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sábado, 19 de janeiro de 2019

Transplantes: morrem 6 portugueses por mês à espera de um órgão

Expresso

Em 2018 morreram 76 pessoas em Portugal à espera de um órgão para ser transplantado. Mais 49% do que em 2017. Envelhecimento da população exige que se mude a lei para atender às necessidades e até março, será entregue uma proposta ao Ministério da Saúde

A cada mês, seis pessoas morrem em Portugal a aguardar por um transplante. O órgão com maior lista de espera é o rim, com cerca de dois mil doentes dependentes de uma doação. O país está no topo em número de órgãos colhidos mas é preciso melhorar o aproveitamento dos órgãos e adaptar a legislação ao cada vez maior envelhecimento da população.

O envelhecimento da população e, por conseguinte, dos doentes em lista de espera ajuda a explicar o aumento das mortes entre os doentes que aguardam por um rim. “Há vários fatores que podem explicar o aumento de óbitos, mas o agravamento do estado de saúde das pessoas à espera do órgão e o aumento da média etária são determinantes, daí a necessidade de haver cada vez mais dadores vivos”, sublinha Susana Sampaio, presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação.

FONTE: https://expresso.sapo.pt/sociedade/2019-01-19-Transplantes-morrem-6-portugueses-por-mes-a-espera-de-um-orgao#gs.T4rudKB3

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Respirar "a sério" depois de um transplante pulmonar pode até assustar



04/06/2014 - 15:04
Susana Ferreira, 16 anos, nem sabia o que fazer com tanto ar quando conseguiu respirar normalmente após o transplante pulmonar a que se submeteu, há três anos, no Hospital de Santa Marta, que já transplantou 100 pulmões, conta a agência Lusa, citada pelo SAPO Saúde.

À margem da cerimónia que assinalou este número histórico – que em rigor são 103 transplantes pulmonares – Susana Ferreira recordou que, por causa de uma fibrose quística, os seus pulmões foram ficando estragados, de tal forma que já nem aos tratamentos reagiam.

Os dias de Susana passaram a ter a companhia permanente de uma bilha de oxigénio e quando a doença agravou deixou de falar, sendo obrigada a comunicar através de mensagens de telemóvel.

O transplante realizou-se a 22 de Janeiro de 2012 e surpreendeu-a com a quantidade de ar que permitiu chegar aos pulmões.

“Conseguir correr é cá uma coisa”, disse, considerando que os cuidados que tem de ter, a nível da alimentação e dos ambientes fechados, são “restrições que valem a pena”.

Há dez anos foi Ana Mafalda dos Santos que, também por causa de uma fibrose quística, recebeu um transplante pulmonar no Hospital de Santa Marta, pelas mãos de Henrique Vaz Velho – pioneiro do transplante pulmonar em Portugal.

Hoje, com 39 anos, garante que a sua vida mudou desde que recebeu um pulmão novo, pois antes disso as dificuldades respiratórias limitavam-lhe as actividades.

Foi após uma crise grave que acordou já transplantada e pode, finalmente, respirar sem bomba de oxigénio.

Para José Fragata, coordenador do Programa de Transplantação e cirurgião cardiotorácico no Hospital de Santa Marta, os doentes como Susana e Ana são “os heróis desta comemoração”.

“Com eles aprendi lições de bravura e de esperança”, adiantou o médico, durante a cerimónia comemorativa.

Este serviço tem actualmente 26 doentes em lista de espera e conta com uma média de 246 dias de espera para o transplante.

Com um custo de 80 mil euros para o Serviço Nacional de Saúde (SNS) por doente transplantado, este é “o pior investimento de retorno em valor para a saúde”, disse José Fragata.

No entanto, sublinhou, não se pode esquecer que “estes doentes ganharam o direito inegável de respeitar e ter qualidade de vida”, disse.

Dos doentes transplantados entre 2001 e 2014, dois terços estão vivos.

Para Hélder Trindade, presidente do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST), o segredo do sucesso do programa de transplantação em Santa Marta deveu-se ao “espírito de equipa multidisciplinar”.

Sobre a possibilidade de Santa Marta atingir a autossuficiência em matéria de transplante de órgãos – entre 20 a 25 intervenções em Portugal – Hélder Trindade disse que tal demonstra que um centro é suficiente.

Presente na cerimónia, o ministro da Saúde enalteceu o facto de Santa Marta estar já a preparar novas equipas de profissionais para assegurarem este trabalho no futuro.

O ministro quis deixar o seu compromisso de que o Governo vai continuar a apoiar a transplantação, frisando que, mesmo em ambiente de crise, esta prática aumentou em Portugal.

Questionado sobre o impacto da redução dos incentivos à transplantação, que terá contribuído para algum desânimo entre os profissionais, Paulo Macedo disse que os valores antigos não vão ser repostos, mas recordou que este governo aumentou o apoio às instituições que tratam os potenciais dadores de órgãos.

Paulo Macedo deixou, no entanto, a advertência: “Nenhum médico deixa de fazer um transplante por causa do valor dos incentivos”.




Noticia anterior:
http://www.portaldasaude.pt/portal/conteudos/a+saude+em+portugal/noticias/100+transplante+pulmonar.htm

terça-feira, 8 de abril de 2014

Mais actos de transplantação em Portugal podem ajudar a combater o turismo de transplante

08/04/2014 - 15:40

A promoção da transplantação em Portugal e do transplante renal de dador vivo em particular poderão contribuir para diminuir o tempo de espera por um transplante e essa será a forma mais eficaz de evitar o turismo de transplante, defende a Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT), avança comunicado de imprensa.

Notícias recentes dão conta do facto de ter havido portugueses a pagar por órgãos e transplantes realizados na China e no Paquistão, uma situação que a SPT tenta combater. Fernando Macário, presidente da SPT considera que “nada justifica este tipo de procedimentos”. E realça que “para a saúde do dador as consequências podem ser devastadoras pois ao ser sujeito a um processo cirúrgico complexo sem as condições exigíveis no actual estado da arte, pode ter complicações cirúrgicas a curto prazo e médicas a longo prazo. Para o receptor existe risco significativo de complicações cirúrgicas, infecciosas e até de rejeição do órgão transplantado”.

São do conhecimento da SPT dois tipos de situações que envolveram cidadãos portugueses “nalguns casos houve doentes portugueses deslocaram-se ao estrangeiro com os seus familiares para se submeterem ao procedimento em unidades de saúde da sua escolha. Não houve lugar a dadores pagos ou coagidos. Noutros casos deslocaram-se a países com regras mal definidas na doação de órgãos para receber um rim de dadores desconhecidos e que podem ter sido pagos para a doação”.

Para a realização de mais colheitas de órgãos pode contribuir a certificação de unidades privadas com capacidade para fazê-lo, assim como a estimulação do transplante renal de dador vivo, prática que a SPT tem vindo a divulgar em campanhas de sensibilização e esclarecimento da população.

A SPT vai promover uma palestra com o título “Turismo de transplantes: como proceder perante o problema?” incluída na mesa redonda “Transplantes renais menos que perfeitos” organizada conjuntamente com a Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN) no dia 11 de Abril, durante o Encontro Renal 2014 organizado pela SPN , a decorrer em Vilamoura de 9 a 12 de Abril.

Fonte: comunicado de imprensa 

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Portugal - Transplante Orgãos

Capa do Público (7-11-2013)

Há 3 anos que a medida estava dependente de um parecer da Ordem dos Médicos. A ideia é aumentar o número de transplantes, sobretudo de rins.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Portugal já não faz parte dos cinco países que mais colhem e transplantam órgãos a nível mundial. Portugal cai de 4.º lugar para 12.º lugar nos transplantes mundiais.

Portugal já não faz parte dos cinco países que mais colhem e transplantam órgãos a nível mundial.

Portugal cai de 4.º lugar para 12.º lugar nos transplantes mundiais.
 
FONTE: http://forum.portaldadialise.com/viewtopic.php?f=41&t=27
 

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Em 2012 houve menos colheitas de órgãos para transplantes

Vale a pena mais comentários ao longo destes anos todos?
O transplante pulmonar em Portugal não é rentável ... Não será mais facil dizer esta verdade de uma vez por todas?
Para que servem estes grupos de estudo afinal? As mesmas "desculpas" ano após ano e nada de soluções ano após ano?
Saiu em reportagem que o serviço de Santa Marta em Lisboa está parado desde Junho de 2012! E quais são as soluções apresentadas por este maravilhoso grupo de estudo criado pelo governo protuguês?
Continuamos a tapar o sol com a peneira e também não explicam porque o número de portugueses a conseguir ir para fora do país também diminuiu??
Portugal no seu verdadeiro PIOR!!!!
Sandra Campos
 
 22/01/2013 - 08:00

Em 2012 houve menos 49 colheitas de órgãos em cadáver, o que corresponde a uma quebra de 16 por cento em relação a 2011, segundo o presidente do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST), Hélder Trindade, avança o Correio da Manhã.

O responsável coordena o grupo de trabalho criado pelo Ministério da Saúde para avaliar as causas da redução das colheitas que se tem registado nos últimos anos. "A diminuição no pagamento dos incentivos aos hospitais não é causa única para haver menos colheitas", sublinhou ao CM o presidente do IPST, justificando com a diminuição de potenciais dadores, devido à redução de acidentes de viação, e questões demográficas. Fernando Macário, presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação, realça que a "diminuição do número de mortes por acidente vascular cerebral e de camas em Cuidados Intensivos" também contribuem para a menor colheita de órgãos para transplante.

Fonte

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Portugal - Taxa de sucesso de 67% aos 50 meses Santa Maria realiza 11 transplantes pulmonares

Hospital Santa Maria é o único serviço em Portugal a fazer este tipo de transplante
O Serviço de Cirurgia Cardiotorácica do Hospital de Santa Maria (HSM) realizou, até Junho, 11 transplantes pulmonares, revelou esta quinta-feira, em Coimbra, o director da unidade, José Fragata.

O serviço, "o único a fazer no país este programa de sucesso", arrancou em 2001, com uma reformulação em 2008, tendo realizado um total de 70 transplantes, disse o cirurgião, ao intervir no XI Congresso Luso-Brasileiro de Transplantação, que decorre até sábado em Coimbra.
À margem da sessão dedicada à apresentação dos registos nacionais dos transplantes, da Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT), José Fragata disse à agência Lusa que, "nos últimos dois, três meses, parece ter havido uma redução do número de colheitas", uma situação que o leva a recear que possa afectar, futuramente, o número de transplantes.
Com uma sobrevida de 67% aos 50 meses, é um programa "com sucesso", que apresenta "valores encorajadores", disse José Fragata na sessão.
O número de transplantes renais realizados em Portugal entre 1980 e 2011 ascendeu aos 9.620, segundo os dados da SPT, divulgados hoje em Coimbra.
Os Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC) e o Hospital de Santo António foram as unidades que mais transplantes realizaram neste período, 2.304 e 2.037, respectivamente, segundo os dados do Registo Português de Transplantação Renal. 

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Portugal - 11 transplantes renais de dador vivo este ano

Transplantes diminuíram
De Janeiro a Abril
O Hospital de Santo António, no Porto, realizou no dia 8 de Junho o 150º transplante de rim de dador vivo desde o primeiro há 25 anos. O Ministério da Saúde contabilizou onze transplantes renais de dador vivo de Janeiro a Abril deste ano em todo o País.


Segundo o Ministério da Saúde, de Janeiro a Abril, foram realizados três transplantes renais de dador vivo no Santo António e no Curry Cabral (Lisboa), dois nos Hospitais da Universidade de Coimbra e no Santa Maria (Lisboa). O Hospital de Santa Cruz (Oeiras) fez um transplante de rim de dador vivo. O número de transplantes de Janeiro a Abril de 2012 diminuiu em comparação com igual período de 2011, quando se realizaram 21 intervenções.
Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/saude/11-transplantes-renais-de-dador-vivo-este-ano
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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

La Corunha - Hospital Juan Canalejo

La Corunha - Hospital Juan Canalejo
Hotel de Pacientes - Vários Portugueses salvos por um Transplante Pulmonar

Uma vida é pouco para mim

Uma vida é pouco para mim
O meu lema de vida - Dia do meu Transplante Pulmonar