81 pessoas morreram à espera de transplante Portugal Dia Europeu da Doacção de Órgãos.
Não se refere nada em relação aos Transplantes Pulmonares!
http://www.msn.com/pt-pt/noticias/video/atentado-contra-coluna-da-nato-em-cabul/vi-AAfkwaZ?ocid=mailsignoutmd
Dedico este blog ao meu Transplante Pulmonar que me salvou a vida, no dia 9 de Maio de 2005 e ao meu Transplante Renal com dador vivo, no dia 25 de Março de 2015, ambos realizados no Hospital Juan Canalejo, na La Coruña, em Espanha.
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
Novela Coração d´Ouro na SIC - Jovem com Fibrose Quística precisa de transplante pulmonar
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| Imagem da Net - |
Se já viram contem-me!
Não vejo novelas nenhumas mas fiquei a saber que "Coração d´ Ouro" na SIC vai contar a história de uma jovem com #fibrosequistica e que precisa de um #transplantepulmonar
Espero que seja realista e bem contada! Infelizmente ainda continua a ser uma doença genética muito mal conhecida, envolvida em preconceitos, faltas de ajuda ... e sem cura!
Sandra Campos
Matilde Sousa Miguel dá vida a Patrícia Lacerda em “Coração D’Ouro”, da SIC. No lançamento da novela, no Porto, Matilde falou sobre a personagem.
Patrícia Lacerda (Matilde Miguel) - 12 anos - É uma adolescente que está hospitalizada à espera de um transplante de pulmão. Foi submetida a vários tratamentos e está numa situação de grande fragilidade, começando a perder a esperança.
Matilde Sousa Miguel aproveitou ainda para deixar uma mensagem aos telespetadores: “Sei que se calhar vão algumas pessoas ver e que vão sentir porque às tantas já passaram ou têm a doença que a minha personagem vai passar e não quero que levem a mal, porque há pessoas que acham que não levamos a sério quando transmitimos na televisão, mas eu tenho respeito e fiquei sensibilizada quando soube a história da minha personagem”, diz a atriz.
(C) Portal dos Programas - http://portaldosprogramas.com/2015/09/12/matilde-sousa-miguel-eu-tenho-respeito#ixzz3m2I5pSxA
domingo, 14 de junho de 2015
Alimentação após Transplante Renal - Orientação Alimentar
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| FLICKR @SandraPhotos |
Fonte: AQUI
Orientação alimentar
A dieta para pacientes transplantados é menos rigo- rosa do que aquela que se indica para pacientes em diálise. A dieta será definida conforme os medicamen- tos e resultados do acompanhamento médico. Seguir uma dieta adequada e individualizada é muito importante para manter a saúde de qualquer pessoa. Algumas precauções precisam ser tomadas: r Organizar a dieta de forma mais equilibrada possí- vel, dando preferência à alimentação vegetariana e rica em fibras; r Moderar a ingestão de alimentos para não ganhar peso em excesso; r Não restringir líquidos (água e sucos naturais, de preferência) se não houver contra-indicação; r Acrescentar pouco sal aos alimentos (ou mesmo eliminá-lo se a pressão arterial estiver elevada). Existem outros tipos de condimentos como orégano, tomilho, pimenta, limão e vinagre, que ajudam a dar sabor; r Evitar os temperos prontos, alimentos enlatados, alimentos em conserva e aperitivos em geral, pois eles contêm muito sal; r Ingerir pouco açúcar, uma vez que o uso de imunossupressores tem a tendência de elevar a glicose do sangue; |
r Elaborar uma dieta pobre em gorduras, já que tam-
bém existe uma tendência para o aumento do
colesterol e dos triglicérides do sangue;
r Diminuir o consumo das carnes vermelhas e ingerir mais carnes brancas (frango e peixe); r Beber leite desnatado; r Lavar bem os alimentos antes de cozinhá-los; r Ingerir verduras e hortaliças, pois contêm vitami- nas e minerais além de um alto teor de fibras; r Lavar verduras com 20 gotas de hipoclorito de sódio (água sanitária) em dois litros de água, deixando repousar por 10 minutos; r Ingerir cereais (integrais de preferência) como tri- go, aveia e arroz; r Ingerir menos proteínas, pois alguns medicamen- tos levam a um maior acúmulo de resíduos em sua circulação sangüínea; r Fazer uso de frutas quando possível, mas sempre la- vando antes com água e hipoclorito de sódio, de modo idêntico às verduras. Não ingerir este tipo de alimen- tos fora de casa, porque não se sabe como foram lava- das e podem transmitir alguma contaminação; r Jamais comer alimentos crus (carnes, peixes, em- butidos, mariscos ovos). Maionese só industriali- zada, não ingerir a elaborada manualmente, mes- mo que seja feita em casa;
Manual de Transplante Renal 23
|
r Cozinhar a comida pouco antes de ingerir e nunca
reaquecer os alimentos;
r Guardar os alimentos em geladeira apenas por um período de 24 horas;
r As bebidas, enquanto fechadas, mantêm-se esté- reis (em frascos de plástico ou vidro); uma vez aber- tas, conservam-se bem apenas 4 horas em tempe- ratura ambiente ou por 24 horas na geladeira. O mesmo se aplica aos enlatados;
r Ao comer em restaurantes não esquecer de verificar a procedência dos alimentos e certificar-se que este- jam frescos e sejam de boa qualidade.
r Guardar os alimentos em geladeira apenas por um período de 24 horas;
r As bebidas, enquanto fechadas, mantêm-se esté- reis (em frascos de plástico ou vidro); uma vez aber- tas, conservam-se bem apenas 4 horas em tempe- ratura ambiente ou por 24 horas na geladeira. O mesmo se aplica aos enlatados;
r Ao comer em restaurantes não esquecer de verificar a procedência dos alimentos e certificar-se que este- jam frescos e sejam de boa qualidade.
quarta-feira, 3 de junho de 2015
España, camino de superar su propio récord de trasplantes
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| Foto de Larazón.es El cirujano Javier Moya (d) y su equipo en un quirófano del Hospital Reina Sofía de Córdoba, durante un trasplante de corazón |
Este programa, que se enmarca dentro de una directiva europea sobre calidad y seguridad en la donación y trasplante, ha permitido un incremento de la donación en la UE de un 7,5% en cuatro años. Como aseguró Matesanz, «la tasa de donación ha mejorado en 21 países de la UE. En siete de ellos, el aumento es de más de cautro puntos».
Este estudio ha demostrado la importancia de extender la donación en asistolia a hospitales más pequeños: el 25 % de los posibles donantes que fallecieron tras una limitación de tratamiento de soporte vital no pudieron finalmente llevar a cabo la donación por la ausencia de programas específicos. Con todo, 42 hospitales españoles cuentan ya con programas para este tipo de donación en 13 comunidades autónomas.
Jesus Molinuevo, presidente de la Federación Nacional ALTER de paciente trasplantado ha pedido, aprovechando la celebración del «Día Nacional del donante», que los ciudadanos tomen conciencia de lo importante de la donación. «Queremos que la campaña de este año ayude a que el número de donaciones siga en la misma línea alcista que hasta ahora».
FONTE: http://www.larazon.es/espana-camino-de-superar-su-propio-record-de-trasplantes-BE9886838
terça-feira, 2 de junho de 2015
La búsqueda de donantes fuera de las UCI, prioridad para seguir siendo líderes en trasplantes España.
PROGRAMA EUROPEO
Coordinado por España.

Foto ElMundo.es Un trasplante de corazón en el Hospital reina Sofía de Córdoba. FONTE: AQUÍEl programa europeo ACCORD ha revelado el papel clave de los intensivistas
La donación en muerte encefálica está muy optimizada, representando un 30%
No obstante, conviene mejorar el número de donantes en asistolia.
A tan sólo un día de que se celebre el Día Nacional del Donante de Órganos, este martes se han presentado en Madrid los resultados finales de ACCORD, el programa europeo más importante en donación y trasplante de órganos que España ha liderado a través de la Organización Nacional de Trasplantes (ONT), y cuyos resultados han sido, en palabras de Rafael Matesanz, director de la organización, "muy esperanzadores".Dichos resultados se resumen en que, desde el año 2010, el número de donantes en la Unión Europea se ha incrementado en un 7,5%, pasando de 9.206 en 2010 a cerca de 10.000 en 2013, lo que posibilitó que se realizaran 31.165 trasplantes, número que corresponde a la mitad de las necesidades del continente.El objetivo de ACCORD, que nació en el año 2012 y del que han formado parte 23 estados miembros y más de 10 organizaciones, entre las que destaca la Organización Mundial de la Salud, ha sido mejorar la coordinación entre los países europeos para optimizar compartir información y el proceso de donación de órganos.Se trata, según sus promotores, "de una nueva forma de trabajar juntos" en una zona, Europa, en la que más de 6.500 personas están a la espera de un trasplante. ACCORD ha servido, apuntan desde la ONT, para "ratificar la eficacia del modelo español", ya que, durante estos tres años, se ha constatado la eficiencia de varios puntos claves del enfoque de nuestro país.El primero ha sido el papel crucial de los intensivistas: "el elemento crítico ocurre dentro de las Unidades de Cuidados Intensivos (UCI), donde los médicos intensivistas son las personas que están más cerca del potencial donante", ha dicho Matesanz. En este sentido, el programa revela la necesidad de que estos profesionales incorporen de manera sistemática la donación, previa autorización familiar, como parte de los cuidados al final de la vida. Para seguir avanzando en este aspecto, ha recordado Matesanz, España ha formado a más de 900 intensivistas en donación de órganos. Además de esto, nuestro país se sitúa a la vanguardia del proceso de donación en muerte encefálica: el 30% de los posibles donantes lo fue por esta vía, frente al 19% de la media europea.Dos vías de mejora
No obstante, ACCORD ha detectado dos vías de mejora para continuar optimizando el proceso de donación en nuestro país: la primera es "la detección de potenciales donantes fuera de las UCI, sobre todo en el departamento de urgencias, y la necesidad de poner en marcha programas de donación en asistolia", ha explicado Matesanz.Porque, según datos presentados en rueda de prensa, el estudio ha demostrado que hay un 25% de personas que podría haber sido donante en asistolia (corazón parado) , pero dicho procedimiento no se pudo llevar a cabo por la ausencia de programas específicos. Para paliar esto, tal y como ha informado Matesanz, se han puesto en marcha en 42 hospitales españoles de 13 comunidades autónomas programas para este tipo de donación, "lo que ha hecho que el año pasado tuviéramos 192 donantes en asistolia, y este año podrían ser en torno a 350, es un aumento espectacular". Respecto a la búsqueda de posibles donantes fuera de las UCIS, "esto es algo que ya se ha extendido a todos los hospitales españoles".Se trata de mejoras que, en definitiva, buscan mantener el puesto líder que España tiene en el ámbito de los trasplantes. Mejoras que, a la vista de los datos, han funcionado, ya que, según datos correspondientes al 1 de mayo, los donantes en nuestro país aumentan un 14%, y los trasplantes un 12,9%. "Estamos aumentando a un ritmo récord, y eso que ya partíamos de un número récord: en lo que llevamos de año ya llevamos más de 250 trasplantes", ha declarado Matesanz.
«Vivimos una revolución en la cura de enfermedades raras del riñón» CHUAC
Um dos meus médicos da equipa de transplante renal com dador vivo :) doctor Constantino Fernández Rivera
FUENTE: AQUÍ
El doctor ofrece mañana una conferencia en el ciclo «Charlas Saludables»
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| Foto Voz de Galicia |
El doctor ofrece mañana una conferencia en el ciclo «Charlas Saludables»
Continúa el ciclo de Charlas Saludables, organizado por la Xerencia de Xestión Integrada de A Coruña en colaboración con La Voz de Galicia, con el abordaje de un tema en el que se han registrado unos avances muy destacados en los últimos tiempos: la nefrología y las enfermedades raras. Sobre esto disertará el doctor Constantino Fernández Rivera, médico adjunto del servicio de Nefrología del Chuac que lleva 28 años en el hospital de los que los quince últimos los ha pasado en el área de trasplantes. La cita tendrá lugar mañana a las 20 horas en Afundación, la entrada es gratuita.
-¿Qué relación tienen las enfermedades raras con la nefrología?
-La mayor parte de los enfermos relacionados con el riñón que entran en diálisis vienen de la diabetes o de enfermedades vasculares. Pero hay otros casos que son enfermedades raras. Son ese importante grupo de enfermedades que se llaman glomerulonefritis, que pueden ser primarias, porque no sabemos la causa que lo produce, secundarias o congénitas. Son muy poco prevalentes y solo se diagnostican mediante una sospecha clínica y una biopsia y forman parte de nuestro quehacer diario.
-Tienen escasa prevalencia, pero dice que forman parte de su día a día.
-Alrededor de 130 enfermos por millón de habitantes ingresan todos los años en diálisis en Galicia. Más de la mitad son diabéticos o con problemas vasculares, y un 20 % son enfermedades que, en efecto, tienen una incidencia muy pequeña, pero son muchas.
-En la conferencia hablará de novedades relevantes en el tratamiento de estas enfermedades.
-Es que ha habido cambios espectaculares en los últimos años. Desde hace pocos años estamos viviendo una auténtica revolución en los tratamientos de determinadas glomerulonefritis con estudios que nos han permitido conocer por qué se produce esta enfermedad y diseñar unos fármacos para su tratamiento. Por ejemplo, la enfermedad de Fabry, de la que llevamos diagnosticados unos seis casos con afectación renal, tratados con reposición enzimática tres, y algunos pacientes en espera de iniciar este tratamiento que ha conseguido frenar su actividad. Hace años a estos enfermos no se les consideraba trasplantables, cosa que hoy hacemos perfectamente. El problema es que se trata de un medicamento caro, como casi todos los que se aplican a enfermedades raras. Aunque quizá el caso más destacado y en lo que estamos trabajando en este hospital y alcanzando enormes mejoras es en el Síndrome Hemolítico Urémico Atípico, conocido como SHUA.
-¿Qué es el SHUA y en qué consisten esas mejoras?
-Es un síndrome que tiene una prevalencia muy escasa, de tres casos por millón de población en Europa, aunque en Galicia es algo mayor. De hecho tenemos la serie más alta de trasplantados con ese síndrome, con unos resultados peores de lo deseado, cosa que esperamos que cambie a partir de ahora gracias a un medicamento, Eculizumab, que acaba de ser aprobado, por fin, después de muchos protocolos y una insistencia fundamental por parte de las asociaciones. Tenemos ocho pacientes que serán trasplantados en los próximos meses, cosa imposible de no ser por ese fármaco. Es algo totalmente nuevo, hasta el punto de que la autorización para realizar estos trasplantes la hemos recibido hace escasas semanas.
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trasplante rinón
domingo, 31 de maio de 2015
“Somos el quinto hospital de toda España que alcanza los 5.000 trasplantes”
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| El Ideal Gallego. Dr Antón Fernandéz OCT del CHUAC |
Fuente: El Ideal Gallego
Tras su paso por Urgencias y su contacto con potenciales donantes, el doctor Antón Fernández se introdujo de lleno en el área de trasplantes del Complejo Hospitalario Universitario de A Coruña (Chuac) en 2005. Dos años después asumió la coordinación de la Oficina de Trasplantes.
El hospital alcanzó los 5.000 trasplantes en febrero. ¿En qué cifras se mueve ahora?
Desde febrero llevamos setenta y tantos. El hospital hace unos 20 al mes, uno cada 36 horas.
Desde febrero llevamos setenta y tantos. El hospital hace unos 20 al mes, uno cada 36 horas.
Sin embargo, comentaba hace días que bajan los donantes...
No es tanto que hayan disminuido los donantes, sino que no han aumentado tanto como en otras comunidades porque la población está más envejecida y eso va en contra de la donación.
No es tanto que hayan disminuido los donantes, sino que no han aumentado tanto como en otras comunidades porque la población está más envejecida y eso va en contra de la donación.
¿La caída se vincula a la reducción de accidentes de tráfico?
Eso es muy importante, los accidentes han caído en picado. En este momento solo suponen el 5% de las donaciones cuando en el año 95 eran más del 40%. Es una caída muy importante y ha hecho que el perfil del donante no sea el mismo.
Eso es muy importante, los accidentes han caído en picado. En este momento solo suponen el 5% de las donaciones cuando en el año 95 eran más del 40%. Es una caída muy importante y ha hecho que el perfil del donante no sea el mismo.
¿Todavía existes reticencias en las familias?
Sí, más que en la media nacional. La horquilla de negativas en España está en un 15-17% cada año y nosotros estamos diez puntos por encima. Evidentemente influye la cultura funeraria y también que las decisiones de la donación dependen de gente mayor. Hay otro factor importante que es el de ruralidad: hay muchas diferencias entre las donaciones en el entorno urbano y el rural. En A Coruña el porcentaje de negativas es inferior al 10%.
Sí, más que en la media nacional. La horquilla de negativas en España está en un 15-17% cada año y nosotros estamos diez puntos por encima. Evidentemente influye la cultura funeraria y también que las decisiones de la donación dependen de gente mayor. Hay otro factor importante que es el de ruralidad: hay muchas diferencias entre las donaciones en el entorno urbano y el rural. En A Coruña el porcentaje de negativas es inferior al 10%.
¿Detectan casos de donantes que son totalmente inválidos?
En España hay un porcentaje del 10% en los que aparece un tumor o cuyos órganos no son válidos. Se llaman donantes blancos y nosotros tenemos un porcentaje algo menor. Pero, por ejemplo, si se detecta un tumor en un órgano no se utiliza ninguno porque existe riesgo de transmisión.
En España hay un porcentaje del 10% en los que aparece un tumor o cuyos órganos no son válidos. Se llaman donantes blancos y nosotros tenemos un porcentaje algo menor. Pero, por ejemplo, si se detecta un tumor en un órgano no se utiliza ninguno porque existe riesgo de transmisión.
Para contrarrestar estos cambios, ¿se está potenciando el trasplante entre vivos?
Cada vez hacemos más. Empezamos en el 2004 con el programa otra vez y el año pasado fue el año que más hicimos con 30. Esto supone que uno de cada cuatro trasplantes renales que se hacen en el hospital es de donante vivo. Son porcentajes que solamente tienen algunos países del norte de Europa. Esta circunstancia es una gran ventaja porque son los que mejor resultado tienen en cuanto a la supervivencia del riñón y, por otro lado, permiten trasplantar a gente más joven.
Cada vez hacemos más. Empezamos en el 2004 con el programa otra vez y el año pasado fue el año que más hicimos con 30. Esto supone que uno de cada cuatro trasplantes renales que se hacen en el hospital es de donante vivo. Son porcentajes que solamente tienen algunos países del norte de Europa. Esta circunstancia es una gran ventaja porque son los que mejor resultado tienen en cuanto a la supervivencia del riñón y, por otro lado, permiten trasplantar a gente más joven.
¿El complejo tiene una gran lista de espera?
Nosotros nunca tenemos órganos para todas las personas que los necesitan. Llevamos seis años consecutivos reduciendo la lista de espera renal, que es la más numerosa. A ello ha ayudado mucho el trasplante entre vivos. En el resto de los órganos no es tan importante la lista, sino que la mortalidad es baja e inferior a la media.
Nosotros nunca tenemos órganos para todas las personas que los necesitan. Llevamos seis años consecutivos reduciendo la lista de espera renal, que es la más numerosa. A ello ha ayudado mucho el trasplante entre vivos. En el resto de los órganos no es tan importante la lista, sino que la mortalidad es baja e inferior a la media.
¿Por qué el trasplante renal es el que más se ha practicado?
Primero porque es un órgano doble y de un donante se hacen dos trasplantes. La lista de espera es la más grande porque la enfermedad renal es la más frecuente de todas las enfermedades que llevan al trasplante. Además, los pacientes tienen una opción que es la diálisis, con lo cual el fallecimiento dentro de este grupo de pacientes es menor. Por último, los riñones se pueden utilizar de donantes hasta más edad.
Primero porque es un órgano doble y de un donante se hacen dos trasplantes. La lista de espera es la más grande porque la enfermedad renal es la más frecuente de todas las enfermedades que llevan al trasplante. Además, los pacientes tienen una opción que es la diálisis, con lo cual el fallecimiento dentro de este grupo de pacientes es menor. Por último, los riñones se pueden utilizar de donantes hasta más edad.
¿Con la experiencia acumulada en 34 años, se plantean incorporar otros trasplantes?
El único que no se hace aquí es el intestinal y no nos lo planteamos ni creemos que sea necesario. Se hacen poquísimos al año y tienen que estar centralizados.
El único que no se hace aquí es el intestinal y no nos lo planteamos ni creemos que sea necesario. Se hacen poquísimos al año y tienen que estar centralizados.
¿El de A Coruña es uno de los hospitales del país que más trasplantes ha realizado?
Somos el quinto hospital en España que alcanza los 5.000. Teniendo en cuenta que el resto son de ciudades como Madrid, Barcelona y Valencia, no está mal.
Somos el quinto hospital en España que alcanza los 5.000. Teniendo en cuenta que el resto son de ciudades como Madrid, Barcelona y Valencia, no está mal.
¿Cómo ha sido la evolución?
El primer trasplante fue el renal en el 81, porque se dio la circunstancia de que era una necesidad y llegaron las personas necesarias para hacerlo. Llegaron los doctores González Martín y Buitrón y pusieron en marcha el programa. Hicieron los dos primeros entre vivos y ese mismo año se implantó el trasplante de cadáver. El de vivos se abandonó porque, al existir el de cadáveres, se pensó que habría riñones para toda la gente de la lista de espera. En el 91 los doctores Juffe y Prada empezaron con el trasplante cardíaco; en el año 94 Gómez Gutiérrez lo hizo con el hepático, y en el 99 se dedicó también al de páncreas y, ese mismo año, el doctor Borro inició los trasplantes de pulmón.
El primer trasplante fue el renal en el 81, porque se dio la circunstancia de que era una necesidad y llegaron las personas necesarias para hacerlo. Llegaron los doctores González Martín y Buitrón y pusieron en marcha el programa. Hicieron los dos primeros entre vivos y ese mismo año se implantó el trasplante de cadáver. El de vivos se abandonó porque, al existir el de cadáveres, se pensó que habría riñones para toda la gente de la lista de espera. En el 91 los doctores Juffe y Prada empezaron con el trasplante cardíaco; en el año 94 Gómez Gutiérrez lo hizo con el hepático, y en el 99 se dedicó también al de páncreas y, ese mismo año, el doctor Borro inició los trasplantes de pulmón.
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TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar
Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.
Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental





