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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Portugal Transplante Renal de Dador Vivo


Veja o vídeo aqui: http://sic.sapo.pt/Programas/boatarde/2014/01/08/o-medico-responde-as-duvidas-do-publico

A insuficiência renal crónica é SILENCIOSA e progressiva.

Os transplantes renais em especial de dador vivo sao muito importantes para nós transplantados pulmonares. Os imunossupressores sao muito toxicos para os rins. Tenta ser sempre acompanhado por um nefrologista para que saibas sempre a tua capacidade renal para nao entrares em insuficiencia renal cronica e nao ser preciso um transplante. Digo isto porque como deves saber grande parte dos transplantados pulmonares (ou até mesmo de outros orgaos) um dia mais tarde necessitam de um transplante renal. Para além de mim há mais pessoas neste momento com a capacidade renal a 25% e os rins na insuficiencia renal cronica param em simultaneo. Aos 20% começa-se a falar em transplante renal de dador vivo e aos 15% em dialise. Cuida bem dos teus rins, bebe muita água, cuidado com a alimentação, nada de exageros com as proteinas e sal, fazer exercicio com regularidade e tenta viver sem niveis altos de stress. Bom conselho? Sandra Campos.

Há alguns casos de transplantes de coração ou de figado que precisam mais tarde de um transplante renal mas em Portugal nao há experiência de transplante renal em transplantados pulmonares. Algo poderia ter sido falado no programa em especial porque estes casos têm que ser analisados de uma forma muito cuidadosa. A equipa do transplante pulmonar deverá sempre trabalhar em conjunto com a equipa de transplante renal (vivo ou cadaver). Sandra Campos. 

Em LISBOA os 3 centros de Transplante de Dador Vivo são:
Hospital Santa Maria
Hospital Curry Cabral
Hospital Santa Cruz


quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Diagnóstico tardio de doença renal crónica pode levar à diálise, transplante ou morte prematura

18/09/2013 - 10:30

A doença renal crónica caracteriza-se pela perda lenta e progressiva da função renal, que se manifesta apenas quando já está num estadio muito avançado. O alerta é da Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN) que refere ainda que as principais causas da falência renal são a diabetes e a hipertensão arterial, sendo a anemia, a doença óssea e o aumento da pressão arterial algumas das consequências mais graves, em comunicado de imprensa.

Existem cinco estádios da doença, de acordo com o grau da lesão e a perda da função renal. O estadio cinco acontece quando o doente já perdeu mais de 85% da função renal e é por isso necessária uma terapia de substituição da função renal.

“É fundamental que o diagnóstico seja feito na fase inicial da doença porque esta pode ser controlada e tratada”, refere Fernando Nolasco, Presidente da Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN). De acordo com o nefrologista “a medição dos índices de creatinina no sangue é uma forma simples e eficaz de saber se os rins estão a funcionar normalmente e é muito importante porque a insuficiência renal é uma doença silenciosa que apenas se manifesta quando já está numa fase muito avançada”.

A creatinina é um elemento que circular no sangue e que serve como sinalizador do funcionamento dos rins. Nas pessoas saudáveis o seu valor apresenta uma variação em relação ao género e ao volume de massa muscular, ou seja, a sua concentração no sangue é maior nos homens e nos atletas e menor nos idosos, crianças e mulheres. Contudo, os seus valores aumentam à medida que a função dos rins diminui e tornam-se significativos quando existe uma perda de mais de 50% da capacidade renal.

Numa fase avançada, a doença renal crónica pode afetar a função óssea, levando a que o doente sofra de constantes fraturas, dores crónicas, problemas vasculares e até morte prematura. O Hiperparatiroidismo secundário, como é conhecido, pode ser controlado por um exame de sangue que mede a concentração de cálcio no sangue e que permite ao doente controlar melhor os seus níveis de vitamina D e, consequentemente ter uma melhor qualidade de vida.

Os hábitos alimentares saudáveis, um peso adequado e a ausência de hábitos tabágicos são algumas das medidas que ajudam a prevenir a doença renal crónica. “O estilo de vida saudável e o diagnóstico precoce ajudam a diminuir ou evitar a progressão desta doença”, conclui o Presidenta da SPN.

Em Portugal, estima-se que cerca de 800 mil pessoas deverão sofrer de doença renal crónica. A progressão da doença é muitas vezes silenciosa, o que leva o doente a recorrer ao médico tardiamente, já sem qualquer possibilidade de recuperação.

Todos os anos surgem mais de dois mil novos casos de doentes em falência renal. Em Portugal existem atualmente cerca de 16 mil doentes em tratamento substitutivo da função renal (cerca de 2/3 em diálise e 1/3 já transplantados), e cerca dois mil aguardam em lista de espera a possibilidade de um transplante renal.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Em 2012 foram realizadas mais de 700 biópsias renais em Portugal

13/03/2013 - 15:14

De acordo com o Gabinete de registo das Biópsias Renais da Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN), em 2012 foram realizadas mais de 700 biópsias renais a nível nacional, sendo que a maior parte se concentraram na região Sul e Ilhas (417, segundo dados estimativos), seguida da região Norte (234) e da região Centro (78), avança comunicado de imprensa.

“A tendência nos últimos anos tem sido para não existirem grandes oscilações no número de biópsias renais realizadas em Portugal”, refere a Dra. Fernanda Carvalho, Vice-Presidente da SPN e Coordenadora Nacional do Gabinete de Registo das Biópsias Renais.

A especialista refere ainda que a biopsia renal é feita quando existe uma suspeita de lesão renal mas não é possível chegar ao diagnóstico definitivo através de outros meios. “Entre as principais indicações da biopsia renal destacam-se a proteinúria persistente (presença de proteínas na urina), a hematúria frequente (presença de sangue na urina), a insuficiência renal aguda de causa inexplicável ou prolongada duração, a síndrome nefrótica e as alterações renais produzidas durante determinadas doenças sistémicas”, finaliza.

Fernando Nolasco, Presidente da Sociedade Portuguesa de Nefrologia, refere que “O aumento da prevalência da diabetes, hipertensão arterial e doenças cardiovasculares faz aumentar a incidência da doença renal crónica”. E acrescenta que “É fundamental prevenir a doença renal crónica, principalmente, através da educação para a adopção de estilos de vida e alimentação saudáveis”.

Em Portugal, estima-se que cerca de 800 mil pessoas deverão sofrer de doença renal crónica. A progressão da doença é muitas vezes silenciosa, o que leva o doente a recorrer ao médico tardiamente, já sem qualquer possibilidade de recuperação.

Todos os anos surgem mais de dois mil novos casos de doentes em falência renal. Em Portugal existem actualmente cerca de 16 mil doentes em tratamento substitutivo da função renal (cerca de 2/3 em diálise e 1/3 já transplantados), e cerca dois mil aguardam em lista de espera a possibilidade de um transplante renal.

A Sociedade Portuguesa de Nefrologia é uma organização de utilidade pública, sem fins lucrativos, fundada em 1978 que tem por missão prevenir e curar as doenças renais e melhorar a qualidade de vida de todas as pessoas afectadas de doença renal através do desenvolvimento da actividade científica dentro da área da nefrologia.

FONTE

quarta-feira, 6 de março de 2013

Campanha quer aumentar transplante de rim de dador vivo em Portugal

06/03/2013 - 12:37

O transplante de rim oriundo de dador vivo ainda tem uma expressão “relativamente baixa” em Portugal, situação que uma campanha de sensibilização, que vai ser apresentada sexta-feira, visa alterar, avança a agência Lusa.

A campanha irá resultar de protocolos entre a Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT), a Associação Nacional de Centros de Diálise (Anadial) e uma empresa de assistência a doentes com insuficiência renal.

A campanha, intitulada “Doar um rim faz bem ao Coração”, será lançada sexta-feira, Dia Internacional da Mulher, e visa “a sensibilização dos profissionais de saúde, dos doentes e das suas famílias” para o aumento da doação renal em vida em Portugal.

A SPT indica que a transplantação renal de dador vivo tem uma expressão “relativamente baixa, representando apenas cerca de 10 por cento do total de transplantes renais efectuados”.

Para o presidente da SPT, Fernando Macário, “mais informação e de melhor qualidade em relação à transplantação renal de dador vivo permitirá vencer barreiras porventura ainda existentes”.

“Uma sociedade mais informada é uma sociedade mais solidária”, disse.

FONTE

terça-feira, 5 de março de 2013

Portugal - Crianças aprendem a cuidar dos seus rins

05/03/2013 - 12:03

No âmbito do Dia Mundial do Rim, que se realiza no dia 14 de Março, a Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN) promove uma aula de sensibilização sobre a saúde dos rins, dirigida às crianças do 1º e 2º ciclo do ensino básico, no dia 15 de Março, às 09:30. Esta aula, gratuita, pretende ensinar as crianças como funcionam os rins e incentivá-las a adoptar comportamentos saudáveis facilitando, mais tarde, o entendimento da prevenção das doenças renais, avança comunicado de imprensa.

Esta palestra, dirigida por Josefina Santos, nefrologista do Hospital de Santo António no Porto e membro da Direcção da Sociedade Portuguesa de Nefrologia, terá lugar nas instalações da Escola Básica do Bom Sucesso, na Rua Barbosa de Bocage e, de acordo com Fernando Nolasco, presidente da Sociedade Portuguesa de Nefrologia “é um projecto pioneiro no qual se pretende participar activamente nas escolas e interagir com as crianças e com os educadores na prevenção dos comportamentos de risco para as doenças renais”.

Durante o mês de Março, a Sociedade Portuguesa de Nefrologia promoverá, por todo o país, aulas de sensibilização, dirigidas às crianças, e distribuirá material informativo para um maior esclarecimento da população.

Em Portugal, estima-se que cerca de 800 mil pessoas sofram de doença renal crónica. A progressão da doença é muitas vezes silenciosa, o que leva o doente a recorrer ao médico tardiamente, já sem qualquer possibilidade de recuperação.

Todos os anos surgem mais de dois mil casos de doentes em falência renal. Em Portugal existem actualmente cerca de 16 mil doentes em tratamento substitutivo da função renal (cerca de 2/3 em diálise e 1/3 já transplantados), e outros dois mil aguardam, em lista de espera, por um transplante renal.

FONTE

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Dois mil portugueses à espera de transplante renal


Há quase onze mil doentes renais em Portugal a fazer diálise

Dados da Sociedade Portuguesa de Nefrologia

Cerca de duas mil pessoas estão em lista de espera, em Portugal, para um transplante renal, de modo a combater um problema que triplica as probabilidades de contração de doenças cardiovasculares, foi esta segunda-feira divulgado em comunicado.

Segundo a Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN), estima-se que, em Portugal, cerca de 800 mil pessoas sofram de doença renal crónica.

"A progressão da doença é muitas vezes silenciosa, o que leva o doente a recorrer ao médico tardiamente, já sem qualquer possibilidade de recuperação", acrescenta.
Todos os anos surgem mais de dois mil novos casos de doentes em falência renal.
Em Portugal existem actualmente 16 mil doentes em tratamento substitutivo da função renal, dois terços dos quais em diálise e os outros já transplantados.
Cerca de dois mil aguardam em lista de espera a possibilidade de um transplante renal.
No mês em que se comemora o Dia Mundial do Coração, aquela sociedade sublinha a interligação do coração e dos rins, alertando que qualquer estilo de vida que aumente o risco de doença cardíaca aumenta também o risco de doença renal.
"As pessoas com insuficiência renal têm três vezes mais probabilidade de ter doenças do coração e, adicionalmente, a pressão arterial elevada provoca tantos dados nos rins como no coração", afirma Fernando Nolasco, presidente da SPN.
O especialista acrescenta que "quanto mais avançada for a falência dos rins, maior é a probabilidade de haver também doença cardiovascular" e enfatiza que "o doente renal apresenta dez vezes mais probabilidades de morrer por enfarte do miocárdio".
Andar a pé, nadar, beber bastantes líquidos e trocar o elevador pelas escadas são alguns dos conselhos deixados pela SPN para proteger o coração e os rins.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Insuficientes renais têm três vezes mais probabilidades de ter doenças cardiovasculares


03/09/2012 - 12:34

No mês em que se comemora o Dia Mundial do Coração, importa sublinhar a interligação do coração e dos rins e apresentar algumas dicas que vão proteger e aumentar a longevidade destes dois órgãos vitais para a vida humana, escreve a Sociedade Portuguesa de Nefrologia, em comunicado de imprensa.

Fernando Nolasco, presidente da Sociedade Portuguesa de Nefrologia, diz: “Os rins e o coração estão interligados ao ponto de qualquer estilo de vida que aumente o risco de doença cardíaca, aumenta também o risco de doença renal. As pessoas com insuficiência renal têm três vezes mais probabilidade de ter doenças do coração e, adicionalmente, a pressão arterial elevada provoca tantos dados nos rins como no coração”. O especialista sublinha ainda que “Quanto mais avançada for a falência dos rins, maior é a probabilidade de haver também doença cardiovascular e o doente renal apresenta dez vezes mais probabilidade de morrer por enfarte do miocárdio”.

Para proteger o coração e os rins, a Sociedade Portuguesa de Nefrologia recomenda:
  • Ande a pé, pelo menos 1 hora por dia, cinco vezes por semana, durante 30 minutos.
  • A natação ou apenas o andar dentro de água ajudam ao bom desempenho cardíaco.
  • Não utilize o elevador, prefira sempre a escada.
  • Beba bastantes líquidos. Esta prática vai protege-lo dos cálculos renais, da desidratação e das infecções ao nível da bexiga.

Em Portugal, estima-se que 800 mil pessoas sofram de doença renal crónica. A progressão da doença é muitas vezes silenciosa, o que leva o doente a recorrer ao médico tardiamente, já sem qualquer possibilidade de recuperação.

Todos os anos surgem mais de 2 mil novos casos de doentes em falência renal. Em Portugal existem actualmente 16 mil doentes em tratamento substitutivo da função renal (cerca de 2/3 em diálise e 1/3 já transplantados), e cerca 2 mil aguardam em lista de espera a possibilidade de um transplante renal.
fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/03-09-12/insuficientes-renais-tem-tres-vezes-mais-probabilidades-de-ter-doencas-ca

segunda-feira, 5 de março de 2012

Portugal - É necessário incentivar a doação de rins


“Portugal ocupa um lugar de destaque na colheita de órgãos e na transplantação renal, no panorama internacional, desde há vários anos. No entanto, nos anos de 2010 e 2011 observou-se uma diminuição no número de dadores cadáver quando comparado com o ano de 2009 (301 em 2011, 323 em 2010 e 329 em 2009), apesar de tudo uma taxa claramente superior ao conjunto da união europeia (30,4 em 2010 e 28,5 em 2011 em Portugal, para 16 na União Europeia em 2010 - dados por milhão de habitante)”, comenta Fernando Macário, médico nefrologista e presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantes, em comunicado de imprensa enviado ao RCM Pharma.

E acrescenta: “Essa diminuição global de 6,8% na colheita de cadáver de 2010 para 2011 tem ainda grandes diferenças regionais que devem ser cuidadosamente analisadas. Também se observou um decréscimo no número de dadores vivos (-7,8%). Naturalmente que a diminuição da colheita conduziu a um decréscimo no número de transplantes renais realizados no ano passado”. Na totalidade, e apesar de se terem realizado em Portugal 50,2% transplantes por milhão de habitante, em 2011 registou-se um aumento de 2% no número de doentes em lista de espera.

À margem das comemorações do Dia Mundial do Rim, Fernando Macário sublinha: “o esclarecimento de todo o procedimento de doação dos rins permite que cada vez mais pessoas se sintam à vontade para se tornarem potenciais dadores. É fundamental incentivar mais a doação renal em vida através de campanhas de sensibilização que envolvam toda a sociedade civil e os organismos responsáveis da tutela. O transplante renal é um investimento claro em vida e em qualidade de vida”.

De acordo com Fernando Nolasco, Presidente da Sociedade Portuguesa de Nefrologia “A transplantação tem uma melhor capacidade de substituição da perda da função do rim do que a hemodiálise. Dá uma autonomia diferente mas tem outras exigências, como as terapêuticas de manutenção”, e acrescenta que “a taxa de sucesso do transplante renal é superior a 90 por cento no primeiro ano. As estimativas apontam para que 50 por cento dos transplantes de rim funcionem mais de 11 a 12 anos. E há doentes com 20 anos de transplante que fazem a sua vida normal, o que é francamente bom”.

O tema da campanha de 2012, “Doar – Rins para a Vida – Receber”, visa precisamente destacar os resultados positivos do transplante renal e o facto de a doação salvar vidas.

Para alertar para a saúde dos rins, a Sociedade Portuguesa de Nefrologia vai promover diversas sessões de esclarecimento, pelo país, que pretendem sensibilizar a população para a prevenção, diagnóstico e tratamento da doença renal, que se estima que afecte cerca de 800 mil pessoas, em Portugal.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/05-03-12/e-necessario-incentivar-doacao-de-rins
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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

La Corunha - Hospital Juan Canalejo

La Corunha - Hospital Juan Canalejo
Hotel de Pacientes - Vários Portugueses salvos por um Transplante Pulmonar

Uma vida é pouco para mim

Uma vida é pouco para mim
O meu lema de vida - Dia do meu Transplante Pulmonar