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sábado, 19 de janeiro de 2019

Transplantes: morrem 6 portugueses por mês à espera de um órgão

Expresso

Em 2018 morreram 76 pessoas em Portugal à espera de um órgão para ser transplantado. Mais 49% do que em 2017. Envelhecimento da população exige que se mude a lei para atender às necessidades e até março, será entregue uma proposta ao Ministério da Saúde

A cada mês, seis pessoas morrem em Portugal a aguardar por um transplante. O órgão com maior lista de espera é o rim, com cerca de dois mil doentes dependentes de uma doação. O país está no topo em número de órgãos colhidos mas é preciso melhorar o aproveitamento dos órgãos e adaptar a legislação ao cada vez maior envelhecimento da população.

O envelhecimento da população e, por conseguinte, dos doentes em lista de espera ajuda a explicar o aumento das mortes entre os doentes que aguardam por um rim. “Há vários fatores que podem explicar o aumento de óbitos, mas o agravamento do estado de saúde das pessoas à espera do órgão e o aumento da média etária são determinantes, daí a necessidade de haver cada vez mais dadores vivos”, sublinha Susana Sampaio, presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação.

FONTE: https://expresso.sapo.pt/sociedade/2019-01-19-Transplantes-morrem-6-portugueses-por-mes-a-espera-de-um-orgao#gs.T4rudKB3

terça-feira, 8 de abril de 2014

Mais actos de transplantação em Portugal podem ajudar a combater o turismo de transplante

08/04/2014 - 15:40

A promoção da transplantação em Portugal e do transplante renal de dador vivo em particular poderão contribuir para diminuir o tempo de espera por um transplante e essa será a forma mais eficaz de evitar o turismo de transplante, defende a Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT), avança comunicado de imprensa.

Notícias recentes dão conta do facto de ter havido portugueses a pagar por órgãos e transplantes realizados na China e no Paquistão, uma situação que a SPT tenta combater. Fernando Macário, presidente da SPT considera que “nada justifica este tipo de procedimentos”. E realça que “para a saúde do dador as consequências podem ser devastadoras pois ao ser sujeito a um processo cirúrgico complexo sem as condições exigíveis no actual estado da arte, pode ter complicações cirúrgicas a curto prazo e médicas a longo prazo. Para o receptor existe risco significativo de complicações cirúrgicas, infecciosas e até de rejeição do órgão transplantado”.

São do conhecimento da SPT dois tipos de situações que envolveram cidadãos portugueses “nalguns casos houve doentes portugueses deslocaram-se ao estrangeiro com os seus familiares para se submeterem ao procedimento em unidades de saúde da sua escolha. Não houve lugar a dadores pagos ou coagidos. Noutros casos deslocaram-se a países com regras mal definidas na doação de órgãos para receber um rim de dadores desconhecidos e que podem ter sido pagos para a doação”.

Para a realização de mais colheitas de órgãos pode contribuir a certificação de unidades privadas com capacidade para fazê-lo, assim como a estimulação do transplante renal de dador vivo, prática que a SPT tem vindo a divulgar em campanhas de sensibilização e esclarecimento da população.

A SPT vai promover uma palestra com o título “Turismo de transplantes: como proceder perante o problema?” incluída na mesa redonda “Transplantes renais menos que perfeitos” organizada conjuntamente com a Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN) no dia 11 de Abril, durante o Encontro Renal 2014 organizado pela SPN , a decorrer em Vilamoura de 9 a 12 de Abril.

Fonte: comunicado de imprensa 

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Portugal - Hospitais privados obrigados a ser dadores de órgãos para transplantes

09/12/2013 - 09:52

Existem 34 hospitais no país que são dadores de órgão para transplantes, ou seja, são unidades que estão obrigadas a identificar potenciais dadores e a mantê-los ventilados pelo menos durante 24 horas até ser possível a colheita. Uma directiva europeia obrigou a que todas as unidades com ventilação tenham que ser dadoras, incluindo as privadas, avança o jornal Público.

Em resultado da legislação, o número de hospitais vai subir para 48, havendo pela primeira vez unidades privadas na lista, referiu ao Público a coordenadora nacional de transplantação, Ana França.

A responsável reconhece que a diminuição do número de hospitais dadores para 34 demonstra “algum desinteresse [pela actividade]”. Em 2000, quando houve um pico da actividade de transplantação, eram 40 unidades. Mas a responsável anuncia que entre os 48 hospitais passarão a estar os hospitais privados da Luz e Lusíadas, em Lisboa, e o Hospital da Arrábida, no Porto.

Nunca tinha sido feita colheita de órgãos num hospital privado, diz.

A directiva europeia de 7 de Julho de 2010, transposta para a legislação nacional em Junho deste ano, obriga a que “todos os estabelecimentos que disponham de cuidados de suporte ventilatório” estejam obrigados “à imediata disponibilidade para a realização de colheita de órgãos.”

A responsável afirma que aquelas 48 unidades já deram a sua concordância, faltando apenas a autorização da Direcção-Geral da Saúde. Ana França não tem estimativas quanto ao número de órgãos que serão colhidos em unidades privadas, mas diz que “nem que dêem um dador por ano já representa mais órgãos”. Na sua opinião, está-se a assistir a uma inversão da descida de transplantes, notando que “em Outubro houve mais 20 dadores do que em igual período do ano passado”.

.O presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação, Fernando Macário, lamenta que actualmente haja hospitais com condições para fazer colheita mas que não estão inscritos para o fazer, apontando o caso dos hospitais privados que têm unidades de cuidados intensivos. A directiva que veio impor esta obrigatoriedade prevê, no caso de incumprimento, apenas 700 euros de penalização, explica. Ora, o responsável diz que o valor da penalização é baixo, podendo as unidades aceitar pagar, se isso for mais rentável do que aquilo que receberão do Estado.

Longe vão os tempos em que Portugal estava quase no topo das tabelas de transplantes a nível mundial, juntamente com a Espanha. Em 2000, tinha um rácio de 31 transplantes por milhão de habitantes. De há quatro anos para cá estes números tem vindo a descer, admite Ana França. O Ministério da Saúde pediu que se tentasse perceber as razões e em Junho último o secretário de Estado da Saúde, Leal da Costa, fez um despacho com várias recomendações para tentar inverter essa tendência.

Fernando Macário nota que, de entre as recomendações, avançou a regulamentação da lei que vai permitir o transplante em dadores de coração parado, uma vez que actualmente apenas se faz em Portugal transplantes com dadores em morte cerebral. “O resto está quase tudo no papel ou está a caminho”, disse, admitindo que “não são coisas que se façam de um dia para o outro”.

Um dos problemas apontados no relatório para explicar a diminuição da transplantação de órgãos mantém-se: a falta de camas em cuidados intensivos, nota o presidente da Sociedade Portuguesa de Cuidados Intensivos, Ricardo Matos. Em Portugal, há cerca de 55 unidades de cuidados intensivos com um total de cerca de 500 camas, o que dá um rácio de cinco camas por 100 mil habitantes, “um número baixo”. Na União Europeia, ronda as 14, nota. É nestas unidades que é feita a identificação de dadores, a sua manutenção durante pelo menos 24 horas e depois o diagnóstico de morte cerebral que precede a colheita.

O número de camas já é exíguo para acolher pessoas que foram operadas, que tiveram uma pneumonia, politraumatizados. Agora são também necessárias para acolher os dadores, nota. Com o envelhecimento da população, “a sobrecarga dos serviços é cada vez maior”, diz o médico. A este factor junta-se a escassez de médicos especialistas em Medicina Intensiva, muitos à beira da idade da reforma. Depois, o responsável diz que todos os médicos nesta área “sabem o seu dever, mas estão sobrecarregados. Como em qualquer outra profissão, é necessário que se esteja motivado”.

Famílias têm de pagar transporte

É apenas um exemplo, mas se uma pessoa entra em morte cerebral num hospital no Alentejo e tem que ser transferida para um hospital em Lisboa para se manter ventilado numa unidade de cuidados intensivos e assim poder ser dador de órgãos, é a família que depois tem que pagar o transporte do cadáver de volta ao seu local de origem. “Era lógico que os encargos decorrentes desta transferência fossem do Estado. A lei devia protegê-los”, critica o presidente da Sociedade Portuguesa de Medicina da Transplantação, Fernando Macário.

O problema tinha sido identificado no relatório que estudou as causas da diminuição das colheitas e transplantação de órgãos, elaborado por um grupo de trabalho e divulgado em Maio. Falava-se “de problemas sociais dos familiares para suportar encargos das cerimónias fúnebres nos casos em que o dador permanece em hospitais distantes do seu local de origem, apenas para se proceder à colheita de órgãos”. Para o presidente da Sociedade Portuguesa de Cuidados Intensivos, Ricardo Matos, “para algumas famílias, pagar o transporte de um cadáver a distâncias de 40 a 50 quilómetros pode ser uma despesa grande no orçamento”.

Embora a lei não obrigue a que a família concorde que o seu familiar se torne dador de órgãos, “existe um consenso na comunidade médica de que se as famílias se opuserem, a sua vontade é respeitada”. O número de recusas é muito baixo, podem ser uma em 50, admite, mas “as pessoas manifestam que esse é um aspecto [os custos do transporte] que as penaliza”. “Tem que se encontrar uma solução justa e equilibrada que não penalize as famílias”. O médico sublinha que com o transplante de órgãos há pessoas que podem voltar ao trabalho por receberem um órgão.

“Se há um ganho económico da sociedade com a transplantação, então por que é que a família tem que ser penalizada?”.

A coordenadora nacional de transplantação, Ana França, nota que a taxa de recusa das famílias é muito baixa, rondará 1%, entendendo que os custos de transporte não são razão para recusa. De qualquer forma, diz que, com o aumento de hospitais que passam a fazer colheita de órgãos, as pessoas deixam de precisar de ser transferidas para unidades mais afastadas. Um dos problemas detectados no relatório de Maio era a falta de médicos nos hospitais mais pequenos com competência para declararem a morte cerebral. A responsável diz que estão a resolver o problema criando um grupo de médicos habilitados que vão passar a ir aos hospitais mais pequenos para permitir colheitas em mais unidades.

FONTE

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Portugal - 30 especialistas portugueses partilham no Brasil conhecimentos sobre transplantação


A Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT) vai participar no XII Congresso Luso-Brasileiro de Transplantes levando uma comitiva de 30 especialistas a partilhar experiências sobre transplantação e métodos europeus com os colegas do outro lado do Atlântico. O congresso decorrerá de 12 a 15 de Outubro, no Rio de Janeiro, avança comunicado de imprensa.

Neste evento será possível aos especialistas comparar as realidades dos dois países que por diversos factores éticos, sociais e legislativos são bastante diferentes.

Para Fernando Macário, presidente da SPT, em Portugal, ainda há muito a fazer na área da transplantação. “É necessário corrigir assimetrias entre diferentes regiões do país na colheita de órgãos, é preciso iniciar o programa de colheita em paragem circulatória e é fundamental apoiar mais o transplante renal de dador vivo”, defende.

Neste momento o transplante de órgão sólido mais realizado no nosso país é o transplante de rim (429 em 2012) seguido do transplante de fígado e do transplante do coração. “Será desejável aumentar todos os tipos de transplantes pois nunca se conseguem transplantar todos os doentes que necessitam devido à falta de órgãos, sendo o transplante de pulmão o mais deficitário em Portugal”, refere o especialista.

Já no Brasil, o acesso ao transplante de órgãos sólidos tem sido limitado pela desproporção crescente entre o número de órgãos disponíveis e o número de pacientes em lista de espera.

O futuro da transplantação poderá ainda desenvolver-se com o aparecimento de novas alternativas como a engenharia de tecidos e o transplante de tecidos compostos. Estas estratégias inovadoras serão apresentadas por especialistas internacionais durante o XIII Congresso Brasileiro de Transplantes.

A Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO) escolheu a cidade do Rio de Janeiro para assumir o papel de capital nacional do transplante e acolher o congresso de 2013. O Estado do Rio de Janeiro foi um dos estados pioneiros em transplante de órgãos no país na década de 60, passou várias décadas sem se destacar no cenário nacional de transplante, ocupando hoje um lugar de destaque no ranking da transplantação no Brasil.

FONTE

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Houve uma diminuição do número de transplantações em Portugal


19/07/2013 - 08:37

A Sociedade Portuguesa de Transplantação anunciou esta quinta-feira que, desde 2010, houve uma diminuição do número de transplantações em Portugal, pela falta de dadores e quebra das colheitas de órgãos, avança a agência Lusa.

Fernando Macário, presidente da SPT, afirma que “a taxa de dadores cadáver e de transplantação em Portugal ainda é superior à média europeia; no entanto, tem vindo a decrescer desde 2010”.

No Dia do Transplante, que se assinala no sábado, a SPT promove um evento de comemoração dos 44 anos, após o primeiro transplante realizado em Portugal, para lembrar que doar um órgão é “um acto de transferência de vida”.

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quarta-feira, 5 de junho de 2013

“À Espera” em Lisboa para mostrar o que de melhor se faz na transplantação nacional

05/06/2013 - 14:56
A Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT) lançou a terceira fase da campanha “Doar um Rim faz Bem ao Coração”, criada em 2012 com o objectivo principal de esclarecer a população sobre a doação de órgãos em vida, avança comunicado de imprensa.

A exposição “À Espera”, com imagens originais do fotógrafo Rogério Martins que percorreu os principais serviços de transplantação nacionais, imortalizando alguns dos momentos do seu dia-a-dia, chegou aos hospitais de Lisboa. A mostra está disponível para visita no Hospital de Santa Maria, Centro Hospitalar Lisboa Norte, de 31 de Maio a 7 de Junho.

Portugal teve uma queda de 19% no número de transplantes no ano passado, alerta a Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT). Grande parte do problema está na queda do número de dadores, mais acentuada em 2012.

Para inverter esta tendência de decréscimo do número de dadores, a Sociedade Portuguesa de Transplantação, em parceria com o Instituto Português do Sangue e Transplantação, I.P., com o apoio da Novartis, da Abbvie, da Diaverum, da Anadial, da Delta, da GALP e da Fundação EDP, lançou a Campanha “Doar um Rim faz bem ao Coração”, que pretende sensibilizar e esclarecer a população para a possibilidade de ser dador vivo, e dar um órgão a quem mais precisa.

Tendo como ponto de partida o lançamento de um website informativo (www.doaremvida.com) e uma página de Facebook (http://www.facebook.com/pages/doaremvida#!/pages/Doar-em-Vida/), a campanha “Doar um Rim faz bem ao Coração” esteve presente junto dos portugueses ao longo dos últimos meses com acções de rua nas principais cidades do País.

A terceira fase da campanha foi lançada no Dia Mundial do Rim, num evento no Museu da Electricidade, em Lisboa. Uma sessão que celebrou a evolução do programa nacional de transplantação nos últimos 40 anos, os sucessos de então e os sucessos dos dias de hoje, com presença de cirurgiões transplantadores e pessoas que doaram e receberam rins em vida. Depois da sessão, os participantes foram convidados a visitar a exposição “À Espera”, que chega agora aos hospitais de Lisboa.

O transplante de órgãos foi um dos grandes casos de sucesso do Serviço Nacional de Saúde: em 2009, Portugal liderava, a nível mundial, a lista dos países doadores de órgãos, com 31 dadores por milhão de habitantes1, e a realização de 593 transplantes renais. No entanto, os números de 2010 a 2011 inverteram esta tendência e 2012 não foi melhor: os dados preliminares do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) apontam para uma diminuição de 19%1 do número de transplantes realizados no ano passado em Portugal. Foram feitos 681 transplantes em 2012, enquanto em 2011 foram realizados mais de 8302. A diminuição é patente igualmente no número de dadores, representando um decréscimo de 16% comparativamente com o ano anterior.

“A evolução do número dos transplantes em Portugal demonstra que o País tem capacidade e possibilidade de estar na liderança da transplantação mundial, mas não está neste momento a dar a resposta necessária. A queda do número de dadores cadáver, torna fundamental a doação de rim em vida. É imperioso que as pessoas saibam que podem contribuir, e ajudar um amigo ou familiar que precise, é por isso que lançámos esta campanha de âmbito nacional”, explica Fernando Macário, presidente da SPT.

Fonte

sábado, 9 de março de 2013

Sociedade Portuguesa de Transplantação mostra o que de melhor se faz na transplantação nacional

08/03/2013 - 14:43

Sessão comemorativa organizada pela Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT) marca lançamento da terceira fase da campanha “Doar um Rim faz Bem ao Coração”, criada em 2012 com o objectivo principal de esclarecer a população sobre a doação de órgãos em vida, avança comunicado de imprensa.

No Dia Mundial do Rim, 14 de Março, a SPT chama mais uma vez a atenção da população para esta problemática, apresentando a terceira fase da campanha “Doar um Rim faz Bem ao Coração”, numa sessão que tem presença confirmada do Secretário de Estado da Saúde, Dr. Fernando Leal da Costa e do Presidente do IPST, Prof. Hélder Trindade.

A terceira fase da campanha é lançada no Dia mundial do Rim, num evento no Museu da Electricidade, em Lisboa. Uma sessão que celebra a evolução do programa nacional de transplantação nos últimos 40 anos, os sucessos de então e os sucessos dos dias de hoje, com presença de cirurgiões transplantadores, e pessoas que doaram e receberam rins em vida. Depois da sessão, os participantes serão também convidados a visitar a exposição “Passado e Presente da Transplantação em Portugal”, com imagens originais do fotógrafo Rogério Martins que percorreu os principais serviços de transplantação nacionais imortalizando momentos do dia-a-dia de cada um.

FONTE

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Portugal - Campanha “Doar um rim faz bem ao Coração” reforçada

28/02/2013 - 08:11

A Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT) reforça a sua campanha “Doar um rim faz bem ao Coração!”, com a assinatura de um Protocolo de Cooperação, no dia 8 de Março, com a Associação Nacional de Centros de Diálise (Anadial) e a Diaverum, responsável por 24 clínicas de hemodiálise em Portugal, avança comunicado de imprensa.

A assinatura do protocolo entre as três entidades irá ocorrer no auditório do Hotel da Estrela, em Lisboa, e visa sensibilizar a população para doar órgãos em vida.

Esta campanha de sensibilização pretende congregar esforços da comunidade transplantadora e de outros grupos de profissionais da saúde ligados à problemática da Insuficiência Renal. O seu início verificou-se a 20 de Julho de 2012 e prolongar-se-á até ao final de 2013.

No quadro de apoio à SPT, a Diaverum irá distribuir nos seus 24 centros de diálise material informativo sobre o âmbito desta campanha, o mesmo acontecendo através da Anadial em relação às clínicas dos seus associados. As duas instituições vão ainda contribuir com um donativo para a SPT.


A taxa de transplantes renais de Portugal é superior à média europeia; em 2009 estava mesmo no topo da transplantação renal, a partir de dador cadáver. No entanto, a transplantação renal de dador vivo tem uma expressão relativamente baixa, representando apenas cerca de 10% do total de transplantes renais efetuados. A SPT, a Diaverum e a Anadial, conscientes desta realidade, unem esforços para aumentar a sensibilização dos profissionais de saúde, dos doentes e das suas famílias e esperam contribuir para o aumento da doação renal em vida em Portugal.

Fernando Macário, presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação considera: “Uma sociedade mais informada é uma sociedade mais solidária! Também no tratamento da insuficiência renal crónica esta frase se justifica pois mais informação e de melhor qualidade em relação à transplantação renal de dador vivo permitirá vencer barreiras porventura ainda existentes. A cooperação da Diaverum e da Anadial são contributos inestimáveis nesta campanha ao abrirem as portas das clínicas de diálise a mais e melhor informação sobre a transplantação renal de dador vivo”.

Sobre esta cooperação, César Silva, presidente da Anadial e director-geral da Diaverum afirma; “Na Anadial e na Diaverum, apoiamos todas as iniciativas que dignifiquem e coloquem Portugal no topo em cuidados de saúde. Todos os doentes que deixam as nossas clínicas por terem sido transplantados são motivo de enorme satisfação e orgulho  no trabalho desenvolvido".

A campanha “Doar um rim faz bem ao Coração” assenta na ideia de que “todos os dias há portugueses a perder qualidade de vida porque estão à espera de um órgão. Ao doar um órgão em vida está a decidir por si dar qualidade a essas vidas… e isso faz bem ao coração”.

A Sociedade Portuguesa de Transplantação é uma associação sem fins lucrativos e de natureza privada, que visa estimular a investigação e o desenvolvimento de todos os tipos de transplantações de órgãos, tecidos ou estruturas celulares em Portugal.

A Anadial é uma associação de empregadores que representa as empresas que se dedicam  ao fornecimento de cuidados médicos e assistência personalizada aos doentes com insuficiência renal.
A Diaverum dedica-se à prestação de cuidados médicos e assistência personalizada aos doentes com insuficiência renal, mantendo uma relação de colaboração e parceria próxima, com as associações de apoio a doentes com este tipo de patologia e com profissionais de saúde.


Evento: Assinatura do protocolo entre SPT, Diaverum e Anadial
Data: 8 de Março de 2013, pelas 11:00
Local: Hotel da Estrela (Auditório)
Mais Informações:
Sociedade Portuguesa de Transplantação
www.spt.pt

Campanha “Doar um rim faz bem ao coração”
www.doaremvida.com

Diaverum
www.diaverum.com

FONTE

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Em 2012 houve menos colheitas de órgãos para transplantes

Vale a pena mais comentários ao longo destes anos todos?
O transplante pulmonar em Portugal não é rentável ... Não será mais facil dizer esta verdade de uma vez por todas?
Para que servem estes grupos de estudo afinal? As mesmas "desculpas" ano após ano e nada de soluções ano após ano?
Saiu em reportagem que o serviço de Santa Marta em Lisboa está parado desde Junho de 2012! E quais são as soluções apresentadas por este maravilhoso grupo de estudo criado pelo governo protuguês?
Continuamos a tapar o sol com a peneira e também não explicam porque o número de portugueses a conseguir ir para fora do país também diminuiu??
Portugal no seu verdadeiro PIOR!!!!
Sandra Campos
 
 22/01/2013 - 08:00

Em 2012 houve menos 49 colheitas de órgãos em cadáver, o que corresponde a uma quebra de 16 por cento em relação a 2011, segundo o presidente do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST), Hélder Trindade, avança o Correio da Manhã.

O responsável coordena o grupo de trabalho criado pelo Ministério da Saúde para avaliar as causas da redução das colheitas que se tem registado nos últimos anos. "A diminuição no pagamento dos incentivos aos hospitais não é causa única para haver menos colheitas", sublinhou ao CM o presidente do IPST, justificando com a diminuição de potenciais dadores, devido à redução de acidentes de viação, e questões demográficas. Fernando Macário, presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação, realça que a "diminuição do número de mortes por acidente vascular cerebral e de camas em Cuidados Intensivos" também contribuem para a menor colheita de órgãos para transplante.

Fonte

segunda-feira, 5 de março de 2012

Portugal - É necessário incentivar a doação de rins


“Portugal ocupa um lugar de destaque na colheita de órgãos e na transplantação renal, no panorama internacional, desde há vários anos. No entanto, nos anos de 2010 e 2011 observou-se uma diminuição no número de dadores cadáver quando comparado com o ano de 2009 (301 em 2011, 323 em 2010 e 329 em 2009), apesar de tudo uma taxa claramente superior ao conjunto da união europeia (30,4 em 2010 e 28,5 em 2011 em Portugal, para 16 na União Europeia em 2010 - dados por milhão de habitante)”, comenta Fernando Macário, médico nefrologista e presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantes, em comunicado de imprensa enviado ao RCM Pharma.

E acrescenta: “Essa diminuição global de 6,8% na colheita de cadáver de 2010 para 2011 tem ainda grandes diferenças regionais que devem ser cuidadosamente analisadas. Também se observou um decréscimo no número de dadores vivos (-7,8%). Naturalmente que a diminuição da colheita conduziu a um decréscimo no número de transplantes renais realizados no ano passado”. Na totalidade, e apesar de se terem realizado em Portugal 50,2% transplantes por milhão de habitante, em 2011 registou-se um aumento de 2% no número de doentes em lista de espera.

À margem das comemorações do Dia Mundial do Rim, Fernando Macário sublinha: “o esclarecimento de todo o procedimento de doação dos rins permite que cada vez mais pessoas se sintam à vontade para se tornarem potenciais dadores. É fundamental incentivar mais a doação renal em vida através de campanhas de sensibilização que envolvam toda a sociedade civil e os organismos responsáveis da tutela. O transplante renal é um investimento claro em vida e em qualidade de vida”.

De acordo com Fernando Nolasco, Presidente da Sociedade Portuguesa de Nefrologia “A transplantação tem uma melhor capacidade de substituição da perda da função do rim do que a hemodiálise. Dá uma autonomia diferente mas tem outras exigências, como as terapêuticas de manutenção”, e acrescenta que “a taxa de sucesso do transplante renal é superior a 90 por cento no primeiro ano. As estimativas apontam para que 50 por cento dos transplantes de rim funcionem mais de 11 a 12 anos. E há doentes com 20 anos de transplante que fazem a sua vida normal, o que é francamente bom”.

O tema da campanha de 2012, “Doar – Rins para a Vida – Receber”, visa precisamente destacar os resultados positivos do transplante renal e o facto de a doação salvar vidas.

Para alertar para a saúde dos rins, a Sociedade Portuguesa de Nefrologia vai promover diversas sessões de esclarecimento, pelo país, que pretendem sensibilizar a população para a prevenção, diagnóstico e tratamento da doença renal, que se estima que afecte cerca de 800 mil pessoas, em Portugal.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/05-03-12/e-necessario-incentivar-doacao-de-rins

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Transplantes: Portugal precisa de aumentar número de doações de órgãos em vida

E dados sobre os transplantes pulmonares??
20/07/2011 - 08:55
O aumento de doações de órgãos em vida é a única maneira de Portugal conseguir reduzir as listas de espera de transplantes, defendeu à agência Lusa o nefrologista Morais Sarmento, presidente das comemorações do 3.º Dia do Transplante.

Esta sessão comemorativa decorre hoje, pelas 10:00, no Hospital de S. João, no Porto, e visa homenagear “todos os dadores” de órgãos.

Em declarações à agência Lusa, Morais Sarmento lembrou que Portugal é o segundo país com mais doações de órgãos por habitante, “um motivo de orgulho para um país deprimido como o nosso”.

No seu entender, a legislação portuguesa sobre doações de órgãos “é favorável”, permitindo a Portugal estar no topo do 'ranking', mas a verdade é que ainda há muitos doentes em lista de espera, “porque o número de doações não acompanha o número de doentes”.

Morais Sarmento considerou que apenas o aumento do número de doações em vida pode “equilibrar” a actual situação e defende a realização de “campanhas de informação” sobre esta temática.

“As pessoas têm receio de dar um órgão que um dia mais tarde lhes pode fazer falta”, disse, acreditando ser “possível diminuir os receios”.

Para comemorar o 3.º Dia do Transplante, data que marca também os 42 anos da realização do primeiro transplante em Portugal, a Sociedade Portuguesa de Transplantação e a Novartis reúnem no S. João profissionais de saúde, doentes transplantados e familiares de todo o país.

“No dia em que o homem foi à lua fez-se em Portugal o primeiro transplante, de rim”, acrescentou.

As comemorações culminarão com a plantação da “Árvore da Vida”, por parte de transplantados, que simbolizará a dádiva de órgãos que os doentes receberam.

É também na quinta-feira que se assinala o Dia Mundial do Transplante, data que a SPT pretende institucionalizar como Dia Nacional do Transplante.

Para conseguir institucionalizar a data, a sociedade promove actualmente uma petição, que pode ser assinada online em www.spt.pt/peticao.

De acordo com dados divulgados pela SPT, o número de doações permitiu, no ano passado, a realização de 573 transplantes renais, por exemplo, o que contribuiu para uma redução de 8,6% nas listas de espera e para contrariar curva descendente iniciada neste indicador em 2007.

Desde 1980, ano em que os transplantes de rim começaram a ser feitos de forma consistente em Portugal, realizaram-se um total de 9.237 transplantes renais. No caso dos transplantes cardíacos, o número é de 558 desde 1986, tendo-se realizado 50 cirurgias no ano passado.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

II DIA TRANSPLANTE PORTUGAL

Caros Amigos,
Nao tive oportunidade de estar neste dia pois estou em Espanha durante o veräo. 
Quero agradecer em especial à Dra. Helena Dantas da Novartis pelo convite.
E como prometido acompanhei todo o acontecimento e vou colocar aqui no blog todas as noticias relacionadas com este dia.
Um abraço,
Sandra Campos

Lançada petição para instituir Dia Nacional do Transplante


Mais de 40 anos depois do primeiro transplante realizado em Portugal, a Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT) lançou uma petição para instituir o Dia Nacional do Transplante, a 20 de Julho.

"Consideramos que é fundamental divulgar junto dos profissionais de saúde e da população aspectos importantes para aumentar ainda mais o número de transplantes e sensibilizar as pessoas para os direitos e deveres sociais em relação à transplantação", afirmou o presidente da SPT, Fernando Macário, à agência Lusa.

O responsável lembrou que a transplantação teve um aumento muito grande em Portugal nos últimos anos, sobretudo a partir de 2006. Por exemplo, o número de dadores por milhão de habitantes aumentou 64 por cento, passando de 20 para 31.

No entanto, sublinhou Fernando Macário, ainda é possível melhorar a adesão ao "programa coração parado", bem como o número de dadores vivos.

"É no transplante pulmonar que ainda temos um défice em relação aos outros países. Realizaram-se quatro em 2008 e 11 em 2009, o que é claramente insuficiente", alertou.

Em 2009, foram realizados 47 transplantes cardíacos, 595 renais, 255 de fígado, 11 de pulmão, 20 de pâncreas, 755 de córnea e 423 de medula.

Portugal é o segundo país do mundo, a seguir à Espanha, com maior taxa de dadores de órgãos, segundo Fernando Macário.

A 20 de Julho de 1969, Linhares Furtado realizou o primeiro transplante em Portugal, renal.

A petição, cujo objectivo é superar as quatro mil assinaturas, pode ser assinada electronicamente em www.spt.pt/peticao ou presencialmente nos pontos de recolha organizados pela Sociedade Portuguesa de Transplantação.

Fonte: http://www.rcmpharma.com/news/9203/15/Lancada-peticao-para-instituir-Dia-Nacional-do-Transplante.html
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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

La Corunha - Hospital Juan Canalejo

La Corunha - Hospital Juan Canalejo
Hotel de Pacientes - Vários Portugueses salvos por um Transplante Pulmonar

Uma vida é pouco para mim

Uma vida é pouco para mim
O meu lema de vida - Dia do meu Transplante Pulmonar