Mostrar mensagens com a etiqueta SPP. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta SPP. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Esquadrão da Pneumonia aposta na prevenção

06/11/2013 - 08:51

“Esquadrão da Pneumonia” é uma campanha de sensibilização e prevenção da Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP), que tem início no dia 12 de Novembro, Dia Mundial da Pneumonia, e prolongar-se-á pelas duas semanas seguintes, com o objectivo de sensibilizar a população para a Pneumonia e para os problemas com ela relacionados, avança comunicado de imprensa. 7

A Pneumonia pode ser mortal. Apesar de não ser sazonal – há internamentos e mortes por Pneumonia ao longo de todo o ano – é nos picos de Gripe, altura em que nos encontramos – que se dá a maior incidência da doença.

A prevenção é, por isso, a bandeira deste Esquadrão, que vai percorrer o País de norte a sul – Lisboa, Faro, Coimbra, Viseu e Porto - numa unidade móvel, entre os dias 12 e 26 de Novembro.

Técnicos de saúde vão realizar testes de espirometria e transmitir informação sobre a doença, formas de prevenção e esclarecer outras dúvidas.

Esta iniciativa dirige-se a toda a população, sobretudo, aos adultos a partir dos 50 anos, os mais afectados pela Pneumonia, bem como os grupos de risco, que incluem pessoas com doenças crónicas associadas como a diabetes, doenças respiratórias ou cardíacas, e que tenham hábitos como o alcoolismo e ou o tabagismo. A Sociedade Portuguesa de Pneumologia lança o alerta: a vacinação pneumocócica é a melhor forma de prevenir a Pneumonia.

“Acreditamos no “Esquadrão da Pneumonia” e no impacto que vamos ter junto da população. “, explica Carlos Robalo Cordeiro, médico pneumologista e presidente da SPP, acrescentando,

“Queremos alertar a sociedade civil e comunidade científica para a prevenção da doença. O termo “Esquadrão da pneumonia” significa o conjunto de pessoas e iniciativas que visam proteger toda a comunidade, defender a população da pneumonia. Um esquadrão forte, coeso, unido a favor de uma causa: a prevenção. O escudo delineado em forma de pulmão é o nosso símbolo: representa precisamente a defesa conseguida através da prevenção”.

Calendário Esquadrão da Pneumonia
12 e 13 de Novembro – Lisboa | 10.00 – 18.00
14 e 15 de Novembro – Faro | 10.00 – 18.00
19 e 20 de Novembro – Coimbra 10.00 – 18.00
21 e 22 de Novembro – Viseu 10.00 – 18.00
25 e 26 de Novembro – Porto | 10.00 – 18.00

A Pneumonia mata e é responsável pelo internamento de, em média, 81 adultos por dia, dos quais 16 acabam por morrer.

A Pneumonia pode ser mortal. Há internamentos e mortes por Pneumonia ao longo de todo o ano, embora seja nos picos de Gripe, que se dá a maior incidência da doença. Prevenível através da vacinação, a infecção por Streptococcus pneumoniae (pneumococo) é uma causa importante de morbilidade e mortalidade.

As crianças e os adultos a partir dos 50 anos, são os mais afectados pela Pneumonia, bem como grupos de risco, que incluem pessoas com doenças crónicas associadas como a diabetes, doenças respiratórias ou cardíacas, e que tenham hábitos como o alcoolismo e ou o tabagismo.

Um estudo desenvolvido pela Comissão de Infecciologia Respiratória da Sociedade Portuguesa de Pneumologia, revela que esta doença é responsável pelo internamento de, em média, 81 adultos por dia, dos quais 16 acabam por morrer.

“A vacinação pneumocócica é a melhor forma de prevenção contra a Pneumonia”, acrescenta o Prof. Carlos Robalo Cordeiro. “Existem duas vacinas, uma mais antiga e outra recente, com diferentes eficácias. A mais recente está indicada na UE para todas as idades a partir das 6 semanas e é especialmente recomendada a crianças, grupos de risco, indivíduos de todas as idades pertencentes a grupos de alto risco, e adultos a partir dos 50 anos. No caso dos adultos, basta uma dose única ao longo da vida”.

A Vacina Pneumocócica previne formas graves da infecção por pneumococos, como a Pneumonia, a Meningite e a Septicémia e outras menos graves como a Otite Média Aguda e a Sinusite. O pneumococo é o responsável por, aproximadamente, 3 milhões de mortes por ano em todo o mundo, sendo, por isso, uma das principais causas de morte preveníveis através de vacinação.

FONTE

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Sociedade Portuguesa de Pneumologia alerta para a importância da vacinação pneumocócica

22/04/2013 - 12:02

A Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP) advertiu esta segunda-feira para a importância da vacinação pneumocócica para prevenir doenças como a pneumonia, a meningite e a septicemia, avança a agência Lusa.

O alerta da SPP surge no dia em que se inicia a Semana Europeia da Vacinação, que decorre até sábado, promovida pela Organização Mundial da Saúde para divulgar informação sobre os benefícios da vacinação e aumentar a adesão à vacinação

A Sociedade Portuguesa de Pneumologia refere, em comunicado, que “a vacinação é a melhor forma de prevenção” de formas graves de infecção por pneumococos, como a pneumonia, a meningite e a septicemia, e outras menos graves, nomeadamente a otite média aguda e a sinusite.

“As crianças e os adultos a partir dos 50 anos são os mais afectados pela doença pneumocócica, bem como grupos de risco, que incluem pessoas com doenças crónicas associadas como a diabetes, doenças respiratórias ou cardíacas, e que tenham hábitos como o alcoolismo e/ou o tabagismo”, acrescenta.

Dados divulgados pela SPP adiantam que o pneumococo é o responsável por, aproximadamente, três milhões de mortes por ano em todo o mundo, sendo, por isso, uma das principais causas de morte preveníveis através de vacinação.

Um estudo recente desenvolvido pela Comissão de Infecciologia Respiratória da Sociedade Portuguesa de Pneumologia indica que a pneumonia é responsável pelo internamento de uma média de 81 adultos por dia, dos quais 16 acabam por morrer.

Apesar de ter maior incidência na época das gripes, a pneumonia não é sazonal, registando-se mortes e internamentos durante todo o ano.

“A vacinação é a melhor forma de prevenção e pode ser feita em qualquer altura do ano”, explica o presidente da SPP, Carlos Robalo, adiantando que “a prevenção deve constituir um ato contínuo na relação entre o médico e o doente”.

A SPP salienta ainda que “é cada vez maior o número de casos de pneumonia adquirida na comunidade”.

Entre 2000 e 2009, ocorreram cerca de oito milhões de episódios de internamentos de adultos em instituições do Serviço Nacional de Saúde em Portugal continental, dos quais 294.027 (3,7%) tinham pneumonia como diagnóstico principal.

Existem poucos dados sobre os custos directos dos internamentos por pneumonia adquirida na comunidade em Portugal, mas, com base na Portaria nº 839-A/2009 de 31 de Julho, os custos dos internamentos podem variar entre os 1.165,54 euros e os 13.916,46 euros, “custos evitáveis se optarmos pela vacinação", alerta a SPP.

A pneumonia é responsável por óbitos em todos os grupos etários, mesmo em doentes jovens previamente saudáveis. Os últimos dados publicados em Portugal revelam uma taxa de letalidade intra-hospitalar nos adultos internados por pneumonia de 17,3%.

Em Janeiro, a Assembleia da República recomendou ao Governo a inclusão da vacina pneumocócica no Programa Nacional de Vacinação.

FONTE

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Portugueses pouco informados sobre prevenção de infecções respiratórias



13/09/2011 - 11:45
Apesar das campanhas de vacinação contra a gripe, um em cada quatro portugueses não sabe como prevenir as infecções respiratórias. Esta é a principal conclusão de um estudo sobre as atitudes e conhecimentos dos portugueses no âmbito do lançamento oficial do siteRespira Saúde, avança a TSF.

O presidente da Sociedade Portuguesa de Pneumologia considerou "um pouco estranho" o resultado do estudo, face a "todas as campanhas que têm sido feitas".

Carlos Robalo Cordeiro, que falava à TSF, mostrou-se ainda preocupado e lembrou que "há todos os anos mais de mil óbitos relacionados com as gripes sazonais".

A gripe sazonal afecta entre 700 mil a um milhão de portugueses todos os anos. Por isso, Robalo Cordeiro lembrou que a vacina é recomendada para os doentes crónicos, mais velhos e para as crianças com risco de doenças respiratórias.

Numa altura em que as temperaturas começam a baixar, há outros cuidados que não devem ser esquecidos, como regras mínimas de higiene, "evitar diferenças de temperaturas" e "beber bastantes líquidos", alertou.

O tabaco é apontado como a principal causa para as infecções respiratórias, mas as alergias, mudanças no tempo e exposição a ambientes de risco, como os hospitais, são outras das causas identificadas neste estudo.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Dia Mundial Sem Tabaco promovido em cenários de crimes

Comissão de Tabagismo da Sociedade Portuguesa de Pneumonologia (SPP) está a promover, com o apoio da Pfizer, uma campanha de sensibilização no âmbito do Dia Mundial Sem Tabaco, a ter lugar a 31 de Maio. A Series Comunicação e Design foi a agência escolhida para a criação do conceito criativo da iniciativa. Sob a assinatura “Não se deixe prender”, a Series desenvolveu uma abordagem narrativa onde é explorada uma cena cinematográfica em torno do crime cometido pelo tabaco.
A Series foi seleccionada pelos promotores desta campanha de sensibilização em Portugal pelo terceiro ano consecutivo.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Prevalência de DPOC em Portugal é três vezes mais do que se pensava


A doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) afecta quase três vezes mais pessoas do que os dados oficiais apontavam para Portugal, revela um estudo apresentado terça-feira em Coimbra, num congresso da Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP), avança a agência Lusa.

“Apresentou uma prevalência muito superior à oficialmente estabelecida. A anterior era de 5,3% e este estudo apresenta uma prevalência de 14,2%”, revelou Cristina Bárbara, que coordenou este estudo em Portugal integrado no projecto internacional “iniciativa Bold”.

Para caracterizar a prevalência em Portugal, o estudo foi desenvolvido na zona urbana e suburbana de Lisboa, que abarca uma população de 2,7 milhões de pessoas.

Na sua perspectiva, estes resultados têm implicações na abordagem à doença, na afectação de recursos e nas estratégias de diagnóstico e de terapêutica precoce a adoptar.

“Outros dados que este estudo aponta é que à medida que aumenta a carga tabágica aumenta a probabilidade de ter DPOC e à medida que aumenta a faixa etária também aumenta a probabilidade de ter DPOC”, sublinhou, em declarações à agência Lusa.

De acordo com o presidente da Sociedade Portuguesa de Pneumologia, Robalo Cordeiro, o tabaco influencia no surgimento da DPOC em “mais de 80% das vezes”, o que aconselha a uma intervenção preventiva, em idades muito baixas, para que as pessoas nunca venham a fumar.

Outra conclusão do estudo – segundo aquele responsável – é que há uma doença que em muitos casos não está ainda diagnosticada. A taxa de diagnóstico é de 6,2% e a prevalência da doença é de 14,2%.

Segundo Cristina Bárbara, “outro resultado, de alguma forma inesperado”, por ser desconhecido em Portugal, apesar de já identificado noutros países, é “uma prevalência elevada de DPOC em não fumadores”.

“Face à elevada prevalência encontrada, que foi de 9,2% em não fumadores, obriga a que estejamos atentos ao rastreio destas populações e à investigação de novos factores de risco”, observou.

Cristina Bárbara frisou que em Portugal há uma grande exposição à combustão de biomassa, sobretudo madeiras, em locais fechados, através de fogões de sala e em cozinhas.

“Este estudo foi feito na cidade de Lisboa e arredores. É possível que no Norte do país este problema seja ainda mais premente”, frisou a especialista, por serem mais usuais o aquecimento e os cozinhados a lenha.

O estudo mostra também que “há uma grande exposição profissional a gases, poeiras e fumos nos ambientes de trabalho, que são também factores contributivos” para a doença.

Os resultados da “iniciativa Bold”, agora apresentado pela primeira vez em Portugal, tinham tido a divulgação internacional em Setembro passado em Barcelona, num evento da Sociedade Europeia de Pneumologia.

Segundo Robalo Cordeiro, os resultados deste estudo, feito segundo os mesmos critérios ao de outros países envolvidos, serão publicados em breve na Revista Portuguesa de Pneumologia e tornar-se-ão então oficiais.

Encerrou quarta-feira em Coimbra o XXVI Congresso da SPP, que englobou também o VI Congresso Luso-Brasileiro e que decorria desde o passado domingo.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/news/10994/15/Prevalencia-de-DPOC-em-Portugal-e-tres-vezes-mais-do-que-se-pensava.html

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Doenças respiratórias: sociedade científica quer maior relevância no Plano Nacional de Saúde



O presidente da Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP) defendeu sábado uma coordenação para as doenças respiratórias no Plano Nacional de Saúde 2011-2016, para que haja capacidade de intervenção para travar o crescimento destas patologias.

“Será muito importante que as doenças respiratórias tenham uma coordenação nacional”, declarou à agência Lusa Carlos Robalo Cordeiro, frisando que “não tem tido esse empenhamento e esse envolvimento como eixo estratégico para a saúde, ao contrário do que no terreno a realidade demonstra”.

Para o presidente da SPP, que de domingo a terça-feira realiza um congresso em Coimbra, essa relevância no Plano Nacional de Saúde justifica-se a exemplo do que sucede com as doenças cardiovasculares, da saúde mental e oncológicas.

“A patologia respiratória é responsável por cerca de 30 por cento dos recursos das urgências hospitalares e uma grande percentagem do internamento e isso não tem tido reflexo nos eixos estratégicos, no suporte institucional, que a tem remetido para um plano secundário. A sua relevância não é só em termos de doença, mas no impacto dos âmbitos profissional e social”, acentuou.

Segundo Robalo Cordeiro, o Plano Nacional de Saúde que está a terminar obteve sucesso em determinadas áreas, com indicadores a melhorar, como nas doenças cardiovasculares, “porque houve muito empenhamento”.

O XXVI Congresso de Pneumologia e o VI Congresso Luso-Brasileiro de Pneumologia, com 600 participantes, a decorrer em Coimbra de domingo a terça-feira, abordará, entre outros assuntos, os resultados das medidas antitabágicas decididas pelo Governo que, na óptica do presidente da SPP, não provocaram uma diminuição no consumo de tabaco.

Sobretudo no sexo feminino e nas mulheres mais jovens, o consumo de tabaco tem aumentado, afirma Robalo Cordeiro, acrescentando que o grande benefício da medida legislativa foi proteger da exposição ao tabaco os não fumadores.

“Por isso, acabamos por ter uma prevalência de doenças respiratórias que não está a diminuir, nomeadamente aquelas que estão directamente relacionadas com o hábito tabágico”, sustentou, acrescentando que no caso do cancro do pulmão se registam anualmente 3500 novos casos.

Na sua perspectiva, deveriam reforçar-se as acções de prevenção ao consumo de tabaco, nos ensinos básico e secundário, “para que nunca se comece a fumar, porque depois é muito difícil deixar de fumar”.

No congresso, na próxima segunda-feira, será ainda apresentado o balanço da campanha da gripe A, numa conferência presidida por Francisco George, director-geral da Saúde.

Nesse mesmo dia será também feito o encerramento do “capítulo europeu do ano do pulmão”, numa sessão com o presidente da Sociedade Europeia de Pneumologia.
fonte: http://www.rcmpharma.com/news/10950/15/Doencas-respiratorias-sociedade-cientifica-quer-maior-relevancia-no-Plano-Nacional-de-Saude.html

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

DPOC: só 10% dos doentes estão diagnosticados

Chama-se espirometria e é um exame fácil, simples, mas capaz de detectar a existência de problemas respiratórios, entre os quais a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica(DPOC), uma doença diagnosticada a pouco mais de 100mil pessoas em Portugal, mas que pode afectar até um milhão, avança o jornal Destak.

Para já, o exame é feito nos hospitais, mas Carlos Robalo Cordeiro, presidente da Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP), acredita que pode em breve estar disponível nos cuidados de saúde primários. "A ideia é começar a fazer-se o exame nos consultórios e tornar-se rotina, como é medir a tensão". Porque a DPOC pode manter-se, durante anos, assintomática ou manifestando-se através das queixas comuns aos fumadores, que são também o maior grupo de risco para a doença, o melhor mesmo é o rastreio, o mesmo é dizer, a detecção precoce, para tentar contrariar a tendência actual.

"A maioria dos doentes chega até nós numa fase adiantada da doença, numa altura em que é difícil ter sucesso terapêutico", avança ao Destak o especialista.

E é para chamar a atenção para a doença, que resulta "da inflamação das vias aéreas, provocando obstrução e dificuldade em realizar até as tarefas mais normais", que prossegue a campanha da SPP, com o apoio de várias associações, através da qual se podem realizar rastreios.

A partir desta segunda-feira e até 17de Novembro, Dia Mundial do Não Fumador, o camião que alerta para estes problemas vai ter paragem obrigatória em Setúbal, Coimbra, Guarda, Viseu, Aveiro, Viana do Castelo e Porto.

Fonte: http://www.rcmpharma.com/news/10538/15/DPOC-so-10-dos-doentes-estao-diagnosticados.html
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

La Corunha - Hospital Juan Canalejo

La Corunha - Hospital Juan Canalejo
Hotel de Pacientes - Vários Portugueses salvos por um Transplante Pulmonar

Uma vida é pouco para mim

Uma vida é pouco para mim
O meu lema de vida - Dia do meu Transplante Pulmonar