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terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Vou viajar e agora como uso a máscara para me proteger a nivel respiratório?

Uso Correcto

Uso incorrecto 
Parece o mesmo não é? Mas há uma grande diferença! As máscaras têm frente e verso e uma parte serve para proteger o nariz e boca (VERSO) e a outra para ficar virada para fora (FRENTE) para enfrentar os vírus e bactérias.

TOPICOS PARA USAR ESTE TIPO DE MASCARA:
Frente para fora  - é o tom mais verde escuro;
Verso para dentro - é o tom mais verde claro;
Cima tem um pequen arame para adaptar à cana do nariz
Baixo tem uma especie de fole para adaptar ao queixo.

verso para o interior

frente para o exterior



Usei no centro comercial e posso voltar a usar? NÃO!!
Usei num avião e posso voltar a usar? NÃO!!

Porquê?
Estão contaminadas pelo ar e bactérias e virus.

DEITAR FORA E LAVAR AS MÃOS E USAR NOVA MÁSCARA.

VENDEM-SE NAS FARMÁCIAS À UNIDADE (0,80€)  OU CAIXAS DE 100 UNIDADES (20€).

ATENÇÃO QUE HÁ VÁRIOS TIPOS DE MÁSCARAS COM FUNÇÕES DIFERENTES.

PREVINA-SE!!

segunda-feira, 5 de maio de 2014

OMS: higiene das mãos é essencial para prevenir resistência a bactérias


05/05/2014 - 09:34

A Organização Mundial da Saúde (OMS) apelou esta segunda-feira a todos os trabalhadores do sector da saúde, nomeadamente médicos, enfermeiros e assistentes, que mantenham as mãos limpas ao cuidar dos pacientes, uma maneira de evitar infecções hospitalares. Esta segunda-feira celebra-se o Dia Mundial da Higiene das Mãos, avança o Diário Digital.

Na semana passada, a OMS divulgou o primeiro estudo global sobre resistência a antibióticos, demonstrando elevados índices de casos de bactérias que já não respondem ao tratamento com aqueles medicamentos.

A agência da ONU destaca que as infecções em hospitais ou centros de saúde ocorrem quando os germes são transferidos das mãos do profissional ao tocar o paciente.

A cada 100 pacientes, 10 adquirem alguma infecção daquela maneira, nos países de baixo e de médio rendimento. Nas nações ricas, a proporção é de sete infecções em cada 100 pacientes.

Nas unidades de terapia intensiva, o índice pode chegar a 30 por 100. Segundo a OMS, germes resistentes a medicamentos são responsáveis por uma elevada proporção dos casos.

Quando os pacientes não melhoram mesmo após o uso de antibióticos, existe maior risco de morte, alerta a agência. Por isso, é aconselhado a profissionais de saúde lavar as mãos antes e depois de tratar um paciente, após o contacto com fluidos e antes de inserir catéteres, por exemplo.

Esfregar álcool nas mãos ou lavar bem as mãos com água e sabão continuam a ser, segundo a OMS, as maneiras mais eficientes de manter uma boa higiene.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Higiene das mãos: dois terços dos profissionais de saúde aderiram a campanha (Portugal)


07/05/2012 - 08:46

Dois terços dos profissionais de saúde aderiram à campanha de higiene das mãos, lançada há três anos nas unidades de saúde, mas há hospitais onde a adesão é de apenas 19 por cento, segundo uma especialista da DGS, citada pela agência Lusa.

“A taxa de adesão global nacional é de 66%, o que é bastante bom, porque se não fizermos nenhuma intervenção esta taxa raramente excede os 50%”, disse à Lusa a chefe da Divisão de Segurança do Doente, da Direcção-geral da Saúde, a propósito do Dia Mundial da Higiene das Mãos, que se assinalou no sábado.

Portugal aderiu em Outubro de 2008 a esta campanha, promovida pela Organização Mundial de Saúde (OMS), com vista a prevenir infecções entre os doentes e os profissionais do sector.
Cristina Costa adiantou que os resultados da campanha foram “bastante positivos”, com mais unidades de saúde e profissionais a aderir.

A taxa de adesão dos enfermeiros é mais elevada, mas, desde o início da campanha, esta taxa tem vindo a aumentar em todos os grupos profissionais.

“A taxa de adesão dos médicos, por várias razões, não é tão boa como a dos enfermeiros, mas é um problema que também se passa a nível internacional”, observou, defendendo a necessidade de desenvolver estratégias para levar os médicos a aderirem mais.

Há muitas unidades de saúde interessadas em participar na campanha e o “grande investimento” que tem sido feito pelas que já aderiram tem tido resultados “bastante positivos”.

Contudo, lamentou, ainda há unidades de saúde com taxas de adesão dos profissionais à higiene das mãos de 19%, enquanto há outras com 86%.

Relativamente aos casos em que a adesão é muito baixa, Cristina Costa afirmou que é preciso analisar o que está a falhar nas cinco componentes da estratégia da OMS.

“É a formação que não estamos a fazer, é a solução anticéptica de base alcoólica que não está colocada nos locais de prestação de cuidados, é a avaliação que não é feita de forma adequada ou é a unidade de saúde que não tem uma cultura de segurança?”, questionou.

Cristina Costa adiantou que é necessário haver instrumentos para que “as unidades de saúde avaliem o seu próprio desempenho, identifiquem as áreas que não estão a funcionar em pleno e definam as medidas que têm de ser implementadas para melhorar”.

O Relatório da Primavera 2011 do Observatório Português dos Sistemas de Saúde refere que a taxa de prevalência nacional de Infecção Associada aos Cuidados de Saúde subiu de 8,7% em 2003 para 9,8% em 2009.

“Em 2009, com a implementação da campanha, conseguimos reduzir em 4% a taxa de estafilococos aureus, um microrganismo relacionado com as infecções associadas aos cuidados de saúde e que causa grande problemas, mas em 2010 voltámos a aumentar”, lamentou a médica.

Esta situação significa que é necessário “fazer mais investimento na promoção da higiene das mãos, uma prática que é simples, mas que não é fácil de pôr em prática”.

A responsável da DGS anunciou que, este mês, vai ser realizado, pela primeira vez, um estudo de prevalência de infecção europeu em que Portugal vai participar.

O estudo irá permitir ter dados comparáveis com outros países porque a metodologia utilizada é a mesma.

O trabalho vai decorrer nos hospitais e, simultaneamente, será realizado outro estudo nos cuidados continuados com um protocolo diferente, adiantou.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/07-05-12/higiene-das-maos-dois-tercos-dos-profissionais-de-saude-aderiram-campanha
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TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

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TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

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Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

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2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

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Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
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Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

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