Dedico este blog ao meu Transplante Pulmonar que me salvou a vida, no dia 9 de Maio de 2005 e ao meu Transplante Renal com dador vivo, no dia 25 de Março de 2015, ambos realizados no Hospital Juan Canalejo, na La Coruña, em Espanha.
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terça-feira, 28 de junho de 2011
Com a Saúde nao se brinca ( problema dos imunossupressores no CHC denunciado pela Hepaturix)
Penso que a pessoa mais habiltada para comentar este artigo é o pai do Vitor Alexandre - o menino que foi transplantado ao figado (Livro Lutar até Viver") - e que nos alertou para este problema através do seu blog e dos meios de comunicaçao social.
Todo o meu apoio,
Sandra Campos
VER ANTERIOR CAPITULO DESTE TEMA: http://transplantes-pulmonares.blogspot.com/2011/06/noticia-chocante-correio-da-manha.html
Fonte do artigo: http://www.rcmpharma.com//sites/default/revistas/pharmagazine12/files/162.html
sexta-feira, 4 de março de 2011
Hospital de Coimbra recua na oferta de genérico a crianças com transplantes de fígado
Foto: CHC mudou de política antes do encontro com ministra Ana Jorge nelson garrido
Depois do alerta de pais de doentes e de médicos especialistas, a administração do CHC volta a disponibilizar o medicamento de marca.
A administração do Centro Hospitalar de Coimbra (CHC) assegurou ontem, através do gabinete de imprensa, que as crianças que receberam transplantes de fígado voltam, a partir de hoje, a ter acesso ao imunossupressor de marca na farmácia do Hospital Pediátrico. A informação, fornecida ao PÚBLICO, não foi acompanhada de qualquer explicação para o recuo, que se segue à denúncia feita por médicos que avisaram que substituição do medicamento pelo genérico estava a colocar em risco a saúde das crianças.
Em causa não estava apenas a circunstância de o genérico nunca ter sido testado em crianças ou em transplantados. Mas também o facto de aquele tipo de medicamento (genérico ou de marca) ter uma margem terapêutica muito estreita, ou seja, de a diferença entre a dose eficaz e a tóxica ser curta e diferente de pessoa para pessoa. O próprio Resumo das Características do Medicamento - que segundo o Infarmed "representa as condições e especificações em que o medicamento foi aprovado" - define, em relação ao medicamento original e ao genérico, os cuidados a ter: "Somente médicos com experiência na terapêutica imunossupressora e no controlo de doentes transplantados devem prescrever, bem como fazer alterações na terapêutica imunossupressora prescrita inicialmente (...). Alterações na formulação ou no regime posológico só podem ser feitas sob a apertada supervisão de um especialista em transplantação".
No CHC a decisão de substituir um medicamento pelo genérico foi tomada sem o conhecimento dos médicos que seguem as crianças, primeiro, e contra o seu parecer, depois. No início da semana, Margarida Castelão, dirigente da Associação Nacional das Crianças e Jovens Transplantados ou com Doenças Hepáticas, revelou que ouvira o director clínico do CHC afirmar que a decisão de substituir os medicamentos se devera à necessidade de cortar 15 por cento das despesas no orçamento da farmácia. E o ex-coordenador do Programa Pediátrico de Transplantação Hepática, Emanuel Furtado, considerou a troca "perigosa" e de "alto risco". Nessa altura, já a Ordem dos Médicos investigava as circunstâncias que rodearam a substituição do medicamento.
Esta questão terá sido resolvida antes da reunião que ontem juntou em Lisboa a ministra da Saúde, representantes dos dois centros hospitalares de Coimbra e Emanuel Furtado, o único cirurgião que faz transplantes hepáticos pediátricos em Portugal. O objectivo foi promover o início de conversações entre as partes, no sentido de chegarem a um acordo para a criação de condições para retomar aquele tipo de intervenção, que actualmente só é feito em situações de emergência.
Em causa não estava apenas a circunstância de o genérico nunca ter sido testado em crianças ou em transplantados. Mas também o facto de aquele tipo de medicamento (genérico ou de marca) ter uma margem terapêutica muito estreita, ou seja, de a diferença entre a dose eficaz e a tóxica ser curta e diferente de pessoa para pessoa. O próprio Resumo das Características do Medicamento - que segundo o Infarmed "representa as condições e especificações em que o medicamento foi aprovado" - define, em relação ao medicamento original e ao genérico, os cuidados a ter: "Somente médicos com experiência na terapêutica imunossupressora e no controlo de doentes transplantados devem prescrever, bem como fazer alterações na terapêutica imunossupressora prescrita inicialmente (...). Alterações na formulação ou no regime posológico só podem ser feitas sob a apertada supervisão de um especialista em transplantação".
No CHC a decisão de substituir um medicamento pelo genérico foi tomada sem o conhecimento dos médicos que seguem as crianças, primeiro, e contra o seu parecer, depois. No início da semana, Margarida Castelão, dirigente da Associação Nacional das Crianças e Jovens Transplantados ou com Doenças Hepáticas, revelou que ouvira o director clínico do CHC afirmar que a decisão de substituir os medicamentos se devera à necessidade de cortar 15 por cento das despesas no orçamento da farmácia. E o ex-coordenador do Programa Pediátrico de Transplantação Hepática, Emanuel Furtado, considerou a troca "perigosa" e de "alto risco". Nessa altura, já a Ordem dos Médicos investigava as circunstâncias que rodearam a substituição do medicamento.
Esta questão terá sido resolvida antes da reunião que ontem juntou em Lisboa a ministra da Saúde, representantes dos dois centros hospitalares de Coimbra e Emanuel Furtado, o único cirurgião que faz transplantes hepáticos pediátricos em Portugal. O objectivo foi promover o início de conversações entre as partes, no sentido de chegarem a um acordo para a criação de condições para retomar aquele tipo de intervenção, que actualmente só é feito em situações de emergência.
Boas Noticias! - Hospital de Coimbra recua na oferta de genérico a crianças com transplantes de fígado
Depois do alerta de pais de doentes e de médicos especialistas, a administração do CHC volta a disponibilizar o medicamento de marca
A administração do Centro Hospitalar de Coimbra (CHC) assegurou ontem, através do gabinete de imprensa, que as crianças que receberam transplantes de fígado voltam, a partir de hoje, a ter acesso ao imunossupressor de marca na farmácia do Hospital Pediátrico. A informação, fornecida ao PÚBLICO, não foi acompanhada de qualquer explicação para o recuo, que se segue à denúncia feita por médicos que avisaram que substituição do medicamento pelo genérico estava a colocar em risco a saúde das crianças.
Em causa não estava apenas a circunstância de o genérico nunca ter sido testado em crianças ou em transplantados. Mas também o facto de aquele tipo de medicamento (genérico ou de marca) ter uma margem terapêutica muito estreita, ou seja, de a diferença entre a dose eficaz e a tóxica ser curta e diferente de pessoa para pessoa. O próprio Resumo das Características do Medicamento - que segundo o Infarmed "representa as condições e especificações em que o medicamento foi aprovado" - define, em relação ao medicamento original e ao genérico, os cuidados a ter: "Somente médicos com experiência na terapêutica imunossupressora e no controlo de doentes transplantados devem prescrever, bem como fazer alterações na terapêutica imunossupressora prescrita inicialmente (...). Alterações na formulação ou no regime posológico só podem ser feitas sob a apertada supervisão de um especialista em transplantação".
No CHC a decisão de substituir um medicamento pelo genérico foi tomada sem o conhecimento dos médicos que seguem as crianças, primeiro, e contra o seu parecer, depois. No início da semana, Margarida Castelão, dirigente da Associação Nacional das Crianças e Jovens Transplantados ou com Doenças Hepáticas, revelou que ouvira o director clínico do CHC afirmar que a decisão de substituir os medicamentos se devera à necessidade de cortar 15 por cento das despesas no orçamento da farmácia. E o ex-coordenador do Programa Pediátrico de Transplantação Hepática, Emanuel Furtado, considerou a troca "perigosa" e de "alto risco". Nessa altura, já a Ordem dos Médicos investigava as circunstâncias que rodearam a substituição do medicamento.
Esta questão terá sido resolvida antes da reunião que ontem juntou em Lisboa a ministra da Saúde, representantes dos dois centros hospitalares de Coimbra e Emanuel Furtado, o único cirurgião que faz transplantes hepáticos pediátricos em Portugal. O objectivo foi promover o início de conversações entre as partes, no sentido de chegarem a um acordo para a criação de condições para retomar aquele tipo de intervenção, que actualmente só é feito em situações de emergência.
A administração do Centro Hospitalar de Coimbra (CHC) assegurou ontem, através do gabinete de imprensa, que as crianças que receberam transplantes de fígado voltam, a partir de hoje, a ter acesso ao imunossupressor de marca na farmácia do Hospital Pediátrico. A informação, fornecida ao PÚBLICO, não foi acompanhada de qualquer explicação para o recuo, que se segue à denúncia feita por médicos que avisaram que substituição do medicamento pelo genérico estava a colocar em risco a saúde das crianças.
Em causa não estava apenas a circunstância de o genérico nunca ter sido testado em crianças ou em transplantados. Mas também o facto de aquele tipo de medicamento (genérico ou de marca) ter uma margem terapêutica muito estreita, ou seja, de a diferença entre a dose eficaz e a tóxica ser curta e diferente de pessoa para pessoa. O próprio Resumo das Características do Medicamento - que segundo o Infarmed "representa as condições e especificações em que o medicamento foi aprovado" - define, em relação ao medicamento original e ao genérico, os cuidados a ter: "Somente médicos com experiência na terapêutica imunossupressora e no controlo de doentes transplantados devem prescrever, bem como fazer alterações na terapêutica imunossupressora prescrita inicialmente (...). Alterações na formulação ou no regime posológico só podem ser feitas sob a apertada supervisão de um especialista em transplantação".
No CHC a decisão de substituir um medicamento pelo genérico foi tomada sem o conhecimento dos médicos que seguem as crianças, primeiro, e contra o seu parecer, depois. No início da semana, Margarida Castelão, dirigente da Associação Nacional das Crianças e Jovens Transplantados ou com Doenças Hepáticas, revelou que ouvira o director clínico do CHC afirmar que a decisão de substituir os medicamentos se devera à necessidade de cortar 15 por cento das despesas no orçamento da farmácia. E o ex-coordenador do Programa Pediátrico de Transplantação Hepática, Emanuel Furtado, considerou a troca "perigosa" e de "alto risco". Nessa altura, já a Ordem dos Médicos investigava as circunstâncias que rodearam a substituição do medicamento.
Esta questão terá sido resolvida antes da reunião que ontem juntou em Lisboa a ministra da Saúde, representantes dos dois centros hospitalares de Coimbra e Emanuel Furtado, o único cirurgião que faz transplantes hepáticos pediátricos em Portugal. O objectivo foi promover o início de conversações entre as partes, no sentido de chegarem a um acordo para a criação de condições para retomar aquele tipo de intervenção, que actualmente só é feito em situações de emergência.
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SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009
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TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar
Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.
SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)
SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)
SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)
SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)
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SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)
2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)
2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)
2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2
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Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental
Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental
La Corunha - Hospital Juan Canalejo
Hotel de Pacientes - Vários Portugueses salvos por um Transplante Pulmonar
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O meu lema de vida - Dia do meu Transplante Pulmonar




