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quinta-feira, 14 de março de 2013

Un rayo forzó el aterrizaje del avión para el trasplante de órganos a Madrid

El aparato, en el que viajaban los médicos de la ONT, llevaba una hora en el aire esperando a que limpiasen la nieve en la terminal asturian
 «¡Mayday! ¡Mayday!». La torre de control del aeropuerto de Asturias registró la llamada de emergencia poco antes de las 7 de la mañana. Pedía auxilio el piloto del reactor Beechcraft 400 utilizado por la Organización Nacional de Trasplantes (ONT) para trasladar desde Madrid al equipo médico que practicaría una extracción de órganos en el Hospital Universitario Central de Asturias al bebé fallecimiento por un supuesto maltrato de sus progenitores.
La torre llevaba tiempo en contacto con la aeronave, pues sobrevolaba el espacio aéreo asturiano a la espera de que la pista de la terminal de Santiago del Monte estuviera libre de la nieve que, desde las seis de la mañana la cubría por completo.
Durante su espera, en una de las pasadas sobre Avilés, un rayo le golpeó de lleno, hasta hacer peligrar el rumbo de la nave. El piloto declaró emergencia y aterrizó en Asturias sin más problemas que los daños sufridos en su aeronave.
Tantos que fue necesario que llegara de Madrid otro aparato, para llevarse al equipo médico una vez practicadas las extracciones de órganos que motivaron su desplazamiento al Principado. Un gran susto para los médicos y el personal de la aeronave que suma un nuevo capítulo a la ya de por sí conmovedora historia de los dos mellizos de La Calzada. El bebé de dos meses fallecido después de una semana en coma pudo donar varios órganos que fueron directamente para una niña en lista de espera en el Hospital de La Paz, en Madrid.
Trágico precedente
No es la primera vez que un avión que traslada al personal de la Organización Nacional de Trasplantes tiene un incidente en un viaje a Asturias. El pasado mes de agosto los dos ocupantes de una aeronave que regresaba a Santiago de Compostela tras dejar en el Principado un corazón que le iba a ser trasplantado a un paciente del Hospital Central de Asturias (HUCA) fallecieron en las inmediaciones del aeropuerto gallego de Lavacolla después de que el aparato en el que viajaban se precipitase a una zona arbolada durante la maniobra de aterrizaje. Las investigaciones apuntaron a la densa niebla como causante del siniestro. Los fallecidos fueron Alejandro Bueno Nilson, de 37 años y natural de Barcelona; y Daniel Fernández Orgaz, de 35 y originario de Bilbao pero con residencia en Cataluña.
Acababan de dejar en Asturias a los médicos que portaban el corazón de un paciente de Oporto (Portugal) y que tenía como destinatario un enfermo del HUCA de 54 años.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Sociedade Portuguesa de Transplantação defende análise da diminuição da colheita de órgãos


23/07/2012 - 07:48
O presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT), Fernando Macário, defendeu na passada sexta-feira, em Coimbra, a necessidade de se fazer um levantamento e "análise profunda" da diminuição da colheita de órgãos em Portugal, para o relançamento do processo, avança a agência Lusa.

"Após tempos de extraordinário sucesso que nos habituaram a níveis de colheita de órgãos e de transplantação, que nos colocaram na vanguarda mundial, desde 2010 que a colheita de órgãos não cessa de descer em Portugal (..), com níveis preocupantes durante o corrente ano. Temos que reunir esforços para analisar esta situação e tentar inverter este rumo", defendeu.

Na sua perspectiva, "é absolutamente urgente o levantamento e análise profunda do que se passa, para relançar de novo a colheita de órgãos".

O presidente da SPT falava na sessão solene de comemoração do Dia do Transplante, que decorreu no auditório do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), reunindo cerca de 330 doentes e familiares, médicos e outros profissionais desta área e vários responsáveis do sector da saúde.

"Impõe-se que todos os hospitais onde seja efectuado o diagnóstico de morte cerebral e tenham condições de suporte intensivo se constituam obrigatoriamente como hospitais de colheita e que sejam aí criadas as condições logísticas que conduzam e estimulem a colheita de órgãos", frisou.

Para o presidente da SPT, "deve ser permanentemente escrutinada e mesmo auditada a actividade das unidades onde pode ser efectuada identificação de dadores e colheita de órgãos, para se garantir que todos os potenciais dadores são referenciados".

A organização das estruturas que coordenam a colheita de órgãos em Portugal "tem que ser reformulada para acabar com ineficiências localizadas" e a estrutura de transplantação nacional "necessita de ser repensada", preconizou ainda o médico do CHUC.

"A colheita em dador com coração parado em Portugal espera há demasiado tempo por orientações legais e logísticas", frisou Fernando Macário.

Ao intervir na sessão, o bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, disse que a instituição deverá, até ao final do ano, aprovar os critérios para a colheita em dador com coração parado.

"A transplantação é, sem dúvida, uma das actividades que mais possibilidades dá de se virem a contar histórias felizes, e felizes muitos doentes por contar essa história", afirmou o presidente do Instituto Português do Sangue e da Transplantação, Hélder Trindade.

Na sessão, em que também intervieram os presidentes do CHUC e da Administração Regional de Saúde do Centro e a directora geral da Novartis - Martins Nunes, José Tereso e Cristina Campos, respectivamente -, vários doentes transplantados e os seus médicos testemunharam o sucesso destas intervenções.

"[O transplante hepático] permitiu-me ver mais além, o futuro próximo, vejo-me tão bem que decidi adoptar uma criança", relatou uma doente, transplantada em 2008 no Hospital Curry Cabral.
Na sessão, foi lançada a campanha da SPT com o apoio da empresa Novartis "Doar um rim faz bem ao coração".
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/23-07-12/sociedade-portuguesa-de-transplantacao-defende-analise-da-diminuicao-da-c

Portugal - Sociedade Portugusesa de Transplantação defende - Diminuição da colheita de órgãos deve ser analisada

Desde 2010 que a colheita de órgãos tem diminuído em Portugal

Fernando Macário, presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT), defendeu esta sexta-feira, em Coimbra, a necessidade de se fazer um levantamento e “análise profunda” da diminuição da colheita de órgãos em Portugal, para o relançamento do processo.

"Após tempos de extraordinário sucesso que nos habituaram a níveis de colheita de órgãos e de transplantação, que nos colocaram na vanguarda mundial, desde 2010 que a colheita de órgãos não cessa de descer em Portugal, com níveis preocupantes durante o corrente ano. Temos que reunir esforços para analisar esta situação e tentar inverter este rumo", referiu.
Na sua perspectiva, "é absolutamente urgente o levantamento e análise profunda do que se passa, para relançar de novo a colheita de órgãos".
O presidente da SPT falava na sessão solene de comemoração do Dia do Transplante, que decorreu no auditório do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), reunindo cerca de 330 doentes e familiares, médicos e outros profissionais desta área e vários responsáveis do sector da saúde.
"Impõe-se que todos os hospitais onde seja efectuado o diagnóstico de morte cerebral e tenham condições de suporte intensivo se constituam obrigatoriamente como hospitais de colheita e que sejam aí criadas as condições logísticas que conduzam e estimulem a colheita de órgãos", frisou.
Para o presidente da SPT, "deve ser permanentemente escrutinada e mesmo auditada a actividade das unidades onde pode ser efectuada identificação de dadores e colheita de órgãos, para se garantir que todos os potenciais dadores são referenciados".
A organização das estruturas que coordenam a colheita de órgãos em Portugal "tem que ser reformulada para acabar com ineficiências localizadas" e a estrutura de transplantação nacional "necessita de ser repensada", preconizou ainda o médico do CHUC.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Portugal - Investigação à falta de dadores de órgãos - Serviços de Curry Cabral e Santa Cruz parados há 2 semanas


A Sociedade Portuguesa de Transplantação exige uma investigação à falta de órgãos, que está a impedir a realização de transplantes, em pelo menos dois hospitais da Grande Lisboa. Os serviços de transplantes dos hospitais Curry Cabral e Santa Cruz, ambos dependentes do centro de colheitas do Hospital de São José, estão parados há mais de duas semanas, por falta de dadores.

"Não se percebe o que está a acontecer. Sabemos que a transplantação tem oscilações, com momentos altos e baixos, mas duas semanas é demasiado tempo sem fazer um transplante", comentou ao CM Fernando Macário, presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação, exigindo à Autoridade para os Serviços de Sangue e da Transplantação (ASST) "um levantamento exaustivo nos gabinetes de colheita para perceber as reais razões para esta paragem".
Cristina Jorge, da unidade de transplantação do Hospital de Santa Cruz, partilha da ideia. "Esta situação tem de ser investigada pela autoridade responsável. Até porque sempre fizeram uma vigilância apertada à actividade dos centros de colheita", afirmou ao Correio da Manhã.
Apesar de não avançarem com uma justificação para a inexistência de dadores, o facto de o Governo ter anunciado a redução dos incentivos à transplantação não parece alheio a esta situação. "É uma estranha coincidência que isto esteja a acontecer desde o momento do anúncio dos cortes nos incentivos", referiu Cristina Jorge.
Para Fernando Macário, porém, a situação não é nova. "Não sei se os hospitais periféricos, que alertam os centros de colheita, não têm dadores. Pode ser apenas uma oscilação. Em Setembro tivemos dadores quase todos os dias", acrescentou.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Portugal - Órgãos ‘desaparecem’ do Hospital de Santa Maria


Colheitas para transplante diminuíram mais de 50% nos primeiros seis meses do ano e os especialistas não sabem explicar porquê.
Não há explicação. A colheita de órgãos, em cadáver, para transplante no Hospital de Santa Maria, Lisboa, teve “uma quebra superior a 50% nos primeiros seis meses do ano” face a 2010 e os especialistas não sabem explicar porquê. A coordenadora Nacional das Unidades de Colheita, Maria João Aguiar, afirma que “o conselho de administração e os próprios colegas estão muito preocupados”, adiantando que “vão fazer uma auditoria interna”.
O responsável pelo Gabinete Coordenador de Colheita e Transplantação do Santa Maria – que ‘tutela’ mais sete hospitais na zona Sul -, confirma a estranheza na redução das colheitas e garante que “a avaliação interna está a ser feita e vai demorar pouco tempo”. No entanto, José Mendes do Vale reconhece que a situação “não é facilmente compreensível quando o hospital, os serviços, os diretores, as equipas… são os mesmos”.
A hipótese mais plausível é, para já, um “fator externo, como a diminuição de dadores nos serviços onde são mais comuns – casos da medicina e cuidados intensivos”. E o mistério adensa-se porque no ano passado “o Santa Maria teve um aumento muito significativo das colheitas e que nos encheu a todos de grande satisfação”, diz.
Mas a quebra na recolha de órgãos não afetou só o Santa Maria. José Mendes do Vale explica que a redução “começou a sentir-se a partir de março em todos os hospitais coordenados pelo seu gabinete” – Pulido Valente, São Francisco Xavier, Egas Moniz e Santa Cruz, em Lisboa; Cascais, Vila Franca de Xira e Abrantes. “Na quarta-feira estive reunido com os coordenadores do Egas Moniz e do Francisco Xavier e eles também tiveram redução e também não encontram razões”.
Segundo a Autoridade para os Serviços de Sangue e Transplantação, a quebra neste grupo de hospitais foi de 29%, passando de 31 colheitas no primeiro semestre de 2010 para apenas nove este ano. O valor terá contribuído para que toda a região Sul – que integra ainda o gabinete do Hospital de São José (com a coordenação de mais 16 unidades, como o Hospital do Funchal) -, registe agora menos 24,6% de colheitas. No total do país, no primeiro semestre deste ano recolheram-se menos 1,3% (de 159 para 156) órgãos e fizeram-se menos 3,4% (de 443 para 428) transplantes do que no mesmo período de 2010. Rins e fígado continuam a ser os órgãos mais aproveitados.
Já este ano, o Estado enviou nove doentes, três dos quais crianças, para transplantes no estrangeiro. O pulmão, por cá ainda exclusivo do Hospital de Santa Marta, continua a liderar a procura, e os gastos públicos. Entre janeiro e julho, foram transplantados no exterior cinco doentes – mais um do que em igual período de 2010 -, e gastos 535 mil euros, quando em todo o ano de 2010 a fatura foi de 800 mil euros.
Mas a Direção-Geral da Saúde tem um plano. “A previsão para 2011 é de aumentar a capacidade instalada no Hospital de Santa Marta para assumir 20 transplantes pulmonares, garantindo em 80% a cobertura das necessidades nacionais (25 transplantes anuais), com uma poupança estimável para o SNS de 900 mil euros”. Segundo o responsável pela Unidade de Transplantação Cardíaca e Pulmonar do Santa Marta, José Fragata, até esta semana foram feitos 11 transplantes, mas “com o corte de 50% nos incentivos à transplantação”, decretado agora pelo Ministério da Saúde, “os profissionais não vão estar disponíveis”.
A poupança poderá ser, afinal, “um tremendo erro humano, social e económico”, alerta Fernando Macário, presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação. Mas, o gabinete de Paulo Macedo salientou ao Expresso que “o ministro não tem perfil para voltar atrás”.
JA/Rede Expresso
 
Fonte: http://www.jornaldoalgarve.pt/2011/08/orgaos-desaparecem-do-hospital-de-santa-maria/

quarta-feira, 2 de março de 2011

Nem um número sobre os Transplantes Pulmonares em Portugal!

Transplantes: 323 colheitas de órgãos em 2010


No ano passado houve um total de 323 colheitas de órgãos para transplante, segundo o Ministério da Saúde, que fará um balanço esta quarta-feira desta actividade em 2010, avança a agência Lusa.

Portugal mantém-se, juntamente com Espanha, na liderança da actividade de colheita de órgãos e no ano passado voltou a ultrapassar a barreira dos 30 dadores por milhão de habitante, segundo já dados divulgados pelo ministério de Ana Jorge.

Assim, registaram-se no ano passado 573 transplantes de rim, o que permitiu reduzir em 8,6% o número de doentes em lista para transplante renal.

"Também a actividade de colheita de tecidos em dador cadáver teve um aumento muito significativo de 19%", acrescenta o comunicado.

Em 2009, o número de dadores de órgãos de cadáver atingira um valor recorde, com 31 dadores por milhão de habitantes, tendo havido um aumento em todos os transplantes, à excepção do hepático, que registou um decréscimo de 6,9%, anunciou há um ano a Autoridade para os Serviços de Sangue e da Transplantação (ASST).

No mesmo ano houve 329 dadores de cadáver, um aumento de 16% em relação ao ano anterior, enquanto a colheita de órgãos de dador vivo aumentou 25% em relação a 2008, uma situação para a qual terá contribuído a alteração da legislação em 2007, que permitiu a dádiva em vida de órgãos entre pessoas sem relação de parentesco.

Segundo os dados da ASST, houve em 2009 um aumento de 8,2% dos transplantes (928), tendo sido realizados 595 transplantes renais (mais 11,9%).

Fonte: http://www.rcmpharma.com/news/12187/15/Transplantes-323-colheitas-de-orgaos-em-2010.html

Antena 1 Rádio (ouvir) - Link: http://tv2.rtp.pt/noticias/?headline=46&visual=9&tm=8&t=Portugal-continua-a-ser-lider-na-colheita-de-orgaos.rtp&article=420785

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Portugal - Falta de Sensibilidade para a Recolha e Doação de Órgãos

Foto: Grupo do facebook "yo soy donante órganos"
Foto: grupo facebook "yo soy donante órganos"

Sabia que 270 mil pessoas se negaram a dar os seus órgão para transplante no Chile, enquanto várias pessoas foram morrendo à espera de um ógão? Foi por esse motivo que me 2009 a lei foi alterada para o "lei do dador universal" onde todos são obrigatoriamente dadores.


Em Portugal todos somos dadores excepto se não estamos inscritos na RENNDA"sociedade de não dadores", a lei permite ainda que tenhamos alguma decisão. Dizem que somos um dos melhores países na recolha de órgãos, no entanto não temos o INEM preparado para a manutenção de uma pessoa que tenha tido um acidente (manter os órgãos a funcionar até ao hospital) nem temos qualquer tipo de campanhas para a doação de órgãos (excepto para a doação de sangue e as campanhas que vão aparecendo nas redes sociais como o facebook, por exemplo para a doação de medula) ... País onde ainda há muito para fazer!!!
 
Apesar de Transplantada Pulmonar, tenho o cartão de dadora de órgãos, a minha familia também ... Feito na CORUNHA.
É muito fácil, querem saber como? Falem comigo para sandraalvescampos@gmail.com
 
Por Sandra Campos
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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

La Corunha - Hospital Juan Canalejo

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Hotel de Pacientes - Vários Portugueses salvos por um Transplante Pulmonar

Uma vida é pouco para mim

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O meu lema de vida - Dia do meu Transplante Pulmonar