sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Farmácias no Santa Maria e no S. João vão avançar com unidose


A Autoridade Nacional para o Medicamento (Infarmed) já recebeu dois pedidos de autorização para venda de medicamentos em unidose. Foram feitos pelas farmácias de venda ao público dos hospitais de Santa Maria, em Lisboa, e do S. João, no Porto. Se tiverem luz verde, os doentes poderão começar a comprar medicamentos à dose nos próximos dias, avança o DIário de Notícias.

"O pedido foi feito no princípio do mês. A inspecção do Infarmed já se realizou e estou a aguardar a autorização para iniciar a venda", diz ao DN Paulo Diogo, director clínico da farmácia do Santa Maria, a maior do País. Se isso acontecer, o farmacêutico admite poder vender remédios em unidose nos próximos dias. O mesmo poderá acontecer no Porto, já que a reunião com o Infarmed "foi ao mesmo tempo", adiantou Paulo Diogo.

Também o sistema para prescrição em unidose já está resolvido e já há médicos que aderiram à iniciativa. "As receitas têm de ser electrónicas e o sistema já está implementado. Já recebi receitas para vender medicamentos em unidose. Na semana passada foram três. Mas ainda não está muito divulgado entre os médicos", diz ao DN. A farmácia do Santa Maria recebe 1500 pessoas por dia e factura 30 mil euros por dia. "A expectativa é que duplique a facturação nos próximos dois anos".

Nesta primeira fase, a venda em unidose está restringida antibióticos, anti-histamínicos, anti-inflamatórios não esteróides, paracetamol e antifúngicos que sejam vendidos em carteiras (blisters) ou em saquetas. Por isso, a adaptação da farmácia não foi muito complicada, nem dispendiosa.

"Adequamos um espaço do laboratório para o processo de dispensa e tratamos de todos os procedimentos de segurança, para assegurar que não exista troca de medicamentos, para a embalagem secundária e dispensa dos folhetos informativos. Para esta fase, que é experimental durante seis meses, não houve um grande investimento em equipamento", diz.

A farmácia gastou 10 mil euros com a máquina de reembalamento e teve de contratar mais dois profissionais, apenas para a venda à dose "por questões de segurança no manuseamento". Por agora, a unidose não será muito mais do que "dividir os blisters à venda no mercado, de acordo com a dose receitada, e reembalá-los em material da farmácia", conclui.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/news/10345/15/Farmacias-no-Santa-Maria-e-no-S-Joao-vao-avancar-com-unidose.html

HPP Saúde cria programa de saúde em parceria com RTP N

ÜGeração Saúde” é um novo programa semanal emitido pela RTP N desde o último sábado, e que se prolongará por 13 semanas. Concebido pela direcção de marketing e comunicação do Grupo HPP Saúde e gravado no Hospital dos Lusíadas com a colaboração de médicos e outros profissionais, este conceito pretende afirmar-se pela inovação na forma, na imagem e nas acções a desenvolver. «O Geração Saúde vem dar coerência aos objectivos de comunicação definidos pela HPP Saúde, onde se pretende desmistificar o peso emocional de uma instituição com as características de um hospital, abrindo as portas a uma atitude positiva, de proximidade humana e com novos referenciais ao nível da responsabilidade social», afirma Guilherme Victorino, director de marketing e comunicação do Grupo.
Apresentado pela jornalista Edite Espadinha, Geração Saúde conta com uma entrevista a uma personalidade pública e três peças de informação dedicadas à prevenção e educação para a saúde. Os programas de trinta minutos serão emitidos ao fim-de-semana e exibidos mais duas vezes ao longo da semana. Paralelamente, as peças informativas criadas para o programa darão origem a “Conselhos de Saúde” de 90 segundos, emitidos diariamente ao longo da semana nos canais RTP, e posteriormente na Corporate TV dos hospitais do Grupo HPP Saúde.

Médicos fumam nos hospitais



Pouco mais de metade (53%) dos hospitais públicos cumpre totalmente a proibição de fumar. Os profissionais de saúde, entre médicos e enfermeiros, são quem menos cumpre a lei que proíbe o tabaco nas unidades de saúde. A conclusão é do Relatório Anual do Observatório Nacional das Doenças Respiratórias, apresentado terça-feira, de acordo com o Correio da Manhã.

Segundo o documento, os estabelecimentos de ensino também não escapam ao incumprimento da lei e cerca de 20% do total das escolas admitem o fumo no seu espaço.

O relatório refere ainda que existe um grau de correlação entre o grau baixo de escolaridade e o tabagismo. Além disso, os desempregados são quem mais fuma. Apesar do ligeiro decréscimo da venda de cigarros, as consultas de desabituação são insuficientes.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/news/10395/15/Medicos-fumam-nos-hospitais.html

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Cayston® de Gilead es superior a la tobramicina en solución para inhalación en estudio comparativo de seis meses sobre la fibrosis quística

Foto 1: Cayston e nebulizador Pari
Foto 2: Tobramicina
Gilead Sciences, Inc. (Nasdaq:GILD) ha anunciado que su ensayo clínico comparativo de Fase III de Cayston® (aztreonam para solución por inhalación) con tobramicina para solución por inhalación (TIS en sus siglas en inglés) en pacientes con fibrosis quística (FQ) con Pseudomonas aeruginosa (P. aeruginosa) ha alcanzado su criterio co-principal de evaluación de superioridad de Cayston para el cambio medio actual en volumen espiratorio forzado porcentual en un segundo (VEF1, una medida de la función pulmonar) previsto en tres ciclos de tratamiento (seis meses). Los pacientes a los que se les ha administrado Cayston han registrado un aumento medio actual ajustado en el VEF1 porcentual previsto de la línea de base durante seis meses de 2,05%, en comparación con un descenso del 0,66% en los pacientes a los que se le ha administrado TIS. Los resultados de seguridad han sido similares en ambas partes del estudio, con menor incidencia de tos en pacientes a los que se les ha administrado Cayston. Estos datos se han presentado en una sesión hoy y se presentarán también en un seminario el sábado, 23 de octubre, en el 24º Congreso Anual Norteamericano sobre Fibrosis Quística (NACFC) en Baltimore. 

El primer criterio de evaluación co-primario de no inferioridad para el cambio medio porcentual en el VEF1porcentual previsto en el Día 28 también ha sido superado y Cayston ha conseguido la definición estadística de superioridad. Estos datos se han presentado a principios de año en el Congreso Europeo sobre Fibrosis Quística. 

En el estudio, han participado 268 pacientes elegidos de forma aleatoria para recibir tandas repetitivas intermitentes durante 28 días de Cayston (75 mg tres veces al día) mediante el sistema de nebulizador Altera®(PARI Pharma GmbH) o TIS (300 mg dos veces al día) mediante el nebulizador PARI LC Plus® durante un periodo de tratamiento de 24 semanas. Aproximadamente el 85% de los pacientes del estudio recibieron al menos tres tandas de tobramicina inhalada en los 12 meses antes de la incorporación al estudio. 

"Los pacientes con fibrosis quística con infección crónica de Pseudomonas aeruginosa por vía respiratoria necesitan un tratamiento antibiótico inhalado a largo plazo", afirma Christopher M. Oermann, MD, Profesor Asociado de Pediatría y Director del Centro de Cuidado de Fibrosis Quística del Baylor College of Medicine, en Houston (Texas). "La naturaleza actual de esta infección y la necesidad de un tratamiento antibiótico cíclico supresivo destacan la importancia de nuevos desarrollos de fármacos y de datos de ensayos clínicos en múltiples ciclos de tratamiento. Los resultados de este ensayo demuestran la eficacia de Cayston en tres ciclos de tratamiento para mejorar la función pulmonar y los valores de los síntomas respiratorios. Además, Cayston ha sido asociado con reducciones considerables en exacerbaciones pulmonares, incluidas las hospitalizaciones. Cayston es una nueva terapia importante para el tratamiento de la infección por pseudomonas por vía respiratoria en pacientes que viven con la fibrosis quística". 

Cayston ha obtenido la aprobación de la Agencia de Alimentos y Fármacos de EE.UU. (FDA en sus siglas en inglés) y de la Agencia Australiana de Productos Terapéuticos (TGA en sus siglas en inglés) en 2010 y ha obtenido aprobaciones condicionales de marketing en la Unión Europea y Canadá en septiembre de 2009. Estas aprobaciones condicionales dependen de los resultados de este estudio de Fase III. Gilead ha presentado estos datos a la FDA en el tercer trimestre de este año y planea comenzar a presentar los datos de este estudio a organismos normativos internacionales a finales de año. 

Acerca del estudio 205-0110 

El estudio 205-0110 es un estudio de etiqueta abierta, multicentro, aleatorio, de grupo paralelo para evaluar la seguridad  y eficacia comparativa de Cayston y TIS en pacientes adultos y pediátricos con fibrosis quística con P. aeruginosa. Un total de 268 pacientes adultos y pediátricos en centros de investigación en Europa y Estados Unidos han sido escogidos de forma aleatoria y han recibido tandas repetitivas e intermitentes de 28 días de Cayston (n=136) o de TIS (n=132) durante un periodo de tratamiento de 24 semanas. Los criterios co-principales de evaluación han sido la no inferioridad de Cayston para el cambio medio porcentual en el VEF1 porcentual previsto en el Día 28, en comparación con la línea de base y la superioridad de Cayston para el cambio medio actual en el VEF1 porcentual previsto durante los tres ciclos de tratamiento (seis meses). 

La edad media de los pacientes del ensayo ha sido 25,5 años, con 59 pacientes (22%) menores de 18 años de edad. En la línea de base, el porcentaje medio previsto en el VEFfue del 52,3% para el grupo de Cayston y del 52,2% para el grupo TIS. Los valores medios de los síntomas respiratorios, como evalúa el Cuestionario Revisado sobre la Fibrosis Quística (CFQ-R), una herramienta de resultados informados por los pacientes que evalúa la calidad de vida en relación con la salud de los pacientes con fibrosis quística, fue de 62,9 y 58,0 respectivamente, para los grupos de Cayston y TIS, en la línea de base. Un total de 115 y 113 pacientes, respectivamente en los grupos de Cayston y TIS, han recibido al menos tres tandas de tobramicina inhalada en los 12 meses antes de la incorporación al estudio de forma aleatoria. 

Los pacientes a los que se les ha administrado Cayston registraron un aumento actual medio ajustado de la línea de base a seis meses en el VEFporcentual previsto (media entre los tres ciclos de tratamiento) de 2,05%, en comparación con un descenso del 0,66% para aquellos a los que se les administró TIS, una diferencia en el tratamiento del 2,7% (p=0.0023). 

Los criterios de evaluación secundarios incluían exacerbaciones pulmonares (como se indica por la necesidad de antibióticos anti-pseudomonales adicionales o hospitalización respiratoria), cambio medio en los valores de síntomas respiratorios del CFQ-R y cambio medio en la densidad del esputo P. aeruginosa (una medida de la cantidad de bacterias presentes en los pulmones). Hubo una reducción del 31% tanto en las hospitalizaciones respiratorias (p=0.044) como en el número total de eventos respiratorios que necesitaron antibióticos anti-pseudomonales intravenosos y/o inhalados (p=0.004) en pacientes que recibieron Cayston en comparación con aquellos a los que se les administró TIS durante seis meses de estudio. Se registró una diferencia media ajustada de tratamiento de 4,1 (p=0.0189) en los valores de los síntomas respiratorios CFQ-R de la línea de base durante seis meses para los pacientes a los que se les administró Cayston, en comparación con aquellos que recibieron TIS. Hubo una diferencia media ajustada de tratamiento en la reducción del registro del esputo de P. aeruginosa de 0,22 (p> 0.10) con respecto a la línea de base durante seis meses en pacientes que recibieron Cayston, en comparación con aquellos a los que se les administró TIS. 

Los eventos adversos más comunes registrados durante los tres ciclos de tratamiento con Cayston o TIS, respectivamente, fueron tos (70,6% en comparación con 78,8%), pirexia (fiebre, 31,6% en comparación con 30,3%) dolor faringolaringeal (tos seca, 26,5%, en comparación con el 28,0%), congestión nasal (21,3% en comparación con el 19,7%) y resuello (11,8%, en comparación con 15,2%). 

Acerca de la fibrosis quística (FQ)

FQ es una enfermedad genética crónica debilitadora que afecta a los sistemas respiratorio y digestivo de aproximadamente 70.000 personas en todo el mundo. La infección crónica del sistema respiratorio con P. aeruginosa contribuye al descenso de la función pulmonar, que normalmente se asocia con la morbilidad y la mortalidad en los pacientes con FQ. 

Acerca de Cayston 

Cayston (aztreonam para solución de inhalación) 75 mg es un antibiótico inhalado para pacientes con fibrosis quística con P. aeruginosa. Aztreonam posee una potente actividad in vitro contra patógenos aeróbicos grama-negativos, tales como P. aeruginosa. Cayston contiene aztreonam formulado con lisina, una formulación propia de aztreonam desarrollado específicamente para la inhalación. Aztreonam formulado con arginina ha sido aprobado recientemente por la FDA para la administración intravenosa. 

Cayston se administra tres veces al día durante un ciclo de 28 días, seguido de al menos un periodo de 28 días de descanso de la terapia de Cayston. Los pacientes deberían utilizar un broncodilatador antes de la administración de Cayston. Cayston se administra por inhalación y solo debería ser utilizado con el sistema nebulizador Altera®, un dispositivo de administración específico que utiliza la plataforma tecnológica eFlow®, desarrollada por PARI Pharma GmbH. PARI Pharma también ha contribuido al desarrollo de la formulación del fármaco Cayston para su administración con el sistema de nebulizador Altera

En la UE, Cayston se conoce como polvo de aztreonam lisina de 75 mg para solución de nebulizador y solo se puede utilizar con el sistema de nebulizador Altera o con el dispositivo nebulizador Altera (incluido el aerosolAltera) conectado a un controlador universal de tecnología eFlow Technology (por ejemplo, eBase Controller o unidad de control eFlow®rapid). Para la información de prescripción completa de Cayston en la UE, consulte el Resumen Europeo de Características del Producto (SmPC). 

Acerca del sistema de nebulizador Altera y de la tecnología eFlow 

Cayston se administra por inhalación utilizando el sistema de nebulizador Altera, un dispositivo de administración por inhalación optimizado específicamente para su utilización con Cayston. Cayston solo debería utilizarse con el sistema de nebulizador Altera. Cayston no se debería mezclar con ningún otro fármaco en el sistema de nebulizador Altera. Los sistemas de nebulizador de Altera cumplen con las especificaciones del sistema de nebulizador personalizado eFlow utilizado exclusivamente en todos los ensayos clínicos de Cayston. Altera es un sistema de nebulizador específico para un fármaco y sus instrucciones de uso especifican que solo se debe utilizar con Cayston. Altera no es un nebulizador ultrasónico y no es un nebulizador de generador de aerosol electrónico de uso general. No se debe utilizar en el sistema de nebulizador de Altera otro medicamento que no sea Cayston. 

El sistema de nebulizador de Altera utiliza la tecnología eFlow para permitir la administración mediante aerosol de la medicación a través de una membrana vibratoria perforada que tiene cientos de pequeños agujeros para producir la niebla del aerosol. El sistema de nebulizador Altera y la tecnología eFlow son propiedad de PARI Pharma. 

Información importante sobre la prescripción en EE.UU. 

Cayston ha sido aprobado como un tratamiento para mejorar los síntomas respiratorios en pacientes con fibrosis quística (FQ) con P. aeruginosa. La seguridad y eficacia de Cayston no ha sido establecida en pacientes pediátricos menores de 7 años, pacientes con el VEF1 por debajo del 25% o superior del 75% previsto o pacientes colonizados con Burkholderia cepacia

Para reducir el desarrollo de bacterias resistentes al fármaco y mantener la efectividad de Cayston y otros fármacos antibacterianos, Cayston solo debería administrarse para el tratamiento de pacientes con FQ conocida que tengan P. aeruginosa en los pulmones. 

Cayston está contraindicado en pacientes con alergia conocida a aztreonam. 

Se han registrado reacciones alérgicas graves tras la administración de aztreonam por inyección en pacientes sin historia médica conocida de exposición a aztreonam. Además, se han registrado reacciones alérgicas con erupciones faciales, hinchazones faciales y opresión en la garganta con Cayston en los ensayos clínicos. Si se produce alguna reacción alérgica con Cayston, interrumpa la administración de Cayston e inicie tratamiento adecuado. 

Se recomienda tener precaución en la administración de Cayston a pacientes si cuentan con un historial de alergias a betalactámicos, a pesar de que pacientes con alergia conocida a betalactámicos han recibido Cayston en ensayos clínicos y no se ha registrado ninguna reacción alérgica grave. Un historial con alergia a antibióticos betalactámicos como penicilina, cefalosporinas, y /o carbapenems puede constituir un factor de riesgo, ya que podría producirse una reactividad cruzada. 

El broncoespamo es una complicación asociada al tratamiento por nebulización, incluido Cayston. Se ha observado una reducción del 15 por ciento o más del VEF1 inmediatamente después de la administración de la medicación del estudio tras el pretratamiento con un broncodilatador en el 3 por ciento de los pacientes tratados con Cayston. 

En ensayos clínicos, los pacientes con aumentos del VEF1 durante un tratamiento de 28 días con Cayston fueron tratados en alguna ocasión por exacerbaciones pulmonares cuando el VEF1 descendió tras el periodo de tratamiento. Los proveedores sanitarios deberían tener en cuenta la medida del VEFde la línea de base del paciente antes del tratamiento con Cayston y la presencia de otros síntomas a la hora de evaluar si los cambios post-tratamiento en el VEF1 han sido causados por una exacerbación pulmonar. 

La prescripción de Cayston en ausencia de la conocida infección P. aeruginosa en pacientes con FQ, probablemente no proporcione ningún beneficio y aumente el riesgo de desarrollar una bacteria resistente al fármaco. 

Las reacciones adversas más comunes registradas en más del 5 por ciento de los pacientes tratados con Cayston en comparación con placebo, respectivamente, en estudios de fase III fundamentales, fueron tos (el 54 por ciento en comparación con 51 por ciento), congestión nasal (16 por ciento en comparación con 12 por ciento), resuello (16 por ciento en comparación con 10 por ciento), dolor faringolaringeal (12 por ciento en comparación con 11 por ciento), pirexia (13 por ciento en comparación con 6 por ciento), molestias en el pecho (8 por ciento en comparación  con 6 por ciento), dolor abdominal (7 por ciento en comparación con 5 por ciento) y vómitos (6 por ciento en comparación con 4 por ciento). 

Acerca de Gilead Sciences 

Gilead Sciences es una empresa biofarmacéutica centrada en el descubrimiento, desarrollo y comercialización de productos terapéuticos innovadores en áreas con necesidades médicas no cubiertas. La misión de Gilead es avanzar en la atención a pacientes que padecen enfermedades potencialmente letales en todo el mundo. Con sede central en Foster City, California, Gilead cuenta con operaciones en Norteamérica,  Europa y Australia.

Afirmaciones referidas al futuro 

Este comunicado incluye afirmaciones referidas al futuro, al amparo de lo contenido en la Ley de Reforma de Litigio de Valores Privados de 1995 (Private Securities Litigation Reform Act of 1995), que están sujetas a riesgos, incertidumbres y otros factores, incluidos riesgos relacionados con la capacidad de Gilead para presentar datos del estudio clínico a las autoridades normativas en los plazos actualmente previstos. Además, existe el riesgo de que los resultados del estudio clínico no sean los adecuados para poder obtener la aprobación normativa de Cayston en las jurisdicciones donde se otorgó la aprobación de marketing condicional como la Unión Europea y Canadá. Estos riesgos, incertidumbres y otros factores podrían causar que los resultados actuales difieran de forma material de aquellos a los que se refiere en estas afirmaciones referidas al futuro. Se recomienda al lector que no deposite toda su confianza en estas afirmaciones referidas al futuro. Estos y otros riesgos se describen detalladamente en el informe trimestral de Gilead en el formulario 10-Q para el primer y segundo trimestre de 2010, tal como se presentó ante la SEC. Todas las afirmaciones referentes al futuro están basadas en información actualmente disponible para Gilead y Gilead no asume obligación alguna de actualizar dichas afirmaciones en un futuro. 

Toda la información sobre la prescripción de Cayston en Estados Unidos está disponible en www.cayston.com. 

Cayston es una marca comercial registrada de Gilead Sciences, Inc. 

Más información sobre Gilead Sciences, Inc. en www.gilead.com o llamando al Departamento de Relaciones Públicas de Gilead en el teléfono 1-800-GILEAD-5 (1-800-445-3235). 

Para información médica acerca de Cayston en Europa o para obtener el resumen europeo de las características del producto, contacte con el departamento de información médica EU de Gilead en  intlmed.info@gilead.com.
"El comunicado en el idioma original, es la versión oficial y autorizada del mismo. La traducción es solamente un medio de ayuda y deberá ser comparada con el texto en idioma original, que es la única versión del texto que tendrá validez legal".

PERGUNTAS FREQUENTES

Muitas pessoas entram no blog a perguntar se sei o que é o "LAM".
Já conheci algumas pessoas com LAM e outras que já foram transplantadas aos pulmoes por causa desta doença,

Hoje partilho convosco uma carta que me chegou de uma jovem que está a viver na Alemanha e que tem LAM e que fez uma pesquisa sobre esta doença.


Olá querida Sandra,
 
A tua última noticia foi muito interessante para mim. Olha, eu faco desde dois anos fisioterapia com uma especialista que trata tambem muitas pessoas com fibrose quistica. Ela ajuda-me a ganhar forca.
Aqui na Alemanha nao sao pessoas conhecidas com fibrose quistica em combinacao  com a epilepsia.
Se qualquer dia tiveres tempo de falar com um pneumologista, podes lhe perguntar se na Espanha ou em Portugal há casos de mulheres com a limfangioleiomiomatose? Gostava muito de saber mais sobre isso. Numa fase ainda nao
muito avansada os médicos fazem diagnósticos errados. Os sintomas sao parecidas como as de um emfisema ou asma. E assim a doenca pode ir avancando.
 
Desejo-te muita forca e um grande abraco,
C.R.
 
As duas doencas que eu tenho sao estas :
LAM:
Descripción: Linfangioleiomiomatose pulmonar (LAM) é uma doença rara, de etiologia desconhecida, que basicamente afeta mulheres jovens no período fértil de sua vida. Clinicamente, manifesta-se através de dispnéia progressiva, pneumotórax de repetição, tosse seca e, menos freqüentemente, por quilotórax e escarros hemoptóicos. Essas alterações surgem devido à proliferação anormal de células de músculo liso no parênquima pulmonar, linfonodos e em outros tecidos. Mais recentemente, estudos citogenéticos verificaram a presença de mutações do gene TSC-2 em células de angiomiolipoma renal e linfonodos abdominais de pacientes com LAM, indicando uma possível origem para as lesões hamartomatosas da doença. Radiologicamente, caracteriza-se pela presença de infiltrado intersticial reticulonodular e sinais de hiperinsuflação ao radiografia de tórax. Na tomografia computadorizada de alta resolução, cistos de paredes finas, localizados centralmente, são visibilizados por todo o parênquima do pulmão. O ultrassom e a tomografia de abdome podem revelar angiomiolipomas renais e linfonodomegalias retroperitoneais. Meningeomas também podem estar associados, porém a sua presença deve sempre levar à pesquisa de esclerose tuberosa. Funcionalmente, a doença caracteriza-se por um distúrbio ventilatório obstrutivo, de caráter progressivo, com hiperinsuflação pulmonar e diminuição da difusão de monóxido de carbono. Apesar da ausência de comprovação quanto à eficácia, o principal tratamento utilizado ainda é o anti-estrogênico e constitui-se de oofarectomia, progesterona contínua, tamoxifeno e análogos de GnRH. Além desse, a realização de transplantes pulmonares tem elevado para além de dez anos a sobrevida média das pacientes.
 
TSC:
Descripcion:Esclerose tuberosa ou complexo esclerose tuberosa (TSC) é uma doença genética rara, multi-sistêmica que causa tumores benignos que crescem no cérebro e em outros órgãos vitais como os rins, coração, olhos, pulmões e pele. Uma combinação de sintomas pode incluir convulsões, atraso no desenvolvimento, problemas de comportamento, anormalidades na pele e doença nos pulmões e rins. TSC é causada por mutações em ambos os genes, TSC1 e TSC2 que codificam respectivamente para as proteínas hamartina e tuberina. Estas proteínas agem como supressoras do crescimento do tumor e são agentes que regulam proliferação de célula e diferenciação.[1]
O nome, composto do latim tuber (inchaço) e o skleros grego (duro), recorre ao achado patológico de um grosso, firme e pálido gyri, chamado "tubérculo" , nos cérebros de pacientes mortos. Estes tubérculos foram descritos primeiro por Désiré-Magloire Bourneville em 1880; as manifestações corticais às vezes podem ser conhecidas ainda pelo epônimo doença de Bourneville.

domingo, 24 de outubro de 2010

DGS com site sobre doenças respiratórias


A Direcção-Geral da Saúde lançou um site sobre doenças respiratórias, que tem como objectivo a divulgação de informação sobre esta problemática de forma clara e simples, avança o site iGov.

O site está dividido em três áreas diferentes: Especialistas em Ciências da Saúde, Doente e Educadores e Crianças, estando a informação disponibilizada adaptada aos diferentes públicos-alvo.

Na área para educadores e doentes, é possível aceder a 11 pequenos livros digitais sobre as doenças respiratórias, assim como obter informação complementar em formato vídeo.

Para as crianças, o site disponibiliza livros infantis que explicam as questões relacionadas com as doenças respiratórias, e que surgem através de animações.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/news/10334/15/DGS-com-site-sobre-doencas-respiratorias.html

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Trasplantes Devolver vida tiene ya su Príncipe de Asturias.

PARABÉNS! ENHORABUENA ESPAÑA!
Sandra Campos




La familia de los trasplantes felicita a la ONT



COORDINADORES EN HOSPITALES

La familia de los trasplantes felicita a la ONT

Un sanitario transporta un órgano para trasplante (Foto: Marcelo del Pozo)Un sanitario transporta un órgano para trasplante (Foto: Marcelo del Pozo)
Actualizado miércoles 16/06/2010 17:01
 
 
MARÍA VALERIO
MADRID.- El Premio Príncipe de Asturias de Cooperación Internacional 2010 a la Organización Nacional de Trasplantes y a la Sociedad Internacional de Trasplantes en la que se agrupa ha despertado aplausos y felicitaciones de toda la comunidad dedicada a la donación de órganos. Varios de los coordinadores que se encargan de esta labor en los hospitales españoles trasladan sus palabras de felicitación a los premiados a través de ELMUNDO.es.
  • Adolfo Martínez, Coordinador de Trasplantes del Hospital Ramón y Cajal de Madrid
  • "Aunque es un premio a la ONT, habría que personalizar el galardón en su director, Rafael Matesanz, que la ha convertido en lo que es hoy en día. Aunque no sea un premio personal, sin él no habría sido lo mismo".
  • Juan Galán Torres, Coordinador de Trasplantes Hospital La Fe de Valencia
  • "Todos los ciudadanos de este país tenemos motivos más que sobrados para estar orgullosos de nuestro sistema de trasplantes, es una excelente noticia que se conceda a la Organización Nacional de Trasplantes, que ha hecho posible esta realidad coordinando y dirigiendo el esfuerzo de todos los que participamos en esta actividad, el premio Príncipe de Asturias, el más prestigioso que se otorga en España, que además de un merecido reconocimiento es un verdadero estimulo para seguir en tan excelente línea de trabajo. ¡Enhorabuena compañeros y nuestra más sincera felicitación!".
  • Teresa Aldabó Pallás, Coordinadora Sectorial de Trasplantes de Sevilla y Huelva
  • "Es el reconocimiento a la dedicación durante 20 años del doctor Matesanz y su equipo. Es un premio al trabajo y a la credibilidad. ¡Enhorabuena a la ONT en nombre de todos los profesionales que trabajan en el proceso de donación y trasplantes!".
  • Pere Salamero, Coordinador de Trasplantes del Hospital Vall d'Hebron de Barcelona
  • "Es un reconocimiento a toda la ONT y, en particular, a su director, Rafael Matesanz. Él es el impulsor de una organización que es ejemplo y se copia en todo el mundo. Y no hay que olvidar que por delante de todo esto está la familia, que es la que tiene la última palabra, y mantiene su dosis de solidaridad y altruismo en un momento muy difícil".
  • Miguel Ángel Frutos, Coordinador de Trasplantes de Málaga
  • "Éste es un premio a una cadena de solidaridad; a un trabajo en equipo en el que contamos con la colaboración de muchas personas. Yo le he dicho a todo el equipo de trasplantes en los cinco hospitales de Málaga que de alguna manera nos toca una pedrea, un pellizquito del premio. Hacemos una labor de entusiasmo, que requiere derrochar imaginación. Nos toca acercarnos a las familias cuando acaban de sufrir una pérdida y tenemos que mostrar toda la humanidad para que no parezca inoportuna nuestra intromisión en su dolor".
  • Blanca Miranda, Coordinadora de Trasplantes del Hospital Clínic, Barcelona
  • "Un reconocimiento de este tipo da mucha emoción y alegría porque hemos trabajado mucho en todas estas iniciativas. Y no sólo se trata de eso, sino de vivir la realidad de otros países, trabajar allí, hacer amigos... Todos los proyectos se han ido conjuntando, amalgamando. Primero fue en Sudamérica, después la colaboración con la Organización Mundial de la Salud. El objetivo era llevar este trabajo a países con menos recursos, a gente necesitada, a otros sitios en los que era impensable que se realizara una reunión sobre trasplantes, por ejemplo. Haber podido participar, en la pequeña medida en la que lo he hecho, ha supuesto una gran satisfacción personal. Si además, sirve para algo mejor y si encima recibe un reconocimiento como este...Mejor que mejor".
  • Manuel Arias, presidente de la Sociedad Española de Trasplantes
  • "Es un reconocimiento muy merecido en un año en el que la ONT ha protagonizado varios acontecimientos importantes, como la aprobación de la directiva europea de trasplantes".

'El valor de la ONT es que ha conseguido sacar lo mejor de la sociedad española

Rafael Matesanz, a su llegada a Oviedo. | EfeRafael Matesanz, a su llegada a Oviedo. | Efe

"A veces nos han llamado el 'raro orgullo patrio'", afirma entre risas Rafael Matesanz, director de la Organización Nacional de Trasplantes (ONT) que, junto a The Trasplantation Society -el ente mundial- recibe este viernes el premio Príncipe de Asturias de cooperación Internacional.
España es líder consolidado desde hace años en número de donantes, lo que le convierte en país que puede dar -y lo hace- lecciones al respecto y que está a la cabeza de los últimos avances. De hecho, se espera que antes de final de año, "en cualquier momento, cuando aparezca el donante adecuado", se produzca en Valencia el primer trasplante de piernas del mundo, tras recibir la autorización pertinente.
Un mérito que Matesanz traslada a toda la población. "En pocas o ninguna otra actividad en España podemos decir con tanto orgullo que estamos tan alto. El valor de la ONT es que ha conseguido sacar lo mejor de la sociedad española, a nivel de sanidad y de sociedad", afirmó durante una entrevista en Oviedo. "Es realmente la idea de solidaridad, porque cuando uno da esos años de vida [al receptor del órgano] una vez que ha fallecido, está dando todo lo que uno puede dar". Si el milagro de la vida es nacer, los trasplantes, dice Matesanz, son el "súpermilagro": hacen retroceder a la muerte.
España está en unas cotas que son difícil de superar por el cambio de epidemiología ligado al descenso de víctimas de tráfico, según recordó el especialista. Las comunidades punteras son Asturias, País Vasco y Cantabria, con una cifra de 40 donantes por millón de persona, por encima de la media española de 33 ó 34 individuos por millón. Unas cifras que ningún otro país del mundo ha alcanzando. Además, España está a la cabeza de tasa de negativas familiares más baja del mundo, con solo un 17,8 por ciento, frente al 30 por ciento de países como Italia y el 40 por ciento de Holanda.
En total, 1.606 donantes en 2009. Muchos, pero no suficientes. El objetivo es avanzar en donación en vivo -ahí España va más rezagada que otros países-, siempre con todas las garantías legales avaladas por un juez para evitar contraprestaciones de por medio o coacciones, y, por supuesto, llegar a fabricar nuevos órganos.

Próximo avance: piernas

Entre los avances más destacados de los últimos años figuran los trasplantes de tejidos compuestos, como cara y brazos. "Estamos pendientes de cuando surja el donante adecuado para hacer el primero del mundo de extremidades inferiores", detalló. "El futuro general de los trasplantes tiene que venir de mano de la medicina regenerativa porque, por decir así, ya no quedan muchas cosas por trasplantar y vamos a asistir a la posibilidad de fabricar órganos y tejidos". Llegará entonces la verdadera revolución en esta área, afirma esperanzado Matesanz.
Si hasta ahora no ha habido un implante de piernas no es por su complicación, similar al de brazos, del que ya se han hecho una treintena en todo el mundo. Porque un trasplante es la solución que se aplica cuando no hay otra posible. "La única indicación para hacer un implante de extremidades inferiores es cuando la amputación de ambas piernas es tan alta que no hay prótesis válidas", destacó. Este novedoso 'súper milagro' tendrá lugar una vez más en el Hospital de la Fe, en Valencia, con el equipo del cirujano Pedro Cavadas, encargados del primer transplante de cara en España.
La rehabilitación a la que tendrá que hacer frente el paciente durará meses. "Cuando trasplantas un brazo o una pierna mantienes el músculo, el hueso... Pero el nervio es el del receptor, que va creciendo. No se cose uno con otro. No sabemos unir nervios, por eso no tienen tratamiento hoy por hoy las personas con lesión medular. Así que en implantes y reimplantes va creciendo el nervio, a razón aproximada de un milímetro al día", detalló.
Otra de las líneas fundamentales de investigación es conseguir que los órganos duren más tiempo desde que se obtienen hasta que se trasplantan al receptor. "Hoy con los corazones de Canarias nos las vemos y nos las deseamos para que sean trasplantados en la Península. Y llegan al sur, pero no al norte, porque solo tenemos unas cuatro horas", explicó. Así, por ejemplo, el grupo de cardiología del Hospital Gregorio Marañón de Madrid, en colaboración con la ONP y el Hospital de Minesotta (EEUU), trabajan para conseguir órganos a partir de células madre del propio paciente.
"Sería la cuadratura del círculo, una fábrica inagotable de órganos que no generarían rechazo y podrían ser trasplantados a distancia", señaló, tras la consiguiente advertencia de prudencia: "No será para mañana, ni mucho menos, pero ya ha dado resultado en ratones".
Por otro lado, Matesanz se mostró especialmente orgulloso de lo que considera "uno de los principales avances de esta legislatura", la modificación del Código Penal que a partir de finales de año castigará a los ciudadanos españoles que hagan 'turismo de transplante', es decir, que viajen a otro país y paguen por recibir un órgano.

Infección respiratoria, Pseudomonas mucoide, y formación de biofilm




P. aeruginosa mucoide se refiere a la característica de las bacterias para producir un alginato exopolisacárido, que crea una capa protectora alrededor de ella y la protege de los antibióticos y células inflamatorias.
Se cree que representa un mecanismo de adaptación por el que P. aeruginosa asegura su supervivencia prolongada en las vías respiratorias con FQ. En múltiples estudios, el desarrollo de P. aeruginosa mucoide se ha asociado con una caída del VEF1 y el aumento de la mortalidad.
Se considera que PA no mucoide no tiene el mismo efecto en los resultados clínicos, sin embargo, cepas mucosas inevitablemente se desarrollan en pacientes que están crónicamente infectados con P. aeruginosa.
Cuando la Pseudomonas se convierte en mucosa crece formando lo que se llama Biofilm.
Los biofilms se definen como comunidades de microorganismos que crecen embebidos en una matriz de exopolisacáridos y adheridos a una superficie inerte o un tejido vivo.
El crecimiento en biofilms representa la forma habitual de crecimiento de las bacterias en la naturaleza. ¿Quién no ha observado el material mucoso que recubre un jarrón en el que hemos tenido depositadas flores, el material resbaladizo que recubre las piedras de los lechos de los ríos, los cascos de los barcos o la superficie interna de una tubería? Otro ejemplo cotidiano de biofilm lo constituye la placa dental, cada día nos esforzamos por combatir la película de bacterias que recubre la superficie de los dientes para evitar un desarrollo excesivo de microorganismos que puede provocar un deterioro del esmalte dental.
Aunque la composición del biofilm es variable en función del sistema en estudio, en general, el componente mayoritario del biofilm es el agua, que puede representar hasta un 97% del contenido total. Además de agua y de las células bacterianas, la matriz del biofilm es un complejo formado principalmente por exopolisacáridos. En menor cantidad se encuentran otras macromoléculas como proteínas, DNA y productos diversos procedentes de la lisis de las bacterias.
La etapa inicial del proceso de formación del biofilm es la adherencia de la bacteria sobre la superficie en la cual crece, en el caso de Fibrosis quística es la vía aérea.
Una vez que la bacteria se ha adherido a la superficie, comienza a dividirse y las células hijas se extienden alrededor del sitio de unión, formando una microcolonia.
En una etapa posterior la bacteria comienza a secretar un exopolisacárido que constituye la matriz del biofilm y forma unas estructuras similares a honguitos.
Finalmente, algunas bacterias de la matriz del biofilm se liberan del mismo para poder colonizar nuevas superficies y continuar extendiéndose.

¿Qué problemas trae aparejado el desarrollo de Biofilm en la infección por Pseudomonas?

•Resistencia mediada por el biofilm bacteriano a los mecanismos de defensa del huésped y a la terapia antibiótica.
•Infecciones persistentes por resistencia al tratamiento antimicrobiano
•Alteración de la respuesta inmune mediada por células y posiblemente humoral del huésped.

La característica que mejor distingue las infecciones crónicas relacionadas con biofilms de las infecciones agudas es su respuesta a tratamientos antibióticos. Mientras que las infecciones agudas pueden ser eliminadas tras un breve tratamiento antibiótico, las infecciones por biofilms normalmente no consiguen ser completamente eliminadas, y producen episodios recurrentes.
La explicación más intuitiva para la pobre eficacia de los antibióticos en el biofilm es la incapacidad del antibiótico para penetrar en el y llegar hasta la bacteria.
Por ello es tan importante el detectar precozmente el ingreso de Pseudomonas sobre todo en pacientes pequeños, para combatir rápidamente esa infección, efectuando lo que se conoce como erradicación y así retrasar el mayor tiempo posible la conversión a mucosa y el hecho de que P Aeruginosa pase a la cronicidad.
Referencia:
Biofilms bacterianos e Infección. Anales de del sistema sanitario de Navarra-Vol. 28 N°2 mayo agosto 2005-I Lasa y col.
Fonte: http://clinicafq-ceprep.blogspot.com/2010/09/infeccion-respiratoria-pseudomonas.html

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Jefe de Neumología de Burgos propone excluir de lista trasplantes a fumadores


Burgos, 20 oct (EFE).- El jefe del Servicio de Neumología del Hospital General Yagüe de Burgos, José Luis Viejo Bañuelos, ha augurado hoy que la nueva ley del tabaco evitará miles de muertes y se ha mostrado partidario de no incluir a los fumadores activos en la lista de trasplantes si no dejan el consumo.
Viejo Bañuelos, con motivo de la presentación del XXXVI Simposio Nacional de Neumología, ha señalado que a los fumadores que no dejen de consumir tabaco no deben ser incluidos en ningún programa de trasplantes, aunque lo necesiten.
Ha agregado que el tabaquismo es la principal causa de las enfermedades pulmonares y cree que, los tratamientos para dejarlo han de estar subvencionados.
"Lo que no es de recibo es que un enfermo, por consumir tabaco, crea que por la mañana se puede tomar la medicación y luego fumarse un puro", ha señalado.
El jefe del Servicio de Neumología de Burgos ha señalado que los fumadores son personas enfermas y el sistema tiene que ayudarles mediante la medicación que precisen y con unidades gratuitas para la deshabituación del tabaco.
José Luis Viejo Bañuelos ha señalado que la nueva ley sobre el tabaco tendrá consecuencias positivas para los fumadores pasivos y en este sentido se ha referido a los datos que avalan que anualmente mueren unos 1.000 trabajadores de la hostelería sin ser fumadores.
En este sentido se ha referido a los muchos casos de personas que no son fumadoras y que generan un cáncer de pulmón por estar obligados a ser fumadores pasivos.
Viejo Bañuelos, que no es partidario de ilegalizar el tabaco, ha indicado que en España cerca de 2 millones de personas sufren Enfermedad Pulmonar Obstructiva Crónica (EPOC) y ha agregado que todavía hay enfermos en nuestro país que no saben que padecen esta patología, cuyo origen se encuentra en el consumo de tabaco.
Por ello ha recomendado a todas aquellas personas que llevan fumando más de un paquete diario durante 20 años o más que acudan al especialista y se realicen una espireometría.
En el Simposio de Neumología, además de la EPOC y sus nuevos tratamientos, se tratarán cuestiones como la hipertensión pulmonar y se analizará cómo se actuó el pasado año en el Hospital General Yagüe de Burgos ante la Gripe A.EFE 1010449
http://www.abc.es/agencias/noticia.asp?noticia=559626
Fonte: http://atp-pancreas.blogspot.com/2010/10/jefe-de-neumologia-de-burgos-propone.html

¿Que son las exacerbaciones respiratorias y cuál es la importancia de las mismas?




¿Que son las exacerbaciones respiratorias y cuál es la importancia de las mismas?

Síntomas de exacerbación respiratoria


1-Aumento de la tos cantidad, frecuencia y duración. La tos en general va acompañada de flemas.

2-Cambio de las características de las secreciones bronquiales: mayor cantidad, más espesas, muco purulentas o con sangre.

3- Evidencia de obstrucción bronquial, por ejemplo “pillido o sibilancias en el pecho”, con o sin dificultad respiratoria.
4- Sensación de falta de aire (disnea).

5- Aumento de la frecuencia respiratoria (taquipnea)

6- Decaimiento general.

7- Pérdida del apetito.

8- Pérdida de peso o falta de progreso de peso en los últimos meses

9- Disminución de la tolerancia al ejercicio con cansancio fácil.

10- Cambios en el examen físico (ruidos pulmonares),

11-Cambio en la Radiografía de tórax

12- Disminución de la función pulmonar (espirometría)

13- Puede haber síntomas generales como fiebre, pero esto no es lo más habitual.
En este trabajo presentado en la Conferencia Europea de FQ se evidencia la importancia de las exacerbaciones respiratorias

Exacerbaciones frecuentes asociadas con la progresión de la enfermedad en Fibrosis Quística


33 ª CONFERENCIA EUROPEA CF, VALENCIA, ESPAÑA - jun 16 a 19, 2010 –
Las exacerbaciones frecuentes pueden ocurrir en cualquier etapa de la FQ, pero parecen ser un indicador de una creciente tasa de progresión de la enfermedad, según un análisis de pacientes adultos en Belfast durante un período de 3 años (Parkins et al Resumen 425 J of Cyst. Fibros 2010; 9 [Suppl 1]:.. S110).

De 232 pacientes identificados con FQ, el 40% no experimentaron exacerbaciones durante el período de estudio. Un total de 27% experimentó una o menos/ exacerbaciones por año, el 14% 1-2/año, el 12% tenía 2-4/año, y el 8% tenía > 4/año. Pacientes con exacerbaciones frecuentes fueron definidos como pacientes con > 3 exacerbaciones / año.

Los factores de riesgo para las exacerbaciones frecuentes fueron:
• la enfermedad respiratorias severa
• la infección respiratoria crónica,
• el uso de corticosteroides
• las enfermedades concurrentes como la diabetes relacionada con la FQ.

Un total de 21 de 29 pacientes (72%) con enfermedad severa de vía aérea se exacerbaron frecuentemente, en comparación con 13 de 107 (12%) con enfermedad respiratoria moderada y 2 de 87 (2%) con enfermedad de vías respiratorias leves.
Los pacientes que tuvieron exacerbaciones frecuentes fueron también más propensos a estar infectados con P. aeruginosa (RR 2,68), B. cenocepacia (RR 2,70) o S. maltophilia (RR 3.55). el uso de esteroides orales (RR 3.2) y el uso de esteroides inhalados (RR 2,05) fueron más frecuentes en los pacientes con exacerbaciones frecuentes.

La tasa anual de disminución del VEF1% teórico fue -8,5% / año en pacientes con exacerbaciones frecuentes en comparación con -0,84% en otros pacientes con FQ. El riesgo de mortalidad fue mayor en pacientes con exacerbaciones frecuente (RR 6.68, p <0,001).


El Dr. Stuart Elborn comentó para cystic fibrosis news:
Este estudio proporciona datos útiles sobre la frecuencia actual de las exacerbaciones pulmonares en adultos con fibrosis quística. Un buen número de pacientes con FQ (40%) no tienen exacerbaciones, lo que probablemente refleja la terapia intensiva con antibióticos inhalados, DNasa y solución salina hipertónica.
Los factores asociados con exacerbaciones frecuentes fueron la gravedad de la enfermedad de las vías respiratorias y la infección por Pseudomonas aeruginosa y Burkholderia cenocepacia, que no es de extrañar, así como el uso de corticosteroides y asociaciones co-mórbidas como Diabetes.
El hallazgo interesante de este estudio es que confirma otros estudios que han demostrado que las exacerbaciones frecuentes se asocian con peores resultados en términos de disminución del VEF1 y la mortalidad. Este estudio pone de relieve la importancia de la prevención de la exacerbación pulmonar en la atención clínica de las personas con FQ.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Semanas do Pulmão vão formar doentes e profissionais




A Fundação Portuguesa do Pulmão, com o apoio da AstraZeneca, lança o projecto Semanas do Pulmão. A iniciativa, que irá decorrer em diversas Unidades de Saúde Familiar do país, pretende sensibilizar e mobilizar doentes e profissionais de saúde para a importância do controlo eficaz das doenças respiratórias. A primeira acção decorre na USF Nova Via, em Vila Nova de Gaia, de 18 a 22 de Outubro, avança comunicado de imprensa.

De acordo com Artur Teles de Araújo, Presidente da Fundação Portuguesa do Pulmão (FPP), o objectivo é “ir ao encontro das características da população abrangida, com foco principal na Asma e na Doença Pulmonar Obstructiva Crónica (DPOC), podendo o programa ser adaptado de acordo com as necessidades específicas e prioridades da instituição”.

Actualmente, a doenças respiratórias constituem a terceira causa de morte por doença em Portugal, sendo ainda responsáveis por quase 20% do total de internamentos. E os gastos com estas doenças rondam anualmente os 600 milhões de euros.

Para reverter este cenário, Teles de Araújo considera que o próprio doente deve ter um papel activo na gestão da sua doença crónica e na selecção dos tratamentos mais apropriados em conjunto com os profissionais de saúde. A não adesão ao tratamento é, por exemplo, muito comum em doentes asmáticos, sendo responsável por uma proporção significativa da morbilidade.

De acordo com consensos internacionais, a via inalatória é preferencialmente recomendada na terapêutica das doenças das vias aéreas. Este facto tem-se traduzido por um aumento progressivo da sua indicação, com o aparecimento de novos medicamentos e meios de administração. Contudo, para que a terapêutica inalatória seja uma terapêutica eficaz, é necessária uma correcta utilização dos dispositivos de inalação. Isto, por sua vez exige a sua demonstração e ensino repetido aos doentes.

Programas de formação

Formar profissionais de saúde é um igualmente um passo essencial na redução dos índices de morbilidade e mortalidade relacionados com as doenças respiratórias. Durante as Semanas do Pulmão, médicos e enfermeiros poderão fortalecer as suas competências nos cuidados e gestão dos doentes com estas doenças crónicas.

Neste contexto, durante as Semanas do Pulmão serão implementados programas de formação que melhorem as competências dos doentes, prestadores de cuidados e profissionais de saúde na identificação de procedimentos errados, procurando ainda ensinar a técnica adequada a cada tipo de inalador.

Nas iniciativas planeadas para a USF Nova Via, serão convidados a participar nas acções de formação os doentes com diagnóstico de patologia respiratória, nomeadamente rinite alérgica, asma e DPOC. Os utentes que apresentem factores de risco, tais como fumadores e ex-fumadores com mais 45 anos, terão a possibilidade de realizar uma espirometria.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/news/10287/15/Semanas-do-Pulmao-vao-formar-doentes-e-profissionais.html

Transplantes Pulmonares: 10 Preguntas Básicas sobre los Trasplantes. Por la...

Transplantes Pulmonares: 10 Preguntas Básicas sobre los Trasplantes. Por la...: "10 Preguntas Básicas sobre los Trasplantes ¿Quién puede ser un donante? Donantes de órganos y tejidos son per..."

10 Preguntas Básicas sobre los Trasplantes. Por la Asociación Andaluza de Trasplantados Hepáticos.



10 Preguntas Básicas sobre los Trasplantes



¿Quién puede ser un donante?
Donantes de órganos y tejidos son personas de cualquier edad que fallecen en un hospital, normalmente en UCI, por problemas que afectan directamente al cerebro.
¿Que órganos y tejidos puedo donar?
Los órganos que se necesitan son: riñón, hígado, corazón, páncreas, pulmón. Y los tejidos: médula ósea, hueso, piel, córneas, válvulas cardíacas, vasos sanguíneos…
¿Mi decisión de ser donante afectará la calidad del cuidado médico que reciba?
NO. La donación sólo se realiza después de haber agotado todos los recursos para salvar la vida y el fallecimiento ha sido declarado. Además los equipos encargados de salvarle la vida y de hacer posible los trasplantes son totalmente distintos.
¿Ser donante supondrá algún gasto para mi familia?
La donación es un acto solidario y anónimo, por lo que es totalmente gratuito tanto para el donante como para el receptor. Y el trasplante se realiza en centros acreditados bajo la supervisión del Ministerio de Sanidad.
¿La Donación desfigurará mi cuerpo?
NO. Tras la extracción de los órganos el cuerpo no sufre cambio ninguno, y el entierro o incineración pueden realizarse con absoluta normalidad.
¿Que opina la Iglesia sobre la Donación?
La mayoría de las religiones apoyan sin ninguna duda la donación y el trasplante de órganos y tejidos. La Iglesia Católica lo ha valorado como un acto de amor y de generosidad.
¿Como se distribuirán mis órganos?
En España existe la Organización Nacional de Trasplantes que es la encargada de la distribución transparente de lo órganos donados, entre las personas que se encuentran dentro de listas de espera. Debemos recordar que dicha organización sirve de ejemplo y es copiada por otros países. La distribución se realiza de una forma clara y siguiendo unos criterios objetivos que buscan la mayor supervivencia del órgano en el receptor. Factores como la raza, sexo, edad, posición económica o fama no son considerados para dicha selección. Y recordar que la compra y venta de órganos es ilegal.
http://www.aathsevilla.com/ 
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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

La Corunha - Hospital Juan Canalejo

La Corunha - Hospital Juan Canalejo
Hotel de Pacientes - Vários Portugueses salvos por um Transplante Pulmonar

Uma vida é pouco para mim

Uma vida é pouco para mim
O meu lema de vida - Dia do meu Transplante Pulmonar