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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Baxter finaliza aprovação da marca “CE” para o sistema de hemodiálise VIVIA


05/02/2014 - 08:30

A Baxter International acaba de anunciar, em comunicado de imprensa, a aprovação da marca “CE” na Europa, para o sistema de hemodiálise (HD) VIVIA. Este sistema foi desenhado para proporcionar um tratamento de HD domiciliária mais frequente ou prolongado, por períodos curtos durante o dia, ou noite, sendo um tratamento conhecido como HD de Alta Dose.

Já foram submetidos os dados de ensaios clínicos realizados nos EUA e no Canadá, que avaliaram a eficácia e segurança de VIVIA em mais de 1.000 tratamentos, como parte do pedido da marca CE. A Baxter vai lançar o sistema num número limitado de clínicas de diálise na Europa, em 2014, de forma a permitir aos doentes e prestadores de cuidados de saúde familiarizarem-se com o sistema e as suas características fáceis de usar para o doente. A Farmacêutica prevê prosseguir o lançamento noutros países Europeus em 2015.

“Em termos globais, menos de 1 por cento dos estimados 1,9 milhões de doentes que necessitam, actualmente, de hemodiálise fazem tratamento de HD de Alta Dose.VIVIA vai permitir que, um número mais alargado de doentes de hemodiálise, tenham acesso ao tratamento de HD de Alta Dose nas suas casas." afirmou Bruce Culleton, Director Médico Sénior da Baxter.

"Na Baxter, estamos empenhados em proporcionar aos médicos e aos seus doentes produtos e opções terapêuticas para obter os melhores resultados possíveis. O sistema VIVIA foi desenvolvido para responder a uma necessidade dos doentes renais, sendo uma opção inovadora de hemodiálise domiciliária," afirma Brik Eyre, presidente da Unidade de Negócio Renal da Baxter.

VIVIA foi concebido para que o doente seja o operador principal. O ecrã táctil e o interface gráfico do utilizador apresentam gráficos grandes e fáceis de perceber com animações que ajudam a guiar o doente através da configuração, do tratamento e da limpeza. O Sensor de Interrupção de Acesso de VIVIA possibilita, ao sistema, interromper a extracção caso a agulha se desloque. O sistema dispõe igualmente de um botão de perfusão de fluidos para ajudar a minimizar os erros do utilizador e proporcionar segurança adicional para o doente. De modo a apoiar a interacção fundamental entre os doentes e os seus médicos assistentes, o sistema VIVIA inclui a plataforma de conectividade sem fios totalmente integrada Sharesource que permite aos médicos e enfermeiros monitorizar remotamente todas as fases do tratamento domiciliário.

A marca CE é um requisito regulamentar obrigatório para dispositivos médicos vendidos na União Europeia. Apenas com receita médica. Para uma utilização adequada e segura deste dispositivo, consulte as instruções completas no manual do utilizador.

Fonte: comunicado de imprensa 

 

FONTE: http://www.rcmpharma.com/actualidade/industria-farmaceutica/05-02-14/baxter-finaliza-aprovacao-da-marca-ce-para-o-sistema-de-

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Dois mil portugueses à espera de transplante renal


Há quase onze mil doentes renais em Portugal a fazer diálise

Dados da Sociedade Portuguesa de Nefrologia

Cerca de duas mil pessoas estão em lista de espera, em Portugal, para um transplante renal, de modo a combater um problema que triplica as probabilidades de contração de doenças cardiovasculares, foi esta segunda-feira divulgado em comunicado.

Segundo a Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN), estima-se que, em Portugal, cerca de 800 mil pessoas sofram de doença renal crónica.

"A progressão da doença é muitas vezes silenciosa, o que leva o doente a recorrer ao médico tardiamente, já sem qualquer possibilidade de recuperação", acrescenta.
Todos os anos surgem mais de dois mil novos casos de doentes em falência renal.
Em Portugal existem actualmente 16 mil doentes em tratamento substitutivo da função renal, dois terços dos quais em diálise e os outros já transplantados.
Cerca de dois mil aguardam em lista de espera a possibilidade de um transplante renal.
No mês em que se comemora o Dia Mundial do Coração, aquela sociedade sublinha a interligação do coração e dos rins, alertando que qualquer estilo de vida que aumente o risco de doença cardíaca aumenta também o risco de doença renal.
"As pessoas com insuficiência renal têm três vezes mais probabilidade de ter doenças do coração e, adicionalmente, a pressão arterial elevada provoca tantos dados nos rins como no coração", afirma Fernando Nolasco, presidente da SPN.
O especialista acrescenta que "quanto mais avançada for a falência dos rins, maior é a probabilidade de haver também doença cardiovascular" e enfatiza que "o doente renal apresenta dez vezes mais probabilidades de morrer por enfarte do miocárdio".
Andar a pé, nadar, beber bastantes líquidos e trocar o elevador pelas escadas são alguns dos conselhos deixados pela SPN para proteger o coração e os rins.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Presidente de Sociedade Portuguesa de Transplantação critica “falta de lucidez” do Governo 23.08.2011(Lusa)

 O presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT) criticou hoje a “falta de lucidez” do Governo ao fazer um “corte drástico” nos incentivos à transplantação, alertando que poderá ser um “tremendo erro”.
Em comunicado, Fernando Macário refere-se à publicação em Diário da República de um despacho que “reduz em 50 por cento todos os incentivos à actividade da transplantação em Portugal”, acrescido da “injustiça” de ser retroactivo ao início do ano. 

O presidente da SPT considera que o corte “poderá ser um tremendo erro humano, social e económico” ao diminuir as hipóteses de pessoas com problemas de saúde receberem transplantes e poderem voltar a integrar a “sociedade activa” e acusa o Governo de “falta de lucidez”. 

No despacho, é referido que os incentivos que se mantêm devem ser aplicados “na melhoria das condições técnicas e científicas dos serviços” das instituições que fazem transplantes. 

“Não é compreensível para os profissionais, para os doentes e para a sociedade que a transplantação seja penalizada de forma muito mais cega e severa” do que outros sectores, argumenta Fernando Macário. 

Os incentivos que o sector tem recebido até aqui permitiram “retirar da diálise [renal] entre 500 a 600 pessoas anualmente”. 

Esse dinheiro foi gerido “de forma não uniforme” nos hospitais, afirma o presidente da SPT, defendendo que as “autoridades que nunca regularam e pouco verificaram ou controlaram a forma como os incentivos foram distribuídos” deviam agora procurar “um espaço de reflexão”.

Num país “reconhecido a nível mundial pela eficiência na coordenação e elevada eficácia na colheita de órgãos”, o corte vai ser “da mesma magnitude para a actividade de colheita de órgãos”, lamenta Fernando Macário. 

Dos “mais de 10.000 doentes a realizar diálise”, cerca de 2500 são candidatos a um transplante de rim. 



Fonte: http://www.publico.pt/Sociedade/presidente-de-sociedade-portuguesa-de-transplantacao-critica-falta-de-lucidez-do-governo_1508854

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Hemodiálise: Corte nas comparticipações

O Ministério da Saúde vai reduzir a comparticipação a pagar pelas sessões de hemodiálise realizadas nos centros extra-hospitalares ou no domicílio, foi esta terça-feira publicada no Diário da República. 



A partir de 1 de Setembro, o Serviço Nacional de Saúde (SNS) vai pagar pela hemodiálise com acessos vasculares 470,09 euros e sem acessos vasculares  450,68 euros.   
Para as entidades convencionadas os preços entram em vigor a 1 de Janeiro do próximo ano para as sessões de diálise realizadas pelos estabelecimentos  e serviços integrados no SNS, acrescendo aos valores a pagar no âmbito do  contrato-programa.  
O despacho determina também que o preço a pagar por sessão de diálise no âmbito das convenções para a prestação de cuidados de saúde na área da diálise é de 114,79 euros.  
O despacho alega que o memorando de entendimento assinado com a "troika"  obriga a uma "redução em pelo menos 10% da despesa global (incluindo taxas)  do Serviço Nacional de Saúde com entidades privadas que prestem serviços  de meios complementares de diagnóstico e terapêutica ao SNS até ao final  de 2011 e de 10% adicionais até ao final de 2012.

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Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

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