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terça-feira, 2 de junho de 2015

«Vivimos una revolución en la cura de enfermedades raras del riñón» CHUAC

Um dos meus médicos da equipa de transplante renal com dador vivo :) doctor Constantino Fernández Rivera
Foto Voz de Galicia
FUENTE: AQUÍ
El doctor ofrece mañana una conferencia en el ciclo «Charlas Saludables»

Continúa el ciclo de Charlas Saludables, organizado por la Xerencia de Xestión Integrada de A Coruña en colaboración con La Voz de Galicia, con el abordaje de un tema en el que se han registrado unos avances muy destacados en los últimos tiempos: la nefrología y las enfermedades raras. Sobre esto disertará el doctor Constantino Fernández Rivera, médico adjunto del servicio de Nefrología del Chuac que lleva 28 años en el hospital de los que los quince últimos los ha pasado en el área de trasplantes. La cita tendrá lugar mañana a las 20 horas en Afundación, la entrada es gratuita.
-¿Qué relación tienen las enfermedades raras con la nefrología? 
-La mayor parte de los enfermos relacionados con el riñón que entran en diálisis vienen de la diabetes o de enfermedades vasculares. Pero hay otros casos que son enfermedades raras. Son ese importante grupo de enfermedades que se llaman glomerulonefritis, que pueden ser primarias, porque no sabemos la causa que lo produce, secundarias o congénitas. Son muy poco prevalentes y solo se diagnostican mediante una sospecha clínica y una biopsia y forman parte de nuestro quehacer diario.
-Tienen escasa prevalencia, pero dice que forman parte de su día a día. 
-Alrededor de 130 enfermos por millón de habitantes ingresan todos los años en diálisis en Galicia. Más de la mitad son diabéticos o con problemas vasculares, y un 20 % son enfermedades que, en efecto, tienen una incidencia muy pequeña, pero son muchas.
-En la conferencia hablará de novedades relevantes en el tratamiento de estas enfermedades. 
-Es que ha habido cambios espectaculares en los últimos años. Desde hace pocos años estamos viviendo una auténtica revolución en los tratamientos de determinadas glomerulonefritis con estudios que nos han permitido conocer por qué se produce esta enfermedad y diseñar unos fármacos para su tratamiento. Por ejemplo, la enfermedad de Fabry, de la que llevamos diagnosticados unos seis casos con afectación renal, tratados con reposición enzimática tres, y algunos pacientes en espera de iniciar este tratamiento que ha conseguido frenar su actividad. Hace años a estos enfermos no se les consideraba trasplantables, cosa que hoy hacemos perfectamente. El problema es que se trata de un medicamento caro, como casi todos los que se aplican a enfermedades raras. Aunque quizá el caso más destacado y en lo que estamos trabajando en este hospital y alcanzando enormes mejoras es en el Síndrome Hemolítico Urémico Atípico, conocido como SHUA. 
-¿Qué es el SHUA y en qué consisten esas mejoras? 
-Es un síndrome que tiene una prevalencia muy escasa, de tres casos por millón de población en Europa, aunque en Galicia es algo mayor. De hecho tenemos la serie más alta de trasplantados con ese síndrome, con unos resultados peores de lo deseado, cosa que esperamos que cambie a partir de ahora gracias a un medicamento, Eculizumab, que acaba de ser aprobado, por fin, después de muchos protocolos y una insistencia fundamental por parte de las asociaciones. Tenemos ocho pacientes que serán trasplantados en los próximos meses, cosa imposible de no ser por ese fármaco. Es algo totalmente nuevo, hasta el punto de que la autorización para realizar estos trasplantes la hemos recibido hace escasas semanas.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Diagnóstico tardio de doença renal crónica pode levar à diálise, transplante ou morte prematura

18/09/2013 - 10:30

A doença renal crónica caracteriza-se pela perda lenta e progressiva da função renal, que se manifesta apenas quando já está num estadio muito avançado. O alerta é da Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN) que refere ainda que as principais causas da falência renal são a diabetes e a hipertensão arterial, sendo a anemia, a doença óssea e o aumento da pressão arterial algumas das consequências mais graves, em comunicado de imprensa.

Existem cinco estádios da doença, de acordo com o grau da lesão e a perda da função renal. O estadio cinco acontece quando o doente já perdeu mais de 85% da função renal e é por isso necessária uma terapia de substituição da função renal.

“É fundamental que o diagnóstico seja feito na fase inicial da doença porque esta pode ser controlada e tratada”, refere Fernando Nolasco, Presidente da Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN). De acordo com o nefrologista “a medição dos índices de creatinina no sangue é uma forma simples e eficaz de saber se os rins estão a funcionar normalmente e é muito importante porque a insuficiência renal é uma doença silenciosa que apenas se manifesta quando já está numa fase muito avançada”.

A creatinina é um elemento que circular no sangue e que serve como sinalizador do funcionamento dos rins. Nas pessoas saudáveis o seu valor apresenta uma variação em relação ao género e ao volume de massa muscular, ou seja, a sua concentração no sangue é maior nos homens e nos atletas e menor nos idosos, crianças e mulheres. Contudo, os seus valores aumentam à medida que a função dos rins diminui e tornam-se significativos quando existe uma perda de mais de 50% da capacidade renal.

Numa fase avançada, a doença renal crónica pode afetar a função óssea, levando a que o doente sofra de constantes fraturas, dores crónicas, problemas vasculares e até morte prematura. O Hiperparatiroidismo secundário, como é conhecido, pode ser controlado por um exame de sangue que mede a concentração de cálcio no sangue e que permite ao doente controlar melhor os seus níveis de vitamina D e, consequentemente ter uma melhor qualidade de vida.

Os hábitos alimentares saudáveis, um peso adequado e a ausência de hábitos tabágicos são algumas das medidas que ajudam a prevenir a doença renal crónica. “O estilo de vida saudável e o diagnóstico precoce ajudam a diminuir ou evitar a progressão desta doença”, conclui o Presidenta da SPN.

Em Portugal, estima-se que cerca de 800 mil pessoas deverão sofrer de doença renal crónica. A progressão da doença é muitas vezes silenciosa, o que leva o doente a recorrer ao médico tardiamente, já sem qualquer possibilidade de recuperação.

Todos os anos surgem mais de dois mil novos casos de doentes em falência renal. Em Portugal existem atualmente cerca de 16 mil doentes em tratamento substitutivo da função renal (cerca de 2/3 em diálise e 1/3 já transplantados), e cerca dois mil aguardam em lista de espera a possibilidade de um transplante renal.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Portugal - Número de transplantes renais diminuiu pelo segundo ano consecutivo

08/04/2013 - 12:34

Realiza-se nos dias 10 a 13 de Abril o Encontro Renal de 2013, o maior evento médico e científico da área da Nefrologia em Portugal, que irá integrar o V Congresso Luso-Brasileiro de Nefrologia, avança comunicado de imprensa.

Fernando Nolasco, presidente da Sociedade Portuguesa de Nefrologia, reforça que “é um momento de partilha e aproximação entre nefrologistas portugueses, brasileiros e de outros países, bem como uma forma de dar a conhecer e discutir os últimos avanços registados no tratamento das doenças renais e as previsões futuras no que toca à prevalência destas patologias”.

Neste evento científico, para além da abordagem às terapêuticas e aos desafios do futuro na especialidade, vão também ser apresentados os principais dados do Gabinete de Registo da Sociedade Portuguesa de Nefrologia, de biópsias renais e tratamento substitutivo da doença renal crónica de estadio 5, referentes a 2012.

De acordo com Fernando Macário, Coordenador do Gabinete de Registo de Doença Renal terminal “O número global de doentes em diálise ou já transplantados apresentou apenas um pequeno aumento, em contraste com anos anteriores. No entanto o número de transplantes renais diminuiu pelo segundo ano consecutivo em Portugal”.

No decorrer do ano passado foram realizados menos 99 transplantes renais do que em 2011 e menos 144 do que em 2010. No total foram feitos 429 transplantes renais, 47 de dador vivo e 382 de dador cadáver. A unidade que mais transplantes renais realizou em Portugal foi a do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (119). O Hospital Geral de Santo António foi a unidade que realizou mais transplantes renais de dador vivo (19). O transplante renal foi o primeiro tratamento substitutivo da função renal em 19 doentes.

O Encontro Renal 2013 engloba o V Congresso Luso-Brasileiro de Nefrologia e integra ainda o XXVIII Congresso da Associação Portuguesa de Enfermeiros de Diálise e Transplantação (APEDT).
Em Portugal, estima-se que cerca de 800 mil pessoas deverão sofrer de doença renal crónica. A progressão da doença é muitas vezes silenciosa, o que leva o doente a recorrer ao médico tardiamente, já sem qualquer possibilidade de recuperação.

Para mais informações sobre o programa do Congresso clique aqui.


FONTE

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

EN PACIENTES CON MÁS RIESGO DE RECHAZO Nueva herramienta para aumentar las opciones de trasplante renal

Imagen De Un Trasplante Renal En El Hospital Virgen Del Rocío

Foto: EUROPA PRESS/JUNTA DE ANDALUCÍA
 

Este grupo de pacientes, llamados hiperinmunizados, sufre niveles muy elevados de anticuerpos que reducen la posibilidad del trasplante

   SEVILLA, 2 Dic. (EUROPA PRESS) -
   La Coordinación de Trasplantes de Andalucía ha comenzado a utilizar una nueva herramienta informática, la cual permite realizar una prueba cruzada virtual de los datos existentes de anticuerpos de los pacientes y antígenos de los posibles donantes, lo que aumenta las opciones de trasplante renal en pacientes con más riesgo de rechazo.
   Según han explicado a Europa Press fuentes de la Coordinación de Trasplantes de Andalucía, el objetivo es predecir de forma más fiable la posibilidad de rechazo del riñón trasplantado y mejorar la supervivencia del órgano a largo plazo.
   Así, ante un donante que cumpla los criterios establecidos en el programa, el laboratorio de inmunología realiza la prueba cruzada virtual y el programa informático ofrece un listado de posibles candidatos ordenados según grupo sanguíneo y fecha del último episodio de entrada en diálisis. Con ello, se establecen los criterios de distribución en caso de que exista más de un candidato en alguno de los cinco centros de trasplante renal de Andalucía.  
   El nuevo sistema empleado en Andalucía es especialmente ventajoso para los pacientes hiperinmunizados, aquellos que presentan niveles muy elevados de anticuerpos y que permanecen más tiempo en lista de espera porque la posibilidad de encontrar un donante con prueba cruzada negativa es baja.
   Las diferencias genéticas que existen entre donante y receptor son las responsables de que el receptor ponga en marcha una respuesta inmunitaria de rechazo dirigida contra las estructuras extrañas presentes en las células del injerto. Algunos pacientes pueden presentar anticuerpos contra las células del donante previamente al trasplante y, en estas circunstancias, resulta más difícil encontrar un donante adecuado ya que para minimizar el riesgo de rechazo es necesario buscar la máxima compatibilidad posible entre el donante y el receptor y asegurarse de que el receptor no tiene anticuerpos preformados contra los antígenos del donante.
   El objetivo de la nueva estrategia impulsada por la Coordinación de Trasplantes es incrementar las opciones de trasplante renal en pacientes hiperinmunizados.
   De hecho, han indicado a Europa Press que el nuevo sistema se viene utilizando en Andalucía desde junio de este año y ha posibilitado la realización de tres trasplantes renales en pacientes hiperinmunizados que presentaban una tasa de anticuerpos superior al 95 por ciento.
   En el desarrollo de este sistema ha participado un amplio equipo de profesionales integrado por especialistas en Inmunología, Nefrología y Coordinadores de Trasplantes de los cinco centros andaluces autorizados para realizar Trasplante de Riñón (el Hospital Puerta del Mar de Cádiz, Hospital Reina Sofía de Córdoba, Hospital Virgen de las Nieves de Granada, Hospital Carlos Haya de Málaga y Hospital Virgen del Rocío de Sevilla).
   Esta estrategia diseñada en Andalucía ha sido ya premiada en el Congreso Nacional de Coordinadores de Trasplantes como la mejor comunicación oral.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Dois mil portugueses à espera de transplante renal


Há quase onze mil doentes renais em Portugal a fazer diálise

Dados da Sociedade Portuguesa de Nefrologia

Cerca de duas mil pessoas estão em lista de espera, em Portugal, para um transplante renal, de modo a combater um problema que triplica as probabilidades de contração de doenças cardiovasculares, foi esta segunda-feira divulgado em comunicado.

Segundo a Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN), estima-se que, em Portugal, cerca de 800 mil pessoas sofram de doença renal crónica.

"A progressão da doença é muitas vezes silenciosa, o que leva o doente a recorrer ao médico tardiamente, já sem qualquer possibilidade de recuperação", acrescenta.
Todos os anos surgem mais de dois mil novos casos de doentes em falência renal.
Em Portugal existem actualmente 16 mil doentes em tratamento substitutivo da função renal, dois terços dos quais em diálise e os outros já transplantados.
Cerca de dois mil aguardam em lista de espera a possibilidade de um transplante renal.
No mês em que se comemora o Dia Mundial do Coração, aquela sociedade sublinha a interligação do coração e dos rins, alertando que qualquer estilo de vida que aumente o risco de doença cardíaca aumenta também o risco de doença renal.
"As pessoas com insuficiência renal têm três vezes mais probabilidade de ter doenças do coração e, adicionalmente, a pressão arterial elevada provoca tantos dados nos rins como no coração", afirma Fernando Nolasco, presidente da SPN.
O especialista acrescenta que "quanto mais avançada for a falência dos rins, maior é a probabilidade de haver também doença cardiovascular" e enfatiza que "o doente renal apresenta dez vezes mais probabilidades de morrer por enfarte do miocárdio".
Andar a pé, nadar, beber bastantes líquidos e trocar o elevador pelas escadas são alguns dos conselhos deixados pela SPN para proteger o coração e os rins.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Insuficientes renais têm três vezes mais probabilidades de ter doenças cardiovasculares


03/09/2012 - 12:34

No mês em que se comemora o Dia Mundial do Coração, importa sublinhar a interligação do coração e dos rins e apresentar algumas dicas que vão proteger e aumentar a longevidade destes dois órgãos vitais para a vida humana, escreve a Sociedade Portuguesa de Nefrologia, em comunicado de imprensa.

Fernando Nolasco, presidente da Sociedade Portuguesa de Nefrologia, diz: “Os rins e o coração estão interligados ao ponto de qualquer estilo de vida que aumente o risco de doença cardíaca, aumenta também o risco de doença renal. As pessoas com insuficiência renal têm três vezes mais probabilidade de ter doenças do coração e, adicionalmente, a pressão arterial elevada provoca tantos dados nos rins como no coração”. O especialista sublinha ainda que “Quanto mais avançada for a falência dos rins, maior é a probabilidade de haver também doença cardiovascular e o doente renal apresenta dez vezes mais probabilidade de morrer por enfarte do miocárdio”.

Para proteger o coração e os rins, a Sociedade Portuguesa de Nefrologia recomenda:
  • Ande a pé, pelo menos 1 hora por dia, cinco vezes por semana, durante 30 minutos.
  • A natação ou apenas o andar dentro de água ajudam ao bom desempenho cardíaco.
  • Não utilize o elevador, prefira sempre a escada.
  • Beba bastantes líquidos. Esta prática vai protege-lo dos cálculos renais, da desidratação e das infecções ao nível da bexiga.

Em Portugal, estima-se que 800 mil pessoas sofram de doença renal crónica. A progressão da doença é muitas vezes silenciosa, o que leva o doente a recorrer ao médico tardiamente, já sem qualquer possibilidade de recuperação.

Todos os anos surgem mais de 2 mil novos casos de doentes em falência renal. Em Portugal existem actualmente 16 mil doentes em tratamento substitutivo da função renal (cerca de 2/3 em diálise e 1/3 já transplantados), e cerca 2 mil aguardam em lista de espera a possibilidade de um transplante renal.
fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/03-09-12/insuficientes-renais-tem-tres-vezes-mais-probabilidades-de-ter-doencas-ca

quarta-feira, 28 de março de 2012

Médicos sitúan entre los mejores el servicio de Nefrología coruñés


El Clínic de Barcelona es, en conjunto, el hospital español mejor valorado por los especialistas, según una encuesta de los consumidores 

REDACCIÓN / AGENCIAS | A CORUÑA / MADRID El servicio de Nefrología del Complexo Hospitalario Universitario de A Coruña (Chuac) es considerado por los médicos especialistas como uno de los mejores de España, según se desprende de una encuesta realizada a 280 facultativos españoles por la Organización de Consumidores y Usuarios (OCU), que le otorgan una puntuación de 7,1, solo por detrás de Hospital Universitario Doce de Octubre de Madrid y del Hospital Clínic de Barcelona, que obtienen un índice de reputación de 10,9 y 10,3, respectivamente, de en ese sondeo. 

El servicio de Nefrología coruñés es la única área de especialización de la red hospitalaria gallega que figura destacada en la encuesta realizada a los médicos por la OCU, un sondeo que, por otro lado, sitúa al Hospital Clínic de Barcelona como el centro hospitalario mejor valorado por los médicos especialistas, seguido del Vall d'Hebron, también de la Ciudad Condal, y de La Paz, de Madrid. 

El hospital Clínic fue valorado como el mejor centro en seis de las trece especialidades (Neurología, Aparato digestivo, Nefrología, Urología, Oncología, Endocrinología, Cardiología, Pediatría, Ginecología -sin tener en cuenta embarazos ni partos-, Oftalmología, Cirugía ortopédica-Traumatología, Otorrinolaringología y Neumología).

Por su parte, el Hospital Universitari Vall d'Hebron (Barcelona) y el Hospital Universitario de La Paz (Madrid) aparecen entre los diez mejores de España en todas las especialidades. Madrid y Barcelona tienen, por tanto, los hospitales con mayor reputación entre los especialistas, a mucha distancia del resto de localidades españolas. 

De los 784 hospitales que había en toda España a la fecha de la encuesta, solo un 19% de ellos fueron citados por alguno de los médicos especialistas encuestados por la OCU. 

Más transparencia 

A raíz de estos resultados, la OCU considera que es necesaria una mayor transparencia respecto de los niveles de calidad de la asistencia sanitaria recibida en los hospitales. 

La organización de consumidores y usuarios también espera que este estudio anime a las administraciones sanitarias a hacerlos públicos y a seguir apostando por una atención de calidad tanto en la sanidad pública como en la privada.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Transplantes: Portugal com poucos dadores de rim em vida

8/03/2012 - 08:50
Por falta de informação sobre riscos, afirmam especialistas

Em Portugal fazem-se poucos transplantes renais de dador vivo por falta de informação sobre os riscos, apesar de a lei o prever entre pessoas sem laços familiares, desde 2007, afirmaram esta quarta-feira especialistas, em Coimbra, avança a agência Lusa.

“Doar um rim não traz inconveniente para quem doa, a sua sobrevivência não é posta em causa”, esclareceu o médico Rui Alves, que integra a direcção da Sociedade Portuguesa de Nefrologia e rege a cadeira na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra.

A falta de rins para transplantação levou mesmo a Organização Mundial de Saúde (OMS) a dedicar este ano o Dia Mundial do Rim, que se assinala quinta-feira, ao tema “Doar – Rins para a Vida – Receber”.

Em Portugal, a colheita de rim de dador vivo baixou 7,8 por cento de 2010 para 2011, segundo dados da Autoridade para os Serviços de Sangue e da Transplantação (ISST).
O rim de cadáver também sofreu um revés em 2011 - menos 33, tendo os Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC-CHUC) liderado, com 192 colheitas.

A falta de “apelo à solidariedade e de informação, cuidadosa e rigorosa, sobre os riscos [da doação] ” são as razões apontadas por Rui Alves, numa conferência de imprensa sobre o Dia Mundial Rim, em Coimbra, para o baixo número de transplantes renais com dador vivo.

No Hospital com mais transplantes renais no país - os HUC-CHUC - apenas cinco das 159 intervenções realizadas em 2011 foram com órgão de dador vivo, de acordo com os dados da ISST.
Segundo especialistas de Coimbra, as mulheres são mais generosas, tendo em conta que, entre cônjuges, “é mais frequente a doação para o marido”. Na linha da frente está “a doação de mãe para filho e, em segundo lugar, entre irmãos”.

Desde 2007 que a lei permite que pessoas sem laços de sangue possam doar os seus órgãos em vida, concretamente amigos, cônjuges e pessoas em união de facto, além de pais e irmãos.

Segundo dados da OMS referentes a 2005, dez por cento dos transplantes a nível mundial são comerciais, disse Armando Carreira, director de Nefrologia do Hospital Geral do Centro Hospitalar Universitário de Coimbra (HG-CHUC).

“Portugal está salvaguardado” do risco de tráfico de órgãos, considerou o especialista, opinião partilhada pelo director do Serviço de Nefrologia dos HUC-CHUC, Mário Campos, que salienta o facto de os transplantes se realizarem “apenas em hospitais públicos”.

Existem actualmente dez mil pacientes a fazer diálise, dos quais dois mil aguardam por um rim, disse Rui Alves.

Em 2010, cerca de 16.700 doentes faziam terapêutica substitutiva renal, dos quais 10.140 se submetiam a hemodiálise e 684 a diálise peritoneal.

De acordo com Mário Campos, os dados referentes a 2011, que serão divulgados no congresso da especialidade, em finais de Março, apontam para uma subida de quatro a seis por cento dos pacientes em hemodiálise, de oito a dez por cento em diálise peritonial e uma diminuição de 8,2 por cento no transplante renal.

O Dia Mundial do Rim é assinalado em Coimbra com uma reunião científica sobre “Diálise Peritonial”.

fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/08-03-12/transplantes-portugal-com-poucos-dadores-de-rim-em-vida

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Portugal - Nefrologistas reúnem-se para debater futuro da doença renal crónica

17/01/2012 - 11:14
Entre os dias 29 e 31 de Março realiza-se o Encontro Renal 2012, o evento médico e científico mais importante neste âmbito em Portugal, promovido pela Sociedade Portuguesa de Nefrologia, avança a sociedade, em comunicado de imprensa.

“Este evento oferece aos participantes um programa científico consistente, abordando alguns dos principais temas da actualidade da nefrologia mundial. Os nomes que compõem a lista de palestrantes convidados incluem nefrologistas de renome internacional, nomeadamente do Brasil, Angola, Alemanha e Estados Unidos, representando uma excelente oportunidade para troca de experiências e conhecimentos”, refere Carlos Pires, presidente do XXVI Congresso Português de Nefrologia, integrado no Encontro Renal.

E acrescenta: “Um dos assuntos em debate será o recente surto na Europa de síndrome hemolítico-urémico associado à bactéria conhecida por E. Coli, dando a conhecer os últimos avanços no tratamento e as previsões futuras no que toca à prevalência desta patologia”.

O Encontro Renal 2012 engloba o IV Congresso Luso-Brasileiro de Nefrologia e integra ainda o XXVI Congresso da Associação Portuguesa de Enfermeiros de Diálise e Transplantação (APEDT).

Em Portugal, estima-se que cerca de 800 mil pessoas deverão sofrer de doença renal crónica. A progressão da doença é muitas vezes silenciosa, o que leva o doente a recorrer ao médico tardiamente, já sem qualquer possibilidade de recuperação.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/17-01-12/nefrologistas-reunem-se-para-debater-futuro-da-doenca-renal-cronica


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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

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2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

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Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

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Uma vida é pouco para mim

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