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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Privados ameaçam ida a tribunal por discriminação em cuidados de saúde transfronteiriços


27/11/2013 - 09:06

Os hospitais privados portugueses afirmam-se vítimas de discriminação na proposta de lei que transpõe a directiva comunitária sobre cuidados transfronteiriços e ameaçam com queixa no tribunal europeu de justiça, segundo um comunicado divulgado esta terça-feira, avança a agência Lusa, citada pelo SAPO Saúde.

Numa resposta à consulta pública do Ministério da Saúde sobre a transposição da directiva europeia relativa ao exercício dos direitos dos doentes em matéria de cuidados de saúde transfronteiriços, que terminou segunda-feira, a Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP) alertou para a discriminação paradoxal dos hospitais privados portugueses e pondera o recurso ao Tribunal Europeu de Justiça.

Em causa está o direito ao reembolso das despesas que figuram entre as prestações a que o utente tem direito no Estado-membro de afiliação e “até ao limite da assunção de custos que esse Estado teria assumido, se os cuidados tivessem sido prestados no seu território".

No entanto, a APHP considera que, da proposta de lei, “resulta claro” que o direito a ser reembolsado pelo Estado português por tratamento em unidades públicas ou privadas escolhidas pelo utente só se concretizará se o tratamento se realizar no estrangeiro.

“Esta é uma situação, no mínimo, absurda. Que sentido faz favorecer a liberdade de escolha no plano europeu e não a permitir em território nacional? Que sentido faz incentivar a saída de doentes e até de divisas do país, quando há capacidade instalada nos hospitais privados portugueses?”, questiona o presidente da APHP, Artur Osório Araújo.

Para os hospitais privados, a “discriminação é ainda mais grave”, na medida em que a Comissão Europeia “teve o cuidado de elaborar uma brochura informativa” relativa a esta Directiva, que foi enviada para os representantes de todos os Estados-Membros, e na qual esclarece que "o doente poderá livremente escolher entre qualquer prestador de cuidados de saúde, público ou privado".

Na análise que efectuou, a APHP afirma ter detectado ainda “uma série de questões dúbias e que se prestam, futuramente, a todo o tipo de interpretações”.

Para a APHP seria “útil que se clarificassem” alguns pontos da proposta de lei, como o direito ao reembolso após avaliação prévia pelo médico de família, que determine a necessidade dos cuidados.

Será então necessário determinar se estão abrangidos todos os cuidados de saúde (hospitalares e não hospitalares), uma vez que se se incluírem também os cuidados não hospitalares estar-se-á, à revelia do que parece pretender a Comissão Europeia, a dificultar o processo, considera a APHP.

Quanto aos pontos de contacto nacional, que vão passar informação respeitante aos cuidados prestados em território nacional, a APHP questiona se essa função será realizada de forma igual a todos os prestadores, independentemente da sua natureza pública ou privada.

A associação pretende ainda saber se a disposição que refere os estabelecimentos e serviços integrados no SNS ou nas ARS diz respeito apenas às Misericórdias e às IPSS, e se os Centros de Referência Nacionais, que integrem as Redes Europeias de Referência, podem ser de natureza privada.

FONTE

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Para rir ou chorar?

Portugal contra novas regras para doentes no espaço europeu



O Parlamento Europeu vota na quarta-feira, em Estrasburgo, as novas regras sobre os direitos dos doentes em matéria de cuidados de saúde transfronteiriços, uma legislação que contou com a oposição de Portugal quando foi negociada nas instâncias europeias, avança a agência Lusa.

A nova legislação europeia estabelece como regra geral que cabe ao país de residência do paciente custear as despesas feitas noutro estado-membro.

Os cuidados de saúde transfronteiriços dizem respeito aos doentes que procuram tratamento noutro Estado-Membro da União Europeia (UE) devido, por exemplo, às longas listas de espera no seu país ou à falta de cuidados médicos especializados.

Os Estados-membros gastam actualmente cerca de um 1% dos respectivos orçamentos para a saúde nos tratamentos realizados além fronteiras.

"A mobilidade dos doentes permite contornar as filas de espera nacionais em condições completamente legítimas, dado que se trata de tirar partido das disponibilidades da oferta médica nos outros países europeus”, realçou a relatora do Parlamento Europeu, Françoise Grossetête.

Para a deputada francesa do PPE (Partido Popular Europeu) “os progressos na medicina levam também a que a oferta deixe de ser, para todas as patologias, uma oferta de proximidade e que seja por vezes necessário atravessar as fronteiras".

A legislação visa clarificar as condições em que os tratamentos noutros países da UE podem ser autorizados e os custos reembolsados, tendo em conta a jurisprudência do Tribunal de Justiça Europeu sobre os direitos dos pacientes e a necessidade de salvaguardar a sustentabilidade financeira dos sistemas de segurança social.

Aquando da negociação do acordo entre os Estados-membros, Lisboa votou contra, mas sublinhou que foi acautelada uma das suas preocupações, no sentido de os pensionistas estrangeiros que se tratem noutro país serem reembolsados no seu país de origem e não no de acolhimento.

Um cidadão britânico reformado que viva em Portugal e vá tratar-se em Espanha será reembolsado no seu país de origem (Reino Unido) e não no de acolhimento (Portugal).

Por outro lado, Lisboa manifestou-se contra a medida que irá permitir a um doente ir tratar-se a outro país dos 27, desde que não seja internado, sendo reembolsado no país de origem.

“Isto cria obviamente maiores desigualdades em Portugal porque quem tem acesso a fazer esta opção obviamente são as pessoas mais esclarecidas e as que têm um maior poder económico”, sublinhou a ministra da Saúde Ana Jorge, em Junho do ano passado.
Fonte:
http://www.rcmpharma.com/news/11529/15/Portugal-contra-novas-regras-para-doentes-no-espaco-europeu.html
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TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

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Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

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2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

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