Mostrar mensagens com a etiqueta Transplantes Pulmonares. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Transplantes Pulmonares. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Custo médio de doentes tratados no estrangeiro é de 8000 euros

Fonte: DN 24.06.2013

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Menos 19% de transplantes de órgãos em Portugal em 2012

Depois destas promessas do Governo em Outubro de 2012 (VER AQUI) , temos estas noticias em Fevereiro de 2013
Comentários? Vergonhoso!!!
Sandra Campos


O número de transplantes realizados no ano passado em Portugal diminuiu 19%, com menos 157 transplantes em comparação com 2011, segundo um relatório oficial divulgado, esta quarta-feira.

Os dados preliminares de 2012 do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) indicam que foram feitos 681 transplantes, quando em 2011 tinham sido realizados mais de 830.

Também o número de dadores registou uma diminuição, com menos 49 dadores em 2012, representando um decréscimo de 16%, face ao ano anterior.

Foram feitos 681 transplantes no ano passado quando em 2011 tinham sido realizados mais de 830

 

De acordo com o documento divulgado no site do IPST, o número de transplantes tem vindo a decrescer desde 2009, ano em que se fizeram 928 cirurgias deste tipo.

Em quatro anos, de 2009 a 2012, a redução do número de transplantes foi de cerca de 27%, com menos 247 transplantes realizados.

O transplante renal continua a ser o mais realizado, com 429 intervenções em 2012, ainda assim menos 100 do que no ano anterior.

Uma redução registada também nos restantes órgãos, com menos 30 transplantes hepáticos, menos 16 cardíacos, menos cinco do pâncreas e menos quatro transplantes pulmonares.

A tendência de diminuição verifica-se igualmente desde 2009, nas colheitas de órgãos em dador cadáver, como uma redução de cerca de 16% em quatro anos.

Aliás, a taxa de doação por milhão de habitantes passou de 31, em 2009, para 23,9, no ano passado, atingindo o mesmo valor que no ano de 2007.

Ao abrigo do acordo de cooperação com Espanha, foram realizados 15 transplantes no país vizinho, sendo que em apenas um caso o recetor era português.

No total foram oferecidos 22 dadores cadáveres, a maioria proveniente do Hospital de São João, no Porto, e doados 35 órgãos - 15 pulmões, 12 corações e oito fígados.

FONTE

Menos 19% de transplantes de órgãos em Portugal em 2012

07/02/2013 - 08:09
O número de transplantes realizados no ano passado em Portugal diminuiu 19%, com menos 157 transplantes em comparação com 2011, segundo um relatório oficial divulgado esta quarta-feira, avança a agência Lusa.

Os dados preliminares de 2012 do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) indicam que foram feitos 681 transplantes, quando em 2011 tinham sido realizados mais de 830.

Também o número de dadores registou uma diminuição, com menos 49 dadores em 2012, representando um decréscimo de 16%, face ao ano anterior.

De acordo com o documento divulgado no site do IPST, o número de transplantes tem vindo a decrescer desde 2009, ano em que se fizeram 928 cirurgias deste tipo.

Em quatro anos, de 2009 a 2012, a redução do número de transplantes foi de cerca de 27%, com menos 247 transplantes realizados.

O transplante renal continua a ser o mais realizado, com 429 intervenções em 2012, ainda assim menos 100 do que no ano anterior.

Uma redução registada também nos restantes órgãos, com menos 30 transplantes hepáticos, menos 16 cardíacos, menos cinco do pâncreas e menos quatro transplantes pulmonares.

A tendência de diminuição verifica-se igualmente desde 2009, nas colheitas de órgãos em dador cadáver, como uma redução de cerca de 16% em quatro anos.

Aliás, a taxa de doação por milhão de habitantes passou de 31, em 2009, para 23,9, no ano passado, atingindo o mesmo valor que no ano de 2007.

Ao abrigo do acordo de cooperação com Espanha, foram realizados 15 transplantes no país vizinho, sendo que em apenas um caso o receptor era português.

No total foram oferecidos 22 dadores cadáveres, a maioria proveniente do Hospital de São João, no Porto, e doados 35 órgãos – 15 pulmões, 12 corações e oito fígados.

FONTE

Portugal - Relatório revela redução constante nos últimos quatro anos Transplantes de órgãos caem 19% em 2012

O número de transplantes realizados no ano passado em Portugal diminuiu 19 por cento, com menos 157 transplantes comparativamente com 2011, segundo relatório oficial divulgado nesta quarta-feira.

Os dados preliminares de 2012 do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) indicam que foram feitos 681 transplantes, quando em 2011 tinham sido realizados mais de 830.
Também o número de dadores registou uma diminuição, com menos 49 dadores em 2012, representando um decréscimo de 16 por cento, face ao ano anterior.

De acordo com o documento divulgado no site do IPST, o número de transplantes tem vindo a decrescer desde 2009, ano em que se fizeram 928 cirurgias deste tipo.
Em quatro anos, de 2009 a 2012, a redução do número de transplantes foi de cerca de 27 por cento, com menos 247 transplantes realizados.
O transplante renal continua a ser o mais realizado, com 429 intervenções em 2012, ainda assim menos 100 do que no ano anterior.
Uma redução registada também nos restantes órgãos, com menos 30 transplantes hepáticos, menos 16 cardíacos, menos cinco do pâncreas e menos quatro transplantes pulmonares.
A tendência de diminuição verifica-se igualmente desde 2009, nas colheitas de órgãos em dador cadáver, como uma redução de cerca de 16 por cento em quatro anos.
Aliás, a taxa de doação por milhão de habitantes passou de 31 - em 2009 - para 23,9 - no ano passado - atingindo o mesmo valor que no ano de 2007.
Ao abrigo do acordo de cooperação com Espanha, foram realizados 15 transplantes no país vizinho, sendo que em apenas um caso o recetor era português.
No total foram oferecidos 22 dadores cadáveres, a maioria proveniente do Hospital de São João, no Porto, e doados 35 órgãos - 15 pulmões, 12 corações e oito fígados.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Portugal - Realizados menos 78 transplantes

Saúde: Quebra de 21% em relação a 2011
Menos dadores, menos órgãos recolhidos e menos transplantes, sobretudo nas regiões Norte e Sul. É este o panorama da transplantação em Portugal, país que em 2009 liderou o sector a nível mundial. De acordo com os últimos dados, de Janeiro a Maio deste ano fizeram-se 294 transplantes, menos 78 que em igual período do ano passado, correspondendo a uma quebra de 21%.

Nos primeiros cinco meses fizeram-se 15 transplantes cardíacos (- 8), 179 renais (- 61), 84 hepáticos (- 7) e 8 pancreáticos (- 4). Melhorias só nos transplantes pulmonares: registaram-se 8 operações, mais duas que no ano passado.
O número de dadores cadáveres também desceu consideravelmente (29%). Em 108 dadores (- 23) recolheram-se 335 órgãos (- 61).
A redução do número de mortes – há menos acidentes de viação e menos AVC – e a falta de sensibilização das famílias são apontadas como as principais causas para a redução dos transplantes. Segundo Fernando Macário, presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação, o que falta no nosso país é uma "estratégia para que não se percam potenciais dadores, como por exemplo, quando é decretada uma paragem cardíaca". Nesses casos, diz, "a lei não permite desencadear o processo para que se faça a colheita dos órgãos".
Depois de recolhidos os órgãos, o transplante não pode esperar. Um coração ou um pulmão, por exemplo, têm entre quatro a seis horas de ‘vida’; um fígado aguenta 12 horas e um rim espera 24 horas.

TRÊS CORAÇÕES PARA ESPANHA
Segundo a Autoridade para os Serviços de Sangue e da Transplantação, nos primeiros cinco meses do ano Espanha fez nove transplantes com órgãos de Portugal. Foram enviados três corações, três pulmões e três fígados. Apenas um dos receptores era português. Este doente po-de ser uma das crianças que foram operadas no país vizinho quando o Serviço de Transplantes Hepáticos Pediátricos deCoimbra esteve fechado. 

quinta-feira, 21 de junho de 2012

World Bike Tour e a homenagem a António Pinto de Sousa.


Em breve colocarei algumas fotos e mais detalhes do seminário de hoje. Aproveito também para comentar que a homenagem ao António Pinto de Sousa foi bastante sentida e emotiva e corrigir um detalhe importante que li em alguns meios: O António Pinto de Sousa foi transplantado por uma fibrose pulmonar e não por uma fibrose quistica. 
Ambas as doenças fazem parte das DPOC (doenças pulmonares obstrutivas crónicas).
A fibrose pulmonar pode surgir ao longo da vida motivada por vários factores e obriga numa fase terminal da doença ao transplante de 1 pulmão (excepto em casos especiais) enquanto que a fibrose quistica é uma doença genética degenerativa e obriga ao transplante dos 2 pulmões.
Quando conheci o António Pinto de Sousa já ele tinha sido enviado para o Hospital Juan Canalejo na Coruña através do Hospital de Santa Maria em Lisboa.
O António já ia em coma e foram accionados todos os meios de alerta para encontrarem um pulmão compatível para o António. 
Foi um milagre! O órgão foi encontrado e o António foi salvo. Infelizmente não foi possível usufruir muito tempo da sua sempre alegre companhia pois em Agosto de 2011 o António faleceu por complicações associadas a uma rejeição e à sua doença de base.
Hoje a sua presença foi sentida entre todos os presentes no VIII Seminário World Bike Tour Lisboa 2012 – dedicado ao Desporto, Saúde e Acão Social.

Para mim foi uma oportunidade de falar sobre a Fibrose Quistica e os benefícios da fisioterapia em todo o processo pré e pós transplante e de relembrar bons momentos passados com o António Pinto Sousa.
Obrigada pelo convite à organização do World Bike Tour,
Sandra Campos

21 de Junho de 2012

VIII SEMINÁRIO INTERNACIONAL WORLD BIKE TOUR LISBOA 2012


Durante a tarde de hoje realizou-se o VIII Seminário Internacional World Bike Tour – Desporto, Saúde e Acão Social.

O auditório do Instituto Português do Desporto e da Juventude, recebeu hoje a partir das 14h30 o VIII Seminário World Bike Tour Lisboa 2012 – Desporto, Saúde e Acão Social.
Este seminário contou com a presença de diversas personalidades relevantes de diferentes áreas, que alertaram para a importância de gerar hábitos de vida saudáveis, incentivando a prática desportiva para todos e sensibilizaram para o uso da bicicleta como meio de transporte não poluente, amigo do meio ambiente.
A mesa de honra do Seminário contou com a presença do presidente do World Bike Tour, Diamantino Nunes; Dr. João Goulão Diretor do SICAD, e o Coordenador do PNED Dr. José Lima.
Entre outras participações podemos referir a do Professor Gentil Martins, médico e atleta olímpico; Dr. Luís Horta Diretor da ADOP; José Carlos Lima do Plano Nacional de Ética Desportiva; e da atleta Susana Feitor entre outros.
Durante a tarde houve ainda tempo para mais intervenções de outros convidados que alertaram para a importância das pessoas não levarem uma vida sedentária, tentando melhorar a sua qualidade de vida através do desporto.

'Bike Tour' regressa a Lisboa apesar de grandes dificuldades económicas

Diamantino Nunes, organizador, alerta para falta de patrocínios no 'Bike Tour'
Iniciativa custa mais de um milhão de euros 

A sétima edição do evento volta dia 24 à Ponte Vasco da Gama debaixo de grandes dificuldades económicas, com a organização a admitir suspender a prova em 2013 se a situação se mantiver.

"É a primeira vez que estamos nesta situação. Se [a crise] se mantiver como está, para o ano não fazemos o 'Bike Tour'", disse à Lusa Diamantino Nunes presidente da comissão organizadora no final da apresentação pública do evento.
Afirmando que o evento em Lisboa tem custos na ordem de mais de um milhão de euros, o organizador queixou-se da falta de patrocinadores e, sobretudo, da falta de resposta de muitas empresas.
Por causa das dificuldades financeiras, a edição no Porto está em risco de não se realizar já este ano. "Estamos a fazer tudo por tudo para que o evento se faça, mas não temos capacidades, a não ser que entidades que faltam confirmar deem uma resposta positiva", disse Diamantino Lopes. "Estamos à espera de respostas, mas não está a ser fácil", acrescentou.
Em Lisboa, o evento só se organiza porque é financiado "em grande parte" pela comissão organizadora. A sétima edição do 'Bike Tour' Lisboa arrancou hoje oficialmente com a apresentação do evento, que tem várias iniciativas.
Na quarta-feira abre a feira 'World Bike Tour' na sala Tejo do Pavilhão Atlântico e nos dois dias seguintes decorre um seminário internacional que irá abordar os temas "Saúde, Desporto e Acção Social".
No sábado é a vez do "'World Bike Tour' pela Inclusão", uma iniciativa que conta com a participação de algumas figuras públicas e que consta em fazer o trajeto entre a Praça do Comércio e o Parque das Nações de vendas nos olhos e de cadeira de rodas ou de bengala.
O evento termina domingo com seis mil ciclistas a fazerem a travessia da Ponte Vasco da Gama.
Tal como nos anos anteriores, será oferecido aos participantes o kit da prova: capacete, mochila e a bicicleta.




sexta-feira, 8 de junho de 2012

Carta Aberta ao Ministro da Saúde (reposta do Parlamento)

Carta aberta enviada ao Ministro da Saúde:


Assunto: Carta Aberta ao Ministro da Saúde – Isenções retiradas à FQ

para APFQ, ANFQ
Descrição: https://mail.google.com/mail/u/0/images/cleardot.gif

Exmos Senhores,

Depois de ter recebido hoje o telefonema da Sra. D. Margarida Mena quero voltar a deixar bem claro que a minha "carta aberta" é pessoal e APENAS como paciente de FQ e Transplantada Pulmonar.

Não estou ligada a nenhum partido, nem ao bloco de esquerda, nem a nada.

Fiz esta carta na consciência de que algo deveria ser feito, na perspectiva dos pacientes de FQ e tão só. Também na nossa perspectiva, as duas associações deveriam unir esforços e é lamentável que assim não seja, ao fim de tantos anos.

No fim do telefonema a Sra. D. Margarida Mena, tendo percebido que não estou ligada a nenhum partido, acabou por me dizer que até tinha feito bem porque e usando as suas palavras "eles nem sabem o que é a FQ".

Assim, fico agradecida e espero receber boas novas da vossa parte relativamente ao assunto das isenções que foram retiradas à FQ.

Atentamente,
Sandra Campos
(11.06.2012)


Reposta do Parlamento:



Carta anexada pelo grupo parlamentar:





Carta enviada à APFQ e ANFQ



segunda-feira, 4 de junho de 2012

Portugal - Taxas moderadoras: oposição vai questionar ministro



04/04/2012 - 09:11

Os partidos da oposição vão questionar quarta-feira o ministro da Saúde sobre a cobrança de taxas moderadoras a doentes com fibrose quística, uma doença crónica que o PSD garante estar abrangida pela isenção, mas que os hospitais ignoram, avança a agência Lusa.

A Associação Portuguesa de Fibrose Quística (APFQ) foi esta terça-feira recebida pelos vários grupos parlamentares para exigir a isenção de pagamento de taxas moderadoras, à semelhança do que acontece com outras doenças crónicas.

Salientando que, antes da alteração das taxas moderadores, os portadores de fibrose quística estavam isentos, a APFQ alerta que o não isentar menos de 300 pessoas, acaba por acarretar gastos acumulados a médio e longo prazo muito superiores para o Serviço Nacional de Saúde.

Em declarações à Lusa, o presidente da APFQ, Amândio Ferreira, afirmou que PS, PCP e BE garantiram que irão questionar o ministro da tutela sobre esta matéria durante a Comissão de Saúde, que decorre quarta-feira de manhã.

O responsável afirmou que o PSD garantiu que a fibrose quística está abrangida pelos cem por cento de isenção.

“O PSD garantiu que a circular da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) define que todas as doenças crónicas estão isentas e que a especificação das doenças apresentadas de seguida é apenas uma exemplificação e não uma enumeração das que estão abrangidas”, afirmou.

Amândio Ferreira disse que esclareceu então o deputado de que os hospitais estão a cobrar taxa moderadora a estes doentes, instando-os a pagar e a provar depois se realmente estão isentos.

A Fibrose Quística (FQ) é uma doença genética, que afecta perto de 300 pessoas em Portugal, a grande maioria crianças, jovens e jovens adultos.

Trata-se de uma doença caracterizada por uma falência pulmonar progressiva, mas também problemas pancreáticos, hepáticos, intestinais e nas glândulas sudoríparas.

As alterações pulmonares são responsáveis por 90% da morbilidade e mortalidade, já que evoluem frequentemente para insuficiência respiratória.

Estes doentes são obrigados ir a consultas clínicas, a fazer exames de diagnóstico e a fisioterapia frequentes, de forma a apostar na prevenção da deterioração clínica.

Segundo Amêndio Ferreira, os portadores de fibrose quística gastam agora uma média de 140 euros por mês, “só para os tratamentos básicos”, um “valor difícil de suportar e que vai fazer com que os doentes comecem a abandonar tratamentos preventivos que são determinantes para o seu futuro”.


NOTICIAS RELACIONADAS: http://transplantes-pulmonares.blogspot.pt/2012/06/taxas-moderadoras-doentes-sem-direito.html


Assunto: Carta Aberta ao Ministro da Saúde – Isenções retiradas à FQ

para APFQ, ANFQ
Descrição: https://mail.google.com/mail/u/0/images/cleardot.gif

Exmos Senhores,

Depois de ter recebido hoje o telefonema da Sra. D. Margarida Mena quero voltar a deixar bem claro que a minha "carta aberta" é pessoal e APENAS como paciente de FQ e Transplantada Pulmonar.

Não estou ligada a nenhum partido, nem ao bloco de esquerda, nem a nada.

Fiz esta carta na consciência de que algo deveria ser feito, na perspectiva dos pacientes de FQ e tão só. Também na nossa perspectiva, as duas associações deveriam unir esforços e é lamentável que assim não seja, ao fim de tantos anos.

No fim do telefonema a Sra. D. Margarida Mena, tendo percebido que não estou ligada a nenhum partido, acabou por me dizer que até tinha feito bem porque e usando as suas palavras "eles nem sabem o que é a FQ".

Assim, fico agradecida e espero receber boas novas da vossa parte relativamente ao assunto das isenções que foram retiradas à FQ.

Atentamente,
Sandra Campos
(11.06.2012)

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Los hospitales del Sergas hacen un trasplante al día y la mayoría son de riñón e hígado


Un total de 2.614 personas solicitaron durante los seis primeros meses del año la tarjeta de donante.
 La actividad de trasplantes de los complejos hospitalarios de A Coruña y Santiago llegó durante los seis primeros meses del 2011 a casi uno por día. En concreto fueron 156, de los que la mayoría, 40 y 77, fueron de hígado y riñón, respectivamente. En otros 22 casos el órgano trasplantado fue un pulmón; en nueve, un corazón, y en ocho, un páncreas.

Por hospitales, el de A Coruña registró el mayor nivel de actividad, con 123 intervenciones, mientras que en Santiago se llevaron a cabo 33. Mientras que en el Chuac se hicieron trasplantes de los cinco órganos, en el hospital compostelano solo de riñón, hígado y páncreas. El mes de mayor actividad fue marzo, con 41 intervenciones; seguido de enero, con 27, y mayo, con 26. En febrero, con 17, fue cuando se hicieron menos. En los seis primeros meses del 2011 la Oficina de Coordinación de Trasplantes del Sergas recibió 58 donantes, 45 de ellos cadáveres. Los hospitales de A Coruña y de Pontevedra alcanzaron el mayor número de donantes cadáver (20 y 17, respectivamente); mientras que en Lugo fueron seis, y en Ourense, dos.
Unas 2.600 tarjetas más
Un total de 2.614 personas solicitaron durante los seis primeros meses del año la tarjeta de donante. Esto supone que la comunidad gallega cuenta ya con 80.733 carnés de donantes de órganos.
En Galicia, una cuarta parte de estos donantes tienen más de 70 años, ya que la reducción de los accidentes de tráfico provocó una disminución de donaciones de víctimas de siniestros en las carreteras. El porcentaje de negativas en la comunidad por parte de sus familiares es de los más altos de España.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

El ex primer ministro luso acompaña a su hermano, tratado en el Hospital de A Coruña - El familiar de Sócrates se sometió hace tres años a un trasplante de pulmón en A Coruña


El ex primer ministro luso José Sócrates está en la ciudad desde el pasado fin de semana para acompañar a su hermano pequeño, que está ingresado en el Complejo Hospitalario Universitario de A Coruña a consecuencia de una crisis por la fibrosis pulmonar que padece

TANIA SUÁREZ | A CORUÑA El ex primer ministro de Portugal José Sócrates está en A Coruñadesde el pasado fin de semana para acompañar a su hermano pequeño, Antonio Pinto de Sousa, que está ingresado en el complejo hospitalario universitario. El familiar del exsecretario general del Partido Socialista luso se sometió hace tres años en el centro coruñés a un trasplante de pulmón y, según el diario portugués Correio da Manhã, en los últimos meses sufrió varias crisis como consecuencia de la fibrosis pulmonar que padece. 

Sócrates cenó solo el martes en un restaurante de la calle de la Franja y evitó desvelar el motivo de su visita a A Coruña. El ex primer ministro apeló, con una sonrisa en la boca e intentando hablar español, al "respeto" a su familia y a sus amigos y destacó que ya no ostenta un cargo público. El militante socialista entró en el céntrico establecimiento con rostro serio. Sócrates, que trató de pasar inadvertido, aprovechó la cena para leer un libro y hablar por teléfono. 

El ex primer ministro luso también acompañó a su hermano hace tres años cuando estuvo ingresado en el Complejo Hospitalario Universitario de A Coruña. Es habitual que en la residencia coruñesa se realicen trasplantes de pulmón a portugueses porque en el año 2004 los sistemas sanitarios de España y Portugal firmaron un convenio para derivar a enfermos lusos a hospitales españoles. El objetivo es ofrecer a los extranjeros un servicio médico que no pueden recibir en su país, ya que ningún hospital de la zona norte dePortugal realiza trasplantes de pulmón. El hospital universitario atiende a la mayor parte de los pacientes porque es un centro de referencia a nivel estatal. El complejo recibe órganos de donantes portugueses enviados desde el hospital San João de Oporto.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Hoje - Apresentaçao de projecto de alunos sobre "Universo dos Transplantes"

Grupo de alunos da turma B do 12ºano da Escola secundária c/ 3ºciclo de Vila Real de Santo António e, no âmbito da área curricular não disciplinar – Área Projecto realizam um projecto intitulado - “Universo dos Transplantes”.
A apresentaçao está a decorrer hoje.


Boa sorte, Obrigada por me terem dado a oportunidade de dar o meu testemunho através de video-conferência e por terem escolhido este tema tao complexo e ao mesmo tempo tao bonito. 
Foi graças ao meu transplante pulmonar, feito há 6 anos, no Hospital Juan Canalejo, que posso ter uma vida normal, tendo em conta que tinha chegado à fase limite da doença que me levou a fazer o transplante bi-pulmonar - Fibrose Quistica.


Obrigada ao grupo,
Sandra Campos

quarta-feira, 11 de maio de 2011

CIRUJANOS TORÁCICOS DEL HOSPITAL REINA SOFÍA DESARRO-LLAN UNA NUEVA TÉCNICA PARA TRATAR EL CÁNCER DE PULMÓN

El procedimiento, que se ha usado ya en otros centros, consiste en emplear un trozo de vena pulmonar del propio enfermo en sustitución de la parte de la arteria dañada por el tumor.
Delegación del Gobierno de la Junta en Córdoba
El equipo de Cirugía Torácica del Hospital Universitario Reina Sofía ha intro-ducido cambios en las intervenciones quirúrgicas que se lleva a cabo para tratar el cáncer de pulmón avanzado. La nueva técnica, con la que se obtienen buenos resultados y ya aplican especialistas de otros centros, tiene que ver con el modo de reconstruir los vasos pulmonares infiltrados en los pacientes con esta patología.

El procedimiento consiste en emplear un injerto correspondiente a un trozo de vena pulmonar del propio enfermo en sustitución de la parte de la de arteria dañada por el tumor. La destreza de los especialistas de esta unidad en el campo de la reconstrucción vascular, gracias al desarrollo de los trasplantes pulmonares, ha sido clave en la descripción de este procedimiento.

La aportación de los cirujanos torácicos del Hospital Reina Sofía supone la incorporación de un cambio a una técnica denominada resección pulmonar con angioplastia, que evita la extirpación completa del órgano en los casos muy selec-cionados en los que la enfermedad se encuentra avanzada dentro del tórax, afec-tando a los vasos, bronquios y a la zona central del pulmón.

Procedimiento completo 
La aplicación de esta técnica completa –no sólo la nueva aportación- se lleva a cabo en el Hospital Reina Sofía desde hace unos quince años y su uso se ha intensificado últimamente tras comprobar las ventajas que se derivan de su aplica-ción. Entre éstas figuran mejoras en la función respiratoria, calidad de vida y supervivencia, a las que se suman los beneficios propios de una intervención menos agresiva, aunque más difícil desde el punto de vista técnico, que la resec-ción total del pulmón.

En total, cerca de medio centenar de pacientes se han sometido a este tipo de intervención, con una media de supervivencia del 43% de los casos a los 5 años. El complejo sanitario cordobés es uno de los hospitales españoles con más expe-riencia en este tipo de operaciones que se practican en aquellos casos en los que el tumor no se ha extendido a otras zonas del organismo.

La Unidad de Gestión Clínica Cirugía Torácica del Reina Sofía ha obtenido es-te año el nivel óptimo de calidad tras superar, por segunda vez, su proceso de acreditación con la Agencia de Calidad Sanitaria de Andalucía. Es éste el segundo de los tres niveles que pueden conseguirse tras finalizar un proceso de certifica-ción de calidad según los parámetros del modelo de acreditación andaluz. Actual-mente solo otra unidad de Andalucía está acreditada en dicho nivel, la de Enferme-dades Infecciosas del Hospital Reina Sofía.

Además, la cartera de servicios de Cirugía Torácica es una de las más com-pletas del Sistema Nacional de Salud e incluye los procedimientos más novedosos, de los que se benefician pacientes de otras provincias andaluzas y otras comunida-des. En este sentido, es el único hospital donde se llevan a cabo a cabo trasplantes pulmonares en Andalucía y es centro de referencia para determinadas técnicas, así como también uno de los pocos centros de referencia nacional para trasplante pulmonar adulto e infantil.

A lo largo de 2010, la unidad de gestión clínica de Cirugía Torácica ha aten-dido 1.354 consultas, de las cuales 321 han sido primeras consultas y 1.033 sucesivas. Asimismo, han practicado 651 intervenciones; 478 de ellas programadas con estancia hospitalaria, 139 urgentes con estancia y 34 intervenciones sin ingreso. Además, la estancia media de los pacientes en la unidad es de 6 días y, por otra parte, el 69% de los pacientes atendidos fueron hombres y el 31 % muje-res. Finalmente, el pasado año se efectuaron 25 trasplantes pulmonares y 9 en lo que llevamos de año.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

TRISTE DESENLACE Muere un coruñés que narró en su blog su espera para un trasplante Las bitácoras vecinales, de luto por el fallecimiento del bloguero Iván Rocha

Aireandome.com registró ayer su última entrada. Al contrario que en la mayoría de las anteriores, no pudo ser el autor del blog el que escribió el comentario, sino que lo hizo su hermano. Porque el apasionante y detallado relato que Iván Rocha fue colgando a diario en Internet desde el pasado 4 de febrero tuvo, desafortunadamente, un triste desenlace.
Rocha, coruñés de Novo Mesoiro, de 40 años, decidió hace dos meses largos narrar en la Red la situación a la que le había tocado enfrentarse: a principios de año entró en lista de espera para someterse a un doble trasplante pulmonar que le serviría para continuar luchando contra un cáncer que le diagnosticaron en el 2006. La intervención quirúrgica se llevó a cabo entre el martes y ayer mismo en el Hospital Universitario A Coruña, pero Iván no logró superarla. En los últimos días su estado había empeorado, y desde el 12 de abril era su mujer, Silvia, la que informaba de su evolución.
«Mensaje en una botella»
«En los últimos meses también pensaste en los que puedan venir tras de ti, en aquellos que pudieran tener una enfermedad como la tuya, a los que les enviaste un mensaje en una botella, como titulaste una entrada de este blog», contaba ayer José Luis, su hermano, en el post antes citado. Y es que Iván quiso que su experiencia pueda servir de ayuda a otros que pasen por la situación que a él le tocó vivir, y entre los comentarios en los que describía su día a día también dedicó parte de su tiempo a explicar en qué consistían las pruebas que le realizaban sus médicos y todo el proceso de convalecencia.
En la página web insertó todo tipo de información acerca de su enfermedad y de los tratamientos y procedimientos quirúrgicos a los que se sometería. En esta recopilación pueden verse desde gráficos hasta vídeos, e incluso algunos resultados de las pruebas que le fueron practicadas, con sus correspondientes explicaciones. Asimismo, iba recogiendo los avances médicos más recientes e informaba de las conferencias en las que participaban los facultativos que lo atendían. Por ejemplo, el pasado 3 de marzo anunciaba la charla que daría al día siguiente José María Borro, jefe del programa de trasplante pulmonar y del servicio de cirugía torácica del Chuac, dentro del ciclo Luns con ciencia, que programa la Domus coruñesa.
Al propio Borro se refería ayer José Luis Rocha en el Aireandome.com para mostrarle su gratitud, de la misma forma que a «Susana Pérez, y al doctor Ossola, del Cibir (Logroño)», o a «la doctora Isabel Otero, neumóloga», o «a Covadonga, coordinadora de trasplantes», o «a todos los médicos, enfermeros y auxiliares de la Planta 11 de Neumología», entre una larga lista de personal del complejo hospitalario coruñés que atendió a su hermano a lo largo de su enfermedad.
Fundador del blog de Mesoiro
Ayer, muchos blogs de la ciudad mostraron su duelo por la desaparición de Iván Rocha. Especialmente el de Novo Mesoiro, del que fue fundador y desde el que se le describía como un «vecino involucrado [...], luchador fuerte y optimista que transmitía una energía y unas ganas de vivir infinitas». Y se ponía de relieve el mensaje que lanzó Iván a través de Internet, que «sin duda ayudará a muchos a no perder nunca la esperanza», destacaba.
La bitácora del barrio de Los Rosales mostraba también ayer su «gran dolor» por el fallecimiento de «nuestro comentarista y amigo Iván», mientas que la del Ventorrillo titulaba así su última entrada: «Los blogs vecinales estamos de luto: Iván Rocha ha fallecido». Y lo describía como «un luchador, un ejemplo contra la adversidad y que lo dio todo por su barrio, Novo Mesoiro».
Misa
Iván Rocha será incinerado esta tarde, a las dos, en el tanatorio Servisa, donde se ha instalado la capilla ardiente. Media hora antes se celebrará una misa por su alma en la capilla de la misma funeraria.

Foto: Imagen del blog de Iván Rocha, que falleció ayer en el quirófano


Fonte: http://www.lavozdegalicia.es/coruna/2011/04/21/0003_201104H21C5993.htm

No hay gentes como Iván (de Gentes del CHUAC)

LA VOZ DE GALICIA 21de Abril de 2011

A Coruña

Volver

Triste desenlace Muere un coruñés que narró en su blog su espera para un trasplante

Las bitácoras vecinales, de luto por el fallecimiento del bloguero Iván Rocha
A Coruña / La Voz
21/4/2011

Aireandome.com registró ayer su última entrada. Al contrario que en la mayoría de las anteriores, no pudo ser el autor del blog el que escribió el comentario, sino que lo hizo su hermano. Porque el apasionante y detallado relato que Iván Rocha fue colgando a diario en Internet desde el pasado 4 de febrero tuvo, desafortunadamente, un triste desenlace.
Rocha, coruñés de Novo Mesoiro, de 40 años, decidió hace dos meses largos narrar en la Red la situación a la que le había tocado enfrentarse: a principios de año entró en lista de espera para someterse a un doble trasplante pulmonar que le serviría para continuar luchando contra un cáncer que le diagnosticaron en el 2006. La intervención quirúrgica se llevó a cabo entre el martes y ayer mismo en el Hospital Universitario A Coruña, pero Iván no logró superarla. En los últimos días su estado había empeorado, y desde el 12 de abril era su mujer, Silvia, la que informaba de su evolución.
«Mensaje en una botella»
«En los últimos meses también pensaste en los que puedan venir tras de ti, en aquellos que pudieran tener una enfermedad como la tuya, a los que les enviaste un mensaje en una botella, como titulaste una entrada de este blog», contaba ayer José Luis, su hermano, en el post antes citado. Y es que Iván quiso que su experiencia pueda servir de ayuda a otros que pasen por la situación que a él le tocó vivir, y entre los comentarios en los que describía su día a día también dedicó parte de su tiempo a explicar en qué consistían las pruebas que le realizaban sus médicos y todo el proceso de convalecencia.
En la página web insertó todo tipo de información acerca de su enfermedad y de los tratamientos y procedimientos quirúrgicos a los que se sometería. En esta recopilación pueden verse desde gráficos hasta vídeos, e incluso algunos resultados de las pruebas que le fueron practicadas, con sus correspondientes explicaciones. Asimismo, iba recogiendo los avances médicos más recientes e informaba de las conferencias en las que participaban los facultativos que lo atendían. Por ejemplo, el pasado 3 de marzo anunciaba la charla que daría al día siguiente José María Borro, jefe del programa de trasplante pulmonar y del servicio de cirugía torácica del Chuac, dentro del ciclo Luns con ciencia, que programa la Domus coruñesa.
Al propio Borro se refería ayer José Luis Rocha en el Aireandome.com para mostrarle su gratitud, de la misma forma que a «Susana Pérez, y al doctor Ossola, del Cibir (Logroño)», o a «la doctora Isabel Otero, neumóloga», o «a Covadonga, coordinadora de trasplantes», o «a todos los médicos, enfermeros y auxiliares de la Planta 11 de Neumología», entre una larga lista de personal del complejo hospitalario coruñés que atendió a su hermano a lo largo de su enfermedad.
Fundador del blog de Mesoiro
Ayer, muchos blogs de la ciudad mostraron su duelo por la desaparición de Iván Rocha. Especialmente el de Novo Mesoiro, del que fue fundador y desde el que se le describía como un «vecino involucrado [...], luchador fuerte y optimista que transmitía una energía y unas ganas de vivir infinitas». Y se ponía de relieve el mensaje que lanzó Iván a través de Internet, que «sin duda ayudará a muchos a no perder nunca la esperanza», destacaba.
La bitácora del barrio de Los Rosales mostraba también ayer su «gran dolor» por el fallecimiento de «nuestro comentarista y amigo Iván», mientas que la del Ventorrillo titulaba así su última entrada: «Los blogs vecinales estamos de luto: Iván Rocha ha fallecido». Y lo describía como «un luchador, un ejemplo contra la adversidad y que lo dio todo por su barrio, Novo Mesoiro».
Misa
Iván Rocha será incinerado esta tarde, a las dos, en el tanatorio Servisa, donde se ha instalado la capilla ardiente. Media hora antes se celebrará una misa por su alma en la capilla de la misma funeraria.

Sobre mi


Mi nombre es Iván y nací en 1971.
En el año 2006, a los 35 años, me empezó a doler la espalda, y tras varios meses de idas y venidas al médico, a puntos de atención continuada y a urgencias, además de hacerme pruebas privadas para no esperar más meses, acabé ingresado en el hospital Juan Canalejo de A Coruña en la planta de neurocirugía.
Un mes más tarde me diagnostican metástasis en dos vértebras, hígado y ambos pulmones. El pronostico es fatal. Casi un mes más tarde ya en enero de 2007 me diagnostican el tipo de tumor, un cáncer de páncreas estadío IV, la esperanza de vida es de 6 meses a un año, comienzo quimioterapia a base de gemcitabina y capecitabina (Xeloda).
Un año y poco más tarde, en 2008, aparece una nueva lesión de 4 centímetros en el pulmón izquierdo, hasta ese momento y de manera sorprendente el cancer no había avanzado en ningún órgano y además esta vez lo hacía solo en el pulmón. Mientras que en A Coruña pensaron que era una avance y había que cambiar la quimio, en la Clínica Universitaria de Navarra les pareció estraño, y más que yo estuviese aún en tan buen estado después de un año.
En la clínica Navarra deciden biopsiar mi pulmón, primero mediante punción guiada por TAC y después mediante broncoscopia, pero no pueden alcanzarla, así que deciden biopsiar de nuevo el hígado, tal cual lo habían hecho un año y poco antes en Coruña. El resultado es sorprendente, yo no me lo esperaba, no tengo cáncer de páncreas, tengo otro tipo que se llama Hemangioendotelima epitelioide hepático y que es mucho más lento que el primero.
Finalmente deciden biopsiar también el pulmón, bajo mi insistencia, utilizando una técnica más agresiva que los primeros intentos y que es una videotoracoscopia, en donde me extraen el nódulo de 4 cm, que analizan y vuelve a arrojar un resultado inesperado. Además de un hemangioendotelioma epitelioide pulmonar, hay una infección por tuberculosis que probablemente la quimioterapia haya ayudado a avanzar y que es la responsable de esa masa pulmonar que se veía en los TAC.
Tras estos hallazgos se suspende la quimioterapia, la que me habían dado no servía para este tumor y tampoco es necesario tratar éste con ningún otro tipo debido a su bajo grado de malignidad. Por decirlo de una manera sencilla, la quimio solo actua sobre los tumores que crecen más rápido y éste es de crecimiento lento. Lo que si inicio es un tratamiento para la tuberculosis durante un año, porque hasta se llega a sospechar que el resto de órganos donde había lesiones estén afectados en realidad por tuberculosis, sobre todo las vértebras.
Mi vida es mucho más tranquila y más estable, me llegan a convencer de que no tengo nada maligno y que no me voy a morir de este tumor, pero una vez acabado el tratamiento de la tuberculosis, en otoño de 2009, empiezo a notarme cada vez más cansado, las cuestas cada vez se me hacen más duras, así que me realizan pruebas de función pulmonar y se ve que esta ha bajado hasta una capacidad de solo el 54%, pero las imagenes del TAC no indican ningún avance en los pulmones, sigo empeorando y bajo hasta el 44%, así que deciden hacerme una nueva biopsia en el pulmón, en la que no encuentran células tumorales y si tejido fibroso maduro, el pulmón se está fibrosando, rechumiendo y no sabemos porqué, todo esto ya es el sanatorio Modelo de A Coruña.
A instancias de una de mis fisioterapeutas consigo que mi oncóloga me derive a las consultas de neumología de Juan Canalejo, donde en un primer momento se muestran extrañados con lo que tengo y en donde ven un avance de las lesiones en el pulmón y la capacidad pulmonar baja hasta el 38%. Revisan la biopsia pulmonar del Modelo y concluyen que si hay hemangioendotelioma epitelioide pulmonar.
Hay dos posibilidades, ir siguiendome y dándome tratamiento paliativo hasta que me muera de insuficiencia respiratoria o bien se puede evaluar la posibilidad de un trasplante pulmonar, tengo que insistir para que acepten esta opción y finalmente me empiezan a estudiar. En el TAC para el estudio se ve un nuevo avance en los pulmones y la pleura afectada, así que deciden rechazarme, pero me dejan argumentar la negativa y les entrego informes médicos que avalarían el trasplante, así que finalmente deciden aceptarme en el programa de trasplante bipulmonar.
Desde el 24 de enero estoy incluido en la lista de trasplante bipulmonar, lo que sucederá después es desconocido, porque o no se ha hecho nunca (hay algún indicio de que sí) o bien no se ha documentado, porque no hay información sobre ningún trasplante de este tipo en la literatura médica.
Esta es mi historia médica, muy muy resumida, los detalles los iré contando poco a poco.
Iván Rocha.
NUESTRO HOMENAJE Y RECUERDO
Gentes del Chuac dice:
21/04/2011 en 09:48
Desde nuestro espacio , desde dónde nos corresponde, indiscutiblemente un ejemplo, un rendido homenaje por nuestra parte, a pesar de la adversidad habida, y el enorme vacío que nos deja, su coraje y la gran personalidad de este hombre deja un legado imborrable e indescriptible para el recuerdo de todos nosotros siendo su causa, la de muchos, y que él ha sabido sin lugar a dudas transmitir y dejar un legado lleno de sentidos y reflexiones que nunca caerán en el vacío y seguirá siendo sin lugar a dudas fuente, de inspiración y estimulo para nosotros para poder seguir luchando contra esta enfermedad y sus consecuencias, que fueron causa injusta tanto para él, como para muchos y en estos momentos, especialmente para su familia… Desde aquí Iván : …”No olvidamos recordar, no recordamos olvidar…”

Fonte: http://personaldelchuac.blogspot.com/2011/04/hoy-gentes-con-ivan.html

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Decenas de coruñeses asisten a la conferencia del doctor Borro sobre el trasplante pulmonar

  La Domus albergó la conferencia del jefe de servicio de Cirugía Torácica, José María Borro, sobre el trasplante pulmonar dentro del III ciclo “Luns con Ciencia” que organizan los Museos Científicos, que este año centra sus ponencias en la salud, concretamente en patologías como la obesidad, los problemas vasculares y los trasplantes.
El doctor Borro tiene una dilatada experiencia en el trasplante pulmonar ya que fue director y coordinador de la Unidad de Trasplantes del Hospital La Fe de Valencia, donde dirigió el grupo médico responsable del premier trasplante cardiopulmonar de larga supervivencia en España.
En el ciclo han colaborado la Unidad de Divulgación Científica de la Universidad y el Complejo Hospitalario Universitario de a Coruña (Chuac). Borro ofreció una charla en la que informó a los asistentes de los avances en el trasplante pulmonar, las técnicas y las posibilidades de supervivencia. La Domus continuará con el ciclo de ponencias de carácter sanitario con responsables de otros servicios del Chuac, una demanda notable de la ciudadanía.
Fonte: http://www.elidealgallego.com/index.php/periodico-impreso/a-coruna/17746-noticia-coruna

segunda-feira, 11 de abril de 2011

E se sou Brasileiro (a) onde encontro ajuda para um Transplante?



1. Blog com informações sobre Fibrose Cística: SP/SP 
Dr. Mauro Luís de Mello Ferreira

2. Unidos pela Vida: Fibrose Cística - Curitiba/PR
Verônica Del Gragnano Stasiak
unidospelavida.fc@gmail.com

4. Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos - ABTO: SP/SP



Grande abraço e sucesso,

Fernando Cezar P Santos
Presidente

Hércules - Doações e Transplantes de Fígado
Grupo Hércules de Apoio a Portadores de Hepatites em SC
UP Estadual / Up Mun. Florianópolis
E-mail: astroblu08@gmail.com
http://twitter.com/grupohercules
http://grupohercules.blogspot.com
Informações:  (48) 9938-8336
                     (47) 8864-9880
                     (49) 9963-0630
FLORIANÓPOLIS - BLUMENAU / SC

Hércules - Hepatites Virais
E-mail: gru_hercules@yahoo.com.br
Informações: (48) 9977-7187
FLORIANÓPOLIS / SC

Filiados à AIGA
http://www.aigabrasil.org/



sexta-feira, 1 de abril de 2011

Sanidad busca cómo obtener más órganos en los hospitales españoles

 La Organización Nacional de Trasplantes (ONT) considera que, pese al complicado escenario de caída de donantes del año pasado, hay soluciones para que España mantenga los mejores indicadores del mundo en este terreno. Existe, por ejemplo, un notable margen de mejora en la obtención de órganos en los propios hospitales. No solo a la hora de identificar posibles candidatos, también en la forma de convencer a los familiares para que accedan a salvar una vida. La nueva apuesta de la ONT, que ayer presentó su director, Rafael Matesanz, se suma a las fórmulas que desde 2008 se han puesto en marcha para afrontar la caída de las donaciones marcada, sobre todo, por el descenso de los accidentes de tráfico. El año pasado se alcanzó el mínimo histórico. De las víctimas en carretera se trasplantaron solo el 5,7% del total de órganos, cuando en 1992 suponían el 43%. La ONT ya había lanzado iniciativas como la donación entre personas vivas -ya sea en las modalidades en cadena, altruista o cruzada- o potenciar las de personas en parada cardiorrespiratoria. También se están alentando las vías destinadas a proteger los órganos a trasplantar, como muestran los espectaculares equipos que permiten mantener vivos los pulmones fuera del cuerpo. Pero quedaba un trabajo pendiente: cómo mejorar las tasas de donantes de los pacientes en muerte cerebral, la principal fuente de órganos, cuyo número también está descendiendo por la mejora de los tratamientos. La solución a esta pregunta se encontraba muy cerca. Tanto, como que estaba en los propios hospitales de la red pública española. En esta nueva vuelta de tuerca, la ONT decidió estudiar los procesos que se suceden en una donación y analizar cómo se seguían en los centros sanitarios. Ello le permitió elaborar un modelo de buenas prácticas, a partir de las experiencias más exitosas en los distintos hospitales, que le ha servido de guía para encontrar las áreas de mejora. Una de las conclusiones de este trabajo ha sido que no solo hay que tratar de optimizar las donaciones en las unidades de cuidados intensivos, sino que hay que involucrar a todo el hospital en la detección de posibles donantes, ya sea en los servicios de neurocirugía, neurología o medicina interna, o en las unidades de ictus, donde existan. Pero especialmente en las urgencias y los servicios de emergencias extrahospitalarias. También queda camino por recorrer en la mejora de las técnicas de comunicación para reducir las negativas familiares. El ejemplo a seguir es el hospital general de Alicante, en el que la tasa de rechazo familiar es del 6% frente al 19% de media. Además, este centro cuenta con un 50% de donantes extranjeros -en ocho años se han extraído órganos de personas de 30 nacionalidades diferentes-, lo que rebate la tesis de que los recelos culturales suponen un obstáculo añadido a la donación. La ministra de Sanidad y Política Social, Leire Pajín, que acompañó ayer en Madrid a Matesanz en el encuentro Estrategias de mejora en la donación de órganos: la hoja de ruta, explicó que en los tres primeros meses de este año las donaciones ha aumentado un 14% y los trasplantes un 24%, lo que supone un cambio de tendencia. El director de la ONT comentó por teléfono que es poco tiempo para saber si se trata de una tendencia consolidada, aunque estos resultados podrían indicar que las nuevas medidas están "en el buen camino". **Publicado en "EL PAIS"



quarta-feira, 30 de março de 2011

Un "tórax" móvil permite a los pulmones respirar fuera del cuerpo

El Hospital Puerta de Hierro estrena un sistema pionero de transporte de órganos para trasplante


Se inflan y se desinflan y mantienen su color rosáceo. Son unos pulmones convencionales que parecen tener vida propia, pero están fuera del organismo. El Hospital Puerta de Hierro de Madrid ha estrenado el primer equipo de transporte pulmonar que permite trasladar los órganos manteniendo sus funciones vitales, como si aún estuvieran dentro del tórax.
El nuevo sistema móvil se llama PEPP (Perfusión exvivo pulmonar portátil). El dispositivo mantiene la temperatura corporal, e insufla aire con un respirador y una bomba para que los órganos mantengan su respiración. Con este ingenio se consigue reducir al mínimo los daños que sufren todos los órganos durante el tiempo de transporte y mantener vivos los pulmones durante 24 horas.
El tiempo que transcurre entre la extracción y la implantación de un órgano es clave para garantizar el éxito del trasplante. El nuevo dispositivo permitirá aprovechar órganos que antes se descartaban y probablemente acelerar la recuperación de los pacientes.
Hasta la fecha se han realizado dos trasplantes en el Hospital Puerta de Hierro con la mediación del PEPP. El primero realizado el 18 de febrero, pionero en el mundo, y el último el 9 de marzo. «En nuestro primer paciente la recuperación ha sido excelente. Es excepcional que un trasplantado de pulmón reciba el alta en menos de tres semanas y lo ha conseguido a los 20 días de la intervención», explica Andrés Varela, responsable de la Unidad de Cirugía Torácica de Puerta de Hierro. El segundo, empezó a respirar por sí mismo a las 24 horas del implante y continúa con su recuperación satisfactoriamente.

Diez trasplantes este año

El Hospital confía en realizar diez trasplantes pulmonares este año con la intervención de este «tórax móvil». Los resultados se incorporarán a un proyecto internacional en el que participan Alemania, Francia, Austria y Estados Unidos para evaluar la eficacia del PEPP. Los resultados se conocerán cuando finalice el proyecto, pero a la vista de los resultados con los primeros pacientes se confía en mejorar los buenos resultados en trasplante de pulmón que ya se tienen en España.
Los pulmones son uno de los órganos más delicados para trasplante. «A las nueve horas de su extracción ya empiezan a sufrir daños. Como si fueran melocotones que cortamos de un árbol; nada más arrancarlos empieza su descomposición», apunta Javier Moradiellos, otro de los médicos que participa en el proyecto de investigación. Si conseguimos mantenerlos en funcionamiento, los daños se reducen y los resultados mejoran.
En el acto de presentación del nuevo sistema participó el consejero de Sanidad de la Comunidad de Madrid, Javier Fernández Lasquetty, quien se mostró «vivamente impresionado y sorprendido» por la demostración con unos pulmones de cerdo preparados para la ocasión. Lasquetty ha valorado el proyecto como un «acontecimiento médico» que trasciende las fronteras del hospital, de la comunidad y del país y que tiene un alcance y una repercusión «mundial».

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

La Corunha - Hospital Juan Canalejo

La Corunha - Hospital Juan Canalejo
Hotel de Pacientes - Vários Portugueses salvos por um Transplante Pulmonar

Uma vida é pouco para mim

Uma vida é pouco para mim
O meu lema de vida - Dia do meu Transplante Pulmonar