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sábado, 19 de janeiro de 2019

Transplantes: morrem 6 portugueses por mês à espera de um órgão

Expresso

Em 2018 morreram 76 pessoas em Portugal à espera de um órgão para ser transplantado. Mais 49% do que em 2017. Envelhecimento da população exige que se mude a lei para atender às necessidades e até março, será entregue uma proposta ao Ministério da Saúde

A cada mês, seis pessoas morrem em Portugal a aguardar por um transplante. O órgão com maior lista de espera é o rim, com cerca de dois mil doentes dependentes de uma doação. O país está no topo em número de órgãos colhidos mas é preciso melhorar o aproveitamento dos órgãos e adaptar a legislação ao cada vez maior envelhecimento da população.

O envelhecimento da população e, por conseguinte, dos doentes em lista de espera ajuda a explicar o aumento das mortes entre os doentes que aguardam por um rim. “Há vários fatores que podem explicar o aumento de óbitos, mas o agravamento do estado de saúde das pessoas à espera do órgão e o aumento da média etária são determinantes, daí a necessidade de haver cada vez mais dadores vivos”, sublinha Susana Sampaio, presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação.

FONTE: https://expresso.sapo.pt/sociedade/2019-01-19-Transplantes-morrem-6-portugueses-por-mes-a-espera-de-um-orgao#gs.T4rudKB3

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Transplante Renal com dador vivo

Imagem da net


Olá a Todos!

FELIZ 2015!!!

Até hoje nunca usei o meu blog como um diário. Preferi colocar noticias, boas ou más, polémicas ou convergentes mas que acima de tudo fossem úteis para quem esteja a precisar de um transplante pulmonar.

Após alguns anos a tomar imunossupressores – medicamentos que baixam as defesas do organismo para que não haja rejeição do órgão transplantado – pode haver o risco de chegar à Insuficiência renal crónica.

Para a insuficiência renal crónica, na sua fase terminal, quando os dois rins chegam a uma função de 10% e param de trabalhar é necessário um de tratamento de substituição da função renal, hemodiálise ou diálise peritoneal ou ainda o transplante renal com dador vivo ou dador cadáver.

Em Portugal ainda não existe nenhum transplantado bi-pulmonar que esteja a necessitar de um transplante renal.

Sou eu a primeira!

Não o digo com orgulho, pois como podem imaginar, o que mais gostaria era ter uma vida absolutamente normal após o meu transplante bi-pulmonar.

Depois de quase 1 ano em exames médicos para saber se a minha mãe pode ser minha dadora renal chegaram os exames conclusivos – A minha mãe é dadora 100% compatível e está em condições físicas de me dar um rim e viver só com um rim sem problemas para saúde dela.

Estou Triste, estou Feliz, ao mesmo tempo. Sei que em breve farei o meu transplante renal e que voltarei a ter a qualidade de vida que tinha desde que fiz o meu transplante bi-pulmonar.

Para quem precise de informações sobre a Insuficiência Renal Crónica, deixo aqui um link sucinto mas bastante explicativo: http://lifestyle.sapo.pt/saude/saude-e-medicina/artigos/insuficiencia-renal-cronica-2?artigo-completo=sim

Sandra Campos


sexta-feira, 6 de junho de 2014

España . Actrices y actores apoyan en Galicia la donación de órganos

    FOTO: AQUI

Se suman a una campaña de la asociación Alcer, que alerta de que más de 500 personas necesitan un trasplante

     

Álvaro Ballesteros ÁLVARO BALLESTEROS Las actrices Iolanda Muiños, Camila Bossa y Belén Constenla, y el actor Federico Pérez, apoyaron con su presencia en el Hospital Clínico de Santiago una campaña a favor de la donación de órganos, promovida por la asociación Alcer (Asociación para a Loita contra as enfermedades do ril). Participaron en una actividad promocional, junto con el gerente del área sanitaria compostelana, Luis Verde; el jefe de nefrología del CHUS, Cándido Díaz; y Manuel Bello, dirigente de Alcer en la comarca compostelana. De este modo conmemoran el día del donante de órganos y tejidos, que se conmemora el primer miércoles de junio, indicaron. La campaña tiene como lema «Temos miles de historias que contar». El objetivo es dar a conocer que cada paciente que está en lista de espera en espera de un órgano es una historia diferente. Alcer distribuyó carteles en los que alerta que «hai máis de 500 personas en Galicia na procura dun trasplante». Y en apoyo de la donación, agregan, «temos o mellor reparto», pues además de las actrices y actor que les apoyaron en el Clínico, secundan la campaña José Luis Prieto, Mos, Flor Maceira, Paula Morado, Avelino González, Antonio Durán Morris, Miguel de Lira, Javier Gutiérrez, Luiz Zahera, Yadhira y Hugo, la Escola de Teatro de Narón, y José Carlos Gómez: este último indican que es «compositor, cantante e doente transplantado de ril». El cartel señala que «Mais o final feliz so o poder poñer ti. Faite donante de órganos». En Santiago reparten además documentación para promocionar el trasplante de riñón entre personas vivas.

FONE: AQUI

sábado, 11 de janeiro de 2014

Alocação de rins para transplante em Portugal - 2014-01-11


Biostatistics Office. Ermesinde, Portugal.
National Institute of Health, Dr Ricardo Jorge. Oporto, Portugal.
Bruno A Lima, Miguel Mendes, Helena Alves
Tendo em conta o fato de que o dador cadáver de órgãos é um bem escasso, a sua distribuição deve ser equilibrada, a fim de maximizar a utilidade e justiça. Um sistema de distribuição de rins de dador cadáver deverá ser alicerçado em políticas transparentes. Deve ter em conta a relação entre oferta e procura, buscando um equilíbrio entre o benefício neto mais elevado de sobrevivência que pode ser fornecido por um determinado órgão e o tempo de espera dos candidatos a transplante (assim como a probabilidade de estes serem transplantados). Fatores como: idade do doente, local de residência, nível socioeconómico, causa de insuficiência renal, o prognóstico, o tempo de diálise e co-morbilidades influenciam os resultados do transplante. Também a qualidade dos dadores disponíveis deve ser considerada quando se olha para o equilíbrio entre a utilidade e justiça na distribuição dos órgãos. Nos EUA, Reino Unido e Portugal as regras de alocação de rins de dadores cadáver são baseados em sistemas de pontos atribuídos a cada possível receptor. No entanto, o fator-chave na alocação de órgãos é o tempo em diálise (numa base: primeiro a chegar, primeiro a ser servido). A discussão sobre o acesso ao transplante renal de dador cadáver é constante e deve ser feita de forma clara e sistemática, de modo a permitir as melhores decisões em todos os momentos.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Portugal Transplante Renal de Dador Vivo


Veja o vídeo aqui: http://sic.sapo.pt/Programas/boatarde/2014/01/08/o-medico-responde-as-duvidas-do-publico

A insuficiência renal crónica é SILENCIOSA e progressiva.

Os transplantes renais em especial de dador vivo sao muito importantes para nós transplantados pulmonares. Os imunossupressores sao muito toxicos para os rins. Tenta ser sempre acompanhado por um nefrologista para que saibas sempre a tua capacidade renal para nao entrares em insuficiencia renal cronica e nao ser preciso um transplante. Digo isto porque como deves saber grande parte dos transplantados pulmonares (ou até mesmo de outros orgaos) um dia mais tarde necessitam de um transplante renal. Para além de mim há mais pessoas neste momento com a capacidade renal a 25% e os rins na insuficiencia renal cronica param em simultaneo. Aos 20% começa-se a falar em transplante renal de dador vivo e aos 15% em dialise. Cuida bem dos teus rins, bebe muita água, cuidado com a alimentação, nada de exageros com as proteinas e sal, fazer exercicio com regularidade e tenta viver sem niveis altos de stress. Bom conselho? Sandra Campos.

Há alguns casos de transplantes de coração ou de figado que precisam mais tarde de um transplante renal mas em Portugal nao há experiência de transplante renal em transplantados pulmonares. Algo poderia ter sido falado no programa em especial porque estes casos têm que ser analisados de uma forma muito cuidadosa. A equipa do transplante pulmonar deverá sempre trabalhar em conjunto com a equipa de transplante renal (vivo ou cadaver). Sandra Campos. 

Em LISBOA os 3 centros de Transplante de Dador Vivo são:
Hospital Santa Maria
Hospital Curry Cabral
Hospital Santa Cruz


quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

DIÁLISE - várias opções de tratamento

DIÁLISE

A insuficiência renal é caracterizada pela perda parcial ou total da função renal, com uma origem multifactorial, de evolução gradual ou brusca. Apesar de não existir cura e de haver danos associados, nalguns casos é possível travar a doença e recuperar parte ou totalidade da função dos rins. Nos casos em que não é possível travar a evolução da doença ou naqueles em que a lesão é muito significativa, a parte que continua em funcionamento ir-se-á degradando e o seu trabalho de limpeza será insuficiente.
Devido a esta insuficiência da função dos rins, acumulam-se no organismo substâncias que são normalmente eliminadas na urina.
A Insuficiência Renal Crónica Avançada é uma doença que põe em risco a vida do doente e requer tratamento para substituir algumas das funções que o rim já perdeu - Tratamento de Substituição da Função Renal (TSFR).
Estes tratamentos de substituição podem ser:
  • Domiciliários
    • Diálise Peritoneal Automática (DPA) e Diálise Peritoneal Contínua Ambulatória (DPCA)
    • Hemodiálise Domiciliária
  • Em hospitais ou centros especializados
    • Hemodiálise
    • Transplantação Renal: é a opção que proporciona um tratamento mais próximo do funcionamento dos rins saudáveis. Os transplantados podem ter uma vida relativamente normal, com poucas restrições alimentares.

Diálise em Casa

A Diálise Peritoneal utiliza uma membrana natural como filtro - o peritoneu. O fluido de diálise é introduzido na cavidade peritoneal através dum pequeno tubo flexível, que foi previamente implantado no abdómen de forma permanente, numa intervenção cirúrgica menor. Uma parte deste tubo, o cateter, permanece fora do abdómen e permite a conexão às bolsas de solução de diálise. O cateter fica escondido por baixo da roupa.
Enquanto o líquido se encontra na cavidade peritoneal, dá-se a diálise: o excesso de água e resíduos passam do sangue, através da membrana peritoneal, para a solução de diálise.
A solução é mudada periodicamente, num processo que é designado por "troca".
Existem duas modalidades de diálise peritoneal que o doente pode fazer em casa: a Diálise Peritoneal Automática (DPA) e a Diálise Peritoneal Contínua Ambulatória (DPCA). Os profissionais de saúde do seu hospital treiná-lo-ão de modo a que consiga realizar o processo de diálise sem assistência em sua casa, ou com a ajuda de um familiar, se for necessário.
Ao efectuar Diálise Peritoneal, em qualquer modalidade, é importante fazer as trocas numa zona limpa e isenta de correntes de ar, em condições de assepsia, para prevenir a ocorrência de infecções.
Muitos doentes em todo o mundo escolhem a Diálise Peritoneal por ser mais confortável e flexível, proporcionando-lhes mais liberdade para manter o seu estilo de vida.

Diálise Peritoneal Automática (DPA)

A DPA efectua-se em casa, normalmente à noite, enquanto se está a dormir. Uma máquina (cicladora) controla o tempo para efectuar as trocas necessárias, drena a solução utilizada e introduz a nova solução de diálise na cavidade peritoneal.
No início do tratamento é necessário preparar as linhas e as soluções, ligar a máquina e conectar o cateter do doente. A cicladora efectuará as trocas programadas normalmente durante 8-10 horas. De manhã, o doente só tem que se desligar da máquina.
As máquinas de Diálise Peritoneal Automatizada são seguras, são fáceis de gerir e podem ser utilizadas em qualquer lugar em que haja electricidade.
Trata-se de uma opção de tratamento ideal para as pessoas que trabalham, para as crianças em idade escolar e para aqueles que precisam de ajuda para realizar diálise (Diálise Peritoneal assistida).

Diálise Peritoneal Contínua Ambulatória (DPCA)

A maioria dos doentes em DPCA precisa de efectuar 3 ou 4 trocas diárias. A drenagem do líquido requer entre 10 a 20 minutos e a duração da infusão da nova solução é de 5 a 10 minutos.
Para a aprendizagem são necessárias entre uma a duas semanas, não sendo necessárias agulhas. O tratamento pode ser feito em casa, no local de trabalho ou outro local que tenha condições adequadas, podendo ser adaptado a diversos horários consoante as necessidades.
É preciso dispor de espaço em casa para guardar o material necessário à realização da terapêutica. A dieta e a ingestão de líquidos habitualmente são menos restritivos do que no tratamento de hemodiálise.

FONTE: http://www.baxter.pt/doentes/terapeuticas/insuficiencia_renal.html

Fotojornalista documenta a sua experiência de viver com uma doença crónica

Luna Coppola, fotojornalista de 32 anos, descobriu que sofria de Doença Renal Crónica (DRC) em 2004 e assim viveu na última década. Primeiro viveu a doença em silêncio e quando a doença atingiu o seu ponto inevitável voltou-se para a diálise.
Foi nesta altura que a fotojornalista decidiu documentar a sua batalha virando a lente para si mesma com o intuito de capturar a exaustão, auto-consciência, o medo e a esperança que ela experimentou enquanto aguardava o único tratamento realmente eficaz para a sua doença - um transplante de rim.
Segundo Luna Coppola " os sintomas manifestam-se quando você já está num estágio avançado, quando você não pode voltar atrás, para que tente ir em frente e adaptar-se ".
Pré-diálise
Na série resultante, " Conectado a Auto-vida e Re-vida", a fotógrafa apresenta os variados momentos que antecederam a sua cirurgia de transplante, que vão desde a terapia de diálise peritoneal contínua para a inserção de cateteres. Voltando um diário de auto-retrato em preto e branco numa forma de contar histórias que lança luz sobre as realidades da maioria dos pacientes com DRC, ela fornece um íntimo, muitas vezes difícil, vislumbre do mundo de crónica doença.
Inserção do cateter peritoneal
Diálise em casa (diálise peritoneal)
Luna Coppola decidiu-se por este tipo de diálise como forma de manter o seu estilo de vida, pois a maioria dos doentes em Diálise Peritoneal Contínua precisa de efectuar 3 ou 4 trocas diárias. A drenagem do líquido requer entre 10 a 20 minutos e a duração da infusão da nova solução é de 5 a 10 minutos.
Hora do Banho
Para a aprendizagem são necessárias entre uma a duas semanas, não sendo necessárias agulhas. O tratamento pode ser feito em casa, no local de trabalho ou outro local que tenha condições adequadas, podendo ser adaptado a diversos horários consoante as necessidades.
A troca (connected-to-selflife-and-relife)
É preciso dispor de espaço em casa para guardar o material necessário à realização da terapêutica. A dieta e a ingestão de líquidos habitualmente são menos restritivas do que no tratamento de hemodiálise.
"Estou convencida de que, através do meu auto-retrato, como uma nova forma de fazer fotojornalismo, eu posso revelar toda a espera, o cansaço, e a força de todas aquelas pessoas que enfrentam esta doença todos os dias ", explica a fotojornalista. "É um meio pelo qual você testemunhar a realidade através das emoções e não por acções."
 
Diálise Peritoneal Automática (DPA)
O telefonema - Transplante Renal
"É uma maneira de lidar com o medo que você sente quando algo desconhecido é voltado para você ", ela acrescentou.
O projecto de Coppola culmina no seu transplante e regresso a casa, ao fim de um ano longo ritual de receber tratamentos de diálise peritoneal em casa - um procedimento que envolve a inserção de um cateter em seu abdómen que transporta solução de diálise dentro e fora.
O Corredor - Bloco Operatório
Auto-retrato com novo rim
"Nesta fase da crise económica e política de austeridade do governo que deveria ser obrigatório para desenvolver diálise peritoneal para ambos os seus melhores resultados e para o seu menor impacto sobre a economia do sistema de cuidados de saúde", reiterou Coppola.

Conceito de Diálise Peritoneal
A Diálise Peritoneal utiliza uma membrana natural como filtro - o peritoneu. O fluido de diálise é introduzido na cavidade peritoneal através dum pequeno tubo flexível, que foi previamente implantado no abdómen de forma permanente, numa intervenção cirúrgica menor. Uma parte deste tubo, o cateter, permanece fora do abdómen e permite a conexão às bolsas de solução de diálise. O cateter fica escondido por baixo da roupa.
Enquanto o líquido se encontra na cavidade peritoneal, dá-se a diálise: o excesso de água e resíduos passam do sangue, através da membrana peritoneal, para a solução de diálise.
A solução é mudada periodicamente, num processo que é designado por "troca".
Existem duas modalidades de diálise peritoneal que o doente pode fazer em casa: a Diálise Peritoneal Automática (DPA) e a Diálise Peritoneal Contínua Ambulatória (DPCA). Os profissionais de saúde do seu hospital treiná-lo-ão de modo a que consiga realizar o processo de diálise sem assistência em sua casa, ou com a ajuda de um familiar, se for necessário.
Cicladora - Diálise Peritoneal
Ao efectuar Diálise Peritoneal, em qualquer modalidade, é importante fazer as trocas numa zona limpa e isenta de correntes de ar, em condições de assepsia, para prevenir a ocorrência de infecções.
Muitos doentes em todo o mundo escolhem a Diálise Peritoneal por ser mais confortável e flexível, proporcionando-lhes mais liberdade para manter o seu estilo de vida.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Doar um rim a familiares é legal mas difícil de concretizar

15/03/2013 - 12:06

Cerca de 800 mil portugueses sofrem de doença renal crónica. Todos os anos surgem dois mil novos casos, outros dois mil aguardam em lista de espera para um transplante renal. São dados a reter neste Dia Mundial do Rim, a propósito do qual a Rádio Renascença foi conhecer a história de uma filha que doou um rim à sua mãe.

Trata-se de um dos primeiros casos de doação de órgãos entre familiares, só possível depois da alteração da legislação em 2007. Desde essa altura, qualquer pessoa pode ser dadora de órgãos em vida, independentemente de haver relação de parentesco.

“A minha mãe já era insuficiente renal há cerca de 10 anos”, conta Manuela Bettencourt à Renascença, acrescentado que “estava a chegar a uma situação em que se tornava essencial tomar atitude”.
Decisão tomada de ser dadora, o problema foi a burocracia. “O próprio Estado não facilitou as coisas. No hospital porque eu sou filha e ela é a mãe e normalmente estas situações são contrário”, explica.

Governo quer que número de doentes que fazem diálise em casa passe de 7 para 14%

Para quem o dia do transplante ainda não chegou, a hemodiálise é praticamente a única solução para a doença. O Governo quer que, até final de 2014, o número de pacientes que fazem diálise em casa passe de 7 para 14%.

A técnica já existe há vários anos, mas a adesão dos doentes ainda é reduzida, mas são várias as vantagens, enumera Ana Lourenço, enfermeira do Hospital de Setúbal.

“A grande vantagem é a pessoa fazer sozinha em casa, não se precisa deslocar”, refere, explicando que “há sempre a possibilidade das pessoas fazerem as mudanças de quatro em quatro horas ou fazer durante a noite, através de uma máquina que as empresas também podem deixar”.

O aumento da diabetes, hipertensão arterial e doenças cardiovasculares faz disparar o número de doentes renais. Nesta altura são 16 mil os doentes em tratamento de substituição da função renal, dois terços em diálise.

Portugal é o país da Europa com maior taxa de incidência de insuficiência renal crónica. Neste Dia Mundial do Rim a aposta é na prevenção, com a realização de rastreios com medição de glicemia e da tensão arterial.

FONTE

quinta-feira, 14 de março de 2013

Portugal - Quatro anos à espera de transplante renal

VIDEO AQUI

14 Mar, 2013, 14:28

Quem precisa de um rim pode ter de esperar quatro anos por um transplante, quando o indicado são seis meses. Uma situação que se agravou com a queda acentuada no número de colheitas. No Dia Mundial do Rim os especialistas apelam à dádiva em vida.

FONTE

quarta-feira, 13 de março de 2013

Em 2012 foram realizadas mais de 700 biópsias renais em Portugal

13/03/2013 - 15:14

De acordo com o Gabinete de registo das Biópsias Renais da Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN), em 2012 foram realizadas mais de 700 biópsias renais a nível nacional, sendo que a maior parte se concentraram na região Sul e Ilhas (417, segundo dados estimativos), seguida da região Norte (234) e da região Centro (78), avança comunicado de imprensa.

“A tendência nos últimos anos tem sido para não existirem grandes oscilações no número de biópsias renais realizadas em Portugal”, refere a Dra. Fernanda Carvalho, Vice-Presidente da SPN e Coordenadora Nacional do Gabinete de Registo das Biópsias Renais.

A especialista refere ainda que a biopsia renal é feita quando existe uma suspeita de lesão renal mas não é possível chegar ao diagnóstico definitivo através de outros meios. “Entre as principais indicações da biopsia renal destacam-se a proteinúria persistente (presença de proteínas na urina), a hematúria frequente (presença de sangue na urina), a insuficiência renal aguda de causa inexplicável ou prolongada duração, a síndrome nefrótica e as alterações renais produzidas durante determinadas doenças sistémicas”, finaliza.

Fernando Nolasco, Presidente da Sociedade Portuguesa de Nefrologia, refere que “O aumento da prevalência da diabetes, hipertensão arterial e doenças cardiovasculares faz aumentar a incidência da doença renal crónica”. E acrescenta que “É fundamental prevenir a doença renal crónica, principalmente, através da educação para a adopção de estilos de vida e alimentação saudáveis”.

Em Portugal, estima-se que cerca de 800 mil pessoas deverão sofrer de doença renal crónica. A progressão da doença é muitas vezes silenciosa, o que leva o doente a recorrer ao médico tardiamente, já sem qualquer possibilidade de recuperação.

Todos os anos surgem mais de dois mil novos casos de doentes em falência renal. Em Portugal existem actualmente cerca de 16 mil doentes em tratamento substitutivo da função renal (cerca de 2/3 em diálise e 1/3 já transplantados), e cerca dois mil aguardam em lista de espera a possibilidade de um transplante renal.

A Sociedade Portuguesa de Nefrologia é uma organização de utilidade pública, sem fins lucrativos, fundada em 1978 que tem por missão prevenir e curar as doenças renais e melhorar a qualidade de vida de todas as pessoas afectadas de doença renal através do desenvolvimento da actividade científica dentro da área da nefrologia.

FONTE

sábado, 29 de dezembro de 2012

Sanidad refuerza la seguridad del donante vivo

Se legislará para que cuente con un seguimiento clínico, ya que, hasta ahora, la ley sólo obligaba a proporcionar cuidados para su restablecimiento

Sanidad refuerza la seguridad del donante vivo
EFE
El Consejo de Ministros ha aprobado este viernes, a propuesta de la ministra de Sanidad, Servicios Sociales e Igualdad, Ana Mato, un proyecto de Real Decreto por el que se regulan las actividades de obtención, utilización clínica y coordinación territorial de los órganos humanos destinados al trasplante, y se establecen requisitos de calidad y seguridad. El principal objetivo es reforzar la seguridad del donante vivo, al incluir de forma explícita la necesidad de facilitar su seguimiento clínico. Hasta ahora, la legislación sólo obligaba a proporcionar cuidados para su restablecimiento.
Esta figura ha experimentado un importante incremento en los últimos años. Sólo en los seis primeros meses de 2012, aumentaron un 9%, de acuerdo con datos de la Organización Nacional de Trasplantes (ONT). La norma también incorpora la obligación de disponer de un registro de donantes vivos, algo que ya existe en España.
El texto mantiene los principios éticos que rigen el modelo español de trasplantes: voluntariedad, altruismo, confidencialidad, ausencia de ánimo de lucro y equidad en el acceso a los trasplantes. De hecho, laDirectiva Europea 2010 se inspira en este modelo español y establece un conjunto de requisitos que nuestro país ya tiene incorporados.
Lo que sí incorpora a nuestra legislación son los últimos avances médicos en donación y trasplante. Es el caso del trasplante renal de donante vivo, cuya expansión requiere un tratamiento legal específico, sobre todo para tener en cuenta las nuevas formas de donación, entre donantes y receptores sin vínculos genéticos ni afectivos, como el trasplante renal cruzado o el trasplante en cadena con donante «buen samaritano».
Otra de las novedades del texto es la equiparación legal de los trasplantes alogénicos de tejidos compuestos, como las extremidades o los tejidos del rostro, a los de órganos. Las características especiales de este tipo de tejidos, su escasez para llevar a cabo trasplantes y la imposibilidad de su almacenamiento hacen necesario asimilar el proceso de obtención y de trasplante al de órganos. Con la nueva norma, este tipo de trasplantes se regirán bajo los mismos principios éticos y garantías de calidad y seguridad que los de órganos.
Estas intervenciones, sin embargo, mantienen su carácter de cirugía experimental y, por tanto, precisan la autorización previa de la Comisión de Trasplantes del Consejo Interterritorial del Sistema Nacional de Salud.
Por último, el Real Decreto también actualiza todos los avances relativos a la donación de órganos en asistolia e incorpora los criterios éticos, legales y técnicos del documento de Consenso español 2012 acerca de este tipo de donantes.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Autovía 'Riñón-Corazón'

Radiografía que muestra el contraste en su tránsito por el riñón, los uréteres y la vejiga. :: R. C.
Las enfermedades renales siempre han estado en un segundo plano. Los propios especialistas lo reconocen. Nunca han sabido transmitir el alcance que pueden tener la carencia de energía, la dificultad para concentrarse, la falta de apetito, los problemas para dormir, padecer calambres musculares nocturnos o tener los pies y tobillos hinchados. Parecen problemas menores, pero sumados pueden ser los primeros síntomas de una Enfermedad Renal Crónica (ERC). Una dolencia que bien se puede detectar con premura gracias a sendos análisis de sangre y de orina.
Pero estas medidas de prevención no han calado en los pacientes «seguramente porque no hemos sabido transmitir su importancia», según admite Alberto Martínez-Castelao, presidente de la Sociedad Española de Nefrología (SEN), que celebró la pasada semana su congreso anual en Maspalomas. Para evitar los problemas renales solo hay que seguir unas pautas de alimentación -comer con poca sal, evitar las grasas- y mejorar las condiciones de vida con más ejercicio o simplemente andar un poco más. Es decir, unas ideas básicas que ayudan a esquivar una ERC y, de paso, un problema cardiovascular. Una relación de dolencias que cada vez se están dando más en los pacientes. En uno de cada diez casos, el corazón se ve afectado por los problemas en los riñones, ya que estos son menos eficaces a la hora de eliminar las toxinas del torrente sanguíneo y secretar hormonas importantes para una función sanguínea y ósea normal. «Poco importa dónde comience el problema, porque la mayoría de las ocasiones se verán afectados los dos órganos», comenta la doctora María Izquierdo, nefróloga del Hospital Universitario de Burgos.
En el caso de que la enfermedad se inicie, el paciente renal también sufrirá hipertensión en la inmensa mayoría de los casos. «Si la dolencia que se diagnostica es una insuficiencia cardiaca, lo más probable es que no llegue suficiente sangre al riñón, que no podrá filtrar con normalidad», añade la doctora. Según las estadísticas de la SEN, la causa principal de fallecimiento en las personas con problemas renales es una dolencia cardiovascular; aquellos que padecen ERC en fase tardía son hasta diez veces más propensos a presentar un episodio cardiovascular en un año que los que tienen una función renal normal.
Un camino
Por eso, los doctores Izquierdo y Martínez-Castelao insisten en la necesidad de «prevenir la enfermedad» porque la gran mayoría de las personas que acuden a la consulta de un nefrólogo lo hace con la enfermedad muy desarrollada. Y, en algunos casos, la única solución pasa por la diálisis.
El aparato que limpia la sangre del enfermo asusta, y mucho, a los enfermos. Sin embargo, las unidades de Nefrología insisten en que la diálisis es ahora un medio para lograr vivir más. Y, además, todo ha cambiado en este proceso. «La psicología está cogiendo más peso en los cuidados porque tienes que preparar a la persona para el tratamiento y la enfermedad. Los nefrólogos y loa pacientes, al final, formamos una familia y debemos contárnoslo todo. No deben tener miedo de nosotros, que pregunten todo y que no dejen de hacer cosas, como comer determinados productos o irse de vacaciones. Incluso cuestiones como si me puedo queda embarazada o si se puede trasplantar», comenta la doctora Izquierdo, que también indica como algo positivo hablar con otros enfermos. «Pero que con los médicos contrasten», remata.
Fonte: http://www.hoy.es/v/20121015/sociedad/autovia-rinon-corazon-20121015.html

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Portugal - SPT alerta para necessidade de inverter queda do número de transplantes em Portugal

08/10/2012 - 11:36
O número de transplantes renais em Portugal está a manter uma tendência de queda alarmante, avisa a Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT). Os números caíram de 56,1 para 49,5 transplantes por milhão de habitantes entre 2009 e 2011, tendência que se acentuou no primeiro semestre de 2012, em que se realizaram apenas 216 transplantes face a 289 no mesmo período de 2011. O alerta da Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT) foi um dos temas em debate no XI Congresso Luso-Brasileiro de Transplantação que se realizou entre os dias 4 e 6 de Outubro em Coimbra, avança a SPT, em comunicado.

O decréscimo do número de transplantes que se tem verificado em Portugal preocupa a sociedade: “Muito mais significativo do que a preocupação de termos caído no ranking, é saber que salvamos menos vidas e melhorámos a qualidade de vida a menos doentes” afirma Fernando Macário, presidente da SPT. Esta quebra representa um aumento significativo da lista de espera para transplante, assim como um crescimento do número de doentes que ficam em diálise ou acabam por morrer por não terem recebido em tempo útil um fígado, um coração ou um pulmão.

Para a SPT é imperativo mobilizar esforços de forma a inverter esta tendência, o que passa por optimizar a colheita através de uma aposta mais forte nas estruturas locais e na formação específica de pessoal médico neste campo, por um investimento nos cuidados intensivos para a manutenção de potenciais dadores e também por promover a importância da doação em vida de rim.

De acordo com Fernando Macário, “os resultados clínicos, tradicionalmente bons na transplantação portuguesa podem ainda ser melhorados com uma racionalização de meios, reestruturação da rede de transplantes e melhoria das condições de algumas unidades de transplantação”.

Para colmatar esta tendência e sensibilizar a população para a possibilidade e importância de ser dador vivo, a SPT com o apoio da Novartis, lançou neste XI Congresso Luso-Brasileiro de transplantação, a segunda fase da campanha de promoção do transplante renal de dador vivo “Doar um Rim Faz Bem ao Coração”. A campanha continua a marcar presença nos meios de divulgação digitais, Facebook e internet através do site: www.doaremvida.com.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/08-10-12/spt-alerta-para-necessidade-de-inverter-queda-do-numero-de-transplantes-e

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Coimbra Sete crianças receberam um fígado novo


  Sete crianças, com idades entre os seis meses e os 17 anos, receberam um fígado novo desde que o programa de transplantação hepática pediátrica foi retomado, há meio ano, no Centro Hospitalar Universitário de Coimbra (CHUC). Outras sete estão em lista de espera, mas estáveis, disse quinta-feira Emanuel Furtado, cirurgião responsável pelo programa, ao Correio da Manhã.

Após um interregno, em que as crianças foram transplantadas em Madrid, a equipa tem vindo "a conseguir dar resposta e a estabilizar a lista de espera", afirmou. Desde Março foram também transplantados 13 adultos.

Para reduzir a lista de espera, o CHUC vai reiniciar o transplante com dador vivo, no prazo de seis meses. "É mais complexo e preciso de um maior número de pessoas formadas", disse Emanuel Furtado ao CM. Segundo Martins Nunes, presidente do CHUC, a instituição "conta com mais três cirurgiões jovens e há outros em formação".

O objectivo é avançar para intervenções mais complexas, usando a técnica da bipartição do fígado. "Hoje fazemos a redução do fígado, porque é demasiado grande para uma criança e uma parte é desprezada", refere Emanuel Furtado. Através dessa técnica é possível transplantar dois doentes com um só órgão.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/14-09-12/sete-criancas-receberam-um-figado-novo

Coimbra avança com colheita de fígado em dadores vivos para transplante


14/09/2012 - 12:12

O Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) vai retomar no próximo ano a colheita de fígado em dadores vivos para transplante, assumindo uma especialidade que actualmente não é praticada em Portugal, revelou o presidente daquela unidade, citado pela agência Lusa.

"Queremos reiniciar tão breve quanto possível os transplantes de dador vivo. Queremos também aumentar a complexidade do transplante", afirmou José Martins Nunes, que aludiu ao assunto a propósito da passagem dos primeiros seis meses da retoma no CHUC do programa nacional de transplantes hepáticos pediátricos.

O presidente do Conselho de Administração daquele centro hospitalar, considerado o maior da Península Ibérica, estima que dentro de seis meses possa ser realizada a colheita de fígado em dadores vivos.

Em Portugal, a colheita de fígado em dadores vivos para transplante foi realizada nos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC), unidade que integra o CHUC, até aos finais da última década por Linhares Furtado e apenas uma vez no Hospital Curry Cabral.

Agora esta intervenção será assumida por Emanuel Furtado, filho de Linhares Furtado, que há seis meses assumiu o programa nacional de transplantação hepática pediátrica e a direcção da unidade de transplantes hepáticos do CHUC, de adultos e crianças.

As fases seguintes daquela unidade - segundo José Martins Nunes - vão no sentido de "aumentar a complexidade do transplante, quer seja ao nível da bipartição, quer seja com outras áreas de maior complexidade".

A bipartição é uma técnica que permite dividir e transplantar um único fígado em dois pacientes, o que acontece frequentemente com crianças, em virtude de o órgão disponível ser demasiado grande para o receberem.

Actualmente a divisão do fígado já se faz, mas a parte excedente não é aproveitada.

"A parte que não é utilizada é desprezada e não é obrigatório que isto seja assim. A outra parte também pode ser transplantada noutro doente, o que implica é que a equipa seja praticamente o dobro. Isso exige outro tipo de condições. É um patamar ainda mais acima" do que a colheita em vivos, sublinha o cirurgião Emanuel Furtado.

A capacidade de duplicação da equipa para actuar numa intervenção não programada poderá conseguir-se em breve por via da formação especializada de médicos, que está a ser feita no estrangeiro e em Portugal.

José Martins Nunes revelou que o CHUC, por si e na rede que coordena na Região Centro, lidera a colheita nacional de órgãos, que resulta "fundamentalmente do empenhamento dos profissionais, da organização e da cultura".

Segundo dados da Autoridade para os Serviços de Sangue e Transplantação, no período de janeiro a Maio do corrente ano a Região Centro conseguiu aumentar a colheita em oito por cento quando as outras regiões baixaram os níveis de doação. A Região Norte registou menos 31 por cento de dadores e a Região Sul menos 24 por cento, em comparação com igual período do ano de 2011.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/14-09-12/coimbra-avanca-com-colheita-de-figado-em-dadores-vivos-para-transplante

Coimbra: Programa de transplantação retomado há seis meses Sete crianças com fígado novo


Coimbra vai reiniciar os transplantes de fígado com dadores vivos

Sete crianças, com idades entre os seis meses e os 17 anos, receberam um fígado novo desde que o programa de transplantação hepática pediátrica foi retomado, há meio ano, no Centro Hospitalar Universitário de Coimbra (CHUC). Outras sete estão em lista de espera, mas estáveis, disse ontem Emanuel Furtado, cirurgião responsável pelo programa.
Após um interregno, em que as crianças foram transplantadas em Madrid, a equipa tem vindo "a conseguir dar resposta e a estabilizar a lista de espera", afirmou. Desde Março foram também transplantados 13 adultos.
Para reduzir a lista de espera, o CHUC vai reiniciar o transplante com dador vivo, no prazo de seis meses. "É mais complexo e preciso de um maior número de pessoas formadas", disse Emanuel Furtado. Segundo Martins Nunes, presidente do CHUC, a instituição "conta com mais três cirurgiões jovens e há outros em formação".
O objectivo é avançar para intervenções mais complexas, usando a técnica da bipartição do fígado. "Hoje fazemos a redução do fígado, porque é demasiado grande para uma criança e uma parte é desprezada", refere Emanuel Furtado. Através dessa técnica é possível transplantar dois doentes com um só órgão. 

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Quinta-feira, 06 de Setembro de 2012 Idoso percorre quilómetros por um rim para a mulher



Um norte-americano de 77 anos está a emocionar o estado da Carolina do Sul, de onde é natural, e os EUA, graças à jornada que tem levado a cabo por amor à esposa. William Larry Swilling tem percorrido a pé vários quilómetros em busca de um dador de rim para a mulher, que precisa de um transplante.
 
A semana passada o idoso fez um total de 12 quilómetros a pé entre a sua vila e a povoação vizinha, contou à CNN. A acompanhá-lo, um cartaz branco com letras vermelhas com a mensagem "Need a Kidney 4 Wife" ("Preciso de um rim para a mulher") e o seu número de telefone. "Nem sequer pensei na distância", afirmou Swilling, que está casado com Jimmie Sue há 55 anos e não consegue imaginar a hipótese de perder a companheira.
 
Jimmie Sue nasceu com apenas um rim e sempre viveu sem problemas, mas há cerca de um ano o órgão começou a falhar, tornando indispensável que seja submetida a um transplante. Porém, nem o marido nem os seus três filhos são dadores compatíveis.
 
"Quero o meu rim", declarou Swilling. "É o que vai salvar a minha mulher e é o que eu quero", acrescentou, revelando que já receberam várias ofertas monetárias - todas elas recusadas, apesar da gratidão, por não ser esse o propósito da missão.
 
"Creio que a amo ainda mais agora do que quando nos casámos, porque já não somos dois. Somos um. Precisamos um do outro e estamos juntos há muito tempo", sublinhou o homem, que já tem uma lista de seis páginas com nomes de potenciais dadores.
 
Swilling ofereceu-se também para pagar o combustível para a deslocação de quem aceite fazer o teste com vista a saber se é ou não compatível com a sua esposa. Entretanto, continuará a caminhar por um objetivo: salvá-la. 

[Notícia sugerida por Raquel Baêta]
Fonte: http://boasnoticias.pt/noticias_Idoso-percorre-quil%C3%B3metros-por-um-rim-para-a-mulher_12456.html

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Sociedade Portuguesa de Transplantação defende análise da diminuição da colheita de órgãos


23/07/2012 - 07:48
O presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT), Fernando Macário, defendeu na passada sexta-feira, em Coimbra, a necessidade de se fazer um levantamento e "análise profunda" da diminuição da colheita de órgãos em Portugal, para o relançamento do processo, avança a agência Lusa.

"Após tempos de extraordinário sucesso que nos habituaram a níveis de colheita de órgãos e de transplantação, que nos colocaram na vanguarda mundial, desde 2010 que a colheita de órgãos não cessa de descer em Portugal (..), com níveis preocupantes durante o corrente ano. Temos que reunir esforços para analisar esta situação e tentar inverter este rumo", defendeu.

Na sua perspectiva, "é absolutamente urgente o levantamento e análise profunda do que se passa, para relançar de novo a colheita de órgãos".

O presidente da SPT falava na sessão solene de comemoração do Dia do Transplante, que decorreu no auditório do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), reunindo cerca de 330 doentes e familiares, médicos e outros profissionais desta área e vários responsáveis do sector da saúde.

"Impõe-se que todos os hospitais onde seja efectuado o diagnóstico de morte cerebral e tenham condições de suporte intensivo se constituam obrigatoriamente como hospitais de colheita e que sejam aí criadas as condições logísticas que conduzam e estimulem a colheita de órgãos", frisou.

Para o presidente da SPT, "deve ser permanentemente escrutinada e mesmo auditada a actividade das unidades onde pode ser efectuada identificação de dadores e colheita de órgãos, para se garantir que todos os potenciais dadores são referenciados".

A organização das estruturas que coordenam a colheita de órgãos em Portugal "tem que ser reformulada para acabar com ineficiências localizadas" e a estrutura de transplantação nacional "necessita de ser repensada", preconizou ainda o médico do CHUC.

"A colheita em dador com coração parado em Portugal espera há demasiado tempo por orientações legais e logísticas", frisou Fernando Macário.

Ao intervir na sessão, o bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, disse que a instituição deverá, até ao final do ano, aprovar os critérios para a colheita em dador com coração parado.

"A transplantação é, sem dúvida, uma das actividades que mais possibilidades dá de se virem a contar histórias felizes, e felizes muitos doentes por contar essa história", afirmou o presidente do Instituto Português do Sangue e da Transplantação, Hélder Trindade.

Na sessão, em que também intervieram os presidentes do CHUC e da Administração Regional de Saúde do Centro e a directora geral da Novartis - Martins Nunes, José Tereso e Cristina Campos, respectivamente -, vários doentes transplantados e os seus médicos testemunharam o sucesso destas intervenções.

"[O transplante hepático] permitiu-me ver mais além, o futuro próximo, vejo-me tão bem que decidi adoptar uma criança", relatou uma doente, transplantada em 2008 no Hospital Curry Cabral.
Na sessão, foi lançada a campanha da SPT com o apoio da empresa Novartis "Doar um rim faz bem ao coração".
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/23-07-12/sociedade-portuguesa-de-transplantacao-defende-analise-da-diminuicao-da-c
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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

La Corunha - Hospital Juan Canalejo

La Corunha - Hospital Juan Canalejo
Hotel de Pacientes - Vários Portugueses salvos por um Transplante Pulmonar

Uma vida é pouco para mim

Uma vida é pouco para mim
O meu lema de vida - Dia do meu Transplante Pulmonar