segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Carolina Patrocínio: Dar está-lhe no sangue



"Dar Está-lhe no sangue" é o mote da nova campanha de sensibilização para a dádiva de sangue, do novo Instituto Português do Sangue e da Transplantação, resultado da fusão do antigo Instituto Português de Sangue e Autoridade para os Serviços do Sangue e da Transplantação e os centros de Histocompatibilidade.

A grande novidade desta fusão é que no local onde der sangue, já se pode inscrever para futuro dador de medula óssea, não sendo para isso necessário dirigir-se a um dos centros de histocompatibilidade.

Como não conseguia encontrar esta informação on line, hoje fiquei satisfeita pela minha amiga Paula Machado, há muitos anos dadora de sangue ter publicado esta noticia no seu blog. Já agora fica aqui o endereço para que possam ler o resto da noticia: http://vidademulheraos40.blogspot.pt/2012/08/carolina-patrocinio-dar-esta-lhe-no.html

Obrigada,
Sandra Campos

domingo, 5 de agosto de 2012

Portugal 2012 - Transplantes: «Apesar de nos pagarem menos, transplantamos mais»

Serviço de Cirurgia Cardiotorácica do Hospital de Santa Marta é o único no país a transplantar pulmões

Os transplantes pulmonares são os únicos que estão a aumentar este ano, segundo os dados da Autoridade para os Serviços de Sangue e da Transplantação. Entre janeiro e junho de 2011, tinham sido realizadas nove destas cirurgias, enquanto no mesmo período de 2012 foram realizadas dez.

Os responsáveis encontram-se no Serviço de Cirurgia Cardiotorácica do Hospital de Santa Marta, em Lisboa, o único do país a transplantar pulmões. «Isto aconteceu porque sentimos uma responsabilidade enorme, sendo os únicos do país a transplantar pulmões e tendo doentes à espera. Todo o dador que apareça aqui em condições é aproveitado», explicou ao tvi24.pt o diretor do serviço, no âmbito do Dia do Transplante, comemorado esta sexta-feira.

José Fragata admite que o «ambiente económico está a afetar claramente a Saúde» e não é «nada favorável» a que os números aumentem, sublinhando que «os países sob assistência financeira têm visto a sua taxa de transplantação a cair». «Percebe-se que não haja dinheiro, mas até é uma oportunidade para fazer melhor», disse, recordando que, com os cortes nos incentivos à transplantação decididos pelo Governo, os cirurgiões passaram a receber metade.

«Independentemente disso, somos médicos e sentimos o peso da responsabilidade. Apesar de nos pagarem menos, transplantamos mais. Como se pode não transplantar quando há pessoas em casa à espera?», questionou.

O diretor espera realizar «mais de 20 transplantes este ano», sendo que, neste momento, já foram efetuados «11 ou 12». José Fragata elogia a «equipa muito coesa» do Hospital de Santa Marta, com «entre 10 a 13 médicos, desde cirurgiões a anestesistas e pneumologistas», e assegura que «a experiência dos mais velhos está a ser passada aos mais novos». «É uma questão de serviço público», resumiu.

Segundo o responsável pela Cirurgia Cardiotorácica, todos os anos surgem «cerca de 25» pessoas a necessitar de transplante de pulmão. Para reduzir a espera, José Fragata admite a necessidade de «mais uma unidade de transplantação pulmonar a nível nacional», mas explica que também há benefícios em serem os únicos a fazê-lo: «Quando começamos a fazer mais de 15 por ano, também começamos a sentir o efeito experiência. Quantos mais fazemos, melhor os fazemos».

Desde que foi nomeado diretor, em 2006, foram realizados 55 transplantes do pulmão. «Temos tido um crescimento muito bom, com a liderança correta, disciplina e resiliência», afirmou, recordando que, no início deste ano, o serviço efetuou o primeiro transplante de pulmão numa criança.

José Fragata frisou que, com a diminuição dos acidentes rodoviários, «mudou o paradigma dos dadores». «Quando comecei a transplantar pulmões, os dadores eram tipicamente os motociclistas jovens, com órgãos ótimos. Agora são mais velhos, com AVC e aneurismas. Os dadores não são tão bons, felizmente», explicou.

Nesta especialidade, a redução do número de órgãos colhidos em cadáveres não se faz sentir. «As exigências do pulmão são muito grandes. Em 100 dadores globais, normalmente só 20 se aproveitam. Temos aceitado 20 a 25 por cento do que nos oferecem, aceitamos órgãos um bocadinho piores», justificou.

Como o número de cadáveres «tem chegado» para as exigências do serviço, o diretor confessa que não tomou como «prioridade» a transplantação de um dador vivo, que passou a ser uma aposta de sensibilização da Sociedade Portuguesa de Transplantação. «Só há dois centros no mundo que o fazem e, até agora, tive apenas como intenção tornar a nossa atividade credível», concluiu.
fonte: http://www.tvi24.iol.pt/iol-push---sociedade/transplantes-pulmao-pulmoes-pulmonares-jose-fragata-tvi24/1362202-6182.html

Portugal 2012 - Pioneiro dos transplantes garante que o dinheiro não importa

Linhares Furtado não está preocupado com os números e acredita que o próximo ano pode ser «muito melhor»


O autor do primeiro transplante em Portugal acredita que a redução dos incentivos não contribuiu para a diminuição de 22 por cento dos transplantes realizados este ano. «O aspeto financeiro não tem qualquer relevância. Toda a gente continua a trabalhar ao mesmo ritmo», afirmou Alexandre Linhares Furtado ao tvi24.pt, no âmbito do Dia do Transplante, celebrado esta sexta-feira.

O pioneiro dos transplantes defende que estamos a assistir a uma «questão episódica», que «não é preocupante». «Mesmo quando a curva global dos transplantes era ascendente, de vez em quando havia um decréscimo», justificou, acrescentando que é possível que o próximo ano seja «muito melhor».

Linhares Furtado aponta a culpa a «fatores ocasionais e imprevisíveis», como o «decréscimo nos acidentes na estrada» e a maior fatalidade destes, que «não possibilita a recolha de órgãos no local». Também o facto de as lesões neurológicas se terem tornado a «maior fonte de órgãos» contribui para um «maior número de não utilização dos órgãos recolhidos».

Os transplantes renais, dos quais foi pioneiro, em 1969, são os que mais estão a cair em 2012 (foram realizados menos 73 entre janeiro e junho, em relação aos mesmos meses do ano passado). «Não vejo nenhuma razão especial para isso. Talvez por serem em número maior, em geral, o reflexo também seja maior», explicou.

O médico concorda que a sensibilização dos dadores vivos, objetivo da nova campanha da Sociedade Portuguesa de Transplantação, «é muito importante». «A transplantação com dadores vivos tem vindo a aumentar e não só de pais para filhos. Há cada vez mais entre cônjuges».

Para Linhares Furtado, a aposta deve ser em «campanhas de influência transparente», que sirvam para informar os portugueses «sobre o baixo risco de doação». «Risco há sempre, porque em qualquer intervenção cirúrgica há. Mas o risco fatal, pelo menos no rim, é raríssimo», assegurou.

Mais de 40 anos após o primeiro transplante em Portugal, o cirurgião está «muito satisfeito com a evolução» da transplantação, sublinhando que «as nossas médias de sobrevivência são iguais às dos melhores centros estrangeiros».

Linhares Furtado recorda que o primeiro transplante renal foi um «grande desafio», numa altura em que «o país estava bastante atrasado nessa área», e aponta que, para quem gosta de cirurgia, «a área da transplantação é lindíssima».

O médico que recebeu o Prémio Nacional de Saúde 2011 e que na altura criticou a «ingerência» do poder político nas direções dos serviços hospitalares continua a alegar que «não pode ser a burocracia do Estado a definir quem é ou não contratado, e muito menos a contratar o mais barato através de uma agência de fornecimento de médicos». Alexandre Linhares Furtado acredita que, conforme «ficou bem sublinhado durante a greve dos médicos» da semana passada, «é a qualidade da prática da Medicina que está em causa» e, por isso, defende os concursos públicos para que «os mais qualificados fiquem com os lugares».  
fonte: http://www.tvi24.iol.pt/iol-push---sociedade/transplantes-linhares-furtado-transplante-rim-saude-tvi24/1362263-6182.html

Portugal 2012 - Transplantes: «Não se poupou nada e perderam-se vidas»


Ex-coordenadora nacional demitiu-se quando o ministro da Saúde admitiu que o número de transplantes podia diminuir. E diminuiu mesmo.                            

A ex-coordenadora nacional das Unidades de Colheita de Órgãos, Tecidos e Células para Transplantação acredita que «não se poupou nada e perderam-se vidas» com os cortes nos incentivos à colheita de órgãos para transplantes.

Maria João Aguiar coordenou a rede nacional de colheita de órgãos, criada em 2007, até à sua demissão, em setembro de 2011, após uma entrevista do ministro da Saúde à TVI, na qual Paulo Macedo admitiu que poderia «não haver o mesmo número de transplantes» após os cortes, explicando que era preciso perceber se o país «pode sustentar o atual número de transplantes». A diminuição já se reflete nos últimos números oficiais, que dão conta de uma redução de 22 por cento em relação ao ano passado.

«A colheita de órgãos para transplante era uma bandeira do Serviço Nacional de Saúde, foi uma honra conseguirmos ser os segundos no mundo e foi uma pena ter-se deixado cair isso para nada», afirmou ao tvi24.pt, no âmbito do Dia do Transplante, celebrado esta sexta-feira.

A ex-responsável defende que, se o Governo não tivesse cortado na colheita, estaria a «dar um sinal de que não queria diminuir os números» da transplantação». «Se não o tivesse feito, os números extraordinários que tínhamos podiam ter continuado», frisou.

Segundo Maria João Aguiar, as explicações para a redução de transplantes baseadas na diminuição das causas de mortalidade, como acidentes rodoviários e AVC, «não têm nada a ver» com a realidade. «O número de potenciais dadores é sempre o mesmo, as pessoas morrem sempre», justificou, alegando que o que falta é «sensibilizar os profissionais» e fazer um «reconhecimento público» do seu trabalho.

«A colheita de órgãos é uma atividade que depende muito da disponibilidade, do entusiasmo com que os profissionais no terreno tratam as pessoas que podem vir a ser dadoras e do empenho pessoal em detetar dadores», disse, apontando a «falta sensibilidade» de Paulo Macedo nesta matéria.

«O ministro disse que tínhamos um número muito interessante de transplantes, mas que o país não tem capacidade económica para esse número. Foi por isso que me demiti. Foi chocante para mim, porque mesmo com esse número muito interessante morreram 10, 20 ou 30 pessoas a quem eu não consegui arranjar um órgão», declarou.

A anestesista de transplante garante que a quebra na transplantação é «só» de 22 por cento porque os «mais de 100 profissionais» formados quando coordenava a área «continuam a trabalhar». Em relação ao corte nos incentivos, Maria João Aguiar sublinhou que os profissionais da colheita «não recebem dinheiro», porque este vai para os hospitais e para os cirurgiões. «E não é por ganharmos só metade ou um terço do que ganhávamos que não nos continuamos a levantar de noite para vir trabalhar», apontou.

A ex-coordenadora da Autoridade dos Serviços do Sangue e da Transplantação concorda com uma maior sensibilização dos dadores vivos, conforme a nova campanha da Sociedade Portuguesa da Transplantação, mas refere que «o cadáver é que é o dador ideal». O caminho, esse, acredita que terá de ser «o retomar da rede» de colheita. «Não é o dinheiro que falta, é o reconhecimento, o estímulo», reforçou.
fonte: http://www.tvi24.iol.pt/iol-push---sociedade/transplantes-saude-maria-joao-aguiar-transplantacao-paulo-macedo-tvi24/1362247-6182.html

Portugal 2012 - Este ano foram realizados menos cem transplantes

Transplantação caiu 22 por cento no primeiro semestre, enquanto há dois mil portugueses à espera de um rim. Nova campanha tenta combater a situação

No primeiro semestre deste ano foram realizados menos 100 transplantes do que no mesmo período do ano passado (458 em 2011, 358 em 2012), o que equivale a menos 22%, segundo os últimos dados a que o tvi24.pt teve acesso.


Também o número de órgãos colhidos diminuiu 16% (493 em 2011, 412 em 2012) e o número de dadores cadáveres desceu 15,2% (157 em 2011, 133 em 2012).

Segundo os dados provisórios da Autoridade para os Serviços de Sangue e da Transplantação (ASST), entre janeiro e junho de 2012 a queda foi quase total, com a única exceção do transplante pulmonar.

«Os números estão a descer desde 2010, mas a quebra é bastante mais acentuada agora. O motivo óbvio é transversal a toda a Europa: há menos acidentes de viação e há uma diminuição da mortalidade dos AVC, que são as principais fontes de órgãos», explicou ao tvi24.pt Fernando Macário, presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT), que lançou uma nova campanha esta sexta-feira, no Dia do Transplante, e que defende uma auditoria a estes resultados negativos.

Para o responsável da SPT, o corte nos incentivos aos transplantes «não é um fator importante» na análise desta redução, mas a fusão da ASST com o Instituto Português do Sangue e os três centros de Histocompatibilidade influenciou os resultados. «Nesta área, é fundamental as pessoas terem referências e um estímulo à sua atuação e isso aconteceu menos durante esta reestruturação», apontou.

Questionado sobre o impacto desta reorganização, o presidente do novo Instituto Português do Sangue e do Transplante, Hélder Trindade, admitiu que «a situação é complicada» e que está «preocupado» com os números que vai receber. O responsável declarou que a transplantação está «em gestão corrente» até à fusão dos quatro institutos, que antevê só estar concluída «daqui a pelo menos um mês».

Segundo o que o tvi24.pt apurou, a redução da transplantação já se reflete na lista de espera para um transplante renal, que está a aumentar nos últimos dois anos depois de ter diminuído entre 2008 e 2009. No final de 2010, havia 1930 portugueses à espera de um novo rim, enquanto no final de 2011 o número subiu para 1973. Atualmente, há dois mil doentes em lista de espera, a maioria no Sul do país (1020), seguido do Norte (675) e só depois do Centro (305).

A campanha da SPT, denominada «Doar um Rim Faz Bem ao Coração», visa aumentar a colheita de órgãos através de dador em coração parado e de dador vivo. No primeiro caso, Fernando Macário lembra que é necessário alterar a lei de forma a permitir que, em caso de paragem cardíaca irreversível, os serviços de emergência possam «atuar imediatamente sobre esse cadáver, protegendo os órgãos e transportando-os rapidamente». «Desta maneira podíamos aumentar em 10% o número de dadores», defendeu.

Em relação ao aumento da colheita através de dador vivo, a SPT aposta em «aumentar a informação», porque «as pessoas têm alguns receios das repercussões desta doação e ainda não há essa tradição» em Portugal. Fernando Macário garante que os hospitais de Santo António e S. João, no Porto, os Hospitais Universitários de Coimbra e os hospitais Curry Cabral e Santa Maria, em Lisboa, «têm capacidade» para realizar esses transplantes «desde que tenham mais dadores». O responsável acredita que será possível «fazer pelo menos o dobro ou até o triplo» destes transplantes.

Os profissionais de saúde e os utentes são os alvos desta campanha, que irá incidir nos centros de saúde, com campanhas publicitárias, ações de formação a até um site interativo para colocarem dúvidas. «É importante saberem, por exemplo, que um dador de rim pode sair do hospital ao fim de apenas 24 ou 48 horas. É um transplante bastante seguro», explicou Fernando Macário.

Solidariedade Fotográfica - Vejam a Galeria da fotoslimsolidaria // Solidaridad Fotográfica – Vean la Galería en fotoslimsolidaria




Uma tarde em Belem
Sandra Campos
Ref. H094

Aquí esta una de mis fotos donadas para la Galería http://fotoslimsolidaria.blogspot.pthttp://fotoslimsolidaria.blogspot.pt

Una bonita lucha contra la fibrosis Quistica. Os invito a visitar toda la galería donde podéis apreciar fotos de otros fotógrafos también dedicadas a esta causa.

También las podéis comprar pues el dinero es a favor de las Asociaciones Españolas que luchan contra la Fibrosis Quistica.

En este momento tengo 3 fotos en la galeria, Si las compráis el dinero será para a favor de la Asociación Gallega contra la Fibrosis Quistica.

Gracias, Sandra Campos

@SandraFotos (pagina en Facebook)


Grand trabajo y dedicación tienes para luchar contra la Fibrosis Quistica.
Te admiro mucho,
Un fuerte abrazo,
Sandra Campos

Implantado con éxito el corazón trasladado por la avioneta accidentada

Tao triste e injusto: Morrer a Salvar VIDAS!
Os meus mais sinceros sentimentos, Sandra Campos

http://elpais.com/politica/2012/08/02/actualidad/1343890463_836822.html ->> VIDEO

Dos personas han fallecido en el accidente.

La aeronave se ha estrellado al intentar aterrizar en Santiago y procedía de Avilés.

El corazón transportado hoy desde Oporto a Asturias en la avioneta que esta mañana se ha estrellado cuando se acercaba al aeropuerto de Santiago de Compostela ha sido implantado con éxito en un varón de 54 años ingresado en el Hospital Universitario Central de Asturias (HUCA), en Oviedo.
Las dos personas que trasladaban el órgano murieron en el accidente, que se ha producido esta madrugada en el término municipal de Santiago. Los fallecidos son Alejandro Bueno de 37 años y Daniel Fernández de 35 años, los dos residentes en Barcelona y trabajaban para la Organización Nacional de Transplantes.
El plan de vuelo de la avioneta se inició el miércoles a medianoche desde su base de Santiago al aeropuerto Asturias, donde los pilotos fallecidos recogieron a un equipo médico para realizar un servicio de trasplante de órganos. Desde Avilés se trasladaron al aeropuerto de Oporto, donde el citado equipo médico llevó a cabo la extracción que coordina la Organización Nacional de Trasplantes (ONT). De Oporto regresaron a Asturias para dejar al equipo médico y el órgano. Allí acabó el servicio y los pilotos regresaban a su base en Santiago cuando se produjo el accidente. Tenían previsto el aterrizaje en la pista de Lavacolla a las 06.25 horas de hoy, y a las 06.38 horas perdió el contacto con la torre de control. El siniestro se ha producido fuera del aeropuerto de Lavacolla, a menos de dos kilómetros, según Aena, cerca de su cabecera norte, en la parroquia de Carballa. El aparato se estrelló en pleno Camino de Santiago, en una zona de monte, de difícil acceso, y en medio de una densa niebla. En su caída el avión se llevó por delante varios árboles. El siniestro, que no ha provocado incendio, ha tenido lugar en medio de unas condiciones de visibilidad adversas debido a la presencia de una intensa niebla.
Según la Delegación de Gobierno, la investigación está abierta y se ocupan de ella la Policía científica y judicial, así como la Comisión de Accidentes de Aviación Civil, en sus respectivas competencias. Así, habrá que esperar a que finalice la misma para determinar las causas exactas del siniestro.
El presidente de la Xunta, Alberto Nuñez Feijóo, ha destacado que las dos personas "trabajaban para salvar la vida a los demás". En declaraciones a la Cadena Cope, el jefe del Ejecutivo gallego ha ofrecido todo su apoyo a las familias de los fallecidos.

Fonte: http://politica.elpais.com/politica/2012/08/02/actualidad/1343890463_836822.html

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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

La Corunha - Hospital Juan Canalejo

La Corunha - Hospital Juan Canalejo
Hotel de Pacientes - Vários Portugueses salvos por um Transplante Pulmonar

Uma vida é pouco para mim

Uma vida é pouco para mim
O meu lema de vida - Dia do meu Transplante Pulmonar