segunda-feira, 23 de abril de 2012

Espanha aprova reformas para poupar 7.000 milhões de euros na Saúde


23/04/2012 - 08:47

O Governo espanhol anunciou que aprovou na passada sexta-feira uma “reforma ampla e completa” que poupará até 7.000 milhões de euros nos gastos do sistema de saúde, procurando garantir a sua “sustentabilidade e viabilidade” futura, avança a agência Lusa.

Ana Mato, ministra da Saúde, explicou aos jornalistas depois da reunião de Conselho de Ministros que se trata de uma reforma difícil e que “exige sacrifícios equitativos” aos cidadãos, mas que é necessária para responder ao défice de 16 mil milhões de euros no sector.

“Garantimos a universalidade da saúde para todos os espanhóis mas vamos acabar com os abusos que fazem alguns estrangeiros”, disse.

Mato detalhou algum dos “abusos ilegais” que cidadãos estrangeiros fazem do sistema, como o acesso a um cartão de saúde simplesmente por se registarem no Padrão Municipal dos municípios espanhóis, processo que exigirá agora novos requisitos.

Segundo afirmou, alguns cidadãos não comunitários registam-se no padrão municipal e depois registam os seus familiares, mesmo que não vivam no país mas que depois viajam até Espanha apenas para os tratamentos médicos.

A ministra criticou ainda o que se define actualmente como “turismo sanitário”, que o Governo estima que custa aos cofres do Estado espanhol até mil milhões de euros.

Assim, a medida adapta uma norma europeia para resolver um erro pelo qual não se pode facturar a atenção médica dada anualmente a 700 mil cidadãos comunitários pelo sistema de saúde espanhol.

Entre as medidas aprovadas na passada sexta-feira inclui-se a introdução de taxas moderadoras para os medicamentos, determinadas em função dos rendimentos e que abrangerão todos os cidadãos, incluindo pensionistas (até aqui isentos).

Passarão a pagar uma média de 10 por cento dos medicamentos, com um máximo de entre oito e 18 euros, ficando isentos apenas os que estejam desempregados e sem receber subsídio.

“Queremos que contribuam mais os que mais têm para que os que não têm contribuam pouco ou nada”, disse, afirmando que quem tenha rendimentos de mais de 100 mil euros pagará 60 por cento dos custos dos medicamentos.

O Governo cria ainda as bases para uma carteira de serviços comuns que procura eliminar as diferenças que actualmente existem entre as várias comunidades autónomas (que têm competências na área da saúde).

Será alargada a Plataforma Centralizada de Compras para fármacos e tecnologia, fomentado o uso de genéricos e a adaptação das embalagens aos tratamentos.

“Em Espanha atiram-se anualmente para o lixo 3.800 toneladas de medicamentos e esse é um valor em crescimento. Isso torna necessário tomar medidas”, disse a ministra, explicando que se exigirá “às empresas farmacêuticas que adaptem as embalagens ás durações dos tratamentos”.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/politica-de-saude/23-04-12/espanha-aprova-reformas-para-poupar-7000-milhoes-de-euros-na-

domingo, 22 de abril de 2012

En Sant Jordi, un libro a cambio de donar sangre o por un beso a desconocido


Se acerca Sant Jordi, el Día del Libro por excelencia, y los hay que, tras semanas azuzando el ingenio, proponen conseguir uno de ellos sin necesidad de gastar dinero, a cambio de donar sangre o por un beso a un desconocido.
Todas las personas que el lunes den sangre en Cataluña recibirán un libro de regalo, en una iniciativa de Edicions 62 para agradecer este acto altruista y compartir con todos ellos el 50 aniversario de la editorial.
La iniciativa, que forma parte de un convenio entre la editorial y el Banco de Sangre y Tejidos, supondrá la entrega de títulos como "El secret de Picasso", de Francesc Miralles; "Amor meva", de Isabel-Clara Simó; "Les històries naturals", de Joan Perucho o "Natura quasi morta", de Carme Riera.
La campaña se activará a las nueve de la mañana en el Hospital Clínico, donde la cocinera y también novelista Ada Parellada y el periodista David Escamilla, donarán sangre.
Los que participen en la iniciativa recibirán, además, un punto de libro diseñado por los trabajadores del Banco de Sangre y Tejidos.
Por otra parte, tampoco no hará falta dinero para conseguir un libro si uno acude al puesto de venta de libros en Portaferrissa, 25, donde se pueden obtener diversos títulos a cambio de "besar a un desconocido", "llamar a la madre para decirle te quiero" o a cambio de plantar un árbol.
Es la segunda vez que se lleva a cabo este proyecto, que el año pasado ya permitió que uno de los ejemplares se vendiera a cambio de una donación de órganos.
El Museo de Arqueología de Cataluña liberará el día 23 un total de 60 libros en Barcelona y Girona, así como en los diferentes equipamientos patrimoniales que lo conforman, en una iniciativa promovida por ARTIUM, que cuenta con la participación de más de 70 bibliotecas y centros de documentación de diferentes museos catalanes, de España y de otros países como Egipto y Estados Unidos.
No son las únicas iniciativas que se han preparado para el lunes, un día en el que también quieren implicarse empresas como la cosmética neoyorquina Kiehl's Since 1851, que festejará Sant Jordi con un castell ante el establecimiento, ubicado en el Paseo de Gracia, a cargo de la Asociación Castellers de la Sagrada Familia.
La firma Desigual, por su parte, quiere invitar a todos sus clientes a ser escritores por un día, por lo que durante todo el fin de semana y el lunes colocará un libro gigante en la entrada de sus establecimientos en los que se podrá plasmar ideas y frases con las que se creará el "Libro Desigual".

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Portugal - Estado paga cuidados de saúde fora do país a partir de Outubro de 2013


  Falta apenas um ano e meio, mas a maior parte dos portugueses desconhece que vai passar a poder aceder a cuidados de saúde nos outros países da União Europeia (UE), em unidades públicas ou privadas, a partir de Outubro de 2013. É para antecipar os riscos e perspectivar as oportunidades que decorrem da mobilidade transfronteiriça de doentes na UE que a Entidade Reguladora da Saúde (ERS) organiza esta sexta-feira, no Porto, uma conferência, depois de ter apresentado um estudo preliminar sobre esta matéria, avança o jornal Público.

Aprovada em Março de 2011, a Directiva 2011/24/UE — a ser transposta pelos Estados-membros até 25 de Outubro de 2013 — assegura a mobilidade dos doentes relativamente a cuidados de saúde programados, desde cirurgias a consultas, tratamentos e exames. Na prática, isto significa que o Estado português passará a ter de pagar os cuidados prestados noutros países, no caso de não conseguir dar-lhes resposta em tempo útil. Ou seja, um português em lista de espera que ultrapasse o tempo máximo de resposta garantido em Portugal para uma cirurgia a uma catarata, por exemplo, pode ser operado em Espanha ou noutro país comunitário. Mas há condicionantes: apenas será reembolsado mais tarde (no valor da tabela do país de origem) e suportará os custos do transporte e estadia. Condições que, à partida, permitem antecipar que o novo modelo vai beneficiar sobretudo os cidadãos com maior capacidade financeira e informação, escreve o Público.

“As pessoas não têm consciência do que pode acontecer. [A aplicação da directiva] pode representar uma enorme turbulência para o sistema de saúde português. E a turbulência tem riscos e oportunidades, que devemos antecipar. Não podemos esperar por 2013 e depois verificar que há centenas ou mesmo milhares de portugueses a procurar cuidados de saúde no exterior ou o inverso”, explica o presidente da ERS, Jorge Simões, lembrando que cada Estado-membro deve fazer “o trabalho de casa, de modo a que não haja grandes surpresas”.

Este novo modelo pode pôr em risco a sustentabilidade do SNS?

“Esse risco existe se não houver um estudo, se não pensarmos nos pontos de fragilidade”, admite Jorge Simões ao Público, que lembra, porém, que a directiva permite “escapatórias”, ao prever que os países concedam autorização prévia (nos casos de internamento de mais de uma noite e tratamentos altamente especializados e onerosos).

“Há várias áreas em que supostamente vamos conseguir atrair cidadãos de outros Estados-membros”, acredita o presidente da ERS, que dá o exemplo da cirurgia cardíaca. Agora, o inverso — a saída de portugueses para tratamento no estrangeiro — também é previsível, “porque temos listas de espera com uma dimensão considerável”, frisa.

No estudo preliminar feito em 2011 pela ERS, os cálculos feitos a partir de dados da Comissão Europeia (CE) indicavam que o aumento de circulação de doentes poderia render a Portugal 1,18 milhões de euros. De acordo com a CE, em 2008 havia cerca de 7,8 milhões de pessoas em lista de espera e, dessas, 10% estariam disponíveis para receber cuidados de saúde fora do país. Portugal, à data com 80 mil utentes em lista de espera, gastaria 320 mil euros, a que se juntariam 3,3 milhões de euros para as despesas de aplicação e monitorização da directiva e mais 1,3 milhões para a criação de pontos de contacto nacionais e actividades informativas.

Mas estes dados precisam de ser actualizados e enquadrados e é isso mesmo que vai ser feito esta sexta-feira na conferência que a ERS organiza na Fundação Engenheiro António de Almeida, no Porto.


Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/politica-de-saude/20-04-12/estado-paga-cuidados-de-saude-fora-do-pais-partir-de-outubro-

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Urina 24 horas


A colheita de urina 24 horas, tem como objectivo medir a quantidade de urina que o rim elimina em 24 horas e avaliar alguns valores anormais como por exemplo a proteinúria (eliminação excessiva de proteínas na urina).
Como se realiza o exame
Este exame não necessita de qualquer preparação. A recolha da urina é feita ao longo de um dia e noite. Inicia de manhã, a primeira urina da manhã não é colhida sendo a restante do dia e noite, colocada num recipiente fornecido pelo laboratório. A recolha acaba no dia seguinte com a colheita da primeira urina da manhã. A hora de início e fim deve ser a mesma, ou seja, se a primeira micção que foi desperdiçada, ocorreu por volta das 8horas, a última recolha deve ser às 8 horas do dia seguinte.
A urina deve ser mantida fechada e protegida da luz e calor. Quando acabar a colheita, a urina deve ser entregue de imediato no laboratório.
Fonte: http://www.conhecersaude.com/exames-medicos/u/3311-Urina-horas.html

El crimen que puede cambiar la historia La sustracción forzada de órganos de practicantes de Falun Gong podría definir el futuro de China


Practicantes de Falun Gong en Tokio, Japón, hacen una representación de la sustracción forzada de órganos de la que son víctimas los practicantes en China. (Foto: minghui-es.org)



Más información

Estas palabras se asocian normalmente con la extirpación de órganos de prisioneros de conciencia vivos – principalmente practicantes de Falun Gong
Un informe reporta las prácticas "innovadoras" de un centro de investigación policial que ejecuta prisioneros para extraer sus órganos
Un colega me preguntó si yo pensaba que los documentos que el ex jefe de policía de Chongqing, Wang Lijun, le entregó al consulado de EE.UU. en Chengdu incluían información específica sobre la sustracción de órganos en vida de practicantes de Falun Gong (también conocido como Falun Dafa). Debo admitir que aunque leí toda clase de especulaciones acerca de los papeles que Wang Lijun entregó a los funcionarios del consulado norteamericano, nunca me detuve a pensar en esto. Pero cuando mi colega me hizo esta pregunta, mi respuesta inmediata fue ‘¡Sí!’. Luego de reflexionar por un momento, le expliqué por qué pensaba que era muy probable. Cuando salió del consulado el 7 de febrero, Wang Lijun hizo unas pocas declaraciones. Una de las cuales fue “yusiwangpo”, que significa: “El pescado muere y la red se rompe”. Si los documentos eran solamente acerca de la corrupción y traición de Bo Xilai, ¿serían Bo y Wang los blancos de “yusiwangpo” –destrucción simultánea? ¡No! Esos tipos de crímenes no serían lo suficientemente grandes como para merecer tal castigo. Para los EE.UU., los asuntos de malversación de fondos, quién está en el poder o quién se rebela, son todos asuntos internos de China. Una vez que EE.UU. establece relaciones diplomáticas con una nación y reconoce a un país o régimen, generalmente no se involucra en los asuntos internos de ese país. En tal caso, los documentos de Wang no hubieran predicho el “yusiwangpo”. Sin embargo, si los papeles que Wang dejó en el consulado están relacionados con la sustracción de órganos, lo cual es un crimen de lesa humanidad, y si EE.UU. hiciera pública dicha información, entonces este caso realmente sería una cuestión de vida o muerte, no solo para Bo y Wang, sino también para el régimen comunista chino. Si se confirmara este crimen y el mundo entero lo entendiera, la China comunista estaría acabada, sin ninguna base moral para sostenerse. Después de esta explicación, mi colega me preguntó por qué el gobierno de EE.UU. no ha hecho pública la información, si es que los documentos existen. Analizándolo desde otro ángulo, uno tiene que preguntarse, ¿cuáles serían las consecuencias si EE.UU. hiciera una declaración? Antes que nada, significaría que EE.UU. reconoce y acepta la evidencia y está dispuesto a defenderla. Lo que es más, frente a tales crímenes contra la humanidad, EE.UU. tendría la obligación moral de tomar acciones inmediatas contra tales crímenes. ¿Está el gobierno de EE.UU. preparado para hacer esto? Es difícil de decir. Se podría pensar que frente a un problema tan grande, EE.UU. tiene que adoptar un enfoque cauteloso. Podría considerar que es mejor dejar que el régimen chino lo maneje con sus luchas internas; eso le ahorraría un montón de problemas a Estados Unidos. Un crimen demasiado terrible como para creerlo Quizá un gobierno es similar a un individuo. Hace unos años, cuando surgieron los alegatos de sustracción de órganos de practicantes de Falun Gong, no quería creerlo y no me atrevía a creerlo. Era tan terrible y atroz. Al mismo tiempo, si yo elegía creer en la veracidad de las acusaciones, instantáneamente me enfrentaría con una responsabilidad moral y con la pregunta de qué debería hacer para detener tan flagrante crimen. Por lo tanto, hubiera sido mucho más fácil no creer y acusar a los practicantes de Falun Gong de difundir rumores. Al enterarse de este horror, muchas personas reaccionaron como yo al principio. Sin embargo, algunos expertos en medicina no necesitaron ayuda para convencerse, ya que pudieron sacar sus propias conclusiones en base a los hechos y la evidencia. Tuve la oportunidad de reunirme con dos eminencias en el campo de la medicina que hablaron en contra de la sustracción forzada de órganos de practicantes de Falun Gong vivos. El profesor Arthur Caplan, director del Centro de Bioética de la Universidad de Pennsylvania, ha sido nombrado por la revista “Discover” como uno de los 10 científicos más influyentes y famosos del mundo. El Prof. Caplan dijo en una entrevista reciente que encontrar un hígado en tres semanas solo puede hacerse asesinando a demanda. Sin embargo, muchos hospitales en China, especialmente hospitales militares, publicitaban tiempos de espera así de cortos a fin de atraer clientes. En EE.UU., Australia y la mayoría de los países, generalmente toma varios años, a veces más de 10 años, hasta encontrar un órgano adecuado, dijo el Dr. Caplan. En un discurso del 13 de marzo en el Colegio de Médicos de Filadelfia, el Dr. Caplan dijo: “Especialmente para turistas de trasplantes, si uno va a China y consigue un trasplante de hígado en tres semanas, eso significa que alguien programó una ejecución, analizó la sangre y los tejidos de los potenciales ejecutados, y los preparó antes de que usted fuera”. “Es decir, uno no tiene un tiempo de espera de tres semanas solamente por esperar que alguien compatible biológicamente muera en prisión. Tendrán que encontrarlo y matarlo mientras el turista todavía está allí. Entonces, eso es matar a demanda”. El otro médico destacado es el Dr. Jacob Lavee, miembro de la Junta de Asesores de Médicos Contra la Extirpación Forzada de Órganos, y jefe del departamento de trasplante del Centro Médico Sheba en Tel Hashomer, Israel. David Kilgour, co-autor del libro “Cosecha Sangrienta”, y yo visitamos al Dr. Lavee en 2008. El Dr. Lavee dijo que él sabía del serio problema en China antes de que se hiciera pública la noticia acerca de la sustracción de órganos de practicantes de Falun Gong. Uno de sus pacientes necesitaba un trasplante de corazón y había estado en lista de espera por más de un año. Un día este paciente le dijo al Dr. Lavee que había encontrado una fuente de suministro de corazones en China y que ya tenía programado un trasplante. El Dr. Lavi nos contó que le dio escalofríos cuando escuchó esto de su paciente. Teniendo en cuenta que un corazón sólo puede sobrevivir 4-5 horas fuera del cuerpo, esto quería decir que el hospital chino era capaz de “prever” o “planear” el momento en que aparecería un donante de corazón. ¿Pero cómo podría ser esto posible cuando los órganos son donados después de la muerte natural de la persona? ¿Cómo era posible que supieran que el tipo de sangre del donante que acababa de morir era perfectamente compatible con la persona que necesitaba el trasplante? Con esta experiencia directa, el Dr. Lavee estaba completamente convencido de la autenticidad de los alegatos que luego se difundieron, según los cuales el régimen comunista chino estaba sustrayendo órganos de los practicantes de Falun Gong. El Dr. Lavi se convirtió en un activista en contra de la sustracción forzada de órganos. También ayudó con la traducción al hebreo del “Informe sobre alegatos de extirpación de órganos a practicantes de Falun Gong en China”, realizado por David Matas y David Kilgour. El informe identificó 41.500 operaciones de trasplante que se realizaron entre 2000 y 2005 para las cuales los practicantes de Falun Gong son la fuente más probable de órganos. Recientemente, Matas estimó que 62.000 practicantes fueron víctimas de la sustracción de órganos en el periodo 2000-2008. Como resultado de los esfuerzos del Dr. Lavee y otros, desde 2008, el gobierno de Israel ha dejado de solventar operaciones de trasplantes de órganos en China. En busca del perdón del pueblo Mi colega asintió al escuchar mis explicaciones y dijo que esta era una gran oportunidad para el líder del Partido, Hu Jintao, y el primer ministro Wen Jiabao. “Deberían exponer la verdad acerca de la persecución a los practicantes de Falun Gong y la sustracción de órganos en vida, y llevar a juicio a los responsables”, dijo mi colega. “Si hacen eso, se ganarán el corazón del pueblo. De otro modo, puede que no tengan otra oportunidad de cumplir su responsabilidad histórica y, lo que es peor, serán condenados por la historia”. Posiblemente Wen Jiabao ya lo sepa. En una conferencia de prensa reciente, pidió perdón y misericordia al pueblo chino. Misericordia es lo que pide alguien culpable de un crimen. Puede estar pidiendo perdón por los errores que cometió durante su mandato. ¿Pero de qué crímenes quiere ser absuelto? Un cambio en la postura del régimen chino podría observarse en el comportamiento de Internet. Recientemente Baidu desbloqueó la búsqueda de varios términos sensibles relacionados al grupo espiritual Falun Gong, incluyendo “extirpación de órganos en vida” y “Zhuan Falun” (libro principal de las enseñanzas de Falun Gong). Si se quitara completamente el bloqueo de Internet, y los chinos pudieran acceder sin restricciones a la verdad de los hechos, la desintegración del régimen comunista chino podría ocurrir de la noche a la mañana, sin una lucha de vida o muerte. Los chinos seguirán allí después de que el Partido Comunista se desintegre. Pero en la futura China con Estado de derecho, cada persona tendrá que cargar con la responsabilidad de lo que ha hecho en el pasado. Hay un dicho en China que la gente solía creer: “La red del Cielo tiene una malla grande, pero no deja que nada la atraviese”. Jennifer Zeng es la autora de “Witnessing History: One Chinese Woman’s Fight for Freedom and Falun Gong” (Testigo de la historia: La lucha de una mujer china por la libertad y Falun Gong). Antes de ser perseguida en China por su fe, era investigadora y asesora en el Gabinete de China del Centro de Desarrollo del Consejo de Estado.
Fonte: http://www.lagranepoca.com/23737-crimen-que-puede-cambiar-historia

Regalar un riñón sin importar la edad


  • Los años del donante apenas influye en el éxito de la operación
  • Aumentar la lista de donantes altruistas vivos es el objetivo de la ONT
Quienes tienen problemas renales y están a la espera de un trasplante suelen pensar que lo mejor es que su nuevo órgano provenga de un paciente joven y lleno de vida. Sin embargo, un estudio reciente indica que la edad del donante no es tan importante como en principio parece, al menos cuando se trata de donantes vivos.
Sólo hay una excepción: los receptores entre los 18 y 39 años, "quienes experimentan mejores resultados si las personas que donan sus riñones tienen edades parecidas". A partir de los 39, afirman los autores de la investigación, publicada en 'Clinical Journal of the American Society Nephrology' (CJASN), "la edad de los donantes vivos de riñón (entre los 18 y los 64 años) tiene un efecto insignificante en el posible rechazo del injerto renal".
Lo que suele ocurrir es que los familiares ofrecen su riñón, pero no siempre es compatible con el paciente. En España, se suple con "los trasplantes de cadáver. Tenemos muchos donantes de este tipo", explica Adolfo Martínez, coordinador de trasplantes del Hospital Ramón y Cajal de Madrid. Pero existe una alternativa que facilita el proceso y se utiliza mucho en EEUU: la donación cruzada. Es decir, una persona que necesita un riñón y cuenta con un donante incompatible realiza un intercambio de órganos con otra pareja en la misma situación.
"Este programa ha empezado a realizarse en España hace muy poco tiempo», en 2011, "y se está impulsando cada vez más", señala el doctor Martínez. "La lista de enfermos en diálisis es larga y siempre se ha sabido que los riñones de donantes vivos duran más y funcionan mejor que los de cadáver".
Cuando el trasplante proviene de un familiar, un padre por ejemplo, "la edad no se tiene en cuenta". Pero lo que se pensaba hasta ahora, y así se asumía en EEUU, donde la mitad de estos procesos son de donante vivo, es que en los trasplantes cruzados, la edad sí importaba. "Intentan buscar donantes vivos más o menos con los mismos años (un margen de 10)", apunta el especialista español al comentar el estudio. Sin embargo, el artículo demuestra que "la edad influye muy poco en el éxito del trasplante". Los pacientes no deben preocuparse por la edad de la persona que les regala su riñón, confirma el principal autor de la investigación, John Gill, médico de la Universidad British Columbia (Vancouver, Canadá) . Gill y su equipo analizaron la supervivencia de los riñones donados por edades. Incluyeron datos desde 1998 a 2007 y observaron que, "a excepción de los pacientes entre 18 y 39 años, que se beneficiaban más de los donantes con edades similares, los años que tuviera el donante (entre 18 y 64) tenía un efecto mínimo sobre la supervivencia de los riñones trasplantados en el resto de los receptores".

Mucho mejor que esperar

También estudiaron qué ocurría con los pacientes en lista de espera. "Las probabilidades de recibir un riñón de cadáver después de tres años oscilaban entre el 21% y el 66%", dependiendo de su grupo sanguíneo, de los niveles de anticuerpos. Existía un «riesgo de entre el 6% y el 27% de ser excluido por cuestiones de edad, enfermedades de riñón», etc. Teniendo en cuenta este panorama, "es mejor opción recibir un riñón de un donante vivo mucho mayor que esperar el órgano de un difunto".
Aunque en España la lista de espera es menor, entre 18 y 20 meses, aumentar el número de donantes altruistas vivos es uno de los objetivos de la Organización Nacional de Trasplantes (ONT). España está aún por debajo de la media europea (un 10% frente a un 18%). "Con las donaciones cruzadas podríamos incrementar en un 20% las donaciones de vivo", señalaba Rafael Matesanz, coordinador de la ONT, a principios de 2011, cuando se realizó el primer trasplante renal en cadena de donante vivo.
Las ventajas son notables. La supervivencia de los órganos es mayor (aproximadamente un 10%) y los trasplantes pueden realizarse tanto en pacientes que están en diálisis como en aquellos que aún no la reciben. Dadas las expectativas, los resultados de este estudio son una buena noticia. "Deberían ayudar a aumentar la participación de los donantes vivos en programas de trasplantes cruzados y reducir la preocupación de los pacientes que creen que la edad del riñón que le trasplanten importa», concluye el doctor Gill.

Alejandro Sanz: Cuando muera, donaré mis órganos porque eso es vida

´Salvar vidas después de morir. Eso es vida. ;)´, colocó el cantante en su cuenta de Twitter muy convencido de la idea.



Un tema que se ha puesto sobre el tapete en los últimos días en nuestro país es la donación de órganos. Respecto al tema, pero en otra realidad, el cantante español Alejandro Sanz ha dado su punto de vista sobre el particular.
Yo cuando muera, donaré mis órganos. Salvar vidas después de morir. Eso es vida. ;)”, colocó en su cuenta de Twitter muy convencido de la idea.
Como se sabe, España es uno de los países que tiene un elevado nivel en trasplantes de órganos en el mundo.
Mientras tanto en Perú, un caso que captó hace un mes la atención pública fue el trasplante de hígado al que fue sometido el exconductor de televisión Jorge Henderson.
Él se encontraba diagnosticado de una agresiva cirrosis y sus posibilidades de seguir con vida eran mínimas.
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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

La Corunha - Hospital Juan Canalejo

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Hotel de Pacientes - Vários Portugueses salvos por um Transplante Pulmonar

Uma vida é pouco para mim

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O meu lema de vida - Dia do meu Transplante Pulmonar