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quinta-feira, 23 de abril de 2015

FÉRIAS APÓS UM TRANSPLANTE RENAL

Imagem da net


(Fonte: AQUI)
Ter sido submetido a um transplante renal não deve ser uma barreira para que deixe de aproveitar o período de férias. Pelo contrário! Após o período de internamento e cuidados inerentes do pós-operatório, sair do seu local habitual de residência e desfrutar de uns dias fora da rotina, poderá ser muito benéfico para a sua saúde mental, ajudando-o a cumprir com mais rigor todos os procedimentos pós-operatórios e proporcionado momentos prazerosos com as pessoas que mais gosta, cimentando laços e redes de apoio. No entanto, tenha em atenção que há quem defenda que só deve viajar após 8-12 meses do transplante.


Apesar de se afigurar difícil viajar com todas as precauções que o transplante renal exige, a base é o planeamento: planificar e ter em atenção pequenos pormenores poderão fazer toda a diferença no decorrer de uma viagem tranquila. Assim, tome em atenção:

  • Deve assegurar-se que os seguintes documentos estão dentro da validade e actualizados: Cartão de Cidadão ou Passaporte e Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD), se for para a Europa.
  •  Deve avisar a equipa de saúde que o apoia. Além disto, deve verificar se para o(s) local(ais) onde vai, existem hospitais gerais ou clínicas com serviço de urgência, para o caso de acontecer algum imprevisto e necessitar de cuidados médicos.
  • Antes de partir, convém requerer um relatório médico actualizado sobre toda a sua história clínica e prescrições da medicação necessária para esse período.
  • A medicação deve ser o dobro em relação à quantidade que calcula que vai precisar. Devido a problemas rodoviários, voos atrasados ou perdidos, necessidade de ficar mais dias no hotel/local de férias, os seus planos podem ser alterados e, desta forma, estará precavido.
  • Tome em atenção o prazo de validade da medicação, bem como as recomendações face à temperatura de armazenamento.
  • Se viaja de avião, para minimizar os problemas decorrentes de extravio, uma parte dos medicamentos deve ser transportada na bagagem de mão e a outra deve ser enviada junto com a bagagem despachada.
  • Também deverá levar medicação consigo, na bagagem de mão, para que a continue a tomar às horas certas e pré-definidas.
  • Se vai atravessar muitos fusos horários, tem de adequar a hora da toma da medicação, não esquecendo que a medicação tem um período e uma ordem certas a serem administrados. Fale com a equipa de saúde antes, de forma a saber como fará esta adequação. Saiba também, de antemão, o fuso horário do seu destino de férias.
  • Se vai viajar de avião, leve também consigo prescrições médicas e um resumo da sua condição clínica, devidamente assinado pelo seu médico, na bagagem de mão, de forma a comprovar a toma de medicação e evitar problemas antes de embarcar e/ou alfandegárias.
  • A nível da prescrição e informação clínica, deve estar explícito o princípio activo da medicação em uso e a quantidade que leva consigo.
  • Não se esqueça que a medicação liquida com capacidade superior a 100ml, não pode ser transportada em bagagem de mão, só no porão.
  • Mantenha a medicação dentro dos blisters/caixas originais. Há a tendência de armazenar a medicação em pequenas malas, toda junta, de forma a gerir melhor o espaço físico da bagagem. No entanto, se for questionado por inspectores alfandegários no aeroporto ou fronteiras, será mais fácil explicar a proveniência e tipo de medicação.
  • A medicação pós-transplante pode torna-lo mais sensível aos efeitos do sol (raios ultra-violeta) e do calor e, muita deste medicação, torna-o mais susceptível de desenvolver um cancro de pele. Deste modo, use sempre protector solar adequado, mesmo que não vá para a praia e vá aplicando várias vezes ao dia. Opte por roupas leves, claras e que tapem a maior parte do corpo. Prefira ficar dentro de um edifício às horas críticas de maior calor (entre as 11h e as 17h). Pode aproveitar para visitar museus, exposições, ir ao cinema ou simplesmente, descansar/tirar uma desta. Não dispense um chapéu e os óculos de sol.
  • Em relação à alimentação, pode provar as especialidades locais mas sempre com cautela redobrada! Minimize a hipótese de ter diarreia ou vomitar (altera a absorção da medicação, podendo cortar o efeito), ao recusar comida mal cozinhada/crua. Fale com o seu médico no sentido de levar consigo medicação anti-diarreica/anti-hemética.
  • Se tem restrições diatéticas e se vai fazer a maior parte das suas refeições no hotel onde está hospedado, faça um contacto prévio com o mesmo, de forma a expor a sua condição de saúde e de modo a saber se podem adequar alguns produtos/refeições à sua situação.
  • Se não conseguir fazer um contacto prévio, avise no primeiro dia e tente chegar a um consenso com a equipa da cozinha. Normalmente, são compreensivos com doenças específicas e poderão ajustar as refeições ao gosto do cliente.
  • Se vai fazer as refeições fora ou não conseguiu que o hotel lhe assegurasse as refeições adequadas ao seu estado de saúde, siga as dicas deste artigo: Almoçar ou jantar fora com segurança - Doente Renal
  • Evite saladas, a não ser que as tenha preparado e higienizado.
  • Se vai necessitar de se alimentar durante a viagem, leve consigo alimentos que o saciem e que sejam adequados ou entre em contacto com a companhia aérea, de forma a avaliar se poderão atender aos seus pedidos específicos. Mas vá sempre prevenido com alimentos que possa ingerir e que não se alterarão durante a viagem.
  • Tome em atenção a qualidade da água/bebidas que vai ingerir. As pessoas imunodeprimidas estão mais passíveis a ficarem doentes. Pergunte, no local de férias, se a água é potável. Em caso de desconhecimento ou dúvida, beba só água engarrafada e esqueça o gelo, café e chá.
  • Evite os gelados que se vendem na rua.
  • Avalie com o seu médico se necessitará de ir a uma consulta do viajante e se precisará de fazer medicação preventiva, como as vacinas. Mais uma vez, planeie tudo com tempo!
  • Ponha a hipótese de levar um repelente de insectos.
  • Fazer uma lista do que levar na mala é sempre uma boa ideia, pois evita esquecimentos.
  • Tenha cuidado no contacto com pessoas que estejam constipadas/gripadas ou que tenham alguma outra afecção de saúde contagiosa.
  • Se viajar para o exterior, avalie a possibilidade de compra de seguro de viagem. A maioria dos planos de seguro de viagem cobrirá cuidados de emergência médica no exterior e até mesmo transportá-lo para casa em caso de emergência.


E, por último, divirta-se! Aproveite a sua estadia com calma e tranquilidade. Há que gerir todo um novo rol de preocupações mas, ao planear ao máximo a sua estadia fora, sentir-se-á mais seguro e confiante de que tudo decorrerá pelo melhor. Deixe que o seu bom-senso impere, aconselhe-se bem com a sua equipa de saúde (leve os contactos da equipa, para eventuais dúvidas) e siga as suas indicações. No final, aproveite! As pessoas que foram submetidas a transplante podem fazer quase tudo o que as outras pessoas fazem: deixe que o seu corpo também lhe mostre os limites e, no final, traga muitas fotografias, postais e, essencialmente, venha retemperado e feliz!

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

3 - Doenças Pulmonares que levam ao Transplante Pulmonar

Tenho dedicado este blog, a nível de patologias pulmonares, especialmente à Fibrose Quística, no entanto há muitas mais doenças pulmonares que na sua fase final também obrigam ao Transplante Pulmponar.

Uma das transplantadas pulmonares - Mónica Meneses - Fez uma pesquisa de algumas dessas patologias pulmonares para colocar aqui no blog.

Também podem encontrar, aqui no blog, outro artigo sobre a Hipertensão Pulmonar.
Obrigada,
Sandra Campos

Pneumonia de hipersensibilidade
A pneumonia de hipersensibilidade, também conhecida por (alveolite alérgica, pulmão do fazendeiro, pulmão de humidificador, doença do colhedor de cogumelos).
Define-se como uma inflamação nos pulmões provocada pela exposição a alguma substância alergénica (substância estranha), geralmente um pó orgânico.
Causas, incidência e factores de risco:
É uma doença ocupacional, na qual a pessoa está exposta a resíduos orgânicos (pós), fungos ou mofos, os quais levam a uma doença aguda e, consequentemente, a uma doença pulmonar crónica. Os fungos podem também estar presentes em humidificadores, sistemas de calefacção e ar condicionado.
A doença na forma aguda, se um indivíduo desenvolveu hipersensibilidade a uma poeira orgânica, normalmente ele apresenta, os seguintes sintomas:
Febre
Tosse,
Calafrios,
Dificuldade respiratória,
Fadiga,
Roncos e sibilos
Perda de peso (involuntária)
Perda de apetite
Sintomas que podem ocorrerem dentro de 4 a 8 horas, após a exposição ao antigénio.
Outros sintomas podem incluir a perda de apetite, náuseas e vómitos.
A doença crónica poderá se desenvolver e suas modificações poderão ser vistas por meio de observações de raios X do tórax. A realização de provas funcionais respiratórias – que medem a capacidade pulmonar de retenção de ar e as capacidades inspiratória e expiratória, assim como a troca de oxigénio e de dióxido de carbono – podem auxiliar o médico a estabelecer o diagnóstico de pneumonia de hipersensibilidade.
A dosagem de anticorpos no sangue podem confirmar a exposição ao antigénio suspeito. Quando não é possível realizar a identificação do antigénio e o diagnóstico for duvidoso, pode ser realizada uma, broncoscopia (exame das vias aéreas com o auxílio de um tubo de visualização) ou biopsia pulmonar (remoção de um pequeno fragmento de tecido pulmonar, que é submetido a um exame microscópico).
Prevenção e Tratamento
A melhor prevenção é evitar a exposição ao antigénio. Contudo, esse procedimento é impraticável se o indivíduo não puder mudar de trabalho. A eliminação ou a redução da poeira e o uso de máscaras protectoras ajuda a evitar as recorrências.
Os indivíduos que apresentam um episódio agudo de pneumonia de hipersensibilidade geralmente recuperam evitando novos contactos com a substância.
Se o episódio for grave, os corticosteróides reduzem os sintomas e ajudam a diminuir a inflamação severa. Os episódios prolongados ou recorrentes podem levar a uma doença irreversível. A função pulmonar pode tornar-se tão comprometida que o indivíduo irá necessitar de oxigénio.
As doenças pulmonares do tipo ocupacional podem levar a uma fibrose pulmonar intersticial difusa e sua incidência é de 1 em cada 10.000 pessoas.

Fibrose pulmonar intersticial difusa
A Fibrose pulmonar intersticial difusa, também conhecida por (alveolite fibrótica; doenças fibróticas do pulmão; distúrbios intersticiais do pulmão).
Define-se como uma série de distúrbios, caracterizados pela cicatrização e hipotrofia dos tecidos pulmonares profundos, levando à falta de ar.
Causas, incidência e factores de risco:
A fibrose pulmonar intersticial difusa refere-se a uma série de distúrbios do trato respiratório inferior que leva à perda das unidades alveolares funcionais (saco de ar) e limita a transferência de oxigénio do ar para o sangue. Ocorre uma inflamação disseminada e acúmulo de tecido cicatricial dentro do tecido do pulmão. Há aproximadamente 180 distúrbios diferentes dentro da classificação da doença, que são posteriormente classificadas por causas conhecidas e desconhecidas.
As causas conhecidas da fibrose pulmonar intersticial difusa são várias e incluem pós orgânicos e não – orgânicos, gases, vapores, medicamentos, radiação e certas infecções pulmonares, tais como:
Pneumonite por hipersensibilidade
Pneumoconiose de mineiros
Silicose
Bissinose (pó de algodão).
São algumas das doenças pulmonares ocupacionais que podem levar à fibrose pulmonar intersticial difusa.
A causa também pode ser desconhecida (fibrose pulmonar intersticial difusa idiopática).
Sintomas:
Falta de ar mesmo em descanso que dura por meses ou anos
Tosse
Dor torácica
Diminuição da tolerância a actividades físicas
Os factores de risco estão relacionados às causas conhecidas desses distúrbios. O tabagismo aumenta esse risco. Pessoas com mais de 40 anos são afectadas mais frequentemente.
A incidência é 1 em cada 1000 pessoas.
Sintomas que podem estar associados a esta doença:
Rubor nasal (Aumento no tamanho das narinas durante a respiração)
Anormalidade nas unhas (cor, formato, textura ou espessura anormais)
Respiração rápida (Respiração excessiva, rápida e profunda resultando na redução de dióxido de carbono no sangue)
Tratamento:
A exposição a agentes conhecidos por serem causadores de doenças pulmonares (pós orgânicos e não-orgânicos, gases, fumaças, vapores, medicamentos e radiação) deve ser restringida.
Medicamentos como corticosteróides, podem ser administrados para suprimir o sistema imunológico.
O transplante de coração e pulmão e apenas pulmão podem ser indicados para pacientes altamente seleccionados com fibrose pulmonar.
Fibrose pulmonar intersticial difusa idiopática
Define-se, cicatrização e espessamento dos tecidos pulmonares profundos, de causa desconhecida.
Causas, incidência e factores de risco:
A fibrose pulmonar intersticial difusa idiopática é um grupo de doenças do trato respiratório inferior que leva à perda das unidades alveolares funcionais (bolsas de ar) e à restrição da transferência de oxigénio do ar para o sangue.
Há uma inflamação difusa e depósito de tecido cicatricial no tecido pulmonar. O dano no tecido pulmonar ocorre como uma resposta do sistema imunológico de causa desconhecida (idiopática significa "causa desconhecida"). A doença é mais comum em homens do que em mulheres e ocorre com maior frequência em pessoas entre 60 e 70 anos de idade.
Sintomas:
Falta de ar (com esforço que dura por meses ou anos e eventualmente se apresenta em repouso)
Diminuição da tolerância às actividades
Tosse dor no peito
Ausência temporária da respiração
Tratamento:
O objectivo do tratamento é a terapia de suporte, pois não há tratamento curativo.
Medicamentos como corticosteróides, podem ser administrados para suprimir o sistema imunológico.
O transplante de coração e pulmão e apenas pulmão, podem ser indicados para pacientes altamente seleccionados com fibrose pulmonar.
http://adam.sertaoggi.com.br/encyclopedia/index.htm
http://estudandoraras.blogspot.com/2009/07/pneumonite-por-hipersensibilidadealveol.html

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

2 - FQ e a Prova do Suor - Ajuda no diagnostico da FQ

Qué es
El análisis de cloruro en el sudor ayuda a diagnosticar la fibrosis quística, un trastorno hereditario en los niños, que interrumpe el funcionamiento normal de las células epiteliales, que conforman las glándulas sudoríparas de la piel y que recubren los pasajes en el interior de los pulmones, el hígado, el páncreas y los sistemas digestivo y reproductor. Los niños que padecen fibrosis quística son más vulnerables a infecciones reiteradas de los pulmones.

El análisis del sudor mide la cantidad de cloruro en el sudor. Los niños con fibrosis quística pueden tener entre dos y cinco veces más cloruro en el sudor que los niños sanos. En un análisis de sudor, se estimula a la piel para que produzca suficiente sudor de manera que se lo pueda absorber en un dispositivo colector especial para su posterior análisis.

Los médicos pueden realizar el análisis a niños que podrían padecer fibrosis quística después de haber transcurrido tan sólo 48 horas del nacimiento. Sin embargo, si el análisis se lleva a cabo durante el primer mes de vida, es posible que sea necesario repetir el análisis dado que los recién nacidos tal vez no produzcan suficiente sudor como para garantizar la confiabilidad de los resultados.

Por qué se realiza
Los médicos solicitan análisis de cloruro en el sudor a niños con antecedentes familiares de fibrosis quística o a aquellos que presentan síntomas de la enfermedad. Los síntomas incluyen problemas de crecimiento, infecciones pulmonares reiteradas y problemas digestivos.

Preparación
Para este análisis, no es necesario realizar ningún tipo de preparación. Antes de realizar este análisis, su hijo puede comer, beber y realizar ejercicio como siempre. También puede continuar tomando medicamentos. El análisis del sudor suele demorar aproximadamente una hora. Por lo tanto, puede llevar libros o juguetes para ayudar a que su hijo pase el tiempo.

El procedimiento
Se lavará y secará la piel en una parte del brazo. A continuación, se conectarán dos electrodos con correas (ver la ilustración). Una de las correas cuenta con un disco con gel de policarpina, un medicamento que estimula a las glándulas sudoríparas para que produzcan sudor. El medicamento se introduce a través de la piel por medio de una corriente eléctrica. Una vez finalizado el estudio, se retiran los electrodos y se limpia la piel.


A continuación, se coloca un dispositivo especial de recolección de sudor (ver ilustración) sobre la superficie limpia de la piel, en la zona en la cual se estimularon las glándulas sudoríparas. El dispositivo se sujeta con cinta sobre la piel para evitar que se mueva. El sudor recolectado se vuelve azul al entrar en contacto con un pigmento de ese color que se encuentra dentro del dispositivo de recolección. De esta manera, el técnico lo puede ver.

Una vez que se ha acumulado suficiente sudor en los tubos que se encuentran en el interior del dispositivo, éste se retira y se coloca en el analizador de sudor. El aparato recolector se retira y se vuelve a limpiar la piel. Es posible que la piel de su hijo quede enrojecida y que continúe sudando durante varias horas después del análisis.

Qué esperar
Este análisis no es doloroso, pero algunos niños sienten un cosquilleo u hormigueo cuando el electrodo aplica corriente sobre la piel.

Obtención de los resultados
Los resultados suelen estar listos en 1 ó 2 días.

Si su hijo tiene un nivel de cloruro en el sudor superior a los 60 milimoles por litro, que es un valor anormal, es posible que padezca fibrosis quística. Sin embargo, algunos niños que sufren de fibrosis quística presentan niveles normales o casi normales de cloruro en el sudor. Si los resultados son positivos o inciertos, se hará un análisis de sangre, en especial en el caso de los bebés.

Riesgos
Este análisis presenta muy poco riesgo de complicaciones. La corriente eléctrica puede enrojecer la piel del niño o hacer que transpire excesivamente durante un breve período de tiempo. En casos excepcionales, la piel puede parecer levemente bronceada.

Cómo ayudar a su hijo
Puede optar por quedarse con su hijo para ayudarlo a distraerse durante el estudio.

Si tiene alguna pregunta
Si tiene alguna pregunta acerca del análisis de cloruro en el sudor o sobre la manera en la que se realiza este estudio, hable con su médico.

Revisado por: Kate Cronan, MD
Fecha de revisión: marzo de 2009


Artículos Relacionados:
Fibrosis quística
La fibrosis quística es un trastorno genético que afecta sobre todo a los pulmones y el sistema digestivo y hace que los niños que la padecen sean más vulnerables a padecer infecciones pulmonares repetidas.
Fibrosis quística: cultivo de esputo
Los cultivos o análisis del esputo ayudan a los médicos a detectar e identificar estas bacterias u hongos para poder recetar antibióticos efectivos.

Recursos Relacionados:
Institutos Nacionales de la Salud
FONTE: http://www.devoschildrens.org/body.cfm?xyzpdqabc=0&id=1059&action=detail&ref=74600&cat_id=20104

sábado, 9 de janeiro de 2010

1 - A Fisioterapia Respiratória antes e pós Transplante

Fisioterapia respiratoria

Introducción
(ver as fotos com as explicações do texto) FOTO.1

FOTO.2

FOTO.3



La Fisioterapia respiratoria es un método terapéutico de reducido coste, inocuo, sin efectos tóxicos o secundarios y de demostrada eficacia para el tratamiento de patologías de diferente índole, como son los procesos que afectan de forma crónica al sistema respiratorio (EPOC, asma, fibrosis quística, enfermedades neuromusculares), procesos agudos (neumonía, abceso pulmonar) o intervenciones quirúrgicas de gran complejidad (trasplantes pulmonares, cardíacos y hepáticos así como otras intervenciones cardíacas o de tórax) que permiten la supervivencia de pacientes que hasta hace unos años estaban condenados a una muerte trempana.
Mirror de http://www.cun.es/areadesalud/tu-salud/cuidados-en-casa/fisioterapia-respiratoria/

El objetivo de la fisioterapia respiratoria es conseguir una mejoría de los síntomas y enlentecer la progresión de la enfermedad, consiguiendo la máxima capacidad física, mental, social y laboral de cada paciente.
- Facilitar la eliminación se secreciones
- Disminuir el trabajo respiratorio, a través de la disminución de las resistencias bronquiales
- Prevenir y tratar las posibles complicaciones pulmonares
La fisioterapia respiratoria suele emplearse durante el postoperatorio inmediato de enfermos afectados de fibrosis quística o EPOC y en pacientes que han sido sometidos a ventilación mecánica.
Las técnicas de fisioterapia respiratoria suelen llevarse a cabo dos veces al día, preferentemente antes del desayuno y la cena, y sobre todo en aquellas situaciones en las que existe un incremento de la secreción bronquial.
Los procedimientos se basan en dos puntos:
1.- La terapia física, que consistirá en fisioterapia respiratoria y ejercicios respiratorios
2.- El entrenamiento muscular, tanto general como de los músculos respiratorios

Terapia física
- FISIOTERAPIA RESPIRATORIA

- Drenaje postural: es la técnica que mejor se tolera y la preferida para la eliminación de las secreciones. El objetivo de esta técnica conseguir que las secreciones drenen por acción de la gravedad hacia bronquios mayores, traquea hasta conseguir expulsarlas con la tos. Para realizar este drenaje postural es preciso colocar al paciente en la situación más adecuada según la zona del pulmón que deseemos drenar. Cada posición debe mantenerse durante 3-5 minutos. Antes de comenzar la técnica es necesario que el paciente sepa toser y respirar de forma profunda y eficaz. No debe realizarse cuando el paciente está recién comido.
- Percusión y vibración: Se usan asociadas a la técnica de drenaje postural. La percusión consiste en dar palmadas, de una manera rítmica, con las manos huecas. Su objetivo consiste el desalojar mecánicamente las secreciones espesas adheridas a las paredes bronquiales. La vibración consiste en la compresión intermitente de la pared torácica durante la espiración, intentando aumentar la velocidad del aire espirado para de esta manera desprender las secreciones.
- Educación de la tos: esta técnica consiste en enseñar a toser, después de una inspiración profunda durante la espiración, procurando hacerla en dos o tres tiempos para un mejor arrastre de las secreciones. Está indicada en el pre y postoperatorios de pacientes con excesivas secreciones, así como en las situaciones de producción excesiva de esputo.
- EJERCICIOS RESPIRATORIOS:Los ejercicios respiratorios tienen como objetivo disminuir el trabajo respiratorio, mejorar la oxigenación y aumentar la función respiratoria. Se realizarán una vez al día.
- Respiración con los labios fruncidos:
1. Inspire lentamente a través de la nariz con la boca cerrada
2. Ponga los labios como para apagar una vela o silbar
3. Espire lentamente a través de los labios semicerrados
4. La espiración debe durar el doble de la inspiración
- Respiración diafragmática:
1.Sentado, con las rodillas flexionadas colocar las manos sobre el abdomen.
2.Inspirar profundamente a través de la nariz manteniendo la boca cerrada. Al inspirar, el abdomen se distiende elevando las manos.
3.Colocar los labios como si fuese a silbar y espirar lente y suavemente de forma pasiva haciendo un sonido silbante sin hinchar los carrillos. Al ir expulsando el aire, los músculos abdominales se hunden volviendo a la posición original.

Ejercicios de expansión pulmonar (FOTO.1)
1.Colocar las manos sobre la zona del torax a expandir aplicando una presión moderada.
2.Inspirar profundamente mientras empuja el tórax expandiéndolo contra la presión de las manos.
3. Mantener unos segundos la máxima inspiración posible y comenzar a espirar el aire lentamente.
4. Al final de la espiración las manos realizan una ligera vibración sobre el área.



Ejercicio para toser de manera eficaz y controlada (FOTO.2)
1.- Respirar lenta y profundamente mientras se está sentado tan derecho como sea posible.
2.- Utilizar la respiración diafragmática.
3.- Contener la respiración diafragmática durante 3 ? 5 segundos y luego espirar lentamente tanto aire como sea posible a través de la boca (la parte inferior de la caja torácica y el abdomen se hunden según se respira).
4.- Hacer una segunda inspiración profunda, contenerla y toser con fuerza desde lo profundo del pecho (no desde la garganta). Toser dos veces de forma corta y forzada.
5.- Descansar después de la sesión.
Es conveniente que la persona tosa de forma controlada 3 ? 4 veces al día, media hora antes de las comidas y al acostarse (descansar de 15 a 30 minutos después de cada sesión).
Es importante que la persona se limpie los dientes y se enjuague la boca antes de las comidas, ya que la sesión de estimulación de la tos se suele asociar fundamentalmente con un mal sabor de boca, lo que produce la disminución del apetito y de la capacidad gustativa.
Ejercicio con espirometría incentivada (FOTO. 3)
1.Sentado sobre la cama o en una silla y situar el espirómetro en posición vertical.
2.Fijar los labios fuertemente alrededor de la boquilla de espirómetro de modo que no entre aire entre ambos.
3.Situar el espirómetro en la posición de flujo que se desee, comenzar siempre con un nivel inferior.
4.Al realizar una inspiración tan profunda como sea posible se debe conseguir que el marcador (bola, cilindro, etc.) se eleve hasta alcanzar su tope superior, debiendo permanecer en ese lugar el máximo tiempo posible.
5.Una vez finalizada la inspiración, se soltará la boquilla y se expulsará el aire por la boca o nariz.
6.Es conveniente toser después de realizar este ejercicio.
Fonte: http://donacion.organos.ua.es/submenu4/unidad-tx-renal/fisioterapia_respiratoria.asp
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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

La Corunha - Hospital Juan Canalejo

La Corunha - Hospital Juan Canalejo
Hotel de Pacientes - Vários Portugueses salvos por um Transplante Pulmonar

Uma vida é pouco para mim

Uma vida é pouco para mim
O meu lema de vida - Dia do meu Transplante Pulmonar