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quarta-feira, 23 de abril de 2014

Portugueses pouco esclarecidos relativamente a pneumonia e prevenção

22/04/2014 - 14:25

A maioria dos portugueses não conhece os sintomas da pneumonia e poucos são os que sabem quais as formas de prevenção. O alerta é da Sociedade Portuguesa de Pneumologia, avança o Diário Digital.

Segundo os resultados de um questionário realizado no final do ano passado, apenas 5,4% dos inquiridos estão vacinados contra a pneumonia, doença que diariamente mata uma média de 16 pessoas nos hospitais e obriga a 81 internamentos, só em Portugal.

“Os portugueses ainda estão pouco esclarecidos relativamente à pneumonia e às principais formas de prevenção”, refere Carlos Robalo Cordeiro, presidente da Sociedade Portuguesa de Pneumologia. “Os números falam por si: 96% dos inquiridos durante o Esquadrão da Pneumonia já tinha ouvido falar de pneumonia, mas apenas 38,2% conhecia os sintomas; 71% afirmou não saber a diferença entre gripe e pneumonia e somente 25,5% sabia as suas formas de prevenção”, acrescenta.

Os inquéritos foram realizados aos que se aconselharam no “Esquadrão da Pneumonia”, campanha de sensibilização e prevenção da Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP), que percorreu o país ao longo de duas semanas com o objectivo de alertar a população para a pneumonia e para os problemas relacionados com esta doença.

Dos 1021 participantes, apenas 55 (5,4%), estavam vacinados contra a pneumonia. A precaução e o aconselhamento médico foram as razões apontadas por quem optou pela vacinação. A falta de aconselhamento, de conhecimento ou de informação, por outro lado, foram principais motivos apontados pelos que ainda não tomaram a vacina pneumocócica.

Além da pneumonia, a vacina pneumocócica previne formas graves da infecção por pneumococos como a meningite e a septicémia. Durante a Semana Europeia da Vacinação, que se comemora entre os dias 22 e 26 de Abril, a Sociedade Portuguesa de Pneumologia lança o alerta: a vacinação é a melhor forma de prevenção.

FONTE

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Esquadrão da Pneumonia aposta na prevenção

06/11/2013 - 08:51

“Esquadrão da Pneumonia” é uma campanha de sensibilização e prevenção da Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP), que tem início no dia 12 de Novembro, Dia Mundial da Pneumonia, e prolongar-se-á pelas duas semanas seguintes, com o objectivo de sensibilizar a população para a Pneumonia e para os problemas com ela relacionados, avança comunicado de imprensa. 7

A Pneumonia pode ser mortal. Apesar de não ser sazonal – há internamentos e mortes por Pneumonia ao longo de todo o ano – é nos picos de Gripe, altura em que nos encontramos – que se dá a maior incidência da doença.

A prevenção é, por isso, a bandeira deste Esquadrão, que vai percorrer o País de norte a sul – Lisboa, Faro, Coimbra, Viseu e Porto - numa unidade móvel, entre os dias 12 e 26 de Novembro.

Técnicos de saúde vão realizar testes de espirometria e transmitir informação sobre a doença, formas de prevenção e esclarecer outras dúvidas.

Esta iniciativa dirige-se a toda a população, sobretudo, aos adultos a partir dos 50 anos, os mais afectados pela Pneumonia, bem como os grupos de risco, que incluem pessoas com doenças crónicas associadas como a diabetes, doenças respiratórias ou cardíacas, e que tenham hábitos como o alcoolismo e ou o tabagismo. A Sociedade Portuguesa de Pneumologia lança o alerta: a vacinação pneumocócica é a melhor forma de prevenir a Pneumonia.

“Acreditamos no “Esquadrão da Pneumonia” e no impacto que vamos ter junto da população. “, explica Carlos Robalo Cordeiro, médico pneumologista e presidente da SPP, acrescentando,

“Queremos alertar a sociedade civil e comunidade científica para a prevenção da doença. O termo “Esquadrão da pneumonia” significa o conjunto de pessoas e iniciativas que visam proteger toda a comunidade, defender a população da pneumonia. Um esquadrão forte, coeso, unido a favor de uma causa: a prevenção. O escudo delineado em forma de pulmão é o nosso símbolo: representa precisamente a defesa conseguida através da prevenção”.

Calendário Esquadrão da Pneumonia
12 e 13 de Novembro – Lisboa | 10.00 – 18.00
14 e 15 de Novembro – Faro | 10.00 – 18.00
19 e 20 de Novembro – Coimbra 10.00 – 18.00
21 e 22 de Novembro – Viseu 10.00 – 18.00
25 e 26 de Novembro – Porto | 10.00 – 18.00

A Pneumonia mata e é responsável pelo internamento de, em média, 81 adultos por dia, dos quais 16 acabam por morrer.

A Pneumonia pode ser mortal. Há internamentos e mortes por Pneumonia ao longo de todo o ano, embora seja nos picos de Gripe, que se dá a maior incidência da doença. Prevenível através da vacinação, a infecção por Streptococcus pneumoniae (pneumococo) é uma causa importante de morbilidade e mortalidade.

As crianças e os adultos a partir dos 50 anos, são os mais afectados pela Pneumonia, bem como grupos de risco, que incluem pessoas com doenças crónicas associadas como a diabetes, doenças respiratórias ou cardíacas, e que tenham hábitos como o alcoolismo e ou o tabagismo.

Um estudo desenvolvido pela Comissão de Infecciologia Respiratória da Sociedade Portuguesa de Pneumologia, revela que esta doença é responsável pelo internamento de, em média, 81 adultos por dia, dos quais 16 acabam por morrer.

“A vacinação pneumocócica é a melhor forma de prevenção contra a Pneumonia”, acrescenta o Prof. Carlos Robalo Cordeiro. “Existem duas vacinas, uma mais antiga e outra recente, com diferentes eficácias. A mais recente está indicada na UE para todas as idades a partir das 6 semanas e é especialmente recomendada a crianças, grupos de risco, indivíduos de todas as idades pertencentes a grupos de alto risco, e adultos a partir dos 50 anos. No caso dos adultos, basta uma dose única ao longo da vida”.

A Vacina Pneumocócica previne formas graves da infecção por pneumococos, como a Pneumonia, a Meningite e a Septicémia e outras menos graves como a Otite Média Aguda e a Sinusite. O pneumococo é o responsável por, aproximadamente, 3 milhões de mortes por ano em todo o mundo, sendo, por isso, uma das principais causas de morte preveníveis através de vacinação.

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segunda-feira, 22 de abril de 2013

Sociedade Portuguesa de Pneumologia alerta para a importância da vacinação pneumocócica

22/04/2013 - 12:02

A Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP) advertiu esta segunda-feira para a importância da vacinação pneumocócica para prevenir doenças como a pneumonia, a meningite e a septicemia, avança a agência Lusa.

O alerta da SPP surge no dia em que se inicia a Semana Europeia da Vacinação, que decorre até sábado, promovida pela Organização Mundial da Saúde para divulgar informação sobre os benefícios da vacinação e aumentar a adesão à vacinação

A Sociedade Portuguesa de Pneumologia refere, em comunicado, que “a vacinação é a melhor forma de prevenção” de formas graves de infecção por pneumococos, como a pneumonia, a meningite e a septicemia, e outras menos graves, nomeadamente a otite média aguda e a sinusite.

“As crianças e os adultos a partir dos 50 anos são os mais afectados pela doença pneumocócica, bem como grupos de risco, que incluem pessoas com doenças crónicas associadas como a diabetes, doenças respiratórias ou cardíacas, e que tenham hábitos como o alcoolismo e/ou o tabagismo”, acrescenta.

Dados divulgados pela SPP adiantam que o pneumococo é o responsável por, aproximadamente, três milhões de mortes por ano em todo o mundo, sendo, por isso, uma das principais causas de morte preveníveis através de vacinação.

Um estudo recente desenvolvido pela Comissão de Infecciologia Respiratória da Sociedade Portuguesa de Pneumologia indica que a pneumonia é responsável pelo internamento de uma média de 81 adultos por dia, dos quais 16 acabam por morrer.

Apesar de ter maior incidência na época das gripes, a pneumonia não é sazonal, registando-se mortes e internamentos durante todo o ano.

“A vacinação é a melhor forma de prevenção e pode ser feita em qualquer altura do ano”, explica o presidente da SPP, Carlos Robalo, adiantando que “a prevenção deve constituir um ato contínuo na relação entre o médico e o doente”.

A SPP salienta ainda que “é cada vez maior o número de casos de pneumonia adquirida na comunidade”.

Entre 2000 e 2009, ocorreram cerca de oito milhões de episódios de internamentos de adultos em instituições do Serviço Nacional de Saúde em Portugal continental, dos quais 294.027 (3,7%) tinham pneumonia como diagnóstico principal.

Existem poucos dados sobre os custos directos dos internamentos por pneumonia adquirida na comunidade em Portugal, mas, com base na Portaria nº 839-A/2009 de 31 de Julho, os custos dos internamentos podem variar entre os 1.165,54 euros e os 13.916,46 euros, “custos evitáveis se optarmos pela vacinação", alerta a SPP.

A pneumonia é responsável por óbitos em todos os grupos etários, mesmo em doentes jovens previamente saudáveis. Os últimos dados publicados em Portugal revelam uma taxa de letalidade intra-hospitalar nos adultos internados por pneumonia de 17,3%.

Em Janeiro, a Assembleia da República recomendou ao Governo a inclusão da vacina pneumocócica no Programa Nacional de Vacinação.

FONTE

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

“A Pneumonia ao Raio-X” segue para o Hospital de Santa Maria

Para sensibilizar e informar a comunidade para a Pneumonia e os problemas com ela relacionados, a Sociedade Portuguesa de Pneumologia inaugura, no dia 22 de Fevereiro, a exposição “A Pneumonia ao Raio-X”, no Hospital de Santa Maria. Depois de ter estado patente na Assembleia da República, por ocasião do Dia Mundial da Pneumonia, a exposição segue agora para o Hospital de Santa Maria, onde poderá ser visitada até ao final de Março, avança comunicado de imprensa. Composta pelos módulos “o que é”, “agentes causadores”, “números”, “contágio”, “sintomas”, “risco”, “mortalidade”, “tratamento”, “prevenção” e “dia mundial da pneumonia”, a exposição segue um conceito original – todos os suportes estão impressos em papel de radiografia, e dispostos de acordo com jogos de luz e sombras. “A Pneumonia ao Raio-X” tem inauguração marcada para o dia 22 de fevereiro às 11.00. Vai estar patente no átrio frente ao Gabinete do Colaborador, no piso 2 do edifício central do Hospital de Santa Maria, durante um mês e poderá ser visitada diariamente.

É cada vez maior o número de casos de Pneumonia Adquirida na Comunidade: são internadas 81 pessoas por dia e 16 delas acabam por morrer.

Há internamentos e mortes por pneumonia ao longo de todo o ano, pelo que a prevenção deverá constituir um acto contínuo na relação médico-doente.

Entre 2000 e 2009, ocorreram cerca de 8 milhões de episódios de internamentos de adultos em instituições do Serviço Nacional de Saúde em Portugal continental. 294.027 tinham pneumonia como diagnóstico principal.

Segundo um estudo recente desenvolvido pela Comissão de Infecciologia Respiratória da Sociedade Portuguesa de Pneumologia, 3,7% do total de internamentos de adultos no nosso país tem como causa a Pneumonia Adquirida na Comunidade. Um aumento de 27,6% em apenas 10 anos, que afecta, sobretudo, adultos com mais de 50 anos – 89,6% dos internados pela patologia.

A partir dos 65 anos, a percentagem de internamentos por pneumonia sobe drasticamente: 7,1% dos internamentos nesta faixa etária são por pneumonia. Depois dos 75 anos, o valor sobe mais de 2 pontos percentuais, situando-se nos 9,4%. A idade é um factor de risco. 89,6% dos internados por Pneumonia, entre 2000 e 2009 em Portugal, tinha mais de 50 anos. 77,6% tinha idade igual ou superior a 65 e 58,1% já havia feito 75 anos. Não é, por isso, de estranhar, que a média de idades dos internados seja de 73 anos.

A Pneumonia pode ser causada por vários microrganismos (ex. bactérias, vírus, fungos, etc.). A bactéria Streptococcus pneumoniae (pneumococo) é o principal agente causador, sendo responsável por 30 a 75% dos casos de pneumonia nos adultos. Neste estudo, observou-se que em 44% dos doentes internados com pneumonia em que foi possível estabelecer o diagnóstico etiológico, o pneumococo foi o agente causador da doença.

“O cenário é preocupante e deve-nos fazer reflectir sobre as medidas a adoptar. Quer ao nível do diagnóstico e terapêutica, quer ao nível dos factores modificáveis e da prevenção. Tomemos, como referência, o Enfarte Agudo do Miocárdio e o trabalho de sensibilização e intervenção que tem vindo a ser desenvolvido: em apenas 5 anos, baixaram o número de óbitos diários de 4 para 3. Na pneumonia temos 16 e quase o triplo dos internamentos diários”, explica Filipe Froes, médico pneumologista do Hospital Pulido Valente, membro da Sociedade Portuguesa da Pneumologia e investigador principal do estudo, conjuntamente com António Diniz.
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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

ATELECTASIA PULMONAR

Sinônimos:
Colapso pulmonar.
O que é?
É o colapso de parte ou de todo pulmão. Ou seja, o pulmão "murcha" numa parte ou na sua totalidade por um bloqueio na passagem do ar pelos brônquios de maior ou menor calibre (brônquio ou bronquíolo, respectivamente). Os brônquios são tubos que dão passagem ao ar, espalhando-o por todo o pulmão.
Como se desenvolve?
A atelectasia pode surgir por mecanismos diferentes.
O acúmulo de secreções nos brônquios pode bloquear a passagem do ar, levando ao colapso parcial ou total do pulmão afetado.
Quando algum objeto, inadvertidamente, entra na via aérea e chega ao brônquio, a atelectasia poderá ocorrer. Isto costuma acontecer mais com as crianças, quando engolem algum brinquedo ou outro objeto pequeno.
Os tumores pulmonares podem crescer dentro de um brônquio ou pressioná-lo externamente, causando, em alguns casos, a atelectasia parcial ou total do pulmão.
Pacientes que sofrem uma anestesia geral, que tem alguma doença pulmonar crônica ou que ficam muito tempo acamados podem, eventualmente, apresentar uma atelectasia.
Num adulto, a atelectasia geralmente não é uma situação ameaçadora à vida, já que as partes do pulmão que não foram comprometidas fazem uma compensação da perda de função da área afetada. Por outro lado, a mesma situação num bebê ou numa criança pequena pode representar uma ameaça à vida.
O que se sente?
Os sintomas associados a essa situação podem estar presentes ou não. Dependerá, principalmente, do tamanho da área afetada do pulmão e da presença ou não de doenças concorrentes. A atelectasia pulmonar poderá estar acompanhada de dor torácica, tosse ou dificuldade para respirar.
Como o médico faz o diagnóstico?
Através de exames de imagem, como a radiografia ou tomografia computadorizada do tórax, o médico poderá fazer o diagnóstico. A atelectasia, ao exame físico do paciente, poderá ser suspeitada na minoria dos casos. Isto porque terá de haver um colapso pulmonar de uma área extensa do pulmão para que surjam alterações no exame físico.
A broncoscopia - exame que observa a parte interna dos pulmões através de um aparelho flexível dotado de fibras ópticas e lentes - é capaz de detectar o bloqueio da passagem de ar (do brônquio) e sua causa.
Como se trata?
O tratamento deverá ser escolhido de acordo com a causa da atelectasia, com o objetivo de expandir novamente ("inflar") o pulmão.
Nos casos de acúmulo de secreções, a fisioterapia pulmonar para a mobilização das secreções e a broncoscopia para a aspiração dessas será o tratamento mais indicado.
A fisioterapia poderá utilizar-se de exercícios respiratórios, tapotagem (pequenos golpes com os punhos nos pulmões), drenagem postural (colocando o indivíduo numa posição que favoreça a saída das secreções), cinesioterapia e vibradores.
Quando houver alguma infecção bacteriana (por bactérias) associada ao excesso de secreções, os antibióticos deverão ser indicados. Além desses, os mucolíticos (medicamentos que facilitam a expectoração das secreções) poderão ser utilizados nas infecções respiratórias, sejam elas virais ou bacterianas.
Nos casos de corpo estranho na via aérea (objetos), a broncoscopia deverá ser realizada para fazer a remoção. Se não for exitosa, a cirurgia deverá ser realizada.
Quando a causa da atelectasia for um tumor, o tratamento dele deverá solucionar a atelectasia.
Como se previne?
Manter os pequenos objetos longe do alcance das crianças é uma maneira de prevenir as atelectasias causadas por corpo estranho. Da mesma forma, os pais deverão ter cautela na escolha dos brinquedos que devem ser adequados à idade da criança.
Evitar longos períodos deitado na cama também é importante para prevenção das atelectasias, principalmente após cirurgias. Neste mesmo sentido, a fisioterapia também poderá ser necessária. Ela pode ser utilizada para a prevenção das atelectasias.
Nos adultos, principalmente idosos, deverão manter acompanhamento com dentista para que não ocorram aspiração de dente ou prótese mal fixada para os pulmões.
Complicações
A pneumonia é uma complicação que pode se desenvolver poucos dias após o surgimento de uma atelectasia. Portanto, é importante a resolução do problema.
Perguntas que você pode fazer ao seu médico
A broncoscopia deve ser utilizada unicamente nos casos de atelectasia pulmonar por corpo estranho?
É possível resolver uma atelectasia pulmonar somente com o uso de fisioterapia respiratória?
Uma atelectasia pode causar febre?
Depois de resolvida uma atelectasia, esta poderá voltar a ocorrer pouco tempo depois? 

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Corticosteróides podem acelerar a recuperação da pneumonia


08/06/2011 - 08:58
O cortiscosteróide dexametasona, em conjunto com a toma de antibiótico, ajuda a tratar a pneumonia adquirida na comunidade, revela um estudo de investigadores holandeses, o maior realizado até à data sobre o uso do fármaco no tratamento da doença, avança o Portal da Saúde do ALERT Life Sciences.

Os resultados da investigação, publicada na revista The Lancet, revelam que os doentes com doença pulmonar inflamatória conhecida como pneumonia adquirida na comunidade parecem recuperar mais rapidamente quando tratados com corticosteróides, além do regime padrão de antibióticos.

Os autores, liderados por Sabine Meijvis, do St. Antonius Hospital em Nieuwegein, Holanda, verificaram que os pacientes tratados com uma combinação de corticosteróides e antibióticos também necessitaram de um menor tempo de internamento do que os pacientes tratados somente com antibióticos.

A equipa notou que, actualmente, a pneumonia adquirida na comunidade é geralmente tratada com antibióticos após o diagnóstico precoce. Para analisar se os corticosteróides podem reduzir o risco de complicações e morte, a equipa concentrou-se em mais de 300 pacientes holandeses com a doença. Metade dos pacientes recebeu um tratamento padrão de antibióticos, juntamente com 5 miligramas por dia do corticosteróide dexametasona. A outra metade recebeu antibióticos e um placebo.

Quatro dias depois, os investigadores verificaram que os doentes que receberam o corticosteróide apresentaram menor inflamação pulmonar e recuperaram mais rapidamente do que aqueles que receberam somente antibiótico.

O grupo que recebeu o corticosteróide também necessitou de menos um dia de hospitalização do que o grupo que recebeu apenas antibiótico (6,5 dias versus 7,5 dias). Além disso, os cientistas descobriram que passado um mês, o grupo do corticosteróide teve um melhor "funcionamento social" em relação ao grupo que recebeu apenas antibiótico.

"Os eventos adversos graves foram raros", entre o grupo que recebeu o corticosteróide, apontou a equipa de cientistas, em comunicado de imprensa da revista, mas adverte que "os benefícios dos corticosteróides devem ser pesados contra as desvantagens potenciais desses medicamentos, como as superinfecção e os distúrbios gástricos."

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Pneumonia: nova vacina pode salvar meio milhão de vidas por ano



Uma nova vacina contra a pneumonia está a ser desenvolvida em África, perspectivando-se que possa salvar mais de meio milhão de vidas por ano, em todo o mundo, avança a agência Lusa.

A Gavi Alliance, uma parceria global entre os sectores público e privado para a imunização, afirmam que 19 países vão receber a vacina numa primeira fase, noticia a edição online da BBC.

As crianças do Quénia e da Nicarágua já começaram a receber este medicamento, sendo a Serra Leoa, o Iémen, as Honduras e o Gana os próximos a recebê-la ainda este ano.

A vacina para a pneumonia protege contra a doença pneumocócica, a principal causa de pneumonias graves entre a população infantil, prevenindo também a meningite e a septicemia.

A pneumonia mata mais crianças do que qualquer outra doença, causando a morte a cerca de 1,7 milhões todos os anos.

A organização Save the Children publicou recentemente um relatório, “No Child Born to Die”, em que evidencia a falta de meios financeiros para a imunização global.

“Muitas crianças estão a morrer todos os dias de doenças que podem ser prevenidas com vacinação e por falta de cuidados básicos de saúde. O dinheiro para a imunização básica está ameaçado, quanto mais para esta nova e eficaz vacina contra a pneumonia”, alertou Catherine Fitzgibbon, da Save the Children.

Fonte: http://www.rcmpharma.com/news/11636/15/Pneumonia-nova-vacina-pode-salvar-meio-milhao-de-vidas-por-ano.html

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Fibrosis Quistica - La neumonía es de cuidado



 Especialmente en esta época en la que las lluvias se intensifican y el clima está tan cambiante, las vías respiratorias sufren diferentes traumatismos que de no ser tratados a tiempo, pueden desencadenar enfermedades delicadas y de sumo cuidado como la neumonía, una enfermedad infecciosa e inflamatoria que consiste en la infección de los espacios alveolares de los pulmones.

Esta enfermedad, muy común por ciento en los niños, pero frecuente también en adultos, hace que el tejido que forma los pulmones se vea enrojecido, hinchado y se torne doloroso.

Muchos pacientes con neumonía son tratados por médicos de cabecera y no ingresan en los hospitales. 
La neumonía puede ser una enfermedad grave si no se detecta a tiempo y puede llegar a ser mortal, especialmente entre personas de edad avanzada y entre los inmunodeprimidos.

En particular los pacientes de Sida contraen frecuentemente la neumonía por la bacteria de Pneumocystis.
Las personas con fibrosis quística tienen también un alto riesgo de padecer neumonía debido a que continuamente se acumula fluido en sus pulmones.

Signos y síntomas
 Generalmente es precedida por una enfermedad como la gripe o el catarro común, se presenta fiebre prolongada por más de tres días, en particular si es elevada, la frecuencia respiratoria aumenta, se produce un hundimiento o retracción de las costillas con la respiración que se puede observar fácilmente con el pecho descubierto, las fosas nasales se abren y se cierran como un aleteo rápido con la respiración.

Cuando la enfermedad se torna grave se presenta quejido en el pecho como asmático al respirar.
Las personas afectas de neumonía a menudo tienen tos que puede producir una expectoración de tipo muco-purulento (amarillenta), fiebre alta que puede estar acompañada de escalofríos. Limitación respiratoria también es frecuente así como el dolor torácico. 

Tratamiento
La mayoría de los casos de neumonía puede ser tratada sin hospitalización. Normalmente, los antibióticos orales, reposo, líquidos, y cuidados en el hogar son suficientes para completar la resolución.

Sin embargo, las personas con neumonía que están teniendo dificultad para respirar, las personas con otros problemas médicos, y las personas mayores pueden necesitar un tratamiento más avanzado.

Si los síntomas empeoran, la neumonía no mejora con tratamiento en el hogar, o se producen complicaciones, la persona a menudo tiene que ser hospitalizada.
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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

La Corunha - Hospital Juan Canalejo

La Corunha - Hospital Juan Canalejo
Hotel de Pacientes - Vários Portugueses salvos por um Transplante Pulmonar

Uma vida é pouco para mim

Uma vida é pouco para mim
O meu lema de vida - Dia do meu Transplante Pulmonar