sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

“Eu Fumo, Tu Fumas” contra o fumo ambiental



A nova campanha da Direcção-Geral de Saúde quer alertar para a exposição ao fumo ambiental do tabaco.

A Direcção-Geral da Saúde, através do Programa Nacional para a Prevenção e Controlo do Tabagismo, pôs em marcha uma nova campanha uma campanha de publicidade e relações públicas para prevenção da exposição ao fumo ambiental do tabaco, com principal enfoque nas crianças e no risco a que estão expostas sempre que alguém fuma dentro de casa ou do carro.
A campanha Eu Fumo Tu Fumas, desenvolvida pela WOP e pela Corpcom, vai estar presente em televisão, rádio, imprensa e Facebook até final de Março.

FONTE AQUI

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

La importancia de las vacunas en personas trasplantadas



Lo sabes de sobra: como persona trasplantada que eres, corres un mayor riesgo de padecer alguna enfermedad infecciosa y de que esta evolucione de forma más grave. Todo esto tiene que ver con la disminución de las defensas provocada a su vez por el tratamiento inmunosupresor que en tu caso ha sido prescrito para evitar el rechazo del nuevo órgano.
Una vez trasplantado, necesitas tomar diferentes medidas de prevención para evitar enfermedades infecciosas que en tu caso son potencialmente graves. ¿Cómo vas a protegerte? Pues para empezar recurriendo a las vacunas. Aunque tu médico será el encargado de explicarte cómo deben administrársete y cuándo, en este artículo hemos querido reunir alguna información al respecto que seguro que te ayuda a despejar ciertas dudas.
¿Cuándo debo vacunarme?
Una vez que se ha realizado el trasplante, la respuesta protectora a las vacunas es menor y además no es posible administrar gérmenes vivos atenuados (triple vírica, polio oral, varicela, fiebre amarilla…). Por esta razón, el mejor momento para actualizar el calendario de vacunaciones recomendado es antes de que se lleve a cabo la intervención. Lo ideal es hacerlo en el momento en el que se plantea la necesidad de recurrir al trasplante, cuando todavía el organismo conserva la capacidad de responder adecuadamente.
Sin embargo, la realidad es que no siempre es posible vacunar antes de recibir el trasplante. En ese caso, lo que se debe hacer es comenzar con la vacunación seis meses después de la intervención con las vacunas de la hepatitis B, Haemóphilus influenzae tipo b, meningococo, neumococo, tétanos-difteria y hepatitis A. Un año después, se administra la vacuna frente a la gripe (entre octubre y enero, según el calendario estacional).
¿Qué vacunas debo ponerme?
Las vacunas que se aconseja administrar antes del trasplante son:
- Vacuna de la Varicela. Aunque la mayoría de adultos han pasado la varicela, sí se vacunará a aquellas personas que no tienen antecedentes de esta enfermedad (esto se descubre mediante un simple análisis de sangre). Deben tomarse algunas precauciones a la hora de la vacunación: es importante evitar la medicación inmunosupresora dos semanas antes y 4-6 semanas después. Por lo general, se aplican dos dosis con un intervalo de 6-8 semanas entre ellas.
- Vacuna anteumocócica. Existen dos formatos: la vacuna de 23 polisacáridos y la conjugada. Dependiendo de cada caso, se administrará una u otra.
- Triple vírica. Las personas mayores de 30 años no inmunes frente al sarampión, la rubéola o la parotiditis deben ser vacunados como mínimo un mes antes del trasplante con solo una dosis. En los menores de 30 años se aplicarán dos dosis separadas por al menos un mes de intervalo.
- Gripe. Antes del trasplante y un año después del mismo, es recomendable que las personas trasplantadas se vacunen con vacunas de virus muertos fraccionados o de subunidades. 
- Hepatitis A y B. La prevención mediante la inmunización está indicada en todas las personas trasplantadas, principalmente en aquellas con una enfermedad hepática que van a recibir un hígado nuevo y en aquellos que son portadores del virus de la hepatitis B o C.
Haemóphilus influenzae tipo b. La vacunación frente al Hib se recomienda principalmente a personas con un trasplante pulmonar y en personas especialmente inmunodeprimidas. La administración de la vacuna debe hacerse en el momento en el que se incorpora al programa de trasplantes.
- Meningocócica C. Se recomienda administrar esta vacuna a personas no vacunadas menores de 20 años.
Y otras cosas que debes saber…
- En el caso de personas trasplantadas vacunadas antes del trasplante, las pautas de vacunación iniciadas se completarán tras la intervención, respetando, eso sí, el plazo de seis meses desde la fecha de la operación (un año en el caso de la vacuna antigripal).
- En los casos de personas no vacunadas antes del trasplante, la inmunización se llevará a cabo una vez que se haya reducido el tratamiento inmunosupresor y solo 6 meses después para las vacunas frente a la hepatitis B, Hib, meningococo, neumococo, tétanos y difteria y hepatits A, y un año para la vacuna frente a la gripe.
- Aunque las vacunas pueden ponerse en cualquier punto de vacunación, lo ideal es que en el caso de las personas trasplantadas, debido a las exigencias de su tratamiento, la vacunación se lleve a cabo en un centro especializado.
- Si se cumplen los requisitos que ya hemos mencionado en cuanto a tiempo, los efectos secundarios son los mismos que en personas no trasplantadas.
- No deben aplicarse vacunas de gérmenes atenuados (varicela, triple vírica) mientras se mantenga el tratamiento inmunosupresor.

FONTE AQUI

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Transplante Renal com dador vivo

Imagem da net


Olá a Todos!

FELIZ 2015!!!

Até hoje nunca usei o meu blog como um diário. Preferi colocar noticias, boas ou más, polémicas ou convergentes mas que acima de tudo fossem úteis para quem esteja a precisar de um transplante pulmonar.

Após alguns anos a tomar imunossupressores – medicamentos que baixam as defesas do organismo para que não haja rejeição do órgão transplantado – pode haver o risco de chegar à Insuficiência renal crónica.

Para a insuficiência renal crónica, na sua fase terminal, quando os dois rins chegam a uma função de 10% e param de trabalhar é necessário um de tratamento de substituição da função renal, hemodiálise ou diálise peritoneal ou ainda o transplante renal com dador vivo ou dador cadáver.

Em Portugal ainda não existe nenhum transplantado bi-pulmonar que esteja a necessitar de um transplante renal.

Sou eu a primeira!

Não o digo com orgulho, pois como podem imaginar, o que mais gostaria era ter uma vida absolutamente normal após o meu transplante bi-pulmonar.

Depois de quase 1 ano em exames médicos para saber se a minha mãe pode ser minha dadora renal chegaram os exames conclusivos – A minha mãe é dadora 100% compatível e está em condições físicas de me dar um rim e viver só com um rim sem problemas para saúde dela.

Estou Triste, estou Feliz, ao mesmo tempo. Sei que em breve farei o meu transplante renal e que voltarei a ter a qualidade de vida que tinha desde que fiz o meu transplante bi-pulmonar.

Para quem precise de informações sobre a Insuficiência Renal Crónica, deixo aqui um link sucinto mas bastante explicativo: http://lifestyle.sapo.pt/saude/saude-e-medicina/artigos/insuficiencia-renal-cronica-2?artigo-completo=sim

Sandra Campos


quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Fazer o luto de uma vida que morreu.

Foto da internet

[Dedicado a todos os Transplantados]

Dizem que quando queremos que algo de muito bom aconteça, nas nossas vidas, devemos concentrar as nossas energias, apressar o nosso passo e correr, sem parar, sem nunca olhar para trás. E quando nos aparece o inevitável abismo, pela nossa frente, só temos que fechar os olhos e lançar-nos como pássaros porque numa outra vida, bem longínqua, aprendemos todas as artes, dos outros animais, que ao nascer nos esquecemos.

 Todos os afortunados deram o salto. Ninguém sabia o que iria acontecer no escuro e fundo abismo. Apenas tínhamos a consciência de que, como num naufrágio, depois de muito nadar, chegariamos a terra firme. Vamos chamar-lhe “Ilha”.

Nessa Ilha havia várias montanhas. Lá, bem no topo, percebíamos que havia árvores de fruto e cascatas com águas límpidas e cristalinas. Sorrimos! A solução estava em começar a subir essas montanhas. Com um imenso espírito de interajuda, conseguimos, com muito esforço, chegar à melhor parte da montanha. O topo. A vista, lá de cima, era, estranha e maravilhosa. Estranha porque, do lado que havíamos acabado de subir, só se vislumbrava neblina e nuvens negras. Maravilhosa porque , do outro lado, viam-se praias, pessoas a passear, famílias e amigos. Havia uma energia que nos despertava a atenção.

Rapidamente percebemos que, apesar de estarmos em grupo, que haveríamos de ter vontade de descer e conhecer essas pessoas, essas famílias, essas praias e todos os lugares, que dali do alto, nos pareciam tentadores.

Ao fim de uma semana de isolamento no topo da montanha, combinámos começar a descer. Alguns ao descerem perceberam que aquelas famílias que avistavam, do cimo da montanha, eram as suas próprias famílias que os esperavam com imensas saudades. Sentiram-se felizes e aos poucos retomaram as suas vidas, as suas rotinas, os seus trabalhos.

Outros, perceberam que as suas famílias tinham ficado do lado nublado da montanha. Perceberam que teriam que fazer um novo recomeço. Possivelmente procurar uma nova casa, um novo trabalho, uma nova família, ou apenas recomeçarem tudo, sozinhos.

Outros ainda voltaram a subir a montanha porque, apesar de saberem que o caminho tinha de ser em frente, sentiam muita vontade de olhar para trás. Experimentavam saudades de alguns aspectos que tinham deixado naquele lado da montanha. Esses não tiveram tanta sorte pois nunca chegaram a perceber que ao voltarem ao passado, ficariam presos a recordações e a memórias solitárias. Não tinham percebido que o mais importante, quando planaram como pássaros sobre o abismo, era terem sido capazes de largar o que, de forma inevitável, não iriam ter nas suas novas vidas. Não foram capazes de fazer o luto de uma vida que morreu, o luto deles mesmos, que morreram.


Os felizes foram aqueles que, no novo lado da montanha, perceberam que ao fazerem o luto deles mesmos, conseguiriam elevar as suas almas a uma nova, inexplicável e mágica dimensão.

Sandra Campos

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Dadores de órgãos vivos vão ter seguro (Portugal)

Dadores de órgãos vivos vão ter seguro

09/10/2014 - 07:26

O Instituto Português do Sangue e da Transplantação está a negociar com as seguradoras a criação de um seguro de dador de órgãos que contemplará a morte, ainda que esta seja "extremamente rara", revelou o presidente deste organismo, avança a Lusa, citada pelo Diário Digital.

De acordo com Hélder Trindade, as negociações deverão ser "demoradas", tendo em conta a "complexidade" do tema e os riscos inerentes a um dador de órgãos, superiores aos do dador de sangue, para os quais já foi criado um seguro.

O especialista sublinhou que a morte em dadores vivos de órgãos, nomeadamente de rins, é "extremamente rara", mas existe, e que um seguro desta natureza deverá contemplar o pior desfecho possível.


quarta-feira, 9 de julho de 2014

FDA aprova insulina inalável para diabéticos

09/07/2014 - 08:20
A entidade que regula os medicamentos nos EUA (a FDA) aprovou a comercialização da insulina inalável Afrezza®, um medicamento de acção rápida que substitui as injecções para o controlo glicémico em pessoas com diabetes, avança o SAPO Saúde.

O Afrezza®é um medicamento em pó que se dissolve rapidamente quando atinge o pulmão, fornecendo insulina à corrente sanguínea. Um comunicado divulgado pela MannKind, laboratório que produz o medicamento, informa o sangue atinge os níveis apropriados de insulina entre 12 a 15 minutos após a administração do fármaco.

Porém, a FDA adverte: o medicamento deve ser utilizado em combinação com uma insulina de acção lenta em pacientes com diabetes tipo 1 e não é recomendado a pessoas que fumam ou tratam cetoacidose diabética.

Antes da aprovação, foram realizados testes com mais de 3 mil participantes, portadores de diabetes tipo 1 e tipo 2. Ainda não há previsão para a venda do medicamento na Europa.

A diabetes é uma doença que atinge cerca de 347 milhões de pessoas, segundo dados da Organização Mundial de Saúde. Se for controlada, não prejudica a qualidade de vida do paciente.



FONTE: AQUI
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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

La Corunha - Hospital Juan Canalejo

La Corunha - Hospital Juan Canalejo
Hotel de Pacientes - Vários Portugueses salvos por um Transplante Pulmonar

Uma vida é pouco para mim

Uma vida é pouco para mim
O meu lema de vida - Dia do meu Transplante Pulmonar