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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

"Nariz eletrônico" pode detectar tuberculose e cancro do pulmão

10/11/2011 - 11:43

Investigadores indianos acreditam que um aparelho similar aos bafómetros (ou balões, como os utilizados pela polícia para apurar o grau de álcool no sangue) poderão detectar de forma imediata a tuberculose e até o cancro do pulmão já nos próximos anos, avança a agência EFE.

Apelidado de "nariz electrónico", o aparelho está a ser desenvolvido por um grupo de investigadores indianos, que recebeu esta segunda-feira, em Nova Deli, quase 1 milhão de dólares da Grand Challenges Canada (GCC) e da Fundação Bill e Melinda Gates. Esta quantia irá subsidiar o desenvolvimento de um protótipo da invenção.

"O 'nariz electrónico' proporcionará um método não invasivo e fácil de ser utilizado. Ele poderá diagnosticar a tuberculose sem necessidade de múltiplas visitas às clínicas. E será um método acessível para os pacientes de países nos quais a tuberculose é endémica", declarou à EFE o investigador indiano Ranjan Nanda.

O aparelho, que estaria pronto a partir de Outubro de 2013 para a sua produção em massa, também seria útil para detectar outras doenças pulmonares, como o cancro do pulmão.

"O que é mais importante no 'nariz electrónico' é que com uma pequena modificação no sensor também podemos utilizá-lo para detectar outras doenças pulmonares, como o cancro do pulmão", afirmou Nanda.

O presidente da Grand Challenges Canada, o médico Peter Singer, declarou à EFE que se o aparelho for utilizado apenas para a detecção de tuberculose, o seu impacto nos países em desenvolvimento será enorme.

"É uma ideia genial de muito baixo custo. A tuberculose é um grande problema, que resulta na morte de 1,7 milhões de pessoas no mundo todo, principalmente em países em desenvolvimento. Depois da sida, essa é a doença mortal infecciosa mais grave que existe", acrescentou o académico canadiano.

A tuberculose foi praticamente erradicada nos países desenvolvidos, porém, ainda está presente na África Subsaariana, em regiões da Ásia e na América Latina.

O "nariz electrónico" multiplicaria a detecção adiantada da doença e aceleraria o seu diagnóstico e, consequentemente, o início do tratamento, fato que poderia salvar 400 mil vidas por ano, segundo os dados da GCC, uma instituição financiada pelo Governo do Canadá.

Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/id/10-11-11/nariz-eletronico-pode-detectar-tuberculose-e-cancro-do-pulmao

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Artigo na Nature Medicine Bactéria irmã da tuberculose pode ajudar a combater doença

 Uma possível ajuda ao combate da tuberculose não vem de um novo composto químico, mas de uma parente da bactéria que causa a doença. Uma equipa de cientistas descobriu que uma estirpe fabricada a partir de uma espécie irmã, consegue induzir protecção imunitária em ratinhos. A investigação vem explicada num artigo desta semana da Nature Medicine, resta saber se é possível alcançar o mesmo efeito em humanos e produzir assim uma vacina.

A tuberculose continua a matar mais de um milhão de pessoas por ano, apesar de ainda se associar a um mal do século XIX. A famosa vacina da BCG introduzida em meados do século XX funciona de uma forma cada vez mais errática e há estirpes muito resistentes que a medicina actual tem menos e menos ferramentas para lutar contra. 

Um terço das pessoas tem a bactéria encapsulada nos pulmões, mas patrulhada pelo sistema imunitário – a Mycobacterium tuberculosis é a espécie mais frequente a causar a tuberculose. Em condições normais, apenas dez por cento destas pessoas acaba por desenvolver a doença numa dada altura da vida. Mas indivíduos infectados pelo vírus do HIV, que provoca a sida, e que têm o sistema imunitário mais debilitado, têm uma probabilidade muito maior de iniciar a infecção. 

De alguma forma o bacilo (nome que se dá às bactérias com forma de cilindro) começa a dividir-se, não é controlado pelo sistema imunitário, e o que se segue é a história clássica do herói romântico do século XIX: dores no peito, palidez, tosse com sangue, eventualmente a morte. 

Segundo a Organização Mundial de Saúde, a região mais afectada pela doença é a África subsariana, onde a sida e a malária dão um empurrão para o aparecimento de infecções de tuberculose. Mas em todos os países são analisadas pessoas que estão infectadas com as estirpes mais resistentes do bacilo, e que se desenvolverem a infecção e não forem tratadas vão, em média, propagar o micróbio a mais 10 a 15 pessoas por ano.

Os autores do artigo e investigadores do College of Medicine de Nova Iorque resolveram estudar nos ratinhos um grupo de genes chamado esx-3 que tornam a Mycobacterium tuberculosis e outras espécies irmãs resistentes aos ataques do sistema imunitário.

Os ratinhos têm a sua própria forma de tuberculose, causada pela espécie Mycobacterium smegmatis, que também tem o grupo esx-3 e mata os roedores. Mas ao contrário da bacilo que afecta humanos, o Mycobacterium smegmatis consegue sobreviver sem este grupo de genes. Quando os cientistas injectaram ratinhos com uma quantidade enorme deMycobacterium smegmatis sem os genes esx-3, os animais conseguiram debelar a infecção em três dias.

O passo seguinte foi a produção de uma estirpe de Mycobacterium smegmatis com os genes esx-3 da bactéria humana. Esta variante de laboratório, que foi chamada de ikeplus, também foi injectada em grande concentração nas cobaias. Os ratinhos conseguiram livrar-se da bactéria, mas ganharam uma memória da infecção.

Os cientistas tentaram a seguir testar esta memória. Injectaram a bactéria que causa a doença nos seres humanos, Mycobacterium tuberculosis, em três grupos de ratinhos. Um que não foi tratado com a estirpe ikeplus, outro que não foi tratado com o ikeplus mas foi vacinado com a BCG e um terceiro que não recebeu a BCG mas foi tratado com o ikeplus. 

O primeiro grupo morreu, em média, passado 54 dias. O que recebeu a BCG sobreviveu até aos 65 dias. Mas os ratinhos que foram infectados com o ikeplus viveram 135 dias. Vinte por cento deste grupo alcançou mesmo os 200 dias e nas análises não apareciam vestígios do bacilo.

“Isto é algo com que sonhámos durante anos, conseguir uma protecção mais longa e uma imunidade face à bactéria”, disse o investigador William Jacobs, citado pela BBC News, responsável pelo estudo. A estirpe “ikeplus é diferente de todas as outras vacinas para a tuberculose e é uma nova arma para o arsenal contra [a doença].” 

No estudo, os autores explicam que conseguiram identificar uma adaptação na resposta imunitária de certas células que combatem a bactéria.


Fonte: http://www.publico.pt/Ci%EAncias/bacteria-irma-da-tuberculose-pode-ajudar-a-combater-doenca_1510708?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+PublicoRSS+%28Publico.pt%29

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Testes para detectar tuberculose não são fiáveis

18/07/2011 - 15:24

Os testes sanguíneos para detectar a tuberculose são “perigosos” para os doentes porque não são fiáveis e podem produzir resultados errados, alertou hoje a Organização Mundial de Saúde (OMS), avança a Agência Lusa.

A agência para a saúde das Nações Unidas disse que vai emitir uma recomendação sem precedentes contra a utilização destes testes para detectar a infecção pulmonar que afecta 14 milhões de pessoas em todo o mundo.

De acordo com os especialistas, cerca de um terço da população mundial é portadora da bactéria que provoca a tuberculose (TB).
“Os testes não são fiáveis e significam uma perda de dinheiro e de tempo, colocando em risco os cuidados que devem ser efectuados”, afirmou Mário Raviglione, director do departamento Fim à TB da OMS.

As recomendações da agência da ONU deverão ser divulgadas no final da semana.
A agência noticiosa norte-americana AP sublinha que, pela primeira vez, a OMS emitiu um parecer “negativo” e onde aconselha especificamente contra a utilização de um método particular para diagnosticar uma doença.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/18-07-11/testes-para-detectar-tuberculose-nao-sao-fiaveis

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Novo teste consegue diagnosticar tuberculose em duas horas



Um novo teste molecular consegue diagnosticar tuberculose de forma mais fácil e em menos tempo que os métodos utilizados actualmente, de acordo com o The New England Journal of Medicine. O teste diagnostica a doença e a resistência a um dos fármacos mais potentes de combate à mesma, avança a agência Reuters.

O teste foi realizado em 1730 pessoas com tuberculose e suposta resistência ao fármaco e foi bem sucedido em 98% dos casos.

“No espaço de duas horas, podemos ter não só o diagnóstico como também uma boa ideia do leque de medicamentos que se pode usar”, disse à Reuters Anthony Fauci, director do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas dos EUA, sublinhado a descoberta como “impressionante” em termos de velocidade, precisão e sensibilidade.

Na descrição sobre a descoberta, os investigadores referem que o diagnostico tardio leva ao aumento da mortalidade, resistência da doença e transmissão continuada.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/news/9501/15/Novo-teste-consegue-diagnosticar-tuberculose-em-duas-horas.html
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SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

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2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

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