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quinta-feira, 12 de março de 2015

Modern Family - Testemunho de transplante renal com dador vivo.


Testemunho de transplante renal com dador vivo.
#DIAMUNDIALDORIM

(Da série "Modern Family" )

quarta-feira, 5 de junho de 2013

“À Espera” em Lisboa para mostrar o que de melhor se faz na transplantação nacional

05/06/2013 - 14:56
A Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT) lançou a terceira fase da campanha “Doar um Rim faz Bem ao Coração”, criada em 2012 com o objectivo principal de esclarecer a população sobre a doação de órgãos em vida, avança comunicado de imprensa.

A exposição “À Espera”, com imagens originais do fotógrafo Rogério Martins que percorreu os principais serviços de transplantação nacionais, imortalizando alguns dos momentos do seu dia-a-dia, chegou aos hospitais de Lisboa. A mostra está disponível para visita no Hospital de Santa Maria, Centro Hospitalar Lisboa Norte, de 31 de Maio a 7 de Junho.

Portugal teve uma queda de 19% no número de transplantes no ano passado, alerta a Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT). Grande parte do problema está na queda do número de dadores, mais acentuada em 2012.

Para inverter esta tendência de decréscimo do número de dadores, a Sociedade Portuguesa de Transplantação, em parceria com o Instituto Português do Sangue e Transplantação, I.P., com o apoio da Novartis, da Abbvie, da Diaverum, da Anadial, da Delta, da GALP e da Fundação EDP, lançou a Campanha “Doar um Rim faz bem ao Coração”, que pretende sensibilizar e esclarecer a população para a possibilidade de ser dador vivo, e dar um órgão a quem mais precisa.

Tendo como ponto de partida o lançamento de um website informativo (www.doaremvida.com) e uma página de Facebook (http://www.facebook.com/pages/doaremvida#!/pages/Doar-em-Vida/), a campanha “Doar um Rim faz bem ao Coração” esteve presente junto dos portugueses ao longo dos últimos meses com acções de rua nas principais cidades do País.

A terceira fase da campanha foi lançada no Dia Mundial do Rim, num evento no Museu da Electricidade, em Lisboa. Uma sessão que celebrou a evolução do programa nacional de transplantação nos últimos 40 anos, os sucessos de então e os sucessos dos dias de hoje, com presença de cirurgiões transplantadores e pessoas que doaram e receberam rins em vida. Depois da sessão, os participantes foram convidados a visitar a exposição “À Espera”, que chega agora aos hospitais de Lisboa.

O transplante de órgãos foi um dos grandes casos de sucesso do Serviço Nacional de Saúde: em 2009, Portugal liderava, a nível mundial, a lista dos países doadores de órgãos, com 31 dadores por milhão de habitantes1, e a realização de 593 transplantes renais. No entanto, os números de 2010 a 2011 inverteram esta tendência e 2012 não foi melhor: os dados preliminares do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) apontam para uma diminuição de 19%1 do número de transplantes realizados no ano passado em Portugal. Foram feitos 681 transplantes em 2012, enquanto em 2011 foram realizados mais de 8302. A diminuição é patente igualmente no número de dadores, representando um decréscimo de 16% comparativamente com o ano anterior.

“A evolução do número dos transplantes em Portugal demonstra que o País tem capacidade e possibilidade de estar na liderança da transplantação mundial, mas não está neste momento a dar a resposta necessária. A queda do número de dadores cadáver, torna fundamental a doação de rim em vida. É imperioso que as pessoas saibam que podem contribuir, e ajudar um amigo ou familiar que precise, é por isso que lançámos esta campanha de âmbito nacional”, explica Fernando Macário, presidente da SPT.

Fonte

sexta-feira, 15 de março de 2013

Doar um rim a familiares é legal mas difícil de concretizar

15/03/2013 - 12:06

Cerca de 800 mil portugueses sofrem de doença renal crónica. Todos os anos surgem dois mil novos casos, outros dois mil aguardam em lista de espera para um transplante renal. São dados a reter neste Dia Mundial do Rim, a propósito do qual a Rádio Renascença foi conhecer a história de uma filha que doou um rim à sua mãe.

Trata-se de um dos primeiros casos de doação de órgãos entre familiares, só possível depois da alteração da legislação em 2007. Desde essa altura, qualquer pessoa pode ser dadora de órgãos em vida, independentemente de haver relação de parentesco.

“A minha mãe já era insuficiente renal há cerca de 10 anos”, conta Manuela Bettencourt à Renascença, acrescentado que “estava a chegar a uma situação em que se tornava essencial tomar atitude”.
Decisão tomada de ser dadora, o problema foi a burocracia. “O próprio Estado não facilitou as coisas. No hospital porque eu sou filha e ela é a mãe e normalmente estas situações são contrário”, explica.

Governo quer que número de doentes que fazem diálise em casa passe de 7 para 14%

Para quem o dia do transplante ainda não chegou, a hemodiálise é praticamente a única solução para a doença. O Governo quer que, até final de 2014, o número de pacientes que fazem diálise em casa passe de 7 para 14%.

A técnica já existe há vários anos, mas a adesão dos doentes ainda é reduzida, mas são várias as vantagens, enumera Ana Lourenço, enfermeira do Hospital de Setúbal.

“A grande vantagem é a pessoa fazer sozinha em casa, não se precisa deslocar”, refere, explicando que “há sempre a possibilidade das pessoas fazerem as mudanças de quatro em quatro horas ou fazer durante a noite, através de uma máquina que as empresas também podem deixar”.

O aumento da diabetes, hipertensão arterial e doenças cardiovasculares faz disparar o número de doentes renais. Nesta altura são 16 mil os doentes em tratamento de substituição da função renal, dois terços em diálise.

Portugal é o país da Europa com maior taxa de incidência de insuficiência renal crónica. Neste Dia Mundial do Rim a aposta é na prevenção, com a realização de rastreios com medição de glicemia e da tensão arterial.

FONTE

quinta-feira, 14 de março de 2013

Portugal - Quatro anos à espera de transplante renal

VIDEO AQUI

14 Mar, 2013, 14:28

Quem precisa de um rim pode ter de esperar quatro anos por um transplante, quando o indicado são seis meses. Uma situação que se agravou com a queda acentuada no número de colheitas. No Dia Mundial do Rim os especialistas apelam à dádiva em vida.

FONTE

quarta-feira, 13 de março de 2013

Em 2012 foram realizadas mais de 700 biópsias renais em Portugal

13/03/2013 - 15:14

De acordo com o Gabinete de registo das Biópsias Renais da Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN), em 2012 foram realizadas mais de 700 biópsias renais a nível nacional, sendo que a maior parte se concentraram na região Sul e Ilhas (417, segundo dados estimativos), seguida da região Norte (234) e da região Centro (78), avança comunicado de imprensa.

“A tendência nos últimos anos tem sido para não existirem grandes oscilações no número de biópsias renais realizadas em Portugal”, refere a Dra. Fernanda Carvalho, Vice-Presidente da SPN e Coordenadora Nacional do Gabinete de Registo das Biópsias Renais.

A especialista refere ainda que a biopsia renal é feita quando existe uma suspeita de lesão renal mas não é possível chegar ao diagnóstico definitivo através de outros meios. “Entre as principais indicações da biopsia renal destacam-se a proteinúria persistente (presença de proteínas na urina), a hematúria frequente (presença de sangue na urina), a insuficiência renal aguda de causa inexplicável ou prolongada duração, a síndrome nefrótica e as alterações renais produzidas durante determinadas doenças sistémicas”, finaliza.

Fernando Nolasco, Presidente da Sociedade Portuguesa de Nefrologia, refere que “O aumento da prevalência da diabetes, hipertensão arterial e doenças cardiovasculares faz aumentar a incidência da doença renal crónica”. E acrescenta que “É fundamental prevenir a doença renal crónica, principalmente, através da educação para a adopção de estilos de vida e alimentação saudáveis”.

Em Portugal, estima-se que cerca de 800 mil pessoas deverão sofrer de doença renal crónica. A progressão da doença é muitas vezes silenciosa, o que leva o doente a recorrer ao médico tardiamente, já sem qualquer possibilidade de recuperação.

Todos os anos surgem mais de dois mil novos casos de doentes em falência renal. Em Portugal existem actualmente cerca de 16 mil doentes em tratamento substitutivo da função renal (cerca de 2/3 em diálise e 1/3 já transplantados), e cerca dois mil aguardam em lista de espera a possibilidade de um transplante renal.

A Sociedade Portuguesa de Nefrologia é uma organização de utilidade pública, sem fins lucrativos, fundada em 1978 que tem por missão prevenir e curar as doenças renais e melhorar a qualidade de vida de todas as pessoas afectadas de doença renal através do desenvolvimento da actividade científica dentro da área da nefrologia.

FONTE

Dia Mundial do Rim - informação pela ADRNP

Cartaz Dia Mundial do Rim e folhetos que vão ser distribuidos à população para prevenção doença renal pela ADRNP SEDE Associação dos Doentes Renais Norte de Portugal.

Cartaz

Folheto-1

Folheto-2

domingo, 10 de março de 2013

Transplante: Dois mil à espera para receber um rim

Em Portugal, estima-se que cerca de 800 mil pessoas sofram de insuficiência renal crónica. Todos os anos, surgem mais de dois mil novos doentes em risco de perder a função renal.

Doenças renais afetam 800 mil

A insuficiência renal é muitas vezes uma doença silenciosa e que leva o doente a recorrer ao médico já numa fase tardia, sem possibilidade de recuperar.


A nível nacional cerca de 10 600 doentes fazem diálise e 5300 foram transplantados. Dois mil pacientes aguardam em lista de espera por um rim.

Alertar a população para as doenças que levam o rim a deixar de funcionar subitamente é o objetivo da Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN), ao lançar a campanha sob o tema ‘Rins para a vida, pare a lesão renal aguda', que assinala o Dia Mundial do Rim, na próxima quinta-feira.

Fernanda Carvalho, vice-presidente da SPN, frisa os fatores que causam a doença renal. "O sal, que provoca hipertensão arterial, e a comida rica em gorduras devem ser evitados", frisa a nefrologista.

As pedras (cálculos) nos rins e infeções levam também ao mau funcionamento dos rins. "Há pessoas que não ligam a infeções, têm uma dor e febre e não se tratam, e mais tarde podem ter problemas renais", sublinha Fernanda Carvalho.

A médica aconselha a beber um litro de água por dia, reduzir o consumo de sal na alimentação, controlar a tensão arterial e fazer análises clínicas regularmente, uma vez por ano.

Aníbal Ferreira é nefrologista no Hospital Curry Cabral, uma das duas unidades no País que fazem o duplo transplante de rim e pâncreas. A segunda unidade fica no Hospital de Santo António, no Porto. Segundo o nefrologista, muitos doentes precisam de um duplo transplante renal e pancreático devido à diabetes, que resulta da má função do pâncreas. "Temos 37 doentes à espera de um duplo transplante", explica.
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sábado, 9 de março de 2013

Sociedade Portuguesa de Transplantação mostra o que de melhor se faz na transplantação nacional

08/03/2013 - 14:43

Sessão comemorativa organizada pela Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT) marca lançamento da terceira fase da campanha “Doar um Rim faz Bem ao Coração”, criada em 2012 com o objectivo principal de esclarecer a população sobre a doação de órgãos em vida, avança comunicado de imprensa.

No Dia Mundial do Rim, 14 de Março, a SPT chama mais uma vez a atenção da população para esta problemática, apresentando a terceira fase da campanha “Doar um Rim faz Bem ao Coração”, numa sessão que tem presença confirmada do Secretário de Estado da Saúde, Dr. Fernando Leal da Costa e do Presidente do IPST, Prof. Hélder Trindade.

A terceira fase da campanha é lançada no Dia mundial do Rim, num evento no Museu da Electricidade, em Lisboa. Uma sessão que celebra a evolução do programa nacional de transplantação nos últimos 40 anos, os sucessos de então e os sucessos dos dias de hoje, com presença de cirurgiões transplantadores, e pessoas que doaram e receberam rins em vida. Depois da sessão, os participantes serão também convidados a visitar a exposição “Passado e Presente da Transplantação em Portugal”, com imagens originais do fotógrafo Rogério Martins que percorreu os principais serviços de transplantação nacionais imortalizando momentos do dia-a-dia de cada um.

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terça-feira, 5 de março de 2013

Portugal - Crianças aprendem a cuidar dos seus rins

05/03/2013 - 12:03

No âmbito do Dia Mundial do Rim, que se realiza no dia 14 de Março, a Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN) promove uma aula de sensibilização sobre a saúde dos rins, dirigida às crianças do 1º e 2º ciclo do ensino básico, no dia 15 de Março, às 09:30. Esta aula, gratuita, pretende ensinar as crianças como funcionam os rins e incentivá-las a adoptar comportamentos saudáveis facilitando, mais tarde, o entendimento da prevenção das doenças renais, avança comunicado de imprensa.

Esta palestra, dirigida por Josefina Santos, nefrologista do Hospital de Santo António no Porto e membro da Direcção da Sociedade Portuguesa de Nefrologia, terá lugar nas instalações da Escola Básica do Bom Sucesso, na Rua Barbosa de Bocage e, de acordo com Fernando Nolasco, presidente da Sociedade Portuguesa de Nefrologia “é um projecto pioneiro no qual se pretende participar activamente nas escolas e interagir com as crianças e com os educadores na prevenção dos comportamentos de risco para as doenças renais”.

Durante o mês de Março, a Sociedade Portuguesa de Nefrologia promoverá, por todo o país, aulas de sensibilização, dirigidas às crianças, e distribuirá material informativo para um maior esclarecimento da população.

Em Portugal, estima-se que cerca de 800 mil pessoas sofram de doença renal crónica. A progressão da doença é muitas vezes silenciosa, o que leva o doente a recorrer ao médico tardiamente, já sem qualquer possibilidade de recuperação.

Todos os anos surgem mais de dois mil casos de doentes em falência renal. Em Portugal existem actualmente cerca de 16 mil doentes em tratamento substitutivo da função renal (cerca de 2/3 em diálise e 1/3 já transplantados), e outros dois mil aguardam, em lista de espera, por um transplante renal.

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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Dia Mundial do Rim celebra-se no dia 14 de Março


06/02/2013 - 12:22

A Sociedade Portuguesa de Nefrologia assinala, no dia 14 de Março, o Dia Mundial do Rim que, subordinado ao tema “Rins para a Vida, Pare a Lesão Renal Aguda”, pretende alertar a população para as doenças que fazem com que o rim, subitamente, deixe de ser capaz de cumprir as suas funções, avança a sociedade, em comunicado de imprensa.

Um dos objectivos principais da campanha é sensibilizar para a doença renal, quer aguda quer crónica, devido à sua elevada prevalência e significativas morbilidade e mortalidade associadas, mas prioritariamente alertar para a existência de causas evitáreis que resultam na falência aguda da função renal, podendo contribuir para a instalação de doença crónica do rim. Entre elas contam-se a falência cardíaca, ou seja, a incapacidade do coração impulsionar o volume normal de sangue que deve irrigar os rins, ou agressões que o rim poderá sofrer resultantes de infecções, tumores, doenças inflamatórias e ingestão de alguns medicamentos, ou pela obstrução das vias de excreção da urina que têm por base os problemas na próstata – no caso dos homens –, os tumores e os cálculos renais.

Para Fernando Nolasco, presidente da SPN, “grande parte da população desconhece as causas, consequências e tratamentos da lesão renal aguda, razão pela qual é importante dar a conhecer esta patologia renal”. O especialista acrescenta ainda que “Seja durante poucas semanas, nos casos mais fáceis, ou durante meses, nos casos mais complicados, grande parte dos doentes com lesão renal aguda ficam completamente curados e são raros os casos de pessoas que ficam com algum grau de insuficiência renal. No entanto quanto mais tardia a identificação maior o risco de lesão crónica”.

Em Portugal, estima-se que cerca de 800 mil pessoas deverão sofrer de doença renal crónica. A progressão da doença é muitas vezes silenciosa, o que leva o doente a recorrer ao médico tardiamente, já sem qualquer possibilidade de recuperação.

Todos os anos surgem mais de dois mil novos casos de doentes em falência renal. Em Portugal existem actualmente cerca de 16 mil doentes em tratamento substitutivo da função renal (cerca de 2/3 em diálise e 1/3 já transplantados), e cerca dois mil aguardam em lista de espera a possibilidade de um transplante renal.

FONTE

quinta-feira, 8 de março de 2012

El trasplante de riñón, una opción segura y sencilla para salvar vidas


Numerosas organizaciones pondrán en marcha acciones para concienciar a la sociedad sobre la posibilidad de donación con motivo de la celebración del Día Mundial del Riñón.

LLAMAMIENTO SOCIAL
El trasplante de riñón, una opción segura y sencilla para salvar vidas
Los especialistas recuerdan que el trasplante de riñón es una acción segura que salva vidas. (Foto: TVAzteca)
El trasplante de riñón es una de las acciones que inciden de modo más directo y rápido en el estado de salud de un paciente. Sin embargo, las largas listas de espera y los escasos donantes encontrados pueden suponer, en muchas ocasiones, graves daños para la persona que necesita urgentemente un trasplante.
 
Recientemente se celebró el Día Nacional del Trasplante en España, motivo por el que se recordó la necesidad de que la sociedad continúe ofreciendo órganos siempre que sea posible con el objetivo de reducir el número de pacientes afectados.
 
Los especialistas recuerdan que un simple gesto en el expediente clínico, como lo es ofrecer los órganos una vez se ha fallecido, puede salvar muchas vidas. Uno de los órganos más solicitados es el riñón, un terreno en el que España obtiene uno de los mejores resultados, pero que aún así en ocasiones no es suficiente para cubrir las necesidades.
 
El próximo 8 de marzo se celebra el Día Mundial del Riñón, motivo por el que numerosas instituciones pedirán que se pongan en marcha más programas para incrementar el número de donaciones. Una de ellas es laAsociación para la Lucha Contra Enfermedades Renales (ALCER), que pondrá en marcha una campaña con charlas informativas y con otros actos de concienciación.
 
El pasado mes de abril ya se realizó en España la primera cadena de trasplante renal con donantes vivos, como adelantó Hechos de Hoy. Sin embargo, aún se ecuentran muchas reticencias acerca de este tipo de acciones, motivo por el que se celebra este Día Mundial del Riñón.

Transplantes: Portugal com poucos dadores de rim em vida

8/03/2012 - 08:50
Por falta de informação sobre riscos, afirmam especialistas

Em Portugal fazem-se poucos transplantes renais de dador vivo por falta de informação sobre os riscos, apesar de a lei o prever entre pessoas sem laços familiares, desde 2007, afirmaram esta quarta-feira especialistas, em Coimbra, avança a agência Lusa.

“Doar um rim não traz inconveniente para quem doa, a sua sobrevivência não é posta em causa”, esclareceu o médico Rui Alves, que integra a direcção da Sociedade Portuguesa de Nefrologia e rege a cadeira na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra.

A falta de rins para transplantação levou mesmo a Organização Mundial de Saúde (OMS) a dedicar este ano o Dia Mundial do Rim, que se assinala quinta-feira, ao tema “Doar – Rins para a Vida – Receber”.

Em Portugal, a colheita de rim de dador vivo baixou 7,8 por cento de 2010 para 2011, segundo dados da Autoridade para os Serviços de Sangue e da Transplantação (ISST).
O rim de cadáver também sofreu um revés em 2011 - menos 33, tendo os Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC-CHUC) liderado, com 192 colheitas.

A falta de “apelo à solidariedade e de informação, cuidadosa e rigorosa, sobre os riscos [da doação] ” são as razões apontadas por Rui Alves, numa conferência de imprensa sobre o Dia Mundial Rim, em Coimbra, para o baixo número de transplantes renais com dador vivo.

No Hospital com mais transplantes renais no país - os HUC-CHUC - apenas cinco das 159 intervenções realizadas em 2011 foram com órgão de dador vivo, de acordo com os dados da ISST.
Segundo especialistas de Coimbra, as mulheres são mais generosas, tendo em conta que, entre cônjuges, “é mais frequente a doação para o marido”. Na linha da frente está “a doação de mãe para filho e, em segundo lugar, entre irmãos”.

Desde 2007 que a lei permite que pessoas sem laços de sangue possam doar os seus órgãos em vida, concretamente amigos, cônjuges e pessoas em união de facto, além de pais e irmãos.

Segundo dados da OMS referentes a 2005, dez por cento dos transplantes a nível mundial são comerciais, disse Armando Carreira, director de Nefrologia do Hospital Geral do Centro Hospitalar Universitário de Coimbra (HG-CHUC).

“Portugal está salvaguardado” do risco de tráfico de órgãos, considerou o especialista, opinião partilhada pelo director do Serviço de Nefrologia dos HUC-CHUC, Mário Campos, que salienta o facto de os transplantes se realizarem “apenas em hospitais públicos”.

Existem actualmente dez mil pacientes a fazer diálise, dos quais dois mil aguardam por um rim, disse Rui Alves.

Em 2010, cerca de 16.700 doentes faziam terapêutica substitutiva renal, dos quais 10.140 se submetiam a hemodiálise e 684 a diálise peritoneal.

De acordo com Mário Campos, os dados referentes a 2011, que serão divulgados no congresso da especialidade, em finais de Março, apontam para uma subida de quatro a seis por cento dos pacientes em hemodiálise, de oito a dez por cento em diálise peritonial e uma diminuição de 8,2 por cento no transplante renal.

O Dia Mundial do Rim é assinalado em Coimbra com uma reunião científica sobre “Diálise Peritonial”.

fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/08-03-12/transplantes-portugal-com-poucos-dadores-de-rim-em-vida

domingo, 4 de março de 2012

Portugal - Hospital suspeita de venda ilegal de órgãos


Doentes fazem hemodiálise para tratar problemas renais
Doentes fazem hemodiálise para tratar problemas renais
Transplante: Unidade de Santa Cruz rejeitou dez casos desde 2008 

Cerca de uma dezena de casos suspeitos de venda ilegal de rins foram detectados (e travados) desde 2008 pela equipa médica de transplantação do Hospital de Santa Cruz, em Carnaxide (Oeiras), que avalia os potenciais dadores de órgãos vivos. 
O risco do tráfico de órgãos – uma das preocupações no Dia Mundial do Rim, que se assinala quinta-feira, dia 8 – obrigou à alteração na legislação nacional, no que respeita à doação fora dos laços consanguíneos: publicada em Junho de 2007, a lei foi regulamentada em Novembro desse ano. Desde então, 17 cônjuges já se ‘ofereceram’ para salvar a vida do respectivo parceiro.
Porém, também se registaram casos em que os dadores pretendem algo mais que ajudar o próximo. "Detectámos casos suspeitos de interesses materiais [venda ilegal de órgãos], de pessoas de países sul-americanos ligadas a religiões. Mas não só. Detectámos outros casos relacionados com o trabalho, do empregado que tem a expectativa de ascensão na empresa e quer dar o rim ao patrão", afirma Domingos Machado, nefrologista e responsável pela unidade de transplantação do Hospital de Santa Cruz. É aos profissionais de saúde envolvidos no processo de transplantação que cabe a tarefa de detectar os casos de possíveis ilícitos com a venda de órgãos.
A unidade de transplantação do HSC integra nefrologistas, cirurgiões, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais, e avalia o processo de cada candidato ao transplante de rim. Sempre que há indícios de haver pressões na relação entre o doente e o potencial dador, os especialistas colocam um "travão" ao processo de transplantação, por uma questão de ética. Existe outro tipo de desistência do transplante de rim de dador vivo: por exemplo, quando o potencial dador se apercebe que a doação implica riscos, contratempos e cuidados a ter no futuro. Para ‘amadurecer’ a decisão da dádiva é fundamental, segundo os especialistas, deixar passar algum tempo para dar início ao processo de transplante, o que acontece ao fim de três meses.
EVITADA A DÁDIVA DE JOVENS COM MENOS DE 25 ANOS
Os médicos tendem a evitar aceitar as dádivas de rim de jovens com menos de 25 anos, para não comprometer a função renal futura. É que a partir dos 40 anos este órgão perde de 0,5 a 0,8 por cento da sua função. Se um jovem doar um rim, poderá ter problemas com o outro rim. 
RASTREIO GRATUITO EM LISBOA PARA TODA A POPULAÇÃO
Para assinalar o Dia Mundial do Rim, na quinta-feira (dia 8) realiza--se um rastreio gratuito de tensão arterial e glicemia, os principais factores de risco para o desenvolvimento da doença renal. O rastreio será aberto a toda a população e terá lugar na praça do Rossio, em Lisboa.
ENTRE 500 MIL A 800 MIL COM PROBLEMAS RENAIS
A Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN) estima que entre 500 mil a 800 mil pessoas em Portugal sofram de algum grau de compromisso da função renal, sendo que a maior parte dos casos não estão identificados. Fernando Nolasco, presidente da SPN, afirma que quanto mais tarde estas situações forem tratadas "mais problemas haverá para evitar que progridam". À medida que os anos vão passando, a doença renal vai evoluindo e as lesões podem tornar-se irreversíveis, explica o responsável. Daí que o rastreio seja importante para que se possa avaliar o risco da doença.
DISCURSO DIRECTO
"HÁ PRESSÕES DENTRO DAS FAMÍLIAS", Domingos Machado, Nefrologista, H. St.ª Cruz
Correio da Manhã – Os dadores têm consciência dos riscos da dádiva?
Domingos Machado – Existem as comissões de ética que têm de saber se o dador está bem esclarecido dos riscos e, para isso, averiguam se está consciente da doação.
– A dádiva é espontânea ou existem pressões?
– Detectámos alguns casos de pressões dentro de famílias.
– Que tipo de pressões?
– Pressões de pais que querem obrigar o filho a dar um rim ao irmão.
– O que acontece nesses casos? O filho dá o rim?
– Não, seria contra a ética e esses casos não são aceites na transplantação. A dádiva tem de ser feita em consciência, de forma voluntária, sem pressões.
– Qualquer pessoa pode dar um órgão?
– Têm de ser pessoas hipersaudáveis.
O MEU CASO: ANA C. PEREIRA
JOSÉ DEU UM RIM QUE SALVOU A VIDA DA ESPOSA, ANA
Ana Cristina Pereira, professora, foi a primeira doente insuficiente renal em Portugal a receber, em Fevereiro de 2008, um rim de dador vivo entre pessoas sem relação de consanguinidade, um transplante possível após a publicação da nova lei. O dador foi o marido, José Pereira, 42 anos, desenhador projectista, que soube que era compatível após vários exames médicos.
Ana Cristina recebeu o rim direito. Quatro anos depois de ter relatado a sua história ao CM, o casal mostra-se feliz e saudável. "Só precisamos de ter alguns cuidados, mas nada de especial", afirma Ana Cristina Pereira. O marido concorda. Os cuidados que têm passam por beber três litros de água por dia, tomar os medicamentos, ter uma alimentação saudável e evitar o sal. "Nada que não fizéssemos antes", sublinha José Pereira.
Longe vão os tempos em que Ana Cristina tomava 30 comprimidos por dia e estava ligada a uma máquina (diálise peritoneal) em casa, oito a nove horas por dia, uma situação que lhe condicionava a vida. "Nunca deixei de dar aulas, mas tinha de programar o meu dia para estar essas horas em casa a fazer a diálise", afirma. Hoje, Ana Cristina Pereira sente-se renascida. "Sinto-me como era antes da doença", afirma.
José Pereira só lamenta que os dadores de transplantes não possam fazer as análises clínicas nos laboratórios convencionados e sejam obrigados a ir ao hospital onde a cirurgia foi feita, devido aos cortes na Saúde. "Perdemos horas de trabalho nas deslocações."
PERFIL
Ana Cristina Pereira tem 44 anos e é professora do 6.º ano de Matemática e Ciências na escola secundária EB 2/3 Aranguez, em Setúbal. É casada, tem um filho, de 23 anos, e gosta de tocar viola na missa de domingo. 

sexta-feira, 11 de março de 2011

Maioria dos rins transplantados ainda são provenientes de cadáveres

 (Dia 10 de Março - dia mundial do RIM)


À margem das comemorações do Dia Mundial do Rim, que se celebra esta quinta-feira, a Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN) lembra que “a maioria dos rins transplantados provêm de dadores cadáveres e apenas 63 dos 595 transplantes realizados em 2009 vieram de dadores vivos”, comenta Fernando Nolasco, presidente da SPN, em comunicado de imprensa.

O médico nefrologista acrescenta ainda que “em 2009 Portugal foi o país no mundo com maior taxa de transplantes de cadáver (por milhão de habitante), em termos mundiais mas, mesmo assim, o tempo médio de espera para conseguir um rim é de cerca de 2 anos e meio”.

Fernando Nolasco salienta ainda que “a taxa de sucesso do transplante renal é superior a 90% no primeiro ano. As estimativas apontam para que 50% dos transplantes de rim funcionem mais de 11 a 12 anos. E há doentes com 20 anos de transplante que fazem a sua vida normal, o que é francamente bom”.

Para alertar para a saúde dos rins, a Sociedade Portuguesa de Nefrologia vai promover diversas sessões de esclarecimento, pelo país, com o mote “Proteja os seus rins, salve o seu coração”, que pretendem sensibilizar a população para a prevenção, diagnóstico e tratamento da doença renal, que se estima que afecte cerca de 800 mil pessoas, em Portugal.

Na fase mais avançada da evolução da doença renal crónica, ou estádio 5, surge o esgotamento total das funções renais, que terão de passar a ser substituídas pela diálise ou por um transplante.

Todos os anos surgem mais de dois mil casos de doentes em falência renal. Em Portugal existiam em 31 de Dezembro de 2009 cerca de 16 mil doentes em tratamento substitutivo da função renal (cerca de 2/3 em diálise e 1/3 já transplantados), e outros dois mil e quinhentos aguardam, em lista de espera, por um transplante renal.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/news/12289/108/Maioria-dos-rins-transplantados-ainda-sao-provenientes-de-cadaveres.html

quinta-feira, 11 de março de 2010

Achas que não? Mas sim ... O rim é um dos órgãos que mais sofre com a medicação

O Rim é um dos órgãos que mais sofre com a medicação imunossupressora após Transplante Pulmonar.
Algumas das regras essenciais para estares bem dos RINS:
1. Beber muita água (2L/dia ... Excelente!)
2. Exercicio Fisico
3. Avisares o teu médico quando tenhas os tornezelos inchados (pode ser retenção de liquidos, valores da função renal alta ou alguma alergia a um imunossupressor ... Fala sempre com o teu médico)
4. E não penses mais nisso ... Vive a vida!

Dia Mundial do Rim: Iniciativas em vários pontos do país



“Olhe para os rins com o coração”
No âmbito das comemorações do Dia Mundial do Rim, a Associação Portuguesa de Insuficientes Renais realiza hoje várias acções de sensibilização para o problema da insuficiência renal.
Esta patologia coloca Portugal no topo dos países que regista um maior número de doentes: um em cada 10 portugueses sofre de doença renal crónica e mais de 16 mil doentes vivem com a forma mais grave da doença.
As iniciativas terão lugar em Setúbal (Fórum Montijo) e em Coimbra (farmácias locais, centros de saúde e Hospitais da Universidade de Coimbra) e compreendem a distribuição de material informativo e a prestação de esclarecimentos à população local sobre a doença renal crónica.
A Associação vai aproveitar a efeméride para lançar o livro “Mais e Melhores Anos”, no auditório do Instituto Nacional de Reabilitação, às 18H00, em Lisboa. A obra conta com o testemunho de doentes renais crónicos.
Sob o mote “Limpe por uma causa” e promovida também no âmbito desta efeméride, o parque empresarial Alfrapark, em Alfragide, leva a cabo uma acção de sensibilização para o problema da doença renal crónica em Portugal. No local, vai estar disponível um serviço de lavagem de viaturas gratuito, com vista a angariar fundos para ajudar no trabalho desenvolvido pelas Associações de Doentes na prevenção da Doença Renal Crónica. O valor de cada lavagem é suportado pelos Laboratórios Abbott, e o montante total reverte a favor da Associação Portuguesa de Insuficientes Renais (APIR) e da Associação dos Doentes Renais do Norte de Portugal (ADRNP).
Este complexo empresarial será ainda alvo de iniciativas de sensibilização para a patologia. “Olhe para os rins com o coração” é o claim de vários suportes informativos que vão estar disponíveis nas áreas sociais deste espaço e, também, o tema principal de debate de uma palestra coordenada pelo médico nefrologista Francisco Sousa, na qual participam o presidente da Associação Portuguesa de Insuficientes Renais (APIR), Carlos Silva, e dois doentes renais, que darão testemunho sobre a doença.
Fonte: http://saude.sapo.pt/artigos/noticias_actualidade/ver.html?id=1051639
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