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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Portugal - hospitais Transplantes vão contar nos contratos

FONTE

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Portugal Doenças respiratórias, diabetes e tabagismo serão coordenadas pela DGS

As doenças respiratórias, a diabetes e o tabagismo são áreas prioritárias para a Direcção-geral da Saúde (DGS), a par da sida e da tuberculose, que vão passar a ser coordenadas por este organismo, anunciou o director-geral Francisco George, citado pela agência Lusa.

Até agora existiam, integradas no extinto Alto Comissariado da Saúde, as coordenações nacionais para a sida, saúde mental, doenças oncológicas e doenças cardiovasculares, que passaram para a tutela da DGS.

“A Direcção-geral da Saúde será reorganizada de forma a poder acolher os novos programas”, mas também “fazer com que a coordenação entre todos os programas sejam uma realidade”, disse Francisco George, à margem da apresentação, em Lisboa, do “Movimento é melhor saber”, uma plataforma que reúne várias organizações que intervêm no terreno na luta contra a sida.

Assim terá “programas prioritários, onde se encontram os actuais, mas também outros que vão merecer especial atenção, nomeadamente as doenças respiratórias crónicas, a diabetes e o tabagismo, que vão ser alvo de medidas de reforço na perspectiva de mais prevenção e controlo”, explicou.

Francisco George assegurou, durante a sua intervenção na apresentação do movimento, que “há condições para melhorar o trabalho”, sublinhando que estas medidas não resultam de “limitações orçamentais”.

“Há razões de qualidade do trabalho que se quer imprimir”, nomeadamente “mais interacção entre os programas”, como o da sida e da tuberculose para recuperar alguns indicadores, colocando-os aos níveis de outros países europeus, adiantou.

Relativamente à sida, o director-geral da Saúde assegurou que não há qualquer limitação que impeça o desenvolvimento dos trabalhos de prevenção e controlo da doença.

“Há problemas de saúde pública que serão sempre resolvidos e que não terão limitações orçamentais”, sustentou, salientando que foi atribuída “prioridade ao controlo e prevenção do VIH/Sida”.

“Não há neste momento qualquer mudança em relação ao programa, que vai continuar, e os compromissos de Portugal serão cumpridos”, rematou.
fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/politica-de-saude/16-12-11/doencas-respiratorias-diabetes-e-tabagismo-serao-coordenadas-

quinta-feira, 3 de março de 2011

Governo não rejeita novo imposto para a saúde


Os utentes fazem uma utilização “irresponsável” dos serviços de saúde e a crise “é uma boa altura" mudar de atitude, defende Ana Jorge em entrevista à Renascença.
A ministra da Saúde, Ana Jorge, não rejeita a hipótese de um imposto para a saúde, mas acha que ainda não é o tempo.
Em entrevista ao programa “Terça à Noite”, da Renascença, Ana Jorge afirma que, para ser criado um novo imposto para a saúde, é necessária uma alteração na Constituição.
No entanto, diz a ministra, “este ainda não é o tempo de pôr essa medida em prática, porque as medidas que estão no terreno ainda dão margem ao Serviço Nacional de Saúde”.
Sobre as alterações previstas para a definição de quem está isento de taxas moderadoras, a ministra da Saúde diz que a ideia é que só passem a beneficiar dessa possibilidade os que realmente, com prova de condição de recursos, demonstrem que precisam. Todos os outros devem pagar.
Nesta entrevista ao programa “Terça à Noite”, da Renascença, Ana Jorge diz ainda que as pessoas fazem uma utilização “irresponsável” dos serviços de saúde e que “agora que estamos em crise, é uma boa altura para que as pessoas mudem essa atitude”.
A ministra da Saúde reconhece que a crise obrigou a acelerar a colocação no terreno de algumas medidas restritivas no sector da saúde e que houve necessidade de fazer ajustes e recuar depois de as medidas já estarem em aplicação.


Raquel Abecasis
Fonte: http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=97&did=143415

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Doentes vão pagar multa por desperdício de medicamentos



O Ministério da Saúde prepara-se para cobrar uma taxa aos doentes que fizerem mau uso dos medicamentos disponibilizados gratuitamente pelos hospitais, avança o Diário Económico. Esta medida abrangerá os doentes que levam para casa fármacos fornecidos pelas farmácias dos hospitais e não os tomam ou que, pelo contrário, voltem mais cedo do que o devido à farmácia para pedir mais medicamentos. Em causa estarão sobretudo os medicamentos mais caros, usados, por exemplo, para o tratamento da sida ou do cancro.

A medida do Governo, que deverá avançar já no primeiro trimestre do ano, está inscrita no pacote de consolidação de controlo orçamental para diminuição do défice, aprovado a semana passada em Conselho de Ministros, e junta-se a um conjunto de alterações que visam reduzir a despesa do Serviço Nacional de Saúde (SNS) em 250 milhões de euros.

A forma como serão identificados os casos de má utilização dos medicamentos e o valor da taxa a cobrar aos doentes ainda não estão definidos, avança o DE.

De acordo com o Ministério da Saúde, “esta medida será alvo de um diploma que está a ser trabalhado e que será divulgado durante o primeiro trimestre de 2011”.

Fonte oficial do Ministério de Ana Jorge justificou ao DE a medida com o facto de existirem “situações em que o doente, depois de lhe ter sido disponibilizado gratuitamente os medicamentos na farmácia do hospital, volta a solicitar medicamentos, apesar de, face à prescrição anterior e ao registo existente, dever ter ainda medicação em seu poder”. Assim sendo, explica o Ministério, “está a ser equacionada a cobrança de um valor aos utentes que manifestamente façam um mau uso ou uso abusivo da dispensa gratuita de medicamentos nas farmácias hospitalares”.

Farmacêuticos duvidam da aplicabilidade da medida


A Ordem dos Farmacêuticos reconhece a existência de má utilização dos medicamentos mas avisa o Governo que os farmacêuticos “não são polícias” e que “não vão assumir a cobrança das multas”.

O bastonário dos farmacêuticos, Maurício Barbosa, acredita que os custos da má utilização de remédios são demasiado caros para “ficarmos de braços cruzados” e dá o exemplo do tratamento de um doente com sida, que custa no mínimo entre 10 a 12mil euros por ano. Contudo, o bastonário defende que “aplicar uma multa aos doentes” não é a melhor resposta ao problema.

Sublinhando que a Ordem não foi chamada a contribuir para a discussão de possíveis soluções, Maurício Barbosa avança, ainda assim, com uma resposta: “As tomas assistidas ou presenciais, seja nos hospitais, nos centros de saúde ou nas farmácias de comunidade poderiam ter maior eficácia em casos de má adesão”.

Os farmacêuticos hospitalares já têm hoje mecanismos de controlo de adesão à terapêutica ou de abuso de medicação, mas, nestes casos, “reportam de imediato ao médico que prescreveu”, explica Maurício Barbosa ao DE.

“Não vejo como é que esta nova medida pode vir a ser operacionalizada”, acrescenta.

Maurício Barbosa lembra que, além dos casos em que os doentes não cumprem a medicação cedida pelos hospitais, desperdiçando remédios, existe ainda um mercado negro de antirretrovirais (usados para tratar os doentes com sida) motivado pelos valores elevados destes medicamentos.

Os medicamentos para o tratamento do cancro, da sida, da esclerose múltipla ou para doentes transplantados renais estão entre os que mais pesam na factura das farmácias hospitalares.

Fonte: http://www.rcmpharma.com/news/11389/15/Doentes-vao-pagar-multa-por-desperdicio-de-medicamentos.html
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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
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Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

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Hotel de Pacientes - Vários Portugueses salvos por um Transplante Pulmonar

Uma vida é pouco para mim

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O meu lema de vida - Dia do meu Transplante Pulmonar