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terça-feira, 24 de julho de 2012

Diálise peritoneal potencia sucesso do transplante

Nao é nada disto que me tem sido dito na Corunha! O que me tem sido dito é que o Transplante Renal com Dador vivo sem ter que passar por diálise garante uma qualidade de vida muito melhor do paciente e evita o sofrimento da diálise.
Sandra Campos



24/07/2012 - 09:07
No dia 20 de Julho assinalou-se o 43º aniversário do primeiro transplante realizado em Portugal. Este procedimento, realizado pelo Prof. Dr. Linhares Furtado nos Hospitais da Universidade de Coimbra em 1969, consistiu no transplante de um rim para uma pessoa que sofria de Insuficiência Renal Crónica. Em Portugal, desde 2008, foram realizados mais de 500 transplantes renais por ano, mas o tempo de espera por um dador compatível faz com que os doentes, muitas vezes, necessitem de um tratamento de substituição da função renal, ou seja, diálise, avança comunicado de imprensa.

Apesar de existirem duas formas de substituição renal, hemodiálise e diálise peritoneal, esta última ainda não tem grande expressão no nosso país, sendo realizada por apenas 6% dos doentes.
Contudo, segundo um estudo publicado no início do ano no Clinical Journal of the American Society of Nephrology, os doentes tratados com diálise peritoneal antes do transplante tiveram melhores taxas de sobrevivência, comparativamente aos doentes a fazer hemodiálise em centro. Isto deve-se, sobretudo, ao facto da diálise peritoneal permitir uma melhor preservação da função renal residual em comparação com os doentes que fazer tratamento em centros.

A classe médica defende que o transplante é o melhor tratamento para a insuficiência renal crónica terminal, pois permite ao doente um regresso a um estado quase normal de saúde. Contudo, numa realidade onde há falta de órgãos, os indivíduos com Insuficiência Renal Crónica (IRC) muitas vezes passam vários anos a fazer diálise e o tratamento adequado pode ser a chave para um transplante bem-sucedido.

A importância da escolha do doente

A maior parte dos tratamentos de diálise são feitos em unidade hospitalar, mas os doentes cada vez mais procuram tratamentos que possam ajudar a minimizar o impacto da diálise no seu dia-a-dia.
Contudo, segundo um estudo recente da Federação Europeia de Doentes Renais – CEAPIR –, em Portugal, cerca de 40% dos insuficientes renais crónicos não têm a possibilidade de escolher o seu tratamento de substituição renal e mais de dois terços considera a informação facultada sobre as técnicas de diálise insuficiente. Estas conclusões demonstram que há ainda um longo percurso a percorrer no acesso dos doentes a informação sobre a Insuficiência Renal Crónica e sobre as opções disponíveis para que, posteriormente, sejam incluídos numa decisão com grande impacto na sua qualidade de vida e que, grande parte das vezes, é para toda a vida.

Sobre a Insuficiência Renal Crónica (IRC)

A prevalência da doença renal crónica está a aumentar causada em parte pelos níveis crescentes de hipertensão e diabetes em todo o mundo. A população mundial está a ficar mais envelhecida e a idade é o factor de risco mais comum para o desenvolvimento de hipertensão e diabetes que muitas vezes levam à insuficiência renal crónica. Em Portugal, todos os anos surgem cerca de dois mil novos casos na fase terminal da doença, existindo actualmente cerca de 17.500 portugueses a realizar uma das técnicas de substituição renal.
   Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/24-07-12/dialise-peritoneal-potencia-sucesso-do-transplante

sexta-feira, 8 de junho de 2012

El Hospital de A Coruña llega a 100 trasplantes de riñón de donante vivo


Es el tercer centro español que realizó más intervenciones de este tipo durante 2011.


Presentación de la campaña del Día del Donante, ayer, en A Coruña. / la opinión
Presentación de la campaña del Día del Donante, ayer, en A Coruña. / la opinión 
REDACCIÓN / AGENCIAS| A CORUÑA / MADRID El Complexo Hospitalario Universitario de A Coruña ya ha alcanzado los cien trasplantes renales a partir de donante vivo, según informó ayer el coordinador de trasplantes del centro, Antón Fernández, con motivo de la celebración hoy del Día del Donante. Los datos del balance de trasplantes de 2011 revelan además que el hospital coruñés se encuentra a la cabeza de España en este tipo de trasplantes. Es el tercer centro que realizó más intervenciones de donante vivo durante el pasado año (24, frente a los 16 que practicó en 2009) y lo hace por encima de los objetivos fijados por Organización Nacional de Trasplantes, quien espera que el 10% de los trasplantes renales se realicen mediante tipo de donantes, cuando el hospital coruñés ya duplica esta cifra.

Los nefrólogos solo ven ventajas en la donación en vivo ya que el trasplante es más rápido -no hay que esperar lista de espera- y los pacientes pueden operarse antes de tener que someterse a diálisis, un proceso, aseguran, mucho más caro que la operación de trasplante.

El hospital coruñés cuenta desde el año 2009 con un registro para facilitar el acceso a órganos compatibles. "El futuro de la donación pasa por este tipo de registros", indicó Antón Fernández, quien asegura que hay que trabajar para aumentar el número de familias que accede a donar órganos de sus seres queridos.

Pese a que para los médicos es una cifra insuficiente, el 3% de la población gallega -unos 100.000 ciudadanos- cuentan ya con carné de donantes de órganos, según informó ayer, en A Coruña, el presidente de la Asociación de la Lucha contra Enfermedades Renales (Alcer), Rafael Martínez, quien señaló que para conmemorar hoy el Día del Donante se instalarán mesas informativas en los dos centros de El Corte Inglés de la ciudad.

Por su parte, la conselleira de Sanidade, Rocío Mosquera, instó ayer a la ciudadanía a mantener durante el verano la afluencia a las unidades del Centro de Transfusión de Galicia (CTG), cuyo objetivo es alcanzar las 40.000 donaciones de sangre entre los meses de junio y septiembre.

La responsable de la cartera sanitaria de la Xunta incidió en que durante el periodo vacacional es especialmente complicado para este servicio, ya que las necesidades de componentes sanguíneos aumentan, debido al mayor número de siniestros de tráfico, mientras la movilidad de los donantes dificulta el acopio de reservas. Mosquera resaltó la necesidad del sistema sanitario de sumar 10.000 donaciones de sangre al mes para el correcto funcionamiento del servicio durante una visita a una unidad móvil en la que donó sangre. La conselleira destacó además que la tasa de Galicia en cuanto a donaciones, 42 por cada 1.000 habitantes al año, supera en tres puntos la media estatal. 

sexta-feira, 11 de março de 2011

Maioria dos rins transplantados ainda são provenientes de cadáveres

 (Dia 10 de Março - dia mundial do RIM)


À margem das comemorações do Dia Mundial do Rim, que se celebra esta quinta-feira, a Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN) lembra que “a maioria dos rins transplantados provêm de dadores cadáveres e apenas 63 dos 595 transplantes realizados em 2009 vieram de dadores vivos”, comenta Fernando Nolasco, presidente da SPN, em comunicado de imprensa.

O médico nefrologista acrescenta ainda que “em 2009 Portugal foi o país no mundo com maior taxa de transplantes de cadáver (por milhão de habitante), em termos mundiais mas, mesmo assim, o tempo médio de espera para conseguir um rim é de cerca de 2 anos e meio”.

Fernando Nolasco salienta ainda que “a taxa de sucesso do transplante renal é superior a 90% no primeiro ano. As estimativas apontam para que 50% dos transplantes de rim funcionem mais de 11 a 12 anos. E há doentes com 20 anos de transplante que fazem a sua vida normal, o que é francamente bom”.

Para alertar para a saúde dos rins, a Sociedade Portuguesa de Nefrologia vai promover diversas sessões de esclarecimento, pelo país, com o mote “Proteja os seus rins, salve o seu coração”, que pretendem sensibilizar a população para a prevenção, diagnóstico e tratamento da doença renal, que se estima que afecte cerca de 800 mil pessoas, em Portugal.

Na fase mais avançada da evolução da doença renal crónica, ou estádio 5, surge o esgotamento total das funções renais, que terão de passar a ser substituídas pela diálise ou por um transplante.

Todos os anos surgem mais de dois mil casos de doentes em falência renal. Em Portugal existiam em 31 de Dezembro de 2009 cerca de 16 mil doentes em tratamento substitutivo da função renal (cerca de 2/3 em diálise e 1/3 já transplantados), e outros dois mil e quinhentos aguardam, em lista de espera, por um transplante renal.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/news/12289/108/Maioria-dos-rins-transplantados-ainda-sao-provenientes-de-cadaveres.html

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Portugal - Apenas 10% dos transplantes são feitos com órgão de dadores vivos



Segundo a Autoridade da Transplantação apenas 10% dos transplantes feitos em Portugal são realizados com recurso a órgãos de dadores vivos, um número baixo em relação à Europa. Transplantação renal de vivo vs de cadáver, são dois temas fortes em debate no IX Congresso Luso Brasileiro de Transplantação, que tem início no próximo dia 2 de Outubro, no Porto Palácio Hotel, no Porto, avança comunicado de imprensa. 

O encontro reúne especialistas de todo o mundo para apresentarem e discutirem os problemas que se colocam no dia-a-dia nas diversas áreas da transplantação, sem descurar os avanços científicos mais actuais e os desafios do futuro. Para além dos dadores vivos, vão estar também em cima da mesa temas como o Transplante renal contra a barreira ABO; Utilização clínica de células estaminais; Dadores de órgão com critérios expandidos.

Actualmente, Portugal possui uma das maiores taxas de doações a nível mundial: 31 por cada milhão de habitantes. Portugal é ainda líder mundial no transplante de fígado e o segundo país na colheita de órgãos. Para apresentar o números mais recentes da actividade de trasplantação em Portugal e no Brasil vão estar os Presidentes das Sociedades de Transplantação dos repectivos países, Dr. Fernando Macário e Dr. Ben-Hur Ferraz-Neto.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Transplantes: 10% são feitos com órgãos de dadores vivos (Fonte: RCM Pharma)

Transplantes: 10% são feitos com órgãos de dadores vivos


Dez por cento dos transplantes feitos em Portugal são de dadores vivos, um número “baixo” em relação à Europa, mas que tem vindo a aumentar, contribuindo para diminuir a lista de espera para transplante renal, segundo a Autoridade da Transplantação, citada pela agência Lusa.

A 31 de Dezembro de 2009, havia 2111 portugueses em lista de espera para transplantes renais, um número que baixou pelo segundo ano consecutivo, disse hoje à agência Lusa a coordenadora nacional das unidades de colheita de órgãos da Autoridade para os Serviços de Sangue e da Transplantação (ASST).

Todos os anos são registados 2200 novos casos de insuficiência renal crónica terminal, existindo actualmente 15 mil doentes nesta condição (10 mil dependentes de diálise e cinco mil transplantados), indicam dados da Sociedade Portuguesa de Nefrologia, que organiza entre terça feira e sábado o “Encontro Renal”, que reunirá mais de 500 profissionais de saúde no Centro de Congressos de Vilamoura

“Ao longo da história do transplante renal, a lista de espera sempre subiu e, pela primeira vez, nestes últimos dois anos baixou”, adiantou a coordenadora da ASST, Maria João Aguiar.

Para isso contribuiu o aumento de 25% do número de dadores vivos, muito “à custa das mulheres para os maridos e dos maridos para as mulheres”, explicou.

Maria João Aguiar comentou que, ao “contrário do mundo inteiro”, em que, geralmente, são as mulheres que doam aos maridos, em Portugal esse número é “exactamente” igual.

Apesar de ter vindo a aumentar o número de dadores vivos, a responsável disse que ainda são “números muito baixos”: “Nem 10% do transplante global é feito com dador vivo, o que subiu muito foi a actividade de colheita em dador cadáver”, explicou.

O presidente da Sociedade Portuguesa de Nefrologia acrescentou que Portugal está muito bem colocado, em termos mundiais, a nível de colheitas de órgãos porque “Portugal tem um consentimento presumido”.

Nolasco salientou que a taxa de sucesso do transplante renal é superior a 90% no primeiro ano: “As estimativas apontam para que 50% dos transplantes de rim funcionem 11 a 12 anos. E há doentes com 20 anos de transplante que fazem a sua vida normal, o que é francamente bom”.

O tempo médio de espera para transplante renal varia entre os dois e os quatro anos, mas o ideal seria três a seis meses, lamentou, defendendo, tal como Maria João Aguiar, que devia desenvolver-se mais o transplante de dador vivo para atenuar esta situação.

Por outro lado, a doença deve ser detectada mais precocemente para atrasar a sua evolução, o que “implica um contacto estreito entre os serviços de nefrologia e os serviços de medicina geral e familiar e a realização de um conjunto de exames laboratoriais”, referiu.

O nefrologista lembrou que “Portugal é um dos países do mundo com maior incidência e prevalência de insuficiência renal terminal, mas também é dos países que tratam melhor esta doença, com excelentes resultados”.

Estima-se que em Portugal cerca de 800 mil pessoas sofram de doença renal.
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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

La Corunha - Hospital Juan Canalejo

La Corunha - Hospital Juan Canalejo
Hotel de Pacientes - Vários Portugueses salvos por um Transplante Pulmonar

Uma vida é pouco para mim

Uma vida é pouco para mim
O meu lema de vida - Dia do meu Transplante Pulmonar