quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Hospital de S. João do Porto tem como ambição recuperar transplantação hepática

25/01/2012 - 14:23

O director do Serviço de Cirurgia do Centro Hospitalar de S. João, Porto, admitiu esta quarta-feira ser sua ambição recuperar a transplantação hepática, que actualmente está centralizada no Centro Hospitalar do Porto/ Hospital de Santo António, avança a agência Lusa.

“Deixámos de fazer este transplante em 2001, mas a ambição, como corolário da nossa experiência, é recuperar a transplantação hepática para o São João”, afirmou Costa-Maia.

O responsável falava à Lusa a propósito do Curso Internacional de Cirurgia Hepato-Bilio-Pancreática, que se vai realizar entre 02 e 04 de Fevereiro para debater aspectos de organização, acreditação e segurança, entre outros.

O director do Serviço de Cirurgia do S. João não pretende que “se encerre num lado para abrir num outro, trata-se de juntar, sem bairrismo, a gestão de custos e recursos. O mais provável é que se possa arranjar uma solução em que o Norte tenha um grande centro de transplantação”.

“Pode funcionar num dos dois hospitais, com equipas comuns, por exemplo. Não posso dizer qual seria a modalidade, o que posso dizer é que é nossa intenção recuperar aquilo que já fizemos, que foi a transplantação hepática. Não sei se vai ser possível, mas não deixa de ser a nossa intenção, a nossa ambição”, frisou.

A transplantação hepática será um dos temas a abordar no curso que a Unidade Hepato-Bilio-Pancreática do Serviço de Cirurgia do S. João vai organizar no Porto, que homenageará Thomas E. Starzl, que “marcou gerações de cirurgiões e investigadores e protagonizou os últimos 60 anos da história cirurgia hepática e da transplantação”.

O curso vai incidir nos aspectos da organização e da certificação das unidades para fazer cirurgia do fígado, vias biliares e do pâncreas, explicou Costa-Maia, destacando a presença do cirurgião japonês Masatoshi Makuuchi, por ser “uma das personalidades com maior e mais merecido prestígio na cirurgia hepatobiliar”.

Este cirurgião vem pela primeira vez a Portugal e vai operar em directo para o auditório da Faculdade de Medicina do Porto.

Paul McMaster, ex-director do Serviço de Cirurgia HBP e de Transplantação do Queen Elisabeth Hospital, em Birmingham, responsável pela formação de inúmeros cirurgiões de todo o mundo, e que actualmente preside aos “Médecins Sans Frontières” é outras das presenças confirmadas.

A iniciativa arranca com um curso de segurança para equipas cirúrgicas que contará com a participação dos responsáveis pelo Treino e Simulação da TAP Portugal, comandantes Armindo Martins e Jorge Loureiro.

“E, o que têm em comum uma sala de operações e o cockpit do avião? É o ambiente de alta complexidade, é, em primeiro lugar, não querermos fazer erros e termos uma cultura de segurança, em termos de comunicação, de gestão de equipa de tomada de decisão, de check list. Temos muitos procedimentos que são comuns a todos os ambientes de alta complexidade, como são os aviões”, sustentou.
A Unidade Hepato-Bilio-Pancreática do Serviço de Cirurgia do S. João realiza actualmente cerca de 150 cirurgias do fígado e 100 do pâncreas.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/25-01-12/hospital-de-s-joao-do-porto-tem-como-ambicao-recuperar-transplantacao-hep

sábado, 21 de janeiro de 2012

Trasplante y donación de órganos‎: España bate su propio récord



Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=Ph4W3nAvCHY&feature=player_embedded#!

Portugal - Ministro garante programa de transplantes hepáticos

Paulo Macedo reage à morte de bebé transplantada em Madrid

Paulo Macedo espera ter programa de transplantes hepáticos pediátricos até Março

O ministro da Saúde lamentou esta sexta-feira a morte da bebé portuguesa que fez um transplante de fígado em Espanha e garantiu que há condições para reactivar até ao fim de Março o programa de transplantes hepáticos pediátricos. 
 A bebé portuguesa que no final de Dezembro foi submetida a um transplante de fígado em Espanha morreu hoje no hospital de La Paz, em Madrid. "Soube agora que a bebé faleceu com complicações pulmonares. Lamentamos e salientamos o acompanhamento que teve designadamente através do hospital de Coimbra e do próprio consultado que acompanhou esta questão de perto", disse Paulo Macedo à margem de uma visita a um laboratório farmacêutico. 
Portugal passou a encaminhar para Espanha, designadamente para o Hospital de La Paz, em Madrid, com o qual firmou um protocolo, crianças com necessidade de transplante de fígado, desde que deixou de ter disponível, em Coimbra, o único cirurgião habilitado para o fazer. Questionado sobre a reactivação dos centros de transplante hepáticos pediátricos, o ministro da Saúde disse que existem "todas as condições para respeitar" os prazos avançados.  
Em Dezembro, o secretário de Estado Adjunto e da Saúde disse à Lusa que Portugal pretendia reactivar até ao fim de Março o programa de transplantes hepáticos pediátricos, suspenso por falta de médicos especialistas, obrigando o país a recorrer a Espanha.  
Fernando Leal da Costa referiu que o Governo propõe-se a reactivar o programa de transplantes de fígado em crianças, depois de reunidos "os meios adequados para os fazer com segurança" e formada uma equipa de profissionais.
Hoje o ministro da Saúde garantiu que o calendário vai ser mantido e que já foram entregues três propostas que estão a ser analisadas, uma delas de Coimbra.  
"Coimbra diz que consegue por a funcionar em menos de dois meses. Um centro conseguiremos. Estamos a avaliar ainda o segundo. A decisão será em breve", frisou Paulo Macedo. 


Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/ministro-garante-programa-de-transplantes-hepaticos

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

DENUNCIA - Una empresa alemana 'pone en riesgo' el sistema de trasplantes

Página web de la empresa DKMS
Página web de la empresa DKMS
  • Habría "sacado ilegalmente del país más de 1.000 muestras biológicas"
  • Sanidad le acusa de actuar sin el conocimiento de las autoridades sanitarias
  • Matesanz: supone un "riesgo de quiebra del modelo español de trasplantes"

El sistema nacional de trasplantes español, que es líder mundial desde hace años, está seriamente amenazado por una empresa alemana que, con fines comerciales y sin permiso de las autoridades españolas, se dedica a realizar llamamientos masivos a la población para conseguir donantes de médula ósea.
Se trata de DKMS, que posee el registro de donantes de médula más grande del mundo (2,5 millones de personas) y contra quien el Ministerio de Sanidad se plantea emprender acciones judiciales (ya ha encargado un informe ad hoc a la Abogacía del Estado) por la "ilegalidad" de sus actividades en España. Entre otras cosas, Sanidad le acusa de haber "realizado tareas de promoción de la donación y obtención de donantes sin el conocimiento previo de las autoridades sanitarias"españolas, tal y como obliga la Ley de Medidas Especiales en materia de Salud Pública, y de haber sacado de nuestro país más de un millar de muestras biológicas (con ADN de españoles) sin la autorización pertinente.
"Es de las cosas más gordas que han ocurrido en los últimos años en materia de transplantes, una situación a la que hasta ahora nunca me había tenido que enfrentar", valora Rafael Matesanz, coordinador de la Organización Nacional de Transplantes (ONT), que asegura que DKMS "ha atacado a la línea de flotación de todo el sistema nacional de trasplantes", basado en los principios de la "solidaridad", el "altruismo" y la "gratuidad".
Matesanz ha alertado a toda la red sanitaria española de la forma de proceder de esta empresa, que, según un informe del Ministerio al que ha tenido acceso este diario, factura 14.500 euros por médula ("los precios más caros del mercado, casi el doble de los españoles"), con lo que, a 6.000 euros estimados de ganancia por donación, supuestamente obtiene un margen de beneficios de "más de 24 millones de euros cada año".
Según explican en Sanidad, y han confirmado otras fuentes, la cosa funciona más o menos así: DKMS -que el pasado diciembre constituyó una fundación sin ánimo de lucro en nuestro país para poder operar con más libertad- capta donantes en España que se prestan a ceder células de su médula para que sea curado un paciente concreto cuya familia ha realizado un llamamiento masivo dirigido por esta empresa. DKMS se lleva esos donantes potenciales españoles a Alemania, que, además, han sido invitados previamente a hacer una "donación voluntaria de 50 euros", y los inscribe en su propio registro. Luego vende cada médula por 14.500 euros a pacientes u hospitales de otros países, por ejemplo EEUU. O la revende a hospitales españoles, que se ven obligados a pagar, así, 14.500 euros por un donante que, si hubiera estado inscrito en el registro oficial español -el REDMO, que lleva la Fundación Josep Carreras-, le hubiera salido gratis.
"Es una privatización del transplante", resume Matesanz. Es decir, un negocio puro y duro que "supone una desregularización" del sistema público español y, por descontado, un comercio "ilegal" de órganos. "Hemos comunicado a la Dirección General de Salud Pública que se han sacado ilegalmente del país más de 1.000 muestras biológicas", denuncia Matesanz.
Corresponden a las 1.200 muestras que DKMS obtuvo tras realizar el pasado octubre un mediático llamamiento para encontrar el gemelo genético del avilesino de 35 años Hugo Pérez Santos, enfermo de leucemia. Así comenzaron sus actividades en España, de las que la Consejería de Sanidad asturiana y el Ministerio nada sabían. La incursión preocupó tanto que se introdujo como punto en el orden del día de una reunión de la Comisión de Transplantes. Hubo unanimidad entre todas las comunidades autónomas en pedirle explicaciones a DKMS.
En noviembre, la ONT se reunió con DKMS para decirle que "cualquier medida que incida en la salud pública tiene que ser autorizada por las autoridades sanitarias españolas". Un mes después, DKMS acudió al Tribunal Superior de Justicia de Madrid para demandar a la ONT por decir que sus actividades son "ilegales".
Un portavoz de la empresa responde por email a un cuestionario de este periódico: "DKMS no puede aceptar que la ONT publique información errónea sobre DKMS que puede dañar la imagen de DKMS". "Todas las actividades que realizamos cumplen absolutamente las leyes españolas. No hace falta ningún permiso específico para mantener una base de datos de donantes potenciales de médula ósea y células".
Pero Matesanz es concluyente: "La introducción de empresas privadas en nuestro sistema de donación, que no se someten a los mecanismos legales y organizativos que existen en nuestro país, supone un riesgo evidente de quiebra del modelo español de trasplantes"

¿Cómo puedo ser donante de médula?

  • En España, solo está autorizada la Fundación Carreras
  • Es necesario estar sano y tener entre 18 y 55 años
  • En nuestro país hay más de 92.000 potenciales donantes
  • La donación es un gesto completamente altruista

La irrupción de la empresa alemana DKMS en Españapara buscar donantes de médula ósea ha provocado el rechazo inmediato de la Organización Nacional de Trasplantes (ONT) y la Fundación Carreras (la única que tiene permiso en nuestro país para realizar esta actividad). Ambas denuncian la "ilegalidad" de sus actividades en España. El Ministerio de Sanidad ha anunciado cambios legales para la creación de un registro "único" de donantes.
DKMS, que cuenta con el registro de donantes más grande del mundo (2,5 millones de los 18,5 de todo el planeta), aterrizó en Asturias en octubre del año pasado para poner en marcha una campaña de captación de donantes para Hugo Pérez, un paciente de Avilés. Consiguió muestras de saliva de 1.200 donantes potenciales que sacó de España sin permiso.
Aunque la actividad de DKMS es legal en Alemania y en otros países, no lo es ni en España ni en otros como Francia y Brasil, que denegaron la autorización necesaria para operar en sus territorios. En nuestro país habría incurrido en varias ilegalidades según las autoridades sanitarias, aunque desde la empresa lo niegan.
En España no se puede lanzar campañas en materia de salud pública sin permiso de las autoridades sanitarias. Tampoco se pueden realizar captaciones de donantes para un paciente en concreto y no se pueden sacar muestras biológicas sin las autorizaciones pertinentes.
¿Cómo es entonces la donación de médula ósea en España? ¿Qué debe hacer una persona que quiera ser donante? ¿Recibe algo el donante? Descubre cómo funciona la donación en España.

¿Por qué son necesarios los donantes de médula ósea?

La médula ósea es el tejido que se encuentra en el interior de los huesos. En él se fabrican las células de la sangre y del sistema inmunitario. En la médula ósea están lascélulas madre (llamadas progenitores hematopoyéticos) capaces de producir glóbulos rojos, glóbulos blancos y plaquetas.
Una producción excesiva, escasa o anómala de estas células puede provocar distintas enfermedades. Una de ellas, de las más conocidas, es la leucemia. Estos pacientes necesitan recibir células madre de pacientes sanos compatibles para curarse.
Los trasplantes pueden ser de médula ósea, de sangre periférica o de sangre de cordón umbilical.

¿Cómo puedo donar médula ósea en España?

Según explica a RTVE.es Nuria Marieges, la coordinadora del registro REDMO, el único autorizado en España, para ser donante de médula ósea hay que tener entre 18 y 55 años y estar sano.
La persona que quiera hacerse donante tiene que acercarse al centro de referenciaque haya establecido la comunidad autónoma donde viva. Allí le extraen una muestra de sangre para ver su tipaje HLA (antígenos leucocitarios humanos), que es lo que determina si un paciente es compatible con otro "para que no haya rechazo", explica Marieges.
Los datos del donante se incluyen en la base de datos de REDMO y en la base de datos de la Red Mundial de Donantes de Voluntarios de progenitores hematopéyicos. En España el REDMO ha cerrado el año 2012 con más de 92.000 donantes de médula ósea. Cada año se incorporan entre 7.000 y 8.000 potenciales donantes.
Hay contraindicaciones para ser donante como la hipertensión arterial no controlada, ser diabético insulinodependiente, tener el virus de la hepatitis B o C, el virus del VIH/sida, etc.

¿Acaba donando todo aquel que esté en un registro?

No. Solo un número muy reducido de los donantes que se apuntan a un registro acaban donando finalmente. Según los datos de la Fundación Carreras, en el año 2010 solo 39 personas inscritas en el REDMO fueron requeridas finalmente para donar.
Cuando una persona necesita un trasplante comienza la búsqueda de un donante compatible. Lo primero es buscar en el entorno familiar. La posibilidad de tener un hermano compatible es de un 25%. Un porcentaje que se reduce a menos del 5% en el caso del resto de la familia.
Si no hay un familiar compatible, hay que localizar un donante voluntario no emparentado. Es entonces cuando entran en juego los registros como el REDMO. Si no se encuentra un donante en España se busca en otros países. El organismo que coordina todos los registros es la BMDW (Bone Marrow Donors Worldwide)
La media para encontrar a un donante compatible es de tres meses de media, según señala Nuria Marieges. En 2010, se comenzaron a buscar donantes para 768 pacientes españoles.

¿Qué ocurre si soy compatible con un paciente?

Si puedes ser compatible con un paciente que necesita un trasplante, recibirás una llamada de tu centro de referencia al que tendrás que acudir para una nueva extracción de sangre para ampliar el estudio del sistema HLA en el caso de que no se guardara la primera muestra en el laboratorio.
En cualquier caso te sacarán sangre para analizar la compatibilidad y comprobar que no tienes ninguna enfermedad infecto-contagiosa. Antes se volverá a preguntar al donante si desea seguir adelante con la donación.
Marieges explica a RTVE.es que "se les explica tantas veces como haga falta" en qué consiste todo el proceso.

¿Puedo dar marcha atrás si me llaman para donar?

Estar apuntado en el registro no significa que se tenga que donar sí o sí si te llaman. El donante puede negarse. De hecho tiene que dar su consentimiento de nuevo para seguir con el proceso. Sin embargo, hay un momento en el que la no donación puede significar la muerte del paciente.
Para reducir el peligro de rechazo, al paciente se le inmunodeprime. Si no se realiza el trasplante puede morir. Sin embargo, Marieges explica que los donantes son personas comprometidas y no se echan para atrás si han decidido donar finalmente.

¿Donación de médula ósea o sangre periférica?

Es el médico del paciente el qué decide cuál es el mejor tratamiento en caso de necesitar un trasplante de células madre. Si necesita la sangre de cordón umbilical (que se conservan congeladas) o si necesita un trasplante de médula ósea o de sangre periférica. En ambos casos es necesario localizar al donante.
La donación de médula ósea consiste en la extracción de la médula ósea mediante lapunción de las crestas ilíacas posteriores (prominencias óseas de la parte posterior-superior de la pelvis). Se puede hacer con anestesia general o epidural y conlleva el ingreso del donante.
Un mes antes, al donante se le extrae sangre para hacerle después una autotransfusión porque la donación supone la pérdida del volumen de sangre. De un donante de 70 kilos se obtienen, según la información de la Fundación Carreras, unos 1.000-1.400 ml de sangre medular.
Además de la extracción de sangre se hacen diversas pruebas para comprobar su salud y se firma el correspondiente consentimiento informado.
En el caso de la donación de sangre periférica lo que se hace es obtener las células madre de la sangre del paciente a través de una máquina similar a las de las diálisis. Lo que hace la máquina es una aféresis, como si filtrara la sangre para quedarse con lo que le interesa.
Como la cantidad de células madre que hay en la sangre en condiciones normales es baja, lo que se hace antes de la donación es administrar al donante unas sustancias denominadas "factores de crecimiento hematopoyético" que provocan el paso de células madre de la médula ósea a la sangre periférica, aquella que circula por todo el cuerpo.

¿Qué efectos secundarios tiene la donación de médula ósea?

En el caso de la donación de médula ósea, el único efecto secundario destacable esdolor en la zona de la punción. Se recomienda reposo relativo y se puede pedir una baja laboral de entre 4 y 5 días. Excepcionalmente puede aparecer fiebre, mínimo sangrado en la zona del pinchazo, sensación de mareo o infección.
En el caso de la donación de sangre periférica puede haber dolor generalizado de huesos y músculos (como si fuera una gripe) y menos frecuentemente dolor de cabeza, sensación de ansiedad, dolor torácico, nauseas, vértigo o sudoración nocturna. Puede producir también calambres y hormigueos.

¿Tengo que desplazarme al lugar de origen del paciente para donar?

No. La donación se hace en el hospital de referencia de la comunidad autónoma. Es la Fundación Carreras la que se encarga de coordinar todo el proceso. De la conservación de la muestra obtenida, de su congelación y su envío a cualquier punto del mundo, si es necesario.

¿Recibo algo por donar? ¿Pagan algo los pacientes?

No. La donación en España es completamente altruista y solidaria. Nadie es recompensado por donar ni médula ósea, ni sangre ni órganos. Es uno de los éxitos del sistema español. Tampoco tienen que pagar nada los pacientes por recibir la donación.
La empresa alemana DKMS, sin embargo, pide como "voluntad" unos 50 euros a los potenciales donantes a los que envía un kit para la obtención de saliva para sufragar el posterior análisis.
En España nadie cobra por hacerse donante y entrar a formar parte del REDMO.

¿No cuestan entonces nada los trasplantes?

Si el donante está inscrito en el REDMO y la intervención se realiza entre comunidades autónomas, el trasplante no conlleva coste alguno. En el caso de que la médula se exporte fuera de España, el Estado paga a REDMO 8.500 euros para cubrir los gastos de todo el proceso.
La empresa alemana DKMS, sin embargo, cobra 14.500 euros por médula, un coste de "los más altos de todo el mundo", según explica a EFE el coordinador de la ONT, Rafael Matesanz.
Es una diferencia de unos 6.000 euros. Por este motivo se está hablando de ánimo de lucro en el caso de la empresa alemana.

"La iniciativa privada en las donaciones choca con nuestro sistema" - Una empresa alemana capta donantes de médula ósea para cobrar por los trasplantes




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RAFAEL MATESANZ | DIRECTOR DE LA ORGANIZACIÓN DE TRANSPLANTES

"La iniciativa privada en las donaciones choca con nuestro sistema"

Después de que saliera a la luz la actividad de la empresa alemana DKMS que captaba donantes de médula ósea en nuestro país para cobrar por los trasplantes, se ha reabierto el debate sobre la donación de órganos en España. Rafael Matesanz, director de la Organización Nacional de Trasplantes ha dado su opinión sobre este sistema de donaciones y ha afirmado que "choca frontalmente con el español".

antena3.com  |  Madrid  | Actualizado el 18/01/2012 a las 09:13 horas
El director de la Organización Nacional de Trasplantes, Rafael Matesanz, ha valorado la actividad de la empresa privada DKMS, que gestiona donaciones privadas de particulares que son remunerados económicamente en las Noticias de la Mañana con Sandra Golpe y Luis Fraga.
Matesanz destaca que España es un país pionero en cuanto a los transplantes. "Si hablamos de la médula, la Fundación Carreras contabiliza que de las 800 personas que inician la búsqueda entre un 80 y 90% la encuentran", asegura el doctor. Además, el entrevistado sostiene que en el mundo hay "19 millones de donantes". En el caso de España el 10% de las donaciones es de cordones umbilicales pero cuando se busca un donante  el órgano puede provenir de cualquier parte del mundo.

Sobre la actividad de DKMS Matesanz afirma que tenemos una sistema de trasplantes que se basa en una cobertura universal y en el altruísmo y esta empresa quiere introducir en la donación de médula la iniciativa privada, y "eso choca frontalmente con nuestro sistema". "Esto puede ser legal en Alemania pero en España no tiene cabida. En Europa hay una especie de norte-sur entre los países del centro-norte y los latinos, allí está todo ligado a iniciativas privadas y aquí está todo centrado en el sector público", matiza el doctor.

Fígado Morreu a bebé portuguesa transplantada em Madrid

Algo que Portugal poderia ter evitado?! Quem sabe!
Os meus sentimentos para a familia!
Sandra Campos




Morreu a bebé portuguesa transplantada em Madrid
Fotografia © Direitos reservados

Morreu a bebé portuguesa a quem tinha sido transplantado um fígado no final do ano, em Madrid.

A notícia é avançada pela SIC Notícias, que diz que a menina não resistiu a complicações graves que surgiram logo após o transplante realizado no penúltimo dia de 2011.
Ashley tinha um ano e estava em Madrid desde outubro ao abrigo de um programa feito entre Portugal e Espanha. O acordo está em vigor desde que em Portugal deixaram de ser feitos estes transplantes de fígado, por ter deixado de estar disponível, em Coimbra, o único cirurgião habilitado para o fazer.
Esta é a segunda criança portuguesa a falecer no hospital de La Paz, na capital espanhola. A primeira tinha sido em novembro de 2011. Tiago, um bebé de dois anos de Braga, esperava em Espanha por um fígado novo. Apesar de o protocolo ter sido acionado, não foi possível salvar-lhe a vida, devido a uma infeção.
A pequena Ashley sofrera uma hemorragia no passado dia 6 de janeiro e, desde então, ficara ligada a uma máquina que realiza a função pulmonar, fornecendo-lhe oxigénio.

Contactos: Hepaturix - Associação Nacional das Crianças e Jovens Transplantados ou com Doenças Hepáticas
Fonte: http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=2253869
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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

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SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

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2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

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Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
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Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

La Corunha - Hospital Juan Canalejo

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Uma vida é pouco para mim

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