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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Lei do fumo baixou em 2% número de fumadores


25/10/2013 - 08:41

A lei que proíbe fumar em espaços públicos em Portugal ajudou a baixar em dois por cento o número de fumadores em Portugal, mas o número de adolescentes e jovens portuguesas a fumar está a aumentar, revelou a Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP), avança a agência Lusa, citada pelo Diário Digital.

Segundo o presidente da SPP, Carlos Cordeiro, a legislação, que entrou em vigor a 01 de janeiro de 2008, veio diminuir a percentagem de fumadores em Portugal, registando-se um abaixamento na ordem dos "2% da população" que deixou de fumar, disse à Lusa o presidente da SPP, no âmbito do 24.º Congresso de Pneumologia, que arranca esta sexta-feira no Algarve.

A legislação sobre restrição de fumar em espaços públicos veio diminuir, sobretudo, a exposição passiva ao fumo do tabaco, com um abaixamento "na ordem dos 25%", acrescentou aquele especialista.

A diminuição da carga tabágica dos fumadores diminuiu, porque as "pessoas não podem fumar permanentemente e em todo o lado (...) e, portanto, os que fumam também fumam menos", concretizou Carlos Cordeiro.

Apesar da diminuição de alguns fumadores em Portugal e de o país ter 21% da população a fumar, enquanto a média europeia é de 28% – com a vizinha Espanha e Grécia a ronda os 40% da população -, a verdade é que as mulheres jovens em Portugal cada vez fumam mais.

"Tem havido um aumento do hábito tabágico na população jovem feminina", alertou o médico pneumologista, explicando que as adolescentes e as mulheres jovens têm, de facto, tendência para fumar mais do que fumavam".

O fenómeno da emancipação feminina que está a levar as mulheres a começarem a fumar mais cedo vai aumentar a "mortalidade da doença pulmonar obstrutiva crónica" (DPOC), que vai aparecer cada vez mais cedo.

A DPOC é uma doença inflamatória das vias aéreas que leva a uma insuficiência respiratória e que provoca a morte, seja por doenças cardíacas, seja com tumor no pulmão.

Antigamente, a doença pulmonar obstrutiva crónica era uma doença do idoso, mas hoje começa a aparecer aos 40 anos e "temos de estar atentos aos sinais de queixas respiratórias nos fumadores logo a partir de 40 anos", porque deve-se "começar o mais cedo possível a tratar" a doença que é evolutiva e incapacitante.

O 24.º Congresso de Pneumologia, que conta com a presença de cerca de 700 especialistas nacionais e internacionais, tem como tema os "Novos caminhos para a Pneumologia em Portugal".

O fórum, que decorre em Albufeira entre sexta-feira e domingo, vai discutir a saúde respiratória nacional e abordar temas como a asma brônquica, a doença pulmonar obstrutiva crónica e o cancro do pulmão.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Risco de morte associado ao tabaco é mais grave do que se pensava

O risco de morte prematura por causa do tabagismo é mais grave do que se pensava, tanto para quem fuma pouco como para quem fuma muito, concluiu um estudo australiano divulgado, esta sexta-feira, pela imprensa local.
A investigação da Universidade Nacional Australiana analisou os casos de 200 mil pessoas num período de quatro anos e observou que os fumadores têm uma probabilidade três vezes maior de morrer do que aqueles que nunca fumaram.
"Descobrimos que as pessoas que atualmente fumam têm três vezes mais de probabilidade de morrer do que as pessoas que nunca fumaram e que a sua esperança de vida num período de quatro anos diminui numa década em comparação com aqueles que nunca fumaram", constatou a responsável pelo estudo, Emily Banks.
Estudos anteriores confirmaram uma relação entre o tabagismo e as mortes prematuras por cancro do pulmão.
"Metade das mortes dos fumadores estão diretamente relacionadas com o consumo do tabaco", apontou Banks em declarações à cadeia ABC.
De acordo com este estudo, o impacto do tabagismo na população depende da intensidade com que se fuma e do período de tempo durante o qual se mantém esse hábito.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Aprovada nova regulamentação para o tabaco na Europa

Aprovada nova regulamentação para o tabaco na Europa

 

Os deputados votaram a favor de uma diretiva que prevê a proibição dos cigarros 'slim' e de mentol e ainda a proibição da venda de maços de dez unidades.

 

O Parlamento Europeu acaba de aprovar uma nova regulamentação para o tabaco, incluindo limites à venda do cigarro eletrónico. Os deputados votaram a favor de uma diretiva que prevê a proibição dos cigarros 'slim' e de mentol e ainda a proibição da venda de maços de dez unidades. Os ingredientes que compõem os produtos de tabaco passam a ser sujeitos a regras mais estritas, prevendo-se a elaboração de uma lista de substâncias autorizadas e proibidas.

 

FONTE

sexta-feira, 15 de março de 2013

Portugal trava restrições ao tabaco

15/03/2013 - 11:20

A União Europeia (UE) quer uniformizar as regras para o fabrico e venda de tabaco, mas a proposta de directiva europeia foi rejeitada por unanimidade no Parlamento. Portugal é, assim, o 8.º país a chumbar as novas regras, que arriscam mesmo não entrar em vigor no espaço dos 27 países, avança o jornal SOL, no seu site.

Com a preocupação de travar qualquer incentivo aos jovens para que comecem a consumir tabaco, a directiva proíbe uma série de tipos de cigarros, desde os slim aos cigarros mentolados e embalagens inferiores a 40 gramas, para tabaco de enrolar. E propõe que 75% das embalagens sejam cobertas com advertências combinadas (texto e imagem) sobre as substâncias nocivas.

Segundo o parecer aprovado na Comissão parlamentar de Assuntos Europeus, a que o SOL teve acesso, os partidos entenderam que a directiva vai longe demais e imiscui-se em matéria da esfera legislativa dos Estados-membros, sendo que “ignora impactos socioeconómicos negativos não justificados por ganhos de saúde”. A Comissão – que ouviu a Tabaqueira, a Empresa Madeirense de Tabacos e a Fábrica de Tabacos Micalense – considerou ainda que as regras iriam ter “impacto significativo no emprego, concorrência e receitas fiscais”.

A UE propunha também o fim dos produtos de tabaco com aromas distintivos, como sabor a fruta ou a chocolate. Os aditivos associados à energia e vitalidade (cafeína, taurina, etc.) ou os que criam a impressão de que os produtos têm efeitos benéficos para a saúde (vitaminas) também estão na lista, não sendo admitidos aromas em filtros, papéis ou embalagens. As embalagens deviam ser todas paralelepipédicas e com um mínimo de 20 cigarros.
FONTE

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Deixe de fumar com o Barça

O objectivo é ajudar 28 milhões de fumadores europeus a abandonar o hábito de fumar para sempre   .

 Comissão Europeia (CE) e o FC Barcelona (Barça) apresentam a iniciativa “Quit Smoking with Barça” (quitsmokingwithbarca.eu) que pretende tirar partido do sucesso da campanha da Comissão Europeia “Os ex-fumadores são imparáveis” e do apoio de milhões de fãs do Barça. O objectivo é ajudar 28 milhões de fumadores europeus a abandonar o hábito de fumar para sempre.
“Através desta colaboração vamos procurar ajudar os adeptos do futebol na Europa a voltarem a ter o controlo da sua saúde e das suas vidas, encorajando-os a serem tão apaixonados pela sua saúde como o são pelo ‘jogo bonito’”, disse o Presidente do FC Barcelona, Sandro Rosell, durante o anúncio do lançamento na sede da Comissão Europeia, em Bruxelas.
A colaboração de um dos clubes desportivos mais prestigiados do mundo com uma instituição europeia é um projeto ambicioso nunca antes implementado a esta escala. A campanha “Quit Smoking with Barça” é a primeira vez que a Comissão Europeia colabora com um parceiro desportivo que chega aos corações de milhões de pessoas.
Falando sobre a nova aliança, John Dalli, Comissário Europeu para a Saúde e a Defesa do Consumidor, disse “Estou muito satisfeito por trabalhar em conjunto com o FC Barcelona para ajudar os europeus a absterem-se de fumar. Usando a linguagem universal do futebol, podemos apoiar os esforços de mais europeus para deixar de fumar e tornarem-se ex-fumadores imparáveis para toda a vida.”
A iniciativa “Quit Smoking with Barça” proporciona aos adeptos do Barça, do futebol e do desporto em geral, um programa de formação em saúde personalizado com dicas diárias para deixar de fumar e encorajamento vindo directamente dos corações e das bocas do próprio clube. A campanha é impulsionada pelo iCoach, uma ferramenta de saúde digital gratuita e comprovada que já ajudou quase um quarto de milhão de pessoas em toda a Europa (equivalente a um em cada 500 fumadores) no seu trajecto para deixar de fumar para sempre. A partir de hoje o iCoach está disponível como aplicação para iPhone e Android.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Mejor el pulmón de un fumador que la lista de espera


Ilustración: Raúl Arias
Ilustración: Raúl Arias
  • Estos órganos mejoran un 21% la supervivencia frente a la lista de espera
¿Aceptaría usted recibir el pulmón de un donante fumador? ¿O preferiría seguir en lista de espera unos meses más aún a riesgo de que un órgano mejor no llegue a tiempo? Esta cuestión está de plena actualidad en elReino Unido tras la muerte de una mujer de 28 años después de haber sido trasplantada con el pulmón de un fumador. Un análisis que acaba de publicar la revista médica 'The Lancet', analiza las complejas implicaciones de esta decisión.
Tras evaluar las tasas de supervivencia de 2.181 británicos a la espera de este órgano entre los años 1999 y 2010, el profesor Robert Bonser y su equipo (del Hospital de Birmingham) concluyen que los pacientes que reciben un pulmón procedente de un fumador tienen mayor tasa de complicaciones y peor supervivencia que quienes reciben un órgano 'limpio de humo' (concretamente, a los tres años, su supervivencia fue un 46% peor).
Sin embargo, el mismo análisis demuestra también que recibir un pulmón procedente de un donante fumador, augura mejores índices de supervivencia que continuar en la lista de espera. De hecho, la mortalidad a los tres años del trasplante fue un 21% inferior entre quienes recibieron el órgano de un ex fumador, que quienes permanecieron en lista de espera durante el período de estudio.
Como explica a ELMUNDO.es el máximo responsable de la Organización Nacional de Trasplantes, Rafael Matesanz, en España tampoco se desechan los pulmones procedentes de fumadores, que representan alrededor del 38% de todos los que se trasplantan".
"El de pulmón es uno de los trasplantes más delicados", explica Matseanz, " y sólo el 15% de los 1.600 donantes de órganos lo son de pulmón. Si a ese porcentaje le restásemos casi el 40% de fumadores, nos quedaríamos sin órganos". Eso sí, matiza, se descartan aquellos muy dañados por el humos del tabaco, "porque tienen un elevado riesgo de cáncer".

Diferencias entre países

Bonser aclara en el estudio que los sujetos con antecedentes de tabaquismo representan el 40% de todos los donantes en el Reino Unido. Y, a su juicio, prescindir de todos ellos aumentaría gravemente la espera para recibir un órgano, lo que empeoraría las tasas de supervivenciaen el país. Matesanz también matiza en este sentido que la lista de espera en España es de apenas cinco meses, y aquí la mortalidad a la espera de un pulmón es de sólo el 5% frente al 40% que sufre el Reino Unido.
Precisamente en un comentario que publica en la misma revista Marcelo Cypel, del programa de Trasplante de Pulmón de la Universidad de Toronto (Canadá), este especialista aclara que el riesgo de morir en la lista de espera mientras aparece un donante compatible varía de manera importante de unos países a otros. De la misma manera que la política de aceptación o no de los fumadores como donantes no es la misma en todo el mundo.
Por eso, tanto unos como otros subrayan la importancia de informar a los receptores de todas estas posibilidades, de manera que si rechaza el órgano de un fumador lo haga conociendo todas las implicaciones y posibilidades. "Porque aunque estos pulmones se asocian con un peor pronóstico, las posibilidades individuales de sobrevivir son mayores que si el paciente decide rechazarlo y seguir esperando la llegada de un órgano ideal". Matesanz recuerda que los pacientes trasplantados de pulmón tienen cada vez mejor pronóstico, pero se trata de momento de una intervención compleja con más riesgos que otro tipo de órganos.
En este sentido, el doctor Cypel subraya en su comentario la importancia que tendrán en el futuro las técnicas de recuperación de pulmonespara donación, de manera que permitan hacer válidos órganos que hace unos años no se trasplantarían.
Fonte: http://www.elmundo.es/elmundosalud/2012/05/28/noticias/1338218957.html

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Estudo do INSA recomenda proibição total do tabaco nos espaços públicos


Nas conclusões o estudo afirma que as alterações previstas na actual lei do tabaco, nomeadamente o reforço dos sistemas de ventilação, não garantem a protecção dos trabalhadores contra o fumo do tabaco
“A actual lei do tabaco não protege os trabalhadores e clientes da exposição a níveis perigosos de contaminantes do fumo de tabaco”, revela um estudo do Departamentos de Genética e de Saúde Ambiental do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA). 
Segundo o mesmo documento as medições efectuadas, revelam que as áreas de restaurantes em que se pode fumar estão altamente contaminadas com partículas finas (PM2,5), níveis considerados perigosos para a saúde pela Agência de Protecção Ambiental dos EUA.
Além disso, os empregados não fumadores, expostos nessas áreas, revelaram níveis significativamente mais elevados de cotinina na urina, uma substância resultante da degradação da nicotina no organismo.
Nas conclusões o estudo afirma que as alterações previstas na actual lei do tabaco, nomeadamente o reforço dos sistemas de ventilação, não garantem a protecção dos trabalhadores contra o fumo do tabaco. Sugerem, assim, a revisão urgente da legislação no sentido da proibição total do acto de fumar em espaços públicos.

À semelhança do que aconteceu noutros países, esta medida revelou ser a única forma de proteger a saúde dos trabalhadores e clientes, melhorando efectivamente a qualidade do ar nestes espaços lê-se no documento.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

´Depender del oxígeno por una EPOC, peor que el cáncer´

José Julián Batista, Jefe de Neumología en el Hunsc afirma que "esta patología pulmonar te aparta hasta dejarte sin vida social; no es agradable"





José Julián Batista, jefe del servicio de Neumología, durante la entrevista.

José Julián Batista, jefe del servicio de Neumología, durante la entrevista.  José Luis González
YLENIA LORENZO
SANTA CRUZ DE TENERIFE
 El Día Mundial de la Enfermedad Pulmonar Obstructiva Crónica (EPOC) se celebra el próximo miércoles con el objetivo de recordar a los fumadores las consecuencias que puede acarrear esta dependencia. Casi la totalidad de las personas que sufren esta patología es por el placer que les produce coger un cigarrillo e inhalar su humo pero, aunque para muchos sea un gusto, las consecuencias pueden ser gravísimas. Para explicar uno de los efectos más agresivos de la dependencia a una cajetilla, el jefe del servicio de Neumología del Hospital Universitario Nuestra Señora de Candelaria (Hunsc), José Julián Batista, que ha realizado algunas de las investigaciones más importantes a nivel internacional centradas en el área pulmonar, resume qué es, qué consecuencias tiene y qué supone padecer EPOC.

–¿En qué consiste la enfermedad y cuándo se dice que una persona la padece?
–La patología se diagnostica cuando un paciente, al que se le hace una espirometría, tiene el bronquio obstruido de forma persistente. Es decir, el conducto ha perdido la capacidad de dilatarse con normalidad. En el 90% de los casos, la causa de la enfermedad es el tabaco, aunque también hay por otras circunstancias. Cuando hablamos de EPOC nos referimos, preferentemente, a aquella obstrucción crónica del aire que no va a mejorar con tratamiento ni con rehabilitación. Se debe fundamentalmente al cigarrillo.

–¿Eso quiere decir que no hay posibilidad de cura?
–Eso es lo que define la enfermedad. Cuando se le dice a una persona que deje ese vicio, lo que pretendemos es que, por lo menos, no progrese la enfermedad. En la mayoría de las ocasiones, los pacientes que sufren EPOC llevan 20 años fumando. Entonces, en esa situación, es difícil volver atrás. Pero para poder saber si tienes esa patología hay que hacer una espirometría para el diagnóstico.

–¿Pero en qué consiste esa prueba para la detección?
–Es para medir la capacidad pulmonar; se sopla por un aparato y éste recoge los datos mediante una inspiración y una expiración. Es una prueba elemental en el diagnóstico. El tabaco es una causa de la patología que podemos eliminar, pero hay otros enfermos, como los que padecen asma, que también terminan sufriendo la enfermedad.

–¿Qué síntomas tiene?
–Los principales son la tos, la expectoración (expulsión de moco, esputo o líquido desde la tráquea o los pulmones) y, cuando progresa, una dificultad respiratoria importante. Con el paso del tiempo, va afectando a muchos órganos. Los síntomas más leves son la tos y la expectoración continua, que son efectos del tabaco. Por eso, una forma de aliviarles es indicarles que dejen el cigarrillo. Pero mucha gente convive con los síntomas sin acudir al médico.

–¿Cuando se debería acudir al médico para evitar el progreso de la enfermedad?
–La gente se empieza a quejar cuando se cansa. Ése es el síntoma más preocupante. Con el esfuerzo, cada día puedes caminar menos. Y esa es la valoración de gravedad que toma el paciente. Es fundamental quitar el tabaco; ni un cigarro. Después, también hay una serie de medicamentos, inhalados o en pastillas, que se combinan según los síntomas. Con eso se puede mejorar, pero lo importante es la rehabilitación respiratoria, que consiste en fortalecer la musculatura. Aunque la función pulmonar no mejore, sí lo hace el aspecto general del paciente.

–¿A estos enfermos les cuesta dejar el tabaco?
–Son perezosos. La gente tiene miedo a la palabra cáncer, pero no tiene miedo a esta patología, que es progresiva y que, poco a poco, te va comiendo y te va apartando de todo hasta dejarte sin vida social. Estar todos los días ligado a un aparato de oxígeno no es muy agradable.

–¿Cuál es la situación de EPOC en Canarias?
–Alrededor de unos 16.000 canarios son candidatos a padecerla. Las Islas es uno de los sitios donde más se fuma y donde se empieza antes; tenemos la desgracia de que en el Archipiélago se entra en el mundo del tabaco a los 10 años. Este consumo es un factor importante y hay que luchar contra él.

–¿Qué consecuencias tiene?
–Es la enfermedad respiratoria que más morbilidad tiene. Ahora es una de las cinco más importantes, pero se prevé que para el año 2017 sea de las tres primeras. Es una patología que cada vez está más generalizada y produce más problemas. Pero en el tratamiento queda una parte, que es el quirúrgico. El trasplante es la parte final. Antes se daba más en los hombres, pero ahora ya las mujeres nos están superando. Es una enfermedad muy preocupante. Son gente que se va mutilando progresivamente porque no son conscientes y, cuando se dan cuenta, ya son dependientes de oxígeno.

–¿Cuándo pasa una persona a ese nivel?
–Es otro de los tratamientos, pero es para cuando están en la peor fase. Como no tienen aire suficiente, necesitan un sustituto. Están en sus casas con un concentrador de oxígeno y tienen que estar todo el día con él porque lo necesitan. Una vez un paciente me preguntó, cuando todavía no se había trasplantado, si tenía cáncer. Digo: no, esto es peor que un cáncer, porque va a depender de oxígeno toda su vida. Después se operó con éxito.

–¿Cree que la sociedad es consciente de la enfermedad?
–Creo que los pacientes de España, y más de Canarias, no son conscientes de lo importante que son ellos para su enfermedad. La sanidad la pagan todos los ciudadanos y el enfermo es la persona principal. Ellos son los que tienen que decir: aquí estamos. Una buena asociación de EPOC solicitaría más ayudas a las administraciones públicas. Los médicos somos los que hemos hecho la Ley Antitabaco, no los pacientes. Los pacientes deben solicitar y exigir mejoras, porque los trasplantes, por ejemplo, se hacen fuera. Deben ser conscientes de la importancia que tiene reunirse en una asociación.

–¿Y la Consejería de Sanidad?
–La administración, más que de comprar aparatos, debe cuidar de poner detrás de ellos a un profesional para sacarles rendimiento. Es una cuestión de organización.
Fonte: http://www.laopinion.es/sociedad/2011/11/15/depender-oxigeno-epoc-peor-cancer/380063.html

domingo, 28 de agosto de 2011

Entrevista Neumólogo, catedrático de medicina Ferran Morell Brotad: «Uno de cada dos jóvenes que empiece hoy a fumar morirá por el tabaco» - Lleva más de 500 transplantes a lo largo de su carrera

Foto: Ferran Morell Brotad. M. MIELNIEZUK
MAR FERRAGUT | PALMA ­­Ferran Morell Brotad (Palma, 1944) es jefe del servicio de Neumología del Hospital Vall d´Hebron y fue el primer cirujano que transplantó con éxito un pulmón en España, allá por 1990. Ahora él y su equipo llevan más de 500 transplantes.

— El año pasado su equipo superó los 500 transplantes de pulmón, ¿cuántos llevan ya?
—560 o así. Colaboramos con la Associació d´Ajuda al Acompanyament del Malalt, que tiene pisos en Barcelona para cuando van baleares a operarse. En contrapartida, Son Espases nos da muchos pulmones. El trasiego de transplantados y donaciones está equilibrado.

— ¿Cuál es la esperanza de vida tras un transplante?
— Le das un par de años más. Tenemos dos que vivieron más de 17 años, los que más han vivido de España. Era gente joven. Cuando transplantas a personas mayores con bronquitis crónica o EPOC, también tienen mal las arterias y los resultados son peores. A los cinco años la media de supervivencia es del 60%.

— En España ya hemos visto el transplante de cara y el de las dos piernas, ¿qué es lo próximo?
— La verdad es que me extraña un poco el transplante de piernas, porque también has de transplantar los nervios, los has de juntar y me cuesta pensar que irá bien. El nervio es lo que estimula el músculo y es lo que hace que funcione y que camine, si un nervio no lo puedes empalmar (porque de momento no se regeneran), no sé cómo lo harán para que camine. A lo mejor con los nervios que vienen de la columna, de la parte de arriba. Ojalá funcione, de verdad.

— ¿Ante qué síntomas me tengo que plantear que tengo una enfermedad pulmonar grave?
— Hay muchas enfermedades pulmonares y los síntomas son sólo 5 ó 6. Los de alarma serían ahogarse al esforzarse, tos y expectoración, sobre todo con sangre. El pulmón es traidor porque no tiene nervios de sensibilidad al dolor y por tanto un tumor no produce dolor hasta que crece tanto que contacta con la pleura y entonces ya suele ser demasiado tarde para curarlo.

— Una de sus especialidades son las enfermedades que nos transmiten los pájaros. ¿Debemos tener miedo de los periquitos?
— Sí. Una de las enfermedades que acaban transmitiendo es fibrosis del pulmón. Se denomina a veces idiopática, que no tiene causa, y tiene un pronóstico malo. Hemos visto que la mitad de estas fibrosis sin causa se deben en realidad a las plumas de los pájaros.

—¿Hay que temer al edredón?
— Esto es lo mismo que los periquitos y las palomas. De cien personas que acogen a estos pájaros sólo enfermarán cuatro ó cinco. Lo que pasa es que les puede pegar fuerte.

— El enemigo número uno del pulmón es el tabaco, ¿cuál es el enemigo número dos?
— El 80% de los casos de enfermedad obstructiva crónica (EPOC) son por tabaco. El segundo problema sería el Síndrome de las Apneas del Sueño. El 70% de la población ronca, pero algunos hacen paradas y dejan de respirar, y además tienen sueño de día. Y esta es una enfermedad grave, que a la larga provoca enfermedad coronaria, vascular-cerebral...

— ¿Qué le dice a sus pacientes fumadores?
— Que lo pagarán; ya sea en forma de cáncer, de boca, laringe, faringe, tórax, de las vías urinarias; por el pulmón; por el corazón... De dos jóvenes que empiecen a fumar hoy, uno morirá a causa del tabaco, seguro. Hay sistemas y normalmente, si quieren dejarlo y se hace un plan, lo dejan. Con los jóvenes es mucho más difícil.

— ¿Las campañas y leyes no sirven con ellos?
— No, es increíble. Conseguimos que muchos adultos lo dejen, pero por cada uno que lo deja diez jóvenes empiezan a fumar. Es una batalla que tenemos perdida.

— ¿Cómo afecta a nuestros pulmones la vida en la ciudad?
— En la ciudad, la polución actúa facilitando infecciones, con mayor número de asmáticos, sobre todo entre los que viven en calles con mucho tráfico. Además las micropartículas pasan del alveolo pulmonar a la sangre y producen daño a las coronarias y a las arterias en general.

— Desde aquí asustan un poco los recortes en sanidad que se están haciendo en Catalunya, ¿cómo lo ve usted?
— Creo que son bastante lógicos, como quitar guardias a personas que atendían a muy poca gente. La sanidad vivía por encima de sus posibilidades. Es verdad que sabe mal tocar el sistema público que hemos montado, que es una maravilla, pero es que el sistema tiene que funcionar. No puede ser un pozo sin fondo.

fonte: http://www.diariodeibiza.es/pitiuses-balears/2011/08/28/jovenes-empiece-hoy-fumar-morira-tabaco/503514.html
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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (2/6)

SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

La Corunha - Hospital Juan Canalejo

La Corunha - Hospital Juan Canalejo
Hotel de Pacientes - Vários Portugueses salvos por um Transplante Pulmonar

Uma vida é pouco para mim

Uma vida é pouco para mim
O meu lema de vida - Dia do meu Transplante Pulmonar