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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

El enemigo de la bronquiolitis

El enemigo de la bronquiolitis
Integrantes del equipo de investigación del Instituto de Salud Carlos III que han descubierto las propiedades del anticuerpo.:: R. C.
Hasta el momento no existe un medicamento efectivo para combatir a un patógeno que infecta cada año a 34 millones de niños
La medicina ha dado un paso más para neutralizar un virus que afecta cada año a cerca de 34 millones de niños menores de cinco años en todo el mundo. Investigadores del Instituto de Salud Carlos III y del CIBER de Enfermedades Respiratorias hicieron público ayer en la revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences el hallazgo de un anticuerpo capaz de combatir el virus respiratorio sincitial (VRS), causante de enfermedades como la bronquiolitis o la neumonía. Y al igual que el de la gripe, este patógeno puede infectar a la población humana repetidamente a lo largo de la vida.
Se calcula que hasta un 10% de los afectados requiere hospitalización. El VRS es también responsable de un número considerable de infecciones respiratorias graves en ancianos y muy graves en personas inmunodeprimidas, por ejemplo en receptores de trasplantes de médula ósea. Así, hay descritos brotes ocasionales de infecciones por el VRS en unidades de trasplantados con un índice de mortalidad que se eleva hasta el 80-100%.
Ya en 2005 el laboratorio de Biología Viral del Centro Nacional de Microbiología del campus de Majadahonda del ISCIII y del CIBER de Enfermedades Respiratorias dio con un determinado anticuerpo presente en sueros humanos capaz de neutralizar el VRS. Ahora, tras siete años de investigaciones, los científicos españoles han descubierto que este anticuerpo actúa sobre las proteínas esenciales (denominadas F) para que el virus se reproduzca e inicie la infección. En concreto, la proteína F ejerce como 'ariete' para el VRS, abriendo agujeros de entrada en la membrana de la célula sana para que el virus puede introducir en ella su material genético y 'contaminarla' con el fin de replicarse.
Respuesta insuficiente
Hasta ahora el VRS ha venido combatiéndose con un medicamento denominado palivizumab, que igualmente actúa sobre la proteína F. Su efectividad sería, sin embargo, muy inferior a la del anticuerpo hallado. Esto, unido a su alto coste, hace que solo se aplique de forma preventiva a menores con un alto riesgo de contraer una enfermedad grave por infección del VRS, normalmente niños prematuros o con deficiencias cardiopulmonares congénitas. Tampoco se ha logrado hasta el momento una vacuna eficaz contra el virus. Los ensayos realizados a lo largo de la década de 1960 mediante la inoculación de una muestra del virus debilitada no solo no ofrecieron resultados satisfactorios, sino que se demostró que la enfermedad podría tener incluso consecuencias más graves al contraerse de forma natural.
Los anticuerpos hallados ahora son aparentemente más potentes que los que se asemejan al palivizumab y se han podido obtener en conejos a los que se ha administrado un virus vaccinia (el mismo que se utilizó para la erradicación de la viruela) manipulado genéticamente en el laboratorio. Los resultados obtenidos abren nuevas posibilidades para el desarrollo de vacunas eficaces frente al VRS o el desarrollo de otros anticuerpos alternativos al palivizumab con los que combatir las infecciones causadas por este importante patógeno humano.
La eficacia de este nuevo anticuerpo podría incluso ir más allá de las enfermedades atribuidas al VRS. Aunque es todavía prematuro, los investigadores españoles no descartan que sea posible que la misma tecnología usada para el desarrollo de los anticuerpos frente al VRS se pueda utilizar también contra otros virus relevantes para la salud humana y animal.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Campanha alerta contra os perigos de vírus que infecta recém-nascidos e causa bronquiolite



"Proteja o seu Bebé" é o nome de campanha que será lançada esta terça-feira no Hospital Fernando da Fonseca e que visa sensibilizar para a importância da prevenção do vírus sincicial respiratório, que pode causar bronquiolite ou até pneumonia nos recém-nascidos, avança a agência Lusa.

A iniciativa, que tem como madrinha a actriz Cláudia Vieira, pretende "informar a população em geral, os futuros pais e os profissionais de saúde sobre a necessidade de protecção do bebé prematuro" em relação a este vírus, que causa uma das infecções do aparelho respiratório mais frequentes nos primeiros dois anos de vida.

Com o mote “Proteja o seu bebé”, esta campanha tem como mascote o koala Kiko e contará com diversos materiais de sensibilização como cartazes, folhetos, réguas medidoras para crianças, calendários, molduras com saudações, anúncios na imprensa e informação específica para recém mamãs de bebés prematuros.

O vírus sincicial respiratório pode causar bronquiolite e, em casos mais graves, pode haver complicação infecciosa e surgir pneumonia.

A infecção propaga-se por contacto através das mãos ou superfícies contaminadas e por tosse ou espirros. Em Portugal, este vírus surge, geralmente, nos meses de Outono e Inverno.

Os sintomas iniciais são febre baixa, corrimento nasal, acessos de tosse e espirros. Após três a cinco dias de doença podem surgir sintomas de maior gravidade, tais como tosse persistente, dificuldade respiratória e pieira.

Os principais grupos de risco são os bebés prematuros, bebés com doenças pulmonares crónicas e cardiopatias congénitas, tendo a campanha nacional de sensibilização o apoio da secção de Neonatologia da Sociedade Portuguesa de Pediatria.

O Vírus Sincicial Respiratório (VSR) é a principal causa de infecção das vias aéreas e pulmões nos bebés e crianças, menores de 2 anos de idade, sendo o principal agente infeccioso que causa bronquiolite, uma infecção das vias aéreas mais pequenas dos pulmões.

O VSR é transmitido por crianças ou adultos infectados através de secreções do nariz e da boca, por contacto directo ou por gotículas através do ar. Pode ser contagioso, indirectamente, quando alguém toca objectos infectados com o vírus como brinquedos, portas, canetas.

Em países temperados, como Portugal, esta infecção surge sobretudo entre Outubro e Março.

O período de incubação é de 2 a 8 dias e o período maior contágio é nos primeiros 2 a 4 dias de infecção.

Inicialmente a criança tem um corrimento nasal, tosse moderada e por vezes febre e em 1 ou 2 dias a tosse agrava. Podem ter dificuldade a alimentar-se, devido à dificuldade em respirar.

Os grupos de risco para infecção a VSR são os bebés nascidos prematuros, crianças com doenças pulmonares e crianças com doenças cardíacas, assim como alguns bebés com imunodeficiências e doenças neuromusculares.

Para as crianças nascidas prematuras, com doenças cardíacas ou doenças pulmonares, a infecção a VSR pode ser uma doença grave, requerendo hospitalização. Os bebés prematuros têm os pulmões imaturos e neles pode ser difícil combater a infecção a VSR.
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Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

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