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terça-feira, 27 de novembro de 2012

PORTUGAL - QUEBRA NOS TRANSPLANTES

Importante lembrar que aqui neste blog não há partidarismos.
Sandra Campos

BE quer auditoria urgente à quebra no número de transplantes

27/11/2012 - 11:18

O grupo parlamentar do Bloco de Esquerda (BE) quer que seja feita uma auditoria independente, com carácter de urgência, para identificar as causas da “fortíssima queda” nas colheitas de órgãos e nos transplantes em Portugal, avança o jornal Público.

Num projecto de resolução em que recomendam ao Governo a adopção de um plano de acção que “permita inverter esta situação”, os deputados do BE lembram que no primeiro semestre deste ano os transplantes feitos em território nacional diminuíram 22% face ao mesmo período de 2011 (menos 100 transplantes).

Contrariando a ideia que “tem sido ventilada” de que esta redução se justifica apenas com a diminuição da mortalidade por acidentes rodoviários e por acidentes vasculares cerebrais (AVC), os deputados do BE admitem o peso destes motivos mas argumentam que “não se pode negligenciar o efeito de algumas decisões do Governo”, como a redução das verbas atribuídas à transplantação e a centralização, no Instituto Português do Sangue e Transplantação, de múltiplas funções.

Uma destas funções passa justamente pela coordenação técnica da transplantação. “Este processo de fusão de institutos não está a correr pelo melhor”, consideram.

No ano passado, já se tinha verificado uma quebra. De acordo com os últimos dados divulgados pela Newsletter Transplant deste ano — uma publicação do Conselho da Europa —, Portugal estava no 5.º lugar no número de dadores por milhão de habitantes em 2011, depois de já ter ocupado o segundo lugar neste ranking.

fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/politica-de-saude/27-11-12/be-quer-auditoria-urgente-quebra-no-numero-de-transplantes

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

España líder mundial de donaciones de órganos tras batir su récord en 2011

España batió en 2011 un nuevo récord histórico de donaciones de órganos consolidándose en su primera posición mundial en la materia, lejos de Portugal, Estados Unidos y Francia, en un contexto de alza de trasplantes, informó este miércoles el ministerio de Sanidad.
En total, se realizaron 106.879 trasplantes de órganos en el mundo en 2011, es decir, un 3% más que en año anterior, según el registro mundial de trasplantes gestionado por la Organización Nacional de Trasplantes (ONT) española.
Europa superó por primera vez los 30.000 trasplantes (con exactos 30.290) mientras que el número de personas en espera de un trasplante alcanzó los 63.009 a finales de diciembre de 2011, es decir, un 1,8% más que hace un año.
España es proporcionalmente la primera en este ámbito: registró en 2011 una tasa de 35,3 donantes por millón de habitantes, Portugal 28,1, Estados Unidos 26, Francia 25, mientras Alemania se situó mucho más lejos con una tasa de 14,7 donantes por millón de habitantes.
España batió su propio récord histórico, con un total de 1.667 donante, que permitieron realizar 4.218 trasplantes, es decir, un alza del 11,8% y 500 intervenciones más que en 2010, informó en un comunicado el ministerio de Sanidad, del que depende la ONT.
El país es "líder mundial en donación y trasplantes de órganos desde hace 20 años, está muy profesionalizado. Se basa fundamentalmente en una red de coordinadores hospitalarios", explicó este miércoles una portavoz del ministerio.
El país aplica desde 2010 un "guía de buenas prácticas", tras haber reunido los métodos considerados más eficaces, que permite especialmente acortar las esperas para una intervención y mejorar el contacto con los familiares de donantes potenciales, añadió.
España, además, formó a 82 coordinadores de diferentes países de Europa en el marco de un plan de acción que busca mejorar el sistema, ya que en 2011 sólo se cubrieron un 48% de las necesidades de órganos europeos.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Ministro da Saúde quer “diminuir os tempos de espera” para transplantes de órgãos e tecidos

25/10/2012 - 08:45

O ministro da Saúde, Paulo Macedo, afirmou esta quarta-feira, em Coimbra, que “temos de fazer tudo para diminuir os tempos de espera” para transplantes de órgãos e tecidos, em Portugal, avança a agência Lusa.

“Temos consciência que há pessoas em espera, e temos de fazer tudo para diminuir os tempos de espera” e para que “estes venham a ser cada vez menores”, sustentou o governante, que falava no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), numa sessão evocativa do primeiro transplante hepático efectuado há 20 anos, naquela cidade, por uma equipa liderada por Alexandre Linhares Furtado.

“A nossa limitação reside na diminuição de dadores cadavéricos com condições para doar”, sublinhou Paulo Macedo, reconhecendo, no entanto, que “também há problemas ao nível da colheita, que têm de ser corrigidos”.

Há “assimetrias regionais” em relação à colheita de órgãos, disse o ministro, referindo que a região de Coimbra, com uma média de 39 dadores cadavéricos por milhão de habitantes, “está acima da média nacional” (28,1) e mesmo da média registada em Espanha, que é uma das mais elevadas da Europa.

Portugal, no entanto, “tem tido uma posição invejável nos que diz respeito à transplantação de órgãos e tecidos”, apesar de, “nos últimos três/quatro anos, ter vindo a assistir a uma diminuição de transplantes".

O país “continua numa posição de destaque no panorama internacional”, o que, todavia, não deve fazer com que “ignoremos que tem havido quebras”, que “determinam o aumento do número de doentes que aguardam transplantação”, defendeu Paulo Macedo.

Na sessão evocativa do 20.º aniversário do primeiro transplante hepático, realizado em Coimbra, depois de ter sido descerrada uma lápide alusiva à efeméride, na Unidade de Transplantação Hepática do CHUC, também intervieram Alexandre Linhares Furtado e o seu filho, o cirurgião Emanuel Furtado, o presidente do conselho de administração do CHUC, José Martins Nunes, e a primeira doente adulta e a primeira criança transplantadas por aquele serviço.

“As pessoas aqui transplantadas há 20 anos" e "a actividade deste hospital” são reflexo da “capacidade diferenciadora que temos” em Portugal, uma das circunstâncias que faz com que os hospitais não sejam apenas “locais de esperança – os hospitais do nosso Serviço Nacional de Saúde são uma certeza”, afirmou Paulo Macedo.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/politica-de-saude/25-10-12/ministro-da-saude-quer-diminuir-os-tempos-de-espera-para-tran

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Ministro da Saúde quer “diminuir os tempos de espera” para transplantes de órgãos e tecidos

O ministro da Saúde, Paulo Macedo, afirmou hoje, em Coimbra, que “temos de fazer tudo para diminuir os tempos de espera” para transplantes de órgãos e tecidos, em Portugal.

“Temos consciência que há pessoas em espera, e temos de fazer tudo para diminuir os tempos de espera” e para que “estes venham a ser cada vez menores”, sustentou o governante, que falava no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), numa sessão evocativa do primeiro transplante hepático efectuado há 20 anos, naquela cidade, por uma equipa liderada por Alexandre Linhares Furtado.

“A nossa limitação reside na diminuição de dadores cadavéricos com condições para doar”, sublinhou Paulo Macedo, reconhecendo, no entanto, que “também há problemas ao nível da colheita, que têm de ser corrigidos”.

Há “assimetrias regionais” em relação à colheita de órgãos, disse o ministro, referindo que a região de Coimbra, com uma média de 39 dadores cadavéricos por milhão de habitantes, “está acima da média nacional” (28,1) e mesmo da média registada em Espanha, que é uma das mais elevadas da Europa.

Portugal, no entanto, “tem tido uma posição invejável nos que diz respeito à transplantação de órgãos e tecidos”, apesar de, “nos últimos três/quatro anos, ter vindo a assistir a uma diminuição de transplantes”.

O país “continua numa posição de destaque no panorama internacional”, o que, todavia, não deve fazer com que “ignoremos que tem havido quebras”, que “determinam o aumento do número de doentes que aguardam transplantação”, defendeu Paulo Macedo.

Na sessão evocativa do 20.º aniversário do primeiro transplante hepático, realizado em Coimbra, depois de ter sido descerrada uma lápide alusiva à efeméride, na Unidade de Transplantação Hepática do CHUC, também intervieram Alexandre Linhares Furtado e o seu filho, o cirurgião Emanuel Furtado, o presidente do conselho de administração do CHUC, José Martins Nunes, e a primeira doente adulta e a primeira criança transplantadas por aquele serviço.

“As pessoas aqui transplantadas há 20 anos” e “a actividade deste hospital” são reflexo da “capacidade diferenciadora que temos” em Portugal, uma das circunstâncias que faz com que os hospitais não sejam apenas “locais de esperança - os hospitais do nosso Serviço Nacional de Saúde são uma certeza”, afirmou Paulo Macedo.
Fonte: http://www.publico.pt/Sociedade/ministro-da-saude-quer-diminuir-os-tempos-de-espera-para-transplantes-de-orgaos-e-tecidos-1568668

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Portugal - SPT alerta para necessidade de inverter queda do número de transplantes em Portugal

08/10/2012 - 11:36
O número de transplantes renais em Portugal está a manter uma tendência de queda alarmante, avisa a Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT). Os números caíram de 56,1 para 49,5 transplantes por milhão de habitantes entre 2009 e 2011, tendência que se acentuou no primeiro semestre de 2012, em que se realizaram apenas 216 transplantes face a 289 no mesmo período de 2011. O alerta da Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT) foi um dos temas em debate no XI Congresso Luso-Brasileiro de Transplantação que se realizou entre os dias 4 e 6 de Outubro em Coimbra, avança a SPT, em comunicado.

O decréscimo do número de transplantes que se tem verificado em Portugal preocupa a sociedade: “Muito mais significativo do que a preocupação de termos caído no ranking, é saber que salvamos menos vidas e melhorámos a qualidade de vida a menos doentes” afirma Fernando Macário, presidente da SPT. Esta quebra representa um aumento significativo da lista de espera para transplante, assim como um crescimento do número de doentes que ficam em diálise ou acabam por morrer por não terem recebido em tempo útil um fígado, um coração ou um pulmão.

Para a SPT é imperativo mobilizar esforços de forma a inverter esta tendência, o que passa por optimizar a colheita através de uma aposta mais forte nas estruturas locais e na formação específica de pessoal médico neste campo, por um investimento nos cuidados intensivos para a manutenção de potenciais dadores e também por promover a importância da doação em vida de rim.

De acordo com Fernando Macário, “os resultados clínicos, tradicionalmente bons na transplantação portuguesa podem ainda ser melhorados com uma racionalização de meios, reestruturação da rede de transplantes e melhoria das condições de algumas unidades de transplantação”.

Para colmatar esta tendência e sensibilizar a população para a possibilidade e importância de ser dador vivo, a SPT com o apoio da Novartis, lançou neste XI Congresso Luso-Brasileiro de transplantação, a segunda fase da campanha de promoção do transplante renal de dador vivo “Doar um Rim Faz Bem ao Coração”. A campanha continua a marcar presença nos meios de divulgação digitais, Facebook e internet através do site: www.doaremvida.com.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/08-10-12/spt-alerta-para-necessidade-de-inverter-queda-do-numero-de-transplantes-e

Onze transplantes pulmonares feitos no Hospital de Santa Maria até Junho

Nao deveria esta noticia estar melhor explicada? Nao é Santa Marta o único hospital que em teoria faz os transplantes pulmonares em Portugal?
Sandra Campos
 
O Serviço de Cirurgia Cardiotorácica do Hospital de Santa Maria (HSM) realizou, até Junho, 11 transplantes pulmonares, revelou na passada quinta-feira, em Coimbra, o director da unidade, José Fragata, avança a agência Lusa.

O serviço, "o único a fazer no país este programa de sucesso", arrancou em 2001, com uma reformulação em 2008, tendo realizado um total de 70 transplantes, disse o cirurgião, ao intervir no XI Congresso Luso-Brasileiro de Transplantação, que decorre até sábado em Coimbra.

À margem da sessão dedicada à apresentação dos registos nacionais dos transplantes, da Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT), José Fragata disse à agência Lusa que, "nos últimos dois, três meses, parece ter havido uma redução do número de colheitas", uma situação que o leva a recear que possa afectar, futuramente, o número de transplantes.

Com uma sobrevida de 67% aos 50 meses, é um programa "com sucesso", que apresenta "valores encorajadores", disse José Fragata na sessão.

O número de transplantes renais realizados em Portugal entre 1980 e 2011 ascendeu aos 9.620, segundo os dados da SPT, divulgados na passada quinta-feira em Coimbra.

Os Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC) e o Hospital de Santo António foram as unidades que mais transplantes realizaram neste período, 2.304 e 2.037, respectivamente, segundo os dados do Registo Português de Transplantação Renal.

Nos transplantes hepáticos, considerando o período entre 1993 e 2011, foram realizados 3.192 destas cirurgias, não considerando os pediátricos, sendo o Hospital Curry Cabral e o Hospital de Santo António os que mais transplantes fizeram.

Os registos da transplantação cardíaca apontam para um total de 604 transplantes até ao final de 2011, nos quatro centros que fazem este procedimento, sendo os HUC e o Hospital de Santa Cruz os que mais intervenções deste género realizaram.

Quanto a transplantes simultâneos de rim e pâncreas foram realizados 150 desde 1993 e até ao final de 2011.

"Os resultados clínicos, tradicionalmente bons na transplantação portuguesa, podem ainda ser melhorados com racionalização de meios, reestruturação da rede de transplantes e melhoria das condições de algumas unidades de transplantação", considera o presidente da SPT, Fernando Macário.

Na sua óptica, é "um imperativo moral" inverter a tendência para a redução dos transplantes em Portugal, que se acentuou no primeiro semestre deste ano.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/08-10-12/onze-transplantes-pulmonares-feitos-no-hospital-de-santa-maria-ate-junho

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domingo, 5 de agosto de 2012

Portugal 2012 - Transplantes: «Apesar de nos pagarem menos, transplantamos mais»

Serviço de Cirurgia Cardiotorácica do Hospital de Santa Marta é o único no país a transplantar pulmões

Os transplantes pulmonares são os únicos que estão a aumentar este ano, segundo os dados da Autoridade para os Serviços de Sangue e da Transplantação. Entre janeiro e junho de 2011, tinham sido realizadas nove destas cirurgias, enquanto no mesmo período de 2012 foram realizadas dez.

Os responsáveis encontram-se no Serviço de Cirurgia Cardiotorácica do Hospital de Santa Marta, em Lisboa, o único do país a transplantar pulmões. «Isto aconteceu porque sentimos uma responsabilidade enorme, sendo os únicos do país a transplantar pulmões e tendo doentes à espera. Todo o dador que apareça aqui em condições é aproveitado», explicou ao tvi24.pt o diretor do serviço, no âmbito do Dia do Transplante, comemorado esta sexta-feira.

José Fragata admite que o «ambiente económico está a afetar claramente a Saúde» e não é «nada favorável» a que os números aumentem, sublinhando que «os países sob assistência financeira têm visto a sua taxa de transplantação a cair». «Percebe-se que não haja dinheiro, mas até é uma oportunidade para fazer melhor», disse, recordando que, com os cortes nos incentivos à transplantação decididos pelo Governo, os cirurgiões passaram a receber metade.

«Independentemente disso, somos médicos e sentimos o peso da responsabilidade. Apesar de nos pagarem menos, transplantamos mais. Como se pode não transplantar quando há pessoas em casa à espera?», questionou.

O diretor espera realizar «mais de 20 transplantes este ano», sendo que, neste momento, já foram efetuados «11 ou 12». José Fragata elogia a «equipa muito coesa» do Hospital de Santa Marta, com «entre 10 a 13 médicos, desde cirurgiões a anestesistas e pneumologistas», e assegura que «a experiência dos mais velhos está a ser passada aos mais novos». «É uma questão de serviço público», resumiu.

Segundo o responsável pela Cirurgia Cardiotorácica, todos os anos surgem «cerca de 25» pessoas a necessitar de transplante de pulmão. Para reduzir a espera, José Fragata admite a necessidade de «mais uma unidade de transplantação pulmonar a nível nacional», mas explica que também há benefícios em serem os únicos a fazê-lo: «Quando começamos a fazer mais de 15 por ano, também começamos a sentir o efeito experiência. Quantos mais fazemos, melhor os fazemos».

Desde que foi nomeado diretor, em 2006, foram realizados 55 transplantes do pulmão. «Temos tido um crescimento muito bom, com a liderança correta, disciplina e resiliência», afirmou, recordando que, no início deste ano, o serviço efetuou o primeiro transplante de pulmão numa criança.

José Fragata frisou que, com a diminuição dos acidentes rodoviários, «mudou o paradigma dos dadores». «Quando comecei a transplantar pulmões, os dadores eram tipicamente os motociclistas jovens, com órgãos ótimos. Agora são mais velhos, com AVC e aneurismas. Os dadores não são tão bons, felizmente», explicou.

Nesta especialidade, a redução do número de órgãos colhidos em cadáveres não se faz sentir. «As exigências do pulmão são muito grandes. Em 100 dadores globais, normalmente só 20 se aproveitam. Temos aceitado 20 a 25 por cento do que nos oferecem, aceitamos órgãos um bocadinho piores», justificou.

Como o número de cadáveres «tem chegado» para as exigências do serviço, o diretor confessa que não tomou como «prioridade» a transplantação de um dador vivo, que passou a ser uma aposta de sensibilização da Sociedade Portuguesa de Transplantação. «Só há dois centros no mundo que o fazem e, até agora, tive apenas como intenção tornar a nossa atividade credível», concluiu.
fonte: http://www.tvi24.iol.pt/iol-push---sociedade/transplantes-pulmao-pulmoes-pulmonares-jose-fragata-tvi24/1362202-6182.html

Portugal 2012 - Pioneiro dos transplantes garante que o dinheiro não importa

Linhares Furtado não está preocupado com os números e acredita que o próximo ano pode ser «muito melhor»


O autor do primeiro transplante em Portugal acredita que a redução dos incentivos não contribuiu para a diminuição de 22 por cento dos transplantes realizados este ano. «O aspeto financeiro não tem qualquer relevância. Toda a gente continua a trabalhar ao mesmo ritmo», afirmou Alexandre Linhares Furtado ao tvi24.pt, no âmbito do Dia do Transplante, celebrado esta sexta-feira.

O pioneiro dos transplantes defende que estamos a assistir a uma «questão episódica», que «não é preocupante». «Mesmo quando a curva global dos transplantes era ascendente, de vez em quando havia um decréscimo», justificou, acrescentando que é possível que o próximo ano seja «muito melhor».

Linhares Furtado aponta a culpa a «fatores ocasionais e imprevisíveis», como o «decréscimo nos acidentes na estrada» e a maior fatalidade destes, que «não possibilita a recolha de órgãos no local». Também o facto de as lesões neurológicas se terem tornado a «maior fonte de órgãos» contribui para um «maior número de não utilização dos órgãos recolhidos».

Os transplantes renais, dos quais foi pioneiro, em 1969, são os que mais estão a cair em 2012 (foram realizados menos 73 entre janeiro e junho, em relação aos mesmos meses do ano passado). «Não vejo nenhuma razão especial para isso. Talvez por serem em número maior, em geral, o reflexo também seja maior», explicou.

O médico concorda que a sensibilização dos dadores vivos, objetivo da nova campanha da Sociedade Portuguesa de Transplantação, «é muito importante». «A transplantação com dadores vivos tem vindo a aumentar e não só de pais para filhos. Há cada vez mais entre cônjuges».

Para Linhares Furtado, a aposta deve ser em «campanhas de influência transparente», que sirvam para informar os portugueses «sobre o baixo risco de doação». «Risco há sempre, porque em qualquer intervenção cirúrgica há. Mas o risco fatal, pelo menos no rim, é raríssimo», assegurou.

Mais de 40 anos após o primeiro transplante em Portugal, o cirurgião está «muito satisfeito com a evolução» da transplantação, sublinhando que «as nossas médias de sobrevivência são iguais às dos melhores centros estrangeiros».

Linhares Furtado recorda que o primeiro transplante renal foi um «grande desafio», numa altura em que «o país estava bastante atrasado nessa área», e aponta que, para quem gosta de cirurgia, «a área da transplantação é lindíssima».

O médico que recebeu o Prémio Nacional de Saúde 2011 e que na altura criticou a «ingerência» do poder político nas direções dos serviços hospitalares continua a alegar que «não pode ser a burocracia do Estado a definir quem é ou não contratado, e muito menos a contratar o mais barato através de uma agência de fornecimento de médicos». Alexandre Linhares Furtado acredita que, conforme «ficou bem sublinhado durante a greve dos médicos» da semana passada, «é a qualidade da prática da Medicina que está em causa» e, por isso, defende os concursos públicos para que «os mais qualificados fiquem com os lugares».  
fonte: http://www.tvi24.iol.pt/iol-push---sociedade/transplantes-linhares-furtado-transplante-rim-saude-tvi24/1362263-6182.html

Portugal 2012 - Transplantes: «Não se poupou nada e perderam-se vidas»


Ex-coordenadora nacional demitiu-se quando o ministro da Saúde admitiu que o número de transplantes podia diminuir. E diminuiu mesmo.                            

A ex-coordenadora nacional das Unidades de Colheita de Órgãos, Tecidos e Células para Transplantação acredita que «não se poupou nada e perderam-se vidas» com os cortes nos incentivos à colheita de órgãos para transplantes.

Maria João Aguiar coordenou a rede nacional de colheita de órgãos, criada em 2007, até à sua demissão, em setembro de 2011, após uma entrevista do ministro da Saúde à TVI, na qual Paulo Macedo admitiu que poderia «não haver o mesmo número de transplantes» após os cortes, explicando que era preciso perceber se o país «pode sustentar o atual número de transplantes». A diminuição já se reflete nos últimos números oficiais, que dão conta de uma redução de 22 por cento em relação ao ano passado.

«A colheita de órgãos para transplante era uma bandeira do Serviço Nacional de Saúde, foi uma honra conseguirmos ser os segundos no mundo e foi uma pena ter-se deixado cair isso para nada», afirmou ao tvi24.pt, no âmbito do Dia do Transplante, celebrado esta sexta-feira.

A ex-responsável defende que, se o Governo não tivesse cortado na colheita, estaria a «dar um sinal de que não queria diminuir os números» da transplantação». «Se não o tivesse feito, os números extraordinários que tínhamos podiam ter continuado», frisou.

Segundo Maria João Aguiar, as explicações para a redução de transplantes baseadas na diminuição das causas de mortalidade, como acidentes rodoviários e AVC, «não têm nada a ver» com a realidade. «O número de potenciais dadores é sempre o mesmo, as pessoas morrem sempre», justificou, alegando que o que falta é «sensibilizar os profissionais» e fazer um «reconhecimento público» do seu trabalho.

«A colheita de órgãos é uma atividade que depende muito da disponibilidade, do entusiasmo com que os profissionais no terreno tratam as pessoas que podem vir a ser dadoras e do empenho pessoal em detetar dadores», disse, apontando a «falta sensibilidade» de Paulo Macedo nesta matéria.

«O ministro disse que tínhamos um número muito interessante de transplantes, mas que o país não tem capacidade económica para esse número. Foi por isso que me demiti. Foi chocante para mim, porque mesmo com esse número muito interessante morreram 10, 20 ou 30 pessoas a quem eu não consegui arranjar um órgão», declarou.

A anestesista de transplante garante que a quebra na transplantação é «só» de 22 por cento porque os «mais de 100 profissionais» formados quando coordenava a área «continuam a trabalhar». Em relação ao corte nos incentivos, Maria João Aguiar sublinhou que os profissionais da colheita «não recebem dinheiro», porque este vai para os hospitais e para os cirurgiões. «E não é por ganharmos só metade ou um terço do que ganhávamos que não nos continuamos a levantar de noite para vir trabalhar», apontou.

A ex-coordenadora da Autoridade dos Serviços do Sangue e da Transplantação concorda com uma maior sensibilização dos dadores vivos, conforme a nova campanha da Sociedade Portuguesa da Transplantação, mas refere que «o cadáver é que é o dador ideal». O caminho, esse, acredita que terá de ser «o retomar da rede» de colheita. «Não é o dinheiro que falta, é o reconhecimento, o estímulo», reforçou.
fonte: http://www.tvi24.iol.pt/iol-push---sociedade/transplantes-saude-maria-joao-aguiar-transplantacao-paulo-macedo-tvi24/1362247-6182.html

Portugal 2012 - Este ano foram realizados menos cem transplantes

Transplantação caiu 22 por cento no primeiro semestre, enquanto há dois mil portugueses à espera de um rim. Nova campanha tenta combater a situação

No primeiro semestre deste ano foram realizados menos 100 transplantes do que no mesmo período do ano passado (458 em 2011, 358 em 2012), o que equivale a menos 22%, segundo os últimos dados a que o tvi24.pt teve acesso.


Também o número de órgãos colhidos diminuiu 16% (493 em 2011, 412 em 2012) e o número de dadores cadáveres desceu 15,2% (157 em 2011, 133 em 2012).

Segundo os dados provisórios da Autoridade para os Serviços de Sangue e da Transplantação (ASST), entre janeiro e junho de 2012 a queda foi quase total, com a única exceção do transplante pulmonar.

«Os números estão a descer desde 2010, mas a quebra é bastante mais acentuada agora. O motivo óbvio é transversal a toda a Europa: há menos acidentes de viação e há uma diminuição da mortalidade dos AVC, que são as principais fontes de órgãos», explicou ao tvi24.pt Fernando Macário, presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT), que lançou uma nova campanha esta sexta-feira, no Dia do Transplante, e que defende uma auditoria a estes resultados negativos.

Para o responsável da SPT, o corte nos incentivos aos transplantes «não é um fator importante» na análise desta redução, mas a fusão da ASST com o Instituto Português do Sangue e os três centros de Histocompatibilidade influenciou os resultados. «Nesta área, é fundamental as pessoas terem referências e um estímulo à sua atuação e isso aconteceu menos durante esta reestruturação», apontou.

Questionado sobre o impacto desta reorganização, o presidente do novo Instituto Português do Sangue e do Transplante, Hélder Trindade, admitiu que «a situação é complicada» e que está «preocupado» com os números que vai receber. O responsável declarou que a transplantação está «em gestão corrente» até à fusão dos quatro institutos, que antevê só estar concluída «daqui a pelo menos um mês».

Segundo o que o tvi24.pt apurou, a redução da transplantação já se reflete na lista de espera para um transplante renal, que está a aumentar nos últimos dois anos depois de ter diminuído entre 2008 e 2009. No final de 2010, havia 1930 portugueses à espera de um novo rim, enquanto no final de 2011 o número subiu para 1973. Atualmente, há dois mil doentes em lista de espera, a maioria no Sul do país (1020), seguido do Norte (675) e só depois do Centro (305).

A campanha da SPT, denominada «Doar um Rim Faz Bem ao Coração», visa aumentar a colheita de órgãos através de dador em coração parado e de dador vivo. No primeiro caso, Fernando Macário lembra que é necessário alterar a lei de forma a permitir que, em caso de paragem cardíaca irreversível, os serviços de emergência possam «atuar imediatamente sobre esse cadáver, protegendo os órgãos e transportando-os rapidamente». «Desta maneira podíamos aumentar em 10% o número de dadores», defendeu.

Em relação ao aumento da colheita através de dador vivo, a SPT aposta em «aumentar a informação», porque «as pessoas têm alguns receios das repercussões desta doação e ainda não há essa tradição» em Portugal. Fernando Macário garante que os hospitais de Santo António e S. João, no Porto, os Hospitais Universitários de Coimbra e os hospitais Curry Cabral e Santa Maria, em Lisboa, «têm capacidade» para realizar esses transplantes «desde que tenham mais dadores». O responsável acredita que será possível «fazer pelo menos o dobro ou até o triplo» destes transplantes.

Os profissionais de saúde e os utentes são os alvos desta campanha, que irá incidir nos centros de saúde, com campanhas publicitárias, ações de formação a até um site interativo para colocarem dúvidas. «É importante saberem, por exemplo, que um dador de rim pode sair do hospital ao fim de apenas 24 ou 48 horas. É um transplante bastante seguro», explicou Fernando Macário.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Transplantes: ministro nega «razão monetária»


CONVERSA: sempre a diminuição dos acidentes e os pacientes em morte cerebral, e os dadores vivos!!!! Sandra Campos

Ex-secretário de Estado Manuel Pizarro aponta «profunda desorganização» do setor como razão da diminuição de 22 por cento na transplantação.

O ministro da Saúde admitiu esta quarta-feira, no Parlamento, que a transplantação de órgãos «tem vindo de facto a diminuir» este ano. A queda, segundo avançou o tvi24.pt, é de 22 por cento no primeiro semestre.

Para Paulo Macedo, a diminuição do número de acidentes rodoviários é «um dos fatores» que explicam a diminuição, assim como a «redução da transplantação em termos mundiais». O governante descarta, no entanto, que haja uma «razão monetária» por trás dos números, recordando que «todos os responsáveis [do setor] já disseram que não há qualquer impacto».

Sublinhando as «variações muito claras dentro das principais unidades» que realizam transplantes, Paulo Macedo referiu o «bom comportamento» em Coimbra, «o melhor do país», o «comportamento positivo» do Porto e o «comportamento bastante insuficiente» do Hospital de Santa Maria, em Lisboa.

O ministro respondia a uma questão do deputado do PS Manuel Pizarro, que apontou a «profunda desorganização do setor da transplantação de órgãos» como causa da diminuição. «Quando tomou um conjunto de medidas, no ano passado, garantiu que isso não iria ter consequências, mas estamos agora a vê-las», afirmou.

Segundo o ex-secretário de Estado da Saúde, a redução dos transplantes «nem sequer do ponto de vista financeiro é uma boa opção», porque aumenta os custos a longo prazo. Por exemplo, no caso dos rins, a queda de 25 por cento «vai custar ao Estado 8,5 milhões de euros nos próximos 10 anos», tendo em conta o número de doentes em lista de espera que se mantêm em diálise.

O socialista propôs ao ministro «melhorar a coordenação dos serviços, promover o programa do dador do coração parado e promover o aumento da dádiva de dadores vivos», como a recente campanha da Sociedade Portuguesa da Transplantação.

«Concordamos que há iniciativas que vamos apoiar. Nós iremos apoiar essa campanha», assegurou Paulo Macedo, sem adiantar números.                       

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Sociedade Portuguesa de Transplantação defende análise da diminuição da colheita de órgãos


23/07/2012 - 07:48
O presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT), Fernando Macário, defendeu na passada sexta-feira, em Coimbra, a necessidade de se fazer um levantamento e "análise profunda" da diminuição da colheita de órgãos em Portugal, para o relançamento do processo, avança a agência Lusa.

"Após tempos de extraordinário sucesso que nos habituaram a níveis de colheita de órgãos e de transplantação, que nos colocaram na vanguarda mundial, desde 2010 que a colheita de órgãos não cessa de descer em Portugal (..), com níveis preocupantes durante o corrente ano. Temos que reunir esforços para analisar esta situação e tentar inverter este rumo", defendeu.

Na sua perspectiva, "é absolutamente urgente o levantamento e análise profunda do que se passa, para relançar de novo a colheita de órgãos".

O presidente da SPT falava na sessão solene de comemoração do Dia do Transplante, que decorreu no auditório do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), reunindo cerca de 330 doentes e familiares, médicos e outros profissionais desta área e vários responsáveis do sector da saúde.

"Impõe-se que todos os hospitais onde seja efectuado o diagnóstico de morte cerebral e tenham condições de suporte intensivo se constituam obrigatoriamente como hospitais de colheita e que sejam aí criadas as condições logísticas que conduzam e estimulem a colheita de órgãos", frisou.

Para o presidente da SPT, "deve ser permanentemente escrutinada e mesmo auditada a actividade das unidades onde pode ser efectuada identificação de dadores e colheita de órgãos, para se garantir que todos os potenciais dadores são referenciados".

A organização das estruturas que coordenam a colheita de órgãos em Portugal "tem que ser reformulada para acabar com ineficiências localizadas" e a estrutura de transplantação nacional "necessita de ser repensada", preconizou ainda o médico do CHUC.

"A colheita em dador com coração parado em Portugal espera há demasiado tempo por orientações legais e logísticas", frisou Fernando Macário.

Ao intervir na sessão, o bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, disse que a instituição deverá, até ao final do ano, aprovar os critérios para a colheita em dador com coração parado.

"A transplantação é, sem dúvida, uma das actividades que mais possibilidades dá de se virem a contar histórias felizes, e felizes muitos doentes por contar essa história", afirmou o presidente do Instituto Português do Sangue e da Transplantação, Hélder Trindade.

Na sessão, em que também intervieram os presidentes do CHUC e da Administração Regional de Saúde do Centro e a directora geral da Novartis - Martins Nunes, José Tereso e Cristina Campos, respectivamente -, vários doentes transplantados e os seus médicos testemunharam o sucesso destas intervenções.

"[O transplante hepático] permitiu-me ver mais além, o futuro próximo, vejo-me tão bem que decidi adoptar uma criança", relatou uma doente, transplantada em 2008 no Hospital Curry Cabral.
Na sessão, foi lançada a campanha da SPT com o apoio da empresa Novartis "Doar um rim faz bem ao coração".
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/23-07-12/sociedade-portuguesa-de-transplantacao-defende-analise-da-diminuicao-da-c

Portugal - “Colheita é o motor”


Fernando Macário, Presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação sobre a diminuição da colheita de órgãos 
Correio da Manhã – Qual a situação da transplantação em Portugal?
Fernando Macário – Continuamos a ter níveis de transplantação renal e hepática acima da média. Mas estamos muito preocupados porque a colheita de órgãos tem vindo a diminuir. Nos primeiros meses deste ano houve uma queda de 17%.
– A que se deve?
– Há menos mortalidade rodoviária e por acidentes vasculares cerebrais. Mas há outros factores.
– Quais?
– Poderá ter a ver com a alteração na organização da responsabilidade com a transplantação. É urgente que o Instituto Português do Sangue e da Transplantação inicie a actividade de forma efectiva. A colheita é o motor da transplantação. A colheita, em dadores, em coração parado também ainda não está definida do ponto de vista legal. Outro aspecto é o transplante renal com dador vivo que tem pouca expressão.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Portugal - Realizados menos 78 transplantes

Saúde: Quebra de 21% em relação a 2011
Menos dadores, menos órgãos recolhidos e menos transplantes, sobretudo nas regiões Norte e Sul. É este o panorama da transplantação em Portugal, país que em 2009 liderou o sector a nível mundial. De acordo com os últimos dados, de Janeiro a Maio deste ano fizeram-se 294 transplantes, menos 78 que em igual período do ano passado, correspondendo a uma quebra de 21%.

Nos primeiros cinco meses fizeram-se 15 transplantes cardíacos (- 8), 179 renais (- 61), 84 hepáticos (- 7) e 8 pancreáticos (- 4). Melhorias só nos transplantes pulmonares: registaram-se 8 operações, mais duas que no ano passado.
O número de dadores cadáveres também desceu consideravelmente (29%). Em 108 dadores (- 23) recolheram-se 335 órgãos (- 61).
A redução do número de mortes – há menos acidentes de viação e menos AVC – e a falta de sensibilização das famílias são apontadas como as principais causas para a redução dos transplantes. Segundo Fernando Macário, presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação, o que falta no nosso país é uma "estratégia para que não se percam potenciais dadores, como por exemplo, quando é decretada uma paragem cardíaca". Nesses casos, diz, "a lei não permite desencadear o processo para que se faça a colheita dos órgãos".
Depois de recolhidos os órgãos, o transplante não pode esperar. Um coração ou um pulmão, por exemplo, têm entre quatro a seis horas de ‘vida’; um fígado aguenta 12 horas e um rim espera 24 horas.

TRÊS CORAÇÕES PARA ESPANHA
Segundo a Autoridade para os Serviços de Sangue e da Transplantação, nos primeiros cinco meses do ano Espanha fez nove transplantes com órgãos de Portugal. Foram enviados três corações, três pulmões e três fígados. Apenas um dos receptores era português. Este doente po-de ser uma das crianças que foram operadas no país vizinho quando o Serviço de Transplantes Hepáticos Pediátricos deCoimbra esteve fechado. 
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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

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