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quarta-feira, 9 de julho de 2014

FDA aprova insulina inalável para diabéticos

09/07/2014 - 08:20
A entidade que regula os medicamentos nos EUA (a FDA) aprovou a comercialização da insulina inalável Afrezza®, um medicamento de acção rápida que substitui as injecções para o controlo glicémico em pessoas com diabetes, avança o SAPO Saúde.

O Afrezza®é um medicamento em pó que se dissolve rapidamente quando atinge o pulmão, fornecendo insulina à corrente sanguínea. Um comunicado divulgado pela MannKind, laboratório que produz o medicamento, informa o sangue atinge os níveis apropriados de insulina entre 12 a 15 minutos após a administração do fármaco.

Porém, a FDA adverte: o medicamento deve ser utilizado em combinação com uma insulina de acção lenta em pacientes com diabetes tipo 1 e não é recomendado a pessoas que fumam ou tratam cetoacidose diabética.

Antes da aprovação, foram realizados testes com mais de 3 mil participantes, portadores de diabetes tipo 1 e tipo 2. Ainda não há previsão para a venda do medicamento na Europa.

A diabetes é uma doença que atinge cerca de 347 milhões de pessoas, segundo dados da Organização Mundial de Saúde. Se for controlada, não prejudica a qualidade de vida do paciente.



FONTE: AQUI

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Los trasplantes de riñón, pueden causar diabetes

Se ha comprobado que el 30% de los pacientes que fueron trasplantados de riñón en el primer año de su operación fueron diagnosticados de sufrir de diabetes. Esta situación mostro la necesidad de que se realizaran estudios para revertir esta alta cifra de pacientes diabeticos nuevos, por lo que en la Universidad de Viena comenzo una investigación de una terapia preventiva de insulina, lo que permitiria reducir de manera considerable los casos de diabetes. «Hemos administrado a los pacientes insulina inmediatamente después del trasplante, independientemente de que fueran o no diabéticos », explica Marcus Säeman, coordinador del estudio. Los resultados fueron muy esperanzadores, «en un grupo de 25 pacientes que fueron tratados con insulina durante los tres meses inmediatamente posteriores al trasplante renal, el riesgo de desarrollar diabetes se reducía en un 75%. Por contra, en el grupo control, que habían sido tratados de acuerdo con los estándares de atención actual, más del 45% desarrolló diabetes al año del trasplante». Si bien aun restan mas pruebas de los resultados de esta terapia preventiva con insulina, lo cierto es que es una gran esperanza para los pacientes que fueron o serán trasplantados de riñón.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Peluche inovador dá apoio a crianças com diabetes

27/04/2012 - 08:11 Para as crianças com diabetes, a rotina das injecções de insulina repetidas várias vezes ao dia pode tornar-se penosa. Com o objectivo de a transformar numa tarefa menos difícil, um grupo de engenheiros norte-americanos criou um urso de peluche interactivo para ajudar os mais pequenos a lidar com a doença e para lhes mostrar que não são os únicos nessa situação, avança o Boas Notícias. O ursinho, baptizado Jerry, foi criado por alunos da Northwestern University's McCormick School of Engineering, nos EUA. Tal como as crianças a quem se destina, sofre de diabetes e precisa de cuidados que deverão ser administrados pelo seu dono e que vão desde a monitorização dos níveis de glicose à própria administração de insulina. Aaron Horowitz, um dos criadores do brinquedo, explicou, citado pelos meios de comunicação internacionais, que o objectivo é ajudar os pacientes jovens com diabetes tipo 1 durante a infância, uma fase especialmente sensível. "É assustador para uma criança. Num dia vão ao médico, no outro os pais têm de lhes dar injecções sete, oito vezes por dia", salientou Horowitz. "Este é um brinquedo que passa pelas dificuldades pelas quais as crianças também estão a passar. Elas não podem ler brochuras médicas, aprendem com a prática", acrescentou, afirmando que toda a equipa acredita que Jerry pode ajudar os mais pequenos a ultrapassar os medos e ensiná-los a seguir todos os passos necessários para a manutenção da sua saúde. Além de ter "pontos" assinalados para as injecções, onde as crianças podem simulá-las, o peluche tem também um sensor que detecta quando recebe insulina, dá sinais quando o nível de açúcar no sangue é baixo e é capaz de falar, avisando a criança de que não se sente bem. Actualmente, Aaron Horowitz e Hannah Chung, outra das mentoras do brinquedo, encontram-se em Providence a trabalhar no aperfeiçoamento de Jerry, sendo que o peluche inovador deverá chegar aos mercados em 2013, embora o prazo possa variar. À criação deste novo amigo para as crianças com diabetes prevê-se o desenvolvimento de outros brinquedos do género, destinados a jovens com problemas de saúde diversos, desde a asma à obesidade. Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/27-04-12/peluche-inovador-da-apoio-criancas-com-diabetes

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Portugal - Acção inédita no metro de Lisboa chama a atenção para a diabetes


17/01/2012 - 10:43
A estação de metro do Marquês do Pombal, em Lisboa, foi o palco escolhido para uma “acção relâmpago” que surpreendeu todos os que por ali passavam. O objectivo foi sensibilizar as pessoas através de um hino criado propositadamente para a Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP) e que vem reforçar a campanha “Juntos vamos dar a cara pela Diabetes”, avança comunicado de imprensa.

A acção, que poderá ver no vídeo abaixo, contou com os Hands on Approach, que deram voz ao Hino, associando-se desta forma à nova campanha de angariação de sócios da APDP. A letra do Hino foi desenvolvida, em conjunto, pela APDP e os Hands on Approach e procura reflectir os sentimentos de uma pessoa que acaba de descobrir que tem diabetes e o apoio que a associação presta, seja na prevenção e controlo, na educação do doente, no tratamento ou na investigação.

“A mensagem é de esperança, coragem e persistência. Queremos que as pessoas com diabetes aceitem a doença, aprendam a viver com ela e a controlá-la. Sobretudo, queremos que as pessoas fiquem sensibilizadas para uma doença que já atinge um milhão de portugueses, sendo que 400 mil não sabem que têm esta doença”, explica Luís Gardete, presidente da APDP.

A nova campanha de angariação de sócios da APDP “Juntos vamos dar a cara pela diabetes” reune nomes como Paulo Bento, Paula Moura Pinheiro, Luís Suspiro, Maria de Lourdes Modesto, Débora Monteiro e Maria de Lurdes Rodrigues. O objectivo desta campanha é duplicar o número de sócios e chegar aos 50 mil, garantindo a sustentabilidade da associação que, desta forma, poderá dar continuidade ao trabalho desenvolvido junto das pessoas com diabetes. Para ser sócio bastará inscrever-se em www.apdp.pt ou ligar 213 816 107.



Sobre a APDP

Fundada em 1926, a APDP é a associação de doentes mais antiga do mundo. Com cerca de 25 mil diabéticos inscritos, desenvolve a sua actividades na luta contra a diabetes e no apoio à pessoa com a doença, tendo sempre como meta a integração das pessoas com diabetes na sociedade, enquanto elementos activos. A APDP tem sido pioneira na prevenção e educação dos diabéticos. Conhecer melhor a doença e explorar novas formas de tratamento, são os principais objectivos, a par da criação de estruturas capazes de dar resposta aos diversos problemas que envolvem a diabetes.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/17-01-12/accao-inedita-no-metro-de-lisboa-chama-atencao-para-diabetes

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Número de doentes a necessitar de transplante renal está a aumentar

O número de doentes a precisar de um transplante renal sobe todos os anos e a culpa é dos maus hábitos alimentares, avança o jornal i. "As listas de espera têm quase que duplicado de cinco em cinco anos e só ultimamente é que se tem verificado uma redução", assegurou Helena Alves, directora do Centro de Histocompatibilidade do Norte.
A responsável salienta que os números se devem ao aumento de prevalência de doenças como a diabetes, a hipertensão e o colesterol, uma vez que "a doença genética é mais ou menos controlada". O número de doentes renais à espera de transplante em Portugal, por milhão de habitantes, é superior ao espanhol. "Estive a investigar para perceber porque é que isso acontece. Primeiro pensei que fizessem mais transplantes em Espanha, e verifiquei que não. Depois equacionei o facto de eles não terem listas tão inclusivas como as nossas e limitarem o acesso aos transplantes, mas também não era isso. Por fim, percebi que a diferença está nos cuidados de saúde primários", esclareceu a médica, em declarações ao i. "Não detectamos as doenças a tempo e depois já é tarde." A solução, segundo a especialista, passa por "melhorar os cuidados de saúde primários e investir na educação com o objectivo de criar hábitos saudáveis".

Doação de órgãos já não é tabú

O CHN existe formalmente desde 1983 e nestas quase três décadas reuniu um arquivo biológico de mais de 200 mil indivíduos, nos quais se incluem os inscritos no Centro Nacional de Dadores de Células de Medula Óssea, Estaminais ou de Sangue do Cordão (Cedace). Só no Cedace há uma lista de 252 mil potenciais dadores, um número "muito generoso e bastante superior ao espanhol", assegura Helena Alves.

"Hoje em dia as pessoas estão mais sensibilizadas para a doação de órgãos" mas, ao contrário do que se possa pensar, "a doação não depende do consentimento das famílias, a não ser que se tratem de crianças". No caso dos dadores-cadáveres, a menos que estejam inscritos no Registo Nacional de Não Dadores (Rennda), os órgãos são retirados sem autorização dos familiares. A doação é presumida.

"Claro que a equipa que acompanha este processo conversa sempre com a família e explica os procedimentos", clarifica a médica, que assegura que na maioria dos casos "saber que órgãos dos seus entes queridos vão poder salvar vidas acalma a dor da perda". Apenas 0,3% da população portuguesa está incrita no Rennda, um número que a directora do CHN considera "muito pouco expressivo". Apesar da indisponibilidade de doar os seus órgãos, quem estiver inscrito no Rennda não perde o direito de receber um órgão. "Há uma discussão filosófica a esse nível. Será que quem está indisponível para dar deve receber? Bom, ninguém tem coragem de negar um órgão a um doente."

Para além dos dadores-cadáveres, existe ainda outro tipo de dadores: os vivos. Estes apenas podem doar um rim ou parte do fígado e, nesta matéria, Helena Alves recomenda "muita prudência". Existe sempre a possibilidade de o dador estar a ser coagido e, por isso, "é terreno perigoso". Em Portugal, desde 2007 que é permitida a doação de órgãos por dador vivo entre pessoas sem relação de consanguinidade. Segundo dados de 2010, o número de transplantes de dadores vivos sem relação de consanguinidade representa já 41% da doação em vida.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Cómo cuidar los riñones



La frecuencia de la enfermedad renal crónica está en aumento. Más de 500 millones de personas en el mundo padecen alguna forma de daño renal. Las causas más importantes son la hipertensión arterial y la diabetes.

Se dice mucho de cuidar el corazón, el hígado… ¿y el riñón? Este órgano par cumple funciones vitales en el organismo, tales como la regulación de la presión arterial, la eliminación del exceso de ácidos del organismo, el mantenimiento de una composición constante de los líquidos del organismo y la síntesis de hormonas que participan en producción de glóbulos rojos y en la calcificación de los huesos. La pérdida progresiva de estas funciones se denomina enfermedad renal crónica o insuficiencia renal crónica y en estadios avanzados sólo existen dos formas de sustituir las funciones del riñón: diálisis y trasplante renal.
La frecuencia de la enfermedad renal crónica está en aumento. Más de 500 millones de personas en el mundo padecen alguna forma de daño renal. Las causas más importantes son la hipertensión arterial y la diabetes. Actualmente, existen en el mundo 240 millones de diabéticos y un billón de hipertensos.
La presencia de enfermedad renal crónica está asociada con un aumento del riesgo cardiovascular. Tanto es así que la muerte de causa cardiovascular aumenta 8 veces en el paciente enfermo de los riñones. 
Aproximadamente 1.7 millones de personas en el mundo reciben diálisis y esta cifra aumenta entre un 5% y un 8% por año en los países desarrollados, debido al aumento de la población añosa, la alta prevalencia de diabetes e hipertensión arterial, la mejor sobrevida de las personas en diálisis y el poco egreso por trasplante renal. 
En la Argentina, según datos de INCUCAI, se calcula que 105 personas por cada millón de habitantes necesitan diálisis. Se encuentran en diálisis actualmente 25.814 pacientes de los cuales sólo 5.658 están en lista de espera para trasplante renal. En el transcurso del año 2010 se realizaron solo 1.065 trasplantes renales en todo el país.

Sin síntomas

La enfermedad renal crónica generalmente no da síntomas hasta etapas avanzadas. Por lo tanto, su identificación precoz es fundamental ya que existen medidas terapéuticas que disminuyen su velocidad de progresión y sus consecuencias. Un simple análisis de sangre y de orina, y la medición de la presión arterial, son medidas suficientes para detectar algún signo de enfermedad renal. El nivel de creatinina en sangre y la pérdida de proteínas en orina (relación albumina/creatinina en orina) son los elementos que el nefrólogo observa para diagnosticar y precisar el estadio del problema renal.

Si Ud. pertenece a alguno de estos grupos de riesgo, le aconsejamos concurrir a su médico para prevenir y frenar a tiempo la enfermedad renal:
- Mayores de 50 años 
- Obesos
- Fumadores
- Hipertensos o diabéticos  
- Personas con antecedentes familiares de hipertensión arterial o diabetes 
- Individuos con enfermedad renal (litiasis, Infecciones urinarias a repetición, poliquistosis renal, glomerulopatías, etc.)
- Historia familiar de enfermedad renal

Contacto: Servicio de Nefrología y Trasplante renal (interno 2190, mail: MPACHECO@cas.austral.edu.ar).


Fecha: 06/07/2011 


Fonte: http://www.hospitalaustral.edu.ar/novedad.asp?iNoticia=558

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Crianças diabéticas com menos de cinco anos vão ter acesso a bombas de insulina

A ministra da Saúde, Ana Jorge, anunciou, em Aveiro, que o Governo vai alargar a distribuição gratuita de bombas infusoras de insulina às crianças com menos de cinco anos, a quem tenha sido diagnosticada a diabetes, noticia a agência Lusa.


Segundo a governante, esta medida, insere-se no seguimento da acção do Ministério da Saúde de "alargar faseadamente esta disponibilidade de meios de tratamento, a todos que tenham indicação do médico para poderem usar as bombas".

"As bombas de insulina são fundamentais para que estas crianças possam viver a sua vida normal, correr, saltar e brincar como todas as outras crianças", adiantou a ministra da Saúde, que falava durante a abertura do IV Fórum Nacional da Diabetes, em Aveiro.

Inicialmente, as bombas de insulina começaram a ser distribuídas apenas aos doentes com indicações clínicas para terem os aparelhos e, no ano passado, passaram a ser distribuídas, também, a diabéticas do tipo 1 que queiram engravidar ou que já estejam grávidas.

As bombas infusoras de insulina são pequenos dispositivos electrónicos, com um reservatório de insulina de acção rápida, ligado a um tubo muito fino que leva a medicação até um cateter colocado por debaixo da pele, diminuindo, assim, as injecções necessárias para manter os níveis adequados de glicose no sangue.

Ainda no decorrer do Fórum, a ministra da Saúde anunciou a criação de um projecto-piloto para a gestão integrada da diabetes, que vai ser implementado "de imediato" em sete locais do País, abrangendo cerca de um milhão de pessoas.

Este projecto, segundo a governante, surge da necessidade de "desenvolver modelos de gestão de doença crónica. Isto é, de fazermos um programa integrado para acompanhar pessoas que têm doenças como esta".

Ana Jorge explicou ainda que, com este projecto pretende-se alcançar uma "gestão integrada da doença", podendo de uma forma "mais racional e mais próxima das pessoas" responder àquilo que são as necessidades dos diabéticos.

Actualmente, segundo o coordenador do Programa Nacional da Diabetes, José Manuel Boavida, existem mais de 900 mil pessoas em Portugal com diabetes, embora cerca de 400 mil não estejam diagnosticadas.

Número de crianças com tipo 1 está a aumentar em idades cada vez mais jovens


O número de crianças com diabetes tipo 1 está a aumentar para idades cada vez mais jovens, surgindo anualmente cerca de 40 crianças com menos de quatro anos com a doença, alertou o coordenador nacional da diabetes.

As previsões apontam para que em 2020, em relação a 2005, a incidência de diabetes tipo 1 duplique nas crianças com menos de cinco anos, disse à agência Lusa a endocrinologista Alice Mirante, da Sociedade Portuguesa de Pediatria, a propósito do Dia Mundial da Diabetes, que se assinala no domingo.

“Era um número nunca antes imaginado ser possível e que coloca um desafio muito grande aos médicos pediatras” e “exige uma estrutura de cuidados extremamente cuidadosa”, defende, por seu turno, o coordenador do Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Diabetes, José Manuel Boavida.

Alice Mirante acrescentou que o número de crianças com diabetes tipo 1 está a aumentar em todas as idades, nomeadamente nas crianças mais jovens, mas “é uma tendência que se verifica em Portugal e no resto do mundo”.

No entanto, salienta, “as crianças com diabetes tipo 1, especialmente as crianças com menos de cinco anos, são um grupo que nos merece a maior atenção”.

Segundo a médica, os factores relacionados com esta doença são “múltiplos e englobam a susceptibilidade genética ligada às doenças auto-imunes, bem como múltiplos factores ambientais que levam à destruição auto-imune das células beta do pâncreas produtoras de insulina”.

O papel da obesidade infantil ainda não está claramente definido neste tipo da diabetes, mas é fundamental na diabetes tipo 2, que está também a aumentar e em idades cada vez mais jovens, alerta a endocrinologista.

Um estudo realizado em 2009 pela Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade, em parceria com a Plataforma Nacional Contra a Obesidade, revela que perto de um terço das crianças portuguesas entre os dois e os cinco anos estão em estado de pré-obesidade ou obesidade.

Quanto às medidas que podem ser tomadas para evitar o aparecimento da diabetes tipo 1, Alice Mirante disse que “são difíceis de definir dada a natureza multifactorial da doença”, mas estão em “ampla e intensa investigação”.

“Em todas as crianças, e em particular as crianças com menos de cinco anos, a terapia com infusão subcutânea contínua de insulina (bombas infusoras de insulina) é o tratamento ideal desde o início da doença”, explicou.

Em Portugal, à semelhança do que sucede noutros países europeus, devem ser equacionadas medidas para possibilitar a introdução deste tratamento desde o início da diabetes na criança, defendeu Alice Mirante.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/news/10648/15/Criancas-diabeticas-com-menos-de-cinco-anos-vao-ter-acesso-a-bombas-de-insulina.html

Diabetes: Centro Hospitalar de Coimbra cria portal interactivo inovador

A unidade de diabetologia do Centro Hospitalar de Coimbra (CHC, EPE) lançou domingo um portal na Internet com uma plataforma interactiva entre doente e médico, a primeira criada em Portugal com este "interface directo paciente/clínico", avança a agência Lusa.


Na página (www.portaldiabeteschc.pt.vu) criada pelo Hospital de Dia de Diabetes e Doenças Metabólicas (HDD), do Serviço de Medicina Interna do CHC, EPE, os doentes podem consultar informação sobre a alimentação mais adequada, as várias consultas disponíveis e ainda enviar, para o seu médico assistente, ficheiros com o registo do auto-controlo da glicemia.

Além de evitar que doentes residindo a grande distância se desloquem ao hospital, o envio dos valores do auto-controlo glicémico permite “um controlo mais apertado” dos pacientes e faz com que estes se sintam mais apoiados, disse à Lusa o médico do HDD Bruno Almeida, gestor do portal.

Designada “O meu Hospital” e disponível 24 horas por dia, esta é “a primeira página de Internet de uma unidade de diabetologia em Portugal, com uma plataforma interactiva entre doente e médico”, lê-se numa nota sobre o portal.

Na página, os doentes, além do acesso a informação sobre os cuidados a ter, podem também colocar dúvidas.

Para a população em geral, o portal terá também informação sobre a diabetes e várias ligações a outras páginas relevantes na matéria.

Lançada hoje, Dia Mundial da Diabetes, a página vai disponibilizar, no futuro, informação mais detalhada sobre a alimentação ou a administração da insulina e ainda uma área destinada aos médicos, adiantou Bruno Almeida.

O portal foi apresentado hoje de manhã no auditório do Hospital Geral do Centro Hospitalar de Coimbra, numa sessão com a presença do conselho de administração do CHC, EPE, representantes da Administração Regional de Saúde do Centro, responsáveis de várias unidades de saúde e associações de diabéticos, entre outras entidades.

Bruno Almeida recordou dados de um estudo recente que indicam que 11,7% da população portuguesa é diabética, embora apenas 6,5% se encontre diagnosticada

Fonte:  http://www.rcmpharma.com/news/10654/15/Diabetes-Centro-Hospitalar-de-Coimbra-cria-portal-interactivo-inovador.html

sábado, 6 de novembro de 2010

Do the BiG Blue Test, on World Diabetes Day Video



Queridos Leitores,
Com sabem os diabetes podem aparecer na Fibrose Quistica e nos Transplatados, por isso divulgo este video, muito útil para todos,
Um abraço,
Sandra Campos

Fonte:
EsTuDiabetes


Un mensaje a todos los miembros de EsTuDiabetes
Queridos amig@s,
Por pocos días y por una buena causa, contamos con un par de minutos de su tiempo antes de acceder a EsTuDiabetes.
Cuando lleguen a la página, verán un mensaje que los invita a tomar un momento para ver el video de la Gran Prueba Azul y compartirlo. Cada vez que alguien ve el video hasta el 14 de noviembre, un niño con diabetes recibe insulina.
Puedes leer más acerca de este proyecto y ayudarnos a distribuir la nota de prensa aquí:
http://www.estudiabetes.org/forum/topics/al-ver-este-video-un-nino-con
Si has visto ya el video y caes en la página donde mostraremos el video en lugar de la página principal de EsTuDiabetes, puedes acceder la página principal haciendo click aquí:
http://www.estudiabetes.org/main
o haciendo clic en el enlace "Entrar a EsTuDiabetes" al tope y al pie de dicha página.
Gracias por tu apoyo para lograr que esta iniciativa sea un éxito. Es ASI de fácil salvad las vidas de miles de niños.
-- Manuel (Manny) Hernande
Fundador, EsTuDiabetes

Visitar EsTuDiabetes en: http://www.estudiabetes.org/?xg_source=msg_mes_network

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Tratamiento nutricional de pacientes adultos con diabetes asociada a la fibrosis quística

Pacientes com diabetes relacionada à fibrose cística (CFRD) têm uma expectativa de vida menor do que outros pacientes com FC, principalmente as mulheres (1). O tratamento com insulina parece prolongar a expectativa de vida por causa dos seus efeitos no estado nutricional e no funcionamento pulmonar (2). O tratamento dietético de pacientes com CFRD é um desafio para os dietistas, já que as recomendações das diretrizes da FC entram em conflito com aquelas dispensadas para a diabetes. (Tabela 1)
Tabela 1: Recomendações conflitantes nos protocolos dietéticos da Elsevier holandesa para fibrose cística (2002) e diabetes mellitus (1998)
(1) Dose diária recomendada
(2) Porcentagem da energia diária proveniente de
Fibrose Cística Diabetes Mellitus
120% a 150% de dose diária recomendada(1) para energia 100% de dose diária recomendada(1) para energia
35% a 40% en(2) de gordura 30% en(2) gordura: <10% en gorduras saturadas
15% a 20% en(2) de proteína 10% a 20% en(2) de proteína
40% a 50% en(2) de carboidrato 50% a 60% en(2) de carboidrato
A maioria dos pacientes com FC precisam de um tratamento dietético desde a tenra idade, antes de contraírem CFRD. Graças à terapia nutricional e às melhorias no tratamento médico, os pacientes com FC estão vivendo mais tempo, o que aumenta a ocorrência de CFRD. A perda de peso (por causa da perda de glucose na urina) pode ser um indicador de CFRD. Depois que a CFRD é diagnosticada, o dietista se vê diante de um dilema: o tratamento dietético deve ser modificado para diminuir o risco de complicações relacionadas à diabetes, como doenças cardiovasculares? Em outras palavras, o dietista deveria aconselhar a ingestão de menos energia, um tipo diferente de gorduras ou menos gorduras? Essas medidas são comuns para um paciente obeso com diabetes no ocidente, mas pode não ser apropriadas para um paciente magro com FC.
Investigamos quais metas dietéticas têm prioridade entre os pacientes holandeses com CFRD e acumulamos novas provas baseadas nas diretrizes dietéticas de acordo com as diretrizes dietéticas internacionais para a CFRD (6).
DNA
Apresentação de Francis Hollander na conferência ECFS em Belek, na Turquia, em junho de 2007
Objetivo do estudo
Estudamos a literatura disponível para investigar as prioridades no tratamento dietético entre pacientes adultos com CFRD.
Métodos
O estudo da literatura se baseou nos trabalhos encontrados nos bancos de dados Pumed (de 1988 até a presente data) e Cochrane, o que resultou em esboços de recomendações. Esses esboços de recomendação foram discutidos e retificados em novembro de 2006 por oito membros do grupo de trabalho holandês "Dietistas Especializados em Fibrose Cística em Adultos", dando lugar às diretrizes finais.
Resultados
Vinte e três trabalhos sobre a detecção e o tratamento de CFRD foram descobertos, além de uma diretriz dietética baseada em provas. Não foi encontrada nenhuma meta-análise ou experiência de intervenção dietética controlada e aleatória. Assim sendo, as recomendações se baseiam em estudos coortes e as práticas clínicas atuais descritas nas diretrizes de consenso clínico.
As recomendações dietéticas podem ser divididas em recomendações gerais (para o grupo inteiro de pacientes com CFRD) e recomendações específicas para os grupos selecionados, de acordo com a massa corporal e os níveis de lipídios no sangue. As recomendações dietéticas gerais dizem respeito ao tratamento com insulina e a quantidade de proteína, gorduras e fibras dietéticas. As recomendações específicas dizem respeito à energia ingerida, assim como os carboidratos e os tipos de gorduras dietéticas.
Recomendações gerais
O tratamento com insulina teve diversos efeitos positivos: normalização do nível de açúcar no sangue, maior funcionamento pulmonar, menos infecções e efeitos anabólicos no metabolismo da proteína (5, 6, 11, 12, 13). Assim sendo, todos os pacientes com CFRD devem ser tratados com insulina.
O metabolismo da proteína é afetado pela CFRD, pois a proteólise aumenta. Nenhuma restrição é feita para o consumo de proteína a fim de evitar o catabolismo das proteínas armazenadas no corpo, o que prejudicaria o estado nutricional. Até mesmo para os pacientes com microalbuminuria é recomendado um mínimo de 0,8 a 1,0 g de proteína por quilo de massa corporal (5, 6, 9, 11, 12).
A recomendação para o consumo de gorduras é de 35% a 40% en para todos os pacientes com CFRD, independentemente do IMC ou lipídios no corpo. A gordura é uma fonte de energia importante e, por isso, não há restrição para a quantidade de gorduras imposta para evitar a perda de peso e o subsequente estado nutricional prejudicado (4-9, 11, 15, 16). Entretanto, com o prolongamento da longevidade, pode ser prudente aconselhar aos pacientes os tipos de gorduras dietéticas, especialmente quando são observados efeitos nos lipídios no sangue (consulte as "recomendações específicas") (6).
A recomendação para o uso de fibra dietética é de 3 g / MJ. A fibra dietética melhora o equilíbrio do açúcar no sangue e tem efeitos benéficos no metabolismo dos lipídios (6, 14). Além disso, verificou-se que as fibras solúveis retardam a absorção de glicose após a refeição e têm efeitos benéficos no metabolismo de lipídios (6).
Por outro lado, os alimentos que contêm fibras dietéticas tendem a ter menor densidade de energia, tornar a refeição mais robusta e promover a sensação de saciedade. Os alimentos ricos em fibra não devem comprometer a ingestão de energia para os pacientes com CFRD que estão abaixo do peso.
Recomendações específicas
Manter um peso saudável (em outras palavras, evitar a perda de peso) é importante para a sobrevivência de pacientes com FC. Não encontramos nenhuma evidência de que isso seria diferente para os pacientes com CFRD. A maioria dos pacientes com CFRD que são bem tratados acabam ganhando peso. Para evitar o sobrepeso, ingerir 120% a 150% da dose diária recomendada para energia (5) podem não ser necessários. Portanto, a recomendação de energia pode ser ajustada de acordo com os diferentes grupos de IMC (peso em quilo dividido pela altura em metros ao quadrado [m2]).
Considerando a literatura disponível e os critérios baseados na experiência de dietistas especializados em FC, criamos recomendações específicas para grupos com massa corporal e níveis de lipídio no sangue diferentes. As recomendações específicas estão resumidas neste fluxograma. (Figura 2)
Clique para ampliar:
DNA
Figura 2: Fluxograma para a seleção apropriada do tratamento dietético de pacientes adultos com CFRD
Recomendações específicas para pacientes com CFRD e IMC abaixo de 18.5
A prioridade neste grupo para aprimorar a sobrevivência é ganhar peso com uma dieta rica em energia de 120% a 150% da dose diária recomendada (3). A ingestão de carboidratos não deve ser restritiva a fim de evitar um déficit na entrada de energia. Entretanto, a fim de estabilizar os valores do açúcar no sangue, é recomendado contar a quantidade de carboidratos e a insulina deve ser ajustada para essa quantia (5). O consumo de fibras dietéticas não é enfatizado neste grupo para evitar que alimentos com alto teor de fibras dietéticas comprometam a entrada de energia. Aumentos em soro colesterol e triglicérides não são comuns em pacientes com FC (10), então não serão necessárias restrições na dieta da maioria dos pacientes quanto às gorduras saturadas. Até mesmo para pacientes com níveis alterados de lipídios no sangue, não é recomendada nenhuma restrição às gorduras saturadas, já que doenças cardiovasculares raramente afetam adultos com CFRD (5, 9, 11).
Recomendações específicas para pacientes com CFRD e IMC entre 18.5 e 25.
É importante manter uma massa corporal saudável (5). Para evitar alterações bruscas nos níveis de açúcar no sangue, o consumo de bebidas adoçadas com açúcar entre as refeições deve ser restrito. Quando tomadas com as refeições, a quantidade de insulina de rápida ação deve ser aumentada de acordo (4, 5, 10, 12). Não encontramos nenhuma evidência para restrições de outros grupos de alimentos ricos em carboidratos, mas é essencial contar os carboidratos para ajustar as doses de insulina. Não existem evidências de que pacientes com CFRD corram mais riscos de ter doenças cardíacas do que os pacientes com FC que não têm diabetes, então não parece ser necessário fazer restrições às gorduras saturadas (8). Entretanto, sugere-se que isso possa se tornar relevante para pacientes mais velhos com CFRD e que apresentam doenças cardiovasculares sérias (10, 12). Então, quando os níveis de lipídio no sangue forem alterados neste grupo, parece prudente conversar sobre o uso preferencial de gorduras insaturadas (4).
Recomendações específicas para pacientes com CFRD e IMC acima de 25.
A prioridade neste grupo é evitar mais ganho de peso. A recomendação para a energia deve ser diminuída neste grupo para < 100% da dose diária recomendada (4). Os carboidratos são uma fonte importante de energia, mas devem ser moderados para diminuir a entrada de energia e evitar alterações bruscas nos níveis de açúcar no sangue (4, 13). Os alimentos ricos em fibras são recomendados para este grupo porque as fibras dietéticas tornam a refeição mais robusta e promovem a sensação de saciedade (6). A hiperlipidemia pode ocorrer em pacientes com CFRD após o transplante pulmonar e o uso de medicamentos (esteróides por via oral). Assim sendo, quando os níveis de lipídio no sangue sofrem alteração neste grupo, parece prudente restringir a contribuição calórica das gorduras saturadas em 10% da entrada total de energia (de acordo com as recomendações para a população em geral) a fim de evitar o possível desenvolvimento de futuras complicações cardiovasculares sérias nos pacientes com CFRD que têm uma vida mais longa.
Conclusões
De acordo com a literatura, descobrimos que a CFRD requer uma diretriz dietética específica que contém elementos das diretrizes dietéticas tanto no tratamento de FC como no de diabetes. A massa corporal e os níveis de lipídio no sangue do paciente determinam as prioridades do tratamento dietético. Desenvolvemos um fluxograma para a seleção do tratamento dietético apropriado com base nos seguintes dados:
  • O controle adequado do açúcar no sangue não parece ser diferente daquele feito na diabetes normal (sem FC).
  • Em comparação aos adultos saudáveis, as recomendações de energia são mais altas para a maioria dos pacientes com CFRD a fim de manter a massa corporal.
  • As gorduras saturadas não devem ser restritas para IMC < 18.5, pois não são conhecidos efeitos em longo prazo nas doenças cardiovasculares neste grupo de pacientes com CFRD. A entrada adequada de energia é uma prioridade neste grupo.
As evidências apontam que o tratamento adequado de pacientes com CFRD dentro destas recomendações dietéticas aprimorará o estado nutricional e a saúde em longo prazo.
Referências
1) Milla et al. Diabetes Care 2005 Sep; 28(9):2141-4
2) Rolon et al. Acta Paediatr 2001 Aug; 90(8):860-7
3) Dray et al. Eur J Clin Nutr. 2005 Jan; 59(1): 152-4
4) Meeting Dutch working group Adult CF specialist Dietitians Utrecht; 2006 Nov
5) Wilson, D.C. et al. Clinical Nutrition (Edinburgh, Scotland). 2000 Apr; 19(2):87-93.
6) Management of cystic fibrosis related diabetes mellitus report of the UK cystic
fibrosis trust diabetes working group, June 2004
7) van der Laag J. et al. Informatorium voor Voeding en Diëtetiek (maart 2004), p. XVIIIa– I-XVIIIa–2
8) Winder-Bakker E. et al. Dieetbehandelingsrichtlijn Cystic Fibrosis, Elsevier protocol 2002
9) Lanng, S. Paediatric respiratory reviews. 2001 Sep; 2(3):253-9
10) Brennan, A.L. et al.Journal of cystic fibrosis, 2004 Dec; 3(4):209-22. Epub 2004 Oct 27
11) Moran, A. et al. Diabetes research and clinical practice, 1999 Aug; 45(1):61-73
12) Costa, M. et al. Diabetes & metabolism, 2005 Jun; 31(3 Pt 1):221-32
13) Dieetbehandelingsrichtlijn Diabetes mellitus, Elsevier protocol, 1998 december
14) Dutch Diabetes Federation, Dietary guidelines in diabetes, edition 2006
15) Rafii, M. et al. The American journal of clinical nutrition, 2005 Feb; 81(2):421-6
16) Lanng, S. et al. BMJ (clinical research ed.) 1995 Sep 9; 311(7006):655-9

Fonte: http://www.cfww.org/pub/portuguese/cfwnl/12/1273/Tratamiento_nutricional_de_pacientes_adultos_con_diabetes_asociada_a_la_fibrosis_qu%C3%ADstica

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

En estudio, un páncreas artificial para controlar la diabetes.

Crean un páncreas artificial que puede revolucionar el tratamiento de la diabetes




Una científica británica ha desarrollado un páncreas artificial que puede revolucionar el tratamiento de la diabetes ya que permitiría acabar con las inyecciones diarias que necesitan los diabéticos para controlar los niveles de glucosa.

El páncreas artificial, que aún está sometido a exámenes pre-clínicos, ha sido creado por la profesora Joan Taylor, de la Universidad De Montfort, en Leicester (Inglaterra).


Las personas con diabetes o no producen insulina o la que generan no consigue regular los niveles de azúcar, lo que provoca serias complicaciones para el organismo.

Este órgano, del que informa hoy el periódico "The Times", tiene una carcasa de metal que se mantiene en su lugar por una barrera de gel y éste responde a los niveles de azúcar en la sangre, ya que genera insulina cuando es necesario.

Entre la última costilla y la cadera.

El órgano podría ser implantado entre la última costilla y la cadera y rellenado de insulina cada pocas semanas. "Me di cuenta que podía utilizar una cierta proteína (que no especifica) para crear un gel que pudiera reaccionar a la glucosa -dijo Taylor-. Cuando es expuesto a los fluidos del cuerpo alrededor de los órganos internos, el gel reacciona de acuerdo con la cantidad de glucosa presente". "Los altos niveles hacen que el gel se ablande y libere insulina en el torrente sanguíneo", agregó.

Según "The Times", si las pruebas resultan exitosas, el páncreas artificial sería una solución simple y barata para los diabéticos. La científica dijo que el órgano no tiene pilas y no sería visible en la superficie de la piel.

Taylor y su equipo de colaboradores confían en pasar a las pruebas clínicas en los próximos años y, de tener éstas buenos resultados, el órgano artificial estaría disponible dentro de entre cinco y diez años.

fonte: http://atp-pancreas.blogspot.com/2010/09/en-estudio-un-pancreas-artificial-para.html

quinta-feira, 11 de março de 2010

Já não basta a Fibrose Quistica, também têm que vir os diabetes?

Em alguns casos, os pacientes de FIbrose Quistica também sofrem de diabetes.
Aqui fica uma boa noticia:

Exame não-invasivo pode prevenir amputações de pés em diabéticos

Um novo método não-invasivo desenvolvido por investigadores do Bosch Institute, na Austrália, consegue analisar o fluído das úlceras provocadas nos pés de diabéticos, prevenindo amputações. O trabalho revela que altos níveis de uma enzima particular podem indicar se a cicatrização é lenta demais, avança o site Ciência Diária.
Se uma pessoa diabética desenvolve uma úlcera no pé, intervenções devem ser feitas rapidamente para prevenir eventuais complicações que podem levar à amputação dos dedos ou mesmo dos pés. O tratamento das úlceras inclui podologia e aplicação de antibiótico, mas em alguns casos não é o suficiente.
A incidência da diabetes tende a aumentar muito nas próximas décadas. Muitas pessoas não sabem que têm a doença, levando a quadros clínicos mais graves. Cerca de 15% desenvolvem úlceras nos pés.
“Ficamos intrigados em saber por que as úlceras do pé de um diabético não curam em alguns doentes”, disse Susan McLennan, responsável pela pesquisa. “Já sabíamos que uma infecção pode atrasar a cura, mas não conseguíamos explicar a cura lenta quando não há infecções”.
Então, os investigadores passaram a dar atenção a 50 dientes com úlceras no pés, recolhendo amostras do líquido da ferida. Nas pessoas que tinham altos níveis da enzima MMP-8, a cura atrasou em mais de 12 semanas.
Até então, nenhum teste simples podia prever o tempo de cicatrização de uma ferida em um diabético. Mas, quanto maior é o tempo de cicatrização, maior o risco de amputação. Os resultados da nova investigação mostram que um exame simples pode ajudar médicos e doentes a evitar consequências drásticas.
Entre as recomendações sobre os cuidados com os pés de diabéticos estão o uso de calçado apropriado, evitar andar descalço (mesmo dentro de casa), inspecção diária do espaço entre os dedos e a planta dos pés, observação de lesão, descoloração ou edema nos mesmos.
Diabetes, insulina e cicatrização
Há diferentes tipos de diabetes, mas todos são caracterizados pela carência de insulina no corpo. A diabetes tipo 1 é uma doença auto-imune caracterizada pela destruição das células beta produtoras da insulina. Já o diabetes tipo 2 possui um forte factor hereditário, estando também relacionada à obesidade e ao sedentarismo. Neste caso, há produção de insulina pelo corpo, mas as células musculares e adiposas são incapazes de absorvê-la, impedindo o organismo de metabolizar glicose suficiente do sangue.
Outros tipos de diabetes são: diabetes gestacional, diabetes associada à poliendocrinopatias autoimunes, diabetes associada à desnutrição de fibrocalculoso, diabetes relacionada à anormalidade de insulina, diabetes secundária a doença pancreática, resistência congénita ou adquirida à insulina e diabetes tipo LADA.
Os pés devem ter uma atenção redobrada em diabéticos, já que estão vulneráveis a feridas, pois o fluxo sanguíneo é mais baixo do que em pessoas saudáveis e a cicatrização mais demorada – com riscos mais elevados de infecção.
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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

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2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

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Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

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