sexta-feira, 3 de abril de 2020

Transplantes em tempo do Corona Vírus Covid 19

Covid-19: Transplantados pulmonares receiam a pandemia

Canal S+ / ALS
30-03-2020 15:37h
Assustado. É desta forma que quem recebeu um transplante pulmonar se sente, diante do novo desafio que a vida lhe colocou: a pandemia de covid-19. O telefone do presidente da Associação de Transplantados Pulmonares de Portugal não pára, com pedidos de esclarecimento ou simples desabafos. São acompanhados no Hospital de Santa Marta que já estuda uma forma de lhes fazer chegar os medicamentos.
Está há semanas fechado em casa, por pertencer a um grupo de risco. Manuel Francisco já se tinha habituado à autonomia que recuperou depois do transplante para debelar um enfisema pulmonar. Ver-se agora confinado a quatro paredes, trouxe-lhe à memória recordações que dispensa bem. Há uma vida antes e outra depois da cirurgia. É a essa que se quer agarrar. O presidente da Associação dos Transplantados Pulmonares de Portugal, contou ao Canal S+ como está a viver a quarentena forçada.

Os canais de comunicação da ATPP continuam abertos. Por telefone, email ou facebook, chegam diariamente pedidos de esclarecimento ou simples desabafos de quem receia cruzar-se de alguma forma com o novo coronavírus. Por outro lado, a ATPP está em constante contato com a médica que os acompanha, incansável. Luísa Semedo é a pneumologista responsável pela equipa de transplantes pulmonares do Hospital de Santa Marta.

Estes doentes necessitam regularmente de ir do hospital recolher medicação, que tem que ser cumprida sem falhas. Manuel Francisco explica que está a ser estudada uma forma de fazer chegar os medicamentos aos transplantados pulmonares, para evitar que corram o risco de se infetarem com a covid-19.

Aproveito para informar que informei as várias associações de transplantes e transplantados do seguinte problema que nós transplantados estamos a viver:

Boa tarde, uma vez que como associação têm a comunicação mais facilitada com os media, gostaria que fizessem chegar aos meios de comunicação um problema grave que nós transplantados estamos a ter com as analises aos himunossupressores. Felizmente ainda temos o Hospital de Santa Marta considerado "Corona Free", no entanto, a realidade muda constantemente. Fui fazer as minhas analises ao Laboratório Joaquim Chaves. As analises em geral foram comparticipadas mas as dos himunosspuressores foram 180€. Na altura não sabia que podia ir a Santa Marta porque o meu Hospital é Santa Maria e estamos proibidos de ir lá pelo perigo de contagio. Sendo assim esta informação deveria chegar ao governo para que numa situação excepcional como esta, as analises dos himunossupressores fossem comparticipadas pelo SNS na totalidade quando feitas nos laboratórios como Joaquim Chaves e outros. Aguardo V/ resposta. Obrigada, Sandra Campos


VIDEOS DA REPORTAGEM NESTE LINK
https://www.saudemais.tv/noticia/9627-covid-19-transplantados-pulmonares-receiam-a-pandemia?fbclid=IwAR2kMilLTn_pKMNgjwCMZl21FOesOqPG5tfbmpOwll2qfEOizWKY8zSMa24

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Vou viajar e agora como uso a máscara para me proteger a nivel respiratório?

Uso Correcto

Uso incorrecto 
Parece o mesmo não é? Mas há uma grande diferença! As máscaras têm frente e verso e uma parte serve para proteger o nariz e boca (VERSO) e a outra para ficar virada para fora (FRENTE) para enfrentar os vírus e bactérias.

TOPICOS PARA USAR ESTE TIPO DE MASCARA:
Frente para fora  - é o tom mais verde escuro;
Verso para dentro - é o tom mais verde claro;
Cima tem um pequen arame para adaptar à cana do nariz
Baixo tem uma especie de fole para adaptar ao queixo.

verso para o interior

frente para o exterior



Usei no centro comercial e posso voltar a usar? NÃO!!
Usei num avião e posso voltar a usar? NÃO!!

Porquê?
Estão contaminadas pelo ar e bactérias e virus.

DEITAR FORA E LAVAR AS MÃOS E USAR NOVA MÁSCARA.

VENDEM-SE NAS FARMÁCIAS À UNIDADE (0,80€)  OU CAIXAS DE 100 UNIDADES (20€).

ATENÇÃO QUE HÁ VÁRIOS TIPOS DE MÁSCARAS COM FUNÇÕES DIFERENTES.

PREVINA-SE!!

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Fibrosis Quistica orkambi y symkevi


Después de 4 años de mucha lucha, el día de hoy se ha convertido en especial e importante por qué finalmente el Ministerio de Sanidad y @vertexpharmaceuticals han llegado a ese ansiado acuerdo que toda la comunidad de #fibrosisquistica estaba esperando... SI A LA FINANCIACIÓN del #orkambi y #symkevi, a partir del 1 de Noviembre de este 2019‼️
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🔸 Tenéis toda la información en:
https://fibrosisquistica.org/sanidad-y-vertex-llegan-finalmente-a-un-acuerdo-para-la-financiacion-de-los-medicamentos-orkambi-y-symkevi-para-fibrosis-quistica/
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#Siquehayfuturo
#Yahayfinanciacióndenuevosmedicamentos
#díaimportanteparalafq

sábado, 19 de janeiro de 2019

Transplantes: morrem 6 portugueses por mês à espera de um órgão

Expresso

Em 2018 morreram 76 pessoas em Portugal à espera de um órgão para ser transplantado. Mais 49% do que em 2017. Envelhecimento da população exige que se mude a lei para atender às necessidades e até março, será entregue uma proposta ao Ministério da Saúde

A cada mês, seis pessoas morrem em Portugal a aguardar por um transplante. O órgão com maior lista de espera é o rim, com cerca de dois mil doentes dependentes de uma doação. O país está no topo em número de órgãos colhidos mas é preciso melhorar o aproveitamento dos órgãos e adaptar a legislação ao cada vez maior envelhecimento da população.

O envelhecimento da população e, por conseguinte, dos doentes em lista de espera ajuda a explicar o aumento das mortes entre os doentes que aguardam por um rim. “Há vários fatores que podem explicar o aumento de óbitos, mas o agravamento do estado de saúde das pessoas à espera do órgão e o aumento da média etária são determinantes, daí a necessidade de haver cada vez mais dadores vivos”, sublinha Susana Sampaio, presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação.

FONTE: https://expresso.sapo.pt/sociedade/2019-01-19-Transplantes-morrem-6-portugueses-por-mes-a-espera-de-um-orgao#gs.T4rudKB3

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Transplante sem imunossupressão

Un paciente de 57 años recibió un riñón de su hermano y el trasplante se completó con un trasplante de médula ósea. Esto permitió a su cuerpo "reconocer" el nuevo órgano como el suyo y evitar cualquier rechazo. El trasplante se realizó en noviembre de 2016 en el hospital universitario de Zurich. Hace un año, este paciente fue capaz de dejar de tomar cualquier medicamento relacionado con su trasplante.
Este método requiere una compatibilidad perfecta y poco frecuente entre el donante y receptor y todavía se está estudiando.


https://www.20min.ch/ro/news/suisse/story/Greffee--elle-peut-vivre-sans-medocs-23937770?fbclid=IwAR0YXipC8QbL1tudDEssOn4YHK4bz_WO9f6UP8iKaEivdAr4Ix2ACm0ctZ8

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

España, líder mundial en trasplantes y donaciones por 26º año consecutivo

España, con 2.183 donantes y 5.261 órganos trasplantados en 2017, vuelve a revalidar por vigésimo sexto año consecutivo su liderazgo mundial en trasplantes, con una tasa de 47,0 donantes por millón de población (p.m.p).

España, con 2.183 donantes y 5.261 órganos trasplantados en 2017, vuelve a revalidar por vigésimo sexto año consecutivo su liderazgo mundial en trasplantes, con una tasa de 47,0 donantes por millón de población (p.m.p). 
Así, el año pasado aportó el 19,2 por ciento de todas las donaciones de órganos en la Unión Europeay el 6,4 por ciento de las registradas en el mundo, pese a que apenas representa el 9,1 por ciento de la población europea y el 0,6 por ciento de la mundial. 
Esas son las principales conclusiones de los últimos datos recogidos por el Registro Mundial de Trasplantes, que gestiona la Organización Nacional de Trasplantes (ONT) desde hace 12 años en colaboración con la Organización Mundial de la Salud (OMS).
Como novedad, incorpora por primera vez a su base de datos la variante de género. Según los datos de 2017, procedentes de 57 países, 6 de cada 10 donantes vivos de riñón y 4 de hígado son mujeres. De acuerdo con los resultados, se elevan a 135.860 el total de órganos trasplantados en todo el mundo en el último año. 
Esta cifra supone un aumento del 7,25 por ciento respecto al año anterior: 126.670. De ellos, 89.823 fueron de riñón (40,2% de donante vivo) 30.352 de hígado (19,8% de donante vivo), 7.626 de corazón, 5.497 de pulmón, 2.342 de páncreas y 220 de intestino. 
Estos trasplantes fueron posibles gracias a 34.096 donantes fallecidos, frente a los poco más de 31.000 contabilizados en el año anterior, lo que representa un incremento de un 3,3 por ciento. A ellos se añaden las 42.154 personas que donaron un órgano en vida: 36.125 donantes vivos renales y 6.012 hepáticos y 17 de pulmón. 
"El incremento en el mundo tanto de trasplantes como de donantes es fruto de los avances que se están produciendo en muchos países y en algunas de las regiones de la OMS. Los datos ponen de manifiesto que los trasplantes empiezan a alcancar velocidad de crucero en todo el mundo, y España tiene mucho que ver", explica en declaraciones a Europa Press la directora de la ONT, Beatriz Domínguez-Gil.


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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

La Corunha - Hospital Juan Canalejo

La Corunha - Hospital Juan Canalejo
Hotel de Pacientes - Vários Portugueses salvos por um Transplante Pulmonar

Uma vida é pouco para mim

Uma vida é pouco para mim
O meu lema de vida - Dia do meu Transplante Pulmonar