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terça-feira, 9 de abril de 2013

Manuel Antunes - Cirurgião propõe fim de taxas moderadoras e introdução de co-pagamento

09/04/2013 - 08:08

O cirurgião Manuel Antunes considera que terá chegado o momento de acabar com as taxas moderadoras e avançar com os co-pagamentos na Saúde, avança a Rádio Renascença.

Manuel Antunes foi um dos agraciados com a Medalha de Ouro da Saúde, esta segunda-feira.

O responsável pelo Centro de Cirurgia Cardiotorácica dos Hospitais da Universidade de Coimbra defende um sistema em que os utentes devem pagar parte das consultas no sector público.

“Entendo que o conceito de taxas moderadoras está ultrapassado e por isso pura e simplesmente deve ser descartado e deveria mudar-se para o co-pagamento em que cada pessoa pagava um tanto, como faz quem tem seguros de saúde. Para isso é preciso mudar a Constituição, que diz que os cuidados de saúde são essencialmente gratuitos, penso que não há volta a dar a isso”.

O médico considera que quem não pode pagar não deve ser obrigado a isso, mas diz que com o sistema que propõe haveria o dobro de pagantes do que actualmente: “Penso que os 20% de pobres, os dois milhões de portugueses que não podem pagar, não devem pagar e a sociedade tem a responsabilidade de lhes dar cuidados de saúde adequados, todos os outros, isto é 80% e não os 40% que actualmente pagam, devem pagar”.

Manuel Antunes defende, ainda, que não devem existir escalões diferenciados para este pagamento, optando pela criação de um sistema em que os mais penalizados tenham algum tipo de compensação.

FONTE

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Portugal - Cirurgião Manuel Antunes defende fim das taxas moderadoras


05/02/2013 - 08:29
  
O cirurgião Manuel Antunes defendeu esta segunda-feira, em Coimbra, o fim das taxas moderadoras e a introdução de co-pagamentos no Serviço Nacional de Saúde (SNS), avança a agência Lusa.

“As taxas moderadoras deviam desaparecer. Defendo os co-pagamentos, excluindo para as pessoas que não podem realmente pagar”, afirmou Manuel Antunes, considerando que, se assim não for, os impostos terão de “continuar a subir”.

“Um país que já não consegue dar o pão de cada dia aos seus cidadãos, não pode dar cuidados de saúde”, sustentou o catedrático e director do Centro de Cirurgia Cardiotorácica da Universidade de Coimbra, que falava na conferência sobre saúde e segurança social “O Estado pode continuar a tratar de nós?”, promovida pelo semanário Expresso, no âmbito do seu 40.º aniversário.

“Os cuidados de saúde são muito caros e nos últimos 25 anos” o seu custo tem aumentado, em média, na generalidade dos países, “o dobro da inflação”, disse Manuel Antunes, referindo que advoga para a saúde “o mesmo princípio” que defende para as autoestradas.

Na saúde deve ser adoptada “a mesma filosofia das autoestradas”, em que os utentes pagam as respectivas portagens sem ser “em função daquilo que ganham”, afirmou.

Manuel Antunes reconhece que Portugal gasta menos em saúde, “per capita, que a média europeia”, e metade daquilo que despende, por exemplo, a Alemanha, em relação ao PIB (Produto Interno Bruto), mas o PIB deste país é três vezes superior ao português, sublinhou.

Na conferência, no auditório do Conservatório de Música de Coimbra, moderada por Pinto Balsemão, participam também o antigo ministro da saúde e eurodeputado Correia de Campos, o docente da Faculdade de Economia e director do Centro de Estudos e Investigação em Saúde da Universidade de Coimbra, Pedro Ferreira, o ex-secretário de Estado da Segurança Social e professor do ISEG (Instituto Superior de Economia e Gestão) Fernando Ribeiro Mendes, e o bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva.

FONTE

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

APFQ - Crianças com fibrose quística devem estar isentas de taxas moderadoras

05/12/2012 - 11:20

A Associação Portuguesa de Fibrose Quística (APFQ) apelou esta quarta-feira ao Governo para isentar de taxas moderadoras as crianças com mais de 11 anos de idade que sofram de fibrose quística, uma doença genética, crónica e de evolução progressiva, avança a agência Lusa.

“Pedimos ao Governo para que permita manter a isenção da taxa moderadora das crianças com mais de 11 anos, que desde 1985 estavam isentas”, declarou o presidente da APFQ, Amândio Ferreira, numa entrevista à Lusa a propósito das comemorações dos 25 anos de actividade daquela instituição de solidariedade.

Segundo Amândio Ferreira, as crianças até aos 11 anos estão isentas de taxas moderadoras, mas com a nova lei passam a pagar taxa moderadora quando chegam aos 11 anos de idade.

Esta situação é “terrível”, porque uma criança numa urgência, em apenas uma tarde, pode precisar de pagar entre “250 e 400 euros de taxas moderadoras, porque têm muitos exames a fazer”.

Segundo o presidente da Associação Portuguesa de Fibrose Quística, Portugal vai registar uma situação complicada em Março/Abril do próximo ano, porque existem cerca de 150 crianças que estão entre os 10 anos e meio e os 11 anos nessa altura.

Actualmente quem está isento de taxas moderadoras são as crianças até aos 11 anos de idade, transplantados e os doentes de fibrose quística com uma incapacidade de 60%.

A Associação Portuguesa de Fibrose Quística alerta também para a racionalização que as farmácias estão a impor aos doentes.

“Está a haver racionalização de medicação nas farmácias que só estão a dar medicamentos para um mês aos doentes”, denuncia Amândio Ferreira, acrescentando que, por vezes, não há mesmo medicação nas farmácias.

Em Portugal há 280 pessoas diagnosticadas com fibrose quística, uma doença hereditária que afecta principalmente a zona do pâncreas, pulmões e área intestinal. Nos doentes com 14/15 anos começam a surgir problemas de osteoporose e diabetes.

A Associação Portuguesa de Fibrose Quística, constituída em 1987, organiza dia 09 de Dezembro, no Porto, um encontro para assinalar as comemorações dos 25 anos e debater temas como “Infecção: Controle da infecção e prognóstico”, “Nutrição: um dos pilares no tratamento da fibrose quística” ou “Impacto da doença crónica no doente e na família”.

A Fibrose Quística é uma doença rara que afecta um em cada dois mil recém-nascidos.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Taxas Moderadoras FQ (resposta Ministerio Saude Portugal) à minha carta aberta ao Ministro da Saúde

Exmos Senhores,

Apenas vos posso dizer que estou grata pela vossa resposta. A situaçao dos doentes de FQ deveria ser mais aprofundada uma vez que as possibilidades que estes doentes têm de tratar de burocracias como o pedido de incapacidade superior a 60% por vezes é mesmo nenhuma por estarem sempre internados. Nem sempre têm familiares disponíveis para o fazer e acabam por nunca ter o atestado de incapacidade superior a 60% nem o atestado de incapacidade económica.
Sandra Campos


ultima referência a este tema no blog: http://transplantes-pulmonares.blogspot.pt/2012/06/carta-apfq-e-anfq-assunto-insencoes.html

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Carta Aberta ao Ministro da Saúde (reposta do Parlamento)

Carta aberta enviada ao Ministro da Saúde:


Assunto: Carta Aberta ao Ministro da Saúde – Isenções retiradas à FQ

para APFQ, ANFQ
Descrição: https://mail.google.com/mail/u/0/images/cleardot.gif

Exmos Senhores,

Depois de ter recebido hoje o telefonema da Sra. D. Margarida Mena quero voltar a deixar bem claro que a minha "carta aberta" é pessoal e APENAS como paciente de FQ e Transplantada Pulmonar.

Não estou ligada a nenhum partido, nem ao bloco de esquerda, nem a nada.

Fiz esta carta na consciência de que algo deveria ser feito, na perspectiva dos pacientes de FQ e tão só. Também na nossa perspectiva, as duas associações deveriam unir esforços e é lamentável que assim não seja, ao fim de tantos anos.

No fim do telefonema a Sra. D. Margarida Mena, tendo percebido que não estou ligada a nenhum partido, acabou por me dizer que até tinha feito bem porque e usando as suas palavras "eles nem sabem o que é a FQ".

Assim, fico agradecida e espero receber boas novas da vossa parte relativamente ao assunto das isenções que foram retiradas à FQ.

Atentamente,
Sandra Campos
(11.06.2012)


Reposta do Parlamento:



Carta anexada pelo grupo parlamentar:





Carta enviada à APFQ e ANFQ



segunda-feira, 4 de junho de 2012

Portugal - Taxas moderadoras: oposição vai questionar ministro



04/04/2012 - 09:11

Os partidos da oposição vão questionar quarta-feira o ministro da Saúde sobre a cobrança de taxas moderadoras a doentes com fibrose quística, uma doença crónica que o PSD garante estar abrangida pela isenção, mas que os hospitais ignoram, avança a agência Lusa.

A Associação Portuguesa de Fibrose Quística (APFQ) foi esta terça-feira recebida pelos vários grupos parlamentares para exigir a isenção de pagamento de taxas moderadoras, à semelhança do que acontece com outras doenças crónicas.

Salientando que, antes da alteração das taxas moderadores, os portadores de fibrose quística estavam isentos, a APFQ alerta que o não isentar menos de 300 pessoas, acaba por acarretar gastos acumulados a médio e longo prazo muito superiores para o Serviço Nacional de Saúde.

Em declarações à Lusa, o presidente da APFQ, Amândio Ferreira, afirmou que PS, PCP e BE garantiram que irão questionar o ministro da tutela sobre esta matéria durante a Comissão de Saúde, que decorre quarta-feira de manhã.

O responsável afirmou que o PSD garantiu que a fibrose quística está abrangida pelos cem por cento de isenção.

“O PSD garantiu que a circular da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) define que todas as doenças crónicas estão isentas e que a especificação das doenças apresentadas de seguida é apenas uma exemplificação e não uma enumeração das que estão abrangidas”, afirmou.

Amândio Ferreira disse que esclareceu então o deputado de que os hospitais estão a cobrar taxa moderadora a estes doentes, instando-os a pagar e a provar depois se realmente estão isentos.

A Fibrose Quística (FQ) é uma doença genética, que afecta perto de 300 pessoas em Portugal, a grande maioria crianças, jovens e jovens adultos.

Trata-se de uma doença caracterizada por uma falência pulmonar progressiva, mas também problemas pancreáticos, hepáticos, intestinais e nas glândulas sudoríparas.

As alterações pulmonares são responsáveis por 90% da morbilidade e mortalidade, já que evoluem frequentemente para insuficiência respiratória.

Estes doentes são obrigados ir a consultas clínicas, a fazer exames de diagnóstico e a fisioterapia frequentes, de forma a apostar na prevenção da deterioração clínica.

Segundo Amêndio Ferreira, os portadores de fibrose quística gastam agora uma média de 140 euros por mês, “só para os tratamentos básicos”, um “valor difícil de suportar e que vai fazer com que os doentes comecem a abandonar tratamentos preventivos que são determinantes para o seu futuro”.


NOTICIAS RELACIONADAS: http://transplantes-pulmonares.blogspot.pt/2012/06/taxas-moderadoras-doentes-sem-direito.html


Assunto: Carta Aberta ao Ministro da Saúde – Isenções retiradas à FQ

para APFQ, ANFQ
Descrição: https://mail.google.com/mail/u/0/images/cleardot.gif

Exmos Senhores,

Depois de ter recebido hoje o telefonema da Sra. D. Margarida Mena quero voltar a deixar bem claro que a minha "carta aberta" é pessoal e APENAS como paciente de FQ e Transplantada Pulmonar.

Não estou ligada a nenhum partido, nem ao bloco de esquerda, nem a nada.

Fiz esta carta na consciência de que algo deveria ser feito, na perspectiva dos pacientes de FQ e tão só. Também na nossa perspectiva, as duas associações deveriam unir esforços e é lamentável que assim não seja, ao fim de tantos anos.

No fim do telefonema a Sra. D. Margarida Mena, tendo percebido que não estou ligada a nenhum partido, acabou por me dizer que até tinha feito bem porque e usando as suas palavras "eles nem sabem o que é a FQ".

Assim, fico agradecida e espero receber boas novas da vossa parte relativamente ao assunto das isenções que foram retiradas à FQ.

Atentamente,
Sandra Campos
(11.06.2012)

domingo, 3 de junho de 2012

Carta aberta ao Ministro da Saúde de Portugal ( Foi retirada a insençao à Fibrose Quistica)


PORTUGAL - Carta Aberta o Ministro da Saúde
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Assunto: Carta Aberta ao Ministro da Saúde – Isenções retiradas à FQ

para APFQ, ANFQ
Descrição: https://mail.google.com/mail/u/0/images/cleardot.gif

Exmos Senhores,

Depois de ter recebido hoje o telefonema da Sra. D. Margarida Mena quero voltar a deixar bem claro que a minha "carta aberta" é pessoal e APENAS como paciente de FQ e Transplantada Pulmonar.

Não estou ligada a nenhum partido, nem ao bloco de esquerda, nem a nada.

Fiz esta carta na consciência de que algo deveria ser feito, na perspectiva dos pacientes de FQ e tão só. Também na nossa perspectiva, as duas associações deveriam unir esforços e é lamentável que assim não seja, ao fim de tantos anos.

No fim do telefonema a Sra. D. Margarida Mena, tendo percebido que não estou ligada a nenhum partido, acabou por me dizer que até tinha feito bem porque e usando as suas palavras "eles nem sabem o que é a FQ".

Assim, fico agradecida e espero receber boas novas da vossa parte relativamente ao assunto das isenções que foram retiradas à FQ.

Atentamente,
Sandra Campos
(11.06.2012)

Taxas moderadoras: Doentes sem direito adquirido em 1989 Fibrose quística perdeu isenção

Os cerca de 300 doentes que, em Portugal, sofrem de fibrose quística, uma patologia genética, progressiva e incapacitante, têm de pagar taxas moderadoras sempre que precisam de recorrer ao Serviço Nacional de Saúde. O regime de isenção a que tinham direito desde 1989 foi revogado com o decreto-lei nº 113/2011 de 29 de Novembro, diploma que entrou em vigor a 1 de Janeiro de 2012. A Associação Portuguesa de Fibrose Quística (APFQ) não compreende este "equívoco" e reclama a sua correcção. "A circular nº 37 da ACSS (Administração Central do Sistema de Saúde) estabeleceu o regime de isenção a várias patologias que entendemos não serem tão graves do ponto de vista da locomoção, alimentação, qualidade de vida e esqueceu-se de colocar a fibrose quística, que é uma doença crónica pulmonar progressiva", afirma Amândio Ferreira, presidente da APFQ. Assim, "um doente está isento até aos 12 anos e a partir daí passa a pagar taxa moderadora se tiver menos de 60 por cento de incapacidade. Devido a alterações respiratórias terá de efectuar um transplante pulmonar e então passará a estar isento, é ridículo", exemplifica. Em resposta à APFQ, a Unidade Operacional de Financiamento e Contratualização da ACSS, a quem compete efectuar o estudo de modelos de financiamento e modalidades de pagamento para o sistema de saúde, sugeriu que "os utentes deverão solicitar um atestado de incapacidade para usufruírem da isenção universal para os cuidados de saúde". DISCURSO DIRECTO "RASTREIO NEONATAL", Celeste Barreto, Pediatra H. Santa Maria Correio da Manhã – Como se caracteriza a fibrose quística? Celeste Barreto – Esta doença caracteriza-se por uma infecção crónica das vias respiratórias, insuficiência pancreática exócrina, disfunção intestinal, função anormal das glândulas sudoríparas e disfunção reprodutora. – O diagnóstico precoce trará benefícios para os doentes? – Estudos internacionais mostram que estes doentes têm grandes benefícios se o rastreio for feito no período neonatal. Se o rastreio da fibrose quística fosse feito no ‘teste do pezinho’, estes doentes iriam ser tratados precocemente, facto que iria prevenir a má nutrição e tratar adequadamente as infecções respiratórias. O MEU CASO: ANA FILIPA "FIZ UM TRANSPLANTE DE PULMÃO" Camuflado por sintomas típicos de uma simples gripe e por antibióticos ineficazes, administrados nos primeiros anos de vida, o diagnóstico de fibrose quística só chegou aos 4 anos. Foi o teste do suor que confirmou o veredicto de que Ana Filipa padecia da doença. "Comecei por fazer antibiótico e fisioterapia respiratória. Na altura, não podia sair muito tempo de casa porque tinha medicação para tomar e tinha de ter uma alimentação mais rica em sal", revela Ana Filipa. Aos 15 anos, o estado de saúde começou a agravar-se e os internamentos passaram a ser comuns. "Cheguei a estar internada oito vezes num ano. Até que aos 17 anos fui submetida a um transplante de pulmão no Hospital de Santa Marta, em Lisboa". Findo os cinco meses de recobro, Ana Filipa retomou os estudos, acabou o ensino secundário e abriu uma loja. Hoje, aos 20 anos, é uma doente independente. Só tem de tomar a medicação e ter uma alimentação saudável. Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/saude/fibrose-quistica-perdeu-isencao


Assunto: Carta Aberta ao Ministro da Saúde – Isenções retiradas à FQ

para APFQ, ANFQ
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Exmos Senhores,

Depois de ter recebido hoje o telefonema da Sra. D. Margarida Mena quero voltar a deixar bem claro que a minha "carta aberta" é pessoal e APENAS como paciente de FQ e Transplantada Pulmonar.

Não estou ligada a nenhum partido, nem ao bloco de esquerda, nem a nada.

Fiz esta carta na consciência de que algo deveria ser feito, na perspectiva dos pacientes de FQ e tão só. Também na nossa perspectiva, as duas associações deveriam unir esforços e é lamentável que assim não seja, ao fim de tantos anos.

No fim do telefonema a Sra. D. Margarida Mena, tendo percebido que não estou ligada a nenhum partido, acabou por me dizer que até tinha feito bem porque e usando as suas palavras "eles nem sabem o que é a FQ".

Assim, fico agradecida e espero receber boas novas da vossa parte relativamente ao assunto das isenções que foram retiradas à FQ.

Atentamente,
Sandra Campos
(11.06.2012)

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

TEM - pedido de esclarecimento de taxas moderadoras

Caro(a) Sr(a).,
As Associações ANEM, SPEM e TEM estão a organizar um debate que pretende servir de esclarecimento sobre: taxas moderadoras; juntas médicas/atestados multiusos.  Além destes assuntos irá ser discutida a decisão de determinados hospitais  indicarem um único medicamento a   pessoas com graus diferentes da mesma doença, em particular aos doentes de esclerose múltipla.
Vão estar representadas as associações: ACAPO; ANEM; APADR; APAHE; APD; APDE; APDI; APFQ; CNOD; LPCP; RESPIRA; SPEM e TEM.
Este evento realiza-se no próximo sábado, dia 4 de fevereiro, no auditório A1 do complexo 1 da Universidade do Minho (UM), em Braga. Este evento é de entrada livre e aberta a todos (deficientes e doentes crónicos, respectivos familiares e associações, bem como a técnicos de saúde …).
Contamos com a presença de:
Dr. Alexandre Lourenço, Vogal do Conselho Directivo da ACSS;
Dr. Almeida Pereira em representação ANMSP;
Eng. Agostinho Lopes (deputado de Braga) em representação do grupo parlamentar do PCP;
Dr. Joaquim Pinheiro presidente do GEEM;
Dr. Manuel Pizarro (deputado do Porto) em representação da comissão parlamentar de saúde;
Dra. Maria do Céu Madeira em representação da DGS.

Pode estacionar o carro dentro da UM. Caso tenha limitações de locomoção e pretenda estacionar o carro junto ao auditório A1 comunique na entrada do campus da UM.
Agradecemos que esteja no Complexo Pedagógico I da UM atempadamente, se quiser assistir a algum painel. Pode ver o programa no nosso site www.tem.com.pt.
Se cumprirmos os horários, temos tempo para debater e colocar questões. Queremos que este evento não se torne só numa sessão de esclarecimento. Este evento é aberto à participação de todos.
Junto enviamos a planta da UM – Campus de Gualtar – Braga. Nesta planta está assinalada a vermelho o auditório A1, a verde o estacionamento livre e a rosa o estacionamento reservado a quem o solicitar (com limitações de locomoção).
P´las Direções da ANEM, da SPEM e da TEM
Paulo Alexandre Pereira
(917505375)

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Ajudando a divulgar - TEM - Taxas moderadoras / doentes crónicos e deficientes

Exmos. Senhores,
Primeiro Ministro,
Ministro da Saúde,
Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde,
Secretário de Estado da Saúde,
Deputados.

Braga, 11 de Outubro de 2011

Assunto: Taxas moderadoras / doentes crónicos e deficientes

O senhor Ministro da Saúde anunciou, no dia 29 de Setembro, que a isenção de pagamento de taxas moderadoras, para os portadores de doenças crónicas, vai deixar de ser total, passando a aplicar-se apenas aos actos relativos à respectiva doença.
"Passa a haver a isenção, não pelo doente em si, mas por tudo o que é relacionado com a doença, ou seja, tudo o que são consultas e sessões de hospital de dia, actos complementares no decurso e no âmbito da doença.”
"Outro tipo de actos que não têm nada a ver com a doença, esses passarão a estar sujeitos", acrescentou o senhor Ministro da Saúde, na conferência de imprensa sobre as conclusões do Conselho de Ministros, do dia 29 de setembro, que aprovou um decreto-lei que altera as regras de aplicação das taxas moderadoras, de acordo com a taxa da inflação.
Segundo o Ministério da Saúde, cabe ao médico definir se o recurso à urgência ou consulta se deve, ou não, à doença crónica de que o utente padece. E no caso de um diabético, por exemplo, será o médico que o observa a determinar se o que motivou a consulta, urgência ou tratamento é decorrente da doença.
As associações Abraço (Associação de Apoio a Pessoas com VIH/SIDA), Alzheimer Portugal, ANEM (Associação Nacional de Esclerose Múltipla), APAHE (Associação Portuguesa de Ataxias Hereditárias), APAMCM (Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama), APDE (Associação Portuguesa de Doentes com Esclerodermia), APDI(Associação Portuguesa da Doença Inflamatória do Intestino), APPDH (Associação Portuguesa de Pais e Doentes com Hemoglobinopatias), Cercizimbra, SPEM (Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla) e a TEM (Associação Todos com a Esclerose Múltipla) consideram que há questões que estão por esclarecer na medida aprovada pelo Governo, relativamente às taxas moderadoras para o caso dos doentes crónicos, mas deveria ter em conta todas as doenças crónicas.
Qualquer pessoa com grau de incapacidade, igual ou superior a 60%, fica directamente isenta do pagamento de todas as taxas moderadoras. Os doentes crónicos, que não tenham este grau de incapacidade, ficam só isentos das taxas relativas à sua doença. Nem tudo está bem esclarecido.
As doenças crónicas normalmente têm um conjunto de problemas de saúde associados que, consequentemente, originam necessidades de cuidados de saúde e administração de terapêuticas complementares. Por isso, não faz qualquer sentido deixarem de ser entendidos e englobados no conceito de “atos médicos/ e ou, cuidados de saúde e terapêutica” relativos à doença.
Quais os documentos a apresentar noutras consultas causadas por estas doenças? Exemplo: psiquiatria, fisioterapia, urologia, etc.
Em alguns centros de saúde é norma pagar a consulta antes de ser atendido. Como reconhecer antecipadamente se o ato médico é devido à doença? Se devido à doença, o médico pedir exames complementares como, por exemplo, uma ressonância magnética, o doente fica isento?
Achamos que os atos médicos, exames complementares, cuidados de saúde e administração de terapêuticas complementares, que direta e indiretamente estejam relacionados com a doença, devem estar isentos para estes doentes.
Nota: Quando nos referimos a doenças crónicas, incluímos, também, as doenças que não sendo, ainda, consideradas crónicas, são tratadas como tal, como por exemplo o VIH/SIDA.

Com os nossos prezados cumprimentos,

Os presidentes de direcção das Associações

Um telefone para contacto: 917505375

(Fonte: e-mail recebido -Sandra Campos)

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

TEM - Pedido de subscrição de carta sobre as Taxas moderadoras


Caros dirigentes associativos,
Conforme solicitado, sugeriram sugestões à carta a enviar ao governo sobre a isenção das taxas moderadoras para os doentes crónicos / deficientes. Desta vez, se estiverem de acordo, convido-vos a subscrever a carta em anexo até à próxima segunda-feira, dia 10, inclusive.

Nota: as alterações estão a vermelho.

Com os nossos prezados cumprimentos,
O Presidente da Direcção da TEM
Paulo Alexandre Pereira
(917505375)

Exmos. Senhores,

Primeiro Ministro,
Ministro da Saúde,
Secretário de Estado da Saúde,
Deputados,
c/c
Senhores Jornalistas.

Braga, 11 de Outubro de 2011

Assunto: Taxas moderadoras / doentes crónicos e deficientes

O senhor ministro da Saúde anunciou no dia 29 de Setembro que a isenção de pagamento de taxas moderadoras para os portadores de doenças vai deixar de ser total, passando a aplicar-se apenas aos actos relativos à respectiva doença.
"Passa a haver a isenção, não pelo doente em si, mas por tudo o que é relacionado com a doença, ou seja, tudo o que são consultas e sessões de hospital de dia, actos complementares no decurso e no âmbito da doença.”
"Outro tipo de actos que não têm nada a ver com a doença, esses passarão a estar sujeitos", acrescentou o senhor ministro da Saúde, na conferência de imprensa sobre as conclusões do Conselho de Ministros do dia 29 de setembro, que aprovou um decreto-lei que altera as regras de aplicação das taxas moderadoras de acordo com a taxa da inflação.
Segundo o Ministério da Saúde, cabe ao médico definir se o recurso à urgência ou consulta se deveu ou não à doença crónica de que o utente padece. E no caso de um diabético, por exemplo, será o médico que o observa a determinar se o que motivou a consulta, urgência ou tratamento é decorrente da doença.
As associações Abraço, Alzheimer Portugal, APAHE, APPDH, SPEM, TEM, ….  consideram que há questões que estão por esclarecer a medida aprovada pelo Governo relativamente às taxas moderadoras para o caso dos doentes crónicos, masdeveria ter em conta todas as doenças crónicas.
Qualquer pessoa com grau de incapacidade igual ou superior a 60%  ficam directamente isentos do pagamento de todas as taxas moderadoras. Os doentes crónicos que não tenham este grau de incapacidade ficam só isentos das taxas relativas à sua doença. Nem tudo está bem esclarecido.
As doenças crónicas normalmente têm um conjunto de problemas de saúde associados que, consequentemente, originam necessidades de cuidados de saúde e administração de terapêuticas complementares que não faz qualquer sentido deixarem de ser entendidos e englobados no conceito de “atos médicos/ e ou, cuidados de saúde e terapêutica” relativos à doença.
Quais os documentos a apresentar noutras consultas causadas por estas doenças? Exemplo: psiquiatria, fisioterapia, urologia, etc.
Em alguns centros de saúde é norma pagar a consulta antes de ser atendido. Como reconhecer antecipadamente se o ato médico é devido à doença? Se devido à doença o médico pedir exames complementares como, por exemplo, uma ressonância magnética, o doente fica isento?
Achamos que os atos médicos, exames complementares, cuidados de saúde e administração de terapêuticas complementares que direta e indiretamente estejam relacionados com a doença devem estar isentos para estes doentes.

Com os nossos prezados cumprimentos,

Os presidentes da direcção das Associações

Fonte: e-mail recebido)

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Ajudando a divulgar -TEM-Pedido de opinião sobre as Taxas moderadoras


Caros dirigentes associativos,
Não cabe às associações de doentes crónicos concordar ou discordar com a alteração do pagamento ou isenção das taxas moderadoras para os cidadãos ditos normais. Mas todas as associações de doentes crónicos / deficientes têm de lutar e defender os doentes crónicos / deficientes e em especial aqueles a que a sua associação representa.
Assim, convido-vos a subscrever a carta em anexo. Gostaríamos que dessem as vossas sugestões e opiniões até ao dia 5 de Outubro, inclusive.
Existem doenças crónicas que não estão isentas.

Nota: não temos os emails de todas as associações.

Com os nossos prezados cumprimentos,
O Presidente da Direcção da TEM
Paulo Alexandre Pereira
(917505375)

Exmos. Senhores,

Primeiro Ministro,
Ministro da Saúde,
Deputados,
c/c
Senhores Jornalistas.

Braga, 6 de Outubro de 2011

Assunto: Taxas moderadoras / doentes crónicos e deficientes

O senhor ministro da Saúde anunciou no dia 29 de Setembro que a isenção de pagamento de taxas moderadoras para os portadores de doenças vai deixar de ser total, passando a aplicar-se apenas aos actos relativos à respectiva doença.
"Passa a haver a isenção, não pelo doente em si, mas por tudo o que é relacionado com a doença, ou seja, tudo o que são consultas e sessões de hospital de dia, actos complementares no decurso e no âmbito da doença.”
"Outro tipo de actos que não têm nada a ver com a doença, esses passarão a estar sujeitos", acrescentou o senhor ministro da Saúde, na conferência de imprensa sobre as conclusões do Conselho de Ministros do dia 29 de setembro, que aprovou um decreto-lei que altera as regras de aplicação das taxas moderadoras de acordo com a taxa da inflação.
Segundo o Ministério da Saúde, cabe ao médico definir se o recurso à urgência ou consulta se deveu ou não à doença crónica de que o utente padece. E no caso de um diabético, por exemplo, será o médico que o observa a determinar se o que motivou a consulta, urgência ou tratamento é decorrente da doença.
As associações Abraço, TEM, ….  consideram justa a medida aprovada pelo Governo relativamente às taxas moderadoras para o caso dos doentes crónicos, mas deveria ter em conta todas as doenças crónicas.
Qualquer pessoa com grau de incapacidade igual ou superior a 60%  ficam directamente isentos do pagamento de todas as taxas moderadoras. Os doentes crónicos que não tenham este grau de incapacidade ficam só isentos das taxas relativas à sua doença. Nem tudo está bem esclarecido.
As doenças crónicas normalmente têm um conjunto de problemas de saúde associados que, consequentemente, originam necessidades de cuidados de saúde e administração de terapêuticas complementares que não faz qualquer sentido deixarem de ser entendidos e englobados no conceito de “atos médicos/ e ou, cuidados de saúde e terapêutica” relativos à doença.
Quais os documentos a apresentar noutras consultas causadas por estas doenças? Exemplo: psiquiatria, fisioterapia, urologia, etc.

Em alguns centros de saúde é norma pagar a consulta antes de ser atendido. Como reconhecer antecipadamente se o ato médico é devido à doença? Se devido à doença o médico pedir exames complementares como, por exemplo, uma ressonância magnética, o doente fica isento?

Achamos que os atos médicos, exames complementares, cuidados de saúde e administração de terapêuticas complementares que direta e indiretamente estejam relacionados com a doença devem estar isentos para estes doentes.

Com os nossos prezados cumprimentos,

Os presidentes da direcção das Associações

(Fonte: mail recebido)
Sandra Campos

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Absurdo!!!

Taxas: atestado de incapacidade de pessoas com deficiência é pago


O director-geral de Saúde reafirmou que a instrução de processo de avaliação de incapacidade de pessoas com deficiência está "isenta de pagamento", mas confirma que em caso de necessidade de atestado há "lugar ao pagamento", avança a agência Lusa.

Francisco George emitiu na noite de quinta-feira uma "nota explicativa" sobre o Decreto-Lei n.º 8/2011, de 11 de Janeiro, que actualiza os valores do pagamento da actividade desenvolvida pelos médicos de Saúde Pública no âmbito das suas competências como autoridade de Saúde.

O responsável começa por referir que, quanto ao atestado multiuso de incapacidade em junta médica, aquele "decreto isenta o pagamento da instrução de processo de avaliação de incapacidade de pessoas com deficiência ou outras patologias para acesso a benefícios fiscais e de outra natureza".

Mas acrescenta que, havendo necessidade ou pretensão de um atestado, "neste caso haverá lugar ao pagamento da actividade desenvolvida pelos serviços especializados de saúde pública".

Segundo o titular da Direcção-geral de Saúde, "estes atestados destinam-se exclusivamente à obtenção de benefícios fiscais e outros (por exemplo: aquisição de viatura isenta de imposto automóvel, estacionamento exclusivo, benefícios bancários, isenção do imposto de circulação)".

Relativamente aos estabelecimentos de restauração ou de bebidas, esclarece que, nos termos de um diploma anterior, "está prevista a consulta das autoridades de Saúde para verificação do cumprimento de normas de higiene e saúde públicas, no âmbito do Regime Jurídico de Urbanização e Edificação, para o efeito de emissão de parecer prévio necessário para o licenciamento municipal".

"A intervenção dos delegados de Saúde nesta área está ainda prevista nos termos do regime especial para serviços de restauração ou de bebidas ocasionais e ou esporádicos, sob a forma de vistoria", acrescenta.

Assim sendo, adianta o director-geral – "encontram-se em vigor todas as normas que implicam a intervenção das autoridades de Saúde e daí a existência das respectivas taxas pelos serviços prestados e a sua actualização".

Por outro lado, o titular da Direcção-geral de Saúde diz que a vacina contra a febre-amarela é "um acto de protecção individual de viajantes para áreas onde a doença é endémica". E acrescenta: "Quem vive em Portugal não tem necessidade desta vacina", que "é válida por 10 anos".

Atestados médicos e vacinas internacionais ficam mais caros a partir de segunda-feira, segundo um diploma publicado na terça-feira em Diário da República que actualiza taxas de serviços de saúde pública que se mantinham inalteradas desde 1982.

Assim, quem for vacinar-se contra a febre-amarela, a encefalite japonesa, a febre tifóide, a meningite tetravalente e a raiva vai ter de pagar uma taxa que pode custar 50 ou 100 euros e que actualmente é inferior a um euro.

Os atestados médicos passados por uma autoridade de saúde ou por um profissional de saúde pública, que custavam menos de um euro, também passam a custar, a partir de segunda-feira, 20 euros e os chamados “atestados multiuso de incapacidade em junta médica” 50 euros. Já um “atestado em junta médica de recurso” passa a ter o preço de 100 euros.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/news/11489/15/Taxas-atestado-de-incapacidade-de-pessoas-com-deficiencia-e-pago.html

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Governo alarga isenção das taxas moderadoras a dadores de órgãos e militares

O Governo alargou esta sexta-feira as isenções de pagamento de taxas moderadoras a dadores vivos de órgãos ou de células e a militares e ex-militares, medida que se estima abranger um universo de 20 mil pessoas. medida do executivo foi apresentada pela ministra da Saúde, Ana Jorge, em conferência de imprensa, no final do Conselho de Ministros, avança a agência Lusa.

Segundo o Governo, este decreto “estabelece a isenção do pagamento de taxas moderadoras em situações que envolvam transplantes de órgãos ou células, bem como para os militares e ex-militares das Forças Armadas que, em virtude da prestação do serviço militar, se encontrem incapacitados de forma permanente”.
Ana Jorge referiu que esta medida “foi uma forma de assinalar o Dia Mundial do Doente, na quinta-feira”, constituindo-se como “um incentivo à colheita de órgãos por parte de dadores vivos”.
“Por isso, estabelece-se uma isenção para dadores de órgãos vivos ou para tudo aquilo que estiver relacionado com exames, ou ainda actos de saúde necessários para a colheita quer destes órgãos, quer de colheitas de medula”, disse.
A ministra da Saúde defendeu depois que, por esta via, se facilita a doação de órgãos “para a melhoria das condições de vida das pessoas”.
“No que se refere ao dador de cadáver, Portugal é já o segundo país em termos de colheita. Resta-nos esta área da colheita de órgãos vivos para podermos aumentar a capacidade de resposta face a muitos doentes que não têm acesso, nomeadamente ao transplante renal”, justificou.
Em relação aos elementos das Forças Armadas, o Governo diz que reconhece com esta medida “quem ficou incapacitado de forma permanente”.
“Deste modo, estabelece-se também uma isenção do pagamento das taxas moderadoras aos militares e ex-militares das Forças Armadas que, em virtude da prestação de serviço militar, ficaram incapacitados de forma permanente”, acrescenta o comunicado do Conselho de Ministros.
Executivo alargou também o leque de médicos para centros de procriação medicamente assistida
O Conselho de Ministros alterou esta sexta-feira a lei da procriação medicamente assistida para permitir que médicos de outras especialidades além da ginecologia/obstetrícia trabalhem nos centros de inseminação artificial, avança a agência Lusa.
O decreto aprovado mantém a exigência de que os directores dos Centros de Procriação Medicamente Assistida sejam obstetras, de preferência com subespecialidade em ginecologia/obstetrícia.
No entanto, deixa cair essa "exigência de qualificação" para os médicos que trabalhem em centros "que se dediquem exclusivamente à selecção de dadores e preservação de gâmetas" (células reprodutoras), uma vez que "já não se justifica", refere o comunicado do Conselho de Ministros.
Para esses centros, passa a ser suficiente uma equipa com um médico ginecologista/obstetra e um técnico licenciado com especialização compatível com a procriação assistida.
Nos centros de selecção de dadores e preservação, basta um ginecologista/obstetra ou um médico com especialização em genética médica, endocrinologia ou urologia.
A intenção é envolver "mais profissionais de saúde nesta área" e "criar uma nova dinâmica nos centros autorizados a ministrar as técnicas de procriação medicamente assistida".

Fonte:http://www.rcmpharma.com/news/6730/15/Governo-alarga-isencao-das-taxas-moderadoras-a-dadores-de-orgaos-e-militares.html
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Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

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