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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Resistência a antibióticos vai além da ingestão incorrecta dos medicamentos



Embora o consumo excessivo ou incorrecto de antibióticos seja uma preocupação antiga dos profissionais de saúde, parece que há motivos para outras preocupações bem depois que os medicamentos são ingeridos. Cientistas descobriram que, quando um antibiótico é consumido, até 90% dele passa através do corpo sem metabolização, avança o Diário da Saúde.

Isto significa que os fármacos podem deixar o corpo do doente quase intactos.

Genes de resistência aos antibióticos

No caso de áreas agrícolas, os antibióticos excretados podem chegar rapidamente aos córregos e rios de várias maneiras e entrar no circuito alimentar da população.

Mesmo a água filtrada nas plantas de tratamento de efluentes podem conter antibióticos, segundo os investigadores.

Consequentemente, estas descargas tornam-se "fontes potenciais de genes de resistência aos antibióticos," afirma Amy Pruden, da Universidade Virgínia Tech, nos EUA.

"A presença de antibióticos, mesmo em concentrações mínimas, pode estimular o metabolismo bacteriano e assim contribuir para a selecção e manutenção de genes de resistência a antibióticos", explica Pruden. "Uma vez presentes nos rios, esses genes podem ser transferidos entre as bactérias, incluindo patogéneos, através da transferência horizontal de genes".

Resistência aos antibióticos

A investigadora afirma que reduzir a propagação da resistência aos antibióticos é uma medida crítica necessária para prolongar a eficácia dos antibióticos actualmente disponíveis.

Isto é importante, uma vez que "a descoberta de novas drogas já não consegue acompanhar o ritmo das novas infecções resistentes a antibióticos", diz.

Pruden, que desenvolveu o conceito de genes de resistência a antibióticos como poluentes ambientais, tem uma reputação internacional na aplicação da ecologia microbiana, remediação ambiental e sobre repositórios ambientais de resistência antimicrobiana.

"Este estudo avança o reconhecimento dos genes de resistência a antibióticos como fontes de impactos ambientais, dando um passo importante na identificação dos processos dominantes de difusão e transporte dos genes de resistência a antibióticos”, conclui o estudo, publicado no Environmental Science and Technology.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/news/11292/15/Resistencia-a-antibioticos-vai-alem-da-ingestao-incorrecta-dos-medicamentos.html

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Antibióticos têm impacto a longo prazo na flora intestinal

Antibióticos têm impacto a longo prazo na flora intestinal


A toma de antibióticos, mesmo de curta duração, pode fazer com que as bactérias que colonizam o intestino adquiram genes de resistência aos antibióticos durante um período de até dois anos após o tratamento, dá nota um estudo publicado na revista Microbiology, avança o Portal da Saúde do ALERT Life Sciences Computing.

Os antibióticos que são prescritos para tratar bactérias patogénicas também têm um impacto sobre a flora microbiana normal do intestino humano. Estes medicamentos podem alterar a composição das populações microbianas (potencialmente levando a outras doenças) e permitir que os microrganismos, que são naturalmente resistentes ao antibiótico, possam crescer.

Até há pouco tempo pensava-se que o impacto dos antibióticos na flora intestinal fosse apenas a curto prazo. No entanto, uma revisão de estudos sobre os impactos de longo prazo da terapia antibiótica revela que nem sempre é esse o caso. Estudos têm mostrado que genes de resistência podem ser detectados em microrganismos presentes no intestino depois de apenas sete dias de tratamento e que a estes genes se mantém até dois anos, mesmo que o indivíduo não tome mais antibióticos.

As consequências disto podem ser potencialmente fatais, explicou, em comunicado enviado à imprensa, a líder do estudo, Cecilia Jernberg do Instituto para o Controlo de Doenças Infecciosas, na Suécia. "A longa presença de genes de resistência em bactérias do intestino humano aumenta drasticamente a probabilidade de estes serem transferidos e utilizados por bactérias nocivas do intestino. Isso poderia comprometer o sucesso dos futuros tratamentos com antibióticos e, potencialmente, conduzir ao aparecimento de novas estirpes de bactérias resistentes a antibióticos."

O estudo ressalta a necessidade do uso de antibióticos de forma prudente. "A resistência aos antibióticos não é um problema novo e há uma batalha crescente com estirpes multi-resistentes das bactérias patogénicas. O desenvolvimento de novos antibióticos é lento e por isso temos de usar os fármacos eficazes que nos restam com cuidado," disse a investigadora, acrescentando que "esta nova informação sobre os impactos a longo prazo de antibióticos é de grande importância para permitir que as directrizes da administração racional de antibióticos sejam colocadas em prática".
Fonte: http://www.rcmpharma.com/news/11008/15/Antibioticos-tem-impacto-a-longo-prazo-na-flora-intestinal.html

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Infección respiratoria, Pseudomonas mucoide, y formación de biofilm




P. aeruginosa mucoide se refiere a la característica de las bacterias para producir un alginato exopolisacárido, que crea una capa protectora alrededor de ella y la protege de los antibióticos y células inflamatorias.
Se cree que representa un mecanismo de adaptación por el que P. aeruginosa asegura su supervivencia prolongada en las vías respiratorias con FQ. En múltiples estudios, el desarrollo de P. aeruginosa mucoide se ha asociado con una caída del VEF1 y el aumento de la mortalidad.
Se considera que PA no mucoide no tiene el mismo efecto en los resultados clínicos, sin embargo, cepas mucosas inevitablemente se desarrollan en pacientes que están crónicamente infectados con P. aeruginosa.
Cuando la Pseudomonas se convierte en mucosa crece formando lo que se llama Biofilm.
Los biofilms se definen como comunidades de microorganismos que crecen embebidos en una matriz de exopolisacáridos y adheridos a una superficie inerte o un tejido vivo.
El crecimiento en biofilms representa la forma habitual de crecimiento de las bacterias en la naturaleza. ¿Quién no ha observado el material mucoso que recubre un jarrón en el que hemos tenido depositadas flores, el material resbaladizo que recubre las piedras de los lechos de los ríos, los cascos de los barcos o la superficie interna de una tubería? Otro ejemplo cotidiano de biofilm lo constituye la placa dental, cada día nos esforzamos por combatir la película de bacterias que recubre la superficie de los dientes para evitar un desarrollo excesivo de microorganismos que puede provocar un deterioro del esmalte dental.
Aunque la composición del biofilm es variable en función del sistema en estudio, en general, el componente mayoritario del biofilm es el agua, que puede representar hasta un 97% del contenido total. Además de agua y de las células bacterianas, la matriz del biofilm es un complejo formado principalmente por exopolisacáridos. En menor cantidad se encuentran otras macromoléculas como proteínas, DNA y productos diversos procedentes de la lisis de las bacterias.
La etapa inicial del proceso de formación del biofilm es la adherencia de la bacteria sobre la superficie en la cual crece, en el caso de Fibrosis quística es la vía aérea.
Una vez que la bacteria se ha adherido a la superficie, comienza a dividirse y las células hijas se extienden alrededor del sitio de unión, formando una microcolonia.
En una etapa posterior la bacteria comienza a secretar un exopolisacárido que constituye la matriz del biofilm y forma unas estructuras similares a honguitos.
Finalmente, algunas bacterias de la matriz del biofilm se liberan del mismo para poder colonizar nuevas superficies y continuar extendiéndose.

¿Qué problemas trae aparejado el desarrollo de Biofilm en la infección por Pseudomonas?

•Resistencia mediada por el biofilm bacteriano a los mecanismos de defensa del huésped y a la terapia antibiótica.
•Infecciones persistentes por resistencia al tratamiento antimicrobiano
•Alteración de la respuesta inmune mediada por células y posiblemente humoral del huésped.

La característica que mejor distingue las infecciones crónicas relacionadas con biofilms de las infecciones agudas es su respuesta a tratamientos antibióticos. Mientras que las infecciones agudas pueden ser eliminadas tras un breve tratamiento antibiótico, las infecciones por biofilms normalmente no consiguen ser completamente eliminadas, y producen episodios recurrentes.
La explicación más intuitiva para la pobre eficacia de los antibióticos en el biofilm es la incapacidad del antibiótico para penetrar en el y llegar hasta la bacteria.
Por ello es tan importante el detectar precozmente el ingreso de Pseudomonas sobre todo en pacientes pequeños, para combatir rápidamente esa infección, efectuando lo que se conoce como erradicación y así retrasar el mayor tiempo posible la conversión a mucosa y el hecho de que P Aeruginosa pase a la cronicidad.
Referencia:
Biofilms bacterianos e Infección. Anales de del sistema sanitario de Navarra-Vol. 28 N°2 mayo agosto 2005-I Lasa y col.
Fonte: http://clinicafq-ceprep.blogspot.com/2010/09/infeccion-respiratoria-pseudomonas.html
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TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

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2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

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Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

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