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segunda-feira, 31 de março de 2014

Transplante salvou 190 crianças - Portugal transplante fígado


Unidade tem dois Bebés em lista de espera Transplante salvou 190 crianças Cirurgia complexa pode demorar 13 a 15 horas. O doente mais novo a receber um fígado tinha três meses. 30 de Março 2014, 14h32Nº de votos (0) Comentários (0) Por:Paula Gonçalves   O transplante de fígado permitiu salvar, nos últimos 20 anos, 190 crianças em Portugal. A mais nova tinha três meses quando foi sujeita à cirurgia, mas a Unidade de Transplantes Hepáticos Pediátricos do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) está preparada para fazer a operação mesmo em recém-nascidos. Quanto mais nova for a criança , maior é a complexidade que envolve a intervenção. Fazer um transplante pode demorar entre 13 a 15 horas. Segundo o cirurgião Emanuel Furtado, responsável pela Unidade, os dadores são quase todos adultos, havendo a necessidade de reduzir o tamanho do fígado para caber no abdómen de uma criança. "São necessárias duas intervenções em simultâneo: uma para fazer a redução do órgão, que é um procedimento complicado. Ao mesmo tempo, na sala ao lado, a criança está a ser operada". Quando o doente é um adulto o procedimento não é tão complexo, por não ser preciso recorrer à técnica de redução. Segundo Isabel Gonçalves, pediatra que acompanha os doentes na Unidade de Transplantes Hepáticos Pediátricos, há mais de mil doenças hepáticas conhecidas, mas a atresia das vias biliares – uma doença congénita, em que não se desenvolvem os canais que transportam a bílis do fígado para o intestino – é a que obriga, com maior frequência, ao transplante. "Corresponde a um terço de todas as indicações para esta operação", diz a médica do Hospital Pediátrico. Desde que o programa pediátrico foi retomado, em março de 2012, a Unidade do CHUC realizou 24 transplantes em 21 crianças. Atualmente estão dois bebés em lista de espera: uma menina de nove meses e um menino de 20. Região Centro lidera doações Contrariando a tendência nacional, a região Centro é aquela que apresenta uma taxa de doação mais elevada. Em 2013 o número aumentou, o que se refletiu também no número de transplantes realizados. O Centro sempre foi a região com mais dádivas, disponibilizando órgãos para o resto do País. Mais doentes dos PALOP Um terço das crianças que atualmente são transplantadas em Coimbra são oriundas de países africanos. "Temos um número crescente de doentes que vêm de África, em particular de Cabo Verde", refere a pediatra Isabel Gonçalves. Uma das crianças que está à espera de transplante é da Guiné.

Ler mais em: AQUI

sábado, 20 de abril de 2013

Transplantes renais cruzados de dadores vivos podem reduzir número de doentes

19/04/2013 - 08:58

O presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT) disse esta quinta-feira, em Coimbra, que o transplante renal cruzado de dador vivo é uma solução para ajudar a baixar o número de doentes renais que aguardam por um rim, avança a agência Lusa.

Em Portugal, segundo o cirurgião Fernando Macário, são realizados entre 450 a 500 transplantes renais por ano, "que não é suficiente para aquilo que se necessita", apesar de percentualmente ser uma das taxas mais altas da Europa.

De acordo com o médico, existem no país 11.500 pessoas a fazer hemodiálise, das quais cerca de 2.000 aguardam por um transplante renal.

"Uma alternativa muito válida para reduzir a lista de doentes renais crónicos passa pelo transplante de dador vivo, o que levou a SPT a lançar a campanha em curso ‘Doar um rim faz bem ao coração'", frisou.

Fernando Macário falava em conferência de imprensa, convocada pelo presidente do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) para abordar o duplo "transplante cruzado de rins com dadores vivos" efectuado por aquela unidade, na quarta-feira, pela primeira vez em Portugal.

A "complexa operação" implicou "colheitas de rins, em simultâneo, em dadores vivos, de imediato implantados em receptores cruzados, também em simultâneo", tendo a operação demorado mais de seis horas e envolvido 12 cirurgiões, quatro anestesiologistas, 12 enfermeiros e quatro técnicos, com recurso a quatro salas de operações em simultâneo.

O cirurgião Alfredo Mota coordenou a equipa de 32 profissionais que, entre as 08:30 e as 15:00 de quarta-feira, procederam à colheita e implantação simultânea de rins, intervenção que exige "uma coordenação de equipa perfeita e meios humanos com muita experiência na transplantação renal".

Os dadores foram dois homens e os receptores duas mulheres, que se "encontram bem" nos CHUC, sendo que num caso eram marido e mulher e noutro irmão e irmã, com idades entre os 30 e os 40 anos.

Aos jornalistas, o chefe da equipa disse que os riscos de morte para um dador de rim é de 0,03%, "de tal modo baixo que as seguradoras americanas fazem seguros de vida aos dadores", semelhante ao de uma pessoa que "tem de conduzir o seu automóvel 20 quilómetros por dia para ir para o emprego".

Segundo Alfredo Mota, dos 400 a 500 transplantes que se realizam por ano em Portugal, "só uma taxa que não chega a 10 por cento é de dador vivo, portanto, existe um transplantador vivo muito baixo".

"Posso dizer que nos Estados Unidos a relação é de 50/50, entre cadáver e dador vivo, e em países europeus isso também já acontece", disse o cirurgião, convicto de que a sociedade portuguesa vai assimilar as campanhas de sensibilização.

As cinco unidades de saúde inseridas no programa "Doar um rim faz bem ao coração', em que se insere o CHUC, têm capacidade instalada para realizar, a qualquer momento, a troca de rins entre dois ou mais pares dador-receptor, de maneira a que cada um dos receptores receba um rim adequado e os dadores realizem o seu desejo de doação.

Fonte

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Primeiro duplo transplante renal cruzado em dadores vivos (c/ video RTP1)

Primeiro duplo transplante renal cruzado em dadores vivos

Em Coimbra realizou-se o primeiro duplo transplante renal cruzado em dadores vivos. A cirurgia, inédita em Portugal, envolveu 32 profissionais e demorou cerca de 7 horas.

 

VIDEO RTP1 - AQUI

Duplo transplante de rins inédito em Portugal realizado em Coimbra

18/04/2013 - 08:19

Um duplo “transplante cruzado de rins com dadores vivos” foi efectuado esta quarta-feira, pela primeira vez em Portugal, no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), revelou a instituição, citada pela agência Lusa.

“Todos os doentes – dadores e receptores – encontram-se muito bem”, adianta o CHUC, sublinhando que a “complexa operação” implicou “colheitas de rins, em simultâneo, em dadores vivos, de imediato implantados em receptores cruzados, também em simultâneo”.

A intervenção, que demorou mais de seis horas, envolveu 12 cirurgiões, quatro anestesiologistas, 12 enfermeiros e quatro técnicos, com recurso a quatro salas de operações em simultâneo.

O cirurgião Alfredo Mota coordenou a equipa de 32 profissionais que, entre as 08:30 e as 15:00 desta quarta-feira, procederam à colheita e implantação simultânea de rins, intervenção que exige “uma coordenação de equipa perfeita e meios humanos com muita experiência na transplantação renal”, salienta um comunicado do CHUC.

Director do serviço de urologia e transplantação renal do CHUC, Alfredo Mota considera que este tipo de intervenções constitui "um avanço para o país, colocando-o na linha da frente a nível internacional e com maior oportunidade de aumento de transplantes renais”.

Sublinhando que “foi a primeira vez que esta cirurgia foi realizada em Portugal”, o presidente do Conselho de Administração do CHUC, José Martins Nunes, afirmou que esta operação é “um orgulho para a medicina portuguesa”.

A transplantação é uma das áreas de excelência do CHUC, que detém o primeiro lugar a nível nacional de transplante renal, com 120 transplantes em 2012.

FONTE

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Ministro da Saúde quer “diminuir os tempos de espera” para transplantes de órgãos e tecidos

25/10/2012 - 08:45

O ministro da Saúde, Paulo Macedo, afirmou esta quarta-feira, em Coimbra, que “temos de fazer tudo para diminuir os tempos de espera” para transplantes de órgãos e tecidos, em Portugal, avança a agência Lusa.

“Temos consciência que há pessoas em espera, e temos de fazer tudo para diminuir os tempos de espera” e para que “estes venham a ser cada vez menores”, sustentou o governante, que falava no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), numa sessão evocativa do primeiro transplante hepático efectuado há 20 anos, naquela cidade, por uma equipa liderada por Alexandre Linhares Furtado.

“A nossa limitação reside na diminuição de dadores cadavéricos com condições para doar”, sublinhou Paulo Macedo, reconhecendo, no entanto, que “também há problemas ao nível da colheita, que têm de ser corrigidos”.

Há “assimetrias regionais” em relação à colheita de órgãos, disse o ministro, referindo que a região de Coimbra, com uma média de 39 dadores cadavéricos por milhão de habitantes, “está acima da média nacional” (28,1) e mesmo da média registada em Espanha, que é uma das mais elevadas da Europa.

Portugal, no entanto, “tem tido uma posição invejável nos que diz respeito à transplantação de órgãos e tecidos”, apesar de, “nos últimos três/quatro anos, ter vindo a assistir a uma diminuição de transplantes".

O país “continua numa posição de destaque no panorama internacional”, o que, todavia, não deve fazer com que “ignoremos que tem havido quebras”, que “determinam o aumento do número de doentes que aguardam transplantação”, defendeu Paulo Macedo.

Na sessão evocativa do 20.º aniversário do primeiro transplante hepático, realizado em Coimbra, depois de ter sido descerrada uma lápide alusiva à efeméride, na Unidade de Transplantação Hepática do CHUC, também intervieram Alexandre Linhares Furtado e o seu filho, o cirurgião Emanuel Furtado, o presidente do conselho de administração do CHUC, José Martins Nunes, e a primeira doente adulta e a primeira criança transplantadas por aquele serviço.

“As pessoas aqui transplantadas há 20 anos" e "a actividade deste hospital” são reflexo da “capacidade diferenciadora que temos” em Portugal, uma das circunstâncias que faz com que os hospitais não sejam apenas “locais de esperança – os hospitais do nosso Serviço Nacional de Saúde são uma certeza”, afirmou Paulo Macedo.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/politica-de-saude/25-10-12/ministro-da-saude-quer-diminuir-os-tempos-de-espera-para-tran

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Ministro da Saúde quer “diminuir os tempos de espera” para transplantes de órgãos e tecidos

O ministro da Saúde, Paulo Macedo, afirmou hoje, em Coimbra, que “temos de fazer tudo para diminuir os tempos de espera” para transplantes de órgãos e tecidos, em Portugal.

“Temos consciência que há pessoas em espera, e temos de fazer tudo para diminuir os tempos de espera” e para que “estes venham a ser cada vez menores”, sustentou o governante, que falava no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), numa sessão evocativa do primeiro transplante hepático efectuado há 20 anos, naquela cidade, por uma equipa liderada por Alexandre Linhares Furtado.

“A nossa limitação reside na diminuição de dadores cadavéricos com condições para doar”, sublinhou Paulo Macedo, reconhecendo, no entanto, que “também há problemas ao nível da colheita, que têm de ser corrigidos”.

Há “assimetrias regionais” em relação à colheita de órgãos, disse o ministro, referindo que a região de Coimbra, com uma média de 39 dadores cadavéricos por milhão de habitantes, “está acima da média nacional” (28,1) e mesmo da média registada em Espanha, que é uma das mais elevadas da Europa.

Portugal, no entanto, “tem tido uma posição invejável nos que diz respeito à transplantação de órgãos e tecidos”, apesar de, “nos últimos três/quatro anos, ter vindo a assistir a uma diminuição de transplantes”.

O país “continua numa posição de destaque no panorama internacional”, o que, todavia, não deve fazer com que “ignoremos que tem havido quebras”, que “determinam o aumento do número de doentes que aguardam transplantação”, defendeu Paulo Macedo.

Na sessão evocativa do 20.º aniversário do primeiro transplante hepático, realizado em Coimbra, depois de ter sido descerrada uma lápide alusiva à efeméride, na Unidade de Transplantação Hepática do CHUC, também intervieram Alexandre Linhares Furtado e o seu filho, o cirurgião Emanuel Furtado, o presidente do conselho de administração do CHUC, José Martins Nunes, e a primeira doente adulta e a primeira criança transplantadas por aquele serviço.

“As pessoas aqui transplantadas há 20 anos” e “a actividade deste hospital” são reflexo da “capacidade diferenciadora que temos” em Portugal, uma das circunstâncias que faz com que os hospitais não sejam apenas “locais de esperança - os hospitais do nosso Serviço Nacional de Saúde são uma certeza”, afirmou Paulo Macedo.
Fonte: http://www.publico.pt/Sociedade/ministro-da-saude-quer-diminuir-os-tempos-de-espera-para-transplantes-de-orgaos-e-tecidos-1568668

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Coimbra Sete crianças receberam um fígado novo


  Sete crianças, com idades entre os seis meses e os 17 anos, receberam um fígado novo desde que o programa de transplantação hepática pediátrica foi retomado, há meio ano, no Centro Hospitalar Universitário de Coimbra (CHUC). Outras sete estão em lista de espera, mas estáveis, disse quinta-feira Emanuel Furtado, cirurgião responsável pelo programa, ao Correio da Manhã.

Após um interregno, em que as crianças foram transplantadas em Madrid, a equipa tem vindo "a conseguir dar resposta e a estabilizar a lista de espera", afirmou. Desde Março foram também transplantados 13 adultos.

Para reduzir a lista de espera, o CHUC vai reiniciar o transplante com dador vivo, no prazo de seis meses. "É mais complexo e preciso de um maior número de pessoas formadas", disse Emanuel Furtado ao CM. Segundo Martins Nunes, presidente do CHUC, a instituição "conta com mais três cirurgiões jovens e há outros em formação".

O objectivo é avançar para intervenções mais complexas, usando a técnica da bipartição do fígado. "Hoje fazemos a redução do fígado, porque é demasiado grande para uma criança e uma parte é desprezada", refere Emanuel Furtado. Através dessa técnica é possível transplantar dois doentes com um só órgão.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/14-09-12/sete-criancas-receberam-um-figado-novo

Coimbra avança com colheita de fígado em dadores vivos para transplante


14/09/2012 - 12:12

O Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) vai retomar no próximo ano a colheita de fígado em dadores vivos para transplante, assumindo uma especialidade que actualmente não é praticada em Portugal, revelou o presidente daquela unidade, citado pela agência Lusa.

"Queremos reiniciar tão breve quanto possível os transplantes de dador vivo. Queremos também aumentar a complexidade do transplante", afirmou José Martins Nunes, que aludiu ao assunto a propósito da passagem dos primeiros seis meses da retoma no CHUC do programa nacional de transplantes hepáticos pediátricos.

O presidente do Conselho de Administração daquele centro hospitalar, considerado o maior da Península Ibérica, estima que dentro de seis meses possa ser realizada a colheita de fígado em dadores vivos.

Em Portugal, a colheita de fígado em dadores vivos para transplante foi realizada nos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC), unidade que integra o CHUC, até aos finais da última década por Linhares Furtado e apenas uma vez no Hospital Curry Cabral.

Agora esta intervenção será assumida por Emanuel Furtado, filho de Linhares Furtado, que há seis meses assumiu o programa nacional de transplantação hepática pediátrica e a direcção da unidade de transplantes hepáticos do CHUC, de adultos e crianças.

As fases seguintes daquela unidade - segundo José Martins Nunes - vão no sentido de "aumentar a complexidade do transplante, quer seja ao nível da bipartição, quer seja com outras áreas de maior complexidade".

A bipartição é uma técnica que permite dividir e transplantar um único fígado em dois pacientes, o que acontece frequentemente com crianças, em virtude de o órgão disponível ser demasiado grande para o receberem.

Actualmente a divisão do fígado já se faz, mas a parte excedente não é aproveitada.

"A parte que não é utilizada é desprezada e não é obrigatório que isto seja assim. A outra parte também pode ser transplantada noutro doente, o que implica é que a equipa seja praticamente o dobro. Isso exige outro tipo de condições. É um patamar ainda mais acima" do que a colheita em vivos, sublinha o cirurgião Emanuel Furtado.

A capacidade de duplicação da equipa para actuar numa intervenção não programada poderá conseguir-se em breve por via da formação especializada de médicos, que está a ser feita no estrangeiro e em Portugal.

José Martins Nunes revelou que o CHUC, por si e na rede que coordena na Região Centro, lidera a colheita nacional de órgãos, que resulta "fundamentalmente do empenhamento dos profissionais, da organização e da cultura".

Segundo dados da Autoridade para os Serviços de Sangue e Transplantação, no período de janeiro a Maio do corrente ano a Região Centro conseguiu aumentar a colheita em oito por cento quando as outras regiões baixaram os níveis de doação. A Região Norte registou menos 31 por cento de dadores e a Região Sul menos 24 por cento, em comparação com igual período do ano de 2011.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/14-09-12/coimbra-avanca-com-colheita-de-figado-em-dadores-vivos-para-transplante

Coimbra: Programa de transplantação retomado há seis meses Sete crianças com fígado novo


Coimbra vai reiniciar os transplantes de fígado com dadores vivos

Sete crianças, com idades entre os seis meses e os 17 anos, receberam um fígado novo desde que o programa de transplantação hepática pediátrica foi retomado, há meio ano, no Centro Hospitalar Universitário de Coimbra (CHUC). Outras sete estão em lista de espera, mas estáveis, disse ontem Emanuel Furtado, cirurgião responsável pelo programa.
Após um interregno, em que as crianças foram transplantadas em Madrid, a equipa tem vindo "a conseguir dar resposta e a estabilizar a lista de espera", afirmou. Desde Março foram também transplantados 13 adultos.
Para reduzir a lista de espera, o CHUC vai reiniciar o transplante com dador vivo, no prazo de seis meses. "É mais complexo e preciso de um maior número de pessoas formadas", disse Emanuel Furtado. Segundo Martins Nunes, presidente do CHUC, a instituição "conta com mais três cirurgiões jovens e há outros em formação".
O objectivo é avançar para intervenções mais complexas, usando a técnica da bipartição do fígado. "Hoje fazemos a redução do fígado, porque é demasiado grande para uma criança e uma parte é desprezada", refere Emanuel Furtado. Através dessa técnica é possível transplantar dois doentes com um só órgão. 

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Sociedade Portuguesa de Transplantação defende análise da diminuição da colheita de órgãos


23/07/2012 - 07:48
O presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT), Fernando Macário, defendeu na passada sexta-feira, em Coimbra, a necessidade de se fazer um levantamento e "análise profunda" da diminuição da colheita de órgãos em Portugal, para o relançamento do processo, avança a agência Lusa.

"Após tempos de extraordinário sucesso que nos habituaram a níveis de colheita de órgãos e de transplantação, que nos colocaram na vanguarda mundial, desde 2010 que a colheita de órgãos não cessa de descer em Portugal (..), com níveis preocupantes durante o corrente ano. Temos que reunir esforços para analisar esta situação e tentar inverter este rumo", defendeu.

Na sua perspectiva, "é absolutamente urgente o levantamento e análise profunda do que se passa, para relançar de novo a colheita de órgãos".

O presidente da SPT falava na sessão solene de comemoração do Dia do Transplante, que decorreu no auditório do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), reunindo cerca de 330 doentes e familiares, médicos e outros profissionais desta área e vários responsáveis do sector da saúde.

"Impõe-se que todos os hospitais onde seja efectuado o diagnóstico de morte cerebral e tenham condições de suporte intensivo se constituam obrigatoriamente como hospitais de colheita e que sejam aí criadas as condições logísticas que conduzam e estimulem a colheita de órgãos", frisou.

Para o presidente da SPT, "deve ser permanentemente escrutinada e mesmo auditada a actividade das unidades onde pode ser efectuada identificação de dadores e colheita de órgãos, para se garantir que todos os potenciais dadores são referenciados".

A organização das estruturas que coordenam a colheita de órgãos em Portugal "tem que ser reformulada para acabar com ineficiências localizadas" e a estrutura de transplantação nacional "necessita de ser repensada", preconizou ainda o médico do CHUC.

"A colheita em dador com coração parado em Portugal espera há demasiado tempo por orientações legais e logísticas", frisou Fernando Macário.

Ao intervir na sessão, o bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, disse que a instituição deverá, até ao final do ano, aprovar os critérios para a colheita em dador com coração parado.

"A transplantação é, sem dúvida, uma das actividades que mais possibilidades dá de se virem a contar histórias felizes, e felizes muitos doentes por contar essa história", afirmou o presidente do Instituto Português do Sangue e da Transplantação, Hélder Trindade.

Na sessão, em que também intervieram os presidentes do CHUC e da Administração Regional de Saúde do Centro e a directora geral da Novartis - Martins Nunes, José Tereso e Cristina Campos, respectivamente -, vários doentes transplantados e os seus médicos testemunharam o sucesso destas intervenções.

"[O transplante hepático] permitiu-me ver mais além, o futuro próximo, vejo-me tão bem que decidi adoptar uma criança", relatou uma doente, transplantada em 2008 no Hospital Curry Cabral.
Na sessão, foi lançada a campanha da SPT com o apoio da empresa Novartis "Doar um rim faz bem ao coração".
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/23-07-12/sociedade-portuguesa-de-transplantacao-defende-analise-da-diminuicao-da-c

Portugal - Sociedade Portugusesa de Transplantação defende - Diminuição da colheita de órgãos deve ser analisada

Desde 2010 que a colheita de órgãos tem diminuído em Portugal

Fernando Macário, presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT), defendeu esta sexta-feira, em Coimbra, a necessidade de se fazer um levantamento e “análise profunda” da diminuição da colheita de órgãos em Portugal, para o relançamento do processo.

"Após tempos de extraordinário sucesso que nos habituaram a níveis de colheita de órgãos e de transplantação, que nos colocaram na vanguarda mundial, desde 2010 que a colheita de órgãos não cessa de descer em Portugal, com níveis preocupantes durante o corrente ano. Temos que reunir esforços para analisar esta situação e tentar inverter este rumo", referiu.
Na sua perspectiva, "é absolutamente urgente o levantamento e análise profunda do que se passa, para relançar de novo a colheita de órgãos".
O presidente da SPT falava na sessão solene de comemoração do Dia do Transplante, que decorreu no auditório do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), reunindo cerca de 330 doentes e familiares, médicos e outros profissionais desta área e vários responsáveis do sector da saúde.
"Impõe-se que todos os hospitais onde seja efectuado o diagnóstico de morte cerebral e tenham condições de suporte intensivo se constituam obrigatoriamente como hospitais de colheita e que sejam aí criadas as condições logísticas que conduzam e estimulem a colheita de órgãos", frisou.
Para o presidente da SPT, "deve ser permanentemente escrutinada e mesmo auditada a actividade das unidades onde pode ser efectuada identificação de dadores e colheita de órgãos, para se garantir que todos os potenciais dadores são referenciados".
A organização das estruturas que coordenam a colheita de órgãos em Portugal "tem que ser reformulada para acabar com ineficiências localizadas" e a estrutura de transplantação nacional "necessita de ser repensada", preconizou ainda o médico do CHUC.
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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

La Corunha - Hospital Juan Canalejo

La Corunha - Hospital Juan Canalejo
Hotel de Pacientes - Vários Portugueses salvos por um Transplante Pulmonar

Uma vida é pouco para mim

Uma vida é pouco para mim
O meu lema de vida - Dia do meu Transplante Pulmonar