terça-feira, 20 de setembro de 2011

O país está adormecido e ninguém parece reagir! (retirado do blog Lutar até Viver)

Vitor,
Apesar de entender a dor desta mae e de todas as pessoas que estao a sofrer por necessitar de um transplante, tenho a dizer-te que deves continuar com toda a tua força DENUNCIANDO e ALERTANDO pois só poderás ser "culpado" de algo se vires e ficares calado!
Também, levei com muitas criticas no meu blog dos Transplantes Pulmonares - umas tao fortes que me meteram a chorar, cheguei a pensar parar de escrever e viver a minha vidinha...é bem mais fácil! Mas a minha consciência nao me deixa ficar quieta, ficar calada, porque sei que o sofrimento será maior para todas as pessoas quando descobrirem que nao foram avisadas por pessoas como tu que apenas estao a querer fazer o bem.
Continua com força,
Um abraço,
Sandra Campos


DO BLOG LUTAR ATÉ VIVER:

Na ânsia de alertar o país para o que se passa, fui demasiado amargo e cruel!
Reparem, o país está adormecido e ninguém parece reagir!

Com um discurso, moderado e prudente não tenho conseguido nada. Desta vez tentei atingir as consciências, precisamente em defesa de casos como o vosso, mas esqueci-me que a leitura das minhas palavras por quem está a viver neste momento o drama, é demasiado doloroso.
De coração, peço-vos desculpa pelo meu acto irreflectido.
Neste momento o programa está suspenso e temos de lutar pela sua recuperação! Sinceramente, a solução preconizada pela Administração dos HUC, de formar agora Cirurgiões e tentar retomar tudo mais rápido possível, é inviável, pelo menos no curto prazo, isto é, nos próximos dois / três anos! Se ouvirmos quem percebe de transplantes, constatamos isso imediatamente, pois a “qualidade” aqui é uma variável inegociável….

Nenhum cirurgião de bom-senso, a dar os primeiros passos na área pediátrica, arrisca a fazer o transplante, assim sem mais nem menos!

E é preciso que as equipas estejam todas a postos e afinadas e neste momento não estão. Esta é a realidade!

Por outro lado temos um país que só está atento a números, a buracos financeiros e neste momento não há vontade política para nos escutarem… ou parece não haver!

A solução é simples, curiosamente. O que está em causa é o superior interesse nacional, note-se!!
Hoje enviei um mail a determinada entidade que acabava assim:
“Como seguramente concordarão comigo, tudo isto é assustador, está a acontecer no nosso país e ninguém parece querer ver!! Antes as crianças eram enviadas para Coimbra e tudo se passava entre os dois hospitais (HUC e Pediátrico) a taxa de sucesso era superior a 90%. Em Coimbra temos um dos melhores cirurgiões do mundo, mas como o programa está suspenso, não pode fazer transplantes e temos uma equipa de médicos que têm de assegurar os transplantes hepáticos e não sabem fazer transplantes pediátricos!! Em Coimbra temos tudo "à mão” os pais são acompanhados por pessoas que falam a N/ língua e podem viver gratuitamente em Coimbra, num apartamento que está arrendado à Hepaturix! Em Madrid andam perdidos e têm de suportar uma imensidão de despesas…

Outra coisa inquietante é que agora o HP tem de devolver esses casos aos Hospitais de origem, ou seja tememos que muitas dessas situações deixem de ser do domínio público o que poderia ter consequências graves, pois com o programa a funcionar na sua plenitude, já era frequente que as crianças que dessem entrada em hospitais de província corressem perigo de vida de não chegarem a tempo, agora, poderemos nem sequer chegar a saber do caso….”

Como dizia, mais atrás, está em causa o superior interesse nacional e já agora, uma solução mais económica para o país, e a solução é simplesmente dar condições ao Dr. Emanuel Furtado para chefiar os Transplantes Hepáticos e dessa forma retomar os Tr. Pediátricos.

É tão SIMPLES! 
Todos os pais devem fazer-se ouvir e não estar à espera da Hepaturix, porque a Hepaturix é composta por pais que têm as mesmas dificuldades e limitações que todos os outros. Não é uma organização com uma máquina montada, isto é, depende da carolice de alguns pais e neste momento todos somos poucos.

Quando travámos a luta contra a alteração dos medicamentos pela farmácia do pediátrico, já passámos por esta “solidão” mas conseguimos vencer e levar o nosso barco a bom-porto e é isto que temos de fazer novamente, mas COM A AJUDA DE TODOS!

Mais uma vez peço desculpa por vos ter chocado e vamos todos lutar pelos V/ filhos, pois NINGUÉM tem o direito de vos fazer passar este calvário.

Eu tenho sido o primeiro e não vou desistir, porque tenho lá em casa um menino espectacular e nos seus olhos vejo todos os outros, acreditem!


Fonte: http://lutarateviver.blogspot.com/2011/09/resposta-aos-comentarios-do-post.html

"EU BEM AVISEI" - retirado do blog Lutar até Viver


Eu bem avisei!

Hoje deu-me para ler o meu livro! 

É incrível ter sido eu a escrevê-lo e agora ao lê-lo, quase parece que não fui eu que o fiz! Emociono-me como todos os leitores e reparo na infeliz premonição subjacente à sua criação! O programa de transplantação hepático morreu! Morreu mesmo!
Tentei divulgar o programa de transplantação hepático pediátrico, porque, pensei eu, fazendo-o mostraria a Portugal algo que estava nessa altura a passar um 'mau bocado' e que era urgente defender! Fui às três televisões, dei entrevistas às várias rádios, apareci em todos os jornais diários, expus publicamente o meu filho Vitor Alexandre, a Lígia, a Inês e a Patrícia.
Corri Portugal de um lado para o outro, às vezes apenas para estar em eventos com 3 ou 4 pessoas. Fui a todo o lado, nunca mostrei indisponibilidade para quem me convidava, conheci muitas pessoas, o livro chegou a vários países e quase sempre, fui eu próprio que o enviei para quem desesperadamente o queria ler, conseguir alguma informação e algum alento!

Enviei o livro para dezenas de personalidades esperando que dessa forma se despertasse consciências e algum dia, um desses livros ‘germinasse’ de alguma forma e provocasse uma ‘bola de neve’ imparável que indirectamente tornasse o programa de transplantação hepático pediátrico sólido e indestrutível!

Eu bem avisei e dizia eu no programa da Fátima Lopes, é preciso muito pouco, nós temos tudo, basta investir nas pessoas! Apesar de temer o seu fim, para ser franco, nunca acreditei que tal viesse a suceder e invariavelmente lembro-me das palavras do Prof. Linhares Furtado na FNAC em Coimbra, quando disse com grande confiança, “o programa de transplantação hepática pediátrica, NUNCA morrerá”!

.......... Desculpem, mas cortei a parte final do meu comentário, pelas razões indicadas no Blog............
Fonte: http://lutarateviver.blogspot.com/2011/09/eu-bem-avisei.html

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

España formará a coordinadores europeos de trasplantes


España formará a los futuros coordinadores de trasplantes europeos por iniciativa de la CE, que ha adjudicado a este país la dirección de los proyectos "más importantes" del Plan de Acción, que desarrolla la Directiva Europea sobre Calidad y Seguridad en los trasplantes.


Así lo explicó este lunes el secretario general de Sanidad, José Martínez Olmos, durante la inauguración en Granada del "Curso internacional de formación de formadores en coordinación de trasplantes", que impartirá la Organización Nacional de Trasplantes (ONT) y la Fundación Iavante.

En su intervención, Martínez Olmos destacó la importancia del trabajo desarrollado por la ONT para extender el modelo español de trasplantes en toda Europa.

La formación de coordinadores hospitalarios en Europa es una de las actividades fundamentales recogidas en el Plan de Acción 2009-2015 que acompaña a la Directiva Europea sobre Calidad y Seguridad en los trasplantes, aprobada durante la Presidencia española de la UE, con el objetivo de mejorar el acceso de 500 millones de europeos a los trasplantes.

El Plan de Acción contempla, entre sus prioridades, la creación de una red de coordinadores hospitalarios, similar a la que existe en España, cuyo papel considera "clave" para mejorar la tasa de donación y trasplantes.

Para poner en marcha esta red, España impartirá un curso que permitirá formar a un total de 82 profesionales sanitarios de toda Europa, seleccionados por las autoridades competentes en materia de donación y trasplantes de sus respectivos países.

Tras el periodo de formación, estos coordinadores se convertirán en "instructores nacionales", encargados posteriormente de la formación de los futuros coordinadores hospitalarios de trasplantes en cada uno de los estados miembros de la UE.

La Comisión Europea también ha elegido a España para liderar el programa Accord (Achieving Comprehensive Coordination in Organ Donation trhoughout the European Union), un macroproyecto, que agrupa tres proyectos independientes, coordinados a su vez cada uno de ellos por un país diferente.
El objetivo general de este programa, dotado con 2,8 millones de euros, es incrementar a lo largo de sus tres años de duración la disponibilidad de órganos para trasplante y la creación de un marco de seguridad para el donante vivo.

Fonte: http://www.diariosigloxxi.com/texto-s/mostrar/35856/espana-formara-a-coordinadores-europeos-de-trasplantes

Portugal com a participaçao de alguns Transplantados - Corrida Destak O Destak deu vida à Marginal de Cascais

Trajecto entre Carcavelos e a Baía de Cascais foi feito por milhares de participantes. Portugueses voltam a aderir à iniciativa saudável e desfrutam de uma Marginal sem confusão nem trânsito.
Patrícia Susano Ferreira | pferreira@destak.pt || Ricardo Nascimento | destak@destak.pt
Milhares de pessoas participaram este domingo na 4ª edição da Corrida da Linha organizada pelo Destak, prova que liga a praia de Carcavelos a Baía de Cascais, numa experiência, em passeio ou em corrida, que se torna emblemática e paisagística - além de saudável - pelo magnífico percurso que é feito ao longo da Marginal.
Apesar do vento que se fez sentir durante toda a manhã, muitos foram aqueles que madrugaram e que desde muito cedo se foram aglomerando junto aos locais de partida. Tal como já tem vindo a ser habitual, a Corrida da Linha é composta por duas provas. Enquanto a primeira, de apenas 3 km, é feita normalmente a um ritmo mais descontraído por famílias, crianças e até com a presença de carrinhos de bebé, entre o Estoril e a meta em Cascais; a segunda, de 10 km, é marcada por um espírito um pouco mais competitivo e sério.
Com o sol a espreitar entre as nuvens que pairavam no céu, os atletas arrancaram bem cedo para uma prova que para muitos não passa de um simples passeio pela Marginal de Cascais e que permite uma vista diferente sobre as praias da linha e uma manhã agradável na companhia da família e/ou amigos.
Percurso original
Sendo já uma prova característica do calendário do atletismo amador, a Corrida da Linha organizada pelo Destak e apoiada pela Câmara Municipal de Cascais demarca-se das restantes pelo percurso e pelos seus participantes. O dia de ontem não foi diferente e se muitos entraram com espírito de atletas, também muitas famílias optaram por participar na prova.
Crianças e idosos, avós e netos, pais e filhos, todos juntos fizeram parte da edição deste ano e desfrutaram do evento organizado pelo quarto ano consecutivo pelo Destak, num dia em que até o vento parecia empurrar as pessoas para o exercício físico.
O final de prova torna a corrida ainda mais atraente, com os participantes a cortarem a meta em plena Baía de Cascais, perante o olhar de curiosos, turistas e amigos e familiares que fizeram questão de marcar presença para felicitar os participantes. Entre ofertas do Destak, muita água e um bom cansaço, caiu o pano em mais uma Corrida da Linha.
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Os 3 km: caminhar pode ser o melhor remédio
Os rostos repetem-se de anos e caminhadas anteriores e nem o vento frio da manhã os demove de se alinharem junto à partida dos 3 km que separam o Estoril da Baía de Cascais. São famílias inteiras, colegas de trabalho, amigos e bebés nos carrinhos - alguns rendidos ao sono mesmo antes do início da caminhada - que mostram que o que realmente interessa na Corrida da Linha do Destak é participar e aproveitar para «caminhar numa Marginal sem carros e com uma vista deslumbrante e única para o mar». Quem o diz é Sónia Fonseca, de 36 anos, que fez a caminhada na companhia do sobrinho e dos dois filhos, enquanto o marido e o cunhado participavam na prova mais audaz: os 10 km!
Mas se julga que a caminhada é apenas para quem não está em boa forma física, desengane-se. Encontrámos um grupo de instrutores de fitness que resolveram participar na etapa mais 'fácil' por solidariedade com amigos que não estavam preparados para partir de Carcavelos. Na meta, os sorrisos e a boa disposição dos participantes não podiam ser mais evidentes.
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Um repetente no pódio dos 10 km
Claramente focada para atletas ou participantes com maiores capacidades físicas, a prova dos 10km atraiu este ano ainda mais gente do que no ano passado, mostrando que os portugueses até andam em forma.
Apesar da bela paisagem da linha de Cascais, o desafio físico foi motivo essencial para correr esta extensão e vários foram aqueles que viram nesta prova um bom teste às suas capacidades.
Em conversa com o Destak, Pedro Júnior, um brasileiro a viver em Portugal, admitiu que o objectivo é «percorrer sempre distâncias maiores e este é um bom teste para uma meia maratona».
Já Rolando Martins revela que «é um enorme prazer correr pela marginal e vale sempre a pena participar» neste evento, «nem que seja pelo convívio».
No que respeita aos lugares do pódio, João Marques repetiu o êxito do ano anterior e conquistou novamente o primeiro lugar masculino, enquanto Lucília Soares venceu na categoria feminina.
«Hoje a prova correu-me melhor do que estava à espera e acabei por conseguir vencer a geral», adiantou Lucília no final da prova.
Por seu turno, João Marques mostrou-se satisfeito por ficar novamente no primeiro lugar. «É sempre bom voltar a vencer esta prova e para o ano espero cá estar de novo», frisou. Cá o esperamos.
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Jovens transplantados participam na caminhada
A participação de dois jovens transplantados na Corrida da Linha do Destak é mais uma prova viva de que a iniciativa não é apenas para atletas. Na companhia das terapeutas que os ajudam na recuperação, os dois adolescentes que foram alvo de uma complicada intervenção cirúrgica há três e cinco meses mostraram-se felizes por terem a oportunidade de continuar a fazer exercício físico, mas ao ar livre e com a Marginal como 'ginásio'. À partida, Ana Soares, uma das acompanhantes, tinha a certeza de que os jovens iam conseguir 'cortar' a meta antes da equipa do hospital.
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E os mais bem classificados foram...
Classificação geral
Feminino
1.º LUCíLIA SOARES
2.º CATARINA FERREIRA
3.º MARIA JOSé FRIAS
Masculino
1.º JOÃO MARQUES
2.º LUíS LIMA
3.º HERNÂNI SANTOS
Equipas
1.º NUCLEOEIRAS SPORTZONE
2.º AM ATIBÁ
3.º GD MACEDO OCULISTA
Classificação por escalão
Feminino • sénior1.º CATARINA FERREIRA
2.º MÓNICA MOREIRAS
3.º LúCIA OLIVEIRA
Feminino • veterana I 1.º MARIA LUCAS
2.º CARLA PINTO
3.º ANA PEREIRA
Feminino • veterana II1.º LUCíLIA SOARES
2.º MARIA JOSE FRIAS
3.º PAULA FERNANDES
Masculino • sénior1.º HERNÂNI SANTOS
2.º LUíS RAÇÕES
3.º PEDRO NOGUEIRA
Masculino • Veterano I1.º JOÃO MARQUES
2.º LUíS LIMA
3.º ARTUR SANTIAGO
Masculino • Veterano II1.º PEDRO PESSOA
2.º ALEXANDRE SOARES
3.º JOAO GINJA
Masculino • Veterano III1.º FéLIX PAULOS
2.º áLVARO COSTA
3.º JORGE REIS
Masculino • Veterano IV1.º LíCINIO PEREIRA
2.º JOãO SOARES
3.º AUGUSTO PIRES
Masculino • Veterano V1.º CARLOS N MONTEIRO
2.º ARMANDO ALDEGALEGA
3.º ANTóNIO CRUZ

fonte: http://www.destak.pt/artigo/106423-o-destak-deu-vida-a-marginal-de-cascais

GALIZIA - Esperando una llamada

Cuando un aparece un donante, se pone en marcha un rígido protocolo de actuación para elegir al receptor final

Cuando un órgano aparece se pone en marcha un medido protocolo de actuación cuya finalidad es encontrar al receptor ideal en el menor tiempo posible. Más de 2.000 personas en toda Galicia viven a espera de recibir una llamada que les salvará la vida y para la que no hay horas ni distancias. Los primeros candidatos de esta lista son los conocidos como pacientes de «urgencia cero». Es decir, situaciones de riesgo extremo en las que si el enfermo no es trasplantado en 72 horas puede morir. «Estas personas —explicó Jacinto Sánchez, coordinador de la Oficina de Trasplantes, a ABC— tienen prioridad nacional por lo que el primer órgano que aparezca en toda España será para ese paciente».
En el resto de casos, el protocolo sigue otros derroteros. Así, cuando un órgano aparece se localiza a los tres candidatos de las lista que más compatibilidad tenga con él. Tras la ansiada llamada, los elegidos tendrán que desplazarse con la mayor celeridad al centro hospitalario para someterse a las últimas pruebas que determinarán al receptor final.
Entre los pasos a seguir, los aspirante a ser trasplantados deberán someterse a una analítica de sangre, que determinará la coincidencia de los grupos sanguíneos y a una prueba de compatibilidad física. Según los especialistas, «a mayor índice de coincidencia entre el donante y el receptor, menores posibilidades de rechazo», por lo que los resultados de este examen son definitorios. La rapidez con la que se debe poner en marcha este sistema exige que los pacientes que se encuentran a espera de un órgano vivan pegados a un teléfono móvil las 24 horas del día. Y es que en estas circunstancias extremas, las llamadas perdidas no tienen cabida.
Una vez realizada la operación, los intervenidos son medicados para evitar que el organismo repudie su nuevo órgano. Gracias a los avances en el este campo médico, los índices de rechazo han descendido notablemente en los últimos años garantizando así el éxito del trasplante.
A modo de contraprestación, los receptores deberán estar medicados el resto de su vida, aunque hay casos en los que la dosis diaria se limita a tan solo dos pastillas. «Lo que se busca es engañar al organismo para que no reconozca como extraño aquello que le estamos poniendo», explica Sánchez.

 

BARCELONA - Novartis colabora con la exposición "To be continued..." para fomentar la donación de órganos

'To be continued...' es una muestra donde participan 35 profesionales de la imagen con un único objetivo: transmitir a la sociedad un mensaje positivo de esperanza y solidaridad sobre la importancia de las donaciones de órganos y tejidos.


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Novartis se suma a así a una iniciativa que llegará a Jerez el próximo 16 de septiembre. El proyecto utiliza el poder comunicativo del cartel para concienciar a la población sobre la necesidad de los trasplantes, promoviendo un acto de generosidad que salva vidas.

Barcelona, 16 de septiembre de 2011.- 'To be continued…' es el título con reminiscencias cinematográficas de la muestra de carteles con la que colabora Novartis y que se expondrá en la Sala Cajasol de Jerez del 16 de septiembre al 9 de octubre para lanzar un mensaje positivo a familiares de donantes y a pacientes en lista de espera para un trasplante.

La exposición pretende promover las donaciones de órganos a través de los diseños de 35 profesionales gráficos que han puesto su oficio a disposición de esta causa solidaria. La elección del cartel como formato de expresión persigue llegar a la sociedad mediante mensajes "directos al corazón".

La campaña de sensibilización en forma de muestra itinerante nació a finales de 2010 con objeto de promover la reflexión en torno a la donación de órganos. El responsable de este proyecto, Davíd Díaz-Cantelar, explica que "en ocasiones, resulta complicado crear conciencia sobre un tema tan complejo. Por ello, decidimos convocar a una serie de diseñadores gráficos que, sin dudarlo un instante, pusieron a funcionar sus habilidades codificando mensajes certeros que provocasen una respuesta emocional entre el público".

El descenso del número de donaciones de órganos durante 2010 fue el desencadenante de una iniciativa que ya ha recorrido ciudades como Sevilla, Cádiz o Alcalá de Guadaira y que, según sus organizadores, "gracias al apoyo actual de Novartis, podría trasladarse en el futuro a otras ciudades españolas".

La muestra organizada por Estudio Buenavista Obra Social y Cajasol contará en Jerez con el apoyo de las asociaciones de trasplantados y coordinación sectorial de trasplantes de la provincia de Cádiz.

La colaboración de Novartis con esta iniciativa es una muestra más del compromiso que desde hace más de veinticinco años asume la compañía con el colectivo de pacientes trasplantados.

Más información en www.tobecontinued.es

Este comunicado contiene ciertas informaciones anticipadas sobre el futuro, concernientes al negocio de la Compañía. Hay factores que podrían modificar los resultados actuales.

Acerca de Novartis
Novartis AG (NYSE: NVS) proporciona soluciones para el cuidado de la salud acordes con las necesidades de pacientes y sociedades. Enfocada exclusivamente al área de la salud, dispone de una amplia cartera de productos para responder a estas necesidades: medicinas innovadoras; cuidado de la visión; medicamentos genéricos de alta calidad y que ayudan al ahorro de costes; vacunas humanas y herramientas de diagnóstico, y productos sanitarios de consumo. Novartis es la única compañía que ha logrado una posición de liderazgo en estas áreas. En 2010 el Grupo logró una cifra de ventas de 50.600 millones de dólares USD e invirtió, aproximadamente, 9.100 millones de dólares (8.100 millones de dólares excluyendo deterioro por depreciación de activos y amortización) en actividades de I D. Con sede central en Basilea, Suiza, las compañías del Grupo Novartis cuentan con una plantilla aproximada de 121.000 personas y están presentes en más de 140 países en todo el mundo. Para más información, pueden visitarse las webs http://www.novartis.com y http://www.novartis.es.

Novartis está en Twitter. Síganos a través de @Novartis en http://twitter.com/novartis.

Fonte: http://www.prnoticias.com/index.php/salud/1118-notas-de-prensa-de-salud/20108907-novartis-colabora-con-la-exposicion-qto-be-continuedq-para-fomentar-la-donacion-de-organos
“El Estado no debe tratar a los trasplantados como ciudadanos de segunda” 
"El Estado tiene que hacerse cargo de todos los ciudadanos", pidió Palamedi
 
Martín Palamedi, presidente de la Asociación Civil Deportistas Trasplantados de Santa Fe (Detsa) explicó en Sin Mordaza TV el Proyecto de ley de Protección Integral al Trasplantado, presentado en la Legislatura. Busca la reinserción social y laboral de los pacientes.
Un proyecto de ley de Protección Integral al Trasplantado ingresó la semana pasada a la Legislatura, por iniciativa de la Asociación Civil Deportistas Trasplantados de Santa Fe (Detsa).

Martín Palamedi, presidente de Detsa, explicó en Sin Mordaza TV que "la semana pasada hicimos una presentación junto al diputado Leonardo Simoniello (FPCyS) del proyecto de ley. El paciente después de ser trasplantado -con todo lo que lleva recuperar su salud- tiene una gran imposibilidad para poder insertarse en la sociedad. No sólo socialmente, sino también desde el punto de vista laboral. El paciente no tiene una ley que lo ampare, no tiene donde protegerse y carece de un montón de beneficios".

"Lo que estamos pidiendo es que se afilie a todos los pacientes trasplantados que no tienen una cobertura de obra social que sean afiliados a IAPOS, por la simple razón de que el estar en lista de espera o en tratamiento y luego el trasplante genera un deterioro que el paciente que no tiene recursos económicos no tiene acceso a un tratamiento indicado, porque tiene que asistir al hospital público, que no está capacitado para atender a un trasplantado de riñón, de corazón y menos a uno de hígado. Si se afilian a IAPOS, podrán asistir a centros clínicos donde se les podrán dar el tratamiento adecuado", explicó.

Además de la obra social, el proyecto de ley busca la inserción laboral del paciente: "Pedimos que haya igualdad de condiciones con todas las personas que se presentan a concursos en la provincia o en el sector privado. Es una de las problemáticas más grande que tiene el paciente por su condición de trasplantado. Ese es el motivo de la discriminación. No se quieren hacer cargo de esa persona. Podría comprenderse desde el sector privado, por eso pedimos que haya una ley que beneficie al empresario también. Ahora, en el caso del sector público, el Estado tiene que hacerse cargo de todos los ciudadanos. El paciente trasplantado no tiene que ser un ciudadano de segunda clase".

Palamedi argumentó su pedido con un ejemplo: "Tenemos el caso de Carolina Celsi, quien se acercó a la asociación porque se presentó a rendir un concurso en la administración pública provincial, ganó el concurso y cuando fue a Salud Laboral a hacer la carpeta médica, fue declarada 'no apta' por estar trasplantada".

Y agregó su propia experiencia personal: "Yo fui rechazado en la Provincia. Cuando me fui a hacer la carpeta médica, estaba trasplantado, me pusieron el sello en la carpeta de 'no apto' y aquí, lamentablemente, yo ya venía con cierto deterioro, y perdí el órgano y volví automáticamente a diálisis. Entonces, aproveché ese tiempo mientras me recuperaba, y saqué el certificado de discapacidad. Entonces ingresé a la administración pública".

"El Estado le presta más atención al paciente antes de que lo trasplanten. Es algo contradictorio, me dan las herramientas para seguir viviendo pero no me las dan para mantener esa calidad de vida. Nos posibilita el trasplante, la medicación pero no nos da las otras posibilidades: que son la reinserción social, la reinserción laboral. También pedimos que se haga un pase en el transporte urbano de pasajeros y en el interprovincial también, porque muchos trasplantados tienen que viajar a los centros de diálisis".

El reclamo también abarca el tema viviendas: "Pedimos que se priorice al paciente trasplantado en los planes de viviendas provinciales, como lo tienen los policías, los docentes, como los ex combatientes. Hay muchos pacientes que pierden los órganos por no vivir en las condiciones habitacionales correspondientes".

Palamedi aclaró que el diputado Peirone presentó hace 15 días en la Cámara baja un proyecto de las mismas características. "Esperamos que haya una media sanción lo antes posible y que camine también el proyecto similar que presentó el senador Rodrigo Borla. Esperemos poder tener la ley provincial como corresponde de una vez por todas", agregó el titular de Detsa.


Fonte: http://www.sinmordaza.com/noticia/115880-el-estado-no-debe-tratar-a-los-trasplantados-como-ciudadanos-de-segunda.html
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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

La Corunha - Hospital Juan Canalejo

La Corunha - Hospital Juan Canalejo
Hotel de Pacientes - Vários Portugueses salvos por um Transplante Pulmonar

Uma vida é pouco para mim

Uma vida é pouco para mim
O meu lema de vida - Dia do meu Transplante Pulmonar