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quarta-feira, 13 de junho de 2012

Portugal - 11 transplantes renais de dador vivo este ano

Transplantes diminuíram
De Janeiro a Abril
O Hospital de Santo António, no Porto, realizou no dia 8 de Junho o 150º transplante de rim de dador vivo desde o primeiro há 25 anos. O Ministério da Saúde contabilizou onze transplantes renais de dador vivo de Janeiro a Abril deste ano em todo o País.


Segundo o Ministério da Saúde, de Janeiro a Abril, foram realizados três transplantes renais de dador vivo no Santo António e no Curry Cabral (Lisboa), dois nos Hospitais da Universidade de Coimbra e no Santa Maria (Lisboa). O Hospital de Santa Cruz (Oeiras) fez um transplante de rim de dador vivo. O número de transplantes de Janeiro a Abril de 2012 diminuiu em comparação com igual período de 2011, quando se realizaram 21 intervenções.
Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/saude/11-transplantes-renais-de-dador-vivo-este-ano

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Hospital de S. João do Porto tem como ambição recuperar transplantação hepática

25/01/2012 - 14:23

O director do Serviço de Cirurgia do Centro Hospitalar de S. João, Porto, admitiu esta quarta-feira ser sua ambição recuperar a transplantação hepática, que actualmente está centralizada no Centro Hospitalar do Porto/ Hospital de Santo António, avança a agência Lusa.

“Deixámos de fazer este transplante em 2001, mas a ambição, como corolário da nossa experiência, é recuperar a transplantação hepática para o São João”, afirmou Costa-Maia.

O responsável falava à Lusa a propósito do Curso Internacional de Cirurgia Hepato-Bilio-Pancreática, que se vai realizar entre 02 e 04 de Fevereiro para debater aspectos de organização, acreditação e segurança, entre outros.

O director do Serviço de Cirurgia do S. João não pretende que “se encerre num lado para abrir num outro, trata-se de juntar, sem bairrismo, a gestão de custos e recursos. O mais provável é que se possa arranjar uma solução em que o Norte tenha um grande centro de transplantação”.

“Pode funcionar num dos dois hospitais, com equipas comuns, por exemplo. Não posso dizer qual seria a modalidade, o que posso dizer é que é nossa intenção recuperar aquilo que já fizemos, que foi a transplantação hepática. Não sei se vai ser possível, mas não deixa de ser a nossa intenção, a nossa ambição”, frisou.

A transplantação hepática será um dos temas a abordar no curso que a Unidade Hepato-Bilio-Pancreática do Serviço de Cirurgia do S. João vai organizar no Porto, que homenageará Thomas E. Starzl, que “marcou gerações de cirurgiões e investigadores e protagonizou os últimos 60 anos da história cirurgia hepática e da transplantação”.

O curso vai incidir nos aspectos da organização e da certificação das unidades para fazer cirurgia do fígado, vias biliares e do pâncreas, explicou Costa-Maia, destacando a presença do cirurgião japonês Masatoshi Makuuchi, por ser “uma das personalidades com maior e mais merecido prestígio na cirurgia hepatobiliar”.

Este cirurgião vem pela primeira vez a Portugal e vai operar em directo para o auditório da Faculdade de Medicina do Porto.

Paul McMaster, ex-director do Serviço de Cirurgia HBP e de Transplantação do Queen Elisabeth Hospital, em Birmingham, responsável pela formação de inúmeros cirurgiões de todo o mundo, e que actualmente preside aos “Médecins Sans Frontières” é outras das presenças confirmadas.

A iniciativa arranca com um curso de segurança para equipas cirúrgicas que contará com a participação dos responsáveis pelo Treino e Simulação da TAP Portugal, comandantes Armindo Martins e Jorge Loureiro.

“E, o que têm em comum uma sala de operações e o cockpit do avião? É o ambiente de alta complexidade, é, em primeiro lugar, não querermos fazer erros e termos uma cultura de segurança, em termos de comunicação, de gestão de equipa de tomada de decisão, de check list. Temos muitos procedimentos que são comuns a todos os ambientes de alta complexidade, como são os aviões”, sustentou.
A Unidade Hepato-Bilio-Pancreática do Serviço de Cirurgia do S. João realiza actualmente cerca de 150 cirurgias do fígado e 100 do pâncreas.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/25-01-12/hospital-de-s-joao-do-porto-tem-como-ambicao-recuperar-transplantacao-hep

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Pessoas com paramiloidose exigem medicamento ao Hospital de Santo António

Doentes exigem remédio

O Hospital de Santo António diz não ter dinheiro para o remédio 
Um grupo de doentes com paramiloidose (doença dos pezinhos) exigiu ontem, à administração do Hospital de Santo António, no Porto, explicações para o facto de o Hospital ainda não ter disponível o Tafamidis, medicamento que evita o transplante hepático.

"O medicamento foi autorizado em Novembro pela Comissão Europeia, mas, até agora, o hospital não o disponibilizou aos pacientes", disse ao CM José Manuel Carreira, de 29 anos, doente com paramiloidose. Ao final da tarde, Sollari Alegro, da administração do Centro Hospitalar do Porto, respondeu aos doentes dizendo que o Hospital não tem capacidade financeira para suportar os custos do medicamento e espera que o Ministério da Saúde intervenha.
"Todos os dias perdemos capacidades físicas, sentimos dores e precisamos de uma solução. Testaram aqui o medicamento e agora não o usam nos doentes", diz José Carreira. 

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Equipa de transplantes já esteve junto de Angélico Vieira

A equipa de transplantes esteve na unidade de Angélico Vieira, ao que tudo indica a preparar-se para uma eventual recolha de órgãos, avança o JN.

Apesar de o hospital não confirmar, o JN apurou que o cantor e ator está em morte cerebral.

O jornal refere ainda que o cantor, que foi submetido a uma neurocirurgia na sequência do traumatismo crânio-encefálico grave, perdeu massa encefálica, o que significa que tem lesões irreversíveis.

«Na eventualidade de um dia recuperar, terá sequelas neurológicas graves. As lesões que sofreu na cervical podem fazer com que fique paraplégico, caso sobreviva», escreve ainda o JN.

Todos os elementos dos D'ZRT estão no hospital de Santo António, no Porto, assim como a mãe e o pai, Milton Angélico, que chegou de Angola durante a manhã.

A agência que representa Angélico pediu aos fãs e amigos que se reúnam em frente ao hospital, às 21 horas, para uma corrente de luz.

Fonte: http://www.lux.iol.pt/nacionais/angelico-vieira-angelico-morte-morte-cerebral-transplantes/1262962-4996.html

Actor estava internado nos Cuidados Intensivos desde sábado Morreu o cantor Angélico Vieira (COM FOTOS) Angélico Vieira não resistiu aos ferimentos muito graves provocados pelo violento acidente que sofreu na madrugada do passado sábado, na A1, sentido Porto-Lisboa. O cantor morreu esta terça-feira, aos 28 anos, confirmou fonte do Hospital de Santo António, no Porto.





Órgãos de Angélico salvam quatro vidas

Pâncreas, rins e fígado foram retirados ao cantor e actor Angélico Vieira para transplante.

Angélico foi submetido esta tarde a testes de estimulação cerebral e o facto de não ter reagido a qualquer estímulo foi crucial para que os médicos desligassem as máquinas que o mantinham vivo.
Tal como o CM avançou, o actor estava desde domingo em morte cerebral, mas a família recusou que os ventiladores fossem desligados.
Familiares, amigos e fãs estavam desde sábado no Hospital de Santo António, onde prestaram homenagens e realizaram iniciativas, como a 'corrente de luz' ocorrida ontem.
O cantor e actor seguia com mais três amigos a bordo de um BMW cabriolet quando se despistou após o rebentamento de um dos pneus da viatura. Um dos passageiros morreu atropelado por outro veículo, depois de ter sido projectado do carro, e uma jovem, de 17 anos, sofreu, tal como Angélico, ferimentos muito graves. Apenas uma pessoa saiu ilesa do acidente- o único ocupante que trazia cinto de segurança.
Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?channelId=00000021-0000-0000-0000-000000000021&contentId=90B838B9-E0A0-4E66-A725-31B4EFF4FD37

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Nova unidade de transplante do pâncreas abre no Porto

Foto - António Ferreira, que cegou e perdeu uma perna para a diabetes e sofria de insuficiência renal, é telefonista e é funcionalmente autónomo

António Pinto Ferreira, 42 anos, tem um percurso de vida único: diabético tipo 1 desde criança, insuficiente renal, perdeu a visão e uma perna, fez 13 cirurgias e um transplante duplo (rim e pâncreas). Aos 42 anos, porém, não podia ser um homem mais feliz.


Nova unidade de transplante do pâncreas abre no Porto
António Ferreira, que cegou e perdeu uma perna para a diabetes e sofria de insuficiência renal, é telefonista e é funcionalmente autónomo


Um telefonema, naquela terça-feira ao fim da tarde, já lá vão dez anos, foi o ponto de viragem. Tinha 32 anos e estava a tentar ajustar-se à condição de "diabético insuficiente renal invisual". A chamada era do Hospital de Santo António, no Porto, e a mensagem urgente: havia um rim e um pâncreas compatíveis e disponíveis para transplante imediato.

Era de madrugada quando entrou no bloco e, horas mais tarde, saiu para uma recuperação de sete meses. Foi o primeiro transplantado de pâncreas do Santo António, única unidade hospitalar do país que transplanta esse órgão. No total, são 116 os insuficientes renais diabéticos que já beneficiaram deste procedimento desde 2000, refere Rui Almeida, director do Conselho de Transplantação e um dos especialistas que realizou a primeira intervenção.

Hoje, vai ser inaugurada a nova Unidade de Transplantação Hepática e Pancreática, orçada em 195 mil euros, com 12 camas.

Os transplantes pancreáticos são geralmente acompanhados de transplante do rim. Desde 2000, o número de casos anuais passou de apenas três para 20, em 2009. "Ainda há muita gente que não sabe que a diabetes tipo 1 tem cura através de transplante", enfatiza António Ferreira.

A recuperação foi lenta, mas estava a correr bem até sofrer mais um revés: a diabetes, depois de lhe ter roubado a visão, obrigou à amputação de uma perna. Em Junho de 2001, António viveu um dos poucos momentos de desespero. "Adaptei-me bem à cegueira, o transplante também não me causou qualquer confusão. Mas, quando dei por mim cego, amputado, numa cadeira de rodas, fui- -me abaixo".

Porém, o estado de prostração não durou muito. António Ferreira é feito da massa rara da resiliência e atirou-se à reabilitação com a mesma dedicação com que se tornou um invisual autónomo. Em breve, usava a prótese e reaprendeu a andar, com a ajuda de Pedro Ribeiro, professor de Mobilidade no Centro de Reabilitação da Areosa.

Telefonista e feliz

Ignorou as dores e as feridas causadas pela prótese e nunca se vitimizou. Fez um curso de formação profissional e, actualmente, é telefonista. Precisamente no Hospital de Santo António.

"Sinto-me um privilegiado, um homem de sorte. Lutei muito pela minha saúde e consegui tudo o queria", afirma António Ferreira. A força vai buscá-la "às experiências da vida", à "dureza" das provas que superou. "Sou positivo, acredito em mim. Sou feliz."

É completamente autónomo e funcional. Desloca-se sozinho, executa o trabalho sem dificuldade e utiliza a informática e a internet. Por realizar, tem apenas um sonho: conseguir comprar uma casa e, eventualmente, constituir uma família.
Fonte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1583048

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Hospital de Santo António fez mais de 100 transplantes de pâncreas em 10 anos

Hospital de Santo António fez mais de 100 transplantes de pâncreas em 10 anos


O Hospital de Santo António é o "único" no país a realizar, desde há 10 anos, o transplante de pâncreas, tendo efectuado neste período 111 cirurgias, disse o director do programa reno-pancreático daquela unidade hospitalar.

Em declarações à agência Lusa, a propósito do 10.º aniversário do programa, Manuel Teixeira considerou que a existência de um único centro em Portugal a realizar transplantes de pâncreas é suficiente para as necessidades do país, mas "a nível social origina problemas graves".

"O número de transplantes necessários talvez não justifique a existência de mais centros, mas isso acarreta um terrível problema social, uma vez que um doente transplantado do Algarve, por exemplo, tem de se deslocar ao Norte uma vez por semana, de início, e depois de 15 em 15 dias. A situação piora quando há complicações", sublinhou Manuel Teixeira.

Do ponto de vista social "talvez se justifique criar mais um centro no Sul", mas, considerou o cirurgião, isso dificilmente ocorrerá, uma vez que "por mais que se deseje o número de órgãos aproveitáveis não deve ultrapassar os 60 por ano".

Por outro lado, sustentou, "do ponto de vista técnico, se esses 60 pâncreas, colhidos anualmente, forem concentrados num único centro, isso proporciona mais experiência e maior capacidade de formação de pessoas".

Segundo Manuel Teixeira, anualmente fazem-se "cerca de 100 colheitas em cadáveres com menos de 45 anos (idade limite), mas destes há muitos que não é possível aproveitar, por várias razões".

Em lista de espera encontram-se cerca de 30 doentes, muitos dos quais terão de esperar "um ano ou ano e meio pela sua vez", disse.

Desde 2000, ano em que foi iniciado o programa, o "Santo António" realizou 111 transplantes, 106 de rim e pâncreas e cinco de pâncreas.

"A evolução é notória e prova disso mesmo é o facto de se ter passado de apenas três transplantes realizados em 2000 para vinte em 2009", considerou

Este tipo de intervenção surge da necessidade clínica revelada maioritariamente por quem sofre de insuficiência renal e diabetes.
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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

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Uma vida é pouco para mim

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