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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

La importancia de las vacunas en personas trasplantadas



Lo sabes de sobra: como persona trasplantada que eres, corres un mayor riesgo de padecer alguna enfermedad infecciosa y de que esta evolucione de forma más grave. Todo esto tiene que ver con la disminución de las defensas provocada a su vez por el tratamiento inmunosupresor que en tu caso ha sido prescrito para evitar el rechazo del nuevo órgano.
Una vez trasplantado, necesitas tomar diferentes medidas de prevención para evitar enfermedades infecciosas que en tu caso son potencialmente graves. ¿Cómo vas a protegerte? Pues para empezar recurriendo a las vacunas. Aunque tu médico será el encargado de explicarte cómo deben administrársete y cuándo, en este artículo hemos querido reunir alguna información al respecto que seguro que te ayuda a despejar ciertas dudas.
¿Cuándo debo vacunarme?
Una vez que se ha realizado el trasplante, la respuesta protectora a las vacunas es menor y además no es posible administrar gérmenes vivos atenuados (triple vírica, polio oral, varicela, fiebre amarilla…). Por esta razón, el mejor momento para actualizar el calendario de vacunaciones recomendado es antes de que se lleve a cabo la intervención. Lo ideal es hacerlo en el momento en el que se plantea la necesidad de recurrir al trasplante, cuando todavía el organismo conserva la capacidad de responder adecuadamente.
Sin embargo, la realidad es que no siempre es posible vacunar antes de recibir el trasplante. En ese caso, lo que se debe hacer es comenzar con la vacunación seis meses después de la intervención con las vacunas de la hepatitis B, Haemóphilus influenzae tipo b, meningococo, neumococo, tétanos-difteria y hepatitis A. Un año después, se administra la vacuna frente a la gripe (entre octubre y enero, según el calendario estacional).
¿Qué vacunas debo ponerme?
Las vacunas que se aconseja administrar antes del trasplante son:
- Vacuna de la Varicela. Aunque la mayoría de adultos han pasado la varicela, sí se vacunará a aquellas personas que no tienen antecedentes de esta enfermedad (esto se descubre mediante un simple análisis de sangre). Deben tomarse algunas precauciones a la hora de la vacunación: es importante evitar la medicación inmunosupresora dos semanas antes y 4-6 semanas después. Por lo general, se aplican dos dosis con un intervalo de 6-8 semanas entre ellas.
- Vacuna anteumocócica. Existen dos formatos: la vacuna de 23 polisacáridos y la conjugada. Dependiendo de cada caso, se administrará una u otra.
- Triple vírica. Las personas mayores de 30 años no inmunes frente al sarampión, la rubéola o la parotiditis deben ser vacunados como mínimo un mes antes del trasplante con solo una dosis. En los menores de 30 años se aplicarán dos dosis separadas por al menos un mes de intervalo.
- Gripe. Antes del trasplante y un año después del mismo, es recomendable que las personas trasplantadas se vacunen con vacunas de virus muertos fraccionados o de subunidades. 
- Hepatitis A y B. La prevención mediante la inmunización está indicada en todas las personas trasplantadas, principalmente en aquellas con una enfermedad hepática que van a recibir un hígado nuevo y en aquellos que son portadores del virus de la hepatitis B o C.
Haemóphilus influenzae tipo b. La vacunación frente al Hib se recomienda principalmente a personas con un trasplante pulmonar y en personas especialmente inmunodeprimidas. La administración de la vacuna debe hacerse en el momento en el que se incorpora al programa de trasplantes.
- Meningocócica C. Se recomienda administrar esta vacuna a personas no vacunadas menores de 20 años.
Y otras cosas que debes saber…
- En el caso de personas trasplantadas vacunadas antes del trasplante, las pautas de vacunación iniciadas se completarán tras la intervención, respetando, eso sí, el plazo de seis meses desde la fecha de la operación (un año en el caso de la vacuna antigripal).
- En los casos de personas no vacunadas antes del trasplante, la inmunización se llevará a cabo una vez que se haya reducido el tratamiento inmunosupresor y solo 6 meses después para las vacunas frente a la hepatitis B, Hib, meningococo, neumococo, tétanos y difteria y hepatits A, y un año para la vacuna frente a la gripe.
- Aunque las vacunas pueden ponerse en cualquier punto de vacunación, lo ideal es que en el caso de las personas trasplantadas, debido a las exigencias de su tratamiento, la vacunación se lleve a cabo en un centro especializado.
- Si se cumplen los requisitos que ya hemos mencionado en cuanto a tiempo, los efectos secundarios son los mismos que en personas no trasplantadas.
- No deben aplicarse vacunas de gérmenes atenuados (varicela, triple vírica) mientras se mantenga el tratamiento inmunosupresor.

FONTE AQUI

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Portugueses pouco esclarecidos relativamente a pneumonia e prevenção

22/04/2014 - 14:25

A maioria dos portugueses não conhece os sintomas da pneumonia e poucos são os que sabem quais as formas de prevenção. O alerta é da Sociedade Portuguesa de Pneumologia, avança o Diário Digital.

Segundo os resultados de um questionário realizado no final do ano passado, apenas 5,4% dos inquiridos estão vacinados contra a pneumonia, doença que diariamente mata uma média de 16 pessoas nos hospitais e obriga a 81 internamentos, só em Portugal.

“Os portugueses ainda estão pouco esclarecidos relativamente à pneumonia e às principais formas de prevenção”, refere Carlos Robalo Cordeiro, presidente da Sociedade Portuguesa de Pneumologia. “Os números falam por si: 96% dos inquiridos durante o Esquadrão da Pneumonia já tinha ouvido falar de pneumonia, mas apenas 38,2% conhecia os sintomas; 71% afirmou não saber a diferença entre gripe e pneumonia e somente 25,5% sabia as suas formas de prevenção”, acrescenta.

Os inquéritos foram realizados aos que se aconselharam no “Esquadrão da Pneumonia”, campanha de sensibilização e prevenção da Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP), que percorreu o país ao longo de duas semanas com o objectivo de alertar a população para a pneumonia e para os problemas relacionados com esta doença.

Dos 1021 participantes, apenas 55 (5,4%), estavam vacinados contra a pneumonia. A precaução e o aconselhamento médico foram as razões apontadas por quem optou pela vacinação. A falta de aconselhamento, de conhecimento ou de informação, por outro lado, foram principais motivos apontados pelos que ainda não tomaram a vacina pneumocócica.

Além da pneumonia, a vacina pneumocócica previne formas graves da infecção por pneumococos como a meningite e a septicémia. Durante a Semana Europeia da Vacinação, que se comemora entre os dias 22 e 26 de Abril, a Sociedade Portuguesa de Pneumologia lança o alerta: a vacinação é a melhor forma de prevenção.

FONTE

Portugal - DGS estuda hipótese de tornar vacinas obrigatórias

23/04/2014 - 08:07

As autoridades de saúde estão preocupadas com pessoas que recusam vacinar-se e imunizar os filhos. Ainda assim, o número é residual ao contrário de outros países. Tema é central na semana europeia da vacinação, avança o Diário de Notícias.

"Estamos a equacionar o tornar obrigatório o Programa Nacional de Vacinação. Esta é uma questão tem sido muitas vezes analisada. Mas há muitas contradições sobre os princípios constitucionais e os direitos", admite o director-geral da Saúde, Francisco George.

Em Portugal a vacinação não é legalmente obrigatória. Aliás, é o que acontece na maior parte dos países da União Europeia, embora a do sarampo seja obrigatória em oito (todos do Leste) e a da poliomielite em 12, incluindo Bélgica e Itália, para dar dois exemplos.


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Esquadrão da Pneumonia aposta na prevenção

06/11/2013 - 08:51

“Esquadrão da Pneumonia” é uma campanha de sensibilização e prevenção da Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP), que tem início no dia 12 de Novembro, Dia Mundial da Pneumonia, e prolongar-se-á pelas duas semanas seguintes, com o objectivo de sensibilizar a população para a Pneumonia e para os problemas com ela relacionados, avança comunicado de imprensa. 7

A Pneumonia pode ser mortal. Apesar de não ser sazonal – há internamentos e mortes por Pneumonia ao longo de todo o ano – é nos picos de Gripe, altura em que nos encontramos – que se dá a maior incidência da doença.

A prevenção é, por isso, a bandeira deste Esquadrão, que vai percorrer o País de norte a sul – Lisboa, Faro, Coimbra, Viseu e Porto - numa unidade móvel, entre os dias 12 e 26 de Novembro.

Técnicos de saúde vão realizar testes de espirometria e transmitir informação sobre a doença, formas de prevenção e esclarecer outras dúvidas.

Esta iniciativa dirige-se a toda a população, sobretudo, aos adultos a partir dos 50 anos, os mais afectados pela Pneumonia, bem como os grupos de risco, que incluem pessoas com doenças crónicas associadas como a diabetes, doenças respiratórias ou cardíacas, e que tenham hábitos como o alcoolismo e ou o tabagismo. A Sociedade Portuguesa de Pneumologia lança o alerta: a vacinação pneumocócica é a melhor forma de prevenir a Pneumonia.

“Acreditamos no “Esquadrão da Pneumonia” e no impacto que vamos ter junto da população. “, explica Carlos Robalo Cordeiro, médico pneumologista e presidente da SPP, acrescentando,

“Queremos alertar a sociedade civil e comunidade científica para a prevenção da doença. O termo “Esquadrão da pneumonia” significa o conjunto de pessoas e iniciativas que visam proteger toda a comunidade, defender a população da pneumonia. Um esquadrão forte, coeso, unido a favor de uma causa: a prevenção. O escudo delineado em forma de pulmão é o nosso símbolo: representa precisamente a defesa conseguida através da prevenção”.

Calendário Esquadrão da Pneumonia
12 e 13 de Novembro – Lisboa | 10.00 – 18.00
14 e 15 de Novembro – Faro | 10.00 – 18.00
19 e 20 de Novembro – Coimbra 10.00 – 18.00
21 e 22 de Novembro – Viseu 10.00 – 18.00
25 e 26 de Novembro – Porto | 10.00 – 18.00

A Pneumonia mata e é responsável pelo internamento de, em média, 81 adultos por dia, dos quais 16 acabam por morrer.

A Pneumonia pode ser mortal. Há internamentos e mortes por Pneumonia ao longo de todo o ano, embora seja nos picos de Gripe, que se dá a maior incidência da doença. Prevenível através da vacinação, a infecção por Streptococcus pneumoniae (pneumococo) é uma causa importante de morbilidade e mortalidade.

As crianças e os adultos a partir dos 50 anos, são os mais afectados pela Pneumonia, bem como grupos de risco, que incluem pessoas com doenças crónicas associadas como a diabetes, doenças respiratórias ou cardíacas, e que tenham hábitos como o alcoolismo e ou o tabagismo.

Um estudo desenvolvido pela Comissão de Infecciologia Respiratória da Sociedade Portuguesa de Pneumologia, revela que esta doença é responsável pelo internamento de, em média, 81 adultos por dia, dos quais 16 acabam por morrer.

“A vacinação pneumocócica é a melhor forma de prevenção contra a Pneumonia”, acrescenta o Prof. Carlos Robalo Cordeiro. “Existem duas vacinas, uma mais antiga e outra recente, com diferentes eficácias. A mais recente está indicada na UE para todas as idades a partir das 6 semanas e é especialmente recomendada a crianças, grupos de risco, indivíduos de todas as idades pertencentes a grupos de alto risco, e adultos a partir dos 50 anos. No caso dos adultos, basta uma dose única ao longo da vida”.

A Vacina Pneumocócica previne formas graves da infecção por pneumococos, como a Pneumonia, a Meningite e a Septicémia e outras menos graves como a Otite Média Aguda e a Sinusite. O pneumococo é o responsável por, aproximadamente, 3 milhões de mortes por ano em todo o mundo, sendo, por isso, uma das principais causas de morte preveníveis através de vacinação.

FONTE

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Portugal - Vacinas para a gripe começam a ser dadas nos centros de saúde a partir de hoje


01/10/2013 - 08:49
As vacinas para a gripe estão disponíveis a partir de hoje nos centros de saúde e voltam a ser gratuitas para as pessoas com idade igual ou superior a 65 anos, não sendo necessária receita médica. Este ano vai ser distribuído mais de um milhão de doses, avança o jornal Público.

Lembrando que a vacinação pode ser feita até ao final do ano, o director-geral da Saúde, Francisco George, pede às pessoas que não acorram de imediato em massa aos centros de saúde, de forma a evitar enchentes. "Não é necessário vacinarem-se logo nos primeiros dias, podem fazê-lo em Outubro, Novembro e Dezembro", sublinha.

Neste Inverno, pretende-se atingir uma taxa de cobertura de pelo menos 60% dos idosos, ainda assim abaixo do que é preconizado pela Organização Mundial de Saúde. No último Inverno, a DGS estima que se tenham vacinado 55% das pessoas com 65 ou mais anos. Outros grupos de risco são os doentes crónicos, as grávidas com mais de 12 semanas de gestação e os profissionais de saúde e pessoas que trabalham com idosos ou crianças. A vacina também é gratuita para as pessoas internadas em instituições particulares de solidariedade social e na rede de cuidados continuados, além de Misericórdias e lares ligados à Segurança Social. Nas farmácias é vendida com comparticipação, mas aqui é necessária receita médica.

FONTE

sábado, 21 de setembro de 2013

Campanha de vacinação da gripe conta inicialmente com um milhão de doses - 2013


20/09/2013 - 11:26

A campanha de vacinação da gripe vai contar este ano com um milhão de doses, mas a Direcção Geral de Saúde diz que este número pode aumentar se houver necessidade, perante o tipo de vírus que vai circular este inverno, noticia a RTP1
Pretende-se que 60% dos idosos sejam vacinados, mantendo-se pelo segundo ano, a gratuitidade da vacina neste grupo etário, sem necessidade de receita médica ou de pagamento de taxa moderadora. 


Graça Freitas, da Direcção-geral de Saúde, diz que com a vacinação que arranca a 1 de outubro há mais vantagens, pois reduz-se o impacto na mortalidade e nos internamentos.



A partir de outubro, as vacinas estarão também disponíveis nas farmácias mediante receita médica e com comparticipação, devendo as receitas prescritas ter uma validade alargada.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Moda de não vacinar traz de volta à Europa doenças quase erradicadas


08/06/2011 - 08:53
A moda de não vacinar crianças está a fazer a Europa recuar anos na luta contra doenças quase erradicadas e que hoje voltam a matar. Portugal ainda é excepção, com uma boa taxa de cobertura e sem casos registados, avança a agência Lusa.

Contactada pela Lusa a propósito do Dia Mundial da Imunização, que se assinala na quinta-feira, a subdirectora-geral da Saúde, Graça Freitas, disse que são vários os países europeus onde a moda de não vacinar os filhos está a fazer voltar doenças quase erradicadas, como o sarampo.

Um alerta emitido pelo Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças revela que o declínio da vacinação, causado por grupos de pessoas anti-vacinas, está na origem do aumento da incidência de antigas doenças infecciosas.

Assim, doenças como o sarampo e a rubéola, que estavam quase erradicadas, estão agora a voltar em novos surtos.

Em Espanha, onde em 2004 se registaram apenas dois casos de sarampo, já há registo de 1.300 pessoas infectadas, cinco vezes mais do que em 2010, revela o diário El País.

Em França morreram seis pessoas em consequência da mesma doença e mais de 300 sofreram pneumonias graves, entre as mais de 5.000 infectadas.

Mas esta é uma situação que se estende a muitos outros países da Europa, onde a moda de não vacinar, normalmente por questões ideológicas, está a crescer, confirma Graça Freitas, sublinhando que em Portugal “as pessoas que exercem esse direito são muito poucas”, pelo que há boas taxas de cobertura.

“Esse fenómeno de moda de não vacinar, em Portugal tem uma dimensão pequena, por isso não temos tido surtos”, afirmou, adiantando que os únicos dois casos de que há registo no país dizem respeito a duas pessoas que vieram de fora, já infectadas.

Graça Freitas sublinha a importância de vacinar, não só pela imunidade do indivíduo, mas pela imunidade de grupo, que é o que permite que as doenças estejam controladas.

Lembrando que na historia da humanidade apenas uma doença foi totalmente erradicada porque o vírus desapareceu – a varíola em 1980 –, a responsável salienta que, para todas as outras doenças, os vírus e as bactérias existem e só não se transmitem porque a maioria da população está imunizada.

“Se num grupo de dez pessoas uma não estiver vacinada, essa vai beneficiar da imunização das outras”, afirmou.

Contudo, basta dois ou três anos com uma baixa cobertura de vacinação para elas reaparecerem, acrescentou.

Quanto à moda de não vacinar, Graça Freitas explica que as pessoas deixaram de ter medo das doenças porque elas desapareceram, mas frisa que é precisamente o comportamento de
não vacinar, fruto dessa despreocupação, que pode fazê-las voltar, como aliás já está a acontecer na Europa.

Para tentar evitar que tal aconteça em Portugal, a DGS faz frequentemente campanhas de vacinação e publica no seu site circulares informativas.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/moda-de-nao-vacinar-traz-de-volta-europa-doencas-quase-erradicadas_234

terça-feira, 1 de março de 2011

Nova vacina poderá proteger contra pneumonia mortal


Nova vacina poderá proteger contra pneumonia mortal


Otite média aguda e sinusite são algumas das doenças que poderão ser igualmente prevenidas

Investigadores americanos desenvolveram uma vacina experimental que poderá proteger contra uma forma particularmente mortal da pneumonia pneumocócica, refere um estudo publicado no “Journal of Infectious Diseases”, citado pelo Portal da Saúde do ALERT Life Sciences Computing.
A pneumonia pneumocócica pode ocorrer quando a bactéria Streptococcus pneumoniae (pneumococo) infecta os pulmões de um indivíduo. Para além desta patologia, as infecções por este microrganismo podem também causar otite média aguda (OMA), sinusite, ou infecções invasivas de maior gravidade como a bacteriémia, septicemia, meningite, artrite, osteomielite e endocardite. Assim, as infecções provocadas por esta bactéria são causa importante de morbilidade e mortalidade em todo o mundo. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, estima-se que esta seja a responsável por cerca de um milhão de mortes de crianças, por ano.
Apesar de a vacinação pediátrica ter conseguido reduzir drasticamente a incidência de doença pneumocócica em crianças e adultos, tanto pela protecção das crianças vacinadas, como pela redução da transmissão de pessoa a pessoa da infecção, esta não consegue cobrir todas as estirpes causadoras da doença.
Neste estudo os investigadores do Albert Einstein College of Medicine of Yeshiva University, nos EUA, apostaram no desenvolvimento de uma vacina contra o serotipo 3 – uma estirpe de pneumococo que não foi incluída na vacina pediátrica utilizada durante a última década e que tem emergido como causa de pneumonia grave, em adultos e crianças.
Para o desenvolvimento desta nova vacina viva e atenuada, os investigadores focaram-se no gene do serotipo 3 que codifica a pneumolisina, uma toxina produzida por todas as estirpes de pneumococos. Com alteração deste gene, os investigadores esperavam estimular o sistema imune o suficiente para combater a doença mas, por outro lado, impedir que se desenvolva uma resposta inflamatória tão severa, através de uma menor produção da toxina.
O estudo revelou que os ratinhos aos quais foi administrada a vacina atenuada desenvolveram, de facto, uma resposta inflamatória mais leve do que os que receberam a vacina controlo. De realçar que, dos cinco ratinhos injectados com a estirpe atenuada, quatro sobreviveram a uma infecção posterior com a estirpe não atenuada, a qual foi letal para os ratinhos que não foram vacinados.
O investigador principal do estudo, Liise-anne Pirofski, e os seus colaboradores, explicam, em comunicado, que este método de reduzir a expressão do gene já tinha sido utilizado em vírus, mas esta é a primeira vez que é utilizado, com sucesso, no controlo da virulência de bactérias. Concluindo que, os resultados do estudo podem assim conduzir ao desenvolvimento de vacinas pneumocócicas baseadas em estirpes atenuadas.

Fonte: http://saude.sapo.pt/noticias/saude-medicina/nova-vacina-podera-proteger-contra-pneumonia-mortal.html

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Pneumonia: nova vacina pode salvar meio milhão de vidas por ano



Uma nova vacina contra a pneumonia está a ser desenvolvida em África, perspectivando-se que possa salvar mais de meio milhão de vidas por ano, em todo o mundo, avança a agência Lusa.

A Gavi Alliance, uma parceria global entre os sectores público e privado para a imunização, afirmam que 19 países vão receber a vacina numa primeira fase, noticia a edição online da BBC.

As crianças do Quénia e da Nicarágua já começaram a receber este medicamento, sendo a Serra Leoa, o Iémen, as Honduras e o Gana os próximos a recebê-la ainda este ano.

A vacina para a pneumonia protege contra a doença pneumocócica, a principal causa de pneumonias graves entre a população infantil, prevenindo também a meningite e a septicemia.

A pneumonia mata mais crianças do que qualquer outra doença, causando a morte a cerca de 1,7 milhões todos os anos.

A organização Save the Children publicou recentemente um relatório, “No Child Born to Die”, em que evidencia a falta de meios financeiros para a imunização global.

“Muitas crianças estão a morrer todos os dias de doenças que podem ser prevenidas com vacinação e por falta de cuidados básicos de saúde. O dinheiro para a imunização básica está ameaçado, quanto mais para esta nova e eficaz vacina contra a pneumonia”, alertou Catherine Fitzgibbon, da Save the Children.

Fonte: http://www.rcmpharma.com/news/11636/15/Pneumonia-nova-vacina-pode-salvar-meio-milhao-de-vidas-por-ano.html

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Vacunación contra Neumococo: Protege en forma adecuada al paciente con FQ?


Informe de la 24 ª Conferencia anual de América del Norte (NACFC), Baltimore, octubre 21-23, 2010 – 

Los Streptococcus pneumoniae son frecuentemente cultivados a partir de muestras de esputo de los pacientes con FQ y la vacunación no alcanza a proporcionar una cobertura adecuada, según un estudio del Children's Hospital,en Birmingham, Alabama (NACF 2010; resumen 372).
Dichas muestras fueron obtenidas en visitas trimestrales o durante las exacerbaciones en el período 2002-2008. Un total de 65 de 300 pacientes con FQ (22%) con cultivo positivo para S. pneumoniae. Los serotipos predominantes fueron NT (24%), 3 (15% de los aislamientos), 19A (11,5%) y 19F (10%). Quince de 87 aislamientos (17,2%) eran mucoides, de los cuales 13/15 (86,6%) fueron serotipo 3. En contraste, sólo 1 de 49 (2%) aislamientos de S. pneumoniae obtenidos de los controles no-FQ tenía el fenotipo mucoide.

P. aeruginosa se aisló con menor frecuencia (19,5%) de lo esperado en aquellas muestras cultivadas con S. pneumoniae, en particular en pacientes infectados con S. pneumoniae serotipo 3, en este subgrupo, sólo 1 de 15 pacientes fue co-infectados con P. aeruginosa, y P. aeruginosa se había cultivado antes de la infección por S. pneumoniae. Los autores sugieren que S. pneumoniae puede inhibir la P. aeruginosa. Un estudio anterior en Francia informó de que la infección con la infección por S. pneumoniae, S. aureus o H. influenzae se asoció con un riesgo significativamente más bajo (OR 2,4) de P. aeruginosa mucoide (Martha y col . Clin Microbiol Infect 2010; 16: 617-623).

El estudio de los EE.UU. también señaló que sólo el 13% de los serotipos de S. pneumoniae recuperados de pacientes con FQ estaban incluídos en la vacuna antineumocócica conjugada Heptavalente; y sólo el 46% de los serotipos estaban incluidos en la vacuna nueva 13-valente.

Las dos vacunas contra la neumonía de uso común en Canadá son Synflorix (una vacuna 10-valente contra los serotipos 1, 4, 5, 6B, 7F, 9V, 14, 18C, 19F y 23F; y Prevnar 13 (una vacuna 13-valente contra los 10 serotipos anterior más 3, 6A y 19A), aprobado en Canadá en diciembre de 2009 y que sustituye a la 7-valente Prevnar .
El Comité Consultivo Nacional de Inmunización de Canadá(INAI) ha declarado que no hay pruebas suficientes para recomendar una vacuna frente a otra. 

Comentario de la Dra. Claire Wainwright para Cystic Fibrosis News:

Este estudio reporta la frecuencia de cultivo de S. pneumoniae en niños con fibrosis quística que asisten el Children's Hospital, Birmingham, Alabama. Pone de relieve la complejidad de la microbiología FQ, la propensión de los organismos a desarrollar un fenotipo mucoide en la vía aérea del paciente fibroquístico, junto con la intrigante posibilidad de interacción entre especies microbianas.

Examinar las interacciones entre especies microbianas, y el impacto de factores ambientales como la exposición a la vacuna o antibióticos en las comunidades microbianas, será de enorme importancia en la mejora de nuestra comprensión de la microbiología FQ y abrirá puertas a nuevos enfoques terapéuticos en el futuro.

Traducido de : http://www.cysticfibrosisnews.com


Fonte: http://clinicafq-ceprep.blogspot.com/2010/12/vacunacion-contra-neumococo-protege-en.html

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Portugal - Gripe: dois milhões de vacinas disponíveis nas farmácias e centros de saúde



Cerca de 1,7 milhões de vacinas contra a gripe começam esta sexta-feira a ser vendidas nas farmácias e 300 mil distribuídas gratuitamente nos centros de saúde às pessoas mais desfavorecidas e institucionalizadas, anunciou a Direcção-Geral da Saúde.

“Neste momento, as farmácias e os centros de saúde estão a ser abastecidos com as vacinas necessárias”, disse à agência Lusa a subdirectora geral da Saúde, Graça Freitas.

Contactada pela Lusa, uma fonte da Associação Nacional de Farmácias (ANF) afirmou que as farmácias já têm disponíveis as vacinas, que poderão ser compradas mediante apresentação de receita médica, que é válida até 31 de Dezembro.

Também as vacinas que irão ser distribuídas gratuitamente aos residentes em lares de idosos de instituições particulares de solidariedade social, das misericórdias e de gestão directa da segurança social, aos doentes integrados na rede de cuidados continuados e beneficiários do complemento solidário para idosos já estão nas administrações regionais de saúde para serem colocadas nos centros de saúde, avançou Graça Freitas.

A DGS pretende que a vacina atinja este ano mais de 75 por cento das pessoas em instituições e acima de 50 por cento da população considerada prioritária: idosos com mais de 65 anos, doentes crónicos e imunodeprimidos ou grávidas com mais de 12 semanas de gestação.

A subdirectora geral da Saúde não quis avançar com uma data precisa para o início da vacinação para “não criar ansiedade nas pessoas e gerar uma corrida às vacinas”.

“Nós aconselhamos a vacinação em Outubro. O dia exacto é quando as pessoas quiserem”, disse, comentando que “pode acontecer que algum local ainda não tenha a vacina disponível e isso gerar ansiedade nas pessoas”.

Graça Freitas apelou aos médicos para que façam uma “prescrição criteriosa para que a vacina chegue a quem precisa”.

Um estudo do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA) indica que a vacinação contra a gripe em 2009/2010 registou o valor mais alto estimado de vacinados (19,5 por cento) da última década, apesar de continuar aquém das taxas de outros países europeus.

As autoridades de saúde estão com a “expectativa” de que, este ano, a taxa de vacinação seja “idêntica e até superior” devido ao “benefício adicional da vacina ser gratuita para os grupos mais desfavorecidos”, disse Graça Freitas.

“A somar às que estão nas farmácias, há mais 300 mil vacinas”, frisou.

Para prevenir a transmissão da gripe, Graça Freitas aconselhou os portugueses a manterem as medidas que “tão bem interiorizaram” de higiene das mãos, de “etiqueta respiratória” e de distanciamento social para evitarem a propagação do vírus H1N1.

“São medidas que servem para qualquer doença que se transmita como se transmite a gripe. São medidas que devíamos adoptar no dia a dia”, defendeu.

Apelou ainda às pessoas que têm indicação para serem vacinadas para o fazerem porque “a vacina é eficaz, segura e protege-as da doença e das suas complicações”.

Este ano, a vacina é trivalente, imunizando também contra o vírus da gripe A (HIN1).

Fonte: http://www.rcmpharma.com/news/10008/15/Gripe-dois-milhoes-de-vacinas-disponiveis-nas-farmacias-e-centros-de-saude.html

España - Salud inicia, el próximo lunes, la campaña de vacunación de la gripe con una única dosis frente a los virus A y B.

Se han adquirido 1,4 millones de vacunas para ofrecer protección a la población de riesgo, fundamentalmente a mayores de 65 años.
La Consejería de Salud iniciará, el próximo lunes 4 de octubre, la campaña de vacunación de la gripe, con la novedad de que los andaluces sólo tendrán que ponerse una dosis frente a los virus A y B que ocasionan esta enfermedad común. En total, la Consejería de Salud ha adquirido 1.435.141 dosis, lo que ha supuesto una inversión de 8,3 millones de euros.
Por provincias, se han distribuido 101.560 vacunas para Almería; 157.580 en Cádiz; 156.960 en Córdoba; 169.390 en Granada; 74.610 en Huelva; 139.500 a Jaén; 229.610 a Málaga, y 263.290 a Sevilla. El resto, hasta completar el total de dosis adquiridas, se mantienen como dosis disponibles para los distintos centros sanitarios en función de sus necesidades. Con este programa de vacunación, la sanidad pública andaluza se sitúa entre los servicios de salud con mayores coberturas vacunales de Europa y del resto del mundo para esta enfermedad, al igual que sucede con el calendario vacunal infantil.
La campaña de vacunación para la temporada 2010-2011 se dirigirá fundamentalmente a los mayores de 65 años, aunque se encuentren sanos; a personas de cualquier edad con determinados problemas crónicos de salud, en los que la enfermedad puede acarrear consecuencias más graves (problemas respiratorios severos o de corazón, cáncer y alteraciones del sistema inmunológico o metabólico); a personas que estén en contacto frecuente con estos colectivos y a profesionales de salud y de servicios comunitarios, tanto para su propia protección como para evitar el riesgo de contagio hacia las personas a las que atienden.
También se recomienda la vacunación a mujeres embarazadas, en cualquier momento de su gestación, con el objetivo de prevenir la gripe en ella y el futuro recién nacido.
Estas personas podrán pedir cita previa para la vacunación en su centro de salud o a través del servicio telefónico Salud Responde (902 505 060). En total, los andaluces disponen de 1.502 puntos de vacunación en sus centros de atención primaria.
La nueva vacuna frente a la gripe es trivalente, es decir, ha demostrado su capacidad protectora tanto para el virus AH1N1 como frente a otras dos cepas (una segunda del tipo A y otra del tipo B), que han estado circulando en el Hemisferio Sur, donde ya ha comenzado la temporada de gripe.
Además, en Andalucía, al igual que en la campaña del año pasado, se va a administrar otra vacuna para prevenir la neumonía en aquellas personas especialmente vulnerables a su contagio por convivir en centros residenciales, viviendas tuteladas o unidades de estancia diurna y que no hayan sido vacunadas con anterioridad, ya que este tipo de vacuna crea inmunidad.
La Consejería de Salud prevé que se vacunen unos 40.000 andaluces frente al neumococo. El coste de esta inmunización asciende a cerca de 392.000 euros.
Vigilancia epidemiológica
La gripe es una enfermedad infecciosa aguda de las vías respiratorias producida por el 'virus influenza'. El proceso gripal se inicia tras un periodo de incubación de unas 48 horas y suele manifestarse con un comienzo brusco de dolores de cabeza, fiebre, escalofríos, dolor muscular, malestar general y síntomas de afectación respiratoria, como tos seca y dolor de garganta. La vacunación es la principal estrategia para la prevención de la gripe, ya que permite evitar en torno a un 50- 60% de hospitalizaciones y el 80% de fallecimientos por complicaciones tras la enfermedad.
La Organización Mundial para la Salud (OMS) dispone de un sistema de vigilancia epidemiológica mundial. En este sistema se incluye la información facilitada por el Grupo Centinela de Vigilancia de la Gripe en Andalucía, constituido por un laboratorio de referencia situado en Granada y una red de 121 médicos que, distribuidos por toda la comunidad, informan semanalmente de la situación epidemiológica de la enfermedad durante toda la temporada -desde principios de octubre hasta mediados de mayo-. Para ello, estos profesionales recogen muestras aleatorias de secreciones que aportan información sobre el tipo de virus circulante, con el fin de incluirla en la composición de la vacuna que se recomendará en la siguiente temporada.
En la temporada pasada, este sistema registró una tasa de incidencia acumulada de 3.043 casos por cada 100.000 andaluces, lo que representa un incremento respecto a la temporada anterior, en la que las personas afectadas no superaron las 847 por cada 100.000 habitantes. El momento de mayor incidencia se produjo en la semana 46 (finales de noviembre), con una tasa de entre 371 y 380 casos por cada 100.000 habitantes. En la temporada 2008-2009, la mayor incidencia se produjo en la segunda semana de enero (alcanzando una tasa de 288 casos por cada 100.000 habitantes). La distribución por géneros fue del 51,5% para mujeres frente al 48,5% de los hombres.
La mayoría de los casos de gripe (el 98%) se detectaron además en menores de 65 años, lo que demuestra el efecto beneficioso de las campañas de vacunación dirigidas a las personas mayores. Estas campañas se iniciaron en Andalucía en 1985 y, desde entonces, han supuesto la administración de más de 25,6 millones de dosis. El objetivo de esta estrategia es evitar o minimizar las complicaciones que la gripe puede ocasionar en los grupos de riesgo.
Salud Responde
Los ciudadanos tendrán este año también a su disposición el teléfono de Salud Responde (902 505 060), operativo a cualquier hora, todos los días del año, incluido los festivos. Profesionales de este servicio realizarán llamadas a las personas que se encuentren en los grupos de riesgo y, por tanto, se les recomiende la vacunación, además se enviarán mensajes a móviles a quienes estén inscritos a esta modalidad.
Además, los enfermeros de Salud Responde podrán indicar fármacos de manera telemática –a través de receta electrónica-- para aliviar los síntomas gripales en aquellos casos de pacientes con síntomas leves. Esta medida, que se enmarca dentro del nuevo desarrollo competencial de los profesionales de enfermería, tiene por objeto facilitar a los ciudadanos el acceso a un criterio profesional y experto sin necesidad de desplazarse hasta su centro de salud, ya que con una simple llamada de teléfono podrán recibir incluso, en caso de que sea necesario y el criterio experto así lo determine, la indicación enfermera necesaria para retirar, directamente de la farmacia, los medicamentos que permitan aliviar los síntomas gripales (paracetamol o ibuprofeno) haciendo uso de la receta electrónica. La indicación enfermera se incorporará a la historia del paciente.
En el caso de que el paciente requiera de atención facultativa programada, le será facilitada una cita con su médico de familia o pediatra, mientras que si el caso es grave será derivado a los servicios sanitarios de urgencia.
Así, durante la temporada pasada, Salud Responde recibió 79.055 solicitudes sobre la gripe A. El 49% de ellas fueron demandas asistenciales, el 46% fueron solicitudes de información y el 5% de seguimiento.
La mayoría de las peticiones de atención sanitaria fueron resueltas por los técnicos de Salud Responde (86%), por lo que sólo se derivaron el 7% de ellas a centros de atención primaria y otro 7% a los Centros de Coordinación de Urgencias.
Sistema de autodiagnóstico
Otro de los recursos que la Consejería de Salud pone a disposición de los ciudadanos es su asistente virtual 'María', un sistema inteligente de autodiagnóstico para la gripe a través de la web www.juntadeandalucia.es/salud. Este dispositivo permite a los usuarios conocer, a través de un cuestionario de pregunta-respuesta, si sus síntomas pueden o no estar relacionados con un caso de gripe.
Se trata de una herramienta útil que permite al usuario acceder con mayor celeridad y eficacia a los contenidos y, de una forma innovadora, realizar un autodiagnóstico que permita descartar o confirmar que, los síntomas que presenta, corresponden o no a un caso de gripe.
A partir del resultado, el asistente virtual informa al ciudadano sobre cómo actuar en función de los síntomas especificados previamente o lo deriva al recurso asistencial más adecuado en base a su sintomatología, bien aconsejándole acudir a un centro de salud o llamar a Salud Responde.
Así, al ciudadano que es autodiagnosticado como caso leve, le traslada unas recomendaciones básicas de actuación, mientras que si estima la necesidad de ser visto por un profesional médico, le guía a la opción de solicitar día y hora con el médico de familia o pediatra a través de la página web. Los casos que son identificados por el asistente virtual como graves, por la sintomatología expuesta, son derivados a los servicios de urgencia.
La asistente virtual 'María', ha registrado un total de 629 conversaciones con usuarios relacionadas con gripe, de las que 312 eran sobre gripe A, 107 relacionadas con síntomas, 61 preguntas sobre vacunas y antivirales, 52 sobre población de riesgo y el resto sobre tratamiento y prevención. De otro lado, se han realizado un total de 39 autodiagnósticos.
Por último y con el objetivo de incrementar la captación de los colectivos con más riesgo ante la gripe e informar a la población sobre la enfermedad, Salud también ha editado 880 carteles y 182.100 dípticos informativos, y ha dirigido una carta personal a los mayores andaluces.
Fonte: http://atp-pancreas.blogspot.com/2010/09/salud-inicia-el-proximo-lunes-la.html

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Vacina antigripe fica disponível nos primeiros dias de Outubro 2010




Chegam nos primeiros dias de Outubro às farmácias, centros de saúde e hospitais, os primeiros lotes de um milhão e 800 mil vacinas contra a gripe. Nesta época e nos dois anos seguintes, 330 mil idosos carenciados podem recebê-la gratuitamente nos centros de saúde, avança o Jornal de Notícias (JN).

Para a época gripal deste Outono/Inverno, as autoridades de saúde deram indicações à Indústria Farmacêutica e farmácias para o aprovisionamento de um milhão e 800 mil vacinas contra a gripe sazonal. O número não é muito diferente dos stocks de épocas anteriores à perturbação causada pela gripe A, no ano passado.

As autoridades de saúde mantêm a possibilidade de uso de uma parte das vacinas compradas para a pandémica (monovalente, pois a estirpe nela usada é a H1N1). No entanto, a Direcção-Geral de Saúde (DGS) indicou ao JN, através de Ana Leça, directora da Divisão dos Serviços de Prevenção e Controlo da Doença, as recomendações sobre quem a deve tomar “ serão emanadas posteriormente.”

Em Agosto, Ana Jorge referiu apenas que se irá “manter a vacinação com a vacina monovalente para pessoas com mais de seis meses e que não tenham indicação para a trivalente.” A primeira será “distribuída gratuitamente através dos centros de saúde.”

Recorde-se que, no ano passado, foram compradas seis milhões de doses de vacina contra a gripe A, mas houve renegociação, tendo sido entregues apenas dois milhões e aplicadas cerca de 700 mil. Um milhão das monovalentes encomendadas foi convertido na entrega faseada por três anos de 330 mil vacinas “actualizadas” quanto às estirpes, que na época se avizinha são três.

Para este ano foi fabricada uma vacina trivalente, que integra três estirpes: a H3N2, a B e a que emergiu no ano passado lançando os alarmes de pandemia, a H1N1.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

La OMS declara el fin de la pandemia de gripe A



Catorce meses después de declarar el máximo nivel de alerta por pandemia

PUBLICO.ES / AGENCIAS MADRID 10/08/2010

La Organización Mundial de la Salud (OMS) anunció este martes el fin de la pandemia de gripe A , catorce meses después de haber declarado el máximo nivel de alerta por la aparición de este virus.

"El mundo ya no está en la fase 6 de alerta pandémica. Hemos pasado a la fase postpandémica", dijo la directora general del organismo, Margaret Chan, quien adoptó la decisión de levantar la alerta aconsejada por el Comité de Emergencia de la OMS, reunido unas horas antes. El descenso en la clasificación del virus sigue a las recomendacones de expertos mundiales en la gripe, que revisaron su estatus el mismo martes.

"Esta es la opinión del Comité de Emergencia", señaló Chan, en una conferencia de prensa telefónica desde Hong Kong, en la que volvió a defender la actuación del organismo frente a las críticas por haber causado una alarma innecesaria y un desmedido gasto en vacunas.

No obstante, la responsable de la OMS dejó claro que el paso a la fase post pandémica "no significa que el virus H1N1 haya desaparecido", al tiempo que defendió la controvertida gestión que el organismo sanitario ha hecho de la crisis.

"En base a nuestra experiencia con anteriores pandemias, esperamos que el virus H1N1 adopte un comportamiento similar al del virus de la gripe estacional y continúe circulando los próximos años", dijo.

Recomiendan la vacunación

Chan añadió que las vacunas almacenadas siguen siendo efectivas y recomendó la vacunación de los grupos de alto riesgo. "En este periodo postpandémico pueden aparecer brotes con niveles significativos de transmisión del H1N1. Esta es la situación que observamos ahora en Nueva Zelanda y puede darse en otros lugares", dijo. Chan subrayó que en la actualidad el virus de la gripe A no es el dominante y que en la mayoría de los países circula una mezcla de virus gripales.

Y como en algunos lugares -dijo- entre el 20 y el 40% de la población fue infectada por el virus H1N1, eso les ha dado una cierta inmunidad.

Pese a todo, la directora general de la OMS advirtió de que este virus "seguirá causando una enfermedad grave en grupos de jóvenes y otros grupos de riesgo".

"En este año que ha pasado, hemos tenido suerte. El virus no ha mutado a otra forma más letal y no se ha desarrollado resistencia al oseltamivir (principio activo de los medicamentos contra el virus), y la vacuna ha demostrado ser segura y ajustada al virus", subrayó, frente a las críticas recibidas por la OMS después de que los gobiernos gastaran millones en vacunas no utilizadas.

Fonte: http://www.fqmadrid.org/b2evolution/index.php/2010/08/10/la-oms-declara-el-fin-de-la-pandemia-de-gripe-a?blog=2

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Há mais casos de Doença Invasiva Pneumocócica em crianças acima dos 2 anos

No Dia Mundial da Criança, que se assinala a 1 de Junho, os especialistas alertam todos os pais e educadores para a importância da vacinação contra a Doença Invasiva Pneumocócica (DIP), que engloba um largo espectro de patologias, tais como meningite, pneumonia, sépsis e otite média aguda, causadas por uma bactéria chamada Streptococcus pneumoniae. Este apelo tem por base os dados epidemiológicos nacionais mais recentes do Grupo de Estudo da Doença Invasiva Pneumocócica (GEDIP) da Sociedade Portuguesa de Pediatria, segundo os quais 57% dos casos ocorrem em crianças acima dos 2 anos, avança comunicado de imprensa.

A incidência destas patologias acima dos 2 anos de idade leva a que a Sociedade Portuguesa de Pediatria recomende a vacinação de todas as crianças saudáveis entre os 2 e os 5 anos com uma nova vacina 13-valente, disponível em Portugal desde Janeiro deste ano. Recorde-se que, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, a bactéria responsável pela DIP constitui a principal causa de morte prevenível através da vacinação nas crianças com menos de 5 anos de idade, sendo responsável por cerca de 1 milhão de mortes anuais, nesta faixa etária, em todo o mundo.

A vacinação é a melhor maneira de prevenir a DIP, conjunto de patologias que se podem transmitir de criança para criança de forma semelhante a uma constipação, e que podem conduzir à perda de audição, a défices intelectuais, a distúrbios de equilíbrio, paralisia e, em casos extremos, à morte. Ao protegerem o organismo contra estas doenças graves, as vacinas contribuem para reduzir o número de crianças doentes, a utilização de antibióticos e a ausência dos pais no trabalho. Por outro lado, paralelamente à diminuição da incidência das doenças nas crianças, também os que convivem com elas beneficiam dessa protecção, nomeadamente os avós e os educadores.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/news/8438/15/Ha-mais-casos-de-Doenca-Invasiva-Pneumococica-em-criancas-acima-dos-2-anos.html

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Vacunas para viajar (A su salud)

Si está planeando un viaje a países exóticos para este verano tendrá que acudir al médico un mes antes del viaje para que nos oriente sobere las medidas a tomar: vacunas o quimioprofilaxis. Hay vacunas obligatorias y otras recomendadas. (20/05/10)

Escuta Aqui: http://www.rtve.es/mediateca/audios/20100520/vacunas-para-viajar-a-su-salud/777041.shtml


quarta-feira, 24 de março de 2010

Nova vacina contra a Doença Invasiva Pneumocócica

Nova vacina contra a Doença Invasiva Pneumocócica

Já está disponível em Portugal
Já pode ser adquirida em Portugal, uma nova vacina contra a Doença Invasiva Pneumocócica causada pela bactéria sreptococcus pneumoniae.
Esta bactéria é responsável pela meningite, sépsis, pneumonia e otite média aguda e, de acordo com a OMS, é a principal causa de morte e incapacidade evitável.
Ao todo é responsável por cerca de um milhão de mortes no mundo. A nova vacina é indicada para crianças desde as seis semanas até aos cinco anos de idade e distingue-se das já existentes por conferir maior protecção. Tal como as restantes, não integra o Plano Nacional de Vacinação e custa 75,99 €.

Fonte: http://saude.sapo.pt/artigos/noticias_actualidade/ver.html?id=1054087

quinta-feira, 11 de março de 2010

Nova vacina contra tipo raro de cancro do pulmão mostra-se eficaz

Nova vacina contra tipo raro de cancro do pulmão mostra-se eficaz

De acordo com o POP - Portal de Oncologia Português, ima nova vacina contra o mesotelioma, um tipo de cancro raro no pulmão, localizado nas células mesoteliais da pleura ou nas células peritoneais do abdómen e que está associado à exposição ao amianto, mostrou-se eficaz, revela um estudo publicado no Journal of Respiratory and Critical Care Medicine, citado pelo site Saúde na Internet.
Esta nova vacina, composta por células dendríticas, bem como por antigénio tumoral do doente, é capaz de induzir uma resposta contra o mesotelioma mediada por linfócitos T.
Nos EUA e noutros países desenvolvidos, o uso do amianto já é proibido desde há várias décadas, mas o diagnóstico de mesotelioma pode acontecer 50 anos depois da exposição àquela substância. A incidência de mesotelioma ainda é elevada e deverá continuar a aumentar até 2020.
Por essa razão e por serem escassas as opções de tratamento actualmente existentes, o desenvolvimento de novas terapias tem despertado algum interesse.
Neste estudo, investigadores da Erasmus Medical Center, na Holanda, contaram com a participação de 10 indivíduos que tinham sido diagnosticados recentemente com mesotelioma pleural. Aos doentes foram retiradas amostras de sangue e as células dendríticas imaturas foram cultivadas na presença do antigénio tumoral. Após a maturação das células dendríticas, elas foram injectadas de novo nos doentes, em três doses administradas num período de duas semanas.
Regressão do tumor
Os investigadores verificaram que, após a vacinação, houve um aumento significativo na produção de anticorpos. Em quatro dos doentes houve uma indução clara de citotoxicidade contra os tumores. Apesar de não poder ser directamente atribuído à vacina, em três dos pacientes houve sinais de regressão do tumor. Nenhum dos doentes mostrou sinais de doenças auto-imunes provocadas pela vacinação nem qualquer efeito secundário grave.
Em comunicado de imprensa, o líder do estudo, Joachim G Aerts, revelou que “o grande problema do mesotelioma é que o ambiente de imunossupressão causado pelo tumor irá influenciar negativamente a nossa terapia e, por isso, estamos agora a trabalhar num método para diminuir esse ambiente imunossupressor”, acrescentando que “esperamos que, através do desenvolvimento do nosso método, seja possível aumentar a sobrevivência dos pacientes com mesotelioma e eventualmente vacinar pessoas que tenham estado em contacto com o amianto”.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/news/7155/15/Nova-vacina-contra-tipo-raro-de-cancro-do-pulmao-mostra-se-eficaz.html

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Novo boletim de vacinas Online (Fonte: RCM Pharma)

Boletim de saúde electrónico vai estar online ainda este ano


O novo boletim de vacinas electrónico vai estar disponível para consulta online durante o segundo semestre deste ano, indicou um assessor do secretário de Estado da Saúde ao jornal Público.

Com a substituição do velho boletim de papel por este registo, o cidadão poderá saber se tem as suas vacinas em dia e quando precisa de receber as próximas imunizações.

Estará disponível no site onde já é possível fazer marcações de consultas em centros de saúde por via electrónica.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Nova vacina para meningite (Fonte: CM 13.01.2010)

Seis crianças morrem por ano em Portugal
Nova vacina para meningite

Uma nova vacina pneumocócica indicada para a prevenção da meningite, sépsis, pneumonia e otite média aguda, provocadas pela bactéria streptococcus pneumoniae, é apresentada hoje em Lisboa. A nova vacina, de nome Prevenar e com um preço de venda de 75,99 euros, não tem comparticipação do Estado.
Aquela bactéria é responsável por causar todos os anos 800 novos casos de doença invasiva pneumocócica, que inclui um conjunto de doenças como a meningite e a sépsis. A doença causa a morte a uma média anual de seis crianças em Portugal. A nível mundial, o número dispara para um milhão de mortes por ano.
O médico António Brito Avô, da Sociedade Portuguesa de Pediatria, explica ao CM que a nova vacina confere imunidade para um total de treze tipos da bactéria, um aumento da protecção relativa à anterior vacina do mesmo laboratório – denominada também Prevenar – em sete tipos. Esta vacina é concorrente da Synflorix, lançada no mercado em 2009 a um preço de 57,48 euros, e que protege contra 10 tipos do microrganismo que vive no ser humano, na zona naso-faríngica.
Um desequilíbrio imunitário provocado por outra doença, como a gripe, pode desencadear uma disseminação da bactéria pelo organismo e causar infecção, problemas motores, auditivos e neuro-sensoriais.
http://www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?contentid=0671A784-A256-4FD9-BCE7-A6340A076841&channelid=F48BA50A-0ED3-4315-AEFA-86EE9B1BEDFF
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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

La Corunha - Hospital Juan Canalejo

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Hotel de Pacientes - Vários Portugueses salvos por um Transplante Pulmonar

Uma vida é pouco para mim

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O meu lema de vida - Dia do meu Transplante Pulmonar