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terça-feira, 29 de março de 2011

Desarrollan una prueba genética que detecta el rechazo de los corazones trasplantados

 Una prueba genética no invasiva podría ayudar a los médicos a controlar la salud de los órganos trasplantados, según un estudio de la Universidad de Stanford en Estados Unidos que se publica en la edición digital de la revista «Proceedings of the National Academy of Sciences» (PNAS).



 
28 Marzo 11 - - Europa Press 
Los autores explican que en la actualidad para determinar si un corazón trasplantado podría ser rechazado por el receptor, los médicos se basan en biopsias cardiacas, que son arriesgadas y en ocasiones poco fiables.
Los investigadores, dirigidos por Thomas M. Snyder, intentaban diagnosticar el rechazo de trasplantes de corazón mediante el uso de métodos de secuenciación genética de última generación que detectan firmas genéticas únicas en el ADN derivado del donante que circula en el plasma sanguíneo del receptor.
Los niveles elevados de ADN circulante de los órganos donados es una seña de mortalidad celular, y por ello, del rechazo del órgano. Los autores cuantificaron las cantidades relativas del ADN derivado del donante en el plasma de los receptores de trasplante y descubrieron que los trasplantes de corazón estaban sanos en los receptores en los que existía un nivel medio en plasma de ADN del donante por debajo del 1 por ciento del total de células libres de ADN.
En los pacientes en los que se confirmó el rechazo con una biopsia, los niveles relativos de ADN del donante en el plasma rondaban el 3 por ciento. Cuando estos pacientes recibían tratamiento para el rechazo del órgano, los niveles volvían al nivel normal.
Las pruebas genéticas actuales para controlar la salud de los órganos trasplantados se suelen basar en la detección del cromosoma sexual masculino en el plasma de receptores femeninos de órganos procedentes de donantes masculinos.
Pero este grupo representa menos de una cuarta parte del total de receptores de trasplantes de órganos. Por ello, los autores sugieren que la prueba genética podría ayudar a evitar las biopsias cardiacas para detectar el rechazo de los órganos trasplantados.



http://www.larazon.es/noticia/1806-desarrollan-una-prueba-genetica-que-detecta-el-rechazo-de-los-organos-trasplantados

terça-feira, 1 de março de 2011

Troca de medicamento por genérico põe em risco crianças com transplantes hepáticos

Foto: Só o Centro Hospital de Coimbra optou por adoptar o genérico (Paulo Ricca)  

O ex-coordenador do Programa Pediátrico de Transplantação Hepática Emanuel Furtado considerou ontem "perigosa" e "de alto risco" a substituição do imunossupressor de marca (usado desde sempre em Portugal) por um medicamento genérico, na farmácia do Centro Hospitalar de Coimbra (CHC). A decisão terá sido tomada sem o conhecimento dos clínicos que acompanham os doentes, primeiro, e contra o parecer daqueles, numa segunda fase.

Em causa, de acordo com o cirurgião Emanuel Furtado, está, em última análise, a possibilidade de rejeição mais frequente e mais grave do órgão por parte dos doentes. "Estamos a falar de medicamentos em que a margem terapêutica - entre a dose eficaz e a dose tóxica - é muito estreita, o que faz com que o controlo do equilíbrio do doente seja muito complicado e exigente", descreve. Para que aquele equilíbrio se desfaça, explica, é preciso muito pouco. "Basta que o modo de preparação ou os excipientes sejam diferentes", exemplifica.

É aquela condicionante que explica que seja desaconselhável a simples troca de medicamentos semelhantes do mesmo laboratório, mas com diferentes formulações; e que torna "especialmente perigosa a sua substituição por um genérico que, para além do mais, nunca foi, sequer, testado em crianças", avisa o médico. A situação é agravada, na sua perspectiva, pelo facto de os doentes que recebem o medicamento não estarem a ser sujeitos à monitorização apertada que a mudança exigiria.

Emanuel Furtado, responsável pelos mais de 200 transplantes pediátricos feitos em Portugal, abandonou os Hospitais da Universidade de Coimbra há cerca de mês e meio, em ruptura com a administração. Isto por, alegadamente, não estarem garantidas as condições necessárias à prossecução, com segurança e sucesso, do programa de transplantes pediátricos, no âmbito de um acordo entre os HUC e o Hospital Pediátrico (que pertence ao CHC). Desde então, apenas assegura as intervenções de emergência.

Ontem, em declarações ao PÚBLICO, o cirurgião - que ao pedir a exoneração do cargo deixou de coordenar o programa pediátrico de transplantação hepática - justificou a sua intervenção neste caso afirmando que, como médico, está ciente de que a sua "função é defender o melhor para os doentes e não equilibrar orçamentos". Sublinhou, no entanto, que "não é, sequer, evidente, que da troca pelo genérico resulte uma redução de custos, por terem de ser contabilizados os gastos com testes laboratoriais de controlo, a perda de produtividade dos pais devido às deslocações mais frequentes aos hospitais e, em última análise, o aumento da frequência e da gravidade da rejeição do órgão".

Margarida Castelão, dirigente da Associação Nacional das Crianças e Jovens Transplantados ou com Doenças Hepáticas (Hepaturix), não tem dúvidas de que esse foi o critério para a substituição do medicamento. "Perante mim e outra pessoa da direcção, o director clínico do CHC, Carlos Mendonça, assumiu que a troca resulta da necessidade de poupar 15 por cento, este ano, do montante gasto na aquisição de medicamentos", relatou.

Através do gabinete de imprensa, os administradores do Centro Hospitalar de Coimbra escusaram-se a fazer qualquer comentário sobre o assunto, por considerarem que "o momento não é oportuno". Também não revelaram quantas crianças receberam, já o genérico, e quantas poderão vir a recebê-lo nos próximos dias. Apesar de todas as crianças terem feito a intervenção cirúrgica em Coimbra, cada uma delas levanta os medicamentos nos hospitais da sua área de residência. De entre todos esses, assegura Margarida Castelão, só o CHC optou por passar a fornecer o genérico.

Ordem dos Médicos investiga queixa de má prática clínica

Fernando Gomes, do conselho nacional executivo da Ordem dos Médicos, confirmou ontem ter recebido uma queixa por má prática clínica relacionada com a troca de um medicamento de referência por um genérico, no Centro Hospitalar de Coimbra.

"A investigação está em curso - é um caso que nos preocupa seriamente", disse Fernando Gomes, quando contactado pelo PÚBLICO.

Fonte: http://www.publico.pt/Sociedade/troca-de-medicamento-por-generico-poe-em-risco-criancas-com-transplantes-hepaticos_1482688

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Deficiência de vitamina D relacionada com maior risco de rejeição do transplante pulmonar


A deficiência de vitamina D foi associada a um aumento significativo na rejeição do transplante pulmonar, aponta um estudo da Loyola University Health System, EUA, apresentado na reunião anual da American Society for Bone and Mineral Research, avança o Portal da Saúde do ALERT Life Sciences Computing.

Pacientes submetidos a transplantes de pulmão estão em risco de rejeição do órgão, e 77% destes pacientes sofrem de deficiência de vitamina D. Os investigadores acreditam que a vitamina D ajuda o sistema imunitário a tolerar o órgão. Assim, os níveis ideais deste suplemento são importantes para se obterem resultados positivos.

Neste estudo foram avaliados 122 pacientes, submetidos a um transplante do pulmão em Loyola, entre Janeiro de 2005 e Junho de 2008. Sessenta e quatro pacientes eram do sexo masculino e 58 eram do sexo feminino, com média de 49,2 anos. Os níveis de vitamina D foram verificados após o transplante. Dos 122 pacientes, 50% apresentavam níveis deficientes de vitamina D, 18% não apresentavam deficiências e em 32% não foi possível verificar. A deficiência de vitamina D foi associada a um aumento significativo na rejeição de 51,7% dos pacientes durante o primeiro ano após o transplante. A deficiência de vitamina D também mostrou uma tendência de aumento da inflamação das vias aéreas em 16,7% dos pacientes.

Os benefícios da vitamina D na saúde são conhecidos, nomeadamente o seu papel preventivo de doenças, como o cancro, osteoporose, doenças cardíacas, diabetes e depressão. Os investigadores especulam que a vitamina D possa também melhorar a saúde dos pacientes submetidos a transplante de pulmão. Contudo, mais estudos serão necessários para avaliar o efeito da terapêutica com vitamina D a curto e a longo prazo nas taxas de rejeição do transplante de pulmão, função pulmonar e sobrevivência a longo prazo.

Fonte: http://www.rcmpharma.com/news/10607/15/Deficiencia-de-vitamina-D-relacionada-com-maior-risco-de-rejeicao-do-transplante-pulmonar.html

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Não adesão à terapêutica pode levar à morte de transplantados




A não adesão à terapêutica é hoje reconhecida como o factor determinante para o aumento da morbilidade e mortalidade, redução da qualidade de vida, aumento dos custos médicos e excesso da utilização dos serviços de saúde para os doentes transplantados. A não adesão pode ser uma causa directa de 21% de todos os insucessos da transplantação e 26% das mortes pós transplante. Um dos aspectos apontados é o esquecimento, situação que vem a ser facilitada com o novo imunossupressor da Astellas Pharma, o Advagraf® (Tracolimus), avança comunicado de imprensa.

“O tratamento prescrito pelo médico inclui, obrigatoriamente, corticosteroides, anti-inflamatórios e imunossupressores. São estes medicamentos que vão manter o nível de actividade do sistema imunitário reduzido, de forma a evitar a rejeição do órgão transplantado. No entanto, a diminuição não é suficiente para permitir infecções por microrganismos endógenos e exógenos. Para o sucesso do transplante, o primeiro factor crítico é, obviamente, o cumprimento da terapêutica. O doente não pode nunca, em condição alguma, interromper ou suspender a medicação por livre iniciativa“, explica Domingos Machado, Director do Serviço de Transplantes do Hospital de Santa Cruz.

Advagraf® (Tacrolimus) é o fármaco imunossupressor mais recente no mercado. Graças ao desenvolvimento e melhoria da forma farmacêutica o Advagraf® (medicamento de libertação prolongada) apresenta uma libertação do tacrolimus a partir das cápsulas mais consistente e controlada. Esta forma de libertação do princípio activo permite uma única toma diária e, consequentemente, maior comodidade para o doente. Advagraf® foi estudado em 668 pacientes que efectuaram um transplante renal. Os resultados demonstraram que os doentes que tomaram Advagraf apresentaram uma taxa de rejeição de apenas 14%, em comparação com outros medicamentos imunossupressores com taxas de 17%.

Actualmente, Portugal possui uma das maiores taxas de doações a nível mundial: 31 por cada milhão de habitantes. Portugal é ainda líder mundial no transplante de fígado e o segundo país na colheita de órgãos. Em 2009, realizaram-se nos hospitais portugueses mais de mil transplantes, o que significa um aumento de 8,2% em relação a 2008. Em 2009, foram realizados 47 transplantes cardíacos, 595 renais, 255 de fígado, 11 de pulmão, 20 de pâncreas, 755 de córnea e 423 de medula.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/news/10242/15/Nao-adesao-a-terapeutica-pode-levar-a-morte-de-transplantados.html
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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

La Corunha - Hospital Juan Canalejo

La Corunha - Hospital Juan Canalejo
Hotel de Pacientes - Vários Portugueses salvos por um Transplante Pulmonar

Uma vida é pouco para mim

Uma vida é pouco para mim
O meu lema de vida - Dia do meu Transplante Pulmonar