A Direcção-geral da Saúde não intervém directamente [na alteração da lei], mas está a preparar um conjunto de informações, de pareceres, que, se forem aplicadas em termos de legislação, podem fazer com que os espaços públicos fechados possam ficar livres de tabaco", admitiu.

No entanto, Francisco George salvaguarda que não serão adoptadas medidas excessivas. "Não estamos em Nova Iorque. Temos de ter em conta a nossa realidade e a nossa cultura e o espaço onde nos integramos, que é o espaço da União Europeia", afirmou, considerando que não podem ser seguidas medidas como proibir o fumo em espaços abertos, como a rua, e que é necessário demonstrar que as medidas propostas são proporcionais aos benefícios adquiridos.

Ou seja, havendo uma limitação da liberdade individual dos fumadores, que deixam de poder fumar em espaços públicos, essa limitação tem de ser proporcionalmente compensada com o benefício para todos, afirmou, sublinhando que esse principio "tem de ser respeitado".

"Estamos mais interessados em assegurar que o ar interior dos espaços públicos fechados seja livre de fumo, na perspectiva de reduzirmos a exposição ao fumo de tabaco, em especial para os não fumadores. Não é aceitável que quem não fuma acabe por fumar os cigarros dos outros e, o Estado, ao identificar este risco, tem de tomar medidas que o reduzam", frisou.

O director-geral da Saúde aponta os ganhos que esta medida trará, sobretudo na redução da mortalidade prematura. Segundo Francisco George, um em cada quatro portugueses não atinge os 70 anos, sendo o tabagismo a principal causa directa ou indirecta dos problemas que antecipam a morte, o que "não pode ser ignorado".

Esta alteração da lei do tabaco estava prevista na própria legislação, que estipulava que no final dos primeiros três anos a DGS devia apresentar um relatório, a fim de ser apreciado se havia ou não necessidade de introduzir alterações.

"Foi esse o trabalho que foi feito. O relatório foi preparado, apresentado no prazo previsto, encontra-se na mesa da Assembleia da República e distribuído para a Comissão Parlamentar de Saúde, a fim de ser analisado", disse.

A prevenção e controlo do tabagismo é alvo de um programa nacional a desenvolver pela DGS e que é considerado "prioritário" para o Ministério da Saúde.
Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/proibido-fumar-em-espacos-publicos-fechados

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Novo Centro Hospitalar Universitário de Coimbra “trará benefícios e eficiência”


21/12/2011 - 08:09


O ministro da Saúde defendeu esta terça-feira que o novo Centro Hospitalar Universitário de Coimbra (CHUC), que congrega oito hospitais, trará “benefícios para os doentes e maior eficiência” aos serviços, avança a agência Lusa.

Ao dar posse à administração do CHUC, presidida por José Martins Nunes, Paulo Macedo afirmou que esta reestruturação fará do CHUC “o maior e mais diversificado grupo hospitalar português”.

Com a criação do CHUC, a reforma hospitalar em toda a região Centro, acrescentou o ministro, compreende uma “profunda reorganização, que passa pela criação de mais três centros: Viseu-Tondela, Leiria-Pombal e Aveiro-Águeda-Estarreja”, resultando em “ganhos em saúde, quer em indicadores, quer em investimentos”.

O CHUC integra três hospitais psiquiátricos (Sobral Cid, Arnês e do Lorvão), duas maternidades (Bissaya Barreto e Daniel de Matos), um hospital pediátrico e dois hospitais centrais (Hospitais da Universidade de Coimbra e Hospital dos Covões).

“A organização e concentração de serviços e actividades deverão constituir um impulso positivo, além de inadiável, para a eficiência e sustentabilidade do hospital” e o desafio do CHUC é “criar sinergias positivas, mais-valias que resultem na integração das várias unidades que o compõem”, disse o ministro.

No discurso, Paulo Macedo garantiu que um Serviço Nacional de Saúde (…) é entendido como um direito social, constitucionalmente consagrado e com igualdade de oportunidades de acesso, independentemente das condições sociais e económicas de cada um é para manter.

Questionado pelos jornalistas sobre o que acontecerá, por exemplo, às urgências dos dois hospitais centrais agora integradas no CHUC, Paulo Macedo remeteu a questão para a nova administração, que acabou por não esclarecer os jornalistas.

José Martins Nunes, no discurso de tomada de posse, sublinhou que o CHUC passou a ser “a maior empresa da região em volume financeiro e a primeira em número de postos de trabalho, com um orçamento anual aproximado de 500 milhões de euros e cerca de seis mil funcionários”.

A administração do novo CHUC integra, além de José Martins Nunes, José Pedro Figueiredo (director clínico), António Manuel Marques (enfermeiro director), Pedro José Duarte Roldão e António Pedro Araújo Lopes.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/politica-de-saude/21-12-11/novo-centro-hospitalar-universitario-de-coimbra-trara-benefic

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Portugal - Crise afecta quem sofre de fibrose quística

29/11/2011 - 09:22

“É o maior desafio da vida “, garante ao Destak Amândio Ferreira, presidente da Associação Portuguesa de Fibrose Quística (APFQ). Não só para as vítimas da doença, mas também para quem acompanha os que mais sofrem. Um desafio que se torna agora mais pesado, fruto da crise. É que a racionalização feita por alguns hospitais tem obrigado doentes a deslocarem-se mais vezes às unidades de saúde. Com custos acrescidos, escreve o jornal.

“Sentimos, em alguns pontos do País, que determinadas farmácias hospitalares começam a racionar a medicação”, o que implica mais deslocações, denuncia o dirigente.

Herculano Rocha, pediatra e membro da APFQ, confirma. “Devido às restrições orçamentais que o Ministério da Saúde tem feito, há já doentes que estão a ter um acesso limitado ao tratamento. As farmácias estão a dispensar medicamentos para apenas um mês de tratamento, o que obriga as famílias dos doentes a deslocar-se com mais frequência aos hospitais”.

Viagens que, contas feitas, podem significar novas faltas ao trabalho e custos de transporte, uma factura demasiado elevada para alguns doentes, que optam “por adiar a viagem, mesmo sabendo das implicações que lhes trarão no futuro “, acrescenta Amândio Ferreira, em declarações ao Destak. Custos que se pagam com a qualidade de vida, indissociável da medicação. Por isso, destaca, a associação “tem encetado contactos com as administrações locais para que estes doentes não se revejam na dificuldade social que o País atravessa”.

A este problema junta-se outro: “as restrições fazem-se também sentir no tratamento dos doentes com deficiente estado nutricional, que necessitam de suplemento alimentar, tendo sido relatados à Associação dificuldades na sua obtenção em alguns hospitais. Esta situação é preocupante porque no caso da fibrose quística o não cumprimento da medicação pode agravar o prognóstico, diminuindo a qualidade de vida e o tempo de sobrevida”.

Integração em causa

Aos cuidados a ter com os doentes juntam-se as muitas consultas e a necessidade de um acompanhamento constante, partilha Amândio Ferreira, pai de um doente. Mas, acrescenta, “por vezes a maior dificuldade é a integração na sociedade, sobretudo no interior, onde a fraca situação económica dificulta o tratamento”.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/29-11-11/crise-afecta-quem-sofre-de-fibrose-quistica

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Hospitais pedem para fechar - São José, Capuchos, Santa Marta, Estefânia, Curry Cabral e Maternidade Alfredo da Costa

Hospitais pedem para fechar

03/11/2011 - 08:07
Os administradores do Grupo Hospitalar de Lisboa Central – que inclui São José, Capuchos, Santa Marta, Estefânia, Curry Cabral e Maternidade Alfredo da Costa – defendem, num documento enviado ao ministro da Saúde, que estes hospitais devem fechar, avança o semanário SOL, no seu site.

Segundo o SOL apurou, os gestores garantem que se pouparia muito dinheiro com o encerramento daqueles hospitais e a abertura de um novo, na zona de Chelas: o Hospital de Todos os Santos, cujo projecto está ainda a ser avaliado pelas Finanças. A estimativa dos administradores aponta para uma poupança de 381,7 milhões de euros.

Numa análise comparativa entre o custo da concessão a 30 anos do novo hospital ou a manutenção dos actuais, aqueles responsáveis dizem não ter dúvidas de que o Estado terá graves prejuízos se mantiver abertos e a funcionar aqueles seis estabelecimentos.

Só em investimento, como obras de manutenção e conservação, serão necessários 417,1 milhões de euros. E em serviços de apoio serão gastos 397,6 milhões. Além disso, saem dos cofres do Ministério da Saúde, todos os anos, sete milhões de euros em rendas pagas à Estamo (empresa do grupo Parpública, que gere a compra e venda de imóveis do Estado). É que o Estado vendeu a esta sociedade os terrenos dos hospitais de São José, Capuchos e Santa Marta e metade da área do Curry Cabral, revela o SOL.

Os administradores autores do documento adiantam ainda que os seus seis hospitais vão fechar as contas deste ano com 498 milhões de euros de custos de exploração. A solução estará, na sua opinião, na abertura do novo Hospital de Todos os Santos, uma parceria público-privada (só para a construção) que, segundo o documento, terá um custo de exploração de 430 milhões de euros, sendo que a primeira prestação só terá de ser paga ao fim de 36 meses.

Este estudo foi entregue há cerca de três semanas ao ministro da Saúde e foi remetido para o Ministério das Finanças – que está a avaliar todas as parcerias públicas-privadas em curso.
Segundo o SOL apurou, a decisão quanto ao novo hospital será tomada no primeiro semestre de 2012, sendo que Paulo Macedo tem mantido contactos com as Finanças, defendendo a necessidade do projecto.

http://www.rcmpharma.com/actualidade/politica-de-saude/03-11-11/hospitais-pedem-para-fechar

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Portugal - Paramiloidose: doentes recusam ser “condenados à morte”

  Doentes com paramiloidose juntaram-se sábado, em Vila do Conde, reclamando dos governantes o "direito à vida" e a consequente disponibilização do Tafamidis, um medicamento que evita o transplante hepático, avança a agência Lusa.

Empunhando cartazes onde se lia: "basta de morrer com paramiloidose" ou "em Portugal também se condena à morte, mas nós estamos inocentes", os doentes exigem a disponibilização rápida do fármaco em Portugal, tal como já fizeram outros países europeus.

Com a designação comercial de Vyndaqel®, o medicamento já foi aprovado pela Agência Europeia de Medicamentos e espera agora a anuência da Comissão Europeia e de Portugal, através do Infarmed. Mas este processo poderá demorar meses.

“Se for totalmente comparticipado, custará ao Estado cerca de 120 mil euros anuais por doente, o que sai mais barato do que o transplante, que custa 400 mil euros por doente, mas com um elevado número de riscos associados", explicou Paula Dourado, com paramiloidose e uma das mentoras desta acção.

Além da "perda de qualidade de vida, há 20 por cento de probabilidade de os transplantados morrerem e nós não queremos morrer no bloco operatório", frisou.

De Barcelos para participar nesta concentração veio José Carreira, 29 anos, técnico de manutenção industrial, e que já tem alguns sintomas da doença como "vómitos, dores musculares e adormecimento nos membros inferiores".

Em lista de espera para transplante, este doente viu no Tafamidis a possibilidade de "ter uma vida normal", mas este impasse está a causa-lhe "angustia e desespero", porque, sem o comprimido de toma diária, vai ficar "sem vida e incapacitado", contou.

Também Marcos Mota, 27 anos, natural de Matosinhos, começou a ter os primeiros sintomas da também denominada 'doença dos pezinhos' há sete meses.

Os vómitos, o cansaço e as dores fazem parte do dia a dia deste agente de viagens que entende que "o Estado português não pode negar-lhe o direito à saúde".

O deputado do PCP, Jorge Machado, marcou presença e considerou que o actual e anterior governos lidaram com esta questão com "uma grande desumanidade".

Mas, deixou a promessa de iria "lutar, na Assembleia da República", para que a questão do Tafamidis fosse desbloqueada.

Já o autarca de Vila do Conde, que viu morrer amigos com paramiloidose, apelidou de "doloroso" o facto de as pessoas terem que "mendigar um medicamento que as vai salvar".
Para Mário Almeida, o Estado pode "cortar em tudo, mas não num medicamento do qual dependem vidas".

Este protesto contou com doentes de todo o país, sobretudo de Vila do Conde e da Póvoa de Varzim, onde a incidência da doença é maior.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Portugal - Maternidade Alfredo Costa e Curry Cabral vao fechar - Fecho de hospitais tem de render 100 milhões em 2012 17/10/2011 - 11:18 O Ministério da Saúde terá de encerrar e fundir hospitais e urgências em 2012, de forma a conseguir uma poupança de cerca de 100 milhões de euros.

Curry cabral vai fechar - Onde eram feitos os transplantes de figado? E agora?
Sandra Campos


O Ministério da Saúde terá de encerrar e fundir hospitais e urgências em 2012, de forma a conseguir uma poupança de cerca de 100 milhões de euros. O valor inscrito no Orçamento do Estado para o próximo ano implicará uma redução significativa das estruturas de saúde, uma vez que a poupança de 100 milhões não inclui a redução de custos com pessoal, que transitarão para outras unidades de saúde, escreve o Diário Económico.

O primeiro-ministro avançou na sexta-feira, durante o debate no Parlamento, que o Ministério da Saúde deverá perder cerca de 900 milhões de euros na dotação de 2012. Um valor superior aos 800 milhões de euros já conhecidos e que correspondem ao esforço de poupança para o sector da saúde imposto pela ‘troika'. Ao que o Diário Económico apurou, estes 100 milhões de diferença serão o encaixe previsto com a racionalização da rede hospitalar, ou seja, encerramento de unidades de saúde e fusão de serviços.

A poupança por via de encerramentos e fusões de unidades poderá aumentar nos próximos anos. É que os 100 milhões de encaixe só prevêem os custos de exploração das unidades que encerrarem, porque os profissionais de saúde transitarão para outros hospitais. Como o Diário Económico avançou na semana passada, os médicos e enfermeiros (com contrato em funções públicas) excedentários transitarão para a mobilidade, tal como acontece com os funcionários públicos.

Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/politica-de-saude/17-10-11/fecho-de-hospitais-tem-de-render-100-milhoes-em-2012

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Portugal - Hospital de Santa Maria terá escondido 7 milhões em facturas


11/10/2011 - 12:13
O Hospital de Santa Maria terá escondido mais de sete milhões de euros em facturas de 2010 relativas a obras e medicamentos, avança o Diário de Notícias. Este montante deveria estar reflectido nos resultados financeiros daquele ano, mas o DN sabe que o mesmo não foi contabilizado, ficando a dívida oculta aos olhos dos ministérios das Finanças e da Saúde.

Assim, os 44 milhões de resultados operacionais negativos que surgem inscritos nas contas de 2010 não reflectem o verdadeiro buraco financeiro do Santa Maria, que é gerido em conjunto com o Hospital Pulido Valente, formando o Centro Hospitalar Lisboa Norte (CHLN), EPE, escreve o DN. Com estas facturas não contabilizadas, estima-se que o passivo financeiro do CHLN ultrapasse os 50 milhões de euros. Além de que, ao que apurou o DN, o seu capital social de 133 milhões já não existe.

Hospital de Santa Maria nega notícia

O conselho de Administração do Hospital de Santa Maria afirmou esta terça-feira ser "completamente falso" ter escondido mais de sete milhões de euros em facturas de 2010, expressando "grande perplexidade" em relação à notícia difundida, avança a agência Lusa.

Numa conferência de imprensa para reagir à notícia, o presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar de Lisboa Norte (CHLN), Correia da Cunha, considerou de "enorme gravidade" a notícia, acrescentando que pode criar um clima de instabilidade e desconfiança em relação a instituição com grande responsabilidade social.

Correia da Cunha frisou que a gestão hospitalar tem sido feita com critérios "de grande rigor e transparência" e que os actos de gestão estão sempre abertos a ser auditados e avaliados.
“Reconhecemos as dificuldades financeiras por que passa a instituição. Mas em nenhum momento foram utilizados procedimentos não conformes com as boas práticas contabilísticas e de gestão”, assegurou o responsável.

Segundo a administração, no final de 2010 o Centro Hospitalar apresentava capitais próprios de 202 milhões de euros, o que é entendido pelos gestores como uma demonstração da “sustentabilidade económico-financeira”, contrariando a ideia de falência técnica.

Correia da Cunha insiste que a administração ignora por completo a base da notícia do jornal, vincando que há mecanismos externos e internos de controlo: “Não há nada a ocultar”.
Sobre o facto de já não existirem os 133 milhões de capital social do CHLN, o conselho de administração explica que o dinheiro tem sido aplicado na melhoria do parque tecnológico e nas infra-estruturas, tal como está previsto.

Ainda referindo-se a valores do ano passado, o Centro Hospitalar reporta uma dívida de 340 milhões de euros aos fornecedores, mas diz ter dívidas de clientes de 230 milhões de euros.

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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

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SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

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TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

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