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segunda-feira, 5 de maio de 2014

OMS: higiene das mãos é essencial para prevenir resistência a bactérias


05/05/2014 - 09:34

A Organização Mundial da Saúde (OMS) apelou esta segunda-feira a todos os trabalhadores do sector da saúde, nomeadamente médicos, enfermeiros e assistentes, que mantenham as mãos limpas ao cuidar dos pacientes, uma maneira de evitar infecções hospitalares. Esta segunda-feira celebra-se o Dia Mundial da Higiene das Mãos, avança o Diário Digital.

Na semana passada, a OMS divulgou o primeiro estudo global sobre resistência a antibióticos, demonstrando elevados índices de casos de bactérias que já não respondem ao tratamento com aqueles medicamentos.

A agência da ONU destaca que as infecções em hospitais ou centros de saúde ocorrem quando os germes são transferidos das mãos do profissional ao tocar o paciente.

A cada 100 pacientes, 10 adquirem alguma infecção daquela maneira, nos países de baixo e de médio rendimento. Nas nações ricas, a proporção é de sete infecções em cada 100 pacientes.

Nas unidades de terapia intensiva, o índice pode chegar a 30 por 100. Segundo a OMS, germes resistentes a medicamentos são responsáveis por uma elevada proporção dos casos.

Quando os pacientes não melhoram mesmo após o uso de antibióticos, existe maior risco de morte, alerta a agência. Por isso, é aconselhado a profissionais de saúde lavar as mãos antes e depois de tratar um paciente, após o contacto com fluidos e antes de inserir catéteres, por exemplo.

Esfregar álcool nas mãos ou lavar bem as mãos com água e sabão continuam a ser, segundo a OMS, as maneiras mais eficientes de manter uma boa higiene.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Prescrição de antibióticos vai passar a ser limitada a sete dias

09/04/2014 - 14:33

A partir da próxima semana a prescrição de antibióticos vai passar a ser limitada pelos médicos a um período máximo de sete dias, avança a Antena 1. A medida faz parte do programa de prevenção, controlo de infecções e de resistência a este tipo de medicamentos, sendo avaliada ao longo deste ano. Caso não sejam alcançados os resultados pretendidos, poderá haver alterações.

O director-geral da Saúde, Francisco George, afirma à Antena 1 que é urgente aplicar medidas de combate a este problema “muito preocupante” em Portugal que é a resistência das bactérias aos antibióticos.


sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Maioria dos portugueses ainda acredita que antibióticos devem ser usados em gripes e constipações

15/11/2013 - 14:31

Apesar das campanhas a alertar para os perigos do abuso do consumo de antibióticos e para a importância de estes medicamentos serem utilizados apenas com prescrição médica, muitos mitos continuam a persistir entre os portugueses: 69% dos inquiridos num estudo continuam a acreditar que os antibióticos servem para matar vírus e 61% acham que são indicados para o tratamento de constipações e gripes, avança o jornal Público.

Em ambos os casos, os números melhoraram em relação a 2009 (menos nove pontos percentuais na primeira resposta e menos 12 na segunda), mas ficam muito acima da média da Europa a 27, onde 49% das pessoas acreditam que os antibióticos são eficazes contra os vírus e 41% nas outras doenças mencionadas. Os dados fazem parte da edição especial do Eurobarómetro — realizado pelo organismo de estatísticas da União Europeia — divulgado nesta sexta-feira sobre “Resistência Antimicrobiana”.

O trabalho do Eurobarómetro contou com 26.680 entrevistas nos 27 países entre Maio e Junho deste ano. Em Portugal, a amostra foi de 1007 pessoas. Entre os inquiridos, 38% tinham tomado antibióticos nos últimos 12 meses (mais 3% que na média europeia e mais 5% do que em 2009, o que vai em linha contrária com a tendência de queda europeia). Além disso, verifica-se uma grande diferença entre géneros, com as mulheres a representarem 43% do total.

Ainda alguns acessos sem receita

Apesar do desconhecimento sobre as situações em que os antibióticos são adequados, há um dado positivo mas que também piorou cinco pontos percentuais em relação a 2009, com 88% dos portugueses a responderem que tomaram estes medicamentos mediante prescrição médica — que é, aliás, obrigatória. A média europeia fica ligeiramente abaixo, mas manteve-se: 87%. Ainda houve 2% de pessoas que assumiram tomar antibióticos que tinham em casa de vezes anteriores e 3% que conseguiram comprá-los na farmácia sem receita.

Questionados sobre a última razão pela qual tomaram um antibiótico, em Portugal a maior parte dos inquiridos (22%) responderam que foi devido a uma gripe, 15% por garganta inflamada, 11% por constipação, 9% por bronquite e 6% por infecção urinária. Um cenário diferente do europeu, onde há um empate a 18% entre bronquites e gripes, seguidos de 13% de pessoas a responderem constipações, 11% garganta inflamada e 9% infecção urinária.

Ainda nas perguntas relacionadas com o conhecimento destes fármacos, 79% dos portugueses (contra 84% dos europeus) disseram saber que o uso desnecessário faz com que os antibióticos percam o seu efeito. Mas, mais uma vez, os dados em Portugal revelam uma quebra de cinco pontos percentuais. Da amostra portuguesa, as pessoas entre os 25 e os 39 anos foram as que responderam mais acertadamente, tendo pelo menos completado o ensino secundário e dito que receberam informação sobre o tema.

Informação não está a chegar aos cidadãos

Alguns dos resultados parecem não estar a melhorar, em parte porque a informação não está a chegar por todos os canais aos cidadãos. Por exemplo, no último ano só 12% dos portugueses inquiridos se lembram de ter recebido informação sobre o mau uso de antibióticos ou o facto de não servirem para gripes e constipações, quando a média na Europa a 27 é de 33%. Além disso, entre os portugueses estão a ser os médicos (40% dos casos, contra 27% na União Europeia) e outros profissionais de saúde a passar mais as mensagens, sendo os casos de alertas nos meios de comunicação social muito menos mencionados do que em outros países.

Em geral, em relação aos 27 países, o relatório demonstra que desde 2009 o consumo de antibióticos tem vindo a cair na maior parte dos países, a par com o aumento de campanhas de sensibilização para a importância de utilizarmos correctamente estes medicamentos. O problema, alerta o Eurobarómetro, é que mesmo assim os dados revelados pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças mostram que são cada vez mais os casos de bactérias que não respondem aos antibióticos — as chamadas bactérias multirresistentes.

A Comissão Europeia está a explorar, através de 15 novos grupos de investigação, novas formas de harmonizar regras, recolher dados e chegar às melhores práticas para contrariar esta tendência, também no campo da agricultura e da alimentação animal, que coloca em risco a saúde pública. “Estou seriamente preocupado com o facto de os antibióticos, que nos permitiram no passado tratar infecções bacterianas mortais e salvar muitas vidas, estejam agora a ficar cada vez menos efectivos”, afirmou, num comunicado, o comissário europeu da Saúde, Tonio Borg.

Dados em linha com relatório nacional

Os números do Eurobarómetro para Portugal estão em linha com as preocupações do Ministério da Saúde e da Direcção-Geral da Saúde e com alguns dados recentemente publicados. De acordo com o relatório Portugal: Controlo de Infecções e Resistência aos Antimicrobianos em Números 2013, apresentado no dia 31 de Outubro, Portugal é o sétimo país europeu onde se consomem mais antibióticos fora do hospital, mas o seu uso em meio hospitalar também é excessivo, estando 12,7% acima da média europeia.

Um dos problemas detectados é a nível hospitalar. Quando se é operado, dá-se por norma antibiótico para prevenir a infecção, mas o que se constata é que a sua administração se prolonga por tempo excessivo. A toma devia ser inferior a 24 horas, mas em 64% dos casos é superior. Nesse sentido, vai ser emitida uma norma a tornar regra uma administração que não vá além daquele período. Portugal tem uma taxa de consumo de antimicrobianos em meio hospitalar de 45,4%, muito acima da média comunitária, de 32,7%.

O tema dos antibióticos tem estado na agenda das autoridades de saúde em Portugal, já que o país também está entre aqueles onde a resistência das bactérias a estes medicamentos mais tem aumentado entre humanos. Em Fevereiro, o Governo atribuiu mesmo o estatuto de programa nacional prioritário às infecções e às resistências aos antibióticos e a Direcção-Geral da Saúde comprometeu-se a estar mais atenta ao que os médicos prescrevem.

Nos relatórios do Sistema Europeu de Vigilância da Resistência aos Antimicrobianos (EARS), Portugal surge, ano após ano, no grupo dos dez países europeus que mais consomem antibióticos. Esse consumo excessivo será, precisamente, um dos principais alvos do programa nacional prioritário.

Por outro lado, Portugal continua também com um dos valores mais elevados entre 28 países de uma perigosa bactéria conhecida por MRSA (Methicillin-Resistant Staphylococcus aureus) e associada a infecções adquiridas em meio hospitalar. A resistência aos antibióticos é um dos mais preocupantes problemas de saúde pública, criado em grande parte pelo uso e abuso desta arma terapêutica. Os doentes infectados com estas bactérias resistentes têm opções limitadas de tratamento, exigindo um maior esforço (financeiro e não só) dos sistemas de saúde. Muitas vezes, resultam em estadias prolongadas nos hospitais e mesmo em morte.

FONTE

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Antibióticos podem deixar de ser eficazes dentro de 5 anos, alertam peritos

07 Fev, 2013, 21:49

A eficácia dos antibióticos para prevenir infeções pode perder-se dentro de cinco anos devido ao seu uso excessivo e inadequado, alertaram peritos médicos.

A Aliança Mundial Contra a Resistência aos Antibióticos (WAAR, na sigla em inglês), que hoje realizou um simpósio internacional, detetou um "aumento drástico" da resistência aos medicamentos por "uso excessivo" de antibióticos e automedicação.
"Se a tendência continuar assim, estima-se que dentro de aproximadamente cinco anos faltarão tipos de medicamentos eficazes no mercado para tratamento de infeções", afirma a Sociedade Espanhola de Medicina Intensiva, membro da WAAR, em comunicado emitido no final da reunião em Sevilha, Espanha.
Os "fracassos" de tratamentos com antibióticos já são reais e há um "número crescente" de infeções urinárias ou peritonite.
No caso dos transplantes, os tempos de intervenção devem ser mais curtos para evitar infeções que possam degenerar na morte do paciente, refere.
"Os procedimentos cirúrgicos futuros com um nível alto de complexidade estão a ser afetados por esta alarmante situação", adianta.
Para a Associação, a solução passa pela prescrição de antibióticos, para pessoas e animais, que exige medidas "mais contundentes".
"Os antibióticos eficazes são uma espécie em perigo de extinção e o seu uso deve ser submetido aos princípios ecológicos e integrados num conceito de desenvolvimento sustentável global", adianta.
TAGS:Resistência

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Antibióticos podem deixar de ser eficazes dentro de 5 anos

08/02/2013 - 08:07

A eficácia dos antibióticos para prevenir infecções pode perder-se dentro de cinco anos devido ao seu uso excessivo e inadequado, alertaram peritos médicos, avança a agência Lusa.

A Aliança Mundial Contra a Resistência aos Antibióticos (WAAR, na sigla em inglês), que realizou esta quinta-feira um simpósio internacional, detectou um "aumento drástico" da resistência aos medicamentos por "uso excessivo" de antibióticos e automedicação.

"Se a tendência continuar assim, estima-se que dentro de aproximadamente cinco anos faltarão tipos de medicamentos eficazes no mercado para tratamento de infecções", afirma a Sociedade Espanhola de Medicina Intensiva, membro da WAAR, em comunicado emitido no final da reunião em Sevilha, Espanha.

Os "fracassos" de tratamentos com antibióticos já são reais e há um "número crescente" de infecções urinárias ou peritonite.

No caso dos transplantes, os tempos de intervenção devem ser mais curtos para evitar infecções que possam degenerar na morte do paciente, refere.

"Os procedimentos cirúrgicos futuros com um nível alto de complexidade estão a ser afectados por esta alarmante situação", adianta.

Para a Associação, a solução passa pela prescrição de antibióticos, para pessoas e animais, que exige medidas "mais contundentes".

"Os antibióticos eficazes são uma espécie em perigo de extinção e o seu uso deve ser submetido aos princípios ecológicos e integrados num conceito de desenvolvimento sustentável global", adianta.

FONTE

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Antibiótico corre o risco de entrar em vias de extinção

25/11/2011 - 08:32
Existe uma cada vez maior resistência aos antibióticos, provocada sobretudo pelo seu uso abusivo e incorrecto. É neste cenário que surge a Aliança Portuguesa para a Preservação do Antibiótico (APAPA), cujo objectivo central é evitar que a eficácia do antibiótico entre em vias de extinção. Trata-se de um mercado que envolve muitos milhões de euros, como deu conta à revista Vida Económica José Artur Paiva, um dos promotores daquela associação.

Os antibióticos correm o risco de perderem a sua eficácia. “O número de microrganismos está a aumentar, tanto em ambiente hospitalar como fora. Simultaneamente, o progresso da medicina levou a que muitos doenças, previamente fatais, sejam agora tratáveis, levando a que o número de doentes crónicos e debilitados – e portanto susceptíveis a infecções – aumente. Daí que o número de infecções por bactérias esteja a aumentar e este tipo de infecções seja mais perigoso, mais difícil de tratar e condicionante de maior mortalidade. Aliás, existem já infecções por bactérias virtualmente resistentes a todos os antibióticos”, disse José Artur Paiva, à Vida Económica.

O responsável chama a atenção para o facto de quanto maior e mais inadequada for a utilização de antibióticos, maior é a emergência de bactérias multirresistentes. Adianta a este propósito: “É sabido que, em geral, os países do sul da Europa têm maior consumo de antibióticos e uma maior taxa de bactérias multirresistentes do que os países do Norte. Portugal tem estado entre os 10 países europeus com mais elevado consumo de antibióticos – é o nono, actualmente – e tem uma elevada taxa de multirresistência bacteriana.”

Para inverter esta situação, o responsável daquele grupo de pressão considera fundamental que continue a haver investimento na investigação e no ensaio de novos antibióticos. Mas também é essencial promover o desenvolvimento e a comercialização, aceleradas e facilitadas, de novos antibióticos inovadores e úteis. Faz notar que “os antibióticos são um património da humanidade, graças a eles a mortalidade por doenças infecciosas diminuiu marcadamente nas últimas décadas e a esperança média de vida aumentou exponencialmente”.

A necessidade de informar o público

A APAPA é constituída pela Direcção-geral de Saúde (DGS), o Grupo de Infecção e Sépsis (GIS), enquanto entidades promotoras, cinco administrações regionais de saúde, a Apifarma, a Associação Nacional das Farmácias (ANF), a Associação Portuguesa de Médicos de Clínica Geral, a DECO, a Direcção-geral de Veterinária, o Instituto Nacional de Saúde e as ordens dos Enfermeiros, dos farmacêuticos, dos médicos e dos médicos veterinários.

Os objectivos desta aliança passam por “reconhecer que o antibiótico está em risco de extinção e sensibilizar o cidadão para a necessidade de o proteger”. Trata-se de anular a automedicação e fomentar o respeito estrito da prescrição médica, promover a investigação sobre epidemiologia infecciosa e resistências antimicrobianas, bem como emanar e cumprir normas e orientações de utilização de antibióticos.

Destaque ainda para a necessidade de facilitar consultadoria em terapêutica antibiótica e o uso de testes microbiológicos rápidos.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/medicamentos/25-11-11/antibiotico-corre-o-risco-de-entrar-em-vias-de-extincao
   

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Bruxelas apresenta plano para combater bactérias resistentes a medicamentos

17/11/2011 - 12:27
A Comissão Europeia anunciou esta quinta-feira um plano de acção contra bactérias resistentes a medicamentos, incluindo o desenvolvimento de novos agentes antimicrobianos ou alternativas de tratamento e o reforço da prevenção das infecções em meio hospitalar, avança a agência Lusa.

O executivo comunitário quer ainda, em coordenação com os estados-membros, reforçar o quadro regulamentar da União Europeia (UE) no domínio dos medicamentos veterinários e dos alimentos medicamentosos para animais e introduzir recomendações para a utilização prudente de agentes antimicrobianos na medicina veterinária, incluindo relatórios de acompanhamento.
A Comissão Europeia quer também promover formas de colaboração sem precedentes para proporcionar aos doentes novos antibióticos.

Segundo dados de Bruxelas, anualmente morrem cerca de 25 000 doentes em resultado de infecções causadas por bactérias resistentes aos medicamentos.

A resistência das bactérias a medicamentos tem ainda custos associados superiores a 1,5 mil milhões de euros em despesas com saúde e perdas de produtividade, o que torna a resistência antimicrobiana (RAM) um problema de saúde cada vez mais grave na UE.

“Temos de agir com rapidez e determinação para não comprometer os medicamentos antimicrobianos enquanto tratamento vital contra infecções bacterianas, tanto nos seres humanos como nos animais”, disse o comissário europeu para a Saúde, John Dalli.

O êxito do programa, salientou, “requer esforços concertados por parte de agentes como a UE, os estados-membros, os profissionais de saúde, a indústria, os agricultores e muitos outros”.
Por seu lado, a comissária para a Investigação, Inovação e Ciência, Máire Geoghegan-Quinn, disse ser “crucial encontrar a próxima geração de antibióticos para que possamos continuar a ter vantagem sobre as bactérias e outros agentes patogénicos resistentes aos medicamentos”.

Dados hoje publicados pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças sobre resistência aos antibióticos revelam que a resistência a antibióticos de última linha está a aumentar na Europa, nomeadamente em ambiente hospitalar.

O plano, dividido em 12 acções foi apresentado na véspera do Dia Europeu de Sensibilização para os Antibióticos.

Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/medicamentos/17-11-11/bruxelas-apresenta-plano-para-combater-bacterias-resistentes-medic
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SIC - DIA MUNDIAL DO NÃO FUMADOR - Testemunho Sandra Campos (Transplantada Pulmonar por FQ)

TV GALIZIA - Testemunho de Sandra Campos

agalega.info - Videos das noticias dos informativos da TVG

SIC - "Programa Companhia das Manhãs" - 14.10.2009

SIC - Fátima Lopes - Entrevista com Sandra Campos e Célia - Junho 2009 (2/2)

SIC - Fatima Lopes - Entrevista com Sandra Camps e Célia - Junho 2009 (1/2)

TVI- Jornal Nacional - Caso chocante de Açoriano que espera Transplante Pulmonar - 2008

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (2/2)

SIC - Fátima Lopes Ago.2008 (1/2)

TV Ciência - Testemunho de Vida - A F.Q e o Transplante Pulmonar



Obrigada a toda a equipa da TV Ciência pela oportunidade de divulgar esta doença rara chamada Fibrose Quistica. Não se falou nos Transplantes Pulmonares mas gostaria de deixar aqui a esperança para todos os que sofrem desta doença que o Transplante Pulmonar pode ser a única salvação numa fase muito avançada e terminal da F.Q.

SIC - Grande Reportagem Fev. 2007 (6/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev. 2007 (5/6)

SIC - Grande Reportagem Fev.2007 (4/6)

SIC - Grande Reportagem - Fev.2007 (3/6)

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SIC - Grande Reportagem Fev 2007 (1/6)

2005 - Sandra Campos - TV Localia (Depois do Transplante) (2/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia - La Corunha (Depois do Transplante) (1/2)

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) 2/2

2005 - Sandra Campos - TV Localia La Coruña (antes do Transplante Pulmonar) (1/2)

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007

Preparação para a Grande Reportagem SIC - Fev. 2007
Jornalista Susana André e Reporter de Imagem Vitor Quental

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007

Preparação para a Grande Reportagem da Sic - Fev.2007
Reporter de Imagem Vitor Quental

La Corunha - Hospital Juan Canalejo

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Hotel de Pacientes - Vários Portugueses salvos por um Transplante Pulmonar

Uma vida é pouco para mim

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O meu lema de vida - Dia do meu Transplante Pulmonar