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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Cuba aprova nova vacina contra o cancro do pulmão



Cuba aprova nova vacina contra o cancro do pulmão


Uma segunda vacina contra o cancro de pulmão avançado foi aprovada pelas autoridades sanitárias de Cuba depois de ser testada em 86 países durante 2012, informou a imprensa cubana, citada pela ANGOP - Agência AngolaPress.

"A vacina para o tratamento do cancro do pulmão Racotumomab foi registada em Cuba, o que beneficiará pacientes portadores deste mal", informou a agência cubana Prensa Latina.

Racotumomab é a segunda vacina para o cancro do pulmão desenvolvida por cientistas do Centro de Imunologia Molecular de Havana, depois da CIMAvax EGF, que foi aprovada em Janeiro de 2011 pelo Centro para o Controle Estatal da Qualidade de Medicamentos de Cuba.

"Apesar de essas vacinas não eliminarem a doença, a experiência demonstra que, quando o cancro não se estende num longo período, o paciente encontra-se numa etapa estável da doença e pode viver durante muito tempo", afirmou a Agência de Informação Nacional.
Racotumomab obteve a sua certificação do Centro de Qualidade de Medicamentos há apenas uma semana e a sua utilização deve começar em breve.

O objectivo dessas vacinas é fazer do cancro do pulmão avançado uma doença que não progride, apesar de ser incurável.

O cancro do pulmão é o segundo cancro de maior incidência em Cuba e o primeiro em mortalidade, e cerca de cinco mil pessoas sofrem dessa doença em estado  avançado.
2013-01-03 | 09:50
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/medicamentos/03-01-13/cuba-aprova-nova-vacina-contra-o-cancro-do-pulmao

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Portugueses querem vacina cubana contra o cancro

30/01/2012 - 10:42

Anunciada ao mundo há um ano, a primeira vacina contra o cancro do pulmão, desenvolvida por cientistas cubanos, trouxe uma nova esperança ao tratamento de um dos tumores mais temidos e mortais. Apesar de ainda só estar a ser aplicada em dois países – Cuba e Peru – e de a comunidade científica internacional tardar em pronunciar-se, há doentes portugueses interessados em aceder à vacina que estão a contactar a embaixada de Cuba em Portugal, avança o semanário Expresso. A CimaVax-EFG promete transformar o cancro do pulmão numa doença crónica controlável.

“Alguns doentes pediram informações à embaixada para saber como funciona a vacina e se podem ter acesso a ela indo a Cuba, ou se ela pode ser enviada para cá, sobretudo no caso de pessoas que não estão em condições de viajar”, revelou ao Expresso o embaixador de Cuba em Portugal, Eduardo González Lerner. “Como no caso deste tratamento não existe nenhum acordo oficial para o envio de doentes, a embaixada tem reencaminhado esses pedidos de informação para o pólo científico de Havana e para os serviços médicos cubanos, de modo a que as pessoas interessadas possam entrar directamente em contacto com eles”, adianta ao semanário.

Vacina usada em todos os hospitais cubanos

Segundo o embaixador, a vacina – sobretudo indicada para doentes que terminaram tratamentos de quimioterapia ou radioterapia sem sucesso e sem alternativa terapêutica – está actualmente a ser usada em todos os hospitais cubanos, tendo já sido aplicada, com bons resultados, a mas de dois mil doentes. Os cientistas do Centro de Imunologia Molecular em Havana, Cuba, que a investigaram ao longo de 15 anos, asseguram que a CimaVax-EFG aumenta a qualidade e a esperança de vida, sem acarretar efeitos secundários significativos.
Além de Cuba, que em Janeiro do ano passado anunciou ter patenteado a descoberta da primeira vacina terapêutica contra o cancro do pulmão, a CimaVax-EFG também já está a ser aplicada no Peru, encontrando-se actualmente em processo de registo em vários países da América Latina, como o Brasil, a Argentina, o Paraguai ou a Colômbia. No final de Novembro, o Reino Unido aprovou o início de ensaios clínicos e estão também previstos testes na Austrália, China, Tailândia e Malásia.

De acordo com as autoridades de saúde cubanas, a primeira toma da vacina pode ser enviada para um doentes noutro país, como Portugal, desde que um médico local a prescreva. O problema é que os especialistas e investigadores nacionais desta área ouvidos pelo Expresso dizer não ter informação suficiente sobre a vacina.

Falta de informação nas revistas científicas

“Não há artigos científicos sobre o assunto nas revistas de referência mundial e também não há resultados publicados sobre a sua aplicação que nos permitam fazer uma avaliação científica da vacina e dar uma opinião quanto à sua eficácia”, diz ao Expresso Jorge Cruz, responsável pela área do pulmão no Centro Champalimaud para o Desconhecido, em Lisboa.
O cirurgião torácico reconhece, no entanto, que “o processo que a vacina utiliza está correcto, porque se baseia na inibição da proteína de crescimento EFG, responsável pelo crescimento descontrolado das células cancerosas”. As notícias que têm surgido sobre a vacina “levam as pessoas desesperadas com a doença a reagir, procurando tudo o que lhes dê uma réstia de esperança”, constata Jorge Cruz, sublinhando que “o grande objectivo da oncologia é curar o cancro ou pelo menos transformá-lo numa doença crónica”.

A falta de informação é também a razão apontada ao Expresso pelo Instituto Português de Oncologia de Lisboa (IPO Lisboa) para não se pronunciar sobre o assunto. “Se for confrontado com um doente de cancro do pulmão que pretenda ter acesso à vacina, não sei o que dizer, porque não há informação”, explica, por sua vez, Jorge Espírito Santo. O presidente do Colégio de Oncologia da Ordem dos Médicos considera que, para recomendar a CimaVax-EFG a um doente, “um médico deve ter evidências sobre a sua eficácia, o seu funcionamento, o mecanismo de acção, os efeitos secundários, o tipo de doentes que devem ser seleccionados para a administrar e muitos outros aspectos”.

De vez em quando, “aparecem estas notícias sobre a descoberta de novos medicamentos em Cuba que parecem levar a curar milagrosas”, lembra Jorge Cruz, “mas os grandes laboratórios farmacêuticos internacionais não compram as patentes desses medicamentos”.

A esperança vinda de Cuba pode não se esgotar, no entanto, nos doentes com cancro do pulmão. Com efeito, o Centro de Imunologia Molecular de Havana está a trabalhar em ensaios clínicos para a aplicação desta vacina no cancro da próstata, prevendo-se que ela seja registada para esse fim ainda em 2012.

Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/medicamentos/30-01-12/portugueses-querem-vacina-cubana-contra-o-cancro

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Cuba descobre vacina contra cancro do pulmão

Foto: Ilustração cancro do pulmão

Cientistas cubanos anunciaram ontem a descoberta da primeira vacina terapêutica contra o cancro do pulmão. A CIMAVAX-EFG, resultante de 15 anos de pesquisa, já está patenteada.

Dentro em breve, o cancro do pulmão poderá deixar de ser o mais letal de todos os tipos e entrar para a lista das doenças crónicas. A boa notícia vem de Cuba, que acaba de patentear a primeira vacina terapêutica contra a doença.  Mais de 1 000 pacientes já estão a receber o novo tratamento.

A descoberta foi anunciada por Gisela González, responsável pelo projeto  que desenvolveu a vacina. Em entrevista ao semanário cubano "Trabajadores" - publicada ontem por esse órgão de comunicação da Central de Trabalhadores de Cuba-, a investigadora disse que o objetivo da vacina é transformar o cancro do pulmão numa doença crónica controlável.
De acordo com a investigadora, a vacina foi desenvolvida a partir de "uma proteína que todos temos: o fator de crescimento epidérmico, relacionado com os processos de proliferação celular. Quando há cancro,  essa proteína está descontrolada".

Gisela explicou que, como o organismo tolera "aquilo que é seu" e reage contra "o estranho", tendo sido preciso elaborar uma vacina que produzisse anticorpos contra essa proteína, que já é própria do organismo.

Outros tipos de cancro


Desde o início das investigações passaram-se já 15 anos. De acordo com a cientista cubana,  a vacina foi patenteada após se ter testado a sua eficácia em mais de 1 000 pacientes sem que tenham ocorrido efeitos colaterais.
A patenteação em Cuba permitirá aplicar a vacina maciçamente no país, estando em curso o registo da CIMAVAX-EFG noutros países (entre outros, na Malásia, para venda na Europa).
Segundo Gisela González, a equipa de investigação avalia agora "a forma de empregar o mesmo princípio desta vacina noutros tumores sólidos (cancro da próstata, útero e mama), que podem receber este tipo de terapia. Obtivemos resultados importantes, mas é preciso esperar".
A CIMAX-EFG é indicada para os doentes que terminam o tratamento com radioterapia ou quimioterapia e que são considerados pacientes terminais sem alternativa terapêutica. É nesta fase, pós-tratamentos, que a vacina é aplicada para ajudar a controlar o crescimento do tumor, com a vantagem de não apresentar toxidade associada.
A vacina pode também ser usada como tratamento, como se de uma doença crónica se tratasse, já "que vai aumentar a expetativa e a qualidade de vida do paciente", afirmou a investigadora. 
Só em Portugal, o cancro do pulmão mata pelo menos 3.000 pessoas anualmente.
Desde há alguns anos, o trabalho dos investigadores cubanos na área do cancro vem sendo acompanhado pela imprensa internacional, havendo várias referências sobre a descoberta da vacina agora patenteada.

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