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quarta-feira, 9 de julho de 2014

FDA aprova insulina inalável para diabéticos

09/07/2014 - 08:20
A entidade que regula os medicamentos nos EUA (a FDA) aprovou a comercialização da insulina inalável Afrezza®, um medicamento de acção rápida que substitui as injecções para o controlo glicémico em pessoas com diabetes, avança o SAPO Saúde.

O Afrezza®é um medicamento em pó que se dissolve rapidamente quando atinge o pulmão, fornecendo insulina à corrente sanguínea. Um comunicado divulgado pela MannKind, laboratório que produz o medicamento, informa o sangue atinge os níveis apropriados de insulina entre 12 a 15 minutos após a administração do fármaco.

Porém, a FDA adverte: o medicamento deve ser utilizado em combinação com uma insulina de acção lenta em pacientes com diabetes tipo 1 e não é recomendado a pessoas que fumam ou tratam cetoacidose diabética.

Antes da aprovação, foram realizados testes com mais de 3 mil participantes, portadores de diabetes tipo 1 e tipo 2. Ainda não há previsão para a venda do medicamento na Europa.

A diabetes é uma doença que atinge cerca de 347 milhões de pessoas, segundo dados da Organização Mundial de Saúde. Se for controlada, não prejudica a qualidade de vida do paciente.



FONTE: AQUI

terça-feira, 13 de março de 2012

Nueva fuente de producción de insulina en diabetes tipo I

Nueva fuente de producción de insulina en diabetes tipo I
Células beta pancreáticas.
Investigadores de la Universidad de Columbia (EE.UU.) han probado con éxito en ratones un novedoso tratamiento con células madre progenitoras del intestino que ayuda a los pacientes con diabetes tipo I a producir insulina, según un estudio publicado en Nature Genetics.

Hasta ahora, los trasplantes de células madre estaban considerados por muchos investigadores como la forma más adecuada para reemplazar las células pancreáticas de estos pacientes por otras que sí permitiesen liberar insulina en la sangre en función de las necesidades del paciente. El problema, según reconocen los expertos, es que aunque dichas células podían desarrollarse en laboratorio a partir de células madre embrionarias, éstas no son adecuadas para un trasplante ya que no liberan la insulina en respuesta a los niveles de glucosa, por lo que podrían causar una hipoglucemia que podría ser mortal.
Células productoras
Sin embargo, en este estudio realizado por los profesores Chutima Talchai y Domenico Accili se ha demostrado que las células progenitoras del intestino tienen la «sorprendente capacidad» de desarrollar células productoras de insulina. Dichas células ya habían demostrado su potencial para producir una amplia variedad de células, incluyendo aquellas que producen la serotonina y otras hormonas secretadas en el tracto gastrointestinal.

En esta ocasión, los autores observaron que cuando se desactiva el gen Foxo1, conocido por desempeñar un papel clave en el destino celular, las células progenitoras también generan las células productoras de insulina. Además, el momento en que se inhibía dicho gen no afectaba al desarrollo de estas células, incluso cuando fue desactivado después de que los ratones llegaran a la edad adulta.

«Nuestros resultados muestran que podría ser posible hacer crecer las células productoras de insulina en el tracto gastrointestinal de los pacientes pediátricos y adultos», admite Accili. «En el páncreas, cuando inhibimos el gen Foxo1, no pasa nada.
Receptores de glucosa
Sin embargo ¿Por qué sucede esto en el intestino?», se han preguntado ambos expertos. Asimismo, los investigadores han comprobado como estas nuevas células intestinales tienen unos sensores receptores de glucosa que les permite liberarla en respuesta de los niveles que hay en sangre. «Todos estos hallazgos nos hacen pensar que persuadir al intestino de un paciente para hacer células productoras de insulina sería mejor manera de tratar la diabetes que las terapias basadas en células madre embrionarias o células iPS», según Accili.

Por ello, añade, la clave para convertir el hallazgo en una terapia viable sería encontrar un fármaco que tenga el mismo efecto sobre las células progenitoras gastrointestinales en estos pacientes como la anulación del gen FoxO1 en ratones.
nota
La información médica ofrecida en esta web se ofrece solamente con carácter formativo y educativo, y no pretende sustituir las opiniones, consejos y recomendaciones de un profesional sanitario.
Las decisiones relativas a la salud deben ser tomadas por un profesional sanitario, considerando las características únicas del paciente.

Fonte: http://www.abc.es/salud/noticias/nueva-fuente-produccion-insulina-diabetes-11533.html

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Crianças diabéticas com menos de cinco anos vão ter acesso a bombas de insulina

A ministra da Saúde, Ana Jorge, anunciou, em Aveiro, que o Governo vai alargar a distribuição gratuita de bombas infusoras de insulina às crianças com menos de cinco anos, a quem tenha sido diagnosticada a diabetes, noticia a agência Lusa.


Segundo a governante, esta medida, insere-se no seguimento da acção do Ministério da Saúde de "alargar faseadamente esta disponibilidade de meios de tratamento, a todos que tenham indicação do médico para poderem usar as bombas".

"As bombas de insulina são fundamentais para que estas crianças possam viver a sua vida normal, correr, saltar e brincar como todas as outras crianças", adiantou a ministra da Saúde, que falava durante a abertura do IV Fórum Nacional da Diabetes, em Aveiro.

Inicialmente, as bombas de insulina começaram a ser distribuídas apenas aos doentes com indicações clínicas para terem os aparelhos e, no ano passado, passaram a ser distribuídas, também, a diabéticas do tipo 1 que queiram engravidar ou que já estejam grávidas.

As bombas infusoras de insulina são pequenos dispositivos electrónicos, com um reservatório de insulina de acção rápida, ligado a um tubo muito fino que leva a medicação até um cateter colocado por debaixo da pele, diminuindo, assim, as injecções necessárias para manter os níveis adequados de glicose no sangue.

Ainda no decorrer do Fórum, a ministra da Saúde anunciou a criação de um projecto-piloto para a gestão integrada da diabetes, que vai ser implementado "de imediato" em sete locais do País, abrangendo cerca de um milhão de pessoas.

Este projecto, segundo a governante, surge da necessidade de "desenvolver modelos de gestão de doença crónica. Isto é, de fazermos um programa integrado para acompanhar pessoas que têm doenças como esta".

Ana Jorge explicou ainda que, com este projecto pretende-se alcançar uma "gestão integrada da doença", podendo de uma forma "mais racional e mais próxima das pessoas" responder àquilo que são as necessidades dos diabéticos.

Actualmente, segundo o coordenador do Programa Nacional da Diabetes, José Manuel Boavida, existem mais de 900 mil pessoas em Portugal com diabetes, embora cerca de 400 mil não estejam diagnosticadas.

Número de crianças com tipo 1 está a aumentar em idades cada vez mais jovens


O número de crianças com diabetes tipo 1 está a aumentar para idades cada vez mais jovens, surgindo anualmente cerca de 40 crianças com menos de quatro anos com a doença, alertou o coordenador nacional da diabetes.

As previsões apontam para que em 2020, em relação a 2005, a incidência de diabetes tipo 1 duplique nas crianças com menos de cinco anos, disse à agência Lusa a endocrinologista Alice Mirante, da Sociedade Portuguesa de Pediatria, a propósito do Dia Mundial da Diabetes, que se assinala no domingo.

“Era um número nunca antes imaginado ser possível e que coloca um desafio muito grande aos médicos pediatras” e “exige uma estrutura de cuidados extremamente cuidadosa”, defende, por seu turno, o coordenador do Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Diabetes, José Manuel Boavida.

Alice Mirante acrescentou que o número de crianças com diabetes tipo 1 está a aumentar em todas as idades, nomeadamente nas crianças mais jovens, mas “é uma tendência que se verifica em Portugal e no resto do mundo”.

No entanto, salienta, “as crianças com diabetes tipo 1, especialmente as crianças com menos de cinco anos, são um grupo que nos merece a maior atenção”.

Segundo a médica, os factores relacionados com esta doença são “múltiplos e englobam a susceptibilidade genética ligada às doenças auto-imunes, bem como múltiplos factores ambientais que levam à destruição auto-imune das células beta do pâncreas produtoras de insulina”.

O papel da obesidade infantil ainda não está claramente definido neste tipo da diabetes, mas é fundamental na diabetes tipo 2, que está também a aumentar e em idades cada vez mais jovens, alerta a endocrinologista.

Um estudo realizado em 2009 pela Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade, em parceria com a Plataforma Nacional Contra a Obesidade, revela que perto de um terço das crianças portuguesas entre os dois e os cinco anos estão em estado de pré-obesidade ou obesidade.

Quanto às medidas que podem ser tomadas para evitar o aparecimento da diabetes tipo 1, Alice Mirante disse que “são difíceis de definir dada a natureza multifactorial da doença”, mas estão em “ampla e intensa investigação”.

“Em todas as crianças, e em particular as crianças com menos de cinco anos, a terapia com infusão subcutânea contínua de insulina (bombas infusoras de insulina) é o tratamento ideal desde o início da doença”, explicou.

Em Portugal, à semelhança do que sucede noutros países europeus, devem ser equacionadas medidas para possibilitar a introdução deste tratamento desde o início da diabetes na criança, defendeu Alice Mirante.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/news/10648/15/Criancas-diabeticas-com-menos-de-cinco-anos-vao-ter-acesso-a-bombas-de-insulina.html

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Nova unidade de transplante do pâncreas abre no Porto

Foto - António Ferreira, que cegou e perdeu uma perna para a diabetes e sofria de insuficiência renal, é telefonista e é funcionalmente autónomo

António Pinto Ferreira, 42 anos, tem um percurso de vida único: diabético tipo 1 desde criança, insuficiente renal, perdeu a visão e uma perna, fez 13 cirurgias e um transplante duplo (rim e pâncreas). Aos 42 anos, porém, não podia ser um homem mais feliz.


Nova unidade de transplante do pâncreas abre no Porto
António Ferreira, que cegou e perdeu uma perna para a diabetes e sofria de insuficiência renal, é telefonista e é funcionalmente autónomo


Um telefonema, naquela terça-feira ao fim da tarde, já lá vão dez anos, foi o ponto de viragem. Tinha 32 anos e estava a tentar ajustar-se à condição de "diabético insuficiente renal invisual". A chamada era do Hospital de Santo António, no Porto, e a mensagem urgente: havia um rim e um pâncreas compatíveis e disponíveis para transplante imediato.

Era de madrugada quando entrou no bloco e, horas mais tarde, saiu para uma recuperação de sete meses. Foi o primeiro transplantado de pâncreas do Santo António, única unidade hospitalar do país que transplanta esse órgão. No total, são 116 os insuficientes renais diabéticos que já beneficiaram deste procedimento desde 2000, refere Rui Almeida, director do Conselho de Transplantação e um dos especialistas que realizou a primeira intervenção.

Hoje, vai ser inaugurada a nova Unidade de Transplantação Hepática e Pancreática, orçada em 195 mil euros, com 12 camas.

Os transplantes pancreáticos são geralmente acompanhados de transplante do rim. Desde 2000, o número de casos anuais passou de apenas três para 20, em 2009. "Ainda há muita gente que não sabe que a diabetes tipo 1 tem cura através de transplante", enfatiza António Ferreira.

A recuperação foi lenta, mas estava a correr bem até sofrer mais um revés: a diabetes, depois de lhe ter roubado a visão, obrigou à amputação de uma perna. Em Junho de 2001, António viveu um dos poucos momentos de desespero. "Adaptei-me bem à cegueira, o transplante também não me causou qualquer confusão. Mas, quando dei por mim cego, amputado, numa cadeira de rodas, fui- -me abaixo".

Porém, o estado de prostração não durou muito. António Ferreira é feito da massa rara da resiliência e atirou-se à reabilitação com a mesma dedicação com que se tornou um invisual autónomo. Em breve, usava a prótese e reaprendeu a andar, com a ajuda de Pedro Ribeiro, professor de Mobilidade no Centro de Reabilitação da Areosa.

Telefonista e feliz

Ignorou as dores e as feridas causadas pela prótese e nunca se vitimizou. Fez um curso de formação profissional e, actualmente, é telefonista. Precisamente no Hospital de Santo António.

"Sinto-me um privilegiado, um homem de sorte. Lutei muito pela minha saúde e consegui tudo o queria", afirma António Ferreira. A força vai buscá-la "às experiências da vida", à "dureza" das provas que superou. "Sou positivo, acredito em mim. Sou feliz."

É completamente autónomo e funcional. Desloca-se sozinho, executa o trabalho sem dificuldade e utiliza a informática e a internet. Por realizar, tem apenas um sonho: conseguir comprar uma casa e, eventualmente, constituir uma família.
Fonte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1583048

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Diabetes tipo 1: pâncreas artificial mais perto de ser uma realidade

Diabetes tipo 1: pâncreas artificial mais perto de ser uma realidade



Um novo pâncreas artificial provou, em ensaios clínicos realizados em humanos, ser eficaz contra a diabetes tipo 1 em causar hipoglicemia, avança o site Tribuna Médica Press.

Com este dispositivo, os investigadores pretendem facilitar a vida das pessoas insulino-dependentes, libertando-as da necessidade de receberem injecções de insulina, de estarem constantemente a controlar os níveis de açúcar no sangue e de terem uma atenção extrema ao regime alimentar diário.

O novo pâncreas, que resulta de uma colaboração entre a Faculdade de Boston, o Hospital Geral de Massachusetts e a Faculdade de Medicina de Harvard, fornece duas hormonas, a insulina e o glucagon, deficitárias em pacientes diagnosticados com diabetes tipo 1.

“O que nós desenvolvemos foi um equipamento composto por um software autónomo que usa uma fórmula matemática para segregar quantidades variáveis de insulina e de glucagon sempre que necessário”, explica Edward Damiano, um dos criadores do pâncreas artificial.

A nova ronda de ensaios clínicos irá testar um dispositivo que apenas fornece insulina, na medida em que o glucagon apenas tem aprovação da autoridade norte-americana do medicamento para ser usado na sua forma injectável, ministrada em situações de emergência, e não através de uma bomba em quantidade reduzidas.

Os responsáveis por esta criação acreditam que, em cinco anos, já seja possível disponibilizar um sistema fechado de segregação de insulina, para ser aplicado em doentes com diabetes tipo 1.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/news/7743/15/Diabetes-tipo-1-pancreas-artificial-mais-perto-de-ser-uma-realidade.html
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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

La Corunha - Hospital Juan Canalejo

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Hotel de Pacientes - Vários Portugueses salvos por um Transplante Pulmonar

Uma vida é pouco para mim

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O meu lema de vida - Dia do meu Transplante Pulmonar