Portugal é um dos melhores do Mundo na área dos transplantes, mas em matéria de transplante pulmonar os dados de 2008 revelam a realização de apenas quatro, o que coloca o país abaixo das médias europeias. Os dados da Autoridade para os Serviços de Sangue e da Transplantação indicam que Portugal tinha em 2008 uma taxa de transplante pulmonar de 0,37 por cento, enquanto as taxas médias europeias em 2007 eram de 2.28.Em Espanha foram feitos 13 transplantes pulmonares, seis dos quais em portugueses.«É um problema que está muito bem diagnosticado e que vamos resolver», disse hoje em conferência de imprensa a coordenadora nacional das Unidades de Colheita de Órgãos Tecidos e Células para a Transplantação, Maria João Aguiar.Segundo Maria João Aguiar, vai ser criada este ano uma nova unidade de transplante de pulmão localizado em Coimbra que, tal como o actual e único hospital que efectua esses transplantes (Santa Marta, em Lisboa), terá capacidade para efectuar 15 transplantes.João Rodrigues Pena, director-geral da Autoridade para os Serviços de Sangue e da Transplantação, referiu no mesmo encontro que o problema deverá solucionar-se dentro de cinco anos, quando a segunda unidade estiver a funcionar em pleno.«O problema resolve-se com a abertura de um novo centro em Coimbra e com mais meios humanos em Santa Marta », disse João Rodrigues Pena.No que se refere à transplantação de outros órgãos, as taxas portuguesas são muito superiores às médias europeias.Ao nível do transplante renal, a taxa é de 49.4, enquanto a europeia se situa nos 34.2, no hepático é de 25.75 quando a média europeia se situa nos 9.31.Nos transplantes cardíacos a taxa portuguesa é de 3.96 contra 3.45 europeia e nos pancreáticos de 1.3, contra os 0.9 europeus.Portugal registou em 2008 um aumento do número de dadores cadáver de órgãos para transplantes, passando de uma taxa de 23,9 para 26,7 por milhão de habitantes, dados que, segundo Maria João Aguiar, farão o país subir ainda mais no global da Europa, onde ocupa o quarto lugar.Segundo a responsável, Portugal tem uma rede de colheita que funciona com base em gabinetes em cinco grandes hospitais.O grande crescimento foi registado na zona Centro, logo seguido da zona Norte. Já na região Sul, a colheita sofreu um decréscimo.No Norte há 25,2 dadores por milhão de habitantes, enquanto no Centro (onde todos os hospitais são activos na colheita de órgãos) a taxa é de 36,2, valor que, segundo Maria João Aguiar, é superior aos melhores do mundo, que são os espanhóis.No Sul, existem 23,5 dadores por milhão de habitantes: apesar de haver novos dadores e de um aumento da doação no hospital de S. José (Lisboa), houve uma diminuição nos hospitais periféricos, explicou a responsável.«Temos o diagnóstico feito, temos de trabalhar estes hospitais e de motivar os seus profissionais para que todos sejam activos, porque os receptores da zona Sul estão a ser menos transplantados do que os da zona Centro, por exemplo», frisou.Diário Digital / Lusa in: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=62&id_news=369508
Dedico este blog ao meu Transplante Pulmonar que me salvou a vida, no dia 9 de Maio de 2005 e ao meu Transplante Renal com dador vivo, no dia 25 de Março de 2015, ambos realizados no Hospital Juan Canalejo, na La Coruña, em Espanha.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Portugal abaixo da média europeia em Transplantes Pulmonares (Fonte: Forum Enfermagem 23.01.2009)
Portugal é um dos melhores do Mundo na área dos transplantes, mas em matéria de transplante pulmonar os dados de 2008 revelam a realização de apenas quatro, o que coloca o país abaixo das médias europeias. Os dados da Autoridade para os Serviços de Sangue e da Transplantação indicam que Portugal tinha em 2008 uma taxa de transplante pulmonar de 0,37 por cento, enquanto as taxas médias europeias em 2007 eram de 2.28.Em Espanha foram feitos 13 transplantes pulmonares, seis dos quais em portugueses.«É um problema que está muito bem diagnosticado e que vamos resolver», disse hoje em conferência de imprensa a coordenadora nacional das Unidades de Colheita de Órgãos Tecidos e Células para a Transplantação, Maria João Aguiar.Segundo Maria João Aguiar, vai ser criada este ano uma nova unidade de transplante de pulmão localizado em Coimbra que, tal como o actual e único hospital que efectua esses transplantes (Santa Marta, em Lisboa), terá capacidade para efectuar 15 transplantes.João Rodrigues Pena, director-geral da Autoridade para os Serviços de Sangue e da Transplantação, referiu no mesmo encontro que o problema deverá solucionar-se dentro de cinco anos, quando a segunda unidade estiver a funcionar em pleno.«O problema resolve-se com a abertura de um novo centro em Coimbra e com mais meios humanos em Santa Marta », disse João Rodrigues Pena.No que se refere à transplantação de outros órgãos, as taxas portuguesas são muito superiores às médias europeias.Ao nível do transplante renal, a taxa é de 49.4, enquanto a europeia se situa nos 34.2, no hepático é de 25.75 quando a média europeia se situa nos 9.31.Nos transplantes cardíacos a taxa portuguesa é de 3.96 contra 3.45 europeia e nos pancreáticos de 1.3, contra os 0.9 europeus.Portugal registou em 2008 um aumento do número de dadores cadáver de órgãos para transplantes, passando de uma taxa de 23,9 para 26,7 por milhão de habitantes, dados que, segundo Maria João Aguiar, farão o país subir ainda mais no global da Europa, onde ocupa o quarto lugar.Segundo a responsável, Portugal tem uma rede de colheita que funciona com base em gabinetes em cinco grandes hospitais.O grande crescimento foi registado na zona Centro, logo seguido da zona Norte. Já na região Sul, a colheita sofreu um decréscimo.No Norte há 25,2 dadores por milhão de habitantes, enquanto no Centro (onde todos os hospitais são activos na colheita de órgãos) a taxa é de 36,2, valor que, segundo Maria João Aguiar, é superior aos melhores do mundo, que são os espanhóis.No Sul, existem 23,5 dadores por milhão de habitantes: apesar de haver novos dadores e de um aumento da doação no hospital de S. José (Lisboa), houve uma diminuição nos hospitais periféricos, explicou a responsável.«Temos o diagnóstico feito, temos de trabalhar estes hospitais e de motivar os seus profissionais para que todos sejam activos, porque os receptores da zona Sul estão a ser menos transplantados do que os da zona Centro, por exemplo», frisou.Diário Digital / Lusa in: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=62&id_news=369508
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Transplantes cardíacos e pulmonares abaixo das expectativas (fonte: Público 22.01.2009)

Transplantes cardíacos e pulmonares abaixo das expectativas
Número de dadores de órgãos aumentou mas transplantes continuam abaixo do esperado
Portugal registou um aumento do número de dadores cadáver de órgãos para transplantes, em especial na zona Centro, contrariando a tendência europeia de decréscimo, divulgou hoje o Ministério da Saúde. Mas o número de transplantes realizados, principalmente de pulmão e coração, continua abaixo do que é preciso.Em conferência de imprensa, a Coordenadora Nacional das Unidades de Colheita de Órgãos Tecidos e Células referiu que houve em 2008 um aumento significativo do número de dadores cadáver detectados nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde, de que resultaram 283 colheitas de órgãos, um aumento de 12,5 por cento em relação a 2007. Portugal passou assim de uma taxa de 23,9 para 26,7 dadores cadáver por milhão de habitantes, dados que, segundo Maria João Aguiar, fará o país subir ainda mais no global da Europa, onde ocupa o quarto lugar. O objectivo do próximo ano, adiantou, será ultrapassar a barreira dos 30 dadores por milhão de habitantes. "Tivemos uma subida. Ao contrário de toda a Europa, que está em queda em relação à doação. A Península Ibérica está a funcionar bem e aumentámos o número de dadores em Portugal para 283", frisou. Mas José Fragata, director do serviço de cirurgia cardiotorácica do Hospital de Santa Marta, em Lisboa, o único do país a realizar transplante de pulmão, frisa que o problema em Portugal não é a falta de órgãos, mas sim a falta de condições “logísticas” para fazer mais.“Este aumento da oferta só pode facilitar a actividade. Mas a falta de dadores não é a razão da nossa preocupação. São aspectos de organização e de logística que justificam a falta de resposta”, diz o especialista que lembra que a União Europeia aconselha cinco transplantes cardíacos por milhão de habitante e Portugal só chega aos 40, número para o qual muito contribui o serviço de cardiologia dos Hospitais Universitários de Coimbra.“Mas em relação ao pulmão ainda estamos mais longe. Estamos sozinhos”, acrescenta sobre uma actividade em que Santa Marta continua a trabalhar sozinha, mesmo depois de já ter sido anunciado por várias vezes que Coimbra iria arrancar também com o transplante de pulmão.“Há lacunas na equipa. Este ano tivemos um transplantado que esteve cá dois meses e a equipa, somos apenas cinco – dois cirurgiões e três pneumologistas – viveu no hospital dois meses. É claro que temos de mandar órgãos para Espanha e doentes também”.O envio de pacientes para Espanha teve contornos mais mediáticos quando o irmão do primeiro-ministro José Sócrates, António Pinto Sousa, teve de ser transplantado no Complexo Hospitalar Universitário Juan Canalejo, na Corunha. Na mesma altura, em Julho do ano passado, estavam mais sete portugueses internados na mesma unidade para receber um transplante, onde uma equipa, de 25 a 30 especialistas, realiza 20 transplantes por ano. “Nós somos 5 e fazemos 4 transplantes. Penso que respondemos como podemos”, diz o médico português José Fragata que pede à ministra da Saúde, para 2009, que aumente a equipa do Hospital de Santa Marta.“Não posso estar contente com cinco transplantes quando precisamos de fazer 20. É um problema logístico, não é de ‘know how’. E quanto mais casos pudermos tratar, mais evoluímos a técnica. Tenho esperança que se perceba que estamos a precisar de atenção. É o meu pedido para 2009.
Número de dadores de órgãos aumentou mas transplantes continuam abaixo do esperado
Portugal registou um aumento do número de dadores cadáver de órgãos para transplantes, em especial na zona Centro, contrariando a tendência europeia de decréscimo, divulgou hoje o Ministério da Saúde. Mas o número de transplantes realizados, principalmente de pulmão e coração, continua abaixo do que é preciso.Em conferência de imprensa, a Coordenadora Nacional das Unidades de Colheita de Órgãos Tecidos e Células referiu que houve em 2008 um aumento significativo do número de dadores cadáver detectados nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde, de que resultaram 283 colheitas de órgãos, um aumento de 12,5 por cento em relação a 2007. Portugal passou assim de uma taxa de 23,9 para 26,7 dadores cadáver por milhão de habitantes, dados que, segundo Maria João Aguiar, fará o país subir ainda mais no global da Europa, onde ocupa o quarto lugar. O objectivo do próximo ano, adiantou, será ultrapassar a barreira dos 30 dadores por milhão de habitantes. "Tivemos uma subida. Ao contrário de toda a Europa, que está em queda em relação à doação. A Península Ibérica está a funcionar bem e aumentámos o número de dadores em Portugal para 283", frisou. Mas José Fragata, director do serviço de cirurgia cardiotorácica do Hospital de Santa Marta, em Lisboa, o único do país a realizar transplante de pulmão, frisa que o problema em Portugal não é a falta de órgãos, mas sim a falta de condições “logísticas” para fazer mais.“Este aumento da oferta só pode facilitar a actividade. Mas a falta de dadores não é a razão da nossa preocupação. São aspectos de organização e de logística que justificam a falta de resposta”, diz o especialista que lembra que a União Europeia aconselha cinco transplantes cardíacos por milhão de habitante e Portugal só chega aos 40, número para o qual muito contribui o serviço de cardiologia dos Hospitais Universitários de Coimbra.“Mas em relação ao pulmão ainda estamos mais longe. Estamos sozinhos”, acrescenta sobre uma actividade em que Santa Marta continua a trabalhar sozinha, mesmo depois de já ter sido anunciado por várias vezes que Coimbra iria arrancar também com o transplante de pulmão.“Há lacunas na equipa. Este ano tivemos um transplantado que esteve cá dois meses e a equipa, somos apenas cinco – dois cirurgiões e três pneumologistas – viveu no hospital dois meses. É claro que temos de mandar órgãos para Espanha e doentes também”.O envio de pacientes para Espanha teve contornos mais mediáticos quando o irmão do primeiro-ministro José Sócrates, António Pinto Sousa, teve de ser transplantado no Complexo Hospitalar Universitário Juan Canalejo, na Corunha. Na mesma altura, em Julho do ano passado, estavam mais sete portugueses internados na mesma unidade para receber um transplante, onde uma equipa, de 25 a 30 especialistas, realiza 20 transplantes por ano. “Nós somos 5 e fazemos 4 transplantes. Penso que respondemos como podemos”, diz o médico português José Fragata que pede à ministra da Saúde, para 2009, que aumente a equipa do Hospital de Santa Marta.“Não posso estar contente com cinco transplantes quando precisamos de fazer 20. É um problema logístico, não é de ‘know how’. E quanto mais casos pudermos tratar, mais evoluímos a técnica. Tenho esperança que se perceba que estamos a precisar de atenção. É o meu pedido para 2009.
Portugal ocupa o quarto lugar na colheita de órgãos mas continua a ter de mandar órgãos e doentes para Espanha.
Ana Machado, com Lusa
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Cantantes e Futebolistas contra a FQ em Espanha (Fonte: El referente 09.01.2010)

VEJAM TAMBÉM O VIDEO ;)
El lunes 21 de diciembre se celebrará en la cubierta de Leganés el partido de la alegría para recaudar fondos contra la fibrosis quística. En el campo se enfrentarán la selección española de cantantes frente al fútbol indoor stars (antiguos profesionales del balón).
Tanto artistas como ex jugadores se han unido por una buena causa para luchar contra la fibrosis quística y aportar su granito de arena para seguir ayudando económicamente a los que padecen esta dura enfermedad.
La Fundación Canaria Oliver Mayor es la encargada de cubrir problemas económicos, sociales como emocionales producidos por la Fibrosis Quística. Es una enfermedad frecuente que afecta al organismo en forma generalizada, causando muerte prematura. La dificultad para respirar es el síntoma más común, emergente de infecciones pulmonares crónicas.
La fundación Oliver Mayor se creó por el hijo de Benito Mayor que padecía está enfermedad y murió por ella. Pero antes de morir, Oliver quiso que sus padres pudieran ayudar a más niños como a él le ayudaron para enfrentar la enfermedad. Hoy en día, Oliver desde el cielo puede estar contento ya que la fundación agrupa a todos los niños de mucoviscidosis en Canarias y lucha para combatir la fibrosis Quística.
Artistas como David Bustamante o Mago de Oz jugarán para luchar contra esta enfermedad.
Bustamante afirmaba que "es una labor maravillosa y esto sólo es el principio para hacerlo todos los años. Debemos colaborar por esta causa y esperar contar con el apoyo de todo el mundo para que se llene el pabellón y así poder recaudar cuantos más fondos mejor".
Chus, Batería de Mago de Oz, concluía que "estas cosas nos hacen ser más humanos y tropezarnos con la vida, no hay estribillo más bonito que la mirada de un niño. Para nosotros el poder ayudar a hacer un pulmón gigante con nuestro nombre es muy importante, esto son los discos de oro que merecen la pena. Para que no se muera de frío la sonrisa de un niño, hay que luchar por combatir la fibrosis quística".
El partido que se disputará el próximo lunes 21 contará con la presencia de El canto del loco, Mago de Oz, Alejandro Sanz, Mono Burgos, Hierro, Quique Estebaranz entre otros y El Referente estará allí para contároslo.
Más información: http://www.futbolindoor.es/Venta de entradas: http://www.entradas.com/entradas/inicio.do
Por un lado Txus de Mago de Oz en la portería, Andy y Lucas en defensa y en la delantera David Bustamante y Dani Martín de El Canto del Loco. En frente el 'Mono' Burgos en la portería, Fernando Hierro y Gordillo en la zaga y en punta Paulo Futre y Quique Esteberanz. Estos y muchos más se dieron cita en La Cubierta de Leganés para disputar un partido de fútbol indoor. Los beneficios del evento serán destinados a la lucha contra la fibrosis quística.
Fonte: http://www.elreferente.es/ocio/cantantes-y-ex-futbolistas-contra-la-fibrosis-quistica
Tanto artistas como ex jugadores se han unido por una buena causa para luchar contra la fibrosis quística y aportar su granito de arena para seguir ayudando económicamente a los que padecen esta dura enfermedad.
La Fundación Canaria Oliver Mayor es la encargada de cubrir problemas económicos, sociales como emocionales producidos por la Fibrosis Quística. Es una enfermedad frecuente que afecta al organismo en forma generalizada, causando muerte prematura. La dificultad para respirar es el síntoma más común, emergente de infecciones pulmonares crónicas.
La fundación Oliver Mayor se creó por el hijo de Benito Mayor que padecía está enfermedad y murió por ella. Pero antes de morir, Oliver quiso que sus padres pudieran ayudar a más niños como a él le ayudaron para enfrentar la enfermedad. Hoy en día, Oliver desde el cielo puede estar contento ya que la fundación agrupa a todos los niños de mucoviscidosis en Canarias y lucha para combatir la fibrosis Quística.
Artistas como David Bustamante o Mago de Oz jugarán para luchar contra esta enfermedad.
Bustamante afirmaba que "es una labor maravillosa y esto sólo es el principio para hacerlo todos los años. Debemos colaborar por esta causa y esperar contar con el apoyo de todo el mundo para que se llene el pabellón y así poder recaudar cuantos más fondos mejor".
Chus, Batería de Mago de Oz, concluía que "estas cosas nos hacen ser más humanos y tropezarnos con la vida, no hay estribillo más bonito que la mirada de un niño. Para nosotros el poder ayudar a hacer un pulmón gigante con nuestro nombre es muy importante, esto son los discos de oro que merecen la pena. Para que no se muera de frío la sonrisa de un niño, hay que luchar por combatir la fibrosis quística".
El partido que se disputará el próximo lunes 21 contará con la presencia de El canto del loco, Mago de Oz, Alejandro Sanz, Mono Burgos, Hierro, Quique Estebaranz entre otros y El Referente estará allí para contároslo.
Más información: http://www.futbolindoor.es/Venta de entradas: http://www.entradas.com/entradas/inicio.do
Por un lado Txus de Mago de Oz en la portería, Andy y Lucas en defensa y en la delantera David Bustamante y Dani Martín de El Canto del Loco. En frente el 'Mono' Burgos en la portería, Fernando Hierro y Gordillo en la zaga y en punta Paulo Futre y Quique Esteberanz. Estos y muchos más se dieron cita en La Cubierta de Leganés para disputar un partido de fútbol indoor. Los beneficios del evento serán destinados a la lucha contra la fibrosis quística.
Fonte: http://www.elreferente.es/ocio/cantantes-y-ex-futbolistas-contra-la-fibrosis-quistica
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Pequenas histórias Reais
Quinta-feira, 8 de Janeiro de 2009
Pensamento da Semana - 09 de Janeiro 2009
Ainda não tinha escrito nenhum pensamento depois de entrar em 2009.Para todos os que têm acompanhado a história da menina queimada com óleo que foi para a Corunha e que foi salva pela equipa médica espanhola do complexo hospital de La Corunha, deixo-vos o artigo que saiu hoje no Expresso e Agência Lusa.Porto, 08 Jan (Lusa) - O Ministério Público pediu hoje, nos Juízos Criminais do Porto, a condenação dos três arguidos no processo que envolve uma menina queimada com óleo quente, num café da cidade.A cozinheira Clara M. e os gerentes Benjamim A. e Aurélio R. encontram-se acusados pelos crimes de ofensa à integridade física por negligência grave e de omissão de dever de auxílio (ambos puníveis com pena de prisão até dois anos).Durante as alegações finais, a defesa dos três arguidos pediu a absolvição dos gerentes mas admitiu a condenação da cozinheira.A mãe da menina queimada há dois anos, que é assistente no processo, pediu igualmente a condenação dos três arguidos, considerando ter sido feita prova da sua culpa.Iara Maubert, agora com oito anos, foi queimada com óleo a 30 de Agosto de 2006 no café Deu La Deu, Porto, quando, ao sair da casa de banho, colidiu com a cozinheira que transportava, para o pátio, um balde de óleo quente, usando o mesmo corredor.De acordo com a acusação, na cozinha do café não existia um recipiente para acondicionar o óleo usado pelo que era necessário transportá-lo num balde para um bidão localizado num terraço, tendo a cozinheira de passar pelo corredor de acesso às casas de banho do público para o efeito.A menina ficou com 40 por cento do corpo queimado e foi sujeita a várias cirurgias, em Espanha.Terá, no entanto, de ser sujeita a mais intervenções que incluem um implante mamário.A sentença será conhecida a 06 de Fevereiro, pelas 10:00, nos Juízos Criminais do Porto.LYL.Lusa/FimEsta família precisa de ajuda monetária para as deslocações constantes à Corunha.Começar o ano com uma boa acção...é a minha proposta;)Quem quiser ajudar, mesmo que seja com pouco, pode enviar-me um e-mail para sandraalvescampos@gmail.com para vos fornecer o NIB bancário.CAMPANHA DA IARAA Iara foi uma menina queimada com óleo a ferver no ano de 2006 num café do Porto.Ficou com sequelas muito graves em 40% do corpo, foi tratada em Espanha onde continua os seus tratamentos e continuara até tempo indeterminado.Os pais não têm meios de continuar os tratamentos lá fora pois requer muita despesa, e só com um ordenado nada podem fazer, tem cirurgia pré-marcada para mês de Julho, onde ficará em cerca de dois meses para novos enxertos de pele recuperativos. Os pais não têm meios de suportar a despesa hospitalar mais os tratamentos e estadia.Vão a Espanha todos os 2 meses para tratamento que fica por 750 euros, fora isso a Iara está a ter sessões de psicoterapia bissemanal onde pagam 105,50 por semana, pois sofre de Stress – pós traumático.Pedimos a todos mais uma vez a vossa ajuda para tratar a Iara.Vamos ajudar a Iara a ter uma vida mais confortável e a tentar fazer com que mais tarde tenha uma vida como outra criança.Em nome da familia da IARA,Obrigada,Sandra Campos
Pensamento da Semana - 09 de Janeiro 2009
Ainda não tinha escrito nenhum pensamento depois de entrar em 2009.Para todos os que têm acompanhado a história da menina queimada com óleo que foi para a Corunha e que foi salva pela equipa médica espanhola do complexo hospital de La Corunha, deixo-vos o artigo que saiu hoje no Expresso e Agência Lusa.Porto, 08 Jan (Lusa) - O Ministério Público pediu hoje, nos Juízos Criminais do Porto, a condenação dos três arguidos no processo que envolve uma menina queimada com óleo quente, num café da cidade.A cozinheira Clara M. e os gerentes Benjamim A. e Aurélio R. encontram-se acusados pelos crimes de ofensa à integridade física por negligência grave e de omissão de dever de auxílio (ambos puníveis com pena de prisão até dois anos).Durante as alegações finais, a defesa dos três arguidos pediu a absolvição dos gerentes mas admitiu a condenação da cozinheira.A mãe da menina queimada há dois anos, que é assistente no processo, pediu igualmente a condenação dos três arguidos, considerando ter sido feita prova da sua culpa.Iara Maubert, agora com oito anos, foi queimada com óleo a 30 de Agosto de 2006 no café Deu La Deu, Porto, quando, ao sair da casa de banho, colidiu com a cozinheira que transportava, para o pátio, um balde de óleo quente, usando o mesmo corredor.De acordo com a acusação, na cozinha do café não existia um recipiente para acondicionar o óleo usado pelo que era necessário transportá-lo num balde para um bidão localizado num terraço, tendo a cozinheira de passar pelo corredor de acesso às casas de banho do público para o efeito.A menina ficou com 40 por cento do corpo queimado e foi sujeita a várias cirurgias, em Espanha.Terá, no entanto, de ser sujeita a mais intervenções que incluem um implante mamário.A sentença será conhecida a 06 de Fevereiro, pelas 10:00, nos Juízos Criminais do Porto.LYL.Lusa/FimEsta família precisa de ajuda monetária para as deslocações constantes à Corunha.Começar o ano com uma boa acção...é a minha proposta;)Quem quiser ajudar, mesmo que seja com pouco, pode enviar-me um e-mail para sandraalvescampos@gmail.com para vos fornecer o NIB bancário.CAMPANHA DA IARAA Iara foi uma menina queimada com óleo a ferver no ano de 2006 num café do Porto.Ficou com sequelas muito graves em 40% do corpo, foi tratada em Espanha onde continua os seus tratamentos e continuara até tempo indeterminado.Os pais não têm meios de continuar os tratamentos lá fora pois requer muita despesa, e só com um ordenado nada podem fazer, tem cirurgia pré-marcada para mês de Julho, onde ficará em cerca de dois meses para novos enxertos de pele recuperativos. Os pais não têm meios de suportar a despesa hospitalar mais os tratamentos e estadia.Vão a Espanha todos os 2 meses para tratamento que fica por 750 euros, fora isso a Iara está a ter sessões de psicoterapia bissemanal onde pagam 105,50 por semana, pois sofre de Stress – pós traumático.Pedimos a todos mais uma vez a vossa ajuda para tratar a Iara.Vamos ajudar a Iara a ter uma vida mais confortável e a tentar fazer com que mais tarde tenha uma vida como outra criança.Em nome da familia da IARA,Obrigada,Sandra Campos
domingo, 4 de janeiro de 2009
DN - Portugueses com doenças raras serão tratados na UE (04.01.2009)
Portugueses com doenças raras serão tratados na UE Programa. Linhas orientadoras para as doenças raras foram aprovadas no dia 12 de Novembro. Este ano começam a ser definidos os critérios para os centros de tratamento. Mas a DGS refere que os doentes que necessitem terão tratamentos pagos em unidades especializadas de outros países da UE. Os portugueses com doenças raras vão passar a ser tratados em centros de referência, não só em Portugal mas também noutros países da União Europeia, sempre que se justificar. De acordo com José Robalo, subdirector-geral da Saúde, o Ministério terá de assumir essa responsabilidade caso não haja capacidade de resposta cá". E dá o exemplo: "Pode não fazer sentido criar centros se houver muito poucos casos. É preferível enviar um doente para outro centro lá fora", diz. O geneticista Luís Nunes refere que o problema, tal como em todos os casos de mobilidade, está no reembolso dos tratamentos, cuja fórmula tem de ser discutida quando estiver a ser aplicado.A alternativa é os médicos portugueses irem para o estrangeiro especializar-se nessa área, para depois acompanharem os doentes. "É até mais provável que haja mais médicos a ir ao estrangeiro do que doentes", avança, salientando que a opção dependerá da prevalência da doença. Para que os médicos tenham uma formação adequada, é preciso que os centros recebam o máximo de casos. Uma casuística que é também importante para que o doente seja tratado com segurança e qualidade.A criação destas centros até 2015, que vai beneficiar entre 600 a 800 mil portugueses, é uma das prioridades do Programa Nacional para Doenças Raras, que já foi aprovado pela ministra da Saúde, Ana Jorge. O terceiro plano a ser desenhado na Europa, depois da França e da Bulgária, ainda não tem coordenador. Mas a tutela vai anunciar o nome brevemente. "Quero que se inicie a discussão do que são centros de referência em 2008. Podem ser hierarquizados como centros de tratamento, competência e alta referenciarão, este último com todas as valências e formação", exemplifica. Importante é que a discussão começa em simultâneo com outros países, de forma a criar uma rede europeia com critérios iguais de tratamento e de qualidade.Luís Nunes, geneticista que esteve envolvido no grupo de trabalho do plano, afirma ao DN que os critérios para a rede têm de ser "rigorosos e claros, para que os hospitais se candidatem, sejam financiados e tenham equipamentos, o que será um estímulo". Até agora, os orçamentos para estas doenças estavam condicionados. "As unidades queixavam-se de ter gastos que não eram da sua responsabilidade", frisa José Robalo.O orçamento para o programa, que terá duas fases - uma até 2010 e a consolidação até 2015 - ainda não foi definido. "A verba pode sair do orçamento da saúde, mas também dos jogos sociais", refere José Robalo. Além da definição dos critérios para os centros, o responsável espera que o programa seja traduzido em inglês, para benefício de outros países.
Jornalista: Dina Mendes
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Doenças Raras
domingo, 21 de dezembro de 2008
Pequenas histórias Reais - "O juramento de Hipocrates" - 21 Dez. 2008
Esta semana resolvi relembrar esta jura tão solene e tradicionalmente feita pelos médicos na ocasião da sua formatura... é que com tudo o que tenho ouvido e visto (fazendo as devidas ressalvas) tive mesmo que ir à enciclopédia para ter a certeza se era o Juramento de Hipócrates ou dos Hipócritas e agradecer à Sra. Dra. que não se mexeu nem ajudou e ainda acrescentou "...isto não é um caso de vida ou morte..."E falta dizer que o agradecimento não é em exclusivo para si, Sra. Dra. "que nunca cruza os braços pelos seus pacientes" é também para todos os outros que nunca atendem o telemóvel quando é preciso, para todos os outros que dizem "estás por tua conta", nos chamam "histéricos", "chatos", "melgas" e toda uma infinidade de adjectivos atirados para o ar nos momentos mais propícios.É para todos os que dizem "Não vou passar por cima do meu colega". Mas como vai passar por cima do seu colega se ele (o seu colega), simplesmente, não está, nem por baixo, nem em lugar nenhum quando é preciso?Pois caros doutores, uma vez perguntei e continuo a perguntar "...e se fosse a sua filha ou filho? O que faria?"Obrigava-a, em vésperas de Natal, sem saber se vai estar com a família, fazer 9 horas de viagem para a Corunha para lhe ser administrado um endovenoso? Para lhe ser repetidas todas as provas?Porque não sabem colocar um APIC, porque não usam infusores porque a máquina que compraram para a farmácia hospitalar está para um canto já fora de prazo?Sabem quantas vezes me picaram e todas as veias "rebentaram"? Quatro? Pouco?Para um tratamento endovenoso de 28 dias, administrado de 8/8h, se não conseguirem picar-me uma veia em condições, então o que se faz? O tratamento é para esquecer?Pois, é uma pescadinha de rabo na boca, porque voltamos à questão que não colocam APIC´s mas apenas "implanto-fixos" totalmente desaconselhados nos Transplantes Pulmonares.Graças aos infusores, provavelmente, vou conseguir ir a casa para estar com a minha família no Natal, mas como estes têm a validade de 10 dias...agora façam as contas e vejam quantas vezes vou ter que andar para cima e para baixo. Viagens infindas de 8 horas para cada lado.Aqui, na Corunha, fui recebida de braços abertos (como sempre) e como sempre perguntam com uma verdadeira e genuína preocupação "como é que ficou o teu filho?" que apesar de já ter 7 anos e compreender muita coisa, quando me viu a pegar nas malas, ficou a chorar!Dizem que o portugês e o espanhol são linguas muito semelhantes mas aqui nunca ouvi chamar um paciente de "histérico", "chato" ou "melga".Por tudo isto, senhores Doutores, e porque estamos no Natal....já agora valia a pena pensar nisto!"Eu juro, por Apolo, médico, por Esculápio, Higia e Panacéia, e tomo por testemunhas todos os deuses e todas as deusas, cumprir, segundo meu poder e minha razão, a promessa que se segue: estimar, tanto quanto a meus pais, aquele que me ensinou esta arte; fazer vida comum e, se necessário for, com ele partilhar meus bens; ter seus filhos por meus próprios irmãos; ensinar-lhes esta arte, se eles tiverem necessidade de aprendê-la, sem remuneração e nem compromisso escrito; fazer participar dos preceitos, das lições e de todo o resto do ensino, meus filhos, os de meu mestre e os discípulos inscritos segundo os regulamentos da profissão, porém, só a estes.Aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento, nunca para causar dano ou mal a alguém. A ninguém darei por comprazer, nem remédio mortal nem um conselho que induza a perda. Do mesmo modo não darei a nenhuma mulher uma substância abortiva.Conservarei imaculada minha vida e minha arte.Não praticarei a talha, mesmo sobre um calculoso confirmado; deixarei essa operação aos práticos que disso cuidam.Em toda a casa, aí entrarei para o bem dos doentes, mantendo-me longe de todo o dano voluntário e de toda a sedução sobretudo longe dos prazeres do amor, com as mulheres ou com os homens livres ou escravizados.Àquilo que no exercício ou fora do exercício da profissão e no convívio da sociedade, eu tiver visto ou ouvido, que não seja preciso divulgar, eu conservarei inteiramente secreto.Se eu cumprir este juramento com fidelidade, que me seja dado gozar felizmente da vida e da minha profissão, honrado para sempre entre os homens; se eu dele me afastar ou infringir, o contrário aconteça."O juramento de Hipócrates é uma declaração solene tradicionalmente feita por médicos por ocasião de sua formatura. Acredita-se que o texto é de autoria de Hipócrates ou de um de seus discípulos (Enciclopédia Médica) sábado, 20 de dezembro de 2008
Pequenas histórias Reais

É normal que perguntem o que tem este caso a ver com os Transplantes Pulmonares, mas tenho a dizer-vos que tem muito. Vejamos:Eu estava neste dia na Corunha e fui a correr a uma banca comprar o jornal.Os comentários que se ouviam era "Como é possível Portugal não ter uma unidade de queimados em condições?"Fiquei chocada mas não surpreendida por tudo o que estava a ler. Mais uma vez Portugal mostrava tudo aquilo que não está preparado para fazer."No último dia de férias do pai, Iara foi com a família a um café do Porto, Deu la Deu, para lanchar. A Iara pediu à mãe para ir à casa de banho e, quando regressava à mesa, a cozinheira do café que saía da cozinha com um balde de óleo a ferver, derramou-o por cima dela. Ficou com40% do corpo queimado. Foi levada para o hospital de S.João, tendo ficado internada nos cuidados intensivos durante 5 dias. Devido à falta de condições foi transferida para o Hospital Materno-Infantil (UCI) da Corunha onde permaneceu durante um mês,onde foi sujeita a várias intervenções cirúrgicas, transfusões de sangue e enxertos de pele. Foi depois transferida para o Hospital Juan Canalejo, também na Corunha onde continua em tratamentos( cirurgia pediátrica para queimados). Devido ao choque entrou em depressão pós-traumática, estando por isso a ser seguida em Pedo-Psiquiatria.Agora o Hospital de S.João já teria condições para a receber mas a ligação ao médico que a tratou na Corunha (Dr. Juan Barreiros), é muito forte. É o seu anjo, como ela diz. a situação económica da família não permite dar o acompanhamento necessário à situação pelo que vimos aqui apelar à solidariedade de todos, já divulgada pela Comunicação Social."Fazendo aqui uma pequena comparação com as reportagens sobre os Transplantes Pulmonares, e relembrando a frase do Dr. José Fragata (no Correio da Manhã de 14.12.08) ...."Para eles (espanhóis) tudo isto é um grande negócio"...pois claro!Tenho a dizer que se esqueceu de dizer "...É um Negócio da China..." mas a verdade é que quem salva a vida de muitos portugueses são as equipas médicas espanholas nomeadamente do Complexo Hospitalar La Corunha.Quem nos atende os telefones nas horas de aflição, quem nos dá a mão, quem nos limpa as lágrimas, quem nos vê como pessoas com direito a ter medos e angustias...são os Espanhóis.Quem nos trata por "TU", não apenas por uma questão cultural, são os Espanhóis, porque para eles (os grandes negociantes Espanhóis) nós somos gente, pessoas com direitos a ter medos, e angustias.Mas também quem se ri connosco quando tudo está resolvido são eles...os Espanhóis.Sempre os Espanhóis que, para além de profissionais exemplares, são pessoas com um enorme coração.Conheci recentemente, embora "virtualmente" a IARA e a família desta menina tão corajosa e garanto-vos que vale a pena entrar no blog, ler, reflectir e ajudar.Deixo-vos a história da IARA - http://iaramargarida.blogspot.com/ e ainda http://www.campanha-iara.com/Obrigada,SC.
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TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar
Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.
Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental
