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sábado, 20 de abril de 2013

Transplantes renais cruzados de dadores vivos podem reduzir número de doentes

19/04/2013 - 08:58

O presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT) disse esta quinta-feira, em Coimbra, que o transplante renal cruzado de dador vivo é uma solução para ajudar a baixar o número de doentes renais que aguardam por um rim, avança a agência Lusa.

Em Portugal, segundo o cirurgião Fernando Macário, são realizados entre 450 a 500 transplantes renais por ano, "que não é suficiente para aquilo que se necessita", apesar de percentualmente ser uma das taxas mais altas da Europa.

De acordo com o médico, existem no país 11.500 pessoas a fazer hemodiálise, das quais cerca de 2.000 aguardam por um transplante renal.

"Uma alternativa muito válida para reduzir a lista de doentes renais crónicos passa pelo transplante de dador vivo, o que levou a SPT a lançar a campanha em curso ‘Doar um rim faz bem ao coração'", frisou.

Fernando Macário falava em conferência de imprensa, convocada pelo presidente do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) para abordar o duplo "transplante cruzado de rins com dadores vivos" efectuado por aquela unidade, na quarta-feira, pela primeira vez em Portugal.

A "complexa operação" implicou "colheitas de rins, em simultâneo, em dadores vivos, de imediato implantados em receptores cruzados, também em simultâneo", tendo a operação demorado mais de seis horas e envolvido 12 cirurgiões, quatro anestesiologistas, 12 enfermeiros e quatro técnicos, com recurso a quatro salas de operações em simultâneo.

O cirurgião Alfredo Mota coordenou a equipa de 32 profissionais que, entre as 08:30 e as 15:00 de quarta-feira, procederam à colheita e implantação simultânea de rins, intervenção que exige "uma coordenação de equipa perfeita e meios humanos com muita experiência na transplantação renal".

Os dadores foram dois homens e os receptores duas mulheres, que se "encontram bem" nos CHUC, sendo que num caso eram marido e mulher e noutro irmão e irmã, com idades entre os 30 e os 40 anos.

Aos jornalistas, o chefe da equipa disse que os riscos de morte para um dador de rim é de 0,03%, "de tal modo baixo que as seguradoras americanas fazem seguros de vida aos dadores", semelhante ao de uma pessoa que "tem de conduzir o seu automóvel 20 quilómetros por dia para ir para o emprego".

Segundo Alfredo Mota, dos 400 a 500 transplantes que se realizam por ano em Portugal, "só uma taxa que não chega a 10 por cento é de dador vivo, portanto, existe um transplantador vivo muito baixo".

"Posso dizer que nos Estados Unidos a relação é de 50/50, entre cadáver e dador vivo, e em países europeus isso também já acontece", disse o cirurgião, convicto de que a sociedade portuguesa vai assimilar as campanhas de sensibilização.

As cinco unidades de saúde inseridas no programa "Doar um rim faz bem ao coração', em que se insere o CHUC, têm capacidade instalada para realizar, a qualquer momento, a troca de rins entre dois ou mais pares dador-receptor, de maneira a que cada um dos receptores receba um rim adequado e os dadores realizem o seu desejo de doação.

Fonte

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Primeiro duplo transplante renal cruzado em dadores vivos (c/ video RTP1)

Primeiro duplo transplante renal cruzado em dadores vivos

Em Coimbra realizou-se o primeiro duplo transplante renal cruzado em dadores vivos. A cirurgia, inédita em Portugal, envolveu 32 profissionais e demorou cerca de 7 horas.

 

VIDEO RTP1 - AQUI

Duplo transplante de rins inédito em Portugal realizado em Coimbra

18/04/2013 - 08:19

Um duplo “transplante cruzado de rins com dadores vivos” foi efectuado esta quarta-feira, pela primeira vez em Portugal, no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), revelou a instituição, citada pela agência Lusa.

“Todos os doentes – dadores e receptores – encontram-se muito bem”, adianta o CHUC, sublinhando que a “complexa operação” implicou “colheitas de rins, em simultâneo, em dadores vivos, de imediato implantados em receptores cruzados, também em simultâneo”.

A intervenção, que demorou mais de seis horas, envolveu 12 cirurgiões, quatro anestesiologistas, 12 enfermeiros e quatro técnicos, com recurso a quatro salas de operações em simultâneo.

O cirurgião Alfredo Mota coordenou a equipa de 32 profissionais que, entre as 08:30 e as 15:00 desta quarta-feira, procederam à colheita e implantação simultânea de rins, intervenção que exige “uma coordenação de equipa perfeita e meios humanos com muita experiência na transplantação renal”, salienta um comunicado do CHUC.

Director do serviço de urologia e transplantação renal do CHUC, Alfredo Mota considera que este tipo de intervenções constitui "um avanço para o país, colocando-o na linha da frente a nível internacional e com maior oportunidade de aumento de transplantes renais”.

Sublinhando que “foi a primeira vez que esta cirurgia foi realizada em Portugal”, o presidente do Conselho de Administração do CHUC, José Martins Nunes, afirmou que esta operação é “um orgulho para a medicina portuguesa”.

A transplantação é uma das áreas de excelência do CHUC, que detém o primeiro lugar a nível nacional de transplante renal, com 120 transplantes em 2012.

FONTE

terça-feira, 19 de março de 2013

TÉCNICA DE INMUNOABSORCIÓN SALUD / TRASPLANTES Realizan por primera vez en España un trasplante de riñón poco compatible

La Fundación Puigvert de Barcelona ha llevado a cabo por primera vez en España un trasplante renal cruzado en el que uno de los riñones no era totalmente compatible con uno de los receptores.
La operación, según ha informado hoy la Fundación Puigvert, ha sido posible mediante la técnica de la inmunoabsorción, gracias a la cual se amplían las posibilidades de hacer este tipo de trasplantes, que se tendrán que hacer más frecuentes porque el 30 % de los candidatos a posibles donantes vivos no son compatibles.
La Fundación Puigvert ha practicado esta intervención con la colaboración de la Organización Nacional de Trasplantes y con el Hospital Puerta del Mar de Cádiz, centro de donde procedía uno de los matrimonios que ha intervenido en este doble trasplante cruzado.
El responsable clínico del equipo de trasplantes de riñón de la Fundación Puigvert, Lluis Guirado, ha explicado a través de un comunicado que este primer caso supone abrir nuevos caminos en el trasplante renal cruzado de donante vivo.
"Esta técnica no beneficia sólo a un receptor, sino a dos, ya que el trasplante cruzado implica dos receptores, ninguno de los cuales podría recibir el órgano si no se hiciese la operación cruzada", ha explicado el urólogo.
Este primer trasplante de riñón levemente incompatible se llevó a cabo hace tres meses y consistió en un trasplante renal de donante vivo cruzado entre dos matrimonios (uno de los miembros del primer matrimonio dona un riñón al otro matrimonio y a su vez estos donan uno al primero) en los que se daba una incompatibilidad positiva leve que hacía que inicialmente la operación no fuera viable.
Para conseguir que el riñón fuera compatible, los médicos extrajeron los anticuerpos del receptor que causaban la incompatibilidad mediante una máquina de inmunoabsorción (un mecanismo similar a la diálisis), lo que permitió realizar la operación.
La compatibilidad entre donante y receptor depende en gran parte de 12 proteínas del organismo, seis de las cuales se heredan de la madre y otras seis del padre.
Así, el receptor de un órgano se considera totalmente compatible con su donante cuando los dos tienen el grupo sanguíneo compatible y las mismas 12 proteínas.
El doctor Guirado ha explicado que cuando el organismo entra en contacto con una proteína que no es igual a ninguna de las suyas, el cuerpo la detecta y genera anticuerpos contra esta proteína, cosa que sucede cuando hay transfusiones sanguíneas o embarazos, y que son los causantes de la incompatibilidad.
"Si se intenta trasplantar un órgano que tiene una de estas proteínas para las cuales el receptor ha generado anticuerpos previamente, se produce un rechazo agudo por parte del receptor", ha explicado el especialista.
"Es por eso -ha añadido- que hasta ahora los trasplantes cruzados se hacían sólo cuando el receptor no había creado anticuerpos respecto a las proteínas de su donante antes del trasplante".
En el primer trasplante de estas características que se ha realizado en España, la incompatibilidad era en una de las 12 proteínas pero, según Guirado, "la idea es ganar terreno poco a poco hasta poder hacerlo con incompatibilidades mayores". EFE
fjn/ll/jlg

terça-feira, 24 de julho de 2012

Diálise peritoneal potencia sucesso do transplante

Nao é nada disto que me tem sido dito na Corunha! O que me tem sido dito é que o Transplante Renal com Dador vivo sem ter que passar por diálise garante uma qualidade de vida muito melhor do paciente e evita o sofrimento da diálise.
Sandra Campos



24/07/2012 - 09:07
No dia 20 de Julho assinalou-se o 43º aniversário do primeiro transplante realizado em Portugal. Este procedimento, realizado pelo Prof. Dr. Linhares Furtado nos Hospitais da Universidade de Coimbra em 1969, consistiu no transplante de um rim para uma pessoa que sofria de Insuficiência Renal Crónica. Em Portugal, desde 2008, foram realizados mais de 500 transplantes renais por ano, mas o tempo de espera por um dador compatível faz com que os doentes, muitas vezes, necessitem de um tratamento de substituição da função renal, ou seja, diálise, avança comunicado de imprensa.

Apesar de existirem duas formas de substituição renal, hemodiálise e diálise peritoneal, esta última ainda não tem grande expressão no nosso país, sendo realizada por apenas 6% dos doentes.
Contudo, segundo um estudo publicado no início do ano no Clinical Journal of the American Society of Nephrology, os doentes tratados com diálise peritoneal antes do transplante tiveram melhores taxas de sobrevivência, comparativamente aos doentes a fazer hemodiálise em centro. Isto deve-se, sobretudo, ao facto da diálise peritoneal permitir uma melhor preservação da função renal residual em comparação com os doentes que fazer tratamento em centros.

A classe médica defende que o transplante é o melhor tratamento para a insuficiência renal crónica terminal, pois permite ao doente um regresso a um estado quase normal de saúde. Contudo, numa realidade onde há falta de órgãos, os indivíduos com Insuficiência Renal Crónica (IRC) muitas vezes passam vários anos a fazer diálise e o tratamento adequado pode ser a chave para um transplante bem-sucedido.

A importância da escolha do doente

A maior parte dos tratamentos de diálise são feitos em unidade hospitalar, mas os doentes cada vez mais procuram tratamentos que possam ajudar a minimizar o impacto da diálise no seu dia-a-dia.
Contudo, segundo um estudo recente da Federação Europeia de Doentes Renais – CEAPIR –, em Portugal, cerca de 40% dos insuficientes renais crónicos não têm a possibilidade de escolher o seu tratamento de substituição renal e mais de dois terços considera a informação facultada sobre as técnicas de diálise insuficiente. Estas conclusões demonstram que há ainda um longo percurso a percorrer no acesso dos doentes a informação sobre a Insuficiência Renal Crónica e sobre as opções disponíveis para que, posteriormente, sejam incluídos numa decisão com grande impacto na sua qualidade de vida e que, grande parte das vezes, é para toda a vida.

Sobre a Insuficiência Renal Crónica (IRC)

A prevalência da doença renal crónica está a aumentar causada em parte pelos níveis crescentes de hipertensão e diabetes em todo o mundo. A população mundial está a ficar mais envelhecida e a idade é o factor de risco mais comum para o desenvolvimento de hipertensão e diabetes que muitas vezes levam à insuficiência renal crónica. Em Portugal, todos os anos surgem cerca de dois mil novos casos na fase terminal da doença, existindo actualmente cerca de 17.500 portugueses a realizar uma das técnicas de substituição renal.
   Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/24-07-12/dialise-peritoneal-potencia-sucesso-do-transplante

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Una pareja de Barcelona y otra de Motril 'intercambian' sus riñones

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Antonio Osuna, nefrólogo del Virgen de las Nieves.

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Los pacientes recibieron el alta a los pocos días de realizarse el trasplante y evolucionan bien.
El Hospital Virgen de las Nieves y la Fundación Puigvert de Barcelona han realizado el primer trasplante cruzado del año · Granada ha participado en cuatro de los cinco realizados en el país desde 2009.
El pasado diez de enero el Hospital Virgen de las Nieves de Granada y la Fundación Puigvert de Barcelona llevaron a cabo el primer trasplante renal cruzado del año. En concreto, la intervención se realizó con una pareja de Motril y otra de Barcelona, que intercambiaron riñones entre los miembros compatibles. Es decir, el marido de la granadina dio su riñón a la mujer barcelonesa y el órgano del varón catalán se implantó en la joven motrileña, de 33 años de edad y que se encuentran en perfecto estado desde la operación, tanto ella como el marido y la pareja de Barcelona. 

Según el jefe de Nefrología del Hospital Virgen de las Nieves, Antonio Osuna, "fue un trasplante renal cruzado sencillo entre parejas de marido a mujer y la operación fue un éxito". Y no era fácil porque la joven granadina no tenían un historial clínico fácil. "La mujer había tenido dos trasplantes previos de donante fallecido y los dos los había rechazado, por lo que tenía la particularidad de estar hiperinmunizada, con lo que el riesgo de otro rechazo era muy elevado. De hecho, en las pruebas con el marido rechazaba el órgano, por lo que al contar con la base de donantes cruzados a nivel nacional controlada por la Organización Nacional de Trasplantes, fue más fácil encontrar un órgano". 

El diagnóstico de la receptora era una insuficiencia renal avanzada que la tenía además sometida a diálisis. 

Para llevar a cabo el trasplante participaron en Granada un equipo de casi un centenar de personas entre personal sanitario y de apoyo. La extracción de los riñones de los donantes, cumpliendo la normativa, se realizó de forma simultánea en los dos hospitales y fueron los órganos los que 'viajaron', no los pacientes ni los donantes, que se mantienen en sus hospitales de referencia. "A las ocho de la mañana se hizo la extracción por laparoscopia y a la una de la tarde ya se tenía el órgano a trasplantar de Barcelona, por lo que se comenzó la operación", explicó Osuna. Para eso, como en otros casos de trasplantes, el traslado del órgano se hizo en avión privado para tardar lo menos posible por lo que la coordinación también con aeropuertos o las fuerzas de seguridad del estado es importante. 

"La operación fue muy bien y el donante, en este caso el marido, estaba en casa a los cuatro días y ella a los siete u ocho con la función renal recuperada", indicó el experto. 

El hospital Virgen de las Nieves ha participado con este en cuatro de los cinco trasplantes cruzados que se han efectuado en España desde que se inició el programa en 2009. El primero de ellos fue también el primero en el país y se hizo en colaboración con el Hospital Clinic de Barcelona y los otros tres (realizados en los dos últimos años), se hicieron con la Fundación Puigvert. Precisamente, de los tres trasplantes realizados ya con esta fundación barcelonesa, uno se hizo gracias a una donación en cadena a partir de un donante samaritano. Fue el año pasado y en la cadena participaron seis personas: el samaritano, dos parejas (con un donante y receptor cada una) y un último receptor que estaba en la lista de espera de donante fallecido desde hacía tres años. 

El Virgen de las Nieves, unidad de referencia para estos trasplantes cruzados desde 2006, espera ya el próximo trasplante.
Fonte: http://www.granadahoy.com/article/granada/1179405/una/pareja/barcelona/y/otra/motril/intercambian/sus/rinones.html

quinta-feira, 30 de junho de 2011

La ONT quiere extender la donación en parada cardiaca a toda España

Zaragoza, 30 jun (EFE).- La Organización Nacional de Trasplantes (ONT) quiere extender a toda España la donación en parada cardiaca, un programa del que ya disponen siete hospitales de seis ciudades, porque es, junto a la de vivo, una de las vías claras de expansión para obtener más órganos.
Así lo ha manifestado hoy el director de la ONT, Rafael Matesanz, quien ha precisado que en 2010 las de parada cardiaca representaron en España el 9 por ciento de las donaciones, es decir uno de cada once donantes, y que la idea de la Organización es llegar al 20 por ciento.
Matesanz ha hecho estas declaraciones durante una rueda de prensa, junto al coordinador autonómico en Aragón, José Ignacio Sánchez Miret, con motivo del XXV aniversario del trasplante renal en el Hospital Miguel Servet de Zaragoza.
Según Matesanz, el trasplante renal es "hoy por hoy" la técnica dentro de la sanidad probablemente con una mejor relación coste beneficio.
"Lejos de representar un alarde quirúrgico o algo solo para países desarrollados, el trasplante renal es la única técnica que comparada con su alternativa, la diálisis, proporciona mejor supervivencia, mejor calidad de vida y, además, es sensiblemente más económica", ha agregado.
Se ha referido al envejecimiento de los donantes fallecidos, con hasta 80 años, y por muerte encefálica, a los que ha propuesto como alternativa la donación de vivo.
Ya que en su opinión "en estos momentos no se discute que el mejor tratamiento que se le puede dar a una persona con insuficiencia renal es un trasplante de vivo antes de iniciar la diálisis".
Además, ha dicho que el riesgo de donar un riñón si una persona está sana es prácticamente cero, mientras que al paciente se le proporcionan muchos años con buena función renal.
En España, el primer trasplante renal se hizo a principios de los años 60 en el Clínico de Barcelona, donde la persona que lleva más años trasplantada son 43, con un riñón funcionando de su hermano, aunque hay otras personas en España que, también de donante vivo, han sobrepasado los 40 años, ha informado.
Aunque la mayoría de las donaciones son de fallecido, que hay que seguir potenciando, la alternativa que hay que impulsar es la de vivo y la de parada cardiaca, ha agregado.
En este sentido, ha señalado que la ONT está intentando que todas las ciudades de tamaño medio, incluida Zaragoza, desarrollen programas de donación en parada cardiaca, de personas que fallecen en la calle a consecuencia de un infarto, a las que se les hacen maniobras de reanimación por los servicios de emergencia, que si no son exitosas pueden donar el riñón, el pulmón y a veces el hígado.
En España, este programa está en marcha en siete hospitales, mientras que otros ocho hospitales desarrollan protocolos similares, ya que según Matesanz "probablemente dentro del donante fallecido es la mayor vía de expansión" que tienen en estos momentos.
Aunque en estos órganos van a dar algún pequeño problema inicial, que en el caso del riñón requerirán diálisis unas semanas, a la larga se obtienen iguales o mejores resultados al proceder de donantes más jóvenes, habitualmente por debajo de 55 años.EFE

domingo, 26 de junho de 2011

Niños trasplantados pasarán las vacaciones en Logroño con otros que recibirán un trasplante

Un total de 26 niños que han vivido la experiencia de un trasplante de riñón pasarán unos días de vacaciones en Logroño con otros 12 niños que van a ser trasplantados. Dentro del ambiente vacacional, los chicos recibirán educación sobre alimentación, autocuidado de la medicación, hábitos de vida más saludables para ellos, etc. 

Conocer a otros niños que han vivido su misma situación, intercambiar experiencias y compartir unos días de vacaciones con ellos, representa para estos niños "un elemento de gran ayuda psicológica, emocional y afectiva para entender y aprender a llevar un estilo de vida al que les obliga su enfermedad", informó la Federación Nacional de Asociaciones para la Lucha Contra las Enfermedades Renales (Alcer), organizadora de la jornada.

Durante las vacaciones, 8 enfermeros, 3 psicólogos, 5 monitores, 1 médico y 4 técnicos acompañarán a los niños. Además de las actividades que les organizarán los monitores de tiempo libre, los niños visitarán el Parque La Grajera de Logroño, un embalse y espacio protegido de flora y fauna donde participarán en un taller medioambiental. 

También está previsto que asistan al parque temático de paleo-aventura de Enciso, donde se convertirán en paleontólogos, geólogos y arqueólogos, mediante toda un conjunto de actividades. 

Asimismo, los niños serán recibidos por la alcaldía del municipio de Briones y después recorrerán el casco antiguo, la casa etnográfica y visitarán al museo del vino de Vivanco. Finalmente asistirán a la Casa de las Ciencias de Logroño y darán un paseo guiado para conocer los lugares más emblemáticos de esta ciudad. 

Otra de las actividades en la que podrán participar los pequeños estará ambientada en el programa de televisión “Atrapa un millón”, donde tendrán que responder a diferentes preguntas sobre aspectos relacionados con su enfermedad y hábitos de vida más recomendables, y los ganadores recibirán varios premios, como cámaras de fotos. 

Sobre la jornada, el Director de la Organización Nacional de Trasplantes (ONT), Rafael Matesanz, indicó que "todos los esfuerzos que se hagan para fomentar el trasplante infantil están justificados".

Respecto a la posibilidad de hacer trasplantes cruzados o en cadena con niños, Matesanz explicó que ya existen dos hospitales, -La Paz en Madrid y Sant Joan de Deu en Barcelona- que están incluidos en el programa de donación cruzada. Sin embargo, el problema es que "al ser una lista de espera tan pequeña, la posibilidad de que se incluyan muchas parejas que permitan hacer trasplantes cruzados es muy reducida", manifestó. 
Fonte: http://www.diariosigloxxi.com/texto-s/mostrar/28605/ninos-trasplantados-pasaran-las-vacaciones-en-logrono-con-otros-que-recibiran-un-trasplante

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Los trasplantes aumentan un 25% y las donaciones un 16% en 2011


Trasplante
Ampliar
  • En 2010, se produjo una disminución del 6 por ciento.
  • Los mayores y las donaciones en vivo sustituyen las vías "clásicas" de donación.
  • La donación cruzada alcanzará velocidad de crucero y se convertirá en habitual.
España sigue liderando la lista de donaciones y trasplantes en el mundo, y lo hace con crecimientos. En lo que va de año el número de trasplantes ha crecido un 25 por ciento, y el de donaciones, un 16 por ciento, según datos del director de la Organización Nacional de Trasplantes (ONT), Rafael Matesanz.

Son datos esperanzadores y ponen de manifiesto que el modelo español es muy flexible"En 2010, la disminución del 6 por ciento en los trasplantes y en las donaciones, fundamentalmente por un hecho positivo como es el descenso en los accidentes de tráfico, hizo que la ONT se replanteara por completo la estrategia de la donación.

En este sentido, Matesanz ha afirmado que las medidas que vienen desarrollando desde finales del pasado año parece que están dando resultados, como demuestran los datos de los tres primeros meses.

Son, en su opinión, datos "muy esperanzadores" porque ponen de manifiesto que el modelo español es "tremendamente flexible", es decir que se adapta perfectamente a los cambios epidemiológicos de la sociedad, al descenso de la siniestralidad vial y a otros tipos de traumatismos cranoencefálicos.

Nuevas vías de donación

Ahora, son otros sectores de la sociedad, como los de mayor edad, o las donaciones en vivo, las que realmente están sustituyendo a las vías "clásicas" de donación de órganos. Cada vez más los donantes y los receptores son mayores porque la población también está más envejecida.

Hace falta fomentar el trasplante renal vivo, una modalidad que no se ha desarrollado mucho Matesanz reconoce la necesidad de fomentar el trasplante renal vivo, porque cuando un joven necesita un riñón la probabilidad de que el órgano sea joven es muy pequeña. En España, la modalidad de trasplante de riñón vivo no se ha desarrollado porque ha habido una donación muy alta de personas fallecidas, ya que representa un 11 por ciento de los de riñón.

Se tienen muchas esperanzas en la llamada donación cruzada, un programa que incentiva el intercambio de órganos cuando el donante es incompatible con otra pareja en la misma situación. Ya se han hecho un par de ellas, y según  Matesanz, ahora mismo hay unas 60 parejas en espera y que este año probablemente se alcanzará "velocidad de crucero" y se convertirá en algo habitual.

Fonte: http://www.20minutos.es/noticia/1019606/0/donaciones/trasplantes/2011/

quarta-feira, 16 de março de 2011

Tiempo de balances: Los hospitales madrileños realizaron 420 trasplantes renales en 2010.

 Los hospitales madrileños realizaron 420 trasplantes renales en 2010.



El 12 de octubre, con 152 trasplantes renales, es líder nacional.

Madrid, marzo de 2011.- Los hospitales de la Comunidad realizaron en 2010 un total de 420 trasplantes renales. El Hospital 12 de Octubre fue el centro hospitalario que más de trasplantes renales realizó en España, con 152 intervenciones el pasado año. El trasplante de riñón se mantiene como una intervención terapéutica fundamental para algunos pacientes renales.

El 10 de marzo se celebró el Día Mundial del Riñón bajo el lema 'Protege tus riñones, salva tu corazón', en alusión al incremento de riesgo cardiovascular vinculado a la enfermedad renal crónica -ERC-. Además de esta una amplia actividad en trasplantes renales, estos centros hospitalarios son pioneros en la realización de nuevos formatos de trasplante renal.

A comienzos de este año, el Hospital la Paz participó en el segundo trasplante renal cruzado realizado en España. Este trasplante es una modalidad de trasplante renal de donante vivo, con la peculiaridad de que se realiza entre un donante y un receptor que no se conocen, fruto de un intercambio entre los dos o más parejas que son incompatibles.

Los hospitales de la región atendieron 138.859 consultas de nefrología el pasado año. De ellas, 18.848 correspondieron a nuevas consultas, lo que se puede asimilar a nuevos pacientes en esta especialidad.

En el mismo periodo, se realizaron 31.098 intervenciones quirúrgicas de urología, que engloba las relacionadas con las enfermedades renales. De éstas, la mayoría corresponde a cirugía programada ambulatoria, con 15.510 intervenciones, seguido de 12.833 programadas con ingreso hospitalario, 2.468 urgentes con ingreso y otras 287 urgentes ambulatorias.



Fonte:

http://www.noticiasmedicas.es/medicina/noticias/7473/1/Los-hospitales-madrilenos-realizaron-420-trasplantes-renales-en-2010/Page1.html


Fonte: http://atp-pancreas.blogspot.com/2011/03/tiempo-de-balances-los-hospitales.html

terça-feira, 15 de março de 2011

CHAT Javier de la Fuente, candidato de Cidadáns por Betanzos contesta a vuestras preguntas laopinióncoruña.es » Sociedad Noticia anterior Noticia siguiente Coordinador de trasplantes del Hospital de A Coruña Antón Fernández: ´El futuro de la donación está en los trasplantes de órganos en vida´ "En A Coruña se realizaron el año pasado 19 intervenciones de riñón con donante vivo, lo que representa ya el 20% de este tipo de operaciones"

Foto: El facultativo Antón Fernández, ayer en la Domus de A Coruña. / juan varela

Concienciar a la sociedad sobre la necesidad de la donación es la herramienta básica para mejorar los datos de trasplantes, según el facultativo Antón Fernández, quien destacó ayer en A Coruña que pese al aumento de las intervenciones también ha subido la tasa de negativas familiares en la comunidad gallega, que con más del 28% supera a la media nacional en diez puntos. Fernández también apuesta por los programas de trasplantes de riñón con donantes vivos como el de vivo cruzado o el del 'buen samaritano'

ALEXANDRA MOLEDO | A CORUÑA La donación es para el coordinador de trasplantes del Complexo Hospitalario Universitario de A Coruña (Chuac), Antón Fernández, "un acto de amor y solidaridad", tal y como aseguró ayer en la conferencia que impartió en la Domus para inaugurar la tercera edición del ciclo Lunes con Ciencia de los Museos Científicos Coruñeses. "Muchas veces no nos damos cuenta de que la necesidad está más cerca de lo que pensamos y parece que solo reaccionamos cuando las balas suenan cerca", afirma el facultativo, quien asegura que el principal objetivo del centro coruñés es reducir la tasa de negativas familiares.

-¿Cuáles son las metas en el Hospital de A Coruña en materia de trasplantes para este año?

-El principal caballo de batalla son las negativas familiares, que en Galicia subieron este año hasta alcanzar el 28,5%, un dato bastante negativo si se compara con la media española, situada en un 17%.

-¿Por qué los gallegos son más reticentes a la donación?

-Sobre todo por la idiosincrasia gallega sobre los ritos funerarios y la desconfianza hacia el trato y la manipulación del cadáver porque algunos creen que se da a la persona por muerta antes de tiempo. Aunque la desconfianza es la causa más frecuente apuntada por las familias en las encuestas sobre negativas, en Galicia también influye la importancia que se da a las creencias relacionadas con el culto a la muerte en las zonas rurales. La dispersión poblacional en el rural gallego repercute en este sentido mientras que en ciudades como A Coruña la tasa de negativas se aproxima a la media nacional.

-¿Qué posibilidades existen de trasplantes de órganos en vida?

-El futuro avanza hacia la donación en vida para el trasplante renal. En A Coruña, este programa representa un 20% de las intervenciones y nuestro objetivo es seguir manteniéndonos en estas cifras. El año pasado en el Chuac se realizaron 19 intervenciones y se convirtió en el tercer centro español en el uso de esta técnica. El trasplante de riñón de donante vivo permite una recuperación más rápida en casos de pacientes jóvenes.

-¿Cuántas personas se han ofrecido a participar como donantes vivos altruistas en el programa del buen samaritano?

-En España, 23 personas se han inscrito como donantes dispuestos a dar su riñón a un desconocido y ya se han realizado trasplantes con este programa en varias comunidades, aunque ningún gallego forma parte de esa lista de momento. Hay gente que está dispuesta a donar de forma desinteresada y la administración ha puesto a su disposición un mecanismo para que puedan hacerlo, pero su trascendencia en las estadísticas sobre donación es mínima porque ni siquiera está garantizado que esos 23 culminen todo el proceso porque pueden quedarse en el camino por motivos médicos, psicológicos...

-¿Qué ventajas tiene el trasplante renal de vivo cruzado?

-Unas 50 parejas españolas están inscritas en un registro de donantes y receptores de riñón incompatibles entre ellos - de las cuales tres son del Hospital de A Coruña- a la espera de que en cualquier momento surja una opción de cruce viable y sin rechazo con otra pareja en la misma situación. El centro coruñés ha sido nombrado centro de referencia en esta técnica y esperamos realizar la primera intervención este año.

-¿De qué forma hay que concienciar a la población sobre la importancia de donar?

-Tenemos entre tres o cuatro posibilidades más de ser receptores que donantes, por lo que todo el mundo debería pensar que en cualquier momento nosotros o alguien cercano puede necesitar un trasplante. La donación es un acto milagroso pero los órganos solo se pueden buscar en la sociedad, de ahí la importancia de trabajar en la concienciación. Por otra parte, también es fundamental lanzar un mensaje de esperanza a los pacientes y de compromiso a los familiares porque muchos no se atreven a pedirle a su entorno que se presten a donarle el órgano que necesitan.

Fonte: http://www.laopinioncoruna.es/sociedad/2011/03/15/anton-fernandez-futuro-donacion-trasplantes-organos-vida/476612.html


Fonte: http://www.cofiga.org/iii-ciclo-os-luns-con-ciencia-a-saude-e-o-primeiro/

quinta-feira, 15 de abril de 2010

48 las unidades de referencia existentes en España para la realización de trasplantes (Fonte: europapress.es 15.04.2010)

Sanidad da luz verde a nueve hospitales para que sean centros de referencia del SNS en trasplante renal cruzado


La designación definitiva deberá ser ratificada en el pleno del Consejo Interterritorial

El Ministerio de Sanidad y Política Social ha admitido a trámite la solicitud de nueve hospitales para convertirse en centros de referencia del Sistema Nacional de Salud (SNS) para la realización de trasplantes renales cruzados, una decisión que deberá ser ratificada en el próximo Consejo Interterritorial.

En concreto, estos centros son el hospital Virgen del Rocío de Sevilla; el Virgen de las Nieves de Granada; el Hospital del Mar de Cádiz; los hospitales Clinic i Provincial, Fundació Puigvert y Universitario de Bellvitge, todos ellos de Barcelona; el Universitario de La Coruña, y los hospitales Doce de Octubre y La Paz, ambos en Madrid. Todos estos centros ya forman parte del programa de trasplante renal cruzado puesto en marcha por la Organización Nacional de Trasplantes (ONT) el pasado año.

De aprobarse definitivamente estas solicitudes, se elevarían a 48 las unidades de referencia existentes en España para la realización de aquellos trasplantes poco frecuentes, pero que "requieren una gran especialización, debido a su gran complejidad técnica". Todas ellas concentradas en 21 hospitales de 8 comunidades autónomas.
En virtud del Real Decreto 1302/2006 de 10 de noviembre, se define como centros de referencia aquellos en los que se realizan procesos sumamente especializados y poco frecuentes, por los que desde el punto de vista clínico y técnico, resulta aconsejable concentrar los casos en pocos centros.
La designación de un centro de referencia para un procedimiento de estas características garantiza la atención sanitaria a todo paciente que lo necesite, aunque este proceso no se realice en la comunidad en la que vive.
En 2007, la Comisión de Trasplantes del Consejo Interterritorial del SNS, de acuerdo con la Subdirección de Cartera de Servicios del Ministerio de Sanidad y Política Social, estableció la relación de trasplantes que deben efectuarse en centros de referencia.
En niños, se consideran trasplantes de referencia los de riñón, hígado, corazón, pulmón, intestino, córnea y células madre sanguíneas. Y en adultos, los trasplantes hepáticos de vivo, los pulmonares, los cardiopulmonares, páncreas e intestino. A esta lista, se ha sumado este año el renal cruzado.



REQUISITOS
Los centros que aspiren convertirse en hospitales de referencia en trasplantes deben cumplir una serie de requisitos, relativos a actividad, equipo técnico y humano, y resultados. El Comité de centros, servicios y unidades de referencia del SNS, que depende del Sanidad, examina las solicitudes y decide si las admite o no trámite.
Tras este primer examen, los candidatos deben superar una auditoria, para conseguir que la Agencia de Calidad del ministerio, les conceda la acreditación como centros de referencia, algo que es imprescindible para la realización de cualquier proceso considerado de referencia, como son los trasplantes renales cruzados. Esta acreditación debe ser renovada cada cinco años.
Una vez comprobados todos los requisitos, el Comité de centros, servicios y unidades de referencia del SNS, eleva la petición definitiva para su ratificación en el Pleno del Consejo Interterritorial.

Fonte: http://www.europapress.es/salud/noticia-sanidad-da-luz-verde-nueve-hospitales-sean-centros-referencia-sns-trasplante-renal-cruzado-20100415145011.html
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