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quarta-feira, 29 de agosto de 2018

España, líder mundial en trasplantes y donaciones por 26º año consecutivo

España, con 2.183 donantes y 5.261 órganos trasplantados en 2017, vuelve a revalidar por vigésimo sexto año consecutivo su liderazgo mundial en trasplantes, con una tasa de 47,0 donantes por millón de población (p.m.p).

España, con 2.183 donantes y 5.261 órganos trasplantados en 2017, vuelve a revalidar por vigésimo sexto año consecutivo su liderazgo mundial en trasplantes, con una tasa de 47,0 donantes por millón de población (p.m.p). 
Así, el año pasado aportó el 19,2 por ciento de todas las donaciones de órganos en la Unión Europeay el 6,4 por ciento de las registradas en el mundo, pese a que apenas representa el 9,1 por ciento de la población europea y el 0,6 por ciento de la mundial. 
Esas son las principales conclusiones de los últimos datos recogidos por el Registro Mundial de Trasplantes, que gestiona la Organización Nacional de Trasplantes (ONT) desde hace 12 años en colaboración con la Organización Mundial de la Salud (OMS).
Como novedad, incorpora por primera vez a su base de datos la variante de género. Según los datos de 2017, procedentes de 57 países, 6 de cada 10 donantes vivos de riñón y 4 de hígado son mujeres. De acuerdo con los resultados, se elevan a 135.860 el total de órganos trasplantados en todo el mundo en el último año. 
Esta cifra supone un aumento del 7,25 por ciento respecto al año anterior: 126.670. De ellos, 89.823 fueron de riñón (40,2% de donante vivo) 30.352 de hígado (19,8% de donante vivo), 7.626 de corazón, 5.497 de pulmón, 2.342 de páncreas y 220 de intestino. 
Estos trasplantes fueron posibles gracias a 34.096 donantes fallecidos, frente a los poco más de 31.000 contabilizados en el año anterior, lo que representa un incremento de un 3,3 por ciento. A ellos se añaden las 42.154 personas que donaron un órgano en vida: 36.125 donantes vivos renales y 6.012 hepáticos y 17 de pulmón. 
"El incremento en el mundo tanto de trasplantes como de donantes es fruto de los avances que se están produciendo en muchos países y en algunas de las regiones de la OMS. Los datos ponen de manifiesto que los trasplantes empiezan a alcancar velocidad de crucero en todo el mundo, y España tiene mucho que ver", explica en declaraciones a Europa Press la directora de la ONT, Beatriz Domínguez-Gil.


segunda-feira, 5 de maio de 2014

OMS: higiene das mãos é essencial para prevenir resistência a bactérias


05/05/2014 - 09:34

A Organização Mundial da Saúde (OMS) apelou esta segunda-feira a todos os trabalhadores do sector da saúde, nomeadamente médicos, enfermeiros e assistentes, que mantenham as mãos limpas ao cuidar dos pacientes, uma maneira de evitar infecções hospitalares. Esta segunda-feira celebra-se o Dia Mundial da Higiene das Mãos, avança o Diário Digital.

Na semana passada, a OMS divulgou o primeiro estudo global sobre resistência a antibióticos, demonstrando elevados índices de casos de bactérias que já não respondem ao tratamento com aqueles medicamentos.

A agência da ONU destaca que as infecções em hospitais ou centros de saúde ocorrem quando os germes são transferidos das mãos do profissional ao tocar o paciente.

A cada 100 pacientes, 10 adquirem alguma infecção daquela maneira, nos países de baixo e de médio rendimento. Nas nações ricas, a proporção é de sete infecções em cada 100 pacientes.

Nas unidades de terapia intensiva, o índice pode chegar a 30 por 100. Segundo a OMS, germes resistentes a medicamentos são responsáveis por uma elevada proporção dos casos.

Quando os pacientes não melhoram mesmo após o uso de antibióticos, existe maior risco de morte, alerta a agência. Por isso, é aconselhado a profissionais de saúde lavar as mãos antes e depois de tratar um paciente, após o contacto com fluidos e antes de inserir catéteres, por exemplo.

Esfregar álcool nas mãos ou lavar bem as mãos com água e sabão continuam a ser, segundo a OMS, as maneiras mais eficientes de manter uma boa higiene.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Portugal - Governo incompetente, no mínimo, para cumprir as recomendações da AR - VERGONHOSO!!!!

Exmos. Srs.
Ministro da Saúde
Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde
Secretário de Estado da Saúde
Deputados
Bastonário da OM
Associações de Doentes Crónicos / Defecientes
Jornalistas

Braga, 6 de Fevereiro de 2014
Assunto: Incompetência do Sr. Ministro da Saúde ou dos Srs. Deputados?!?!
Em 27 de Setembro de 2011, deu entrada na Assembleia da República (AR) a petição nº nº 42/XIIPetição Criar e Aprovar o Estatuto do Doente Crónico, tal como a Tabela Nacional de Incapacidade e Funcionalidades da Saúde”. No dia 6 de Julho de 2012, foi discutida, em sessão plenária da AR e nesse mesmo dia, no plenário, o PSD informou que o Sr. Ministro da Saúde formou um grupo de trabalho para a criação da Tabela Nacional de Incapacidade e Funcionalidades da Saúde (TNIFS).
No dia 13 de Fevereiro de 2013 a TEM, em conjunto com outras associações nacionais, teve uma reunião com a Comissão de Saúde da AR para que a AR crie e aprove o EDC e uma Lei Quadro da Doença Crónica com base nos princípios estabelecidos pela Classificação Internacional da Funcionalidade (CIF) e da Incapacidade da Saúde (recomendada pela OMS) e a consequente TNIFS, conforme as classificações da CIF em substituição da Tabela Nacional de Incapacidades por Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais (TNI).
Até agora, passados mais de 19 meses após a discussão na AR, não sabemos nada do dito grupo de trabalho nem do Estatuto do Doente Crónico (EDC), nem da tabela de incapacidade.
Um doente crónico para ver reconhecida a sua situação tem de solicitar um atestado multiusos. Contudo, porque não existe uma Tabela Nacional de Incapacidade e Funcionalidades da Saúde, a avaliação de incapacidade é calculada de acordo com a Tabela Nacional de Incapacidades. Em Portugal, as juntas médicas, ao atribuírem os diferentes graus de incapacidade, utilizam uma Tabela que se aplica às doenças profissionais e acidentes de trabalho e viação. Esta situação cria muitas injustiças e não salvaguarda os doentes crónicos pois, para as mesmas doenças, podemos ver aplicados critérios diferentes. É esta uma das razões que nos levou a entregar a petição.
Será muito difícil, pelo menos, definir, com clareza, o que é um doente crónico e quais são as doenças crónicas num único documento?
Com os nossos melhores cumprimentos,
O Presidente da Direcção da TEM
Paulo Alexandre Pereira (Ph.D)
(917505375)


Ministro da Saúde
Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde
Secretário de Estado da Saúde
Deputados
Bastonário da OM
Associações de Doentes Crónicos / Defecientes
Jornalistas

Braga, 6 de Fevereiro de 2014
Assunto: Governo incompetente, no mínimo, para cumprir as recomendações da AR
Depois da nossa chamada de atenção recebemos as seguintes informações por parte de alguns deputados:
·         Só o governo é que pode criar o Estatuto do Doente Crónico (EDC), bem como a Tabela Nacional de Incapacidade e Funcionalidades da Saúde (TNIFS). Assim sendo, o Governo não definiu com clareza o que é um doente crónico nem criou o EDC e a TNIFS e não seguiu a recomendação e resolução da AR;
·         Cadastro da petição Nº 42/XII/1 - “Petição Criar e Aprovar o Estatuto do Doente Crónico, tal como a Tabela Nacional de Incapacidade e Funcionalidades da Saúde”;
·         Resolução da AR 102/2012 - Recomenda ao Governo a criação do estatuto do doente crónico e da tabela nacional de incapacidade e funcionalidade da saúde. Publicado no Diário da República, 1.ª série — N.º 151 — 6 de agosto de 2012 com origem no Projeto de Resolução 407/XII aprovado pela AR com os votos favoráveis do PS, PCP, BE e PEV e abstenção do PSD e CDS/PP;
·         Pergunta nº 497/XII/3ª (2013/12/11) – Não cumprimento de Resolução da Assembleia da República relativamente à criação do estatuto do doente crónico e da tabela nacional de incapacidade e funcionalidade da saúde.
Com os nossos melhores cumprimentos,
O Presidente da Direcção da TEM
Paulo Alexandre Pereira (Ph.D)
(917505375)

terça-feira, 16 de abril de 2013

José Ramón Núñez: “Los trasplantes ahorran mucho dinero a la sanidad pública”



  • El doctor español José Ramón Núñez es, desde el pasado jueves, el responsable de la división de trasplantes de la Organización Mundial de la Salud.
  • Su objetivo es implantar el modelo español de trasplantes en todo el mundo.
  • Explica que el sistema español de trasplantes funciona bien gracias a dos pilares: la igualdad y los coordinadores de trasplantes de los hospitales.
No es un mérito personal, es un mérito del sistema español de trasplantes

José Ramón Núñez es, desde este jueves, el responsable del Programa de Trasplantes de la Organización Mundial de la Salud. El doctor Núñez contesta desde Ginebra a una entrevista telefónica para 20minutos y afirma que su objetivo en la OMS es implantar el modelo español de trasplantes por todo el planeta para que aumenten las donaciones.

Núñez, de 55 años de edad, fue el coordinador de trasplantes del Hospital Clínico de Madrid durante 13 años y empezó a trabajar en la OMS en diciembre de 2012. Considera que el tráfico de órganos y el turismo de trasplantes existen porquehay escasez de donantes.
“Hay personas con poderío económico que se aprovechan de la miseria de otros países y compran un órgano de un donante vivo”, explica, “un pakistaní vende un riñón por 2.000 dólares y se lo ponen a un occidental por 150.000 euros. El pobre pakistaní ha condicionado su vida para poder alimentar a su familia”. Su labor, dice, es evitar que esto suceda. Asegura que si se aplica el modelo español en otras partes del mundo, “un paciente necesitado de un trasplante no dependerá de prácticas tan despreciables como esas”.
¿Por qué le ha elegido la OMS para este puesto?
No es un mérito personal, es un mérito del sistema español de trasplantes. El sistema funciona y cuando un organismo internacional tiene que fijar un modelo, elige el que está funcionando bien: España. Ya se estaban aplicando las directrices españolas, pero en el momento de sustituir al Dr. Luc Noël han elegido a un español, porque es el modelo que se quiere aplicar en todo el mundo. Y ese es mi único mérito personal, ser español.
¿Y por qué funciona bien nuestro modelo?
El trasplante es un buen negocio para la sanidad públicaEl modelo español ha tenido repercusión internacional porque consigue un gran número de donantes. Los españoles no somos más generosos que los ciudadanos de cualquier otro país, simplemente tenemos un sistema que tiene unos pilares que son la igualdad, la equidad y un modelo organizativo basado en el coordinador hospitalario.
El coordinador trabaja dentro del hospital, que es donde se producen los fallecimientos y donde un fallecido puede llegar a ser donante. Si hay alguien dedicado ‘full time’ a concienciar a la gente de su hospital de la importancia de la donación y a hablar con las familias tras el fallecimiento de un paciente dando soporte emocional necesario en un momento de tanto dolor y explicando la importancia de donar, se consigue salvar muchas vidas.
Cuando el coordinador tiene un donante, hace una oferta al sistema público y a través de la Organización Nacional de Trasplantes se decide quién es el paciente de todo el país que mejor se adapta al donante y quién lo necesita con más premura. Si el presidente del Gobierno necesita un trasplante, yo te aseguro que no se va a saltar ninguna lista de espera. Eso se ha transmitido a la opinión pública, de tal manera que, como confía en el sistema, su generosidad y su colaboración es mayor.
¿Cómo funciona el modelo español fuera de España?
Muy bien, por eso lo estamos exportando. Por ejemplo, hace dos años, Portugal tenía una tasa de donación que era la mitad que la nuestra. El año pasado ha tenido las mismas tasas que España. Esto demuestra que el modelo funciona y es exportable. En América Latina también estamos consiguiendo que suban las tasas de donación de forma significativa.
¿Cómo ve la situación de la sanidad en España?
Estoy un poco retirado del ejercicio profesional, porque no estoy viviendo en España. Pero creo que nosotros, comparando con diferentes realidades del mundo, deberíamos sentirnos unos privilegiados. Tener una sanidad pública de la calidad como la que tenemos y a la que todo el mundo tiene acceso, me parece un privilegio que no tienen todos los países del mundo, incluso países del mundo con mayor poder económico que nosotros. Yo ahora vivo en Ginebra y pago un seguro médico que es caro y con unas prestaciones que no son ni mucho menos las mismas de la sanidad en España. Creo que, a pesar de la coyuntura económica que tenemos, somos unos privilegiados.
¿Y no cree que los recortes estén afectando a la calidad de la sanidad?
Yo creo que no. Creo que la calidad del servicio está en los profesionales, que no van a permitir prestar un peor servicio por tener menos recursos económicos. Cuando uno tiene que apretarse el cinturón, tiene que optimizar los recursos, pero la optimización no tiene que significar peor calidad en la sanidad. Probablemente tengamos menor potencial económico en este momento, pero el resultado final será exactamente igual. Con las mismas garantías, la misma seguridad y la misma eficiencia.
¿Y al sistema de trasplantes?
Tampoco lo creo, porque lo que gastamos en trasplantes es justo la mitad de lo que ahorramos como consecuencia de los trasplantes que se realizan. Me explico: un trasplante de riñón permite que un paciente salga de diálisis. No solo mejora su calidad y esperanza de vida, sino que el coste para la sanidad pública disminuye significativamente. Solo lo que se ahorra en tratamientos de diálisis gracias a los trasplantes de riñón es el doble de lo que cuesta el programa de trasplantes de todos los órganos. El trasplante es un buen negocio para la sanidad pública porque no solo permite llevar a cabo su principal objetivo, mejorar la calidad de vida de los ciudadanos sino que además determina un importante ahorro . Estamos ahorrando mucho dinero y, lo más importante, salvando muchas vidas, que es algo a lo que no podemos poner precio.
A pesar de la coyuntura económica, somos unos privilegiadosRecientemente se ha hablado de la posibilidad de que las autonomías que no cumplan con el déficit podrían perder las subvenciones a la formación en trasplantes.
La cantidad dedicada a formación es muy insignificante dentro del programa de trasplantes. Me consta que tanto Hacienda como Sanidad están haciendo una apuesta para que eso no suceda. Le han pedido a las comunidades autónomas que cumplan el déficit pactado, pero no creo que cantidades insignificantes, que en el conjunto del país no creo que superen el medio millón de euros, puedan sufrir recortes como para que el programa de trasplantes no siga adelante exactamente igual que en este momento.
¿Cuál es la situación de los trasplantes en el mundo?
España lleva 20 años a la cabeza, somos líderes en donación. Esto se mide por número de donantes por millón de población y España ha tenido la mayor tasa de donación de cualquier país del mundo, duplicando y en algunos casos triplicando la tasa de otros países de la Union Europea. El año pasado acabamos con 35,6 donantes por millón de habitantes. En el extremo opuesto, hay países donde el índice de donación es muy bajo: en la India la tasa es de 0,1 donantes por millón de población.
Cada año se realizan en todo el mundo 100.000 trasplantes y 10.000 de ellos se consideran ilegales. No podemos tolerar que 10.000 personas al año se vean obligadas a vender un órgano para subsistir. Una forma de luchar contra esto es aumentar el número de donaciones.
Y además de intentar aumentar las donaciones, ¿qué puede hacerse para combatir el tráfico de órganos?
Hay que promover cambios legislativos para que los países no toleren, prohíban o sancionen el tráfico de órganos. En España y en los países de nuestro entorno, la legislación garantiza el que el tráfico de órganos sea absolutamente imposible. Y no solo está penado el tráfico en España, sino que si una persona sale del país para ser trasplantado y obtiene un  órgano del que no puede explicar el origen, cuando regrese habrá cometido mismo delito que si lo hubiera hecho en España. Y está penado con 12 años de cárcel. Si logramos llevar estos cambios legislativos a distintos países del mundo, podemos hacer que el tráfico de órganos disminuya.

 

Un español llega a la cúpula mundial de los transplantes: José Ramón Núñez, a la OMS

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Rafael Matesanz ha sido designado asesor de la OMS en materia de trasplantes. Foto: Archivo.

José Ramón Nuñez, ex coordinador de trasplantes del Hospital Clínico de Madrid, acaba de ser nombrado máximo responsable del Programa de Trasplantes de la OMS. De la misma forma el director de la Organización Nacional de Transplantes, Rafael Matesanz, ha sido designado asesor de la OMS en materia de trasplantes. Estos nombramientos suponen un nuevo reconocimiento de la OMS a la labor realizada por España para extender los trasplantes por todo el mundo. Madrid no quiere funcionarios en su Sanidad

Científicos de primer nivel

La Organización Nacional de Transplantes (ONT) sigue impulsando la Marca España en el ámbito internacional. Un español estará al frente del programa de trasplantes de la OMS. José Ramón Nuñez, ex coordinador de trasplantes del Hospital Clínico San Carlos de Madrid, ha sido nombrado máximo responsable del Programa de Trasplantes de la OMS.
Por otra parte, Rafael Matesanz, director de la ONT, formará parte del grupo internacional de expertos en diferentes campos que la OMS está creando. Su cometido será prestar asesoramiento a esta institución en casos de emergencia mundial o cuando la situación así lo requiera. La creación de este comité de expertos prevista en el Reglamento Sanitario Internacional, aprobado en 2005, con el objetivo de aunar esfuerzos ante la globalización de los problemas de salud.
Estos nombramientos suponen un nuevo reconocimiento oficial del trabajo realizado por la ONT para impulsar los trasplantes en todo el mundo, de acuerdo a los principios éticos del sistema español de trasplantes.
En 2006 la OMS designó a nuestro país como sede del Observatorio Mundial de Donación y Trasplantes, en 2008 nombró a la ONT centro colaborador e invitó a España a participar en la Estrategia Global de Trasplantes, que ha permitido un gran impulso de este tipo de terapéuticas, en iberoamérica y también en otras regiones de la OMS. 

Potencia mundial: la 'Marca España'

España sigue manteniendo el liderazgo mundial en trasplantes en 2012, desde hace 21 años, con un total de 1.643 donantes que han permitido realizar 4.211 trasplantes, según los datos de la Organización Nacional de Trasplantes (ONT) presentados este martes en el Ministerio de Sanidad.
Este liderazgo ha dejado su impronta en la Directiva Europea sobre Calidad y Seguridad en la donación y trasplante de órganos, aprobada en 2010, que establece la creación de organismos oficiales, similares a la Organización Nacional de Trasplantes (ONT) española. Son aspectos clave del? Modelo español de trasplantes?,que es un ejemplo a seguir en todo el mundo.
Gracias a esta Directiva, 501 millones de ciudadanos europeos van a poder mejorar su acceso a los trasplantes y tienen la garantía de que este tipo de terapéuticas se efectúan en todos los países de la Unión Europea con las mismas condiciones de calidad y seguridad. Esta normativa, que lleva la marca España, a todos nos tiene que llenar de orgullo, pues puede ayudar a salvar la vida de miles de personas cada año en Europa, según explicaba hace meses Matesanz

quinta-feira, 14 de março de 2013

OMS: Portugal é o segundo país da Europa ocidental com mais mortes na estrada

SEGUNDO ESTES DADOS É MUITO ESTRANHO CONTINUAR A BAIXAR A RECOLHA DE ÓRGÃOS EM PORTUGAL POIS DE ACORDO COM AS ULTIMAS NOTICIAS O MOTIVO PELO QUAL DESCEU O NUMERO DE ÓRGÃOS RECOLHIDOS FOI E É "PORTUGAL TEM UM NÚMERO MUITO BAIXO DE ACIDENTES RODOVIÁRIOS"!!

ESTAMOS QUASE EM ABRIL, SERÁ QUE O GABINETE DE ESTUDO CRIADO PELO GOVERNO SEMPRE VAI DAR RESPOSTA E SOLUÇÕES PARA A BAIXA DRASTICA NA RECOLHA DE ÓRGÃOS EM PORTUGAL E NO NÚMERO DE TRANSPLANTES QUE CONTINUA A DESCER?
Sandra Campos


Portugal é o segundo país da Europa ocidental com maior taxa de mortalidade na estrada, embora tenha legislação abrangente sobre segurança rodoviária e esteja entre os quatro países do mundo que melhor classificam a sua aplicação, avança a agência Lusa.

Os dados são da Organização Mundial de Saúde, que divulga esta quinta-feira um relatório sobre sinistralidade rodoviária em que analisa informação sobre acidentes na estrada e políticas de prevenção rodoviária em 182 países/regiões, cobrindo 6,8 mil milhões de pessoas.

Com dados referentes a 2010, o relatório conclui que 1,24 milhões de pessoas morrem todos os anos em acidentes na estrada, número que tem resistido a diminuir.

Em Portugal, indica o relatório, morreram naquele ano 937 pessoas em acidentes rodoviários, o que equivale a 11,8 pessoas por 100 mil habitantes.

Esta taxa é a segunda mais elevada dos 15 países da Europa ocidental, precedida apenas pela Grécia, que tem 12,2 mortos na estrada por cada 100 mil habitantes.

Segue-se a Bélgica (8,1) e Itália (7,2), sendo a Suécia (3,0) e o Reino Unido (3,7) os países da Europa Ocidental com menor taxa de mortalidade na estrada.

O relatório analisa também as políticas de prevenção rodoviária e indica que apenas um em cada sete países (28 no total) tem legislação abrangente que cubra todos os cinco factores de risco – álcool, excesso de velocidade, uso de capacete, cintos de segurança e sistemas de retenção para as crianças.

Destes 28 países, apenas quatro (Estónia, Finlândia, França e Portugal) consideram a sua taxa de aplicação como "boa", acrescenta a OMS, considerando que é preciso fazer mais para garantir a eficácia das leis.

No perfil de Portugal, o relatório da OMS indica que a taxa de mortalidade na estrada tem vindo a diminuir desde 2001, quando estava nos 15 mortos por 100 mil habitantes.

O relatório adianta que o objectivo do Governo é reduzir a taxa de mortalidade na estrada em 32%, para 6,2 mortos por 100 mil habitantes até 2015.

No mês passado, o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, disse que os dados estatísticos provisórios de 2012 sobre a sinistralidade rodoviária em Portugal apontam, "pela primeira vez desde há muitas décadas", para números "abaixo dos 600" mortos, mais concretamente 580.

Segundo Miguel Macedo, no período de 2003 a 2012 "houve uma diminuição de cerca de 57 por cento das vítimas mortais, de 56 por cento dos feridos graves e de 29 por cento dos feridos ligeiros".

Crianças até aos 14 anos foram as maiores vítimas de acidentes em Portugal

As crianças até aos 14 anos foram as maiores vítimas de acidentes domésticos e de lazer em 2012, representando 41,5 por cento do total dos acidentados, segundo um relatório do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA), citado pela Lusa.

Os dados provisórios do INSA referentes a 2012 referem que a maior parte dos acidentes (36,4%) ocorreu em casa, 22,7% na escola e 11,5% em actividades ao ar livre.
Do total de acidentes reportados, 6,6% obrigaram ao internamento da vítima.

As quedas estiveram na origem da maioria das lesões (59,5%), seguindo-se os ferimentos causados por objectos (11,7%).

O INSA adianta que estes dados têm-se mantido estáveis, revelando-se “fundamentais para delinear programas de prevenção”.

Para o instituto, é necessário melhorar a recolha de informação sobre acidentes para definir políticas de segurança eficazes.

O Relatório sobre Acidentes na União Europeia, divulgado pelo INSA, revela que uma média anual de 40 milhões de pessoas na UE necessitam de tratamento hospitalar e 233.000 morrem como resultado da ocorrência de um acidente.

Nos últimos cinco anos os acidentes relacionados com o tráfego rodoviário e o trabalho estão em constante declínio, mas o mesmo não se verifica em relação aos traumatismos por acidentes domésticos e de lazer.

Neste momento, a maioria dos traumatismos (73%) são devido a acidentes domésticos e de lazer, afectando particularmente grupos vulneráveis, indivíduos com menos recursos, crianças e idosos, refere o documento da UE.

Salienta ainda que os acidentes relacionados com desporto e traumatismos por quedas entre as pessoas mais velhas estão a aumentar.

“É evidente que muitas oportunidades de prevenção de acidentes domésticos e de lazer permanecem inexploradas”, adianta o relatório, frisando que existem grandes diferenças entre os países quanto ao número de acidentes fatais e traumatismos acidentais com tratamento hospitalar, por 100.000 habitantes.

O INSA refere que nas áreas de segurança do trabalho e segurança rodoviária, a necessidade de informação sobre acidentes tem sido reconhecida há algum tempo.

“Existem alguns sistemas de informação implementados localmente e utilizados a nível da UE. Isso resultou de um maior entendimento político e compromisso para tornar estradas e locais de trabalho mais seguros”, refere em comunicado.

Relativamente aos acidentes domésticos e de lazer, “o quadro é muito incipiente”.

Ao longo dos últimos anos, os países da UE têm explorado formas de incentivar a troca nacional e ao nível da União Europeia de dados sobre lesões.


Actualmente, 12 países recolhem informações de serviços de urgências seleccionados, constituindo uma Base de Dados Europeia de acidentes.
No entanto, ainda falta um forte compromisso político dos governos dos Estados membros, adianta o INSA, considerando ser necessário um acordo vinculativo para todos os países, a nível da UE, na recolha de dados com base nos serviços de urgência de forma a assegurar uma troca contínua de dados sobre acidentes a partir do próximo ano.

Acidentes rodoviários matam 1,24 milhões de pessoas por ano

Os acidentes rodoviários matam 1,24 milhões de pessoas por ano e o número resiste a baixar, alerta esta quinta-feira a Organização Mundial de Saúde, segundo a qual apenas 7% da população mundial está coberta por legislação eficaz.

"Este relatório mostra que 1,24 milhões de pessoas morreram nas estradas do mundo em 2010. Isto é inaceitavelmente alto", escreve a directora geral da OMS, Margaret Chan, no prefácio de um documento publicado esta quinta-feira por aquela agência da ONU.

Produzido no âmbito da Década de Acção pela Segurança Rodoviária 2011-2020, instituída pela ONU em 2010, o relatório sublinha que os acidentes rodoviários são a oitava causa de morte a nível mundial e a primeira entre os jovens dos 15 aos 29 anos.

Além de matarem 1,24 milhões de pessoas por ano, os acidentes de trânsito provocam ferimentos em 20 a 50 milhões de pessoas todos os anos e o custo de lidar com as consequências ascende a milhares de milhões de dólares, adianta o documento.

Para que os números diminuam substancialmente são necessárias mudanças urgentes na legislação, alerta a OMS.

É que, segundo o relatório, entre 2007 e 2010 o número de mortes em acidentes rodoviários não sofreu qualquer diminuição significativa.

Embora 88 Estados-membros, abrangendo 1,6 mil milhões de pessoas, tenham conseguido reduzir o número de mortes, outros 87 países registaram aumentos, pelo que o total se manteve.

Considerando que no mesmo período houve um aumento de 15% no número de veículos registados em todo o mundo, as medidas tomadas para melhorar a segurança rodoviária poderão ter contribuído para mitigar o aumento esperado no número de mortes, admite a OMS.

A organização alerta, no entanto, que apenas um em cada sete países (28 no total) tem legislação abrangente que cubra todos os cinco factores de risco – álcool, excesso de velocidade, uso de capacete, cintos de segurança e sistemas de retenção para as crianças.

Com efeito, apenas 59 países (cobrindo 39% da população mundial) impõem um limite de velocidade de 50 km/h nas localidades; só 89 países (66% da população) têm uma lei que limite a 0,05 gramas de álcool por decilitro de sangue; e só 90 Estados (77% da população) obrigam ao uso de capacete em todos os condutores de todos os tipos de motorizada em todas as estradas.

Além disso, 111 países (69% da população) têm legislação que obriga à utilização de cintos de segurança por todos os ocupantes e só 96 Estados (32% da população) têm legislação a exigir sistemas de retenção infantil.

O relatório sublinha ainda que muitos países, incluindo alguns dos mais bem classificados em termos de segurança nas estradas, admitem que a aplicação destas leis é desadequada.

"É necessária vontade política ao mais alto nível governamental para garantir legislação apropriada sobre segurança rodoviária e a sua aplicação", disse Margaret Chan.

"Se isto não for garantido, as famílias e as comunidades vão continuar a sofrer e os sistemas de saúde vão continuar a aguentar o peso dos ferimentos e da deficiência provocados pelos acidentes".

Entre as populações mais vulneráveis aos acidentes rodoviários estão os peões e os ciclistas, que representam 27% das vítimas a nível global e um terço nos países de baixo e médio rendimento, mas chegam a ser 75% em alguns países.

África é a região onde é mais provável morrer de acidente rodoviário, com 24,1 mortes por 100 mil habitantes, e a Europa o continente com menor risco (10,3 mortes por 100.000).

FONTE

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

OMS actualiza recomendações sobre níveis máximos de sal e mínimos de potássio

01/02/2013 - 08:07
A Organização Mundial de Saúde recomendou esta quinta-feira que os adultos consumam menos de 2.000 mg de sódio e mais de 3.510 mg de potássio por dia, alertando que a maioria consome demasiado do primeiro e pouco do segundo, avança a agência Lusa.

Novas orientações divulgadas por aquela agência das Nações Unidas apontam que uma pessoa que tenha níveis elevados de sódio ou níveis reduzidos de potássio corre o risco de hipertensão arterial, o que aumenta o perigo de doenças cardíacas e acidentes vasculares cerebrais (AVC).

Segundo as orientações, o nível máximo recomendado de sódio equivale a cinco gramas de sal.

O sódio existe naturalmente em alimentos como o leite e as natas (cerca de 50 mg de sódio em cada 100 g) e nos ovos (aproximadamente 80 mg/100 g).

Existe também, em quantidades muito mais elevadas, em alimentos processados como o pão (250 mg/100 g), carnes processadas como o toucinho fumado (1.500 mg/100 g), aperitivos como os 'pretzels', e as pipocas (1.500 mg/100 g), e em condimentos como o molho de soja (7.000 mg/100 g), e os caldos alimentares (20.000 mg/100 g).

Entre os alimentos ricos em potássio estão o feijão e as ervilhas (1.300 mg de potássio por 100 g), os frutos secos (600 mg/100 g), vegetais como os espinafres, a couve ou a salsa (550 mg/100 g) e frutos como as bananas, papaias e tâmaras (300 mg/100 g).

Quando processados, muitos destes alimentos perdem parte da quantidade de potássio que têm naturalmente.

“A hipertensão arterial é um grande factor de risco para a doença cardíaca e o AVC – a causa número um de morte e deficiência a nível mundial", alertou Francesco Branca, director do departamento de nutrição para o desenvolvimento e a saúde da OMS.

As orientações da OMS são um instrumento importante para especialistas em saúde pública e legisladores, nomeadamente quando abordam, em cada país, questões como a doença cardíaca, o AVC, a diabetes ou o cancro.

Entre as medidas de saúde públicas que podem contribuir para reduzir o consumo de sódio e aumentar o consumo de potássio estão a melhoria da etiquetagem dos produtos, a educação do consumidor, a actualização das recomendações nacionais nutricionais e a negociação com os produtores alimentares para reduzir a quantidade de sal nos alimentos processados.

Em Portugal, desde 2010 que existe uma lei que define um teor máximo de 1,4 gramas de sal por 100 gramas de pão e obriga a que os rótulos das embalagens de alimentos pré-embalados prestem informação sobre a quantidade relativa e absoluta de sal na embalagem, por percentagem do produto e por porção/dose.

A OMS está também a actualizar as suas orientações sobre o consumo de gorduras e açúcares para reduzir o risco de obesidade e de doenças não transmissíveis.

FONTE

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

España impulsa la ‘Resolución de Quito’, contra el turismo de células madre para trasplante y su uso sin evidencia demostrada


Notas de Prensa

España impulsa la ‘Resolución de Quito’, contra el turismo de células madre para trasplante y su uso sin evidencia demostrada

  • La resolución ha sido aprobada en la XII reunión de la Red y el Consejo Iberoamericano de Donación  y Trasplante, celebrada en Ecuador
  • La iniciativa, aprobada a propuesta española, es una respuesta unánime a la preocupación de todos los países iberoamericanos por el aumento del uso fraudulento de la terapia celular y la publicidad engañosa en los últimos años
  • La ‘Resolución de Quito’ incluye el compromiso de todos los países iberoamericanos  para establecer un marco jurídico que regule las actividades en esta materia 
  • También intensificarán la información a los ciudadanos sobre la evidencia científica  actual en el uso de este tipo de terapias 
  • En la reunión han participado representantes de todos los  países iberoamericanos  y de las sociedades científicas más importantes relacionadas con la donación y el trasplante 
  • La donación de órganos en Iberoamérica ha aumentado un 41% en los últimos 5 años, según los datos del Registro Mundial de Trasplantes, que gestiona la ONT
30 de octubre de 2012. –  España ha vuelto a demostrar, su liderazgo en Iberoamérica en materia de donación y trasplante. Así se ha puesto de manifiesto en la XII reunión de la Red  y el Consejo Iberoamericano de Donación y Trasplantes, que acaba de celebrarse en Ecuador, donde se ha aprobado por unanimidad la‘Resolución de Quito’, contra el turismo de células madre para trasplante y su uso sin evidencia demostrada.
En la reunión han participado representantes de los 21 países (Ver anexo 1) que integran la Red y el Consejo Iberoamericano de Donación y Trasplante, así como las sociedades científicas  y organismos más importantes en este campo (Sociedad Internacional de Trasplantes, Organización Panamericana de la Salud, Sociedad Iberoamericana de Trasplantes, Sociedad de Trasplantes de América Latina y El Caribe y Asociación Iberoamericana de Bancos y Tejidos).
La ‘Resolución de Quito’ es una propuesta española, redactada por expertos de la ONT. Surge como respuesta a la creciente preocupación entre los países  iberoamericanos por el incremento en los últimos años del uso fraudulento de la terapia celular, con el consiguiente riesgo para la seguridad de los pacientes. 
La iniciativa condena la compra, el tráfico y el turismo de células madre para trasplante, reconoce la necesidad de combatir la publicidad engañosa, que presenta estas prácticas como ‘remedios milagrosos’ o como terapias consolidadas, aunque estas se encuentren en fase de investigación, y asume la falta de mecanismos de regulación y control que existen en muchos países de la región.
También recoge la necesidad de aunar esfuerzos ‘supranacionales’ para impedir el establecimiento de redes internacionales delictivas en cualquiera de los países iberoamericanos,  y de armonizar los marcos legales que regulen estas prácticas, con el fin de proteger la dignidad y la seguridad tanto de los donantes como de los pacientes receptores.
COMPROMISOS
Para luchar contra esta lacra, los países que integran la Red y el Consejo Iberoamericano de Donación y Trasplante, han aprobado establecer una serie de medidas, recogidas en la ‘Resolución de Quito’, entre las que destacan las siguientes:
· No utilizar células madre con fines terapéuticos, mientras no se demuestre evidencia científica de su beneficio
· Establecer un marco jurídico en todos los estados, que regule este tipo de actividades
· Los centros que realicen terapia celular tendrán que ser autorizados previamente por las autoridades sanitarias de cada país, que se encargarán de su vigilancia y control
· Incluir en las normativas que regulen la terapia celular medias sancionadoras en caso de fraude, como el cierre de clínicas y medidas administrativas, penales o civiles contra los implicados
·  Intensificar la información sobre la evidencia científica actual en el uso de la terapia celular y sobre el riesgo de la publicidad engañosa.        
                                      Además de la terapia celular, en la reunión      también se han aprobado una      serie de recomendaciones para mejorar la gestión de los     distintos organismos            de coordinación de donación y                   trasplante que existen en cada  uno de los     países iberoamericanos,  las                                       políticas de comunicación, y una            guía para       auditar establecimientos de tejidos.
                                     
                                      El encuentro finalizó con la relección de España, y en representación de                                       nuestro país, el director de la ONT, Rafael Matesanz, como presidente de la    Red y del Consejo Iberoamericano de Donación y Trasplante durante los  próximos dos años.   
                                      AUMENTAR  LOS TRASPLANTES EN IBEROAMERICA
La Red y el Consejo Iberoamericano de Donación y Trasplante es una iniciativa española, aprobada en la cumbre Iberoamericana de Jefes de Estado y de Gobierno celebrada en Granada en 2005. Surgió con el objetivo de mejorar la tasa de donación y trasplantes en los países iberoamericanos de habla hispana y portuguesa. Su puesta en marcha ha permitido crear el Registro Iberoamericano de Donación y Trasplante y sobre todo, mejorar el acceso de los ciudadanos iberoamericanos a este tipo de terapias, siguiendo el modelo español de trasplantes.
Desde la creación de este organismo, Iberoamérica es la única región del mundo donde crecen los trasplantes. Según el Registro Mundial de Trasplantes, que gestiona la ONT por delegación de la OMS, el número de donantes ha aumentado en un 41% en los últimos 5 años.
El programa ‘Alianza’ de formación de profesionales iberoamericanos en coordinación de trasplantes es otra de las actividades que se derivan la creación de la Red y el Consejo Iberoamericano. Desde su puesta en marcha en 2005, se han formado en nuestro país más de 300 profesionales iberoamericanos, que han sido los encargados de exportar a sus distintos países de origen el modelo español de donación y trasplante de órganos.
 ANEXO 1.- Países integrados en la Red/ Consejo Iberoamericano de Donación y Trasplante, presentes en la reunión de Quito : Argentina, Bolivia, Brasil, Chile, Colombia, Costa Rica, Cuba, Ecuador, El Salvador, España, Guatemala, Honduras, México, Nicaragua, Panamá, Paraguay, Perú, República Dominicana, Uruguay y Venezuela.

Documentos de interés


terça-feira, 9 de outubro de 2012

Aumentan casi un 3% los trasplantes realizados en todo el mundo, superando los 106.000 en 2011

Aumentan casi un 3% los trasplantes realizados en todo el mundo, superando los 106.000 en 2011
Repunte en el número de personas fallecidas en Europa a la espera de un trasplante, con un total de 3.282
MADRID, 2 (EUROPA PRESS)
El Registro Mundial de Trasplantes, que gestiona la Organización Nacional de Trasplantes (ONT) desde hace 6 años en colaboración con laOrganización Mundial de la Salud (OMS), estima en 106.879 el total de trasplantes de órganos sólidos efectuados en todo el mundo en el último año, lo que representa un aumento cercano al 3% respecto al año anterior.
De ellos, 73.179 fueron de riñón, 21.602 de hígado, 5.582 de corazón, 3.927 de pulmón, 2.362 de páncreas y 227 de intestino, según los datos recogidos en 'Newsletter Transplant', la publicación oficial de la Comisión de Trasplantes del Consejo de Europa.
Estos mismos datos revelan que el 17,3 por ciento de todas las donaciones registradas en la Unión Europea el año pasado se efectuaron en España. Con lo que España se mantiene lidera mundial, llegando el pasado año a los 35,3 donantes por millón de personas y más de 4.200 trasplantes efectuados en 2011.
Europa registra también, por cuarto año consecutivo, un ligero aumento (+0,6%) en la tasa de donación de órganos. En 2011, esta tasa se eleva hasta los 19 donantes por millón de personas, frente a los 18.4 del año anterior.
Los datos recogidos por la ONT cifran en 9.604 los donantes registrados en la Unión Europea el pasado año, con un incremento de un 4,3 por ciento respecto a 2010 (con 9.206). Este aumento, aunque pequeño en números absolutos, ha permitido que Europa supere, por primera vez, los 30.000 trasplantes anuales, con un total de 30.290. En números absolutos, este aumento ha permitido realizar en torno a 1.200 trasplantes más que en el año anterior .
Para la ONT, "el ligero crecimiento en el número de trasplantes pone de manifiesto la necesidad de que los 27 países de la UE adopten cuanto antes las medidas aprobadas en los últimos años por el Parlamento Europeo para mejorar el acceso de todos los ciudadanos europeos a esta terapéutica".
Entre estas medidas, se encuentran la Directiva Europea sobre Seguridad y Calidad en los trasplantes, liderada por España y aprobada en 2010, y el Plan de Acción que la acompaña. "Pese a las mejoras, los datos son contundentes: los trasplantes realizados en Europa el pasado año permitieron cubrir alrededor del 48% de las necesidades de órganos de los pacientes europeos", añade.
De ellos, 18.712 fueron de riñón, 7.006 de hígado, 1.980 de corazón, 1.677 de pulmón, 859 de páncreas y 56 de intestino; de ellos el único con una leve bajada fue el de corazón que registro 4 trasplantes menos.
9 PACIENTES EUROPEOS FALLECIERON CADA DÍA
En cuanto a la lista de espera, apenas se registran variaciones. A fecha 31 de diciembre de 2011, la ONT cifra en 63.009 los enfermos a la espera de un trasplante en la UE, lo que supone alrededor de 1.000 personas más que el año anterior (+1,8%).
Asimismo, se muestra también un pequeño repunte en el número de personas fallecidas en Europa a la espera de un trasplante, con un total de 3.282. Según los datos aportados al Registro, el año pasado 9 pacientes europeos fallecieron cada día mientras esperaban un órgano.
La publicación del Consejo de Europa incluye datos de Estados Unidos,Canadá, Australia y América Latina, en donde la tasa de donación y trasplante también ha crecido. Así, Estados Unidos alcanza los 26 donantes por millón de población (p.m.p), Canadá 15,4 p.m.p y Australia 14.9 p.m.p. En los tres países, la tasa de donación crece entre 1 y 1,5 puntos porcentuales.
Desde que se puso en marcha el programa Alianza de Cooperación y Formación hace 8 años, el número de donantes en Iberoamérica ha aumentado en un 40 por ciento. El pasado año se efectuaron un total de 4.221 donantes de órganos procedentes de personas fallecidas, con un crecimiento cercano al 7%. Este aumento ha permitido realizar 14.114 trasplantes, lo que supone cerca de 2.000 trasplantes más que en 2010.
(EuropaPress)
Repunte en el número de personas fallecidas en Europa a la espera de un trasplante, con un total de 3.282
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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

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TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

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SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

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SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

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Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

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Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

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Reporter de Imagem Vitor Quental

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