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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Maioria dos portugueses ainda acredita que antibióticos devem ser usados em gripes e constipações

15/11/2013 - 14:31

Apesar das campanhas a alertar para os perigos do abuso do consumo de antibióticos e para a importância de estes medicamentos serem utilizados apenas com prescrição médica, muitos mitos continuam a persistir entre os portugueses: 69% dos inquiridos num estudo continuam a acreditar que os antibióticos servem para matar vírus e 61% acham que são indicados para o tratamento de constipações e gripes, avança o jornal Público.

Em ambos os casos, os números melhoraram em relação a 2009 (menos nove pontos percentuais na primeira resposta e menos 12 na segunda), mas ficam muito acima da média da Europa a 27, onde 49% das pessoas acreditam que os antibióticos são eficazes contra os vírus e 41% nas outras doenças mencionadas. Os dados fazem parte da edição especial do Eurobarómetro — realizado pelo organismo de estatísticas da União Europeia — divulgado nesta sexta-feira sobre “Resistência Antimicrobiana”.

O trabalho do Eurobarómetro contou com 26.680 entrevistas nos 27 países entre Maio e Junho deste ano. Em Portugal, a amostra foi de 1007 pessoas. Entre os inquiridos, 38% tinham tomado antibióticos nos últimos 12 meses (mais 3% que na média europeia e mais 5% do que em 2009, o que vai em linha contrária com a tendência de queda europeia). Além disso, verifica-se uma grande diferença entre géneros, com as mulheres a representarem 43% do total.

Ainda alguns acessos sem receita

Apesar do desconhecimento sobre as situações em que os antibióticos são adequados, há um dado positivo mas que também piorou cinco pontos percentuais em relação a 2009, com 88% dos portugueses a responderem que tomaram estes medicamentos mediante prescrição médica — que é, aliás, obrigatória. A média europeia fica ligeiramente abaixo, mas manteve-se: 87%. Ainda houve 2% de pessoas que assumiram tomar antibióticos que tinham em casa de vezes anteriores e 3% que conseguiram comprá-los na farmácia sem receita.

Questionados sobre a última razão pela qual tomaram um antibiótico, em Portugal a maior parte dos inquiridos (22%) responderam que foi devido a uma gripe, 15% por garganta inflamada, 11% por constipação, 9% por bronquite e 6% por infecção urinária. Um cenário diferente do europeu, onde há um empate a 18% entre bronquites e gripes, seguidos de 13% de pessoas a responderem constipações, 11% garganta inflamada e 9% infecção urinária.

Ainda nas perguntas relacionadas com o conhecimento destes fármacos, 79% dos portugueses (contra 84% dos europeus) disseram saber que o uso desnecessário faz com que os antibióticos percam o seu efeito. Mas, mais uma vez, os dados em Portugal revelam uma quebra de cinco pontos percentuais. Da amostra portuguesa, as pessoas entre os 25 e os 39 anos foram as que responderam mais acertadamente, tendo pelo menos completado o ensino secundário e dito que receberam informação sobre o tema.

Informação não está a chegar aos cidadãos

Alguns dos resultados parecem não estar a melhorar, em parte porque a informação não está a chegar por todos os canais aos cidadãos. Por exemplo, no último ano só 12% dos portugueses inquiridos se lembram de ter recebido informação sobre o mau uso de antibióticos ou o facto de não servirem para gripes e constipações, quando a média na Europa a 27 é de 33%. Além disso, entre os portugueses estão a ser os médicos (40% dos casos, contra 27% na União Europeia) e outros profissionais de saúde a passar mais as mensagens, sendo os casos de alertas nos meios de comunicação social muito menos mencionados do que em outros países.

Em geral, em relação aos 27 países, o relatório demonstra que desde 2009 o consumo de antibióticos tem vindo a cair na maior parte dos países, a par com o aumento de campanhas de sensibilização para a importância de utilizarmos correctamente estes medicamentos. O problema, alerta o Eurobarómetro, é que mesmo assim os dados revelados pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças mostram que são cada vez mais os casos de bactérias que não respondem aos antibióticos — as chamadas bactérias multirresistentes.

A Comissão Europeia está a explorar, através de 15 novos grupos de investigação, novas formas de harmonizar regras, recolher dados e chegar às melhores práticas para contrariar esta tendência, também no campo da agricultura e da alimentação animal, que coloca em risco a saúde pública. “Estou seriamente preocupado com o facto de os antibióticos, que nos permitiram no passado tratar infecções bacterianas mortais e salvar muitas vidas, estejam agora a ficar cada vez menos efectivos”, afirmou, num comunicado, o comissário europeu da Saúde, Tonio Borg.

Dados em linha com relatório nacional

Os números do Eurobarómetro para Portugal estão em linha com as preocupações do Ministério da Saúde e da Direcção-Geral da Saúde e com alguns dados recentemente publicados. De acordo com o relatório Portugal: Controlo de Infecções e Resistência aos Antimicrobianos em Números 2013, apresentado no dia 31 de Outubro, Portugal é o sétimo país europeu onde se consomem mais antibióticos fora do hospital, mas o seu uso em meio hospitalar também é excessivo, estando 12,7% acima da média europeia.

Um dos problemas detectados é a nível hospitalar. Quando se é operado, dá-se por norma antibiótico para prevenir a infecção, mas o que se constata é que a sua administração se prolonga por tempo excessivo. A toma devia ser inferior a 24 horas, mas em 64% dos casos é superior. Nesse sentido, vai ser emitida uma norma a tornar regra uma administração que não vá além daquele período. Portugal tem uma taxa de consumo de antimicrobianos em meio hospitalar de 45,4%, muito acima da média comunitária, de 32,7%.

O tema dos antibióticos tem estado na agenda das autoridades de saúde em Portugal, já que o país também está entre aqueles onde a resistência das bactérias a estes medicamentos mais tem aumentado entre humanos. Em Fevereiro, o Governo atribuiu mesmo o estatuto de programa nacional prioritário às infecções e às resistências aos antibióticos e a Direcção-Geral da Saúde comprometeu-se a estar mais atenta ao que os médicos prescrevem.

Nos relatórios do Sistema Europeu de Vigilância da Resistência aos Antimicrobianos (EARS), Portugal surge, ano após ano, no grupo dos dez países europeus que mais consomem antibióticos. Esse consumo excessivo será, precisamente, um dos principais alvos do programa nacional prioritário.

Por outro lado, Portugal continua também com um dos valores mais elevados entre 28 países de uma perigosa bactéria conhecida por MRSA (Methicillin-Resistant Staphylococcus aureus) e associada a infecções adquiridas em meio hospitalar. A resistência aos antibióticos é um dos mais preocupantes problemas de saúde pública, criado em grande parte pelo uso e abuso desta arma terapêutica. Os doentes infectados com estas bactérias resistentes têm opções limitadas de tratamento, exigindo um maior esforço (financeiro e não só) dos sistemas de saúde. Muitas vezes, resultam em estadias prolongadas nos hospitais e mesmo em morte.

FONTE

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Portugal - Vacinas para a gripe começam a ser dadas nos centros de saúde a partir de hoje


01/10/2013 - 08:49
As vacinas para a gripe estão disponíveis a partir de hoje nos centros de saúde e voltam a ser gratuitas para as pessoas com idade igual ou superior a 65 anos, não sendo necessária receita médica. Este ano vai ser distribuído mais de um milhão de doses, avança o jornal Público.

Lembrando que a vacinação pode ser feita até ao final do ano, o director-geral da Saúde, Francisco George, pede às pessoas que não acorram de imediato em massa aos centros de saúde, de forma a evitar enchentes. "Não é necessário vacinarem-se logo nos primeiros dias, podem fazê-lo em Outubro, Novembro e Dezembro", sublinha.

Neste Inverno, pretende-se atingir uma taxa de cobertura de pelo menos 60% dos idosos, ainda assim abaixo do que é preconizado pela Organização Mundial de Saúde. No último Inverno, a DGS estima que se tenham vacinado 55% das pessoas com 65 ou mais anos. Outros grupos de risco são os doentes crónicos, as grávidas com mais de 12 semanas de gestação e os profissionais de saúde e pessoas que trabalham com idosos ou crianças. A vacina também é gratuita para as pessoas internadas em instituições particulares de solidariedade social e na rede de cuidados continuados, além de Misericórdias e lares ligados à Segurança Social. Nas farmácias é vendida com comparticipação, mas aqui é necessária receita médica.

FONTE

sábado, 21 de setembro de 2013

Campanha de vacinação da gripe conta inicialmente com um milhão de doses - 2013


20/09/2013 - 11:26

A campanha de vacinação da gripe vai contar este ano com um milhão de doses, mas a Direcção Geral de Saúde diz que este número pode aumentar se houver necessidade, perante o tipo de vírus que vai circular este inverno, noticia a RTP1
Pretende-se que 60% dos idosos sejam vacinados, mantendo-se pelo segundo ano, a gratuitidade da vacina neste grupo etário, sem necessidade de receita médica ou de pagamento de taxa moderadora. 


Graça Freitas, da Direcção-geral de Saúde, diz que com a vacinação que arranca a 1 de outubro há mais vantagens, pois reduz-se o impacto na mortalidade e nos internamentos.



A partir de outubro, as vacinas estarão também disponíveis nas farmácias mediante receita médica e com comparticipação, devendo as receitas prescritas ter uma validade alargada.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Gripe: As complicações de uma doença normal


Gripe: As complicações de uma doença normal

Uma gripe pode ser mais do que febre e nariz a pingar. CONHEÇA AS SEQUELAS MAIS FREQUENTES E COMO AS IDENTIFICAR

Na última semana, não houve bloco noticioso que não incluísse o boletim clínico de Mário Soares. As primeiras notícias eram vagas e davam conta de uma "indisposição" resultante de uma gripe. As últimas já se referiam a uma "infeção no cérebro", consequência da mesma gripe. Além da preocupação pela saúde do ex-Presidente da República, de 88 anos, a notícia veio levantar uma questão: mas, afinal, o Influenza é assim tão mauzinho?
O grande senão do vírus da gripe são precisamente as complicações que podem surgir. Na maioria das vezes, a infeção resolve-se em três a cinco dias, com paracetamol para a febre e as dores no corpo. A sensação de cansaço ou a tosse podem prolongar-se por duas ou três semanas até a maleita não ser mais do que a recordação de uns dias passados entre a cama e o sofá.
Em alguns casos, na população mais idosa, em crianças muito pequenas, ou nas pessoas com doenças crónicas como a diabetes, insuficiência renal ou cardíaca, a gripe pode ser um caso muito sério. "As
complicações mais comuns, e que levam ao internamento, são a pneumonia ou a descompensação de patologias crónicas", nota Filipe Froes, 51 anos, pneumologista e consultor da Direção-Geral da Saúde. "Na fase final da infeção viral", continua o médico, "pode haver diminuição das defesas, o que favorece o aparecimento de outras infeções."
Medo da vacina A encefalite (caracterizada por cefaleias, alteração do estado de consciência, desorientação, prostração) é, apesar de tudo, uma complicação mais rara, que escolhe idosos ou pessoas com o sistema imunitário muito debilitado. De acordo com um estudo sueco, a incidência de encefalite associada ao Influenza é de 0,21 por milhão de habitantes e de 1,5 por mil pacientes internados com gripe.
Mário Soares teve alta na segunda-feira, 21, mas o susto não terá sido suficiente para convencer os portugueses a tomarem a mais eficaz medida de contenção da gripe: a vacina. Mesmo gratuita para os maiores de 65 anos, a cobertura vacinal não chega aos 50%, nesta população de risco.
Subsistirão alguns receios, infundados, quanto à segurança da vacina. E também há a ideia generalizada de que, depois de novembro, já não vale a pena tomá-la. O que Francisco George, diretor-geral da Saúde, veio desmentir, apelando à vacinação ainda durante o mês de janeiro, uma vez que o pico da epidemia só é esperado para meados de fevereiro e a vacina tarda duas semanas a fazer efeito.
Talvez fosse igualmente importante o Ministério da Saúde mostrar que leva a gripe a sério. O que não parece ser o caso. No final de dezembro, foi encerrada, no Hospital Pulido Valente, em Lisboa, a mais bem preparada unidade de cuidados intensivos, exclusivamente dedicada à doença.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Portugueses pouco informados sobre prevenção de infecções respiratórias



13/09/2011 - 11:45
Apesar das campanhas de vacinação contra a gripe, um em cada quatro portugueses não sabe como prevenir as infecções respiratórias. Esta é a principal conclusão de um estudo sobre as atitudes e conhecimentos dos portugueses no âmbito do lançamento oficial do siteRespira Saúde, avança a TSF.

O presidente da Sociedade Portuguesa de Pneumologia considerou "um pouco estranho" o resultado do estudo, face a "todas as campanhas que têm sido feitas".

Carlos Robalo Cordeiro, que falava à TSF, mostrou-se ainda preocupado e lembrou que "há todos os anos mais de mil óbitos relacionados com as gripes sazonais".

A gripe sazonal afecta entre 700 mil a um milhão de portugueses todos os anos. Por isso, Robalo Cordeiro lembrou que a vacina é recomendada para os doentes crónicos, mais velhos e para as crianças com risco de doenças respiratórias.

Numa altura em que as temperaturas começam a baixar, há outros cuidados que não devem ser esquecidos, como regras mínimas de higiene, "evitar diferenças de temperaturas" e "beber bastantes líquidos", alertou.

O tabaco é apontado como a principal causa para as infecções respiratórias, mas as alergias, mudanças no tempo e exposição a ambientes de risco, como os hospitais, são outras das causas identificadas neste estudo.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Vacina por via nasal pode ser mais eficaz contra a gripe


14/04/2011 - 15:00
Um novo tipo de vacina contra a gripe e a pneumonia administrada pelo nariz pode revelar-se mais eficaz do que os actuais. Consiste num spray nasal que foi apresentado por investigadores do Albany Medical Center, de Nova Iorque, durante uma Conferência da Sociedade de Microbiologistas do Reino Unido, avança o site Ciência Hoje.

A principal vantagem desta vacina consiste no aumento da eficácia do produto, que entra, de imediato, em contacto com o sistema respiratório.

Actualmente, as vacinas nasais não são muito usadas visto que, por norma, apresentam baixa eficiência. Tal acontece porque, apesar do tracto nasal ser considerado um dos maiores responsáveis pela entrada no corpo de vírus e bactérias, tem uma baixa resposta imunitária, o que é típico em superfícies de mucosa. Contudo, os investigadores adicionaram à vacina uma substância que permitiu superar este entrave.

A solução concebida pelos investigadores americanos apresentava uma combinação entre a fórmula das vacinas já existentes e a proteína interleucina-12, importante também no combate a infecções. feitos em ratos tiveram resultados positivos, uma vez que se verificaram altos níveis de protecção contra diversos elementos patogénicos, como o vírus da gripe, as bactérias que causam a pneumonia (principal causa de morte de crianças no mundo) e a Yersinia pestis, uma potencial ameaça biológica.

“As mortes causadas por infecções ainda representam 25 por cento do total de mortes no mundo, sendo as infecções respiratórias as principais causas”, refere Dennis Metzger, um dos responsáveis pela investigação. De acordo com o especialista, as vacinas nasais poderiam reduzir esses números, uma vez que já induzem a resposta imunitária dentro do sistema respiratório. “Ajudam a prevenir tanto as infecções iniciais, o que as torna também num tratamento terapêutico, como as complicações sistémicas”, concluiu.

Depois dos bons resultados alcançados em ratos, o próximo passo destes investigadores é realizar os testes com a vacina intra-nasal em seres humanos.

Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/id/vacina-por-nasal-pode-ser-mais-eficaz-contra-gripe

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Daiichi Sankyo lança inalador contra a gripe

Daiichi Sankyo lança inalador contra a gripe



A Daiichi Sankyo Company, Limited, anunciou, terça-feira, o lançamento do tratamento contra a gripe Inavir®, inalador em pó de 20mg (octanoato laninamivir), que foi aprovado para produção e comercialização a 10 de Setembro de 2010, lê-se em comunicado de imprensa.

O Inavir®, desenvolvido pela Daiichi Sankyo, é um inibidor da neuraminidase de longa duração com eficácia terapêutica após uma única dose. O fármaco apresenta a mesma eficácia com uma única dose do que uma administração de cinco dias do oseltamivir. A companhia está confiante que esta nova opção de tratamento para a gripe seja uma alternativa importante, beneficiando tanto os pacientes como a sociedade.

Preparando-se para a época de gripe deste ano, a Daiichi Sankyo planeia o fornecimento de 2 milhões de unidades do tratamento (40mg) até ao final de Dezembro de 2010, e de 4 milhões de unidades (40mg), até ao final de Março 2011.

A farmacêutica tem um sólido histórico de desenvolvimento e de venda de agentes anti-bacterianos, e também dispõe de vacinas contra a gripe. A adição do Inavir® vai reforçar ainda mais o desenvolvimento da companhia na prevenção e tratamento de doenças infecciosas.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/news/10269/15/Daiichi-Sankyo-lanca-inalador-contra-a-anti-gripe.html

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Portugal - Gripe: dois milhões de vacinas disponíveis nas farmácias e centros de saúde



Cerca de 1,7 milhões de vacinas contra a gripe começam esta sexta-feira a ser vendidas nas farmácias e 300 mil distribuídas gratuitamente nos centros de saúde às pessoas mais desfavorecidas e institucionalizadas, anunciou a Direcção-Geral da Saúde.

“Neste momento, as farmácias e os centros de saúde estão a ser abastecidos com as vacinas necessárias”, disse à agência Lusa a subdirectora geral da Saúde, Graça Freitas.

Contactada pela Lusa, uma fonte da Associação Nacional de Farmácias (ANF) afirmou que as farmácias já têm disponíveis as vacinas, que poderão ser compradas mediante apresentação de receita médica, que é válida até 31 de Dezembro.

Também as vacinas que irão ser distribuídas gratuitamente aos residentes em lares de idosos de instituições particulares de solidariedade social, das misericórdias e de gestão directa da segurança social, aos doentes integrados na rede de cuidados continuados e beneficiários do complemento solidário para idosos já estão nas administrações regionais de saúde para serem colocadas nos centros de saúde, avançou Graça Freitas.

A DGS pretende que a vacina atinja este ano mais de 75 por cento das pessoas em instituições e acima de 50 por cento da população considerada prioritária: idosos com mais de 65 anos, doentes crónicos e imunodeprimidos ou grávidas com mais de 12 semanas de gestação.

A subdirectora geral da Saúde não quis avançar com uma data precisa para o início da vacinação para “não criar ansiedade nas pessoas e gerar uma corrida às vacinas”.

“Nós aconselhamos a vacinação em Outubro. O dia exacto é quando as pessoas quiserem”, disse, comentando que “pode acontecer que algum local ainda não tenha a vacina disponível e isso gerar ansiedade nas pessoas”.

Graça Freitas apelou aos médicos para que façam uma “prescrição criteriosa para que a vacina chegue a quem precisa”.

Um estudo do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA) indica que a vacinação contra a gripe em 2009/2010 registou o valor mais alto estimado de vacinados (19,5 por cento) da última década, apesar de continuar aquém das taxas de outros países europeus.

As autoridades de saúde estão com a “expectativa” de que, este ano, a taxa de vacinação seja “idêntica e até superior” devido ao “benefício adicional da vacina ser gratuita para os grupos mais desfavorecidos”, disse Graça Freitas.

“A somar às que estão nas farmácias, há mais 300 mil vacinas”, frisou.

Para prevenir a transmissão da gripe, Graça Freitas aconselhou os portugueses a manterem as medidas que “tão bem interiorizaram” de higiene das mãos, de “etiqueta respiratória” e de distanciamento social para evitarem a propagação do vírus H1N1.

“São medidas que servem para qualquer doença que se transmita como se transmite a gripe. São medidas que devíamos adoptar no dia a dia”, defendeu.

Apelou ainda às pessoas que têm indicação para serem vacinadas para o fazerem porque “a vacina é eficaz, segura e protege-as da doença e das suas complicações”.

Este ano, a vacina é trivalente, imunizando também contra o vírus da gripe A (HIN1).

Fonte: http://www.rcmpharma.com/news/10008/15/Gripe-dois-milhoes-de-vacinas-disponiveis-nas-farmacias-e-centros-de-saude.html

España - Salud inicia, el próximo lunes, la campaña de vacunación de la gripe con una única dosis frente a los virus A y B.

Se han adquirido 1,4 millones de vacunas para ofrecer protección a la población de riesgo, fundamentalmente a mayores de 65 años.
La Consejería de Salud iniciará, el próximo lunes 4 de octubre, la campaña de vacunación de la gripe, con la novedad de que los andaluces sólo tendrán que ponerse una dosis frente a los virus A y B que ocasionan esta enfermedad común. En total, la Consejería de Salud ha adquirido 1.435.141 dosis, lo que ha supuesto una inversión de 8,3 millones de euros.
Por provincias, se han distribuido 101.560 vacunas para Almería; 157.580 en Cádiz; 156.960 en Córdoba; 169.390 en Granada; 74.610 en Huelva; 139.500 a Jaén; 229.610 a Málaga, y 263.290 a Sevilla. El resto, hasta completar el total de dosis adquiridas, se mantienen como dosis disponibles para los distintos centros sanitarios en función de sus necesidades. Con este programa de vacunación, la sanidad pública andaluza se sitúa entre los servicios de salud con mayores coberturas vacunales de Europa y del resto del mundo para esta enfermedad, al igual que sucede con el calendario vacunal infantil.
La campaña de vacunación para la temporada 2010-2011 se dirigirá fundamentalmente a los mayores de 65 años, aunque se encuentren sanos; a personas de cualquier edad con determinados problemas crónicos de salud, en los que la enfermedad puede acarrear consecuencias más graves (problemas respiratorios severos o de corazón, cáncer y alteraciones del sistema inmunológico o metabólico); a personas que estén en contacto frecuente con estos colectivos y a profesionales de salud y de servicios comunitarios, tanto para su propia protección como para evitar el riesgo de contagio hacia las personas a las que atienden.
También se recomienda la vacunación a mujeres embarazadas, en cualquier momento de su gestación, con el objetivo de prevenir la gripe en ella y el futuro recién nacido.
Estas personas podrán pedir cita previa para la vacunación en su centro de salud o a través del servicio telefónico Salud Responde (902 505 060). En total, los andaluces disponen de 1.502 puntos de vacunación en sus centros de atención primaria.
La nueva vacuna frente a la gripe es trivalente, es decir, ha demostrado su capacidad protectora tanto para el virus AH1N1 como frente a otras dos cepas (una segunda del tipo A y otra del tipo B), que han estado circulando en el Hemisferio Sur, donde ya ha comenzado la temporada de gripe.
Además, en Andalucía, al igual que en la campaña del año pasado, se va a administrar otra vacuna para prevenir la neumonía en aquellas personas especialmente vulnerables a su contagio por convivir en centros residenciales, viviendas tuteladas o unidades de estancia diurna y que no hayan sido vacunadas con anterioridad, ya que este tipo de vacuna crea inmunidad.
La Consejería de Salud prevé que se vacunen unos 40.000 andaluces frente al neumococo. El coste de esta inmunización asciende a cerca de 392.000 euros.
Vigilancia epidemiológica
La gripe es una enfermedad infecciosa aguda de las vías respiratorias producida por el 'virus influenza'. El proceso gripal se inicia tras un periodo de incubación de unas 48 horas y suele manifestarse con un comienzo brusco de dolores de cabeza, fiebre, escalofríos, dolor muscular, malestar general y síntomas de afectación respiratoria, como tos seca y dolor de garganta. La vacunación es la principal estrategia para la prevención de la gripe, ya que permite evitar en torno a un 50- 60% de hospitalizaciones y el 80% de fallecimientos por complicaciones tras la enfermedad.
La Organización Mundial para la Salud (OMS) dispone de un sistema de vigilancia epidemiológica mundial. En este sistema se incluye la información facilitada por el Grupo Centinela de Vigilancia de la Gripe en Andalucía, constituido por un laboratorio de referencia situado en Granada y una red de 121 médicos que, distribuidos por toda la comunidad, informan semanalmente de la situación epidemiológica de la enfermedad durante toda la temporada -desde principios de octubre hasta mediados de mayo-. Para ello, estos profesionales recogen muestras aleatorias de secreciones que aportan información sobre el tipo de virus circulante, con el fin de incluirla en la composición de la vacuna que se recomendará en la siguiente temporada.
En la temporada pasada, este sistema registró una tasa de incidencia acumulada de 3.043 casos por cada 100.000 andaluces, lo que representa un incremento respecto a la temporada anterior, en la que las personas afectadas no superaron las 847 por cada 100.000 habitantes. El momento de mayor incidencia se produjo en la semana 46 (finales de noviembre), con una tasa de entre 371 y 380 casos por cada 100.000 habitantes. En la temporada 2008-2009, la mayor incidencia se produjo en la segunda semana de enero (alcanzando una tasa de 288 casos por cada 100.000 habitantes). La distribución por géneros fue del 51,5% para mujeres frente al 48,5% de los hombres.
La mayoría de los casos de gripe (el 98%) se detectaron además en menores de 65 años, lo que demuestra el efecto beneficioso de las campañas de vacunación dirigidas a las personas mayores. Estas campañas se iniciaron en Andalucía en 1985 y, desde entonces, han supuesto la administración de más de 25,6 millones de dosis. El objetivo de esta estrategia es evitar o minimizar las complicaciones que la gripe puede ocasionar en los grupos de riesgo.
Salud Responde
Los ciudadanos tendrán este año también a su disposición el teléfono de Salud Responde (902 505 060), operativo a cualquier hora, todos los días del año, incluido los festivos. Profesionales de este servicio realizarán llamadas a las personas que se encuentren en los grupos de riesgo y, por tanto, se les recomiende la vacunación, además se enviarán mensajes a móviles a quienes estén inscritos a esta modalidad.
Además, los enfermeros de Salud Responde podrán indicar fármacos de manera telemática –a través de receta electrónica-- para aliviar los síntomas gripales en aquellos casos de pacientes con síntomas leves. Esta medida, que se enmarca dentro del nuevo desarrollo competencial de los profesionales de enfermería, tiene por objeto facilitar a los ciudadanos el acceso a un criterio profesional y experto sin necesidad de desplazarse hasta su centro de salud, ya que con una simple llamada de teléfono podrán recibir incluso, en caso de que sea necesario y el criterio experto así lo determine, la indicación enfermera necesaria para retirar, directamente de la farmacia, los medicamentos que permitan aliviar los síntomas gripales (paracetamol o ibuprofeno) haciendo uso de la receta electrónica. La indicación enfermera se incorporará a la historia del paciente.
En el caso de que el paciente requiera de atención facultativa programada, le será facilitada una cita con su médico de familia o pediatra, mientras que si el caso es grave será derivado a los servicios sanitarios de urgencia.
Así, durante la temporada pasada, Salud Responde recibió 79.055 solicitudes sobre la gripe A. El 49% de ellas fueron demandas asistenciales, el 46% fueron solicitudes de información y el 5% de seguimiento.
La mayoría de las peticiones de atención sanitaria fueron resueltas por los técnicos de Salud Responde (86%), por lo que sólo se derivaron el 7% de ellas a centros de atención primaria y otro 7% a los Centros de Coordinación de Urgencias.
Sistema de autodiagnóstico
Otro de los recursos que la Consejería de Salud pone a disposición de los ciudadanos es su asistente virtual 'María', un sistema inteligente de autodiagnóstico para la gripe a través de la web www.juntadeandalucia.es/salud. Este dispositivo permite a los usuarios conocer, a través de un cuestionario de pregunta-respuesta, si sus síntomas pueden o no estar relacionados con un caso de gripe.
Se trata de una herramienta útil que permite al usuario acceder con mayor celeridad y eficacia a los contenidos y, de una forma innovadora, realizar un autodiagnóstico que permita descartar o confirmar que, los síntomas que presenta, corresponden o no a un caso de gripe.
A partir del resultado, el asistente virtual informa al ciudadano sobre cómo actuar en función de los síntomas especificados previamente o lo deriva al recurso asistencial más adecuado en base a su sintomatología, bien aconsejándole acudir a un centro de salud o llamar a Salud Responde.
Así, al ciudadano que es autodiagnosticado como caso leve, le traslada unas recomendaciones básicas de actuación, mientras que si estima la necesidad de ser visto por un profesional médico, le guía a la opción de solicitar día y hora con el médico de familia o pediatra a través de la página web. Los casos que son identificados por el asistente virtual como graves, por la sintomatología expuesta, son derivados a los servicios de urgencia.
La asistente virtual 'María', ha registrado un total de 629 conversaciones con usuarios relacionadas con gripe, de las que 312 eran sobre gripe A, 107 relacionadas con síntomas, 61 preguntas sobre vacunas y antivirales, 52 sobre población de riesgo y el resto sobre tratamiento y prevención. De otro lado, se han realizado un total de 39 autodiagnósticos.
Por último y con el objetivo de incrementar la captación de los colectivos con más riesgo ante la gripe e informar a la población sobre la enfermedad, Salud también ha editado 880 carteles y 182.100 dípticos informativos, y ha dirigido una carta personal a los mayores andaluces.
Fonte: http://atp-pancreas.blogspot.com/2010/09/salud-inicia-el-proximo-lunes-la.html
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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

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Reporter de Imagem Vitor Quental

La Corunha - Hospital Juan Canalejo

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Hotel de Pacientes - Vários Portugueses salvos por um Transplante Pulmonar

Uma vida é pouco para mim

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O meu lema de vida - Dia do meu Transplante Pulmonar